Vida depois da vida

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Vida depois da vida

  1. 1. VIDA DEPOIS DA VIDA... Grupo Batuta 2012
  2. 2. Existe vida após a morte?Como podemos entender melhor para onde vamos?Como ter certeza que eu vou chegar do outro lado e encontrar a galera que já foi? Émerecimento?PERGUNTAS DO PRIMEIRO ENCONTRO
  3. 3. A VIDA• Quando o Espírito deve se encarnar num corpo humano em vias de formação, um laço fluídico, que não é outra coisa senão uma expansão do seu Períspirito, liga-o ao germe para o qual se acha atraído, por uma força irresistível, desde o momento de concepção. À medida que o germe se desenvolve, o laço se aperta; sob a influência do principio vital material do germe, o períspirito, que possui certas propriedades da matéria, se une, molécula a molécula, com o corpo que se forma. Quando o germe está inteiramente desenvolvido, a união é completa, e então, ele nasce para a vida exterior.
  4. 4. FLUIDO VITALNum aparelho elétrico temos imagem mais exata da vida e da morte.Esse aparelho, como todos os corpos da Natureza, contém eletricidade emestado latente. Os fenômenos elétricos, porém, não se produzem senão quando o fluidoé posto em atividade por uma causa especial. Poder-se-ia então dizer que o aparelho estávivo. Vindo a cessar a causa da atividade, cessa o fenômeno: o aparelho volta ao estado deinércia. Os corpos orgânicos são, assim, uma espécie de pilhas ou aparelhos elétricos, nosquais a atividade do fluido determina o fenômeno da vida. A cessação dessa atividadecausa a morte.A quantidade de fluido vital não é absoluta em todos os seres orgânicos. Varia segundo asespécies e não é constante, quer em cada indivíduo, quer nos indivíduos de uma espécie.Alguns há, que se acham, por assim dizer saturados desse fluido, enquanto os outros opossuem em quantidade apenas suficiente. Daí, para alguns, vida mais ativa, mais tenaz e,de certo modo, superabundante.A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se insuficiente para a conservação davida, se não for renovada pela absorção e assimilação das substâncias que o contêm.
  5. 5. A MORTE• ―Os Espíritos revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte lhes restitui a liberdade.‖ Deteriorização do Fluído Vital Destruição do corpo físico Exaustão do corpo físico Desligamento do Espírito Desligamento do Espírito
  6. 6. A MORTE Morte • A morte é o processo físico Desligamento • Meio pelo qual o espírito desencarnante se afasta do corpo físico definitivamente
  7. 7. http://www.youtube.com/watch?v=teAmF0CO-Z4Para os que permanecem na carne, a morte significa o fim do corpo denso; para osque vivem na esfera espiritual, representa o reinicio da experiência. - Vinhas de Luz
  8. 8. DESLIGAMENTO149. Que sucede à alma no instante da morte?―Volta a ser Espírito, isto é, volve ao mundo dos Espíritos, donde se apartara momentaneamente.‖150. A alma, após a morte, conserva a sua individualidade?―Sim; jamais a perde. Que seria ela, se não a conservasse?‖155. Como se opera a separação da alma e do corpo?―Rotos os laços que a retinham, ela se desprende.‖ a) - A separação se dá instantaneamente por brusca transição? Haverá alguma linha de demarcação nitidamente traçada entre a vida e a morte? ―Não; a alma se desprende gradualmente, não se escapa como um pássaro cativo a que se restitua subitamente a liberdade. Aqueles dois estados se tocam e confundem, desorte que o Espírito se solta pouco a pouco dos laços que o prendiam. Estes laços se desatam, não se quebram.‖
