Atualizacao vii - a paroquia

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A Nova Evangelização (Pe. João Paulo, Diocese de Caruaru)

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Atualizacao vii - a paroquia

  1. 1. Paróquia Comunidade de Comunidades
  2. 2. Conhecendo o documento... • • • • • É um texto de estudo não documento pronto Aprovado pelos bispos em 2012 Recebera contribuições em 2013 Será reapresentado aos bispos em 2014 Esta dividido em 4 capítulos, 2 introduções e 1 consideração final (conclusão).
  3. 3. Primeiro Capitulo: lança as fundamentações biclicas • A experiência judaico-cristã é comunitária • Jesus age comunitariamente • Não fechando o conceito de família como a de sangue, lembrando que a Igreja deve se entendida como familia... • Funda a sua comunidade com algumas ideias basicas:
  4. 4. Ideias básicas • • • • • • • • Todos são irmãos Igualdade homem e mulher Partilha de bens De empregados passam a amigos Poder exercido como serviço Lugar de reconciliação Aonde se faz a oração em comum Se vive a alegria
  5. 5. O primeiro capitulo ainda • Apresenta a pratica de Jesus numa leitura comunitária... • E também todo o novo testamento aonde “as comunidades primitivas são a fonte para repensar qualquer comunidade eclesial”.
  6. 6. O segundo capitulo da a base teológica e histórica • A base da experiência comunitária é a Trindade • A paróquia nasce como Igreja Domestica (casas particulares) • Com o crescimento do cristianismo deixam as casas e se reúnem em lugares de culto: se tornam massivas e anônimas... • Surge o tempo e a identidade de Igreja que era a comunidade passa a ser com a estrutura do Templo
  7. 7. • Se originalmente a Igreja era o bispo com seu presbitério, como o bispo não pode esta em toda parte ele vai mandando seus delegados...vai nascendo a paróquia.... • Confunde-se o conceito paróquia com o de cidade... • Com o Concilio de Trento (sec. XVI) se determina o conceito de territorialidade e de residência do pároco • Cf. n. 54, p.35 • O capitulo termina percorrendo alguns documentos que falam da necessidade de renovação paroquial e dela entendida como comunidade de comunidades.... • E ainda como casa (da Palavra, do Pão e da Caridade)
  8. 8. No terceiro capitulo • Parte da realidade atual e da paróquia que nela esta imersa • Cf. n. 1, p. 49 • Recorda que muitas paróquias não assumiram essa renovação e continuam a concentrar suas atividades principais na liturgia e devoções • Nelas a administração se concentra no pároco • São condicionadas pelo seu estilo • “A evangelização é entendida como fortalecimento da fé daqueles que buscam a paróquia
  9. 9. Convida a olhar a realidade partido de três eixos: • A pessoa ▫ Intimismo Religioso (individualismo) ▫ Mudanças na Família • Desafios na Comunidade ▫ Nova territorialidade (as pessoas não seguem limites mas a afetividade) ▫ Interpretar a paróquia não em critérios geográficos ▫ Estruturas obsoletas na pastoral (novas formas e métodos) ▫ Entre o relativismo e o fundamentalismo
  10. 10. E ainda • Desafios da sociedade ▫ A sociedade pos-crista ▫ Pluralismo cultural  Nem saudade, nem utopia.... • O Capitulo termina falando da urgência de que diante desse mundo se renove a estrutura paroquial
  11. 11. O quarto capitulo oferece algumas perspectivas pastorais • Recuperar as bases da Comunidade Crista ▫ Criar um relacionamento entre a pessoa e sua comunidade ▫ Mas o que seria uma comunidade crista (cf. n. 138, p. 68) • Viver a Palavra: Ser comunidade profetica ▫ Proporcionar intimidade com essa palavra • Viver a eucaristia: ser uma comunidade sacerdotal ▫ Vivendo a pratica sacramental (centralizada na Eucaristia) com novo ardor e significado • Viver a caridade
  12. 12. Uma chave de renovaçao • A formação de comunidades menores é indispensável (porque a grande não favorece os vínculos pessoais) • Fazer da Paróquia se torne o centro da coordenação e de animação de comunidades, de grupos e movimentos.
  13. 13. Não basta criar novas comunidades • É preciso trabalhar os leigos que vão assumir o protagonismo, animar e desenvolver essas comunidades... (cf. n. 156, p. 75) • Nesta criação não significa repetir o modelo territorial mas pensar também em comunidades cristas ambientais. • Essas comunidades devem evitar de repetir a centralização e a uniformização, a beleza da rede esta na diversidade
  14. 14. Neste processo é necessária a conversão pastoral • Dos ministros sobretudo dos padres (n. 175-185) • Das estruturas • Transmitindo a fé com novas linguagens • O documento termina reapresentando as decisões do Sínodo de 2012, naquilo que diz respeito às comunidades e à paroquia.

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