Economia Colaborativa 2012 - São Paulo

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  • Tweetem, bloguem e comentem no Face. \n\nTalvez eu não consiga responder às perguntas aqui, mas fiquem à vontade para me escrever, enviar email, etc, e discutirmos os pontos offline.\n
  • 1) Não estou aqui como Itaú, estou aqui como o designer Fabricio Dore. \n\n2) Tudo que eu falar aqui não reflete necessariamente a visão corporativa do Itaú.\n
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  • 0) Me fiz esta pergunta.\n1) Bancos são um reflexo da sociedade.\n2) Se a sociedade muda, o banco muda também.\n\nVou tentar responder ou somente colocar mais lenha na fogueira.\n\n\n
  • SURGIMENTO DE UM NOVO TIPO DE CONSUMO, MAIS SENSATO E DE EXPERIÊNCIAS. (MEANING)\n\n1) No meio de todo o caos, o que a gente vê hoje é o surgimento ou ressurgimento de um consumo mais sensato e que nos deixa felizes de verdade. \n\n2) É o consumo de experiências. Hoje não existe produto ou serviço bem sucedido que não seja uma experiência ou proporcione experiências. \n\n3) Experiências são em grande parte coletivas e/ou colaborativas.\n\n4) O consumo pelo consumo ficou no passado.\n\n\n
  • MAS AONDE O SIGNIFICADO SE PERDEU?\n\n\nVamos ver uma história... Se tiver algum historiador aqui, me perdoe os erros que eu possa cometer...\n
  • (Colocar a pergunta da Rachel)\nEla faz uma pergunta fundamental...\n\n
  • (Colocar icones dos ptos levantados a + b + c = ?)\nSim. Podemos, mas para isso vamos precisar de uma instituição que tenha credibilidade para lidar com os dados mais secretos da vida de cada um de nós, tenha reputação para falar com cada envolvido e a escala necessária para agregar todos estes dados e fazer sentido de toda a informação gerada.\n\n\nSim, bigdata, banks, social network. Banks will glue the stuff together.\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nÉ uma história complexa que intercala Consumo, Economia, Moeda e os bancos.\n
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  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\n2000 AC Economia era baseada na troca - praticamente não existe consumo.\nBabilônia - Idade Média do Bronze\n\n\n\nMetade do código de Hamurabi é composto por leis sobre pagamentos, troca justas, multas, etc. Organizou a relação “comercial” da época.\n\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\n1000 AC Grãos como Moeda\nMesopotâmia, Egito, etc.\n\nAs pessoas usam grãos como moeda e armezenar grãos em templos onde ficavam protegidos... Transportar grãos que era o problema... \n\nAgora com a existência de moeda. A economia fica bem mais complexa. Os mercadores podem viajar e comprar artigos em outros lugares do mundo com moedas.\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\n200 AC Facilitar a troca, surgem as moedas mesmo (representavam riqueza guardado em templos)\nMesopotâmia\n\nA atividade bancária surge na Mesopotâmia Antiga antes mesmo das primeiras moedas.\n\nNo início se usavam tábuas de argila para indicar que a pessoa possuía grãos guardados e depois começamos a usar moedas de metal.\n\nOs bancos surgem para pegar a riqueza guardada e emprestar para quem precisa de dinheiro agora, juros, empréstimos e cartas de crédito ganham força.\n\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nNaturalmente como o comércio passa a acontecer entre nações diferentes, moedas se tornam mais comuns nas trocas financeiras.\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nBancos crescendo na europa, principalmente na Itália. Empréstimos para produção e compra de equipamentos.\nReflexo das necessidades comerciais da época, Crusadas...\n\n\nBanking quickly spread throughout medieval Europe emerging in France and England as well. \n\nA primary stimulus for banking requirements was none other than the Crusades. Basic banking requirements emerged out of the necessity to make payments for supplies and equipment. \n\nWaging international war was something that could not be accomplished without banking facilities that would enable the safe and speedy means of transferring huge sums of cash. \n\nIt was the Knights Templar that began to provide such banking services based upon the Italian model.\n\nThey were aided by merchants from Venice, who committed all of Venice’s wealth and resources to help the crusaders, in exchange for the promise of half of the wealth the army acquired or stole during their journey. When the secret agreement to invade Egypt was disclosed, many soldiers who had considered themselves pilgrims abandoned the army.\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nComércio na idade média. Interações humanas, motivo para se encontrar, beber, comprar.\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nSomente judeus podiam ter lucro em transações financeiras, empréstimos, etc. Era a única religião em que o lucro não era pecado.