UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE LETRAS COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISAAMBIENTES VIRTUAIS IMERSIVO...
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MOTIVAÇÕES   Lingüística Aplicada (LA) reflexiva e crítica       RAJAGOPALAN (2003); MOITA LOPES (2008; 2009); PENNYCOOK...
PERGUNTAS DE PESQUISA   Como os pesquisadores de ambientes virtuais    imersivos vêem a relevância da linguagem e dos    ...
METODOLOGIA – DEF. CORPUS   Teses e Dissertações               17 pesquisas   Palavras-chave                     Áreas...
METODOLOGIA – CONT.Dispositivos                           Outros Instrumentos   Análise Crítica do                    En...
REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 2)   Definição e contextualização de AVI       Hipertexto / Hipermídia / multimídia          ...
REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 2)                    Imersão Física     Imersão Psicológica   Interação        Colaboração   Co...
REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3)   Representações dos AVI       Literatura de Ficção Científica         Aldous Huxley: Admi...
REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3)Persuasão                    Vulnerabilidade     Game America´s Army           CAVE – Realidad...
REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3)   Linguagem       Produção de significado nas novas mídias         SANTAELLA (2008)       ...
REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3)   Discurso como prática               Ideologia    social                                 ...
ANÁLISE DOS DADOSCategoria                            Excertos1.1 - Tecnologia acessível a todos   P1E1, P2E22 - Posiciona...
ANÁLISE DOS DADOSCategoria                           Excertos4.1 - AVI como Linguagem / Mídia    P5E1, P9E1, P13E1,P10E14....
ANÁLISE DOS DADOSCategoria                        Excertos4.3 – Ref. a profissionais das   Trabalhei com artes plásticas, ...
RESPONDENDO ÀS PERGUNTASPergunta                           Resposta   Como os pesquisadores de          Os resultados da...
RESPONDENDO ÀS PERGUNTASPergunta                        Resposta   Como esses                     As representações de  ...
CONSIDERAÇÕES FINAIS   Pertinência do debate sobre a importância da    linguagem e dos profissionais das áreas de estudo ...
CONSIDERAÇÕES FINAIS   Desdobramentos: possibilidade de discussão mais    aprofundada sobre o trabalho de Theodor Adorno ...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS   ALTHUSSER, L. Aparelhos Ideológicos de Estado: nota sobre os aparelhos ideológicos de estado...
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (CONT.)   RAJAGOPALAN, K. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e questão ética. ...
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE LETRAS COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISAOBRIGADO!Evaldo Carneiro de...
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Dissertação - apresentação banca

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Apresentação para a banca da dissertação de mestrado defendida no PIPGLA/UFRJ em 7/12/2011.

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Dissertação - apresentação banca

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE LETRAS COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISAAMBIENTES VIRTUAIS IMERSIVOS: APERSPECTIVA DE PESQUISADORES EMRELAÇÃO À LINGUAGEM E À TECNOLOGIAEvaldo Carneiro de Mello Sobrinho
  2. 2. AMBIENTES VIRTUAIS IMERSIVOS: A PERSPECTIVA DE PESQUISADORES EM RELAÇÃO À LINGUAGEM EÀ TECNOLOGIA Motivações Perguntas de Pesquisa Metodologia Referencial Teórico Análise dos Dados Resposta às perguntas Considerações Finais
  3. 3. MOTIVAÇÕES Lingüística Aplicada (LA) reflexiva e crítica  RAJAGOPALAN (2003); MOITA LOPES (2008; 2009); PENNYCOOK (2008) Linguagem como prática social LATEC/UFRJ  Projeto Museu Virtual Estudo Exploratório
  4. 4. PERGUNTAS DE PESQUISA Como os pesquisadores de ambientes virtuais imersivos vêem a relevância da linguagem e dos estudos da linguagem para suas próprias pesquisas? Como esses pesquisadores, através da linguagem, indicam a sua perspectiva sobre a tecnologia?
  5. 5. METODOLOGIA – DEF. CORPUS Teses e Dissertações  17 pesquisas Palavras-chave  Áreas  realidade virtual  Educação  realidade aumentada  Comunicação  AVI  Engenharia  virtual heritage  Computação Outros critérios  Seções A partir de 2000  Resumo  Produzidas no Brasil  Introdução  Disponível na Internet  Conclusão
  6. 6. METODOLOGIA – CONT.Dispositivos Outros Instrumentos Análise Crítica do  Entrevistas Discurso estruturadas com  Modelo Tridimensional pesquisadores (FAIRCLOUGH, 2001)  ORLANDI (2010); GILL (2002)  Efeitos  Entrevista semi-  Busca por regularidades / pistas estruturada com  Codificação pesquisadora
  7. 7. REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 2) Definição e contextualização de AVI  Hipertexto / Hipermídia / multimídia  LÉVY (2003;1999;1993); LANDOW (2006) MURRAY (2003); GOSCIOLA (2003)  Games e Serious Games  NÓBOA (2011), ZYDA (2005); KNÖLL (2011)  Realidade Virtual  SHERMAN & CRIAG (2003); BRAGA (2007); RAPOSO (2004)  Virtual Heritage  SANCHOTENE (2007); GAITATZES et al. (2011)  AVI na aprendizagem  SILVA (2001); BELLONI (1999); THOMPSON (2009)
  8. 8. REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 2) Imersão Física Imersão Psicológica Interação Colaboração Conceito de (com conteúdo) AmbienteHipermídia/ x   x/ Acepção amplaHipertextoMultimídia x  X x Acepção amplaGame x/   x/ Cenário ou acepção amplaVirtual Heritage x/   x/ CenárioRealidade Virtual  ?  x/ Cenário ou acepção ampla AVI: ambientes virtuais tridimensionais navegáveis e interativos.
