UNIVERSIDADE PETROBRAS          FF
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UNIVERSIDADE PETROBRASAGENDA:-   Mercado de bunker-   Quem é quem na cadeia-   Contaminantes do bunker-   Revisão da ISO 8...
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UNIVERSIDADE PETROBRASADULTERANTES DO BUNKERAlguns fornecedores desonestos descartam resíduos de produtos usados na mistur...
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UNIVERSIDADE PETROBRAS• Inquiry (2):                 ETAPAS DE UMA NEGOCIAÇÃO DE BUNKER    – Especificação do Produto     ...
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UNIVERSIDADE PETROBRASPROBLEMAS COM PRODUTOS BTE• Alguns apresentam baixa qualidade de ignição e combustão;• Alguns ficara...
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  1. 1. UNIVERSIDADE PETROBRAS FF
  2. 2. UNIVERSIDADE PETROBRAS Principais Tópicos a serem Abordados• Introdução a indústria de bunker• Influência do mercado de petróleo no mercado de Bunker• Processos de refino para obtenção do bunker• Especificações do bunker (normas ISO 8217:2005 – revisão 2010; MARPOL 73/78 Anexo VI)• Desvantagens dos produtos com baixo teor de enxofre• Manuseio, estocagem e tratamento do combustível a bordo• Blending de produtos• Mensuração da quantidade abastecida• Amostragem e análises• Bunker surveys (Inspeções de quantidade e qualidade do produto)• Métodos de entrega (Ex-wharf, Barge, RTW-Road Tank Wagon)• Segurança, meio-ambiente e saúde
  3. 3. UNIVERSIDADE PETROBRAS Principais Tópicos a serem Abordados• Novas demandas de segurança para produtos de Bunker (MSDS)• Problemas devido à contaminação do combustível• Documentação (compra, venda, entrega, qualidade)• Responsabilidades dos participantes no mercado de bunker: Owner, Broker, Trader, Buyer, Supplier, Deliverer, Agente, Autoridade Portuária, Agente Alfandegário• Etapas de uma negociação• Termos e Jargões comerciais, técnicos e operacionais• Os riscos dos armadores• Áreas de restrições de emissão de Enxofre e outros elementos – atuais e futuras restrições• Organizações legisladoras• Market share do mercado de Bunker
  4. 4. UNIVERSIDADE PETROBRAS Principais Tópicos a serem Abordados• Previsão de crescimento do mercado de Bunker• Hedging de produtos de Bunker – proteção contra a imprevisibilidade do mercado• Crédito - cuidados a serem tomados para definição de linha de crédito• Outros custos envolvidos na cadeia do bunker: carga deslocada, off-hire, calling costs, gerenciamento de claims, custos com atrasos, danos a terceiros, desgaste do motor, “de-bunkering”• Contratos de bunker (GTC - General Terms and Conditions of Sale and Delivery of Marine Fuels)• Claims de qualidade e quantidade• Resolvendo disputas – não pagamento, quantidade e qualidade: voluntária, arbitrada e processo judicial• Apreensão de navios (ship arrest)
  5. 5. UNIVERSIDADE PETROBRASAGENDA:- Mercado de bunker- Quem é quem na cadeia- Contaminantes do bunker- Revisão da ISO 8217/2010- Amostragem- Preocupação dos clientes- Pontos críticos do transporte marítimo- O papel das “Majors”- Market Share- Demanda- Regulamentação – poluição do ar por navios
  6. 6. UNIVERSIDADE PETROBRASMERCADO DE BUNKER 1900: Primeiros navios movidos a óleo (diesel) 1940: Óleo combustível e carvão tinham praticamente a mesma participação no consumo de bordo 1960: Navios movidos a carvão praticamente desapareceram 1900 1940 1960 1970 1972 2010 1970: Até então, quase todo o bunker era vendido pelas Seven Sisters: PB, Chevron, Esso, Texaco, Gulf, Mobil e Shell. 1972: Petrobras inicia suas atividades de Bunker. 2010: Quem vende hoje: • Oil Majors – BP, Chevron, Exxonmmobil, Shell; • Estatais: Petrobras, PDVSA, Saudi Aramco, NIOC (Irã); • Petrolíferas independentes/Traders/Brokers: Chemoil, TotalFinaElf, Aegean, World fuels Services; • Especialistas locais: Frisol, Macoil, +/- 350 supridores independentes; • Trading Houses (clássicas japonesas): Marubeni, Sumitomo, Petrodiamond.
  7. 7. UNIVERSIDADE PETROBRASQUEM É QUEM NA CADEIA• O Armador (“Owner”) – seu navio• O Comprador (“Buyer”) – Armador, Operador ou Afretador• Os Intermediários – Broker e / ou Trader• O Fornecedor – dono do óleo• O Entregador• O Agente Portuário• O Consumidor – Tripulação do Navio
  8. 8. UNIVERSIDADE PETROBRASA CADEIA DO BUNKER ARMADOR “OWNER” Fornecedor Entregado Trader r AGENTE Fornecedor Broker Fornecedor Trader Entregado r COMPRADOR “BUYER” Fornecedor
  9. 9. UNIVERSIDADE PETROBRASO QUE É BUNKER – ÓLEO COMBUSTÍVEL MARÍTIMO São espécies de BUNKER usados em larga escala atualmente: • MF - Marines Fuels ou Óleos Combustíveis Marítimos (principais produtos); – Segundo a ISO 8217 2005 – RMA a RML: » RME 180 / RMF 180 (180 cSt); » RMG 380 / RMH 380 (380 cSt), etc... – Cor negra; – Várias viscosidades; – Requer aquecimento para uso no motor (até 150º para alta viscosidade); – São utilizados nos motores de propulsão de grandes navios; – Em alguns navios pode ser usado para maquinário auxiliar; – Aproximadamente 50% mais barato que produtos destilados.
