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TRANSMISSÍVEIS
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DESCRIÇÃO
• É uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo

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AGENTE ETIOLÓGICO
• O agente etiológico da leptospirose, ou seja, o

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RESERVATÓRIO
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MODO DE TRANSMISSÃO
• A infecção humana resulta da exposição direta ou

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PERÍODO DE INCUBAÇÃO
• Varia de 1 a 30 dias (média e 5 a 14 dias).
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE
• Os animais infectados podem eliminar a

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SINAIS E SINTOMAS
• O paciente com leptospirose poderá apresentar a forma sem

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TRATAMENTO
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MEDIDAS DE PREVENÇÃO E
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REFERÊNCIA
• https://sites.google.com/site/tudosobreleptospirose
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Doenças transmissíveis leptospirose

  1. 1. DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS LEPTOSPIROSE
  2. 2. DESCRIÇÃO • É uma doença infecciosa febril de início abrupto, cujo espectro pode variar desde um processo inaparente até formas graves. Trata-se de uma zoonose de grande importância social e econômica, por apresentar elevada incidência em determinadas áreas, alto custo hospitalar e perdas de dias de trabalho, como também por sua letalidade, que pode chegar a 40%, nos casos mais graves. • Sua ocorrência está relacionada às precárias condições de infraestrutura sanitária e alta infestação de roedores infectados. As inundações propiciam a disseminação e a persistência do agente causal no ambiente, facilitando a ocorrência de surtos..
  3. 3. AGENTE ETIOLÓGICO • O agente etiológico da leptospirose, ou seja, o organismo causador da doença, é a bactéria do gênero Leptospira sendo um dos mais importante Leptospira interrogans e Leptospira Icterohaemorrhagiaeuns dos componentes da Família dos Espiroquetídeos.
  4. 4. RESERVATÓRIO • Os animais sinantrópicos domésticos e selvagens são os reservatórios essenciais para a persistência dos focos da infecção. Os seres humanos são apenas hospedeiros acidentais e terminais dentro da cadeia de transmissão. • O principal reservatório é constituído pelos roedores sinantrópicos, das espécies Rattus norvegicus (ratazana ou rato de esgoto), Rattus rattus (rato de telhado ou rato preto) e Mus musculus (camundongo ou catita). Ao se infectarem, não desenvolvem a doença e tornam-se portadores, albergando a leptospira nos rins, eliminando-a viva no meio ambiente e contaminando, dessa forma, água, solo e alimentos.
  5. 5. MODO DE TRANSMISSÃO • A infecção humana resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados. A penetração do microrganismo ocorre através da pele com presença de lesões, da pele íntegra imersa por longos períodos em água contaminada ou através de mucosas. • A transmissão entre humanos é muito rara e de pouca relevância epidemiológica, podendo ocorrer pelo contato com urina, sangue, secreções e tecidos de pessoas infectadas
  6. 6. PERÍODO DE INCUBAÇÃO • Varia de 1 a 30 dias (média e 5 a 14 dias).
  7. 7. PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE • Os animais infectados podem eliminar a leptospira através da urina durante meses, anos ou por toda a vida, segundo a espécie animal e o sorovar envolvido.
  8. 8. SINAIS E SINTOMAS • O paciente com leptospirose poderá apresentar a forma sem icterícia, mais frequente e mais branda, e a forma com icterícia, a mais severa. Na forma sem icterícia, o paciente poderá apresentar duas fases distintas (doença bifásica): a primeira fase ou fase “ sipticêmica” e a segunda fase ou fase “imune”. A primeira fase caracteriza-se por febre adrupta que pode chegar a 40° C, calafrios, cefaleia, dor abdominal e mialgias. Já na segunda fase, reaparecem os sintomas da primeira fase, além de surgimento de anticorpos no soro, meningite, uveíte (processo inflamatório da túnica média do olho), erupção e adenopatia. Na forma com icterícia surgem com hemorragias, anemia, febre, distúrbios do estado mental, hipotensão, distúrbios renais, piúria (presença de pus na urina), hematúria (presença de sangue na urina) e proteúria (presença de proteína na urina).
  9. 9. TRATAMENTO • O tratamento da pessoa com leptospirose é feito fundamentalmente com hidratação. Não deve ser utilizado medicamentes para dor ou para febre que contenham ácido acetil-salicílico (AAS®, Aspirina®, Melhoral® etc.), que podem aumentar o risco de sangramentos. Os antiinflamatórios (Voltaren®, Profenid® etc) também não devem ser utilizados pelo risco de efeitos colaterais, como hemorragia digestiva e reações alérgicas. Quando o diagnóstico é feito até o quarto dia de doença, devem ser empregados antibióticos (doxiciclina, penicilinas), uma vez que reduzem as chances de evolução para a forma grave. As pessoas com leptospirose sem icterícia podem ser tratadas no domicílio. As que desenvolvem meningite ou icterícia devem ser internadas. As formas graves da doença necessitam de tratamento intensivo e medidas terapêuticas como diálise peritonial para tratamento da insuficiência renal.
  10. 10. MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE • Vários fatores interagem na ocorrência de um caso de • • • • • leptospirose, portanto, as medidas de controle deverão ser direcionadas não só ao controle de roedores (medidas de antiratização e desratização), como também à melhoria das condições higiênico-sanitárias da população e alterações do meio ambiente. Controle da população de roedores por meio de medidas de anti-ratização e desratização; Redução do risco de exposição de ferimentos às águas/lama de enchentes ou situação de risco; Limpeza e desinfecção com hipoclorito de sódio de áreas físicas domiciliares ou que não estejam contaminadas; Utilização de água filtrada, fervida ou clorada para ingestão; Em caso de suspeita clínica, procurar orientação médica, relatando a história epidemiológica nos vinte dias que antecederam os sintomas ;
  11. 11. ESTATÍSTICA DA DOENÇA NO AMAZONAS • De acordo com o secretário de Saúde da SEMSA, Francisco Deodato, em 2011 foram confirmados 58 casos de leptospirose, em Manaus. Este ano, até o maio, foram 18 casos confirmados. • Fonte: G1 Amazonas
  12. 12. REFERÊNCIA • https://sites.google.com/site/tudosobreleptospirose • portal.saude.gov.br/portal/gve_7ed_web_atual_leptospiro se.pdf • www.globo.com/g1amazonas • LOMBA, Marcos; LOMBA, André. Resgate e Saúde Clínica Médica- Diagnóstico e Tratamento. Vol 3.Recife:Grupo Universo, 2007.
  13. 13. FIM

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