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  1. 1. Página | 1 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos ESQUEMA LINGUAGEM, LÍNGUA, FALA E DISCURSO - Sílvia Helena Barbi Cardoso _____________________________________________________ A LÍNGUA A língua como sistema de signos e instrumento externo de comunicação Concepção sistema de signos (Saussure – 1916) Constitui-se um significante e um signifcado e da relação arbitrária entre os mesmos Fato social exterior ao indivíduo Fixa-se em dicionários e gramáticas Cada falante possui uma parte do sistema que se constitui como um conjunto solidário onde cada componente só se pode definir relativamente aos outros com os quais forma um sistema. Caráter dual da linguagem: (subjetivo)FALA e (objetivo) LÌNGUA . Saussure prioriza a língua A língua como expressão do pensamento Contexto histórico A linguagem como expressão do pensamento foi a contribuição francesa para os estudos lingüísticos desde 1612-1694 – Port-Royal) Saussure rompe com este paradigma que ao mesmo tempo que é herança desde Platão se fundamentou no cartesianismo de DECARTES ( penso logo existo) e introduz a língua como instrumento de comunicação, e com uma crença de que por meio de uma gramática universal, è possível definir “a marcha necessária e natural do espírito” Considera-se atualmente o “gerativismo chomskyano, como um retorno a estágios mais antigos do pensamento linguístico sobretudo de Port-Royal. • As categorias lingüísticas universais tinham uma lógica extralingüística (explicadas pela natureza)
  2. 2. Página | 2 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos • Para Chomsky-1965 as propriedades linguísitcas universais são parte da linguagem e constituem um componente da mente humana. • Conceito de língua em Saussure – patrimônio de toda a comunidade e não do falante – • Conceito de língua em Chomsky – cada falante retém a gramática de sua língua graças a sua competência lingüística. • A língua como estrutura (jogo)* Noção de estrutura e de estruturalismo lingüístico Surge a partir de 1928/29 nas teses dos primeiros fonologistas (Círculo Linguístico de Praga) * Nesse jogo a língua se compõe de peças (elementos constitutivos) e de regras. As peças são isoláveis e cada qual é dotada de um código. CHAVE DO JOGO = Esta em se isolar as peças cada qual dotada de um sentido e articulada segundo um código em um conjunto finito e estabelecer as leis de combinação desses elementos. Questão 1 - Quem vai estabelecer as leis de combinação desses elementos? Estruturalismo lingüístico = A linguagem é forma e não substancia. O sistema predomina sobre os elementos. As peças são isoláveis, cada qual dotada de um sentido e articuladas segundo um código. A chave da estrutura consiste em se estabelecer as leis de combinação desses elementos.
  3. 3. Página | 3 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos A língua como um sistema funcional “ Os Praguenses consideram a língua em uso, ou seja,as condições do exercício social da linguagem. “ Importância de conceitos como COMUNICAÇÃO, INTENÇÃO, FUNÇÃO SOCIAL, ATOS DA FALA, pois são nestes conceitos e na linguagem em uso( necessidades, funções e condições da comunicação, condições adequadas, nos contextos e enunciadores, no mundo da cultura) que se vai buscar a significação . Para Buhler as três funções da linguagem são: • REPRESENTAÇÃO – ( Ou de símbolo) ( do que se fala) NO ATO DO DISCURSO, O ENUNCIADO EXPRESSÃO – ( ou de sintoma) DESEMPENHA AS TRÊS FUNÇÕES (aquele que fala) • APELO – ( ou de sinal) ( aquele a quem se fala) Para Jakobson(1963) Existem seis fatores e seis funções correspondentes envolvidos no ato da comunicação verbal: 1. Remetente – (emissor ou destinador de signos) Para o Círculo Lingüístico de Praga, a língua é considerada ao mesmo tempo estrutura e função, sendo que como função é inerente ao próprio sistema lingüístico. CÓDIGO / FALA