  10. 10. UNIVERSIDADE PETROBRASO QUE É BUNKER – MGO e MDO São espécies de BUNKER usados em larga escala atualmente: – MGO - Marine Gasoil – DMA: • Destilado como produto claro; • Aparência “clara e limpa”; • Não requer aquecimento para uso; • Usado em motores a diesel de alta velocidade. – MDO - Marine Diesel-Oil - DMB: • Destilado através de produtos escuros; • Pode conter pequenas quantidades de combustível residual; • Cor escura; • Não requer aquecimento prévio; • Usado em motores a diesel de média e alta velocidade. – Marine Diesel Oil “Blendado” – DMC: • Pode conter grandes quantidades de residuais; • Cor negra; • Não requer aquecimento prévio; • Requer tratamento em bordo(centrífuga); • Usado em motores a diesel de média velocidade.
  11. 11. UNIVERSIDADE PETROBRASDEFINIÇÕES DE CARACTERÍSTICAS DO BUNKER • Viscosidade: – Determina a facilidade com que o óleo pode ser bombeado e a temperatura requerida para armazenagem, transferência e queima eficientes; – Dependente da temperatura do óleo, onde o padrão para MF é 50ºC; – Medido em Stokes, geralmente escrito em 1/100 – centiStokes, ou cSt. – Mais comuns são MF380 e MF180; – Não é indicador de qualidade e tem efeito na temperatura do pré-aquecimento do produto, ou seja, maior viscosidade terá que se aquecer mais para ser injetado no motor; – Impacta na qualidade de ignição. • Densidade: – Permite converter volume em peso e é medida em massa por unidade. O “peso” do óleo geralmente é dado em kg/m a uma dada temperatura padrão (15ºC); – Geralmente o MF é 991 kg/m³, que é aceito nas centrífugas convencionais. Centrífugas mais modernas podem utilizar 1010 kg/m³; – Impactam na qualidade de ignição e energia específica; – É um indicativo do grau de craqueamento.
  12. 12. UNIVERSIDADE PETROBRASDEFINIÇÕES DE CARACTERÍSTICAS DO BUNKER • Qualidade de ignição: – ISO 8217 detalha como calcular a qualidade de ignição (anexo); – CCAI (Índice de Aromaticidade calculado do carbono) é baseado na densidade e viscosidade; – Valor geralmente entre 820 e 900, quanto maior o CCAI, pior a qualidade de ignição; – Apesar de detalhar o cálculo, a ISO não estabelece limites, mas alguns fabricantes de motores limitam o valor máximo do CCAI; – Qualidade de ignição poderá requerer: • Densidade limitado no mínimo; • Viscosidade próxima do máximo do “grade” indicado; – Ainda não há uma definição acordada sobre o melhor método para verificar a qualidade de ignição.
  13. 13. UNIVERSIDADE PETROBRASDEFINIÇÕES DE CARACTERÍSTICAS DO BUNKER • Ponto de Fluidez (“Pour Point”) – É a temperatura na qual abaixo dela a substância fica imobilizada por 5 segundos, ou seja, pára de fluir; – Limita a temperatura mínima de estocagem e bombeamento do óleo; – Máximo 30ºC para a maioria das graduações. • Ponto de Fulgor (“Flash Point”) – É a temperatura na qual o óleo pode liberar vapores inflamáveis (atmosfera inflamável); – Usado para avaliar os riscos de inflamar no transporte e armazenagem de combustíveis e para definir as medidas necessárias; – Para todos os combustíveis utilizados em locais de maquinário o mínimo é de 60ºC; – Diferentes testes apresentam resultados diferentes e o ponto de fulgor não é um guia definitivo para segurança; – Podem levar dias para que atinja um equilíbrio, pois hidrocarbonetos leves podem se acumular no topo do tanque e são encontradas atmosferas inflamáveis mesmo que o produto esteja armazenado abaixo do ponto de fulgor.
  14. 14. UNIVERSIDADE PETROBRASDEFINIÇÕES DE CARACTERÍSTICAS DO BUNKER • Resíduos de Carbono – Quantidade de resíduo sólido produzido quando o produto é aquecido em uma atmosfera deficiente de oxigênio; – Pode indicar tendência do combustível depositar fuligem e o comportamento de queima em um motor a diesel, mas não há uma correlação direta. – Teste usado pela ISO é o MCR (Micro Carbon Residue), mas há outros testes disponíveis. – Limite entre 10 e 22%, dependendo do “grade”. • Cinzas: – Mede a quantidade de material inorgânico não-combustível no produto: • Metais inerentes do Petróleo (ex.: vanádio, níquel e cálcio); • Elementos de água salgada (ex.: sódio) • Finos de catalisadores (ex.: Alumínio e silício) • Fragmentos “estranhos” (ex.: ferrugem, escama de tanques, terra, poeira) – Efeitos adversos: • Depósito de fuligem na câmara de combustão do motor; • Formação de fuligem nos anéis de pistões; • Aumento no desgaste do motor; • Depósitos na válvula e sistema de escapamento; • Formação de fuligem no turbocompressor. – Limite entre 0,1 a 0,15%
  15. 15. UNIVERSIDADE PETROBRASELEMENTOS DO PETRÓLEO PRESENTES NO BUNKER Alguns elementos encontrados no petróleo bruto acabam “sobrando” no óleo combustível. Não são desejáveis, mas sua eliminação pode ser muito cara, portanto alguns de seus efeitos negativos devem ser tolerados. • Enxofre (“Sulfur”): – limitado entre 1 e 4,5%; – pode causar ataque ácido quando combinado com vapor de água em baixa temperatura, oxidando o motor; – influi no tipo de óleo lubrificante usado; – pode ser removido durante o processo de refino porém o processo tem alto custo e não está amplamente disponível; – contribui para chuva ácida.
