Plano de ensino 4º Ano (antiga 3ª série)
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  • 1. DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA 4 Ano – ENSINO FUNDAMENTAL OBJETIVOS As práticas educativas devem ser organizadas de maneira a garantir, progressivamente, que os alunos sejam capazes de: v compreender o sentido nas mensagens orais e escritas de que é destinatário direto ou indireto, desenvolvendo sensibilidade para reconhecer a intencionalidade implícita e conteúdos discriminatórios ou persuasivos, especialmente nas mensagens veiculadas pelos meios de comunicação; v ler autonomamente diferentes textos dos gêneros previstos para o ciclo, sabendo identificar aqueles que respondem às suas necessidades imediatas e selecionar estratégias adequadas para abordá-los; v utilizar a linguagem para expressar sentimentos, experiências e idéias, acolhendo, interpretando e considerando os das outras pessoas e respeitando os diferentes modos de falar; v utilizar a linguagem oral com eficácia, começando a adequá-la a intenções e situações comunicativas que requeiram o domínio de registros formais, o planejamento prévio do discurso, a coerência na defesa de pontos de vista e na apresentação de argumentos e o uso de procedimentos de negociação de acordos necessários ou possíveis; v produzir textos escritos, coesos e coerentes, dentro dos gêneros previstos para o ciclo, ajustados a objetivos e leitores determinados; v escrever textos com domínio da separação em palavras, estabilidade de palavras de ortografia regular e irregular mais freqüente na escrita e utilização de recursos do sistema de pontuação para dividir o texto em frases; v revisar seus próprios textos a partir de uma primeira versão e, com ajuda do professor, redigir as versões necessárias até considerá-lo suficientemente bem escrito para o momento. CONTEÚDOS Linguagem Oral v contos (de fadas, de assombração, de mistérios, fábulas), mitos e lendas populares; v poemas, canções, quadrinha, parlendas, adivinhas, trava-línguas, piadas, provérbios; v saudações, instruções, relatos; v entrevistas, debates, notícias, anúncios (via rádio e televisão); v seminários, palestras; v relatos, conversas, comentários; v interpretação e expressão de vivências por meio de diferentes formas de manifestações (gestos, desenhos, cores, movimentos, sons, etc.). Linguagem Escrita v cartas (formais e informais) e bilhetes: ° elementos constituintes (local, data, endereço, relato/recado, despedida, remetente); ° escrita em 1ª pessoa; ° fatos e relação com o interlocutor; v cartões, convites, diários (pessoais, da classe, de viagem, etc.). v textos jornalísticos, revistas e suplementos infantis: títulos, slides, notícias, resenhas, classificados, manchetes, anúncios, propagandas (diagramação, predominância da linguagem, adequação sintática), slogans, cartazes e folhetos. v histórias em quadrinhos: ° elementos constituintes (personagens, seqüência temporal, trama/enredo): ° disposição dos recursos gráfico-visuais: ° título e sua relação com a narrativa da história; ° balão como recurso gráfico (indicação da fala, sentimento ou pensamento do personagem);
  • 2. ° narrador (presença/ausência no texto); ° legenda, através de discurso direto, com mais um recurso de narrativa. v parlendas, canções, poemas, quadrinhas, adivinhas, trava-línguas, piadas. v contos (de fadas, de assombração, de mistério, fábulas, etc.), mitos e lendas populares, folhetos de cordel, fábulas. v textos teatrais; v relatos históricos, textos de enciclopédia, verbetes de dicionários, textos expositivos de diferentes fontes (fascículos, revistas, livros de consulta, didáticos, etc.), textos expositivos de outras áreas e textos normativos, tais como: estatutos, declarações de direito, etc.). v organização gráfica dos textos: ° recursos gráficos visuais; ° separação de parágrafo; ° grafia; ° sinais de pontuação; ° transcrição de diálogos; ° acentuação. v estruturação de frases e palavras: ° elementos e papéis semânticos que estruturam e organizam a frase: ° ações, acontecimentos, relações, processos; ° participantes das ações e processos, elementos das relações; ° circunstâncias; ° flexão das palavras, seu valor e significação. v estruturação de frases e palavras: ° elementos e papéis semânticos que estruturam e organizam a frase; ° ações, acontecimentos, relações, processos; ° participantes das ações e processos, elementos das relações; ° circunstâncias; ° flexão das palavras, seu valor e significação; ° família de palavras ou palavras cognatas. ESTRATÉGIAS Linguagem Escrita: v explorar diferentes usos sociais da escrita (livros, jornais, cartas, etc.): v utilizar o conhecimento referente ao sistema alfabético; v confrontar a hipótese da escrita com a escrita alfabética, através de diversas fontes escritas, da produção com educadora e educandos; v utilizar diversas fontes escritas para a solução das dúvidas ortográficas (dicionário, companheiro de sala, listas, cartazes, textos, entre outros; v controlar a adequação da letra para legibilidade da produção escrita (caligrafia, análise e reflexão sobre a língua, jogos, etc.); v explorar o uso de pontuação (travessão, dois-pontos, aspas) entre discurso direto e indireto; v explorar a divisão do texto em frases (ponto final, exclamação, interrogação e reticências); v utilização de vários textos literários para o trabalho da reescrita; v integração grupal; v textos literários: contos, lendas, poema; v textos de tradição oral: leitura de cordel e provérbios; v textos dos meios de comunicação: jornal (notícias, anúncios, tabelas e gráficos); v textos de informação científica: informativos, científicos e biográficos; v utilizar as estratégias para a produção e revisão textual: planejar os textos, utilizar roteiros, rascunhos, revisão, passar a limpo, etc. Durante o processo de produção e no final (nos dois momentos, com ou sem apoio do professor) para verificar a adequação ao gênero, a ortografia, a falta de informações, etc.; v utilizar a escrita para estudos de diferentes áreas, produzindo textos a partir de diferentes fontes; v exposições com trabalhos diversos para exploração da escrita; v uso de acervos e bibliotecas ( pesquisas e leituras diversas); v produção de textos considerando o destinatário, a sua finalidade e as características do gênero.
