Biblioteca ator social de mudança

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Biblioteca ator social de mudança

  1. 1. BIBLIOTECA ATOR SOCIAL DE MUDANÇA ! ? Valéria dos Santos Gouveia Martins USP – ESALQ 27/05/2011
  2. 2. <ul><li>PONTOS DE REFLEXÃO </li></ul>ABRANGÊNCIA DO CONCEITO – RESPONSABILIDADE SOCIAL INCLUSÃO SOCIAL ECOLOGIA DA INFORMAÇÃO ACESSIBILIDADE ACESSO À INFORMAÇÃO INCLUSÃO DIGITAL SUSTENTABILIDADE MEIO AMBIENTE TECNOLOGIAS LIMPAS TI Verde GESTÃO CONHECIMENTO “ Triple Bottom Line” , critérios econômicos, sociais e ambientais Redes Sociais
  3. 3. <ul><li>PONTOS DE REFLEXÃO </li></ul><ul><li>O que é comunidade na sociedade contemporânea (Pós-moderna? </li></ul><ul><li>Como a biblioteca universitária atua no ensino, na pesquisa e na extensão? </li></ul><ul><li>O que representa a abrangência da Responsabilidade social na biblioteca? Quais são suas ações correspondentes? </li></ul><ul><li>Esta abrangência difere nos diferentes tipos de biblioteca? Qual resposta dá à população? Que mudanças provoca na comunidade? </li></ul><ul><li>Como garantir a Sustentabilidade das bibliotecas na era da informação e do conhecimento? </li></ul><ul><li>Como, nesses espaços ou por meio de ações, se articulam o local e o global? Planejamento Estratégico? Redes ou Sistemas de Informação? </li></ul>
  4. 4. <ul><li>CONTEXTO E CONCEITOS </li></ul><ul><li>A ISO 26000, como a norma será chamada, estabelece um padrão internacional de diretrizes de Responsabilidade Social (RS), mas diferentemente da ISO 9001 e da ISO 14001, esta não será uma norma para certificação, pelo menos nesta primeira versão. </li></ul><ul><li>A definição preliminar de RS acordada em Sidney, estabelece que a responsabilidade de uma organização pelos impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no meio ambiente, por meio de um comportamento transparente e ético. </li></ul>
  5. 5. A definição mais aceita para o desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro. (Comissão Mundial sobre Meio Ambiente, 2009) A Sustentabilidade
  6. 6. <ul><li>CONTEXTO E CONCEITOS </li></ul><ul><li>A importância e o papel da biblioteca, apesar de pouco difundido no aprendizado formal (ensinar para conhecer), é o ator social que reúne as mais generosas e poderosas armas de entendimento para a comunidade a que se destina. </li></ul><ul><li>A biblioteca consegue reunir, em um único ambiente, variáveis positivas que favorecem a leitura da sociedade e o seu desenvolvimento, pois instiga o saber através de seus acervos nos seus mais variados formatos, incentiva a arte e a cultura em todos os seus estilos, propulsiona a criatividade nas discussões, no pensar e na investigação. </li></ul><ul><li>Reúne, ainda, para seu funcionamento recursos físicos, materiais, tecnológico, humanos, informacionais e atores da sociedade, e todos fundidos estabelecem uma leitura cruzando os horizontes da informação e da construção do conhecimento. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>CONTEXTO E CONCEITOS </li></ul><ul><li>A importância e o papel da biblioteca, apesar de pouco difundido no aprendizado formal (ensinar para conhecer), é o ator social que reúne as mais generosas e poderosas armas de entendimento para a comunidade a que se destina. </li></ul><ul><li>A biblioteca consegue reunir, em um único ambiente, variáveis positivas que favorecem a leitura da sociedade e o seu desenvolvimento, pois instiga o saber através de seus acervos nos seus mais variados formatos, incentiva a arte e a cultura em todos os seus estilos, propulsiona a criatividade nas discussões, no pensar e na investigação. </li></ul><ul><li>Reúne, ainda, para seu funcionamento recursos físicos, materiais, tecnológico, humanos, informacionais e atores da sociedade, e todos fundidos estabelecem uma leitura cruzando os horizontes da informação e da construção do conhecimento. