Webjornalismo Por: Prof. Ms Evaldo Magalhães
Considerações iniciais <ul><li>Surgimento do ciberespaço - Reestruturação da maneira como se deve tratar, em todos os camp...
Conseqüências <ul><li>1) Diante dos benefícios e facilidades que a Internet traz,  profissionais de imprensa não são mais ...
A Internet <ul><li>Do projeto militar à popularização – Arpanet, 1969.  </li></ul><ul><li>World Wide Web (final dos anos 8...
Navegação no ciberespaço (P. Levy) <ul><li>Caçada : Quando temos o objetivo de encontrar algo específico na Rede, uma pess...
Webjornalismo <ul><li>Termos:  Jornalismo Digital, webjornalismo, ciberjornalismo, jornalismo online, jornalismo eletrônic...
Em que o jornalismo on-line rompe o jornalismo tradicional?   <ul><li>Pode-se dizer que, por enquanto, o jornalismo on-lin...
Características do webjornalismo (Facom):   <ul><li>Multimidialidade </li></ul><ul><li>Refere-se   à convergência dos form...
Características do webjornalismo (Facom): <ul><li>Customização do Conteúdo </li></ul><ul><li>Individualização ou Personali...
Gerações do jornalismo on-line: <ul><li>a primeira geração: transposição </li></ul><ul><li>- transposição de uma ou mais m...
Gerações do jornalismo online: <ul><li>a quarta geração: flash journalism & jornalismo participativo  </li></ul><ul><li>Jo...
O texto jornalístico na web: <ul><li>Embora ainda não haja consenso (terreno em exploração), algumas dicas para o bom text...
Termos comuns: <ul><li>Internet : união da palavra inglesa  intenetworkings  (ligação entre redes).  </li></ul><ul><li>Web...
Termos comuns: <ul><li>Pixels :  Pixel  é uma abreviação de  Picture Element . É a menor unidade de uma imagem eletrônica,...
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Aula 2 - Unibh - Jornalismo e Multimídia

  1. 1. Webjornalismo Por: Prof. Ms Evaldo Magalhães
  2. 2. Considerações iniciais <ul><li>Surgimento do ciberespaço - Reestruturação da maneira como se deve tratar, em todos os campos da atividade humana, a informação e o conhecimento. </li></ul><ul><li>Possibilidade de digitalização, produção e disseminação on-line e em tempo real - Processamento e recuperação de conteúdos, com uso cada vez mais amplo da Internet. </li></ul><ul><li>Adoção da rede por jornalistas - Profissionais utilizam a rede com freqüência crescente para pesquisas e apuração de informações. </li></ul>
  3. 3. Conseqüências <ul><li>1) Diante dos benefícios e facilidades que a Internet traz, profissionais de imprensa não são mais obrigados a “suar a camisa” ou a “gastar tanta sola de sapato”. Isso é um ponto questionável. </li></ul><ul><li>2) Ampliação do mercado para jornalistas. </li></ul><ul><li>3) Contraditoriamente, ampliação da possibilidade de que qualquer pessoa veicule conteúdos próprios com roupagem jornalística. Usuário pode produzir informações -> NECESSIDADE DE UM NOVO PROFISSIONAL. </li></ul>
  4. 4. A Internet <ul><li>Do projeto militar à popularização – Arpanet, 1969. </li></ul><ul><li>World Wide Web (final dos anos 80, início dos 90) – Tim Berners-Lee. </li></ul><ul><li>Dados sobre a rede no Brasil: 17,9 mi de bras. (11 mi residenciais) conectados; 1.219 provedores; 15 horas diárias de conexão, em média. </li></ul><ul><li>Mudança de paradigma para os jornalistas: </li></ul><ul><li>(...) o mundo ficou tão complicado, o crescimento da informação disponível tão explosivo, que o jornalista precisa ser filtro e transmissor, organizador e intérprete (...). Além de saber como colocar a informação na página ou no ar, também deve saber como colocá-la na cabeça do receptor. Em resumo, um jornalista deve ser um administrador de bases de dados, um processador de dados e um analista de dados (Meyer, 1973, p. 12).  </li></ul>
  5. 5. Navegação no ciberespaço (P. Levy) <ul><li>Caçada : Quando temos o objetivo de encontrar algo específico na Rede, uma pessoa, um artigo, um livro, um CD etc. </li></ul><ul><li>Pilhagem : um poema nos leva ao site do poeta que nos leva a uma entrevista com o autor em um jornal que nos leva a uma livraria online que nos conduz a um chat com o autor que nos conduz a uma comunidade virtual que debate o obra do escritor etc... </li></ul>