\n\nDinheiro para gerar dinheiro e investir. Não para consumir.\nCatholics, who engaged in lending for interest, ran the risk of being excommunicated from the Church.\n\nMuitas dizem que o capitalismo nasceu na revolução protestante.\n\n---\n\nIn The Protestant Ethic and the Spirit of Capitalism,[33] Max Weber first suggested that cultural values could affect economic success, arguing that the Protestant Reformation led to values that drove people toward worldly achievements, a hard work ethic,[34] and saving to accumulate wealth for investment.[35] The new religions (in particular, Calvinism and other more austere Protestant groups) effectively forbade wastefully using hard earned money and identified the purchase of luxuries a sin.\n\nIn the book, Weber wrote that capitalism in northern Europe evolved when the Protestant (particularly Calvinist) ethic influenced large numbers of people to engage in work in the secular world, developing their own enterprises and engaging in trade and the accumulation of wealth for investment. In other words, the Protestant work ethic was an important force behind the unplanned and uncoordinated mass action that influenced the development of capitalism. This idea is also known as the "Protestant Ethic thesis."[2]\n\n\nThe Reformation profoundly affected the view of work, dignifying even the most mundane professions as adding to the common good and thus blessed by God, as much as any "sacred" calling. A common illustration is that of a cobbler, hunched over his work, who devotes his entire effort to the praise of God.\n\nCatholics, who engaged in lending for interest, ran the risk of being excommunicated from the Church. The Protestants used this restriction as evidence that the Pope was the Anti-Christ suggesting that he was attempting to control the people by prohibiting the buying or selling on credit, as similar to the warnings in the Revelations. \n\nOf course, this was an extreme interpretation of the Bible, but it served a political purpose. Economics credits the birth of capitalism with the Reformation because in the Protestant regions of Europe, Christians moved head first into banking. Eventually, the Sins of Usury gave way even among the Catholic nations. However, to this date high rates of interest are illegal and deemed to be usury.\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nPrior to the Protestant Reformation banking in the middle ages centered largely on the goldsmiths. This tradesman group accepted deposits and issued receipts in return. This effectively created the rebirth of banking in the Middle Ages similar to that which had exists in Babylonian times. The above illustration shows a scale with specific weights for gold coins from around Europe. This demonstrates that trade, and the need for foreign exchange and banking, became widespread enough that professional tool kits found a prosperous market among the growing profession of banking. Prior to the Reformation, the Dutch emerged as a great financial center prior to Britain.\nWith the “Glorious Revolution” in Britain in 1688, during the reign of William and Mary, an experienced Scottish goldsmith, William Paterson, operating in London proposed to Parliament his idea of a national bank. It was initially rejected and Paterson later wrote, “Others said this project came from Holland and therefore would not hear of it, since we had too many Dutch things.” Apparently, Parliament rejected the idea because the bank would issue notes against a $1 million pound loan from the government and the proposal called for the notes to be deemed legal tender. Within two or three years, Paterson was back at it again. This time he omitted any mention of bank notes being issued and the plan passed thus giving birth to the Bank of England. Neither Paterson’s revised proposal nor the Bank’s Royal Charter (illustrated above) makes any mention of paper currency. However, within hours of the Charter being sealed, Paterson and his board of directors met for the first time on Friday afternoon, July 27th, 1694.\n\nThe distinction between bank notes and deposit receipts issued by goldsmiths was a simple one. A receipt for deposit was transformed into a bank note if the receipt was payable to the “bearer” rather than an account. Therefore, the Paterson’s Bank of England cleverly created the circulating notes by defacto since its receipts were payable to the “bearer” thereby creating circulating “bank notes” when there was no provision for such an instrument. However, circulating paper currency did not first appear in London. The origin of paper currency began in Babylon, if you consider clay tablets to be paper or China, if you restrict the definition to paper. Paper currency even appeared in North America prior to Britain and it may have helped spark the idea with Paterson in London. (also see a Brief History of Interest Rates)\n\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nRevolução Industrial, revolução do consumo. \n\nAntigamente só quem podia comprar de artesãos tinha acessoa a bens de consumo.