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>CONTEXTO E CONCEITOS </li></ul><ul><li>O potencial de transformação que as bibliotecas apresentam com seus recursos informacionais, logicamente combinado com a atuação do profissional bibliotecário ou da informação, tem tomado proporções interessantes na geração em rede. Alguns exemplos deste manancial de possibilidades de mudança e conclusivamente de geração e acesso ao conhecimento, nas mais diversas situações, demonstrando que, independente da tipologia da biblioteca, seu caráter social e inclusivo existe e, portanto deve ser repensada como tal. </li></ul>
  9. 9. PROGRAMAS DE APOIO - OBJETIVOS INSTITUTO ECOFUTURO – LER É PRECISO As Bibliotecas são implantadas, prioritariamente, em locais com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), altos indicadores de violência, e que possibilitem o estabelecimento de parcerias, preferencialmente dentro de escolas públicas, com a contrapartida de que sejam abertas à comunidade. O projeto oferece acervo de mil títulos, sendo 30% do acervo decidido junto com a comunidade, equipamento de micro-informática para gestão do acervo e cursos de formação para agentes promotores de leitura e auxiliares de biblioteca (80% formado por professores), com o objetivo de disponibilizar conhecimento para a organização e para a implementação de ações que promovam a leitura e tornam a biblioteca viva. PROGRAMA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO - UFMG De acordo com o Mec , considera-se como biblioteca toda unidade de informação que disponha de coleção organizada de livros, publicações periódicas, material gráfico ou audiovisual, assim como pessoal para promover e orientar o usuário quanto à utilização desse acervo, de maneira a atender às suas necessidades.
  10. 10. PROGRAMAS DE APOIO - OBJETIVOS <ul><li>UFBA – BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS NOS MUNICÍPIOS DO ESTADO BAHIA </li></ul><ul><li>Segundo o manifesto da UNESCO, a liberdade, a prosperidade e o desenvolvimento da sociedade e dos indivíduos são valores humanos fundamentais e só podem ser alcançados quando todos os cidadãos estiverem informados para exercerem seus direitos democráticos, para desempenharem um papel ativo na sociedade. </li></ul><ul><li>A biblioteca deve ser um lugar onde o povo possa encontrar-se, trocar idéias, discutir problemas, saciar curiosidades, obter informações essenciais para a cidadania. Sua implantação em comunidades é necessária e urgente, sendo uma das ferramentas fundamentais na batalha que estamos travando para tornar o Brasil uma nação letrada, para transformar vidas e conquistar resultados surpreendentes. Na chamada sociedade da informação, ainda existem pessoas desinformadas, diante da privação do direito de participação. A existência de biblioteca comunitária, que atenda às necessidades de informação, pode minimizar a exclusão social, em regiões caracterizadas pela privação de educação, informações, lazer e vários fatores considerados essenciais para a qualidade de vida. </li></ul>
  11. 11. PROGRAMAS DE APOIO - OBJETIVOS <ul><li>PLANO NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA </li></ul><ul><li>A Extensão Universitária é o processo educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora entre Universidade e Sociedade. </li></ul><ul><li>METAS </li></ul><ul><li>Promoção do desenvolvimento cultural, estimulando as atividades voltadas para o incentivo à leitura, turismo regional, folclore e cultura popular, em até dois anos. </li></ul>
