O Modelo Romano - a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e relevo

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Módulo 1 – Raízes mediterrânicas da civilização europeia – cidade, cidadania e Império na Antiguidade Clássica

Unidade 2 - Modelo Romano

A fixação de modelos artísticos: escultura, arquitetura e relevo

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O Modelo Romano - a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e relevo

  1. 1. Unidade 2- O modelo romano 2.2- A afirmação imperial de uma cultura urbana pragmática; 2.2.3- A fixação de modelos artísticos. Estagiária: Solange Pacheco
  2. 2.  Que condições proporcionaram a grande atividade construtiva dos romanos? • A paz prolongada; • A prosperidade económica; As cidades do império romano enriqueceram-se com:
  3. 3.  Fóruns
  4. 4.  Templos
  5. 5.  Aquedutos
  6. 6.  Teatros
  7. 7.  Construções comemorativas Arcos de Triunfo Pórticos Colunas
  8. 8. A arquitetura romana possui forte influência grega, tendo sido adotadas ordens arquitetónicas helénicas:  Dórica;  Jónica;  Coríntia (esta era a mais utilizada); Contudo, os Romanos possuiam mais liberdade nas suas construções, pois utilizavam caraterísticas de várias ordens no mesmo edificio. Desta forma, criou se a ordem compósita.
  9. 9.  Verifica-se maior influência grega no alçado e na simplicidade das plantas;  Os Romanos realçam a imponência dos monumentos através da construção do podium; (doc 18)
  10. 10.  Os artistas romanos souberam tirar partido das diversas técnicas e diferentes materiais;  Não se limitavam à utilização de pedra cortada e sobreposta;  A natureza prática dos romanos fê-los utilizar materiais mais baratos e versáteis como o betão e tijolo;
  11. 11.  As esculturas do frontão e do friso foram substituídas por simples dedicatórias que indica os objetivos e as circunstâncias da construção do monumento. (doc. 20, p 101)
  12. 12. A construção em betão, tornou-se uma mais valia:  Era mais barato;  Maior solidez;  Maior adaptabilidade ao espaço;  Mais prático no processo de construção- era vazado em moldes que posteriormente eram retirados; Templo de Diana, Évora século III d.C
  13. 13.  Estes materiais eram cobertos por revestimentos mais ricos como mármore e outras pedras que elevavam a grandiosidade e monumentalidade das construções;
  14. 14. Aliando a versalidade dos materiais, os Romanos tornaram-se exímios na utilização de elementos tais como:  arco de volta perfeita;
  15. 15. Abóbodas de berço Sé de Lisboa Abóbodas de aresta
  16. 16.  Os espaços interiores majestosos e grandiosos eram o cenário perfeito para as cerimónias solenes e oficiais onde se exaltava o poder e glória romana;
  17. 17.  Pouco utilizado pelos gregos, o arco permite maior distribuição do peso exercido nas colunas que podiam espaçar-se, criando grandes vãos entre elas;  Verificou-se um apuramento técnico que culminou na edificação de grandes e suptuosas cúpulas (exemplo o Panteão);
  18. 18.  A arquitetura romana não se baseava exclusivamente, na adoração de deuses e do imperador;  O seu sentido prático e urbano é visivel por todo o império, como se pode verificar pelas construções de aquedutos, fóruns, teatros, anfiteatros, bibliotecas e termas;  A grandiosidade das construções encontra-se aliada ao sentimento propagandista do grande império romano. A suptuosidade e grandiosidade arquitetónica era alvo de admiração pelos povos, incluindo os povos conquistados, como se pode constatar pelas construções comemorativas como: os arcos de triunfo, as colunas e pórticos.
  19. 19.  Arcos de triunfo  Pórticos;  Colunas; Estas construções comemorativas possuíam efeito decorativo que promovia a exaltação do poder Imperial.
  20. 20.  As construções, ruas e casas romanas estavam repletas de esculturas;  As cidades mais pequenas imitavam a capital (Roma);  Contudo, os escultores romanos não apresentam o mesmo nível de inovação que os arquitetos, deixando se levar pelas caraterísticas helénicas;  Era frequente os cidadãos abastados encomendarem réplicas das obras gregas;
  21. 21.  Contudo, a sua postura altera-se quando se procura retratar a sua imagem e preservá-la para a prosperidade.  As feições do rosto;  A expressão do olhar;  Movimento dos cabelos; São alvo de elevada minúcia, detalhe e fidelidade (realismo).
  22. 22.  Os romanos apostaram fortemente no relevo que era usado como elemento decorativo;  Atribuiram a função de narrar os grandes feitos do povo romano e exaltar as qualidades dos seus chefes; Coluna de Trajano
  23. 23.  Os artistas gregos representavam, na maioria da vezes episódios mitológicos, os romanos tinham como objetivo principal, eternizar, em pedra, episódios relevantes da história romana:  Feitos militares;  Eventos religiosos;  Alusões imperiais;  Referências à paz e prosperidade do império. Relevo histórico-narrativo
  24. 24. O relevo histórico-narrativo era utilizado em colunas, sarcófagos e em arcos de triunfo.
  25. 25.  Leitura e análise das páginas 99-103 do manual.

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