  16. 16. UNIVERSIDADE PETROBRASELEMENTOS DO PETRÓLEO PRESENTES NO BUNKER • Vanádio: – Limitado entre 50-450 mg/kg; – Causa depósitos de fuligem no motor em temperaturas moderadas e pode gerar corrosão quando combinado com Sódio. – Altos níveis (>250ppm) podem causar desgaste acelerado de certas partes do motor; – Não pode ser removido por tratamento a bordo; – Alguns motores modernos são mais resistentes à corrosão por alta temperatura, principalmente pelo uso de componentes metalúrgicos melhorados. • Sódio (originado do petróleo): – Limitado entre 50-100 mg/kg; – Causa incrustações no motor e corrosão se combinado com o Vanádio; – Se o nível de Sódio for entre 20% e 40%, do nível do Vanádio, o combustível poderá formar depósitos corrosivos no sistema de exaustão (muito ruim).
  17. 17. UNIVERSIDADE PETROBRASCONTAMINANTES DO BUNKER Alguns elementos encontrados no óleo combustível são contaminates originados do processo de refino ou do transporte.• Água: – Limite máximo 0,5%; – Presença de água fresca é mais questão comercial; – Água salgada pode causar incrustações sérias no motor (Sódio).• Alumínio + Silício: – Limite máximo combinado de 80 ppm ( Revisão ISO 8217/2010 reduziu para 60 ppm); – Provenientes do Craqueamento Catalítico, pois estão em catalisadores usados no processo; – Podem causar danos severos de abrasão nas bombas de combustível e cilindros. – Purificação deste produto podem reduzir a níveis abaixo de 12ppm.• Sódio (de água salgada): – Geralmente o produto é contaminado no tanque, porém umidade, vapor e borrifo de água salgada no ar de combustão também são fontes potenciais; – Combinado com o vanádio causa incrustações no motor e corrosão; – Tratamento do combustível pode reduzir drasticamente.• Ferro: – Proveniente da ferrugem em dutos e válvulas.
  18. 18. UNIVERSIDADE PETROBRASADULTERANTES DO BUNKERAlguns fornecedores desonestos descartam resíduos de produtos usados na mistura do Bunker.Um exemplo é misturar resíduo de lubrificantes, antes considerada uma forma ecologicamente correta dese desfazer do produto, mas hoje proibida.Outros resíduos químicos caros de serem desfeitos adequadamente são ilegalmente adicionados ao bunker.São difíceis de rastrear, porém mesmo em pequenas quantidades podem causar enormes danos rapidamente.• Cálcio, Zinco e Fósforo (algumas vezes com Ferro): – Provenientes de resíduo de lubrificantes.• Ácidos fortes;• Ácidos inorgânicos;• Alguns ácidos orgânicos (solventes de limpeza e resíduos de outros processos industriais): – Alguns podem destruir um motor.A ISO 8217 especifica que o MF deve ser livre de ULO.Impactos:• Prejudica a eficiência da centrífuga;• Aumento da carga de cinzas no motor levam a depósitos no turbo compressor;• Clientes não querem pagar por “resíduos” de outras pessoas.
  19. 19. UNIVERSIDADE PETROBRASPRECISÃO DOS TESTES E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS (ISO 4259) • Qualquer parâmetro, se medido duas vezes, os resultados obtidos dificilmente serão exatamente os mesmos; • Um resultado único poderá não significar o “real” valor; • Todos os testes padrões têm um enunciado de precisão expresso como repetibilidade e reproducibilidade (com 95% de confiança). • Repetibilidade: – Testes pelo mesmo operador, mesmo equipamento e mesma amostra; • Reproducibilidade: – Testes por diferentes operadores, em diferentes equipamentos ou laboratórios, na mesma amostra; – Usado principalmente quando comparando amostra do cliente com a do supridor; • ISO 4259 – descreve como informações de teste e precisão devem ser utilizadas em caso de disputas.
  20. 20. UNIVERSIDADE PETROBRASREVISÃO ISO 8217/2010Principais mudanças - Combustíveis Residuais – Marine Fuels:- RMA 10 foi acrescentado;- RMG e RMK foi expandido para incluir graus de viscosidade adicionais;- categorias RMH e RMF foram removidas;- foi adicionado Calculated Carbon Aromaticity Index (CCAI);- foram adicionadas especificações para as seguintes características: - sulfeto de hidrogênio (H2S); - número de ácido; - teor de sódio.- limites de enxofre não foram tabulados, uma vez que estes são controlados por exigências legais;- Potencial Total de Sedimentos (TSP) foi designado como o método de ensaio de referência. AceleraçãoTotal de Sedimentos (TSA) foi adicionada como um método alternativo;- os valores-limite para cinzas foram reduzidos para muitas das categorias.- os valores-limite para vanádio foram reduzidos, com exceção daqueles para RMB 30, quando o limitepermanece inalterado e para RMG 380, onde o valor limite foi aumentado ligeiramente;- os valores-limite para alumínio+silício, foram reduzidos;.- os critérios usados para avaliar se um combustível contém óleo lubrificante foram alterados.
  21. 21. UNIVERSIDADE PETROBRASJARGÕES• Técnicos: – 380 cSt – Graduação do Óleo Combustível (viscosidade); – Gas Oil ou MGO – Diesel Leve (Gasóleo) DMA; – ISO 8217 – Norma internacional de padrão de combustíveis; – Blend – Mistura de dois produtos diferentes.• Operacionais: – Ex barge - Entregue via barcaça ou pequeno navio; – Ex pipe - Entregue via oleoduto; – RTW - Entregue por caminhão ou vagão combustível; – Concurrent - Entregue enquanto o navio opera carga; – ECA – Área de Controle de Emissão de Enxofre.• Comerciais: – Inquiry – Solicitação de Preço; – Nomination – Acordo de fornecimento; – Ex-warf – Preço sem custo da entrega; – Subject – Pontos pendentes a resolução (Ex.: Subject Barge Availability).