  6. 6. Webjornalismo <ul><li>Termos: Jornalismo Digital, webjornalismo, ciberjornalismo, jornalismo online, jornalismo eletrônico. </li></ul><ul><li>Conceitos do Jornalismo Online: </li></ul><ul><li>- É o jornalismo feito no âmbito dos meios digitais interativos (Jornalismo online). </li></ul><ul><li>- É a coleta e a distribuição de informações por redes de computadores (como a Internet) ou por meios digitais (network journalism). </li></ul><ul><li>Alguns números e datas interessantes </li></ul><ul><li>O rádio demorou 38 anos para alcançar a marca de 50 milhões de usuários </li></ul><ul><li>A televisão, 13 anos. </li></ul><ul><li>A Web, 4 anos. </li></ul><ul><li>1994: primeiro diário online </li></ul><ul><li>1995: marco do início do uso, pelos jornais impressos, do meio digital para veiculação de conteúdo (no Brasil, JB Online, Agência Estado) </li></ul>
  7. 7. Em que o jornalismo on-line rompe o jornalismo tradicional? <ul><li>Pode-se dizer que, por enquanto, o jornalismo on-line imita a estrutura e a narrativa das outras formas de produção jornalística. Contudo, já aparecem alguns elementos de ruptura: </li></ul><ul><li>- O jornalismo digital dispõe de espaço virtual ilimitado. </li></ul><ul><li>- mudança na relação espaço/tempo da produção noticiosa. </li></ul><ul><li>- jornalista e usuário podem alimentar bancos de dados. </li></ul><ul><li> - a possibilidade da informação se transformar em memória disponível ao leitor. </li></ul><ul><li>- produção de arquivos de notícias e notícias de arquivo. </li></ul><ul><li>- a co-produção do leitor (feedback dos leitores/interatividade - o leitor pode contextualizar suas informações a partir de canais de comunicação como chats, fóruns, comments, enquetes etc). </li></ul><ul><li>- O online é mais veloz que o impresso. </li></ul><ul><li>- Em vez de um ponto de vista, como há no impresso, o online permite múltiplos relatos e visões.-Além disso, estimula-se que os leitores busquem seu próprio ponto de vista. </li></ul><ul><li>- Acesso imediato às fontes. Na net, o usuário pode acessar imediatamente as mesmas fontes que os jornais acessam para produzir suas notícias. </li></ul><ul><li>- Falta ao online &quot;leg work&quot;, ou seja, o trabalho de rua que é o mito do impresso. </li></ul><ul><li>- O impresso produz poucas histórias. Na internet, há inúmeras. </li></ul><ul><li>- As pessoas estão deixando de assistir TV e ler jornais. Ao mesmo tempo optam cada vez mais por serviços customizados de informação (como a tecnologia de feeds). </li></ul>
  8. 8. Características do webjornalismo (Facom): <ul><li>Multimidialidade </li></ul><ul><li>Refere-se à convergência dos formatos das mídias tradicionais (texto, imagem e som) na narração do fato jornalístico. </li></ul><ul><li>Interatividade </li></ul><ul><li>A notícia online possui a capacidade de fazer com o leitor/usuário se sinta mais diretamente parte do processo jornalístico, pois participa: </li></ul><ul><li>a) email </li></ul><ul><li>b) chats </li></ul><ul><li>c) enquetes: votações sobre temas polêmicos. </li></ul><ul><li>d) a navegabilidade hipertextual: vários caminhos para ler as notícias. </li></ul><ul><li>e) produção editorial: matérias, posts, comentários etc. </li></ul><ul><li>Hipertextualidade </li></ul><ul><li>Possibilita a interconexão de textos através de links . Profundidade e Contextualização. </li></ul><ul><li>- hipermídia: link em conteúdo multimídia </li></ul><ul><li>- hipertexto: link em conteúdo .txt </li></ul><ul><li>- Categorias: Descentralização ou Multilinearidade, Intertextualidade, Intratextualidade, Interatividade, Multivocalidade, Navegabilidade. </li></ul>