\n\nDali para frente o mundo acelera bastante em direção a economia como a conhecemos hoje.\n\n\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nLeverage e Crédito\nO mundo quer crescer!!!\n\n\nAs with all things in life, the development of the banking industry has had its side effects. The process of providing credit allowed leverage to be reintroduced into the modern world. \n\nWhile leverage allows an individual to purchase items today using tomorrow’s future earnings, it also tends to create greater levels of inflation. \n\nThroughout the monetary history of the world, leverage has provided through the means of credit the boom and the bust effect within the economy. \n\nWith it, the business cycle inevitably over-expands and over-contracts aid largely by credit. The greater the amount of credit, the higher the volatility within the monetary system. Nonetheless, the absence of banking and credit discourages human interaction and thus acts an impediment to economic and social growth. Too much debt and credit runs the risk of destroying the very foundations of civilization as witnessed by the fall of Athens and Rome. If there is one lesson to be learned from history, it is that need for moderation in both directions of the economic pendulum.\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nFord T\n\nAtividades Comerciais crescentes levaram a bancos que davam suporte. \n\nO mundo queria crescer e enriquecer. \n\n\n\n\n\n\nConsumo: a troca de um produto/serviço por uma quantia em dinheiro une as pessoas.\n\n\nThe development of the banking industry was a milestone in the evolution of civilization. \n\nBoth the banking industry and the monetary system fostered interaction among the peoples of the world thus allowing international trade. \n\nThis new age of interaction is the foundation of civilization. It is as important as humans forming primitive societies in order to hunt and gather food in a cooperative manner thus fostering the need to develop language.\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nJK, industrializacao\nfinal da segunda-guerra\nindustrias de carros no brasil, todos veem os EUA e querem imitar\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\n50\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\ntv em cores, credito ao consumo para levantar a economia \n\nbanco passa a ser nao so para a elite, mas credito para o povo\n\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\ncartao de credito, inicio das transacoes eletronicas, atms, cazuza,\n\nDinheiro fica mais intangivel...\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nexpansão da internet no brasil\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nVivemos cada vez mais isolados, com crescimento economico podemos comprar mais, crédito fácil, consumo pelo consumo...\n\n(1) carros\n(2) pessoas morando sozinhas\n(3) crédito no Brasil\n\n\nEm poucos anos, nos isolamos uns dos outros. O consumo que une civilizações, nos isola. Como mundo, somos ricos e vivemos sozinhos.\n\nNúmero de pessoas morando sozinhas é bem grande. Quase todo mundo tem acesso a tudo. Mas será que precisamos disso tudo?\n\nHj todos temos máquina de lavar, \n\nAs trocas e compartilhamento é que nos aproximavam...\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\n2008\n\nO isolamento que começou na revolução industrial, teve seu pico nos EUA da década de 50 (consumo de descartaveis, etc) e culminou na crise de 2008, parece estar voltando atrás.\n\nE se a sociedade muda, as moedas mudam, o consumo muda, a economia muda. Consequentemente as instituições que dão suporte mudam a sua atitute tb.\n\nA internet que nos isolou é a mesma que nos salva hj. Ela nos dá a possibilidade de consumirmos em grupo:\n\nKickstarter\nCrowdfunding\nZOPA\n...\n
  • Cap II - História do consumo (economia) e o papel dos bancos\n\nO poder está nas mãos das pessoas. Poder de mudar o mundo.\nNa Europa escassez... aqui não é tão grave, mas temos que nos tornar mais eficientes. \n\nEconomia coletiva traz eficiência.\n\n(colocar crescimento do movimento de comida local, gastar de maneira mais consciente...)\n
  • COMIDA LOCAL: movimento de comida local\n\nQuintal dos Organicos - São Paulo\n
  • COMIDA LOCAL: movimento de comida local\n\nQuintal dos Organicos - São Paulo\n
  • COMUNIDADE: comunity garden\n\n
  • LOCAL: etsy\n\n
  • Mais interações humanas... e mais felicidade para todos.\n\n
  • moedas e reputação\n