  22. 22. UNIVERSIDADE PETROBRASETAPAS DE UMA NEGOCIAÇÃO DE BUNKER• Inquiry - Informa necessidade aos fornecedores;• Ofertas - Vendedores fazem as ofertas;• Negociações – Comprador compara as ofertas e negocia as condições;• Aceitação, Confirmação e Contratação – Chega-se a um acordo e formaliza a nomeação;• Ações posteriores – Verifica-se a situação de crédito do cliente e são tomadas as ações necessárias, informam-se os agentes e outros envolvidos, define-se a quantidade final, realizam-se as alterações, é feita a entrega e iniciam as disputas;• Invoice, Delivery Notice (BDN) e Liquidação – Após a entrega, o vendedor apresenta sua Invoice ou Nota Fiscal junto com a documentação adicional e o comprador liquida a fatura
  23. 23. UNIVERSIDADE PETROBRAS ETAPAS DE UMA NEGOCIAÇÃO DE BUNKER• Inquiry (1): – Quando? • Geralmente 7-10 dias antes do ETA. Petrobras permite no máximo 15 dias e mínimo de 48 horas. Documentação e receiat, além de programação são obstáculos. – Quem é o “buyer”? • É quem será faturado pelo vendedor; • Armador, afretador, trader, broker, agente, operador. No caso do broker, se este for o comprador, estará atuando como trader ou agente de outro comprador. – O nome do navio • Deve-se tomar muito cuidado com a soletração para evitar erros. – Porto • Cuidados às trocas de nomes e nomes parecidos (ex.: Bombay -> Mumbay ou Bilbao x Balboa – 6.000 milhas de distância); • Localização no Porto ou OPL (off-port limits); • Bunkers only ou irá operar? – Data e hora • ETA ou data de entrega; • Tempo de permanência do navio no porto; • Importância da pontualidade da entrega; • Condições especiais.
  24. 24. UNIVERSIDADE PETROBRAS• Inquiry (2): ETAPAS DE UMA NEGOCIAÇÃO DE BUNKER – Especificação do Produto • Deve-se especificar as exigências mínimas! • Especificações “In House”? Geralmente variam da ISO 8217; • ISO, CIMAC e anexos (ex.: restrições à ISO); • Especificações locais (ex: Egito e Arábia Saudita); • Especificações de TCP. Afretadores querem < custo; “owners” querem > qualidade. – Quantidade: • Geralmente é colocando uma faixa (min-máx) e depois é definida a quantidade final; • Tolerância – geralmente 10%; – Prazo para ofertas: • “Deadline” • Atenção às práticas locais, fuso horário e validade de preços; – Método: • E-mail, fax, Yahoo Msg. – A quem enviar: • Supridores físicos, Brokers ou Traders. Depende das condições de crédito, estrutura disponível ou do conhecimento local. – Outras restrições ou requerimentos: • Vazão (bombeio), uso de inspetor externo, extensão de crédito, etc.
  25. 25. UNIVERSIDADE PETROBRAS• Ofertas: ETAPAS DE UMA NEGOCIAÇÃO DE BUNKER – Detalhes: • Destinatário, viscosidade, quantidades, qualidade, datas; – Base do preço: • US$/mt, US$/m³ - mais comum é US$/mt; – Forma de Entrega: • Ex pipe ou ex terminal? Delivered onde e como? Incoterms não são aconselhados; – Custo de Entrega: • Taxa de duto e barcaça; • Tarifas locais; • “Calling costs” (custos de entrada) – praticagem, farol, ancoragem, atracação, etc...; – Outros custos extras: • “Overtime” – adicional por hora, “Ice charges” ou “boom charges” (contenção); – Termos de pagamento: • Crédito (dias?), pagamento antecipado, documentos necessários, etc; – Comissões: • Incluídas ou preço net? Quanto? – Validade da oferta e do preço; – Outros pontos: • Surveyor? • Demais requerimentos do buyer ou seller
  26. 26. UNIVERSIDADE PETROBRAS ETAPAS DE UMA NEGOCIAÇÃO DE BUNKER• Negociação: – Selecione as melhores ofertas: • Preço não é tudo, deve se confirmar a qualidade mínima, confiança e termos da venda; – Negociação de pontos menores: • Termos e condições; • Dias para pagamento; – Contra-proposta • Apresente a 1ª ou 2ª melhor proposta para negociar uma contra-proposta; • Uma contra-proposta não garante a proposta anterior. O vendedor poderá retirar sua oferta no ato da contra-proposta, se assim preferir; – Aceitação da proposta ou contra-proposta finaliza • Atenção à validade da oferta (“deadline”)• Aceitação e Confirmação: – Confirmação por escrito: • Telex, Fax ou e-mail; • Deve incluir todos os detalhes; • Inclusões úteis ou adicionais – Local de amostragem, Marpol, datasheet...; – Verificação das informações da contraparte: • No caso de discrepâncias, deve-se manifestar imediatamente;
  27. 27. UNIVERSIDADE PETROBRAS ETAPAS DE UMA NEGOCIAÇÃO DE BUNKER• Ações Posteriores: – Informar: • Agentes, Fornecedores físicos e “surveyors”; – Prazo limite: • Definição da quantidade final, etc; – Alterações: • O mais rápido o possível; • Confirmadas por escrito; – Disputas: • No caso de não-conformidades ou prejuízos causados pela outra parte, iniciam-se as disputas (“claims”).• Fatura ou Nota Fiscal, BDN e Liquidação: – Verificar recebimento e data para processar o pagamento; – Ao recebimento da fatura deve-se verificar todas as informações; – Detalhes bancários; – Pagamento.