  • 3. Linguagem Oral: Usos e Formas v escrita ativa dos diferentes textos ouvidos em situações de comunicação; v utilização da linguagem oral em situações como as do 1º ciclo; ampliando-as para outras que requeiram: ° maior nível de formalidade do uso da linguagem; ° preparação prévia; ° manutenção de um ponto de vista ao longo da fala; ° uso de procedimentos de negociação de acordos; ° réplicas e tréplicas; ° dramatização; ° entrevistas, debates, notícias; ° seminários, palestras; ° saudações, instruções, relatos; ° conversas, comentários, fofocas; ° canções, poemas, quadrinhas, parlendas, adivinhas, trava-línguas, piadas, provérbios; ° interpretação de vivências por meio de: gestos, desenhos, cores, movimentos, sons, etc. Análise e reflexão sobre a língua v análise de qualidade da produção oral alheia e própria; v comparação entre diferentes registros utilizados em diferentes situações comunicativas; v análise dos sentidos atribuídos a um texto nas diferentes leituras individuais e discussão dos elementos do texto que validem ou não essas diferentes atribuições de sentido; v revisão do próprio texto: ° durante o processo de redação, relendo cada parte escrita, verificando a articulação com o já escrito e planejando o que falta escrever; ° depois de produzida uma 1ª versão, trabalhando sobre o rascunho para aprimorá-lo, considerando as seguintes questões: adequação ao gênero, coerência e coesão textual, pontuação, paginação e ortografia. v exploração das possibilidades e recursos de linguagem que se usa para escrever, a partir da observação e análise de textos especialmente bem escritos; v análise de regularidades da escrita: ° derivação de regras ortográficas; ° concordância verbal e nominal (e outros aspectos que se mostrem necessários a partir das dificuldades de redação); ° relações entre acentuação e tonicidade; ° regras de acentuação. AVALIAÇÃO Espera-se que o aluno leia e produza textos variados e de qualidade considerando as estruturas. A avaliação deve contribuir para o aperfeiçoamento da aprendizagem individual e coletiva onde o aluno perceba no decorrer do processo de aprendizagem, seus próprios erros, seja capaz de corrigi-los com e sem ajuda. Programação curricular Expoente 3ª Ano Livro UNIDADE 01 - PÁSSAROS E FLORES •Leitura e interpretação de texto -'- Literário (lenda e poema), não-verbal - Informativo •Aspectos gramaticais - Sílaba
  • 4. - Encontro vocálico - Encontro consonantal •Produção de texto - Associação de palavras - Narrativa - Dígrafo - Divisão silábica UNIDADE 02 - ALÉM DA HIGIENE •Leitura e interpretação de texto - Propaganda - História em quadrinhos - Música - Informativo •Produção de texto - Projeto (cartaz e convite) - Letra de música •Aspectos gramaticais - Substantivo (conceito) - Classificação (próprio e comum) UNIDADE 03 - MELHOR AMIGO DO HOMEM? •Leitura e interpretação de texto - Informativo - História em quadrinhos •Produção de texto - Narrativa •Aspectos gramaticais - Ortografia (o ou u, e ou i, b, c) - Pontuação: ponto final, ponto de interrogação e pon- to de exclamação 2º Livro UNIDADE 01 - CONTOS MARAVILHOSOS •Leitura e interpretação de textos - Literários (contos clássicos, contos modernos, poemas e lendas) •Produção de texto - Recriação de texto literário - Narrativa •Aspectos gramaticais - Tonicidade de sílaba Artigo UNIDADE 02 - HUUUMMM, QUE DELíCIA! •Leitura e interpretação de texto - Informativo (artigo, receita, instrucional) - História em quadrinhos •Produção de texto - Receita •Aspectos gramaticais - Substantivo (classificação)
  • 5. - Flexão de gênero e de número do substantivo UNIDADE 03 - POEMAS E VERSOS •Leitura e interpretação de texto - Poemas e parlendas (literário) - Biografia e história •Produção de texto - Poema - Narrativa •Aspectos gramaticais - Grau do- substantivo - Acentuação (oxítona, paroxítona, proparoxítona) - Ortografia (emprego de c, ç, s e homônimos) Emprego de ç e do ti 3º Livro UNIDADE 01 - BICHOS •Leitura e interpretação de texto - Informativo •Produção de texto - Carta opinativa - Revisão de carta - Narrativa (história de pescador) •Aspectos gramaticais - Adjetivos - Numeral (cardinal, ordinal) UNIDADE 02 - FAZENDO ARTE •Leitura e interpretação de texto - Informativo e não-verbal • Produção de texto "",,- Não-verbal •Aspectos gramaticais - Pronomes pessoais (caso reto, oblíquo e de tratamento) UNIDADE 03 - VOAR, VOAR •Leitura e interpretação de texto - História em quadrinhos - Conto •Produção de texto - História em quadrinhos - Carta/e-mail/ •Aspectos gramaticais - Verbo (conceito e tempo) - Pronomes demonstrativos 4º Livro UNIDADE 01 - ROUPAS? QUE ROUPAS? •Leitura e interpretação de texto - Conto (literário) e enciclopédia (informativo) - Jornalístico (jornal e revista) •Produção de texto - Desenhos (coleção de roupas)
  • 6. - Conto •Aspectos gramaticais - Verbo (conceito, conjugação, tempos) - Semântica (antônimo e sinônimo) UNIDADE 02 - PARA QUE FILOSOFAR? •Leitura e interpretação de texto - Informativo - História em quadrinhos - Poema (literário) •Produção de textos - Biografia - Perguntas •Aspectos gramaticais - Tempo do verbo modo indicativo - Conjugação dos verbos regulares - Advérbio UNIDADE 03 - FAZENDO ARTE •Leitura e interpretação de texto - Informativo - Enciclopédico - Não-verbal •Produção de texto - Opinativo - Não-verbal •Aspectos gramaticais - Modelos de conjugação DISCIPLINA: MATEMÁTICA 3ª ANO – ENSINO FUNDAMENTAL OBJETIVOS O ensino de Matemática deve levar o aluno a: v ampliar o significado do número natural pelo seu uso em situações-problema e pelo reconhecimento de relações e regularidades; v construir o significado do número racional e de suas representações (fracionária e decimal), a partir de seus diferentes usos no contexto social; v interpretar e produzir escritas numéricas, considerando as regras do sistema de numeração decimal e estendendo-as para a representação dos números racionais na forma decimal; v resolver problemas, consolidando alguns significados das operações fundamentais e construindo novos, em situações que envolvam números naturais e, em alguns casos, racionais; v ampliar os procedimentos de cálculo - mental, exato, aproximado - pelo conhecimento de regularidades dos fatos fundamentais, de propriedades das operações e pela antecipação e verificação de resultados; v refletir sobre procedimentos de cálculo que levam à ampliação do significado do número e das operações utilizando a calculadora como estratégia de verificação de resultado; v identificar características das figuras geométricas, percebendo semelhanças e diferenças entre elas, por meio de composição e decomposição, simetrias, ampliações e reduções;
  • 7. v recolher dados e informações, elaborar formas para organizá-los e expressá-los, interpretar dados apresentados sob forma de tabelas e gráficos e valorizar essa linguagem como forma de comunicação; v utilizar diferentes registros gráficos-desenhos, esquemas, escritas numéricas como recurso para expressar idéias, ajudar a descobrir formas de resolução e comunicar estratégias e resultados; v identificar características de acontecimentos previsíveis ou aleatórios a partir de situações-problema, utilizando recursos estatísticos e probabilísticos; v construir o significado das medidas, a partir de situações-problema que expressem seu uso no contexto social e em outras áreas do conhecimento e possibilitem a comparação de grandezas de mesma natureza; v utilizar procedimentos e instrumentos de medida, usuais ou não, selecionando o mais adequado em função da situação-problema e do grau de precisão do resultado; v representar resultados de medições, utilizando a terminologia convencional para as unidades mais usuais dos sistemas de medida, comparar com estimativas prévias e estabelecer relações entre diferentes unidades de medida; v demonstrar interesse para investigar, explorar e interpretar, em diferentes contextos do cotidiano e de outras áreas do conhecimento, os conceitos e procedimentos matemáticos abordados neste ciclo; v vivenciar processos de resolução de problemas, percebendo que para resolvê-los é preciso compreender, propor e executar um plano de resolução, verificar e comunicar a resposta. CONTEÚDOS Números Naturais, Sistema de Numeração Decimal e números Racionais v reconhecimento de números naturais e racionais no contexto diário; v compreensão e utilização das regras do sistema de numeração decimal, para leitura, escrita, comparação e ordenação de números naturais de qualquer ordem de grandeza; v formulação de hipóteses sobre a grandeza numérica, pela observação da posição dos algarismos na representação decimal de um número racional; v extensão das regras do sistema de numeração decimal para compreensão, leitura e representação dos números racionais na forma decimal; v comparação e ordenação de números racionais