  4. 4. Página | 4 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos 2. Mensagem – ( que se refere a um contexto) 3. Um destinatário – ( ouvinte ou receptor de signos) 4. Um canal – ( por meio do qual a mensagem passa) 5. Um código – ( parcialmente comum ao emissor e ao receptor) 6. Um contexto – ( conceitual e não físico) Em cada mensagem a ênfase pode ser dada em um destes seis fatores envolvidos no processo de comunicação. Dependendo da ênfase percebemos as funções primárias e as secundárias de acordo com o seu destaque no ato da comunicação. Ex: REFERENCIAL = ênfase no contexto EMOTIVA = ênfase no remetente CONOTATIVA = ênfase no destinatário FÁTICA = ênfase no contato METALINGUÍSTICA = ênfase no código POÉTICA = ênfase na mensagem Para Halday (1973,1976) são três as funções determinantes da estrutura da linguagem: 1. IDEACIONAL = sentido cognitivo 2. INTERPESSOAL = diferenças entre as afirmações, perguntas e ordens 3. TEXTUAL = refere-se ao modo como se relaciona e as situações em que são usadas a estrutura gramatical nas orações. A grande novidade está na função textual: (...) capacita o leitor a distinguir um texto de um conjunto aleatório de orações. A Fala Para Saussure é : • Um ato lingüístico individual, material, concreto, psicofísico, dependente da vontade e da inteligência do indivíduo ( portanto subjetivo) um impulso expressivo, um ato inovador( lugar de liberdade) acessório ou mais ou menos acidental.
  5. 5. Página | 5 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos PORTANTO A FALA NÃO É PASSÍVEL DE CONSTITUIR UM OBJETO DA CIÊNCIA Saussure embora reconhecendo a importância de uma lingüística da fala ao lado de uma lingüística da língua se ocupou apenas da segunda. O Discurso Concebido fora da dicotomia Saussureana, como um terceiro elemento( nem a língua nem a fala). O discurso é ,pois,um lugar de investimento social, históricos, ideológicos, psíquicos, por meio de sujeitos interagindo em situações concretas. Da enunciação ao discurso A LINGUAGEM SAI DA CLAUSURA DO SISTEMA. A Enunciação e ´o dispositivo que coloca a língua em processo, em funcionamento, promovendo a abertura e mobilidade do sistema. Em outras palavras, a língua como forma constitui uma estrutura, mas como funcionamento se transforma em discurso. Nesta abordagem a linguagem passa a ser vista como forma de atividade entre os protagonistas do discurso. PRECURSORES: Jakobson e Benveniste
  6. 6. Página | 6 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos A ENUNCIAÇÃO PODE SER ENTENDIDA COMO UM PRODUTO SUBJETIVO E INDIVIDUAL ( Benveniste) A ANÁLISE DO DISCURSO VAI CONTESTAR ESTA DIMENSÃO INDIVIDUAL E VAI AFIRMAR QUE O DISCURSO TEM UMA INSTÂNCIA INTEGRALMENTE HISTÓRICA E SOCIAL. A Análise do Discurso tem como grande meta os processos discursivos inscritos em relações ideológicas. A “enunciabilidade”, que condiciona o discurso, faz com que se considere oo discurso ao mesmo tempo como enunciado e enunciação, como dito e dizer. A Linguagem A linguagem continua a ser concebida como duas faces: FORMAL “núcleo duro” da língua e a segunda face em que acontece na ação dos falantes. A linguagem como processo de interação verbal É no fluxo da interação verbal que a palavra se concretiza como signo ideológico, que se transforma e ganha diferentes significados, de acordo com o contexto em que ela surge. Os estudos de Baktim no ocidente, a partir de 1970 vão influenciar as pesquisas voltadas para a problemática da enunciação, que com base nessas pesquisas passa a ser vista como eminentemente social. Para Focault a prática discursiva, possui um espaço de regularidades associadas ás condições de produção e de existência (discurso clínico, discurso pedagógico, discurso psiquiátrico,etc). Concebe o discurso