  9. 9. REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3) Representações dos AVI  Literatura de Ficção Científica  Aldous Huxley: Admirável Mundo Novo  George Orwell: 1984  William Gibson: Neuromancer  Neal Stephenson: Snow Crash  Utopia / distopia:  WILLIAMS (1978); MILNER (2002); MURRAY (2003)  Descontentes na Ciência  TURKLE (2009)
  10. 10. REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3)Persuasão Vulnerabilidade Game America´s Army CAVE – Realidade Virtual
  11. 11. REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3) Linguagem  Produção de significado nas novas mídias  SANTAELLA (2008)  FABRÍCIO (2006)  SHERMAN & CRAIG (2003)  LEMKE (2011; 1999)  GEE (2005; 1999)
  12. 12. REFERENCIAL TEÓRICO (CAP. 3) Discurso como prática  Ideologia social  MARCONDES (1998)  ALTHUSSER (1992)  Todo enunciado é axiológico (BAKHTIN, (2003);  Discurso como prática política e ideológica  Hegemonia (FAIRCLOUGH, 2001);  FAIRCLOUGH (2001)  Dimensão Orientacional (LEMKE, 1995);  Kits de discurso (GEE, 1999).
  13. 13. ANÁLISE DOS DADOSCategoria Excertos1.1 - Tecnologia acessível a todos P1E1, P2E22 - Posicionamento crítico- P1E2, P3E2, P3E3, P13E8, P4E1,reflexivo P8E2, P8E4, P13E2, P13E3, P13E102.1 - Tecnologia e transformação P3E4, P3E6, P6E1, P6E3, P9E2social2.2 - Preocupação com inclusão P4E2, P6E2social3 - Tecnologia como “moderno” P7E6, P7E4, P8E313.1 - Tecnologia como “Nova Era” P2E2, P3E5, P10E2, , P10E4,P11E2
  14. 14. ANÁLISE DOS DADOSCategoria Excertos4.1 - AVI como Linguagem / Mídia P5E1, P9E1, P13E1,P10E14.2 – Interdisciplinaridade P6E4, P7E1, P7E3, P7E5, P9E4, P10E3, P11E1, P12E14.3 – Ref. a profissionais das P7E2, P7E3áreas de estudo da linguagem5.1 – Visões distópicas da P13E4, P13E6, P13E5, P13E7,tecnologia P13E9, P13E12, P13E25.2 – Visão utópica da tecnologia P13E11
  15. 15. ANÁLISE DOS DADOSCategoria Excertos4.3 – Ref. a profissionais das Trabalhei com artes plásticas, pintura,áreas de estudo da linguagem museus, comunicação e computadores - que pertencem a mundos tão diversos - para chegar a um resultado que engloba cultura, tecnologia e informação.5.1 – Visões distópicas da Julgamos que a lógica da competiçãotecnologia somada ao deslumbramento diante da novidade tecnológica e a ausência de valores éticos, que definam limites e rumos, poderão estar cultivando novos deuses da pós-modernidade que conduzirão inevitavelmente a humanidade à estagnação e a sua ruína
  16. 16. RESPONDENDO ÀS PERGUNTASPergunta Resposta Como os pesquisadores de  Os resultados da pesquisa ambientes virtuais imersivos evidenciam a ausência de vêem a relevância da preocupação com a linguagem e dos estudos da linguagem e a não linguagem para suas próprias valorização dos profissionais pesquisas? das áreas dos estudos da linguagem por parte dos pesquisadores, ainda que a importância de práticas interdisciplinares seja ressaltada por uma boa parte deles.
  17. 17. RESPONDENDO ÀS PERGUNTASPergunta Resposta Como esses  As representações de pesquisadores, através da tecnologia, por parte dos linguagem, indicam a sua pesquisadores, muitas vezes perspectiva sobre a mantêm pontos de contato tecnologia? com visões de mundo que podem ser consideradas utópicas e distópicas.
  18. 18. CONSIDERAÇÕES FINAIS Pertinência do debate sobre a importância da linguagem e dos profissionais das áreas de estudo da linguagem, dado que os AVI são novas linguagens e com alto poder de persuasão. Necessidade de problematizar a prática reflexiva, no sentido em que críticas extremamente pessimistas podem, dialeticamente, contribuir para um efeito de esvaziamento do poder de transformação social.