na forma decimal; v localização na reta numérica, de números racionais na forma decimal; v leitura, escrita, comparação e ordenação de representações fracionárias de uso freqüente; vreconhecimento de que os números racionais admitem diferentes (infinitas) representações na forma fracionária; v identificação e produção de frações equivalentes, pela observação de representações gráficas e de regularidades nas escritas numéricas; v exploração dos diferentes significados das frações em situações-problema: parte – todo, quociente e razão; v observação de que os números naturais podem ser expressos na forma fracionária; v relação entre representações fracionária e decimal de um mesmo número racional; v reconhecimento do uso da porcentagem no contexto diário. Operações com Números Naturais e Racionais v análise, interpretação, formulação e resolução de situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações envolvendo números naturais e racionais; v reconhecimento de que diferentes situações-problema podem ser resolvidas por uma única operação e de que diferentes operações podem resolver um mesmo problema; v resolução das operações com números naturais, por meio de estratégias pessoais e do uso de técnicas operatórias convencionais, com compreensão dos processos nelas envolvidos; v ampliação do repertório básico das operações com números naturais para o desenvolvimento do cálculo mental e escrito; v cálculo de adição e subtração de números racionais na forma decimal, por meio de estratégias pessoais e pelo uso de técnicas operatórias convencionais; v desenvolvimento de estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental e da calculadora;
  • 8. v decisão sobre a adequação do uso do cálculo mental – exato ou aproximado – ou da técnica operatória, em função do problema, dos números e das operações envolvidas; v cálculo simples de porcentagens. Espaço e Forma v descrição, interpretação e representação da posição de uma pessoa ou objeto no espaço de diferentes pontos de vista; v utilização de malhas ou redes para representar, no plano, a posição de uma pessoa ou objeto; v descrição, interpretação e representação da movimentação de uma pessoa ou objeto no espaço e construção de itinerários; v representação do espaço por meio de maquetes; v reconhecimento de semelhanças e diferenças entre corpos redondos, como a esfera, o cano, o cilindro e outros; v reconhecimento de semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros) e identificação de elementos como faces, vértices e arestas; v composição e decomposição de figuras tridimensionais, identificando diferentes possibilidades; v identificação da simetria em figuras tridimensionais; v exploração das planificações de algumas figuras tridimensionais; v identificação de figuras poligonais e circulares nas suferfícies planas das figuras tridimensionais; v identificação de semelhanças e diferenças entre polígonos, usando critérios como número de lados, número de ângulos, eixos de simetria, etc.; v exploração de características de algumas figuras planas, tais como: rigidez triangular, paralelismo e perpendicularismo de lados, etc.; v composição e decomposição de figuras planas e identificação de que qualquer polígono pode ser composto a partir de figuras triangulares; v ampliação e redução de figuras planas pelo uso de malhas; v percepção de elementos geométricos nas formas da natureza e nas criações artísticas; v representação de figuras geométricas. Grandezas e Medidas v comparação de grandezas de mesma natureza, com escolha de uma unidade de medida da mesma espécie do atributo a ser mensurado; v identificação de grandezas mensuráveis no contexto diário: comprimento, massa capacidade, superfície, etc.; v reconhecimento e utilização de unidades usuais de medida como metro, centímetro, quilômetro, grama, miligrama, quilograma, litro, mililitro, metro quadrado, alqueire, etc.; v reconhecimento e utilização de unidades usuais de tempo e de temperatura; v estabelecimento das relações entre unidades usuais de medida de uma mesma grandeza; v reconhecimento dos sistemas de medida que são decimais e conversões usuais, utilizando-as nas regras desse sistema; v reconhecimento e utilização das medidas de tempo e realização de conversões simples; v utilizações de procedimentos e instrumentos de medida, em função do problema e da precisão do resultado; v utilização do sistema monetário brasileiro em situações-problema; v cálculo de perímetro e de área de figuras desenhadas em malhas quadriculadas e comparação de perímetros e áreas de duas figuras sem uso de fórmulas. TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO A demanda social é que leva a destacar este tema como um bloco de conteúdo, embora pudesse ser incorporado aos anteriores. A finalidade do destaque é evidenciar sua importância, em função de seu uso atual na sociedade.
  • 9. Integrarão este bloco estudos relativos a noções de estatística, de probabilidade e de combinatória. Evidentemente, o que se pretende não é o desenvolvimento de um trabalho baseado na definição de termos ou de fórmulas envolvendo tais assuntos. Com relação à estatística, a finalidade é fazer com que o aluno venha a construir procedimentos para coletar, organizar, comunicar e interpretar dados, utilizando tabelas, gráficos e representações que aparecem freqüentemente em seu dia-a-dia. Relativamente à combinatória, o objetivo é levar o aluno a lidar com situações-problema que envolvam combinações, arranjos, permutações e, especialmente, o princípio multiplicativo da contagem. Com relação à probabilidade, a principal finalidade é a de que o aluno compreenda que grande parte dos acontecimentos do cotidiano são de natureza aleatória e é possível identificar prováveis resultados desses acontecimentos. As noções do acaso e incerteza, que se manifestam intuitivamente, podem ser exploradas na escola, em situações nas quais o aluno realiza experimentos e observa eventos (em espaços equiprováveis). ESTRATÉGIAS v utilização do A.M.; v uso de material pedagógico: material dourado, cursinare, sólidos geométricos, blocos lógicos, disco de fração; v atividades lúdicas como: jogos, brincadeiras, dominó, bingo, cartas, dados, tangran; v ábaco, mapas; v exercícios de raciocínio, pegadinhas, situações-problemas, estimativas; v uso de caixas, palitos, barbantes, papéis; v aprender a manusear calculadora; v estimativa; v pesquisa de campo. AVALIAÇÃO A avaliação deverá levar em conta os objetivos propostos nesse plano sem perder de vista os conteúdos desenvolvidos e a realidade do grupo. O professor deverá fazer um diagnóstico inicial a fim de saber em que nível está a classe e propor situações que levem os alunos a avançar. A avaliação deve ser constante e nos casos em que os alunos não atingiram os objetivos propostos, o professor deverá avaliar sua prática para que possa reformular os novos objetivos e conteúdos. A recuperação será paralela com revisão de conteúdos trabalhados, com ênfase nas dificuldades apresentadas pelos alunos. Programação curricular de Matemática para 2008 1ª Livro Unidade 01 - Matemática no cotidiano Unidade 02 - Trabalhando com o sistema de numeração decimal Unidade 03 - A geometria nossa de cada dia Unidade 04 - O dinheiro nosso de cada dia 2ª Livro Unidade 01 - Sistema de numeração decimal Unidade 02 - Trabalhando com multiplicação Unidade 03 - Multiplicação por dois algarismos Unidade 04- Semelhanças e diferenças entre corpos redondos e poliedros
  • 10. 3ª Livro Unidade I – Agrupando e distribuindo Unidade 02 – dividindo um inteiro em partes iguais Unidade 03 – divisão por dois algarismos Unidade 04 – Formas poligonais e medidas 4º Livro Unidade 01 – Números decimais Unidade 02 – Operando com números decimais Unidade 03 – Medidas de capacidade Unidade 04 – Medindo figuras DISCIPLINA: CIÊNCIAS 3ª ANO – ENSINO FUNDAMENTAL OBJETIVOS Propiciar condições para que o aluno: v identifique e compreenda as relações entre solo, água e seres vivos nos fenômenos de escoamento da água, erosão e fertilidade dos solos, nos ambientes urbano e rural; v caracterizar causas e conseqüências da poluição da água, do ar e do solo; v caracterizar espaços do planeta possíveis de serem ocupados pelo homem, considerando as condições de qualidade de vida; v compreender o corpo humano como um todo integrado e a saúde como bem-estar físico, social e psíquico do indivíduo; v compreender o alimento como fonte de matéria do corpo, e a nutrição como conjunto de transformações sofridas pelos alimentos no corpo humano: a digestão, a absorção e o transporte de substâncias e a eliminação de resíduos; v estabelecer relação entre a falta de asseio corporal, a higiene ambiental e a ocorrência de doenças no homem; v identificar as defesas naturais e estimuladas (vacinas) do corpo; v caracterizar o aparelho