como uma relação de saber e poder de pergunta e resposta A PRÁTICA DISCURSIVA PARA FOCAULT É ENTÃO UM CONJUNTO DE REGRAS ANÔNIMAS, HISTÓRICAS, SEMPRE DETERMINADAS NO TEMPO E NO ESPAÇO, QUE DEFINIRAM, EM UMA ÉPOCA E PARA UMA DETERMINADA ÁREA SOCIAL, ECONÔMICA, GEOGRÁFICA OU LINGUÍSTICA, AS CONDIÇÕES DE EXERCÍCIO DA FUNÇÃO ENUNCIATIVA. É, ASSIM, AREGRA QUE ORDENA TODA FORMAÇÃO DISCURSIVA. O discurso tal como é concebido por Focault, torna-se objeto da análise do discurso de linha francesa(AD) , disciplina que nasceu no final da década de 1960 sob a liderança de Michel Pêcheux com uma proposta interdisciplinar em três áreas: Linguística,o Maerialismo Histórico e a Psicanálise. Para Baktin, a língua é uma atividade, um processo criativo, que se materializa pelas enunciações. A realidade essencial da linguagem é seu caráter dialógico. A interação é constitutiva dos sujeitos e da linguagem.
  7. 7. Página | 7 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos O CONCEITO DE LINGUAGEM E A NOVA PRÁTICA PEDAGÓGICA VISÃO SOCIO-INTERACIONISTA DA LINGUAGEM DÉCADA DE 1980 As últimas pesquisas segundo Geraldi apontam: 1- A interação verbal é a fonte primeira d da linguagem. 2- Adquirimos a interação verbal oralmente ou na escrita 3-A linguagem só existe na interação 4- E na interação que somos sujeitos do nosso discurso. 5- trabalhar a linguagem em situações autênticas e na artificiais. 6-Deixar transparecer vivências e o caráter natural e espontâneo da linguagem 7- O aluno deve ser um interlocutor de fato. 8- Linguagem como espaço privilegiado para criação de compromissos 9- Linguagem mediando compromissos entre professores e alunos. 10- Neste processo de interação é que a contece a relação professor/aluno 11- Cabe á escola devolver a palavra ao aluno 12- A linguagem organiza nossa atividade mental e articula nossa visão de mundo 13- O diálogo é elemento fundamental 14- Os interlocutores condicionam o dizer e a forma de dizer 15- A linguagem é trabalho que resulta de um processo social De acordo com esta tese deve-se considerar a língua , em qualquer momento de sua história, como um sistema pleno de funcionamento, um sistema heterogêneo que apresenta formas residuais do passado mais remoto contracenando com formas inovadoras do futuro. Sendo assim: entendendo a complexidade da língua Portuguesa e suas variedades lingüísticas deve-se de acordo com a situação de comunicação partir da experiência do aluno, valorizando-se primeiro sua variedade lingüística e sal cultura, para em seguida levá-lo ao acesso da língua padrão.
  8. 8. Página | 8 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos 16 – todo sujeito é historicamente situado O TEXTO PASSA ENTÃO A SER CONSIDERADO O CENTRO DE TODO O PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM. LEITURA PRODUÇÃO DE TEXTO ANÁLISE LINGUÍSTICA O que fazer então? (grifo meu) Se o ato da fala for formal, opta-se pela variedade padrão, se for Informal, pela popular.Dessa forma a língua padrão é como se fosse uma segunda língua. A noção essencial é a adequação. O ensino do Português se organiza em práticas e não em conteúdo e este é a própria língua O texto determina as atividades lingüísticas O objetivo é que o aluno seja capaz de ler e escrever dominando a língua padrão A sistematização será em decorrência de atividades de operação e reflexão. As práticas de leitura, de produção e de análise são interdependentes. A análise lingüística estará sempre em função da leitura e da produção de textos. A gramática normativa não deve ser priorizada pois esta desvinculada do uso 9...) e não ampliam a capacidade comunicativa e crítica dos alunos. Segundo LEMLE (1978), O bidialetantismo busca trabalhar as diferenças e as igualdades entre a variedade do aluno e a padrão, possibilitando-lhe o domínio da “variedade” culta além da sua.