  • Long Tail of Currencies...\n\n
  • Cap III - Novo Mundo: Moedas\n\nPorém em um mundo de consumo coletivo e mais Long Tail. Teremos provavelmente diversas moedas locais... Mostrar exemplos que provem isso.\n\nLong Tail está em tudo! SMALL IS THE NEW BIG.\n
  • Long Tail of Currencies...\n\n
  • Long Tail of Currencies...\n\n
  • Cap III - Novo Mundo: Moedas (texto qiue\n\nMoedas: hj temos muitas. Quando temos muitas moedas, precisamos de alguem para fazer as conversões e organizar o fluxo.\n\nSkills, Equipment, Space... Como os grãos no passado, têm valor e podem ser compartilhados seja trocando por dinheiro, seja trocando por outros recursos. \n\nAjudar as pessoas a fazer trocas justas.\n\n11. VEN is a social currency\n12. reputation bank accounts alongside with the money accounts, aggregated reputation rating\n13. Instead of paying with cash, we will offer to barter talents, skilss, and ideas and virtual social currencies will have become a normal way to exchange, there will be a whol ecossystem of apps and software, that wil enable us to share any kinds of product, skills, time (MARKETPLACE) or service.\n\n
  • Atividade comercial acontece muito em função da Reputação. Seja do comprador, seja do vendedor.\n\nTudo que fazemos deixa rastros, principalmente na Internet.\n
  • Cap III - Novo Mundo: Reputação\n\n1. Reputation Bank Account: kind of peer to peer review\n2. Seller rates, spammer we flag, commente we leave, idea, comment or video we post, peer we review, cumulative record of how well we collaborate and if we can be trusted.\n3. Não precisa se assustar, só está ficando claro quem é bom cidadão é que não é... Quem não é vai ter um chance de passar a ser. Quem já será potencializado.\n4. REPUTATION CAPITAL\n5. The more you participate in CC, the more reputation capital you earn, and the more you earn, the more you participate.\n6. The more reviews and feedback, the more choices are available to you.\n7. It´s only a matter of time to have a Reputation Bank aggregator or Reputations online.\n8. It will be owned by people. You will own your reputation data like money. Transfer from one bank to another.\n9. It can be more imporant than your credit history.\n10. “By the end of this decade, power and influence will shift largely to those people with money and nominal power” Craig Newmark\n\nOutro ponto que ela fala é sobre reputaçÃO.\nChegamos a um pto que a Rachel coloca que é muito importante: Reputação e Consumo (fluxo de moedas).\n\nReputação é como na vida, a gente vai ganhado credibilidade profissional. No inicio temos que fazer trabalhos que nao gostamos só par acumular reputação profissional. Será assim na web tb.  Quanto mais reputação mais possibilidades vai se abrindo...\n\nAntes: banco criou mecanismos para consumo individual. Hj: banco cria mecanismo para consumo coletivo.\n\n\n\n\nA reputação é o movo credit score e as formas de pagamento (cartão, rtc$ põdem mudar com a criação de novas moedas.\n
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  • Cap III - Novo Mundo: Reputação\n\nHj temos uma imensidao de reputacoes pela internet.\n\n1. Reputation Bank Account: kind of peer to peer review\n2. Seller rates, spammer we flag, commente we leave, idea, comment or video we post, peer we review, cumulative record of how well we collaborate and if we can be trusted.\n3. Não precisa se assustar, só está ficando claro quem é bom cidadão é que não é... Quem não é vai ter um chance de passar a ser. Quem já será potencializado.\n4. REPUTATION CAPITAL\n5. The more you participate in CC, the more reputation capital you earn, and the more you earn, the more you participate.\n6. The more reviews and feedback, the more choices are available to you.\n7. It´s only a matter of time to have a Reputation Bank aggregator or Reputations online.\n8. It will be owned by people. You will own your reputation data like money. Transfer from one bank to another.\n9. It can be more imporant than your credit history.\n\n\nReputação é como na vida, a gente vai ganhado credibilidade profissional. No inicio temos que fazer trabalhos que nao gostamos só par acumular reputação profissional. Será assim na web tb.  Quanto mais reputação mais possibilidades vai se abrindo...\n\n\n\n\n\n\nA reputação é o movo credit score e as formas de pagamento (cartão, rtc$ põdem mudar com a criação de novas moedas.\n
  • Cap III - Novo Mundo: Reputação\n
  • Cap III - Novo Mundo: Reputação\n