  12. 12. PROCESSO DE CRIAÇÃO OU SURGIMENTO <ul><li>DIVERSIDADE DE INICIATIVAS </li></ul><ul><li>Carências crônicas da comunidade ou núcleo de regiões onde o IDH é baixo ou descompasso entre o desenvolvimento tecnológico e humanístico; </li></ul><ul><li>Contribuir para a formação de crianças, jovens e adultos; </li></ul><ul><li>Contribuir para a democratização da leitura; </li></ul><ul><li>Estimular a leitura prazerosa; </li></ul><ul><li>Possibilitar às comunidades o acesso a materiais escritos de qualidade; </li></ul><ul><li>Fortalecer o hábito da leitura indagadora, reflexiva e crítica como forma de construção da cidadania; </li></ul><ul><li>Empréstimo de livros, acesso a informação, pesquisa escolar; </li></ul><ul><li>Educação formal e informal; </li></ul><ul><li>Humanização no Atendimento e processos terapêuticos. </li></ul>
  13. 13. EXPECTATIVAS – APÓS PROCESSO CRIAÇÃO <ul><li>Em que pese a diversidade das iniciativas é necessário garantir a manutenção dos espaços e/ou das ações culturais desenvolvidas. São elas: </li></ul><ul><li>garantir a participação da comunidade por meio do trabalho solidário de integrantes da comunidade; </li></ul><ul><li>estimular a participação de instituições que atuam na comunidade (instituições privadas e organizações do terceiro setor) </li></ul><ul><li>manter e ampliar as atividades culturais e educacionais desenvolvidas e oferecidas pelas bibliotecas (cursos de formação em informática, música, línguas, teatro, entre outros). </li></ul><ul><li>articular com o poder público de forma a garantir, minimamente que seja, o cumprimento das atribuições de sua responsabilidade; </li></ul><ul><li>Incentivar a formação de redes sociais e formação de agentes de cultura; </li></ul><ul><li>Preservar o patrimônio material e imaterial; </li></ul><ul><li>ENTRE OUTRAS... </li></ul>
  14. 14. <ul><li>É uma biblioteca integrante do Sistema de Bibliotecas da Unicamp – SBU ; </li></ul><ul><li>Atua em conjunto com 27 bibliotecas seccionais como fonte de referência e provedora de informação para os cursos de graduação, pós-graduação e de extensão da Universidade, atendendo diretamente a toda a comunidade interna e externa bem como à pesquisadores no Brasil e exterior </li></ul>A BCCL – PERFIL
  15. 15. <ul><li>O prédio é composto de cinco pavimentos, totalizando 10.000 m²; </li></ul><ul><li>Possui 200 pontos integrados com a UNInet (rede UNICAMP) ativos, permitindo o acesso à Internet; </li></ul><ul><li>A circulação diária no prédio da BCCL é de aproximadamente 1.500 pessoas, de acordo com a estatística da catraca. </li></ul>Números da BCCL Com esse patrimônio, a BCCL desempenha papel de destaque no apoio ao ensino e a pesquisa, atendendo à demanda regional, sendo procurada, sistematicamente, pela comunidade científica nacional e internacional, destacando-se na América Latina.
  16. 16. PROJETOS <ul><li>Biblioteca Itinerante do Cidadão </li></ul><ul><li>Formação de Agentes Culturais – Comunidades Quilombolas </li></ul><ul><li>Projeto Ciência e Arte nas Férias </li></ul><ul><li>APRIORI – Atendimento Preferencial </li></ul><ul><li>Programa de Excelência no Atendimento </li></ul><ul><li>Forum de Arte e Cultura </li></ul><ul><li>Inclusão Digital </li></ul><ul><li>Biblioteca Digital </li></ul><ul><li>Visitas Orientadas (escolas) </li></ul><ul><li>Campanhas de Preservação </li></ul><ul><li>Calourada </li></ul><ul><li>Lendo Letras e Imagens </li></ul><ul><li>UPA – Universidade de Portas Abertas </li></ul><ul><li>Gerenciamento de Resíduos </li></ul><ul><li>Parcerias (iniciativa privada e pública </li></ul><ul><li>COLE – Congresso de Leitura </li></ul><ul><li>Entre na Roda </li></ul><ul><li>Laboratório de Acessibilidade </li></ul><ul><li>Programa de Capacitação </li></ul>
  17. 17. Fonte: Hospital da Clínicas da Unicamp – Campinas -SP Biblioteca Itinerante do Cidadão BIBLIOTECA ITINERANTE DO CIDADÃO: projeto desenvolvido há quatro anos, em parceria com o Hospital das Clínicas da Unicamp. A Biblioteca Itinerante percorre os ambulatórios do Hospital das Clínicas, onde passam por dia 4.000 pacientes para suas consultas. O foco do projeto é permitir ao cidadão o acesso à informação e à cultura, incentivando-o a leitura, bem como trabalhar com as questões de humanização no atendimento, cujo tempo de espera é de 4 horas, em média.