reprodutor masculino e feminino, e as mudanças no corpo durante a puberdade, respeitando as diferenças individuais do corpo e do comportamento nas várias fases da vida; v identificar diferentes manifestações de energia - luz, calor, eletricidade e som - e conhecer alguns processos de transformação de energia na natureza e por meio de recursos tecnológicos; v identificar os processos de captações, distribuição e armazenamento de água e os modos domésticos de tratamento de água – fervura e adição de cloro , relacionando-os com as condições necessárias à preservação da saúde; v compreender a importância dos modos adequados de destinação da água servida para a promoção e manutenção da saúde; v caracterizar materiais recicláveis e processos de tratamento de alguns materiais do lixo – matéria orgânica, papel, plástico, etc.; v formular perguntas e suposições sobre o assunto em estudo; v buscar e coletar informações por meio da observação direta e indireta, da experimentação, de entrevistas e visitas, conforme requer o assunto em estudo e sob orientação do professor; v confrontar as suposições individuais e coletivas com as informações obtidas, respeitando as diferentes opiniões, e reelaborando suas idéias diante das evidências apresentadas; v organizar e registrar as informações por intermédio de desenhos, quadros, tabelas, esquemas, gráficos, listas, textos e maquetes, de acordo com as exigências do assunto em estudo, sob orientação do professor; v interpretar as informações por meio do estabelecimento de relações de dependência, de causa e efeitos, de seqüência e de forma e função;
  • 11. v responsabilizar-se no cuidado com os espaços que habita e com o próprio corpo, incorporando hábitos possíveis e necessários de alimentação e higiene no preparo dos alimentos, de repouso e lazer adequados; v valorizar a vida em sua diversidade e a preservação dos ambientes; CONTEÚDOS Ambiente (freqüente) v estabelecimento de relação entre troca de calor e mudanças de estados físicos da água para fundamentar explicações acerca do ciclo da água; v comparação de diferentes misturas na natureza identificando a presença da água, para caracterizá-la como solvente; v comparação de solos de diferentes ambientes relacionando suas características às condições desses ambientes para se aproximar dos ambientes integrados aos demais; v comparação de diferentes tipos de solo para identificar suas características comuns: presença de água, ar, areia, argila e matéria orgânica; v estabelecimento de relações entre os solos, a água e os seres vivos nos fenômenos de permeabilidade, fertilidade e erosão; v estabelecimento de relações de dependência (cadeia alimentar) entre os seres vivos em diferentes ambientes; v estabelecimento de relação de dependência entre a luz e os vegetais (fotossíntese), para compreendê-los como iniciadores das cadeias alimentares; v reconhecimento da diversidade de hábitos e comportamentos dos seres vivos relacionados aos períodos do dia e da noite e à disponibilidade de água; v elaboração de perguntas e suposições sobre as relações entre os componentes dos ambientes; v busca e coleta de informação por meio de observação direta e indireta, experimentação, entrevistas, visitas, leituras de imagens e textos selecionados: v organização e registro de informações por intermédio de desenhos, quadros tabelas, esquemas, listas, textos e maquetes; v confrontação das suposições individuais e coletivas com as informações obtidas; v interpretação das informações por meio do estabelecimento de relações de causa e efeito, dependência, sincronicidade e seqüência; v utilização das informações obtidas para justificar suas idéias; v comunicação oral e escrita: de suposições, dados e conclusões. Ser Humano e Saúde (esporádico) v estabelecimento de relações entre os diferentes aparelhos e sistemas que realizam as funções de nutrição para compreender o corpo como um todo integrado: transformações sofridas pelo alimento na digestão e na respiração, transporte de materiais pela circulação e eliminação de resíduos pela urina; v estabelecimento de relações entre aspectos biológicos, afetivos, culturais, socioeconômicos e educacionais na preservação da saúde para compreendê-la como bem-estar psíquico, físico e social; v identificação de limites e potencialidades de seu próprio corpo, compreendendo-o como semelhante mas não igual aos demais para desenvolver auto-estima e cuidado consigo próprio; v reconhecimento dos alimentos como fontes de energia e materiais para o crescimento e a manutenção do corpo saudável valorizando a máxima utilização dos recursos disponíveis na reorientação dos hábitos de alimentação; v estabelecimento de relações entre a falta de higiene pessoal e ambiental e a aquisição de doenças: contágio por vermes e microrganismos; v estabelecimento de relações entre a saúde do corpo e a existência de defesas naturais e estimuladas (vacinas); v comparação dos principais órgãos e funções do aparelho reprodutor masculino e feminino, relacionando seu amadurecimento às mudanças no corpo e no comportamento de meninos e meninas durante a puberdade e respeitando as diferenças individuais; v estabelecimento de relações entre aspectos biológicos, afetivos e culturais na compreensão da sexualidade e suas manifestações nas diferentes fases da vida;
  • 12. v elaboração de perguntas e suposições acerca dos assuntos em estudo; v busca e coleta de informação por meio da observação direta e indireta, experimentação, entrevistas, visitas a equipamentos de saúde (postos, hospitais), leitura de imagens e textos selecionados; v confronto das suposições individuais e coletivas às informações obtidas; v organização e registro de informações por meio de desenhos, quadros, tabelas, esquemas, listas, textos e maquetes; v interpretação das informações por intermédio do estabelecimento de relações de dependência, causa e efeito, forma e função seqüência de eventos; v utilização das informações obtidas para justificar suas idéias; v comunicação oral e escrita: de suposição, dados e conclusões. Recursos Tecnológicos (freqüente) v comparação das condições do solo, da água, do ar e a diversidade dos seres vivos em diferentes ambientes ocupados pelo homem; v caracterização de técnicas de utilização do solo nos ambientes urbano e rural, identificando os produtos desses usos e as conseqüências das formas inadequadas de ocupação; v reconhecimento do saneamento básico como técnica que contribui para a qualidade de vida e a preservação do meio ambiente; v reconhecimento das formas de captação, armazenamento e tratamento de água, de destinação das águas servidas e das formas de tratamento do lixo na região em que se vive, relacionando-as aos problemas de saúde local; v reconhecimento das principais formas de poluição e outras agressões ao meio ambiente de sua região, identificando as principais causas e relacionando-as aos problemas de saúde da população local; v caracterização de materiais recicláveis e processos de reciclagem do lixo; v caracterização dos espaços do planeta possíveis de serem ocupados pelo ser humano; v comparação e classificação de equipamentos, utensílios, ferramentas, relacionando seu funcionamento à utilização de energia, para se aproximar da noção de energia como capacidade de realizar trabalho; v reconhecimento e nomeação das fontes de energia que são utilizados por equipamentos ou que são produto de suas transformações; v elaboração de perguntas e suposições sobre os assuntos em estudo; v busca e organização de informação por meio de observação direta e indireta, experimentação, entrevistas, visitas, leitura de imagens e textos selecionados, valorizando a diversidade de fontes; v confronto das suposições individuais e coletivas às informações obtidas; v organização e registro de informações por meio de desenhos, quadros, tabelas, esquemas, listas, textos, maquetes; v interpretação das informações por intermédio do estabelecimento de relações causa e efeito, sincronicidade e seqüência; v utilização das informações obtidas para justificar suas idéias desenvolvendo flexibilidade para reconsiderá-las mediante fatos e provas; v comunicação oral e escrita: de suposições, dados e conclusões; v valorização da divulgação dos conhecimentos elaborados na escola para a comunidade; v tomar fatos e dados como tais e utilizá-los na elaboração de suas idéias. ESTRATÉGIAS v projetos; v levantamento do conhecimento do aluno; v busca e troca de informações do objeto de estudo; elaboração de suas idéias e atitudes, contribuindo para o desenvolvimento de autonomia com relação à obtenção do conhecimento; v experiências (coleta de material, experimentação, observação e registros); v registros e exposições de diferentes formas: desenhos, relatórios, cartazes, esquemas, etc. v calendário lunar; v maquetes.