  28. 28. UNIVERSIDADE PETROBRASSISTEMA DE GOTEJAMENTO CONTÍNUO PARA COLETA DE AMOSTRAS
  29. 29. UNIVERSIDADE PETROBRASSISTEMA DE GOTEJAMENTO CONTÍNUO PARA COLETA DE AMOSTRAS
  30. 30. UNIVERSIDADE PETROBRASPREOCUPAÇÃO DOS CLIENTES - MEDIÇÕES MANIPULADAS
  31. 31. UNIVERSIDADE PETROBRASPREOCUPAÇÃO DOS CLIENTES - MEDIÇÕES MANIPULADAS
  32. 32. UNIVERSIDADE PETROBRASPREOCUPAÇÃO DOS CLIENTES - MEDIÇÕES MANIPULADAS
  33. 33. UNIVERSIDADE PETROBRASPREOCUPAÇÃO DOS CLIENTES - MEDIÇÕES MANIPULADASFLUXÔMETROS:- maior confiabilidade e credibilidade nas medições.
  34. 34. UNIVERSIDADE PETROBRASPREOCUPAÇÃO DOS CLIENTES – QUALIDADE DO COMBUSTÍVEL
  35. 35. UNIVERSIDADE PETROBRASPREOCUPAÇÃO DOS CLIENTES – QUALIDADE DO COMBUSTÍVELConsequências:- 65% dos acidentes marítimos em todo o mundo envolvem máquinas, colisão, falha ou encalhe;- insuficiência de máquinas é a maior causa de acidentes, representando cerca de 25% das incidências;- desses acidentes, muitos são causados pela qualidade do combustível abaixo do ideal;- além dos prejuízos materiais e financeiros, vidas humanas podem ser colocadas em grande risco. VOCÊS DUVIDAM ? ENTÃO VEJAM ESSAS IMAGENS !!!
  36. 36. UNIVERSIDADE PETROBRAS
  37. 37. UNIVERSIDADE PETROBRASPONTOS CRÍTICOS DO MERCADO DE TRANSPORTE MARÍTIMO• Muitos setores operam com margens estreitas;• Bunker é necessário para fazer a viagem, mas o pagamento do transporte é feito depois da viagem finalizada;• Custo de Bunker é praticamente 60% dos custos variáveis;• Muitos armadores têm ativos limitados, portanto os navios são penhorados ou fretados;• Prazo para pagamento geralmente são de 30 dias após a entrega;• Crédito é um ponto crítico para compradores e vendedores.
  38. 38. UNIVERSIDADE PETROBRASPONTOS CRÍTICOS DO MERCADO DE TRANSPORTE MARÍTIMO• Se o mercado de transporte marítimo está aquecido, os navios navegam à velocidade total e vice-versa.• Em um grande petroleiro, a diferença é significativa: – 12 nós 50 mt / dia – 15 nós 95 mt / dia (25% / 90%)• Alguns grandes conteneiros estão operando a velocidades menores para reduzir o custo de combustível: – 20 nós 200 mt / dia – 26 nós 300 mt / dia (30% / 50%)
  39. 39. UNIVERSIDADE PETROBRASO PAPEL DAS “MAJORS”• As “Majors”: As antigas “7 sisters” 4 irmãs 3 irmãs ??? 1. BP 1. BP 2. Shell 2. Shell 1. Shell 3. Exxon 3. ExxonMobil 2. ExxonMobil 4. Mobil 5. Chevron 4. Chevron 3. Chevron 6. Gulf 7. Texaco• O papel das “Majors” no mercado de Bunker hoje: – vendas de cargas no atacado; – fornecedores físicos; – comerciantes de Bunker. Fonte: Robin Meech
  40. 40. UNIVERSIDADE PETROBRASFORÇAS E FRAQUEZAS DAS “MAJORS”:• Forças: – rede de abastecimento; – cobertura global; – bons serviços de apoio; – forte preocupação ambiental; – marca forte; – saúde financeira; – sinergia com lubrificante; – expertise; – foco na qualidade.• Fraquezas: – resposta lenta aos clientes; – falta de flexibilidade para negociação; – preços altos; – aversão a riscos – crédito lento; – Raramente presente em portos privados; Fonte: Robin Meech – Procedimentos “travados”
  41. 41. UNIVERSIDADE PETROBRASMARKET SHARE DOS PRINCIPAIS PLAYERS É APROXIMADAMENTE 50% Mkt Share Sales Percepção % Growth Voltando o foco para o bunker – reduzindo market share - o crescimento Shell 5 Desacelerando sustentável será difícil. Foco na margem, não em quantidade - menos competitivo - continua à frente em BP 6 Lento relação à percepção de qualidade. Pouco comércio, pois se interessam em dar vazão ao óleo combustível - ExxonMobil 6 Lento crescimento neste mercado não é o objetivo – reduzindo participação Crescimento lento parcialmente refletindo novo posicionamento da marca - Chevron 5 Retomando expectativa de aumentar o market share. Maior supridor mundial. - forte atuação no dia-a-dia - crescendo seus negócios World Fuels 9 Contínuo mais rápido do que as Majors. Não tão dominante no mercado, mas está crescendo. TotalFinaElf 8 Aumentando Aumentando a cobertura mundial, ainda é pouco empreendedor – adquirido pela Chemoil 7 Estacionado Glencore – reagrupando. Mais rápido crescimento através de aquisição Aegean 5 Aumentando Bominflot, OW Bunker, Dan-Bunkering, Frisol, Hin Leong, Cepsa, etc. - sofrem Estatais e grandes impacto da desaceleração do mercado, altos preços, queda nos fretes e pressão 1-2 cada Estável traders das empresas maiores. Fonte: Robin Meech
  42. 42. UNIVERSIDADE PETROBRASCRESCIMENTO X RISCOHá uma grande variedade de perfis de risco das empresas.