  9. 9. Características do webjornalismo (Facom): <ul><li>Customização do Conteúdo </li></ul><ul><li>Individualização ou Personalização da Notícia. </li></ul><ul><li>- as newsletters. </li></ul><ul><li>- layout personalizado nos portais. </li></ul><ul><li>- sites que fornecem personalização </li></ul><ul><li>Memória </li></ul><ul><li>A acumulação de informações é mais viável técnica e economicamente na web do que em outras mídias. </li></ul><ul><li>A memória é coletiva, pois há interconexão com intralinks ou extralinks. </li></ul><ul><li>Instantaneidade ou Atualização Contínua </li></ul><ul><li>Possibilita o acompanhamento contínuo em torno do desenvolvimento dos assuntos jornalísticos de maior interesse. </li></ul><ul><li>Comunitarismo </li></ul><ul><li>Possibilidade de o Jornal se tornar uma rede social, sendo produzido coletivamente. Trata-se de o jornal adotar o conjunto de publicações de usuários como parte da sua interface gráfica e do conteúdo editorial. </li></ul>
  10. 10. Gerações do jornalismo on-line: <ul><li>a primeira geração: transposição </li></ul><ul><li>- transposição de uma ou mais matérias de algumas editorias do impresso. </li></ul><ul><li>- Cópias para a web do conteúdo de jornais existentes no papel. </li></ul><ul><li>A segunda geração: metáfora </li></ul><ul><li>- infra-estrutura técnica da Internet já avança. </li></ul><ul><li>- o jornal impresso é utilizado como metáfora para a elaboração das interfaces dos produtos. </li></ul><ul><li>- as publicações na web começam aproveitar as inovações da Web: </li></ul><ul><li>- links: chamadas para notícias de fatos que acontecem no período entre as edições. </li></ul><ul><li>- o email: comunicação de jornalista com o leitor ou entre os leitores. </li></ul><ul><li>- utilização dos recursos do hipertexto. </li></ul><ul><li>- surge a seção últimas notícias (breaking news, plantão etc) </li></ul><ul><li>a terceira geração: jornalismo multimídia e instantaneísta </li></ul><ul><li>- periódicos surgem a partir de iniciativas empresariais ou individuais focadas na produção de notícia somente para web ou tecnologias móveis. </li></ul><ul><li>- recursos multimídia: de notícia para conteúdo (texto, imagem, som, vídeo). </li></ul><ul><li>- recursos de interatividade: chats com participação de personalidades públicas, enquetes, fóruns. </li></ul><ul><li>- customização das notícias: conteúdo definido pelo interesse do usuário. </li></ul><ul><li>- utilização do hipertexto para construção de narração jornalística. </li></ul><ul><li>- a hegemonia da atualização contínua promovida pelos grandes jornais / jornalismo on demand : especiais ou hot sites </li></ul>
  11. 11. Gerações do jornalismo online: <ul><li>a quarta geração: flash journalism & jornalismo participativo </li></ul><ul><li>Jornalismo Participativo: </li></ul><ul><li>- jornalismo de fonte aberta / wikijournalism: </li></ul><ul><li>- o usuário torna-se o jornalista: “Repórter Desk” (cada cidadão é um repórter). </li></ul><ul><li>- e o jornalista cada vez mais um editor. </li></ul><ul><li>Flash Journalism: </li></ul><ul><li>- notícias são apresentadas a partir da linguagem Flash. </li></ul><ul><li>- um peso menor para o texto e maior para o multimídia </li></ul><ul><li>- indicado para a produção de especiais </li></ul><ul><li>- a emergência da tecnologia RSS: fim da (ou uma outra) navegabilidade </li></ul>
  12. 12. O texto jornalístico na web: <ul><li>Embora ainda não haja consenso (terreno em exploração), algumas dicas para o bom texto na web: </li></ul><ul><li>Fórmula do T X pirâmide invertida – polêmica. </li></ul><ul><li>- Seja sucinto e preciso: Como bem documentam os estudos de facilidade de uso da Web, os leitores da Internet tendem a olhar os sites meio por cima, em lugar de lê-los com atenção. Isso significa que tudo que você escreve precisa ser o mais resumido possível. A idéia é transmitir a mensagem da maneira mais rápida, EM PACOTES, porque não há muito tempo. - Mantenha os parágrafos e sentenças curtos. Mas