  18. 18. Fonte: Hospital da Clínicas da Unicamp – Campinas -SP Biblioteca Itinerante do Cidadão PROJETO BIBLIOTECA NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS
  19. 19. PROJETO BIBLIOTECA NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS REPORTAGEM TV
  20. 20. PROJETO BIBLIOTECA COMUNITÁRIA – COMUNIDADES QUILOMBOLAS NO VALE DO RIBEIRA: projeto desenvolvido como atividade de extensão da Biblioteca Central Cesar Lattes (BCCL), visando à formação de agentes multiplicadores de leitura e de bibliotecas comunitárias, nas comunidades Quilombolas André Lopes, Galvão, São Pedro e Sapatu do Médio Vale do Ribeira. Fonte: Projeto Biblioteca Comunidades Quilombolas / Vale do Ribeira/SP Oficina: Formação de Agentes Culturais – Escola Chules
  21. 21. Fonte: Projeto Biblioteca Comunidades Quilombolas / Vale do Ribeira/SP Oficina: Formação de Agentes Culturais (kleiniele – Comunidade André Lopes e Telma – Comunidade Nhunguara) PROJETO BIBLIOTECA NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS
  22. 22. PROJETO BIBLIOTECA NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS Fonte: Projeto Biblioteca Comunidades Quilombolas / Vale do Ribeira/SP Oficina: Formação de Agentes Culturais (Telma – Comunidade Nhunguara e Fábio - PCQ)
  23. 23. PROJETO BIBLIOTECA NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS Fonte: Projeto Biblioteca Comunidades Quilombolas / Vale do Ribeira/SP Oficina: Formação de Agentes Culturais – Comunidade de Sapatu
  24. 24. PROJETO BIBLIOTECA NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS Fonte: Projeto Biblioteca Comunidades Quilombolas / Vale do Ribeira/SP Oficina: Formação de Agentes Culturais – Comunidade de Sapatu
  25. 25. PROJETO BIBLIOTECA NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS Fonte: Projeto Biblioteca Comunidades Quilombolas / Vale do Ribeira/SP Oficina: Formação de Agentes Culturais – Escola Chules
  26. 26. PROJETO BIBLIOTECA NAS COMUNIDADES QUILOMBOLAS Fonte: Projeto Biblioteca Comunidades Quilombolas / Vale do Ribeira/SP Biblioteca da Escola Local
  27. 27. PARTICIPAÇÃO NO 17º CONGRESSO DE LEITURA (COLE 2009), por meio de oficinas especialmente desenvolvidas nas temáticas: Internet como ferramenta de acesso e uso da informação; Oficina de encadernação: cuidando de nossos livros; Oficina Contando a África; Pesquisa escolar no campo das africanidades; Oficina Leitura e Acessibilidade: criando ambientes educacionais inclusivos. Equipe: bibliotecários, bolsistas, arte-educadora. Fonte: CONGRESSO DE LEITURA – CAMPINAS/SP Oficina: Contando a África
  28. 28. OFICINA COLE Fonte: CONGRESSO DE LEITURA – CAMPINAS/SP Oficina: Contando a África
  29. 29. OFICINA COLE Fonte: CONGRESSO DE LEITURA – CAMPINAS/SP Oficina: Contando a África
  30. 30. OFICINA COLE Fonte: CONGRESSO DE LEITURA – CAMPINAS/SP Oficina: Internet como Ferramenta de Pesquisa
  31. 31. OFICINA COLE Fonte: CONGRESSO DE LEITURA – CAMPINAS/SP Oficina de Encadernação: Cuidando de Nossos Livros
  32. 32. OFICINA COLE Fonte: CONGRESSO DE LEITURA – CAMPINAS/SP Oficina: Ambientes Inclusivos
  33. 33. Projeto Gerenciamento de Resíduos
  34. 34. Projeto Gerenciamento de Resíduos
  35. 35. PROJETO REVISTECA – projeto desenvolvido em parceria com a Editora Abril, e DINAP, distribuidora das publicações da Editora Abril, com o objetivo de implantar “Revistecas” em bibliotecas. O projeto visa incentivar o hábito da leitura por meio do acesso gratuito a diversas publicações.