  9. 9. Página | 9 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos Questão 2 – O sucesso ou não da influência da escola na aquisição das camadas populares da língua padrão, independe de um fator normativo e prescritivo, pois, a escola é um reflexo do seu entorno, e o ensino e aprendizagem do português padrão é dialógico e se dá nas interações, portanto é processo. A questão então é como tornar mais dinâmica e interativa esta relação de ensino e aprendizagem do português padrão dentro de uma visão socio- interacionista? TEXTO, DISCURSO, ENUNCIADO E ENUNCIAÇÃO Texto e Discurso Formação discursiva são as grandes unidades históricas que os enunciados constituem: a medicina, a gramática, a economia, a pedagogia, etc. Constituem-se por PRÁTICAS DISCURSIVAS A FORMAÇÃO DUISCURSIVA NÃO É A E “ESSÊNCIA” DO DISCURSO (...) MAS É, AO MESMO TEMPO , UM OPERADOR DE COESÃO SERMÂNTICA DO DISCURSO E UM SISTEMA COMUM DE RESTRIÇÕES QUE PODE INVESTIR-SE NOS UNIVERSOS TEXTUAIS. Se o sujeito e o discurso são efeitos dos processos histórico-sociais Os sentidos mudam de uma formação discursiva para outra. Tanto o sujeito como o sentido do discurso não são dados a priori,mas são constituídos no interior dessas formações discursivas.
  10. 10. Página | 10 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos Os indivíduos são sujeitos na medida em que se inscrevem nas formações discursivas. O texto é a manifestação verbal de um discurso O discurso é constituído por vários textos. ENUNCIADO E ENUNCIAÇÃO Para Focault (1969) “discurso é um conjunto de enunciado que pertence à mesma formação discursiva”. O enunciado sempre se refere á sua formação disciursiva. EX: “ A mulher é um ser inferior”. É um enunciado que pertence á formação discursiva do discurso machista. Os sujeitos do discurso podem ser ocupados por vários tipos de indivíduos de gêneros, lugares, e tempos distintos. “Lugar de mulher é na cozinha”, é uma paráfrase de “A mulher é um ser inferior”. AS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO DO DISCURSO A produção de um discurso envolve certas condições: Um locutor Um alocutório ( aquele a quem se dirige) Um referente Uma forma de dizer O que caracteriza um enunciado é a sua materialidade repetível, sendo o regime de materialidade a que obedecem os enunciados de ordem institucional. Todo discurso remete à formação discursiva a que pertence, sendo regido por esta prática. O jogo de imagens entre protagonistas do discurso é um dos elementos das condições de produção do discurso .
  11. 11. Página | 11 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos Um contexto em sentido estrito Um contexto em sentido lato A ENUNCIAÇÃO LITERÁRIA DISCURSO E IDEOLOGIA O DISCURSO LITERÁRIO É UM DOS DESAFIOS COLOCADOS PARA A ESCOLA, PORÉM TEM CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO BEM ESPECÍFICOS. EXEMPLO: OS SUJEITOS DE UMTEXTO LITERÁRIO CONSTRUÍDOS PELO PRÓPRIO TEXTO, SE MOVEM EM UM TEMPO E EM CENAS ENUNCIATIVAS CONSTRUÍDAS POR MEIO DE UM JOGO DE RELAÇÕES TAMBÉM INTERNAS AO PRÓPRIO TEXTO.O NARRADOR E OS PERSONAGENS SÃO SERES PURAMENTE TEXTUAIS. O DISCURSO É LITERÁRIO PARA QUE NÃO SE POSSA ASSOCIAR A FIGURA DO NARADOR OU DE ALGUM PERSONAGEM AO AUTOR. O DISCURSO É UMA DAS INSTÂNCIAS DE MATERIALIZAÇÃO DA IDEOLOGIA Segundo Pêcheux são as formações discursivas que a partir de uma conjuntura social e ideologia dadas, determinam”o que pode e deve ser dito”.