  43. 43. UNIVERSIDADE PETROBRASQUEM VENDE BUNKER ?
  44. 44. UNIVERSIDADE PETROBRASESTRUTURA LOGÍSTICA DOS “PLAYERS” DO MERCADO DE BUNKER PETROBRAS * Fonte: Robin Meech *NOC’S – NATIONAL OIL COMPANIES
  45. 45. UNIVERSIDADE PETROBRASDEMANDA DO ÓLEO COMBUSTÍVELBunker está se tornando o principal uso do óleo combustível.Esta tendência do crescimento do Bunker deverá ser rompida por volta de 2020/5, quando os destilados deverãose tornar o principal combustível. Fonte: Robin Meech
  46. 46. UNIVERSIDADE PETROBRAS DEMANDA DE BUNKERA demanda total por Bunker em 2009 foi 320 milhões de toneladas. (9% abaixo em relação a 2008)Consumo águas interiores e portuário (rebocadores, barcaças), aumentam ainda este total em 30 milhões de ton. Tipicamente, o abastecimento para motores auxiliares é de 15% do abastecido para propulsão.
  47. 47. UNIVERSIDADE PETROBRASDEMANDA DE BUNKER Tendência de crescimento da frota mundial. Fonte: Robin Meech
  48. 48. UNIVERSIDADE PETROBRASO FUTURO DA DEMANDAO crescimento médio da demanda de bunker deverá ser de 3% a.a. nos próximos 10 anos. • Frota sob encomenda é 40% da tonelagem existente; • Comércio mundial deverá continuar crescendo: – Toneladas – Distância• Excesso de tonelagem reduzindo velocidades;• Desaceleração da economia global;• Rotas mais eficientes (novos softwares);• Revestimento de cascos mais eficientes (menos atrito);• Motores mais eficientes;• Uso de aditivos;• Redução da velocidade. Fonte: Robin Meech
  49. 49. UNIVERSIDADE PETROBRASLEGISLAÇÃO FUTURA SUJEITA A PRESSÕES DIVERSASEMISSÃO DE SOx Bunker responde por 8% do consumo global de óleo, mas é responsável por 30% de SOx. 4500 25000 4000 20000 3500 3000 GLP / Nafta Gasolina 15000 Comb. Aviação 2500 Destilados Médios OC uso em terra 2000 Outros produtos MGO / MDO 10000 1500 OC Bunker 1000 5000 500 30% 0 } 7,8% 0 CONSUMO - M Ton CONSUMO - M Ton Robin Meech Fonte:
  50. 50. UNIVERSIDADE PETROBRASLEGISLAÇÃO FUTURA SUJEITA A PRESSÕES DIVERSAS IMO Indústria AnexoVI Marítima Políticos UE 1999/32 Meio-Ambiente mais limpo através 2005/33 de uma legislação que seja: - PraticávelMeio-Ambiente mais limpo - Custeável - Cientificamente embasada EPA - Imposição equitável ONGs Legislações Indústria do Nacionais/Portuárias PetróleoCertamente a legislação estará constantemente mudando, dificultando gradualmenteRobin Meech Fonte: o planejamento.
  51. 51. UNIVERSIDADE PETROBRASLINHA DO TEMPO 1997 2005 2006 2007 2008 2010 2012 2015 2020 1997: Criação do Anexo VI da Marpol – Conferência de Poluição do Ar por Navios, regida pela IMO; 2005: Entra em vigor o Anexo VI em 19 de maio; 2006: - 19 de maio – 1ª SECA (SOx Emission Control Area): Mar Báltico (<1,5%S); - 11 de agosto – Navios de Passageiros em portos da UE (<1,5%S); 2007: - 11 de agosto – Nova SECA Mar do Norte e Canal da Mancha (<1,5%S); 2008: 53 países ratificaram o Anexo VI, representando 80% da tonelagem mundial 2010: - Janeiro - Controle de emissão de partículas alteraram as SECA para ECA (Emission Control Area) e redução do limite de Enxofre nestas áreas (<1,0%S); - Maio – Brasil ratifica o Anexo VI; 2012: - Janeiro - Redução do limite global de Enxofre (<3,5%S) 2015: - Janeiro - Redução do limite de Enxofre nas ECA (<0,10%S) 2020/25: - Janeiro - Redução do limite global de Enxofre (<0,50%S)
  52. 52. UNIVERSIDADE PETROBRASREGULAMENTAÇÃO SOBRE EMISSÕES DOS NAVIOS HISTÓRICOLimite Global de emissão de enxofre, de acordo com a MARPOL Anexo VI:• Implantado em 19 de maio de 2005;• Fixa mundialmente a limitação de enxofre no óleo combustível a 4,5%;• Estabelece as SECAs – SOx Emission Control Areas, onde a limitação de emissão do enxofre é de 1,5%: – 1ª SECA – Mar Báltico – 19 de maio de 2006; – 2ª SECA – Canal da Mancha e Mar do Norte – 22 de Novembro de 2007 (Marpol) / 11 de Agosto (European Directive 33/05);• Escopo do Anexo VI da Marpol: – Todos os navios com bandeira de países signatários; – Todos os navios que ingressarem águas territoriais destes países;• Navios que forem inspecionados e não comprovarem que o produto (Bunker) está de acordo com a restrição serão detidos pela autoridade local;• Em 05/2010, o Brasil ratificou o Anexo VI, porém a Petrobras optou por realizar a coleta de amostra no navio abastecedor (barcaça).