não leve esse conselho ao extremo e torne seu texto muito simplório. Parágrafos de quatro linhas ou 75 palavras são ideais. - Reduza os floreios: V asculhe seus textos e tente reduzi-los, a partir da primeira escrita. Cada frase, cada palavra tem de lutar por sobreviver. - Use verbos fortes em lugar de fracos: Escreva &quot;decidir&quot;, não &quot;tomar uma decisão&quot;. Ou &quot;usar&quot; em lugar de &quot;fazer uso de&quot;. - Use a voz ativa: Usar a voz passiva é &quot;um sério erro foi cometido&quot; é um risco ocupacional em campos como a escrita acadêmica, ciência e tecnologia, lembra Killian. Evite soar pedante. - Atenção no uso de metáforas elaboradas: Leitores podem pular de um ponto a outro de seu conteúdo, e &quot;entrar&quot; em um artigo pela metade. Se lerem apenas a parte final de uma metáfora, ficarão confusos. </li></ul>
  13. 13. Termos comuns: <ul><li>Internet : união da palavra inglesa intenetworkings (ligação entre redes). </li></ul><ul><li>Web: do inglês, rede. World Wide Web (rede mundial). </li></ul><ul><li>Networks : do inglês, Redes Locais, Redes Metropolitanas e Redes Mundiais. </li></ul><ul><li>HTML : Do inglês, Linguagem de Marcação Hipertextual. É uma série de comandos que criam as páginas na internet. Toda a rede é formada por códigos de HTML. Tem também a XML , que é uma espécie de forma extendida de HTML e que descreve uma maior vareidade de tipos de dados. </li></ul><ul><li>Browser : Programas usados para navegar, pesquisar, baixar arquivos, acessar documentos... na internet. Os browsers fazem a leitura das páginas que estão codificadas (geralmente em HTML, mas não sempre). Como programas, os browsers contém uma variedade de ferramentas que tornam a navegação na internet muito mais fácil. </li></ul><ul><li>Links: do inglês, vínculo. É uma conexão entre dois elementos hipertextuais. </li></ul><ul><li>Softwares livres (Open Source) : software é um programa de computador que consiste em um conjunto de instruções em linguagem de máquina que irão controlar em determinar o funcionamento do computador e de seus periféricos. (Lévy 1999: 258). Software livre não é sinônimo de software gratuito. Pode te ser gratuito, mas o que o caracteriza é a fonte aberta, ou seja, que pode ser alterada pelo usuário. </li></ul>
  14. 14. Termos comuns: <ul><li>Pixels : Pixel é uma abreviação de Picture Element . É a menor unidade de uma imagem eletrônica, seja ela digital ou analógica. </li></ul><ul><li>IRC : Internet Relay Chat . Do inglês, conversa e troca de informação via internet. </li></ul><ul><li>Newsgroups : Listas de discussão via correio eletrônico. </li></ul><ul><li>Narrowcasting : Emissão programada para atingir um grupo demográfico específico. </li></ul><ul><li>Cookies : Pequenos arquivos de texto enviados pelo servidor que permitem obter informações sobre os computadores que o acessam. </li></ul><ul><li>E-journals : Publicação eletrônica similar aos e-zines . É facilmente encontrada em círculos acadêmicos. </li></ul><ul><li>Templates : é o visual que compõe a página de um blog ou site . Existem milhões deles disponíveis na Internet, além de ferramentas que ensinam passo a passo como montar o seu próprio projeto gráfico personalizado. (N. do A.) </li></ul><ul><li>RSS: Really Simple Syndication ou Rich Site Summary ou RDF Site Sumary. É um sub-conjunto de &quot;dialetos&quot; XML que servem para agregar conteúdo ou &quot;Web syndication&quot;. É usado principalmente em sites de notícias e blogs . A tecnologia do RSS permite aos usuários da internet se inscrever em sites que fornecem &quot;feeds&quot; (fontes) RSS. Estes são tipicamente sites que mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Para isso, são utilizados Feeds RSS que recebem estas atualizações, desta maneira o usuário pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um. </li></ul>
  15. 15. That’s all folks!

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