  • Cap III - Novo Mundo: Reputação\n\n3. Não precisa se assustar, só está ficando claro quem é bom cidadão é que não é... Quem não é vai ter um chance de passar a ser. Quem já será potencializado.\n4. REPUTATION CAPITAL\n5. The more you participate in CC, the more reputation capital you earn, and the more you earn, the more you participate.\n6. The more reviews and feedback, the more choices are available to you.\n7. It´s only a matter of time to have a Reputation Bank aggregator or Reputations online.\n8. It will be owned by people. You will own your reputation data like money. Transfer from one bank to another.\n9. It can be more imporant than your credit history.\n\n\nReputação é como na vida, a gente vai ganhado credibilidade profissional. No inicio temos que fazer trabalhos que nao gostamos só par acumular reputação profissional. Será assim na web tb.  Quanto mais reputação mais possibilidades vai se abrindo...\n\n\nReputation capital is not about combining a selection of different measures into a single number -- people are too nuanced and complex to be distilled into single digits or binary ratings.\nIt's the culmination of many layers of reputation you build in different places that genuinely reflect who you are as a person and figuring out exactly how that carries value in a variety of contexts.\n\n\n\n\nA reputação é o movo credit score e as formas de pagamento (cartão, rtc$ põdem mudar com a criação de novas moedas.\n
  • Cap III - Novo Mundo: Reputação\n\nTECNOLOGIA\n
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  • Se o futuro do capitalismo (citar leadbeater) é ser mais coletivo. O futuro do sistema financeiro é tb de ser mais coletivo.\n\nUltimately CC is about a shift from individual consumption to a more conscious and collaborative society.\n\nAntes: banco criou mecanismos para consumo individual. Hj: banco cria mecanismo para consumo coletivo.\n
  • \n\nUltimately CC is about a shift from individual consumption to a more conscious and collaborative society.\n\nAntes: banco criou mecanismos para consumo individual. Hj: banco cria mecanismo para consumo coletivo.\n
  • Papel do banco como mediador das transações e enabler de consumo coletivo e consumo de experiências.\n\nBanks can be your partners in better and more collaborative consumption.\n\n\n
  • Papel do banco como mediador das transações e enabler de consumo coletivo e consumo de experiências.\n\n1. Reputation Bank Account\n\nBanks can be your partners in better and more collaborative consumption.\n\nBrett King, author of Bank 2.0 and founder of New York-based banking startup Movenbank, founded in 2010, agrees with Damelin. "Credit scores are a lagging indicator -- they only look at what has happened in the past," he says. "They [credit agencies] don't use data to look into whether your behaviour is risky or not now."\n\n"It is beneficial for one company to give up their slice of reputation data if in return they get access to the bigger picture: aggregated data from other companies."\n\n\nThe whole package will come together in your personal reputation dashboard, painting a comprehensive, definitive picture of your intentions, capabilities and values.\n
  • Papel do banco como mediador das transações e enabler de consumo coletivo e consumo de experiências.\n\nBanks can be your partners in better and more collaborative consumption.\n\n\n
  • Dessa forma as pessoas podem focar mais nas trocas e deixar que o banco ajuda na reputação e nas transações.\n\n“when money serves a ‘something more’ then consumption has a point”\n\nMais transações não-monetarizadas, sharing, escambo... mais consumo de experiencias e consumo de coisas que sao relevantes para nos. Não ao consumo de coisas só pelo consumo: usar meu exemplo do relógio.\n\nÉ um momento de readaptação. Para o crescimento do mundo tivemos que criar sensação de que comprar trazia felicidade. Descobrimos da maneira dolorosa que nem todo consumo traz felicidade. Não podemos ir para o extremo do não consumo... Pq seria ruim para todos. Hoje como sociedade estamos aprendendo a consumir de maneira saudável: estamos resgatando o que há de bom no consumo: o contato com as pessoas, descobrir coisas novas, etc...\n\nMostrar na história o lado positivo do consumo. A formação de cidades, as idas ao mercado do centro, etc... O consumo já foi bom, mas passamos do ponto.\n\nMoney does not make the world go round - not all the time, and never on its own. Money really brings meaning to our lives only when it helps us in our search for something more. If, as a society, we do not start that search for something more, money will rise to rule us again, to our ruin.\n\nThe something "more" that Taylor is talking about tends to be those experiences that give us a different perspective on life. They have a lasting impact if only because they are memorable experiences, which move, touch and so stay with us. They make us feel authentic, as if we have found ourselves - for example, through travel - rather than having ourselves defined by humdrum work. They invariably involve relationships, bringing people together: friends, families, lovers, fans and believers.