  9. 9. UMA PAUSA.....―Podemos considerar que um tratamento justo é aquele que prevê unicamente a igualdadeentre todos os seres.‖Esta afirmação é ( ) Verdadeira ( X ) Falsa...E se a lógica nos conduz à individualidade da alma, também nos aponta esta outra conseqüência: asorte de cada alma deve depender das suas qualidades pessoais, pois seria irracional admitir que a almaatrasada do selvagem, como a do homem perverso, estivesse no nível da do sábio, do homem de bem.Segundo os princípios de justiça, as almas devem ter a responsabilidade dos seus atos, mas para haveressa responsabilidade, preciso é que elas sejam livres na escolha do bem e do mal; sem o livre-arbítriohá fatalidade, e com a fatalidade não coexistiria a responsabilidade... – Livro Céu e Inferno Kardec "A verdadeira igualdade consiste em tratar-se igualmente os iguais e desigualmente os desiguais a medida em que se desigualem " Aristóteles
  10. 10. DESLIGAMENTO―...A observação demonstra que, no instante da morte, o desprendimento do períspirito nãose completa subitamente; que, ao contrário, se opera gradualmente e com uma lentidão muitovariável conforme os indivíduos. Em uns é bastante rápido, podendo dizer-se que omomento da morte é mais ou menos o da libertação. Em outros, naqueles sobretudocuja vida toda material e sensual, o desprendimento é muito menos rápido, durandoalgumas vezes dias, semanas e até meses, o que não implica existir, no corpo, a menorvitalidade, nem a possibilidade de volver à vida, mas uma simples afinidade com oEspírito, afinidade que guarda sempre proporção com a preponderância que, durante avida, o Espírito deu à matéria. É, com efeito, racional conceber-se que, quanto mais oEspírito se haja identificado com a matéria, tanto mais penoso lhe seja separar-se dela;ao passo que a atividade intelectual e moral, a elevação dos pensamentos operam umcomeço de desprendimento, mesmo durante a vida do corpo, de modo que, em chegando amorte, ele é quase instantâneo.‖
  11. 11. DESLIGAMENTO163. A alma tem consciência de si mesma imediatamente depois de deixar o corpo?―Imediatamente não é bem o termo. A alma passa algum tempo em estado de perturbação.‖164. A perturbação que se segue à separação da alma e do corpo é do mesmo grau e damesma duração para todos os Espíritos?―Não; depende da elevação de cada um. Aquele que já está purificado, se reconhece quaseimediatamente, pois que se libertou da matéria antes que cessasse a vida do corpo ,enquanto que o homem carnal, aquele cuja consciência ainda não está pura, guarda pormuito mais tempo a impressão da matéria.‖
  12. 12. DESLIGAMENTO165. O conhecimento do Espiritismo exerce alguma influência sobre a duração, mais oumenos longa, da perturbação?―Influência muito grande, por isso que o Espírito já antecipadamente compreendia a suasituação. Mas, a prática do bem e a consciência pura são o que maior influência exercem.‖
  13. 13. DESLIGAMENTO• Por ocasião da morte, tudo, a princípio, é confuso. De algum tempo precisa a alma para entrar no conhecimento de si mesma...• ....A lucidez das idéias e a memória do passado lhe voltam, à medida que se apaga a influência da matéria que ela acaba de abandonar, e à medida que se dissipa a espécie de névoa que lhe obscurece os pensamentos.• ....Nos casos de morte violenta, por suicídio, suplício, acidente, apoplexia, ferimentos, etc., o Espírito fica surpreendido, espantado e não acredita estar morto. Obstinadamente sustenta que não o está. No entanto, vê o seu próprio corpo, reconhece que esse corpo é seu, mas não compreende que se ache separado dele. Acerca-se das pessoas a quem estima, fala-lhes e não percebe por que elas não o ouvem. Semelhante ilusão se prolonga até ao completo desprendimento do perispírito....
