MÚSICA: CONSELHOS 
Wilson Paim 
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Filho, sou teu pai, sou teu amigo, 
Por isso escuta o que eu digo, 
Minha experiência é quem fala.
Melhor aprende o que cala, 
E ouve com atenção. 
Este destino de peão, 
Não te vou deixar de herança, 
Porque me sobra esp...
Filho, meu velho também foi peão, 
E acostumou-se ao patrão, politiqueiro 
e caudilho, 
Por sinal, pai de um filho que à f...
E eu na solidão do meu rancho, 
Só aprendi a fazer garranchos 
Prá votar neste senhor.
Filho, agora é chegada a hora, 
De saires campo afora, 
Rumo a estância do saber
Que este teu velho peão pobre, 
Há muito que junta os cobres, 
Pra te mandar aprender.
Anda, vai e doma a leitura, 
Te amansa em literatura, 
E prende no laço a ciência,
Que ao longo de tua ausência, 
Hei de rezar ao Senhor, 
Pra que voltes à querência, 
Um verdadeiro doutor.
Filho, meu velho também foi peão, 
E acostumou-se ao patrão, politiqueiro 
e caudilho, 
Por sinal, pai de um filho que à f...
E eu na solidão do meu rancho, 
Só aprendi a fazer garranchos 
Prá votar neste senhor.
Filho, agora é chegada a hora, 
De saires campo afora, 
Rumo a estância do saber
Que este teu velho peão pobre, 
Há muito que junta os cobres, 
Pra te mandar aprender.
Anda, vai e doma a leitura, 
Te amansa em literatura, 
E prende no laço a ciência,
Que ao longo de tua ausência, 
Hei de rezar ao Senhor, 
Pra que voltes à querência, 
Um verdadeiro doutor.
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CONSELHOS- Wilson Paim

  1. 1. MÚSICA: CONSELHOS Wilson Paim .
  2. 2. Filho, sou teu pai, sou teu amigo, Por isso escuta o que eu digo, Minha experiência é quem fala.
  3. 3. Melhor aprende o que cala, E ouve com atenção. Este destino de peão, Não te vou deixar de herança, Porque me sobra esperança, De ver-te um dia patrão.
  4. 4. Filho, meu velho também foi peão, E acostumou-se ao patrão, politiqueiro e caudilho, Por sinal, pai de um filho que à força se fez doutor.
  5. 5. E eu na solidão do meu rancho, Só aprendi a fazer garranchos Prá votar neste senhor.
  6. 6. Filho, agora é chegada a hora, De saires campo afora, Rumo a estância do saber
  7. 7. Que este teu velho peão pobre, Há muito que junta os cobres, Pra te mandar aprender.
  8. 8. Anda, vai e doma a leitura, Te amansa em literatura, E prende no laço a ciência,
  9. 9. Que ao longo de tua ausência, Hei de rezar ao Senhor, Pra que voltes à querência, Um verdadeiro doutor.
  10. 10. Filho, meu velho também foi peão, E acostumou-se ao patrão, politiqueiro e caudilho, Por sinal, pai de um filho que à força se fez doutor.
  11. 11. E eu na solidão do meu rancho, Só aprendi a fazer garranchos Prá votar neste senhor.
  12. 12. Filho, agora é chegada a hora, De saires campo afora, Rumo a estância do saber
  13. 13. Que este teu velho peão pobre, Há muito que junta os cobres, Pra te mandar aprender.
  14. 14. Anda, vai e doma a leitura, Te amansa em literatura, E prende no laço a ciência,
  15. 15. Que ao longo de tua ausência, Hei de rezar ao Senhor, Pra que voltes à querência, Um verdadeiro doutor.

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