\nThe objects in our lives that we really value - the stuff we cannot bear to throw away - mark out relationships that we value - a memento from holiday, a photograph from a wedding, a collection built up with a partner, toys kept from childhood. That is one reason we are so fascinated and consumed by homes, because they sustain relationships. It is also why we pay to be part of huge social gatherings - festivals, carnivals, raves, sporting events: mass shows of emotion that give us a sense of being caught up in something more than ourselves.\nWhen money serves a "something more", then consumption has a point. When the link is broken, modern, money-driven society loses its anchor. The challenge for politics ought to be to turn that insight into policy and politics by putting money in a more subordinate position in society.\n\n
  • Acho que já somos hoje catalisadores de consumo coletivo...\n\n(Barclays)\n
  • Acho que já somos hoje catalisadores de consumo coletivo...\n\nItau\n
  • Acho que já somos hoje catalisadores de consumo coletivo...\n\nItau800 mil viagens\nSistema chega à marca de 75 mil usuários e 120 mil viagens/mês\n\n
  • Acho que já somos hoje catalisadores de consumo coletivo...\n\nItau\n
  • Acho que já somos hoje catalisadores de consumo coletivo...\n\nItau\n
  • Acho que já somos hoje catalisadores de consumo coletivo...\n\nItau\n
  • Acho que já somos hoje catalisadores de consumo coletivo...\n\nItau\n
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  • Dessa forma as pessoas podem focar mais nas trocas e deixar que o banco ajuda na reputação e nas transações.\n\n“when money serves a ‘something more’ then consumption has a point”\n\nMais transações não-monetarizadas, sharing, escambo... mais consumo de experiencias e consumo de coisas que sao relevantes para nos. Não ao consumo de coisas só pelo consumo: usar meu exemplo do relógio.\n\nÉ um momento de readaptação. Para o crescimento do mundo tivemos que criar sensação de que comprar trazia felicidade. Descobrimos da maneira dolorosa que nem todo consumo traz felicidade. Não podemos ir para o extremo do não consumo... Pq seria ruim para todos. Hoje como sociedade estamos aprendendo a consumir de maneira saudável: estamos resgatando o que há de bom no consumo: o contato com as pessoas, descobrir coisas novas, etc...\n\nMostrar na história o lado positivo do consumo. A formação de cidades, as idas ao mercado do centro, etc... O consumo já foi bom, mas passamos do ponto.\n\nMoney does not make the world go round - not all the time, and never on its own. Money really brings meaning to our lives only when it helps us in our search for something more. If, as a society, we do not start that search for something more, money will rise to rule us again, to our ruin.\n\nThe something "more" that Taylor is talking about tends to be those experiences that give us a different perspective on life. They have a lasting impact if only because they are memorable experiences, which move, touch and so stay with us. They make us feel authentic, as if we have found ourselves - for example, through travel - rather than having ourselves defined by humdrum work. They invariably involve relationships, bringing people together: friends, families, lovers, fans and believers.\nThe objects in our lives that we really value - the stuff we cannot bear to throw away - mark out relationships that we value - a memento from holiday, a photograph from a wedding, a collection built up with a partner, toys kept from childhood. That is one reason we are so fascinated and consumed by homes, because they sustain relationships. It is also why we pay to be part of huge social gatherings - festivals, carnivals, raves, sporting events: mass shows of emotion that give us a sense of being caught up in something more than ourselves.\nWhen money serves a "something more", then consumption has a point. When the link is broken, modern, money-driven society loses its anchor. The challenge for politics ought to be to turn that insight into policy and politics by putting money in a more subordinate position in society.\n\n
  • Economia Colaborativa 2012 - São Paulo

    1. 1. “A força do Capitalismo é a suacapacidade de se transformar.”“Capitalism strength is its capacity to change”. Fabricio Dore
    2. 2. Roberto SetúbalItaú Unibanco Área de Tecnologia108mil funcionários MarketingFusão Itaú Unibanco 2008Superintendente de Inovação em Tecnologia & UX Áreas de Negócio
    3. 3. "Existe uma necessidade urgente dese promover novos modeloseconômicos, novos sistemas deprodução e novas idéias sobre o queé bem-estar. Definir e implementarestes novos modelos é, certamente,muito difícil. Porém não éimpossível. E não precisamoscomeçar do zero.”Article: The New Way Of The Future: Small, Local, Open AndConnected, Ezio Manzini.