  14. 14. DESLIGAMENTO...Ora, porque pensa, vê, ouve, tem a sensação de não estar morto. Mais lhe aumenta ailusão o fato de se ver com um corpo semelhante, na forma, ao precedente, mas cujanatureza etérea ainda não teve tempo de estudar. Julga-o sólido e compacto como o primeiroe, quando se lhe chama a atenção para esse ponto, admira-se de não poder palpálo....A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem, quese conserva calmo, semelhante em tudo a quem acompanha as fases de um tranqüilodespertar. Para aquele cuja consciência ainda não está pura, a perturbação é cheia deansiedade e de angústias, que aumentam à proporção que ele da sua situação secompenetra.Nos casos de morte coletiva, tem sido observado que todos os que perecem ao mesmotempo nem sempre tornam a ver-se logo. Presas da perturbação que se segue à morte, cadaum vai para seu lado, ou só se preocupa com os que lhe interessam.
  15. 15. APÓS O DESENCARNE157. No momento da morte, a alma sente, alguma vez, qualquer aspiração ou êxtase que lhefaça entrever o mundo onde vai de novo entrar?―Muitas vezes a alma sente que se desfazem os laços que a prendem ao corpo. Entregaentão todos os esforços para desfazê-los inteiramente. Já em parte desprendida damatéria, vê o futuro desdobrar-se diante de si e goza, por antecipação, do estado deEspírito.‖159. Que sensação experimenta a alma no momento em que reconhece estar no mundo dosEspíritos?―Depende. Se praticasse o mal, impelido pelo desejo de o praticar, no primeiro momento tesentirás envergonhado de o haveres praticado. Com a alma do justo as coisas se passam demodo bem diferente. Ela se sente como que aliviada de grande peso, pois que não temenenhum olhar perscrutador.‖
  16. 16. APÓS O DESENCARNE160. O Espírito se encontra imediatamente com os que conheceu na Terra e que morreramantes dele?―Sim, conforme à afeição que lhes votava e a que eles lhe consagravam. Muitas vezesaqueles seus conhecidos o vêm receber à entrada do mundo dos Espíritos e o ajudam adesligar-se das faixas da matéria. Encontra-se também com muitos dos que conheceu eperdeu de vista durante a sua vida terrena. Vê os que estão na erraticidade, como vê osencarnados e os vai visitar.‖...É no estado espiritual sobretudo que o Espírito colhe os frutos do progresso realizado pelotrabalho da encarnação; é também nesse estado que se prepara para novas lutas e toma asresoluções que há de pôr em prática na sua volta à Humanidade. – O Céu e o Inferno
  17. 17. NO PLANO ESPIRITUAL237. Uma vez de volta ao mundo dos Espíritos, conserva a alma as percepções que tinha na Terra?―Sim, além de outras de que aí não dispunha, porque o corpo, qual véu sobre elas lançado, asobscurecia. A inteligência é um atributo, que tanto mais livremente se manifesta no Espírito, quantomenos entraves tenha que vencer.‖240. A duração, os Espíritos a compreendem como nós?―Não e daí vem que nem sempre nos compreendeis, quando se trata de determinar datas ouépocas.‖ Os Espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A duração, para eles, deixa,por assim dizer, de existir. Os séculos, para nós tão longos, não passam, aos olhos deles, deinstantes que se movem na eternidade, do mesmo modo que os relevos do solo se apagam edesaparecem para quem se eleva no espaço.241. Os Espíritos fazem do presente mais precisa e exata idéia do que nós?―Do mesmo modo que aquele, que vê bem, faz mais exata idéia das coisas do que o cego. OsEspíritos vêem o que não vedes. Tudo apreciam, pois, diversamente do modo por que o fazeis.Mas, também isso depende da elevação deles.‖
  18. 18. NO PLANO ESPIRITUAL1012. Haverá no Universo lugares circunscritos para as penas e gozos dos Espíritos segundoseus merecimentos?―Já respondemos a esta pergunta. As penas e os gozos são inerentes ao grau de perfeiçãodos Espíritos. Cada um tira de si mesmo o princípio de sua felicidade ou de sua desgraça. Ecomo eles estão por toda parte, nenhum lugar circunscrito ou fechado existe especialmentedestinado a uma ou outra coisa. Quanto aos encarnados, esses são mais ou menos felizesou desgraçados, conforme é mais ou menos adiantado o mundo em que habitam.‖ - De acordo, então, com o que vindes de dizer, o inferno e o paraíso não existem , tais como o homem os imagina? ―São simples alegorias: por toda parte há Espíritos ditosos e inditosos. Entretanto, conforme também há dissemos, os Espíritos de uma mesma ordem se reúnem por simpatia; mas podem reunir-se onde queiram, quando são perfeitos.‖ A localização absoluta das regiões das penas e das recompensas só na imaginação do homem existe.