  • 13. AVALIAÇÃO A avaliação deve considerar o desenvolvimento das capacidades dos alunos com relação à aprendizagem de conceitos, de procedimentos e de atitudes. Programação curricular de Ciências para 2007 1º livro Unidade 01 - Nosso Planeta no espaço Unidade 02 – Conhecendo o solo do nosso Planeta Unidade 03 - preparando o solo para o plantio Unidade 04 – Solo e Saúde 2º Livro Unidade 01 – Conhecendo a água do nosso planeta Unidade 02 – Ciclo da água Unidade 03 – Propriedades da água Unidade 04 – Água e saúde 3º Livro Unidade 01 – Conhecendo o ar Unidade 02 – Compreendendo algumas das propriedades do ar Unidade 03 – Propriedades da água Unidade 04 – Água e saúde 4º Livro Unidade 01 – Fontes de energia e sua importância Unidade 03 – Energia elétrica Unidade 03 – Energia solar e eólica Unidade 04 – Tecnologia a serviço da humanidade DISCIPLINA: HISTÓRIA 3ª ANO – ENSINO FUNDAMENTAL OBJETIVOS O aluno deverá ser capaz de: v reconhecer algumas relações sociais, econômicas, políticas e culturais que a sua coletividade estabelece ou estabeleceu com outras localidades, no presente e no passado; v identificar as ascendências e descendências das pessoas que pertencem à sua localidade, quanto à nacionalidade, etnia, língua, religião e costumes, contextualizando seus deslocamentos e confrontos culturais e étnicos, em diversos momentos históricos nacionais;
  • 14. v identificar as relações de poder estabelecidas entre a sua localidade e os demais centros políticos, econômicos e culturais, em diferentes tempos; v utilizar diferentes fontes de informação para leituras críticas, v valorizar as ações coletivas que repercutem na melhoria das condições de vida das localidades. CONTEÚDOS v levantamento de diferenças e semelhanças das ascendências e descendências entre indivíduos que pertencem à localidade, quanto a nacionalidade, etnia, língua, religião e costumes: ° estudo dos familiares dos alunos: origem geográfica das famílias (países, continentes ou outras regiões nacionais), época de deslocamento da família e as trajetórias de deslocamentos, época de chegada na localidade, proximidade temporal com o tempo da chegada, costumes mantidos como tradição (comidas, vestimentas, língua, religião, modalidades de trabalho, festas, tradições, lendas e mitos) especificidades no vocabulário; ° estudo dos costumes de diferentes regiões: identificação de populações locais que possuem descendência diferenciada, suas descendências e costumes específicos. v contextualização dos processos de deslocamento de população para o território nacional: ° momento da chegada e formas de dominação dos portugueses no território nacional; ° identificação da população nativa local (indígenas) seu modo de vida e os confrontos com populações européias; ° formas de deslocamentos de populações africanas para a América, origens dos povos africanos e seu modo de vida, as condições de vida estabelecidas para os africanos no Brasil, locais de fixação, deslocamentos posteriores, em diferentes épocas, no território nacional; ° contextos de deslocamentos de outros grupos de emigrantes (europeus e asiáticos nos séculos XIX e XX), seu modo de vida e sua inserção nas atividades econômicas nacionais. v identificação de deslocamentos populacionais locais, no passado e no presente, as migrações regionais e nacionais: v identificação das origens das populações nacionais que compõem a população local, estudo dos conceitos históricos de fixação no local e suas motivações; ° identificação das razões de deslocamentos populacionais para outras regiões do país ou para o exterior; ° identificação das áreas para onde as populações se deslocaram num possível regresso ao seu lugar de origem, seus contextos históricos, especificidades de costumes que permanecem ou que se transformam nos deslocamentos. v organização e lutas de grupos sociais e étnicos; v levantamento de diferenças e semelhanças entre grupos étnicos e sociais, que lutam e lutaram no passado por causas políticas, sociais, culturais, étnicas ou econômicas: ° movimentos de âmbito local: trajetória do movimento, lutas travadas, conquistas e perdas, relações mantidas com grupos nacionais ou de outras regiões, meios de divulgação de idéias, pessoas e grupos envolvidos, idéias de luta (movimentos ambientalistas, feministas, de idosos, indígenas, classes sociais, liberdade de expressão, direitos humanos, organização religiosa, negros, sem-terra, construção de moradias, saneamento básico, em prol da saúde ou da educação. v organizações Políticas e Administrações Urbanas; v identificação de diferentes tipos de organizações urbanas, destacando suas funções e origens. ° cidades que nasceram com função administrativa, religiosa, comercial ou de paragem, de diferentes lugares do mundo e de épocas históricas; ° estudos de organizações e distribuições dos espaços urbanos e rurais, sistema de defesa, de abastecimento de alimento, de fornecimento de água e escoamento de esgoto, sistema de comunicação, as relações comerciais, as atividades econômicas e administrativas, as vivências cotidianas da população em diferentes épocas, medições do tempo.