  12. 12. Página | 12 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos Baktin (1929)criticando todo o conceito maetafísico de ideologia (esta como falsa consciência)e buscando um novo conceito semiótico , colocou a ideologia dentro do processo real de comunicação verbal. PRÁTICA DISCURSIVA INTERSEMIÓTICA Existem produções que são regidas pelas mesmas regras de uma formação discursiva, apesar de utilizarem diferentes materiais significantes : nesse sentido se fala de romantismo na música, na literatura e nas Artes visuais. TEXTUAIS. TESES DE BAKTIN 1ª a materialidade da ideologia 2ª a materialidade da ideologia é sígnea 3ª O signo é uma realidade que reflete e refrata outra realidade 4ª O signo emerge no terreno interindividual, na interação social. 5ª a consciência é signea 6ª A realidade da palavra é absorvida por sua função sígnea 7ª A palavra é o fenômeno ideológico por excelência 8ª A apalvra é neutra em relação a qualquer função ideológica específica Uma vez que integra não somente produções lingüísticas, mas de outros domínios semióticos como o pictórico e o musical.
  13. 13. Página | 13 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos AS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO DO DISCURSO PEDAGÓGICO E A CONSTITUIÇÃO DE SUJEITOS A ANÁLISE DO DISCURSO DARÁ BASE Á REFLEXÃO DO QUE SE PODE ENTENDER POR “CONSTITUIR-SE COMO SUJEITO PELA LINGUAGEM” O APARELHO IDEOLÓGICO ESCOLAR Para Althusser (1970), a escola, é na sociedade atual, o mais importante dos aparelhos ideológicos do Estado, superando até mesmo a família, a religião e os órgãos de comunicação. UMA TEORIA NÃO SUBJETIVISTA DA ENUNCIAÇÃO A análise do discurso vai apontar que o sujeito é afetado por dois tipos de esquecimento: 1. O sujeito se coloca como fonte exclusiva e origem de tudo que diz. 2. O sujeito tem a ilusão que o discurso reflete o conhecimento objetivo que vtodem da realidade. O sujeito da escola, é de fato um sujeito produzido pela escola, como um importante aparelho ideológico do Estado. Um sujeito assujeitado pela instituição escolar, desprovido de liberdade, exceto a de aceitar livremente sua sujeição. Tanto o sentido como o sujeito não são dados a priori, mas constituídos no discurso.
  14. 14. Página | 14 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos É nesse sentido que A ANÁLISE DO DISCURSO propõe uma teoria não-subjetivista da enunciação, que permita fundar uma teoria ( materialista) dos processos discursivos. Para Pêcheux(1975) a possibilidade do sujeito se “desidentificar” com a formação discursiva que o determina, é o que gera uma condição da transformação política. Para Eagleton” quando homens e mulheres engajados em formas locais, aparentemente modestas de resistência política, vêem-se trazidos, pelo ímpeto interior de tais conflitos, para o confronto direto com o poder do Estado. A ESCOLA COMO LUGAR DE CONFLITO