  53. 53. UNIVERSIDADE PETROBRAS
  54. 54. UNIVERSIDADE PETROBRASÁREAS DE RESTRIÇÃO DE EMISSÃO DE ENXOFRE - ECA
  55. 55. UNIVERSIDADE PETROBRASÁREAS DE RESTRIÇÃO DE EMISSÃO DE ENXOFRE - ECA
  56. 56. UNIVERSIDADE PETROBRASPROGRAMAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DE RESTRIÇÕES PROPOSTAS Limite Global de 4,5%S Mar Báltico, Mar do Norte e Canal da Mancha SECA’s 1,5%S (S)ECA’s 1,0%S 1 Março 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 Uso de bunker 0,1%S em todos os portos e berços na UE e águas inter- continentais Proibição das vendas de MGO acima de 0,1%S na UE MGO 0.1% S em águas territoriais e portos na UE embarcações de passageiros 1,5%S
  57. 57. UNIVERSIDADE PETROBRAS1 – JULHO DE 2010 REDUZ O TETO DE 1.5%S MF PARA 1.0%S NAS SECA• Demanda nas ECA’s européias em 2010 estimada em: - 13 milhões de ton de MF; - 5 milhões de ton de MGO (incluindo setores off-shore);• MGO a 0,1% S estará se tornando padrão nas refinarias européias com um diferencial de preço para o MF de aproximadamente US$ 500/ton;• Refinadores alegam que podem atender a demanda adicional, mas a que custo? - Economia de “blendagem” aponta que a mistura deverá causar um aumento no preço do combustível para o motor principal de pelo menos US$75/ton; - A engenhosidade dos fornecedores poderá muito bem manter este incremento abaixo de US$50/ton; - Mas a escassez global de destilados e diluentes apropriados poderão muito bem manter este diferencial entre US$150 e US$200/ton antes de 2015; - Aumento da instabilidade e outros problemas de qualidade; - Aumento no uso de destilados nos motores principais; - Redução do enquadramento de produtos; - Interesse focado em tecnologia de redução de emissões;• Aumenta a oportunidade de ganhos através da “blendagem” de bunker. Fonte: Robin Meech
  58. 58. UNIVERSIDADE PETROBRASPROGRAMAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DE RESTRIÇÕES PROPOSTAS Limite Global de 4,5%S Mar Báltico, Mar do Norte e Canal da Mancha SECA’s 1,5%S (S)ECA’s 1,0%S 1 Março 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 Uso bunker 0,1%S em todos os Limite Global portos e berços 3,5%S na UE e águas 2 Janeiro inter-continentais Proibição das vendas de MGO acima de 0,1%S na UE MGO 0.1% S em águas territoriais e portos na UE embarcações de passageiros 1,5%S
  59. 59. UNIVERSIDADE PETROBRAS2 – JANEIRO DE 2012 O LIMITE GLOBAL REDUZ DE 4,5%S PARA 3,5%S • Demanda mundial para produtos residuais de alto teor enxofre será de 275 milhões de toneladas; • Atualmente 12% de MF são acima de 3,5%S, ou seja, deverão ser 33 milhões de toneladas; • Mistura para reduzir este total a 3,5%S poderá ser realizada combinando estes produtos a 15 Milhões de toneladas de outros produtos com média de 2,5%S; • O acréscimo médio no preço deverá ser menos de US$10/ton; • Improvável de resultar em alguma perda significativa da qualidade do combustível; • Baixo impacto nos refinadores, porém um leve aumento de oportunidade para independentes realizarem misturas. Fonte: Robin Meech
  60. 60. UNIVERSIDADE PETROBRASPROGRAMAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DE RESTRIÇÕES PROPOSTAS Limite Global de 4,5%S Mar Báltico, Mar do Norte e Canal da Mancha SECA’s 1,5%S (S)ECA’s 1,0%S AMÉRICA DO (S)ECA’s 0,1%S 1 Julho NORTE ECA 3 Janeiro 1,0%S 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 Uso de bunker 0,1%S em todos Limite Global os portos e 3,5%S berços na UE e águas inter- 2 Janeiro continentais Proibição das vendas de MGO acima de 0,1%S na UE MGO 0.1% S em águas territoriais e portos na UE embarcações de passageiros 1,5%S
  61. 61. UNIVERSIDADE PETROBRASPREVISÃO DA EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE BTE• Demanda por MF <1% de enxofre alcançará 48 milhões de toneladas em 2014. Fonte: Robin Meech
  62. 62. UNIVERSIDADE PETROBRAS• Nova ECA América do Norte – até 2013 - Introdução prevista para até 2013; - Aumentará os custos de transporte; - Cerca de 40% do total de LSFO será atribuído a ECA-América do Norte, com um volume significante, sendo originado da Europa e Ásia.