  • 15. v caracterização do espaço urbano local e suas relações com outras localidade urbanas e rurais. ° crescimento urbano, atividades urbanas exercidas pela população e suas relações ou não com a vida rural, relações comerciais praticadas com outras localidades, atividades econômicas, processos de industrialização (interna e externa), organização administrativa, desenvolvimentos do atendimento de serviços nos seus diferentes espaços, (esgoto, água, escolas, hospitais), ritmos diferenciados de tempo na organização das rotinas diárias. v organização histórica e temporal; v construção de sínteses históricas, tomando-se as relações entre momentos significativos da história local e os da história regional e nacional. ° estudos de calendários e medições de tempo que possibilitem localizar acontecimentos de curta, média e longa duração, (anos, décadas, séculos); ° construção de síntese cronológica, incluindo e relacionando acontecimentos da história local, regional, nacional e mundial; ° construção de linhas do tempo, relacionando história local com a regional. ESTRATÉGIAS O professor desenvolverá os conteúdos procurando integrá-los a todas as áreas de ensino, sistematizando e aprofundando os conceitos produzidos pelos alunos no decorrer do aprendizado. Serão utilizados os seguintes recursos: v busca de informações em diferentes tipos de fontes (entrevistas, pesquisa bibliográfica, imagens, etc.); v análise de documentos de diferentes naturezas (comparações entre o antigo e atual e suas transformações); v troca de informações sobre objetos de estudo; v comparação de informações e perspectivas diferentes sobre o mesmo conteúdo, fato ou tema histórico; v formulação de hipóteses e questões a respeito dos temas estudados; v registro e exposição de diferentes formas: textos, livros, fotos, vídeos, exposições, mapas, etc.; v cálculo e uso de diferentes medidas do tempo; v estudo, comparação e análise de calendários; v criação de atividades de pesquisa, conversa com especialistas, visitas prévias em diferentes locais; v conhecimento e uso de diferentes medidas de tempo; v visitas à: museus, bibliotecas, centros especializados. Obs.: É fundamental destacar a importância de o professor não realizar comparações que depreciem qualquer cultura, orientando seus alunos também nesse sentido. AVALIAÇÃO A avaliação será contínua e deverá contribuir para o aperfeiçoamento da aprendizagem individual ou coletiva dos alunos, dando-lhes oportunidade de ampliar os seus conhecimentos. Será feita para soma à possíveis dificuldades que surgirem, utilizando-se de novas técnicas e estratégias.
  • 16. As atividades serão planejadas, executadas, avaliadas e registradas periodicamente, sendo usado diversos tipos de instrumentos de avaliação para que o aluno se expresse de formas diferentes. Programação curricular de História para 2007 1º Livro Unidade 01 - índios: os primeiros habitantes das terras brasileiras Unidade 02 - O que os portugueses vieram fazer no Brasil. Unidade 03 - Portugueses e indígenas: diferenças culturais Unidade 04 - Influência indígena na cultura brasileira 2ª Livro Unidade 01 - Europa no século XV: as necessidades dos espanhóis e portugueses Unidade 02 - Encontrando um novo mundo Unidade 03 - Antes da colonização: extrativismo de pau-brasil Unidade 04 - Colonizar e povoar: divisão do território brasileiro 3º Livro Unidade 01 - Funcionamento dos engenhos e divisão social Unidade 02 - Trabalho escravo Unidade 03 - Cotidiano dos escravos e resistência negra Unidade 04 - Influência dos negros na cultura brasileira 4º Livro Unidade 01 - Riqueza dourada Unidade 02 - Sociedade mineradora Unidade 03 - Produção cultural nas Minas Gerais Unidade 04 - Idéias anti coloniais e movimento separatista
  • 17. DISCIPLINA: GEOGRAFIA 3ª ANO – ENSINO FUNDAMENTAL OBJETIVOS v reconhecer e comparar o papel da sociedade e da natureza na construção de diferentes paisagens urbanas e rurais brasileiras; v reconhecer semelhanças e diferenças entre os modos de vida das cidades e do campo, relativas ao trabalho, às construções e moradias, aos hábitos cotidianos, às expressões de lazer e de cultura; v reconhecer, no lugar , no qual se encontram inseridos, as relações existentes entre o mundo urbano e o mundo rural, bem como as relações que sua coletividade estabelece com coletividades de outros lugares e regiões, focando tanto o presente como o passado; v conhecer e compreender algumas das conseqüências das transformações da natureza causadas pelas ações humanas, presentes na paisagem local e em paisagens urbanas e rurais; v reconhecer o papel das tecnologias, da informação, da comunicação e dos transportes na configuração de paisagens urbanas e rurais e na estruturação da vida em sociedade; v utilizar os procedimentos básicos de observação, descrição, registro, comparação, análise e síntese na coleta de tratamento da informação, seja mediante fontes escritas ou imagéticas; v utilizar a linguagem cartográfica para representar e interpretar informações em linguagem cartográfica, observando a necessidade de indicações de direção, distância, orientação e proporção para garantir a legibilidade da informação; v valorizar o uso refletido da técnica e da tecnologia em prol da preservação e conservação do meio ambiente e da manutenção da qualidade de vida; v adotar uma atitude responsável em relação ao meio ambiente, reivindicando, quando possível, o direito de todos a uma vida plena num ambiente preservado e saudável; v conhecer e valorizar os modos de vida de diferentes grupos sociais, como se relacionam e constituem o espaço e a paisagem no qual se encontram inseridos. CONTEÚDOS v identificação de processos de organização e construção de paisagens urbanas e rurais ao longo do tempo;
  • 18. v caracterização e comparação entre as paisagens urbanas e rurais de diferentes regiões do Brasil, considerando os aspectos da espacialização e especialização do trabalho, a interdependência entre as cidades e o campo, os elementos biofísicos da natureza, os limites e as possibilidades dos recursos naturais; v comparação entre o uso das técnicas e tecnologias por meio do trabalho humano nas cidades e no campo, envolvendo modos de vida de diferentes grupos sociais, aproximando-se do debate entre o moderno e o tradicional; v reconhecimento do papel da informação e da comunicação nas dinâmicas existentes entre as cidades e o campo; v compreensão das funções que o transporte assume nas relações entre as cidades e o campo, observando seu papel na interdependência que existe entre ambos; v comparação entre os diferentes meios de transporte presentes no lugar onde se vive, suas implicações na organização da vida em sociedade e nas transformações da natureza; v levantamento, seleção e organização de informações a partir de fontes variadas, como fotografias, mapas, notícias de jornal, filmes, entrevistas, obras literárias, músicas, etc.; v representação em linguagem cartográfica das características das paisagens estudadas por meio da confecção de diferentes tipos de mapas, observando a necessidade de indicar a direção, a distância, a proporção para garantir a legibilidade das informações; v leitura e compreensão das informações expressas em linguagem cartográfica e em outras formas de representação do espaço, como fotografias aéreas, plantas maquetes, entre outras; v organização de pesquisas e representação dos conhecimentos adquiridos em obras individuais ou coletivas: textos, exposições, desenhos, dramatizações, seminários, etc.; v valorização do uso refletido da técnica e da tecnologia em prol da reabilitação e conservação do meio ambiente e da manutenção da qualidade de vida; v respeito e tolerância por modos de vida e valores de outras coletividades distantes no tempo e no espaço. ESTRATÉGIAS v projetos; v levantamento do conhecimento do aluno; v busca e troca de informações a respeito do material colhido pelo professor e alunos registrando as diferentes perspectivas sobre o mesmo assunto; v pesquisa a campo; v análise de documentos de diferentes naturezas (comparações entre o antigo e atual e suas transformações); v produção de mapas ou roteiros simples, considerando características da linguagem cartográfica – como as relações de distância e direção, podendo utilizar legendas, gráficos s tabelas; v registros e exposições de diferentes formas: desenhos, resenhas, maquetes, mapas, cartazes, etc. AVALIAÇÃO A avaliação será contínua, devendo ser de acordo com os objetivos e conteúdos valorizando a realidade do aluno, trazendo-a e explorando-a em sala de aula. Quanto ao educador, este deverá reavaliar sua prática constantemente. Programação curricular de Geografia para 2007 1º Livro Os Estados – espaço geográfico 2º Livro