  15. 15. Página | 15 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos PROFESSORES E ALUNOS PODEM DE FATO REAGIR CRITICAMENTE AO DISCURSO DO PODER QUE TOMA AS DECISÕES SOBRE A EDUCAÇÃO. PODEM NÃO SÓ CRITICAR SUAS METAS, OBJETIVOS E CONTEÚDOS COMO TAMBÉM EXIGIR SUA ARTICIPAÇÃO E INCLUSÃO NESTE DISCURSO EDUCACIONAL. Acreditamos que é por meio de um ensino produtivo ( produção de textos e discursos) que a sala de aula pode se constituir num espaço não só reprodutor mas também transformador de sentidos e de sujeitos; um verdadeiro espaço de interação, lembrando que interação, Nesse sentido não se pode dizer que os sujeitos-alunos e os sujeitos- professores, sejam meros portadores da hegemonia discursiva de seu tempo. A escola é lugar de conflito e de lutas ideológicas A autora defende que o sujeito ocupa um espaço tenso, entre a posição do instituído e o desejo de subverter. A INTERAÇÃO, TAL COMO BAKTIN A CONCEBE, CONSTITUI UMA CATEGORIA AQUE NOS PERMITE SUPERAR UMA CONCEPÇAO DO SUJEITO CENTRADA NA POLARIDADE EU E DO TU. O CENTRO DA RELAÇÃO É O ESPAÇO DISCURSIVO QUE FICA ENTRE AMBOS, O QUE SIGNIFICA DIZER QUE O SUJEITO SÓ CONSTRÓI SUA IDENTIDADE NA INTERAÇÃO COM O OUTRO, NUMA RELAÇÃO DINÂMICA ENTRE ALTERIDADE E IDENTIDADE. Em vez de técnicas de redação, exercícios estruturai e de treinamento de habilidades de leitura, o que se deve privilegiar é a produção de textos e discursos, ou seja práticas escolares que levem os alunos leitores e produtores de textos , conscientes do lugar que ocupam e de sua capacidade de ação(= inter-ação)para subverter o que já está estabelecido.
  16. 16. Página | 16 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos TRÊS NÍVEIS NO PROCESSO D ECOMPREENSÃO 1. Conhecimento lingüístico (sistematicidades lingüísticas – gramáticas, dicionários,etc) 2. Sócio-histórico (diferentes modos de discurso – divisão/conflito – espaço da polifonia, porém o sentido não está no texto, mas no processo de interação entre interlocutores) 3. Manifestações individuais do sujeito leitor e produtor de textos e sentidos ( “todo enunciado é intríncecamente suscetível de tornar-se outro, diferente de si memso, se deslocar discursivamente de seu sentido para derivar outro” (Pêcheux,p 53) A QUESTÃO DA HETEROGENEIDADE A LEITURA DIALÓGICA TEM NA HETEROGENEIDADE SUA CONDIÇÃO. O OUTRO DESSA HETEROGENIDADE CONSTITUTIVA DE TODO DISCURSO É O SEU INTERDITO, AUSÊNCIA, FALTA, O OUTRO É JUSTAMENE O QUE PROMOVE A ABERTURA DO DISCURSO PARA OUTRAS POSIÇÕES (...) NA SUA RELAÇÃO COM O SENTIDO, O SUJEITO PODE VOLTAR-SE CONTRA O “SUJEITO UNIVERSAL” POR MEIO DE UMA TOMADA DE POSIÇÃO(...) DÚVIDA, QUESTIONAMENO, REVOLTA,ETC.. INTERTEXTUALIDADE E INTERDISCURSIVIDADE INTERTEXTUALIDADE E INTERTEXTO. A prática da sala de aula pode ser um dos instrumentos desse encontro. Para tanto, é necessário que o aluno, desde o início da escolaridade, seja exposto a uma grande variedade de textos e discursos, e seja levado a produzir sentidos a partir dos textos que lê.