  19. 19. LAÇOS AFETIVOS(trecho do livro nosso lar)– Finalmente, vai você conhecer minha noiva, a quem tenho falado muitas vezes a seu respeito.– É curioso - observei, intrigado - encontrarmos noivados, também por aqui...– Como não? Vive o amor sublime no corpo mortal, ou na alma eterna? Lá, no círculo terrestre,meu caro, o amor é uma espécie de ouro abafado nas pedras brutas. Tanto o misturam os homenscom as necessidades, os desejos e estados inferiores, que raramente se diferenciará a ganga doprecioso metal.A REENCARNAÇÃO SÓ SEPARA, MOMENTANEAMENTE, OS ESPÍRITOS QUE SE AMAM A AFEIÇÃO REAL SOBREVIVE ÀDESTRUIÇÃO DO CORPO
  20. 20. EXEMPLOSQue vos leva a pedir preces?Estou farto de vagar sem objetivo.Estais há muito em tal situação?Faz cento e oitenta anos mais ou menos.Que fizestes na Terra?Nada de bom.Qual a vossa posição entre os Espíritos?Estou entre os entediados.Mas isso não forma categoria...Entre nós, tudo forma categoria. Cada sensação encontra suas semelhantes, ou suas simpatiasque se reúnem.
  21. 21. EXEMPLOSCaro avô, podeis dizer-me como vos encontrais no mundo dos Espíritos, dando-me quaisquerpormenores úteis ao nosso progresso?Tudo que quiseres, querida filha. Eu expio a minha descrença; porém, grande é a bondade deDeus, que atende às circunstâncias. Sofro, mas não como poderias imaginar: é o desgostode não ter melhor aproveitado o tempo aí na Terra.Como? Pois não vivestes sempre honestamente?Sim, no juízo dos homens; mas há um abismo entre a honestidade perante os homens e ahonestidade perante Deus. E uma vez que desejas instruir-te, procurarei demonstrar-te adiferença. Aí, entre vós, é reputado honesto aquele que respeita as leis do seu país, respeitoarbitrário para muitos. Honesto é aquele que não prejudica o próximoostensivamente, embora lhe arranque muitas vezes a felicidade e a honra, visto o códigopenal e a opinião pública não atingirem o culpado hipócrita.
  22. 22. EXEMPLOS―Sou eu quem vem pedir que oreis por mim. Será preciso irdes ao lugar em que jaz meucorpo, a fim de implorar do Onipotente que me acalme os sofrimentos? Sofro! oh! se sofro!Ide a esse lugar — assim é preciso — e dirigi ao Senhor uma prece para que me perdoe.Vejo que poderei ficar mais tranqüilo, mas volto incessantemente ao lugar em quedepositaram o que me pertencia.‖
  23. 23. EXEMPLOS―Não sei onde estou... que turbação me cerca! Chamaste-me, e eu vim. Não compreendo porque não estou em minha casa; lamentam a minha ausência quando presente estou, sempoder fazer-me reconhecida. Meu corpo não mais me pertence, e no entanto eu lhe sinto aalgidez... Quero deixá-lo e mais a ele me prendo, sempre... Sou como que duaspersonalidades... Oh! quando chegarei a compreender o que comigo se passa? É necessárioque vá lá ainda... meu outro ‗eu‘, que lhe sucederá na minha ausência? Adeus.‖
  24. 24. EXEMPLOS―Qual o motivo que vos arrastou ao suicídio?Morto? Eu? Não... que habito o meu corpo... Não sabeis como sofro!... Sufoco-me... Oxaláque mão compassiva me aniquilasse de vez!