    4. 4. “Que cara terãoestas novas formasde viver e produzir?”Article: The New Way Of The Future: Small, Local, Open AndConnected, Ezio Manzini.
    5. 5. Como instituiçõescomo bancos irão seadaptar?
    6. 6. Signficado
    7. 7. “História Resumida do Consumo” moedas $
    8. 8. moedas $ consumo
    9. 9. economia$ moedas $ $ consumo
    10. 10. economia$ moedas $ $ consumo bancos
    11. 11. 2000 aCBabilôniaCódigo de Hammurabi (Babilônia 1700 aC)
    12. 12. 1000 aCMesopotâmiaTrigo, chumbo,bronze, cobre,latão, prata, ouro.
    13. 13. 200 aCMoedas e atividadebancária.Drachma Grega (500 aC) e Moeda da Dinastia Kan
    14. 14. 1000 dCCrusadasMoeda encontrada em Israel, da época das Crusadas
    15. 15. 1200 dCMercados da Idade Média
    16. 16. 1500 dCUsuraProtestantismo
    17. 17. 1700 dCRevolução IndustrialTea Pot, Dr Christopher Dresser c1870
    18. 18. Leverage eCréditoFeira Industrial de 1851
    19. 19. 1900Ford Modelo T
    20. 20. 1950 Brasil
    21. 21. 1960 BrasilInflação e deficit público.
    22. 22. 1970 Brasil
    23. 23. 1980 Brasil
    24. 24. 1990 BrasilFonte: Internet Users in Brazil - Worldbank
    25. 25. Fonte: Worldbank
    26. 26. TEMPODE MUDANÇA
    27. 27. “Queremos criar milhões devivas economias locais.”“We want to create millions of local living economies.”Chad Dickerson, CEO da Etsy
    28. 28. m$ $ m$ $ m$ $ m$ $ m$ c c c c cm$ $ m$ $ m$ $ m$ $ m$ c c c c cm$ $ m$ $ m$ $ m$ $ m$ c c c c cm$ $ m$ $ m$ $ m$ $ m$ c c c c cm$ $ m$ $ m$ $ m$ $ m$ c c c c cm$ $ m$ $ m$ $ m$ $ m$ c c c c cm$ $ m$ $ m$ $ m$ $ m$ c c c c c
    29. 29. Moedas ...Habilidades Equipamentos Espaço Tempo
    30. 30. economiamoedas $ $ consumo bancos
    31. 31. Reputação“O quanto mais você participa do ConsumoColaborativo, mais capital reputacional vocêganha, and quanto mais você ganha, mais vocêparticipa.”Rachel Botsman
    32. 32. “Seller rates, spammer we flag,commente we leave, idea,comment or video we post, peerwe review, cumulative record ofhow well we collaborate and ifwe can be trusted.”Rachel Botsman
    33. 33. americanas.com
    34. 34. exemplo
    35. 35. $Capital Reputacional Reputation Capital
    36. 36. Exemplos:Data Processing aoalcance de todos. Connect.Me Tru.ly Legit TrustCloudPorém você confiaria em Scaffoldqualquer um para guardar o Confido Briieflyseu Capital Reputacional? Reputate
    37. 37. $Moedas + Reputação = Nova Economia da Colaboração
    38. 38. Novo Capitalismo Novo Sistema Financeiro
    39. 39. Novo Capitalismo Novo Sistema FinanceiroNovo Sistema Financeiro Novo Papel dos Bancos Se o futuro do capitalismo é ser mais colaborativo. O futuro do sistema financeiro é também de ser mais colaborativo.
    40. 40. Bancos podem vir a ser oscatalisadores de umasociedade de consumocoletivo e de experências.“when money serves a ‘something more’ then consumption has a point”Charles Leadbeater
    41. 41. 1) Agregador dos históricos de reputação online.
    42. 42. 1) Agregador dos históricos de reputação online.2) Mediador das múltiplas moedas que irãosurgir. Marketplace de moedas variadas.
    43. 43. 800 mil viagens75 mil usuários120 mil viagens/mês
    44. 44. Obrigado! Participação de: Matina Firmo Robson Santos fabricio dore Murilo Lima superfab Fabiana Bártholo fabriciodore.com Nicia Bueno

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