  • 19. Condições Naturais 3º Livro Atividades econômicas 4º Livro Gerenciamento dos estados – administrações públicas DISCIPLINA: ARTE 3ª ANO – ENSINO FUNDAMENTAL OBJETIVOS No transcorrer do ensino fundamental o aluno poderá desenvolver sua competência estética e artística nas diversas modalidades da área de Arte(Artes visuais, dança, música, teatro), tanto para produzir trabalhos pessoais e grupais quanto para que possa, progressivamente, apreciar, desfrutar, valorizar e julgar os bens artísticos de distintos povos e culturas produzidos ao longo da história e na contemporaneidade. Nesse sentido, o ensino de Arte deverá organiza-se de modo que, ao final do ensino fundamental, os alunos sejam capazes de: v expressar e saber comunicar-se em artes mantendo uma atitude de busca pessoal e/ou coletiva, articulando a percepção, a imaginação, a emoção, a sensibilidade e a reflexão ao realizar e fruir produções artísticas; v interagir com materiais, instrumentos e procedimentos variados em artes (Artes visuais, dança, música, teatro), experimentando-os e conhecendo-os de modo a utilizá-los nos trabalhos pessoais; v edificar uma relação de autoconfiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, respeitando a própria produção e a dos colegas, no percurso de criação que abriga uma multiplicidade de procedimentos e soluções; v compreender e saber identificar a arte como fato histórico contextualizado nas diversas culturas, conhecendo, respeitando e podendo observar as produções presentes no entorno, assim como as demais do patrimônio cultural e do universo natural, identificando a existência de diferenças nos padrões artísticos e estéticos; v observar as relações entre o homem e a realidade com interesse e curiosidade, exercitando a discussão, indagando, argumentando e apreciando arte de modo sensível; v compreender e saber identificar aspectos da função e dos resultados do trabalho do artista, reconhecendo, em sua própria experiência de aprendiz, aspectos do processo percorrido pelo artista; v buscar e saber organizar informações sobre a arte em contato com artistas, documentos, acervos nos espaços da escola e fora dela (livros, revistas, jornais, ilustrações, dispositivos, vídeos, discos, cartazes e acervos públicos (museus, galerias, centros de cultura, bibliotecas, fonotecas, videotecas, cinematecas), reconhecendo e compreendendo a variedade dos produtos artísticos e concepções presentes na história das diferentes culturas e etnias. CONTEÚDOS O conjunto de conteúdos está articulado dentro do contexto de ensino e aprendizagem em 3 eixos norteadores: a produção, a fruição e a reflexão. ° a produção refere-se ao fazer artístico e ao conjunto de questões a ele relacionadas, no âmbito do fazer do aluno e dos produtores sociais de arte. ° a fruição refere-se à apreciação significativa de arte e do universo a ele relacionado. Tal ação contempla a fruição da produção dos alunos e da produção histórico-social, em sua diversidade. ° a reflexão refere-se à construção de conhecimento sobre o trabalho artístico pessoal, dos colegas e sobre a arte como produto da história e da multiplicidade das culturas humanas, com ênfase na formação cultivada do cidadão.
  • 20. Os conteúdos gerais de Arte estão propostos para serem trabalhados de primeira a oitava Anos, seguindo os critérios para seleção e ordenação dos conteúdos circunscritos neste documento. Assim, os conteúdos são: v a arte como expressão e comunicação dos indivíduos; v elementos básicos de formas artísticas, modos de articulações formais, técnicas, materiais e procedimentos na criação em arte; v produtores em arte: vidas, épocas e produtos em conexões; v diversidade das formas de arte e concepções estéticas da cultura regional, nacional e internacional: produções, reproduções e suas histórias; v a arte na sociedade, considerando os produtores em arte, as produções e suas formas de documentação, preservação e divulgação em diferentes culturas e momentos históricos. Expressão e Comunicação na Prática dos Alunos em Artes Visuais (esporádico) v as artes visuais no fazer dos alunos: desenho, colagem, escultura, gravura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, histórias em quadrinhos, produções informatizadas. v criação e construção de formas plásticas e visuais em espaço diversos (bidimensional e tridimensional); v observação e análise das formas que produz e do processo pessoal nas suas correlações com as produções dos colegas; v consideração dos elementos básicos da linguagem visual em suas articulações nas imagens produzidas (relações entre ponto, linha, plano, cor, textura, forma, volume, luz, ritmo, movimento, equilíbrio); v reconhecimento e utilização dos elementos da linguagem visual representando, expressando e comunicando por imagens:desenho, pintura, gravura, modelagem, escultura, colagem, construção, fotografia, cinema, vídeo, televisão, informática, eletrografia. v contato e reconhecimento das propriedades expressivas e construtivas dos materiais, suportes, instrumentos, procedimentos e técnicas na produção de formas visuais; v experimentação, utilização e pesquisa de materiais e técnicas artísticas (pincéis, lápis, giz de cera, papéis, tintas argila, goivas) e outros meios (máquinas fotográficas, vídeos, aparelhos de computação e de reprografia); v seleção e tomada de decisões com relação a materiais, técnicas, instrumentos na construção das formas visíveis; v convivência com produções visuais (originais e reproduzidas) e suas concepções estéticas nas diferentes culturas (regional, nacional e internacional); v identificação dos significados expressivos e comunicativos das formas visuais; v contato sensível, reconhecimento e análise de formas visuais presentes na natureza e nas diversas culturas; v reconhecimento e experimentação de leitura dos elementos básicos da linguagem visual, em suas articulações nas imagens apresentadas pelas diferentes culturas (relação entre ponto, linha, plano, cor, textura, forma, volume, luz, ritmo, movimento, equilíbrio); v contato sensível, reconhecimento, observação e experimentação de leitura das formas visuais em diversos meios de comunicação da imagem: fotografia, cartaz, televisão, vídeo, histórias em quadrinhos, telas de computador, publicações, publicidade, desenho industrial, desenho animado. v identificação e reconhecimento de algumas técnicas e procedimentos artísticos presentes nas obras visuais; v fala, escrita e outros registros (gráfico, audiográfico) sobre as questões trabalhadas na apreciação de imagens; v observação, estudo e compreensão de diferentes obras de artes visuais, artísticas e movimentos artísticos produzidos em diversas culturas (regional, nacional e internacional) e em diferentes tempos da história; v reconhecimento da importância das artes visuais na sociedade e na vida dos indivíduos, v identificação de produtores em artes visuais como agentes sociais de diferentes épocas e culturas: aspectos das vidas e alguns produtos artísticos; v pesquisa e freqüência junto das fontes vivas (artistas) e obras para reconhecimentos e reflexão sobre a arte presente no entorno; v contato freqüente, leitura e discussão de textos simples, imagens e informações orais sobre artistas, suas biografias e suas produções; v reconhecimento e valorização social da organização de sistemas para documentação, preservação e divulgação de bens culturais; v elaboração de registros pessoais para sistematização e assimilação das experiências com formas visuais, informantes, narrador e fontes de informação.