  17. 17. Página | 17 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos Os textos, produtos das atividades discursivas, se relacionam com outros textos. Todo texto é um intertexto,(...) chama-se intertextualidade essa relação entre os textos.Pode ser: Explícita – quando é feita citação da fonte. Implícita – cabe ao interlocutor recuperar a fonte na memória. Para Maingeneau(1987) Intertexto de uma formação discursiva é o conjunto de fragmentos que ela cita e inertextualidade é o tipo de citação considerada legítima pelasua própria prática. INTERDISCURSIVIDADE E INTERDISCURSO Para Maingeneau o interdiscurso é um processo de reconfiguração Incessante.(...)A formação discursiva é um domínio”inconsistente, aberto e instável, e não uma projeção, a expressão estabilizada da ´visão de mundo´ de um grupo social”. Universo discursivo – Corresponde ao arquivo de uma época Campo discursivo - É no interior do campo discursivo que se constitui um discurso, e nesse conjunto de formações discursivas que definem o campo discursivo acontecem a concorrência, o enfrentamento aberto ou o confronto, a aliança ou a neutralidade aparente entre os discursos que possuem a mesma função social, mas divergem sobre o modo pela qualela deve ser preenchida. Espaço discursivo - delimita um subconjunto do campo discursivo (...) definido a partir de uma decisão do analista, em função dos objetivos da sua pesquisa. HETEROGENEIDADE DISCURSIVA MOSTRADA As práticas discursivas em sala de aula deverão estar voltadas para a característica mais fundamental de todo o discurso: a heterogeneidade A noção de sujeito como um ser que se desdobra em muitos e assume vários lugares ou papéis no discurso nos remete ao conceito de polifonia, elaborado por BAktTIN , que opõe um discurso polifônico, tecido pelo discurso do outro, a um discurso que chama de monológicos, mas discursos que se “fingem” monológicos,pois toda palavra é dialógica, todo discurso tem dentro dele outro discurso.
  18. 18. Página | 18 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos A TEORIA POLIFÔNICA DE DUCROT Ducrot concebe o sujeito como: LOCUTOR: alguém a quem deve-se imputar a responsabilidade pelo enunciado SUJEITO FALANTE: um elemento da experiência, alguém que produziu o enunciado ENUNCIADORES: A enunciação e´ vista como expressando seu ponto de vista – “sujeito da consciência” Estilo direto que faz um outro falar. Um único falante ex: “João me disse: Eu virei´”. Estilo indireto - é difícil saber quem fala, para tanto “marca-se com aspas” ou com um sic como o discurso da imprensa. Discurso indireto livre - somente o contexto pode dizer se um enunciado é um discurso indireto livre(...)Na verdade este tipo de discurso mistura elementos do discurso direto com os do indireto. A IRONIA É vista por DUCROT como um caso de polifonia (jogo) onde o locutor responsável coloca o enunciador dizendo coisas absurdas e assumindo uma posiçaõ que o locutor não quer assumir Segundo Maingeneau os interesses estratégicos da ironia consiste nos valores contraditórios do enunciado irônico, sem que3 este seja Para Ducrot ( 1984) o sentido de um enunciado consiste em uma representação( no sentido de teatro) de sua enunciação. Numa certa cena, movem-se as personagens, que se representam em vários níveis.
  19. 19. Página | 19 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos submentido ás sansões que isso deveria acarretar, o que equivale dizer que a ironia consiste em armadilha que permite o “desassujeitamento do locutor”, que consegue escapar às normas de coerência que toda argumentação impõe, às regras da racionalidade e da conveniência públicas. A NEGAÇÃO Ducrot distingue dois tipos: A negação polêmica: Existem aí dois enunciadores E1 e E2 que têm dois pontos de vistas antagônicos A negação metalingüística: Visa atingir o próprio locutor do enunciado oposto, do qual se contradizem os pressupostos.Ex; “Pedro não é inteligene , ele é genial” Os atos da fala: A distinção locutor/enunciador fornece um quadro para situar em lingüística o problema dos atos de linguagem. O mas, a pressuposição,a nominalização são exemplos de atos da fala que pressupõem a polifonia. A ABORDAGEM DE AUTHIER-REVUZ Esta autora distingue formas que acusam a presença do outro: enfatiza o uso das aspas, incisos, itálicos e glosas (discurso direto). Na palavra entre aspas ou itálico da conotação autonímica, não há ruptura sintática(...) a palavra entre aspas equivale a uma glosa (...) são atribuídas a um outro espaço enunciativo cuja responsabilidade o locutor não quer assumir, ao espaço enunciativo exterior , isto é , de uma outra formação discursiva.(...) Cada tipo de discurso tem uma caracterização peculiar com referência a esse tipo de heterogeneidade. Há os que são saturados dessas marcas. Há outros que não as exibem. OUTRAS FORMAS DE HETEROGENIDADE MOSTRADAS A partir de DUCROT e AUTHIER_REVUZ, Mangeneau considera como csos de heterogeneidade enunciativa: o discurso direto, indireto e indireto livre, a ironia, a pressuposição, as palavras entre aspas, as glosas, a autoridade, o provérbio, o slogan, a imitação e o pastiche.