  63. 63. UNIVERSIDADE PETROBRASECA NA AMÉRICA DO NORTE MAIS QUE DOBRARÁ O CONSUMO GLOBAL (POR LOCAL DE ABASTECIMENTO) Fonte: Robin Meech
  64. 64. UNIVERSIDADE PETROBRAS3 – JANEIRO DE 2015 REDUZ O LIMITE NAS ECA’s DE MF A 1,0%S E MGO A 0,1%S• Demanda nas ECA’s da Europa e América do Norte em 2015 estimada em cerca de 50 milhões de toneladas abaixo de 1,0%S;• Refinadores estão receosos se conseguirão atender a demanda adicional de destilados e o impacto permanece obscuro: - Acréscimo no preço dos combustíveis para motor principal nas ECA’s será de pelo menos US$ 300/ton; - Escassez global de destilados pode muito bem aumentar este diferencial; - Aumento no custo dos bens importados e exportados; - St Petersburg - $4/ton de carga - Rotterdam - $1/ton de carga - Custo do comércio marítimo Intra-ECA aumentará em 60%, resultando em aumento de movimento de cargas via ferrovia e rodovia; - Redução da conformidade por parte dos operadores; - Interesse intensivo em tecnologias de redução de emissões;• Aumento da emissão global de CO2;• Reduz os benefícios da “blendagem” de Bunker e favorece os refinadores;• Porém aumentará significativamente o comércio de destilados. Fonte: Robin Meech
  65. 65. UNIVERSIDADE PETROBRASPROGRAMAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DE RESTRIÇÕES PROPOSTAS Limite Global de 4,5%S Mar Báltico, Mar do Norte e Canal da Mancha SECA’s 1,5%S (S)ECA’s 1,0%S AMÉRICA DO (S)ECA’s 0,1%S 1 Março NORTE ECA 3 3 Janeiro 1,0%S 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 Uso de bunker 0,1%S em todos Limite Global Limite Global Limite Global os portos e Revisão Possível 3,5%S 0,5%S Atraso 0,5%S berços na UE e águas inter- 2 Janeiro 4 Janeiro Janeiro continentais Proibição das vendas de MGO acima de 0,1%S na UE MGO 0.1% S em águas territoriais e portos na UE embarcações de passageiros 1,5%S
  66. 66. UNIVERSIDADE PETROBRAS4 – ENTRE 2020 E 2025 O LIMITE GLOBAL DE 3,5%S DO MF REDUZIRÁ A 0,5%S • Demanda global de MF estimada em 290 milhões de toneladas em 2025; • Revisão antes de 2018 poderá aditar o processo regulatório, porém os regulamentos continuarão se tornando mais rigorosos; • Investimentos atualmente planejados em refinarias não deverão ser capazes de atender a demanda de 6 milhões de barris por dia de destilados em 2020; • Provavelmente dobrará os preços mundiais de bunker, mas o transporte marítimo: - permanecerá o modal mais barato de transporte; - será o mais “limpo” em ton/milha; • Outras prováveis consequências: - custo do comércio marítimo aumentará em 60%; - aumento da movimentação por rodovias e ferrovias; - aumento nos preços do frete poderão reduzir o crescimento da economia mundial; - redução da conformidade pelos operadores de navios; - interesse intensivo em tecnologias de redução de emissões; • Aumento da emissão global de CO2; • Reduz os benefícios da “blendagem” de Bunker e favorece os refinadores. Fonte: Robin Meech
  67. 67. UNIVERSIDADE PETROBRASPROGRAMAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DE RESTRIÇÕES PROPOSTAS Limite Global de 4,5%S Mar Báltico, Mar do Norte e Canal da Mancha SECA’s 1,5%S (S)ECA’s 1,0%S AMÉRICA DO (S)ECA’s 0,1%S 1 Março NORTE ECA 3 3 Janeiro 1,0%S 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 Limite Global Limite Global Possível Limite Global Revisão 3,5%S 0,5%S Atraso 0,5%S 2 Janeiro 4 Janeiro Janeiro Diferença de preço estimado em relação ao HSFO 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 $75/ton $300/ton $250/ton 1.0% S 0,1% S 0,5% S Fonte: Robin Meech
  68. 68. UNIVERSIDADE PETROBRAS
  69. 69. UNIVERSIDADE PETROBRASPREVISÃO DA EVOLUÇÃO DO CONSUMO DE BTE NO NORTE DA EUROPA (18M TON) Fonte: Robin Meech
  70. 70. UNIVERSIDADE PETROBRASDEMANDA GLOBAL DE BUNKER – DESTILADOS E ÓLEO COMBUSTÍVEL (MILHÕES DE TON) 600 % de Destilados em Motores Principais 98% 500 35% 400 35% 15% Diesel - Motores Menores 4% 300 Diesel - Motor Principal MF 200 100 0 2007 2010 2015 2020 2025
  71. 71. UNIVERSIDADE PETROBRASECONOMIA BÁSICA DE BLENDAGEM PARA BTE • Baixa viscosidade; • Custo do prêmio $157 a 1.0%; • Algumas misturas com uma ampla gama de diluentes reduziram o prêmio médio atual; BUT • Problemas de compatibilidade; • Problemas de ignição; • Prêmios aumentarão na medida em que o diferencial MGO-MF aumenta, assim como o preço de outros diluentes; • Preços de 2015 para 0,1%S e 0,5%S em 2020/5 apresentam modelos diferentes de precificação. Fonte: Robin Meech 03/112010
  72. 72. UNIVERSIDADE PETROBRASPROBLEMAS COM PRODUTOS BTE• Alguns apresentam baixa qualidade de ignição e combustão;• Alguns ficaram instáveis quando tratados a bordo;• É um problema para os armadores, pois a maioria destes combustíveis “problemáticos” se enquadram na especificação da ISO 8217;• Alguns problemas (estabilidade) aparentemente estão relacionados à mistura de componentes incomuns;• Aumento do problema com mais compradores tentando comprar MF com viscosidade 700 cSt e densidade acima de 1010 – especificação improvável de ser atingida como BTE.
  73. 73. UNIVERSIDADE PETROBRASPETROBRAS É RECONHECIDA INTERNACIONALMENTE
  74. 74. UNIVERSIDADE PETROBRASNAVIO AMALTHIA AFRETADO EM TCP Operando no porto de Santos
  75. 75. UNIVERSIDADE PETROBRASFoi gratificante perceber que não estamos às margens do conhecimento e simem consonância com as tendências e as melhores práticas no negócio bunker.
  76. 76. UNIVERSIDADE PETROBRAS O IGADO CollyerAnalista de Comercialização e Logística Pleno collyer@petrobras.com.br

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