  36. 36. PROJETO FORUM DE ARTE E CULTURA Fazendo a platéia pensar ... As bibliotecas, seu público e seus agentes culturais devem estar abertos ao “novo” e ao “diferente”, emergentes na cultura em nosso tempo. A pluralidade não apenas como soma, mas como uma nova síntese cultural onde discursos e mídias variadas tenham espaço de expressão e possam ser compreendidos em sua singularidade. Desta forma, nesta edição do Fórum de Arte e Cultura propomos uma ação cultural visando à troca de saberes permitindo uma revisão contínua do pensamento.
  37. 37. INCLUSÃO DIGITAL : projeto desenvolvido em parceria com a Fundação Universia, com o objetivo de criar espaços de estudo e acesso às tecnologias de informação e comunicação que pudesse atender à demanda da comunidade acadêmica e a comunidade externa.
  38. 38. A BIBLIOTECA PRESENTE NA UPA – UNIVERSIDADE DE PORTAS ABERTAS
  39. 39. PROJETO LENDO LETRAS E IMAGENS : projeto desenvolvido com o objetivo de contribuir para a formação cultural dos participantes; propiciar espaço para discussão sobre assuntos culturais e sociais, por meio da leitura temática; despertar o interesse para o crescimento intelectual e profissional; provocar momentos de convivência entre os participantes, servidores da Biblioteca Central Cesar Lattes, em torno de um objeto de interesse comum, a leitura.
  40. 40. PROJETO ALUNO ARTISTA – PARCERIA SERVIÇO DE APOIO AO ESTUDANTE
  41. 41. PROJETO VISITA ORIENTADA - CONTAÇÃO DE HISTÓRIA
  42. 42. PROJETO VISITA ORIENTADA – OBRAS RARAS
  43. 43. PROJETO CIÊNCIA E ARTE NAS FÉRIAS – PRODUÇÃO FILME
  44. 44. QUESTÕES QUE PODEM SIGNIFICAR FATORES RELEVANTES DE IMPULSÃO <ul><li>Como integrar esforços da universidade, das empresas privadas e do Estado? para a continuidade e a multiplicação dessas iniciativas? </li></ul><ul><li>Como aproximar as bibliotecas públicas, escolares e comunitárias, universitárias? </li></ul><ul><li>Como avaliar resultados e impactos das ações e aprimorá-las? </li></ul>
  45. 45. QUE TIPO DE RESULTADO ESTE INVESTIMENTO PROPORCIONA? A BIBLIOTECA COMO ATOR SOCIAL PODE PROMOVER MUDANÇAS?
  46. 46. NO FINAL VALE A PENA Criado por Kleiniele – Comunidade André Lopes
  47. 47. NO FINAL VALE A PENA Criado por Telma – Comunidade Nhunguara
  48. 48. Obrigada! [email_address]

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