  19. 19. CONSIDERAÇÕES FINAIS Desdobramentos: possibilidade de discussão mais aprofundada sobre o trabalho de Theodor Adorno e Michel Foucault. Desdobramentos: ampliação do corpus, inclusive para abranger pesquisas produzidas em outras línguas.
  20. 20. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALTHUSSER, L. Aparelhos Ideológicos de Estado: nota sobre os aparelhos ideológicos de estado (AIE). Rio de Janeiro: Edições Graal, 1992. BAKHTIN, M. O problema do texto na lingüística, na filologia e em outras ciências. In: BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fonres, 2003. p. 307-335. BELLONI, M. L. Mediatização – os desafios das novas tecnologias de informação e comunicação. In: BELLONI, M. L. Educação a distância. Campinas: Editora Autores Associados, 1999. p. 53-77. BRAGA, I. F. Realidade Aumentada em museus: as batalhas do Museu Nacional de Belas Artes, RJ. Tese (Doutorado em Ciências em Engenharia Civil), COPPE, UFRJ. Rio de Janeiro. 2007. FABRÍCIO, B. F. Lingüística Aplicada como espaço de desaprendizagem: redescrições em curso. In: LOPES, M. Por uma lingüística Aplicada Indisciplinar. São Paulo: Parábola , 2006. p. 45-66. FAIRCLOUGH, N. Discurso e mudança social. Brasília: Editora da UnB, 2001. GEE, J. An Introduction to discourse analysis: theory and method. London: Routledge, 2005;1999. LANDOW, G. P. Hypertext 3.0: Critical Theory and New Media in an Era of Globalization. 3. ed. Baltimore: The Johns Hopkins University Press, 2006. LEMKE, J. Multimedia and Discourse Analysis, [no prelo]. Disponivel em: <http://www.jaylemke.com/storage/MultimediaDiscourseAnalysis-2011.pdf>. Acesso em: 2011. LEMKE, J. L. Textual Politics: Discourse and Social Dynamics. London: Taylor & Francis, 1995. LÉVY, P. As Tecnologias da Inteligência. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993. MARCONDES, D. The linguistic analysis of ideology: its relevance and its dilemmas. Lexical Semantics, Cognition and Philosophy, p. p.235-246, 1998. MILNER, A. Utopia and Science Fiction in Raymond Williams, 2002. Disponivel em: <http://www.infoamerica.org/documentos_pdf/williams3.pdf>. Acesso em: Maio 2011. MOITA LOPES, L. P. Por uma lingüística aplicada INdisciplinar. 2.ed. São Paulo: Parábola Editoria, 2008. MURRAY, J. Hamlet no Holodeck: o futuro da narrativa no ciberespaço. Sao Paulo: Itaú Cultural; Unesp, 2003. ORLANDI, E. P. Análise de discurso - princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, 2010.
  21. 21. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (CONT.) RAJAGOPALAN, K. Por uma lingüística crítica: linguagem, identidade e questão ética. Sâo Paulo : Parábola Editorial, 2003. RAPOSO, A. et al. Visão Estereoscópica, Realidade Virtual,Realidade Aumentada e Colaboração, 2004. Disponivel em: <http://web.tecgraf.puc- rio.br/publications/artigo_2004_visao_estereoscopica_realidade_virtual.pdf>. Acesso em: Janeiro 2011. SANCHOTENE, I. S. Técnicas de virtual heritage (VH) e as legislações brasileiras aplicadas ao patrimônio cultural - Estudo de Caso: Campo de Sant´Anna. Dissertação (Mestrado em Ciências em Engenharia Civil), COPPE, UFRJ. Rio de Janeiro. 2007. SANTAELLA, L. O novo estatuto do texto nos ambientes de hipermídia. In: SIGNORIGNI [Re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 47-72. SHERMAN, W.; CRAIG, A. B. Understanding Virtual Reality: Interface, Application, and Design. São Francisco: Morgan Kaufmann, 2003. SILVA, M. Sala de Aula Interativa: A Educação Presencial e a Distância em Sintonia com a Era Digital e com a Cidadania. Boletim Técnico do Senac, volume 27, número 2, 2001. Disponivel em: <http://www.saladeaulainterativa.pro.br/textos.htm>. Acesso em: Maio 2011. STEPHENSON, N. Nevasca. Tradução de Fábio Fernandes. São Paulo: Aleph, 2008. THOMPSON, J. B. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009. TURKLE, S. Simulation and its Discontens. [S.l.]: Massachussets Institute of Technology, 2009. WILLIAMS, R. Utopia and Science Fiction. Science Fiction Studies, 16, Volume 5, Part 3, 1978. Disponivel em: <http://www.depauw.edu/sfs/backissues/16/williams16art.htm>. Acesso em: Maio 2011. ZYDA, M. From visual simulations to virtual reality games. IEEE Computer. Vol. 38 (9), 2005. Disponivel em: <http://ieeexplore.ieee.org/xpl/freeabs_all.jsp?arnumber=1510565>. Acesso em: out 2011.
  22. 22. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO FACULDADE DE LETRAS COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISAOBRIGADO!Evaldo Carneiro de Mello Sobrinho

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