  20. 20. Página | 20 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos REFORMULAÇÕES PARAFRÁSTICAS (METADISCURSIVAS) Maingeneau atribui um lugar privilegiado á parafrasagem como operação metadiscursiva (...) acaba colocando o locutor que dela se utiliza num plano acima do locutor comum, em termos de locutor “autorizado”.Enquanto o segundo se contenta em usar as palavras com todas as armadilhas e imperfeições que elas apresentam como palavras disponíveis, o primeiro tem delas um domínio maior, no sentido em que é capaz de dominar essas armadilhas e imperfeições. A CITAÇÃO DE AUTORIDADE As formações discursivas supõem uma coletividade de falantes. (...) O locutor que cita se transforma, diante desses enunciados, num mero suporte contingente, apagando-se diante do Locutor Maior. SLOGAN O solgan esta´ligado a prática e a ação a um só tempo, “impulsiona e engana” como diz Maingeneau.(...) presume a ausência de um enunciador e consegue alcançar seu objetivo quando o enunciatário tem a ilusão de ser ele mesmo o enunciador. PROVÉRBIO Os provérbios segundo Maingeneau não pertencem a certos discursos em particular, mas á própria língua, do dicionário dessa, por isso, quando um locutor cita “verdades imemoriais” de um provérbio, ele não o faz de um lugar reconhecido apenas por uma determinada coletividde, mas pelo conjunto de falantes da língua do qual o locutor faz parte. IMITAÇÃO A IMITAÇÃO É UM RECURSO DE GRANDE INTERESSE PARA A ANÁLISE DO DISCURSO. Exemplos de imitação: La Fontaine faz de Esopo, Fedro imita Virgílio que imita Ilíada de Homero enquanto Camões imita Eneida de Virgílio. Esta prática de imitações de suntenta na concepção de Arte deAristóteles:” A arte é a imitação das coisas como elas deveriam ser”. Uma prática de imitação ocorreu com muita freqüência entre o autores clássicos. Para estes , imitar(mimese) não significa plagiar, mas acomodar a experiência deles á realidade contemporânea.
  21. 21. Página | 21 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos HETEROGENEIDADE CONSTITUTIVA A ABORDAGEM DE MAINGENEAU MAINGENEAU(1981) defende a concepção de formação discursiva como uma realidade heterogênea por si mesmo. Maingeneau propõe ao analista o interdiscurso como objeto. Devemos apreender, de imediato, não uma formação discursiva, mas a interação entre essas foramções. ESPAÇO DISCURSIVO - INTERDISCURSIVIDADE Nesse sentido, a formação discursiva é um domínio “inconsistente, aberto e instável, e não uma projeção, a expressão estabilizada da ´visão de mundo´ de um grupo social.
  22. 22. Página | 22 Leitura e Produção de Textos Acadêmicos e as Novas Linguagens e tecnologias da Comunicação e da Informação –Professora Else Martins dos Santos Adalgisa Matos A ABORDAGEM DE AUTHIER-REVUZ Para esta autora a heterogeneidade constitutiva não revela o outro e é concebida no nível do interdiscurso e do inconsciente. RELAÇAO COM O OUTRO FORMAÇÃO DISCURSIVA IDENTIDADE DISCCURSIVA Para tanto ela se vale de uma parte dos trabalhos que colocam o discurso como produto do interdiscurs o, tal como foi concebido na Análise do Discurso ( corrente francesa),(...) e de outra parte retoma a temática do dialogismo de Baktin e trabalha com o tema do sujeito e de sua relação com a linguagem por meio de uma abordagem psicanalítica.(a releitura de Freud por Lacan)

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