  25. 25. EXEMPLOSPodeis dizer-nos o que vos impressionou, o que vistes no momento em que os vossos olhosse abriram à luz?Podeis descrever-nos, se é possível, o aspecto das coisas que se vos depararam? Quandopude voltar a mim e ver o que tinha diante dos olhos, fiquei como que ofuscado, sem podercompreender, porquanto a lucidez não volta repentinamente. Deus, porém, que me deu umaprova exuberante da sua bondade, permitiu-me recuperasse as faculdades, e foi então queme vi cercado de numerosos, bons e fiéis amigos. Todos os Espíritos protetores que nosassistem, rodeavam-me sorrindo; uma alegria sem par irradiava-lhes do semblante e tambémeu, forte e animado, podia sem esforço percorrer os espaços.
  26. 26. EXEMPLOSA vossa posição foi feliz desde logo que entrastes no mundo dos Espíritos?Não; tive de pagar a dívida humana. Meu coração pressentira o futuro do Espírito, mas faltava-me afé. Tive que expiar a indiferença para com o meu Criador, porém a sua misericórdia levou-me emconta o bem insignificante que pude fazer, as dores que resignado padeci, apesar dossofrimentos, e a sua justiça, cuja balança os homens jamais compreenderão, tão benévola eamorosamente pesou o bem, que o mal depressa se extinguiu.Podereis dar-me notícias da vossa filha? (morta quatro ou cinco anos antes)Está em missão aí na Terra.Ela é infeliz como encarnada? Notai que não quero fazer perguntas indiscretas.R. Sei. Ou eu não veria o vosso pensamento como um quadro ante meus olhos. Minha filha não éfeliz, encarnada, antes, pelo contrário, deverá provar todas as misérias terrenas, pregando peloexemplo as grandes virtudes de que fazeis simples vocábulos retumbantes. Ajudá-la-ei, noentanto, certo de que lhe não será penoso superar os obstáculos, pois está na Terra em missão, enão em expiação.
  27. 27. EXEMPLOSE como Espírito, agora, tendes ainda ocupações?Acreditaríeis então que os Espíritos ficassem inativos? A inação, a inutilidade ser-nos-ia umsuplício. A minha missão é guiar centros espíritas aos quais inspiro bons pensamentos, aomesmo tempo que me esforço por neutralizar os sugeridos por maus Espíritos.
  28. 28. EXEMPLOSA vossa posição (desencarnado) de agora poderia de algum modo diminuir ou enfraquecer asrelações com os que aqui deixastes?Não, meu amigo, o amor aproxima as almas. Ficai certo de que na Terra podeis estar maispróximos dos que atingiram a perfeição, do que daqueles que por sua inferioridade eegoísmo gravitam ao redor da esfera terrestre. A caridade e o amor são dois motores depoderosa atração, a qual consolida e prolonga a união das almas, a despeito de distâncias elugares. A distância só existe para os corpos materiais, nunca para os Espíritos.
  29. 29. Existe vida após a morte?Como podemos entender melhor para onde vamos?Como ter certeza que eu vou chegar do outro lado e encontrar a galera que já foi? Émerecimento?PERGUNTAS DO PRIMEIRO ENCONTRO
  30. 30. Evangelho Segundo o espiritismoNosso LarO Céu e o InfernoLivro dos EspíritosSites: http://estarbemcorpoalma.blogspot.com/2009/03/encarnacao-dos-espiritos.html http://www.palestras.diversas.com.br/arquivos%20em%20pps/sociabilidade%20no%20p lano%20espiritual.ppt http://dc261.4shared.com/download/SLo0Olk1/AULA_- _Origem_e_natureza_dos_E.pps?tsid=20120211-132001-e9eff834 http://www.youtube.com/watch?v=teAmF0CO-Z4BIBLIOGRAFIA

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