MAF Velocidade, agilidade - Bruno Gomes

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Aula de Métodos para Aptidão física, com a temática velocidade e agilidade, ministrada pelo Mestrando Bruno Prestes Gomes

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MAF Velocidade, agilidade - Bruno Gomes

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA MÉTODOS PARA A APTIDÃO FÍSICAVELOCIDADE e AGILIDADE MSD. Bruno Gomes Outubro, 2011.
  2. 2. Capacidades físicas = Valências Físicas VELOCIDADE v= d / ∆t CORRIDA = HABILIDADE MOTORA
  3. 3. Treinamento de força (MI) = Treinamento de velocidade (esteira)- 3 sessões por semana- 75’ por sessão- 3 meses “Treinamento de velocidade pode ser um componente importante na melhoria da função de marcha nesta população”.
  4. 4. AGILIDADE (altera velocidade demovimento e modos de locomoção diferentes) Velocidades e Movimentos Variáveis = “Regra” Aceleração específica Velocidade Máxima Habilidades Multidirecionais
  5. 5. RESISTÊNCIA DE VELOCIDADE Condicionamento Metabólico: Velocidade e Agilidade (6’’ ou mais) Aceleração Velocidade
  6. 6. Exercícios Intermitentes (Intervalados) =requerem qualidades específicas de resistência Razão = Trabalho : Recuperação (metabolismo)
  7. 7. “treinamento de resistência de velocidade podemanter a capacidade muscularoxidativa, capilarização, e performance deresistência em indivíduos já treinados, apesar daredução significativa na quantidade detreinamento”.
  8. 8. RUNNING ANAEROBIC SPRINT TEST (RAST)
  9. 9. Mecânica do movimento (Força e Técnica) IMPULSO POTÊNCIAModos não balísticos de locomoção : Natação (Força = Impulso e aceleração)
  10. 10. Quanto maior a especificidade no treinamento Transferência “Treinamento Funcional”
  11. 11. X
  12. 12. Movimentos Multiarticulares = Fatores:- Neuromusculares;- Mecânicos;- Energéticos.
  13. 13. CICLO ALONGAMNETO ENCURTAMENTO (CAE)CAE: fenômeno de combinação excêntrica-concêntrica.
  14. 14. Ações CAEAções predominantes:CorridaSaltosMudanças explosivas no momento ou velocidade
  15. 15. Ações CAEExploram 2 fenômenos:1) Comportamento intrínseco do músculo tendão2) Feedback reflexo de força e alongamento parao sistema motoneural.
  16. 16. Ações CAEAgudamente: aumento na eficiênciamecânica, (impulso e potência) a partir darecuperação da energia elástica.Cronicamente: regulação da rigidez muscular emelhora da ativação neuromuscular.
  17. 17. Quais os exercícios CAE?• Movimentos ágeis e multiarticulares (força através da cadeia cinética)Como treinar CAE?• Episódios curtos de trabalho (estímulo – descanso)
  18. 18. TREINAMENTO COMPEXO
  19. 19. Fenômeno pós-efeito agudoPOTENCIALIZAÇÃO PÓS-ATIVAÇÃO
  20. 20. CORRIDA DE VELOCIDADE (Fase de Voo / Apoio) Velocidade de corrida = frequência e comprimento da passada
  21. 21. Atletas de Elite x Iniciantes comprimento de ~ 25 m passadas (45 m) frequência (25 m) ~10 á 15 mforça e velocidades ~20 á 30m iniciaisVel. Máx. 45 m
  22. 22. Frequência parece ser mais importante para determinar a velocidade final. O comprimento da passada é relacionado com a altura do corpo e comprimento da perna.
  23. 23. Análise das Passadas e Desempenho na Corrida de VelocidadeCorrida de velocidade linear (aceleração evelocidade máxima) Voo (recuperação e preparação do solo) Apoio (freagem excêntrica e propulsão concêntrica)
  24. 24. Exigências Musculares CV:- Recuperação / ação excêntrica dos flexores dojoelho / controla e prepara para a aterrissagem (ação excêntrica + concêntrica)- Apoio / impulso tornozelo (flexores plantares) /CAE / extensores do joelho - energia elástica
  25. 25. • Apoio Final: ñ eficiente / risco de lesão• Recuperação Mecânica: Importância na velocidade e eficiência na corrida
  26. 26. Erros TécnicosAssociados:FadigaHabilidades físicas ou de coordenaçãoTreinamento incorretoCompreensão
  27. 27. Exemplos: Posição baixa Inclinar-se para frente na velocidade máxima Treinar em condições de fadiga- Lista Padrão da Técnica da Corrida de Velocidade (p. 429)
  28. 28. Métodos Biomecânicos
  29. 29. Objetivo do Treinamento • frequência de passadas • Comprimento ideal• Impulsão horizontal explosiva / impulso vertical mínimo
  30. 30. Aprimoramento do Desempenho e Prevenção de Lesões• Minimizar forças de frenagem (pé – centro de gravidade)• Contato com o solo (aumento da frequência de passadas)
  31. 31. AGILIDADE “Habilidades coordenativas do atleta”• Capacidade adaptativa (modificação sequência de ação)• Equilíbrio (dinâmico e estático)• Capacidade de combinação (coordenação movimentos corporais)
  32. 32. • Diferenciação (ajuste de movimento – economia)• Orientação (espaço e tempo)• Reatividade (estímulos)• Ritmo (padrão de movimento)
  33. 33. CAPACIDADES DE COORDENAÇÃO Pré-adolescência “mais treinável”Adolescência = competências motoras / condicionamento físicoPreparação Geral Especial
  34. 34. CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO
  35. 35. CONSIDERAÇÕES TÉCNICASExemplo: CV linear (tarefa fechada e serial)• Velocidade : velocidade inicial, aceleração máx, velocidade máx;• Modo: subtarefas distintas (largada, aceleração e velocidade máxima).TAREFAS MULTIDIRECIONAIS CAE (Treinamento Pliométrico)
  36. 36. • Posição Corporal (posição da linha de potência = aceleração)• Foco Visual (tarefas multidirecionais)• Ação Perna e Braço (perda na velocidade ou eficiência)• Mecânica de Frenagem (força excêntrica e capacidade reativa)
  37. 37. MÉTODOS DE DESENVOLVIMENTO DE VELOCIDADE E AGILIDADE• Primário: Técnica motora sólida (tarefa específica)• Secundário: Corrida RESISTIDA e ASSISTIDA (aptidões especiais)• Terciário: MOBILIDADE, FORÇA e RESISTÊNCIA DE VELOCIDADE
  38. 38. PLANEJAMENTOS CURTO PRAZO MÉDIO PRAZO LONGO PRAZO
  39. 39. CURTO PRAZO = adaptações fisiológicas agudas
  40. 40. TESTES DE AGILIDADE Shuttle Run Test Teste do Quadrado Backward-Forward
  41. 41. Shuttle Run Test
  42. 42. Backward-Forward
  43. 43. Atividades práticas-teórica1. Qual é a fonte energética predominante utilizada para a realização do teste?2. Quais são as capacidades físicas exigidas para a realização do teste?3. Como podemos transferir os dados obtidos no teste, para a periodização do treinamento em atletas no início de uma pré-temporada?
  44. 44. OBRIGADO bruninhogomes_@hotmail.com

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