  • 21. Dança (freqüente) v reconhecimento dos diferentes tecidos que constituem o corpo: pele, músculos e ossos e suas funções (proteção, movimento e estrutura); v observação e análise das características corporais individuais: a forma, o volume e o peso; v experimentação e pesquisa das diversas formas de locomoção, deslocamento e orientação no espaço (caminhos, locomoção, deslocamento e orientação no espaço (caminhos, direções e planos); v experimentação na movimentação considerando as mudanças de velocidade, de tempo, de ritmos e o desenho do corpo no espaço; v observação e experimentação das relações entre peso corporal e equilíbrio; v seleção e organização de movimentos para a criação de pequenas coreografias; v reconhecimento e desenvolvimento da expressão em dança; v improvisação e criação de seqüência de movimento como os outros alunos; v reconhecimento e exploração de espaço em duplas ou outros tipos de formação em grupos; v integração e comunicação com os outros por meio dos gestos e dos movimentos; v criação de movimentos em duplas ou grupos opondo qualidades de movimentos (leve e pesado, rápido e lento, diretor e sinuoso, alto e baixo); v reconhecimento e distinção das diversas modalidades de movimento nos vários estilos de dança; v pesquisa e freqüência junto dos grupos de dança, manifestações culturais e espetáculos em geral. Música (esporádico) v interpretações de músicas existentes vivenciando um processo de expressão individual ou grupal, dentro e fora da escola; v experimentação e criação de técnicas relativas à interpretação à improvisação e à composição; v experimentação, seleção e utilização de instrumentos, materiais sonoros, equipamentos e tecnologias disponíveis em arranjos, composições e improvisações; v observação e análise das estratégias pessoais e dos colegas em atividades de produção; v seleção e tomada de decisões, em produções individuais e/ou grupais, com relação às idéias musicais, letra, técnicas, sonoridades, texturas, dinâmicas, forma, etc.; v utilização e criação de letras de canções, parlendas, raps, etc.; v brincadeiras, jogos, danças, atividades diversas de movimento e suas articulações com os elementos da linguagem oral; v identificação de instrumentos e materiais sonoros associados a idéias musicais de arranjos e composições; v percepção das conexões entre as notações e a linguagem musical; v discussão da adequação na utilização da linguagem musical em suas combinações com outras linguagens na apreciação de canções, trilhas sonoras, jingles, músicas para dança, etc.; v músicos como agentes sociais: vidas, épocas e produções; v a música e sua importância na sociedade e na vida dos indivíduos; v os sons ambientais, naturais e outros, de diferentes épocas e lugares e sua influência na música e na vida das pessoas. Teatro (esporádico) v participação e desenvolvimento nos jogos de atenção, observação, improvisação, etc.; v experimentação e articulação entre as expressões corporal, plástica e sonora; v experimentação na improvisação a partir do estabelecimento de regras para os jogos; v pesquisa, elaboração e utilização de máscaras, bonecos e de outros modos de apresentação teatral; v exploração das competências corporais e de criação dramática; v reconhecimento e integração com os colegas na elaboração de cenas e na improvisação teatral; v reconhecimento e exploração do espaço de encenação com os outros participantes do jogo teatral; v observação, apreciação e análise dos trabalhos em teatro realizados pelos outros grupos; v criação de textos e encenação com o grupo; v reconhecimento e compreensão das propriedades comunicativas e expressivas das diferentes formas dramatizadas (teatro em palco e em outros espaços, teatro de bonecos, manifestações, populares dramatizadas, etc.; v pesquisa e leitura de textos dramáticos e de fatos da história do teatro; v pesquisa e frequência às fontes de informação, documentação e comunicação presentes em sua região (livros, revistas, vídeos, filmes, fotografias ou qualquer outro tipo de registro em teatro)
  • 22. ESTRATÉGIAS v projetos; v oficinas; v busca de elementos disponíveis da realidade: conchas, pedras, sementes, etc.; v artesanato: argila, dobradura, fantoches, massa de modelar, gesso, etc.. v pesquisa e freqüência às fontes de informações, comunicação presente em sua comunidade; v vídeos. AVALIAÇÃO Será feita através da realização de atividades, levando-se em conta aspectos criativos e artísticos. Como o aluno interage com os outros e quais são as suas dificuldades e facilidades. A interação dos alunos, suas facilidade e dificuldades. No transcorrer das quatro Anos do ensino fundamental, espera-se que os alunos, progressivamente, adquiram competências de sensibilidade e de cognição em Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, perante a sua produção de arte e o contato com o patrimônio artístico, exercitando sua cidadania cultural com qualidade. A avaliação precisa ser realizada com base nos conteúdos, objetivos e orientação do projeto educativo em Arte e tem três momentos para sua concretização. ° A avaliação pode diagnosticar o nível de conhecimento dos alunos. Nesse caso costuma ser previa a uma atividade; ° A avaliação pode ser realizada durante a própria situação de aprendizagem, quando o professor identifica como o aluno interage com os conteúdos; ° A avaliação pode ser realizada no término de um conjunto de atividades que compõem uma unidade didática para analisar como a aprendizagem ocorreu Programação curricular de Artes para 2007 1º Livro Unidade 01 - Tecidos •Elementos visuais: texturas •Tecelagem •Tecidos antigos •Estampas •Representando tecidos •Figurino Unidade 02 - Ópera •A ópera Romeu e Julieta • Sons graves e agudos .• Classificação das vozes na ópera •Ária de uma ópera • Orquestra Montagem de uma ópera 2º Livro Unidade 01 - Renascimento na Arte
  • 23. • Instrumentos musicais e danças do Renascimento Alaúde Ga//iard ou galharda Pavana Rabeca • Características da pintura renascentista Fabricando tintas Têmpera Tinta a óleo Jan van Eyck Uso da perspectiva Paolo Uccello Uso de luz e sombra • Escultura renascentista Donatello Fazendo esculturas em argila Escultura com vela ou sabonete '.~", • Grandes artistas do Renascimento Leonardo da Vinci Michelangelo Unidade 02 - Música no Renascimento •Imprensa musical • Música vocal na Renascença Coro •Música coral da Renascença •Voz 3º Livro Unidade 01 - História em quadrinhos •Composição plástica: história em quadrinhos •Balões •Representando personagens de histórias em quadrinhos •Publicações • Onomatopéias Música onomatopéica Compondo com onomatopéias • Outros recursos gráficos Unidade 02 - História da história em quadrinhos • Quadrinhos no Brasil Quadrinhos para adultos História em circulinhos Publicando suas histórias • Ficção científica Flash Gordon • Cores primárias e secundárias Cores chapadas Tonalidades • Seqüência de ações Seqüência e repetição Transe
  • 24. 4º Livro Unidade 01 - Formas repetidas •Incrustação • Usos da repetição de formas Arte indígena Formas repetidas no dia-a-dia • Reprodução de formas Carimbo Confecção de carimbos com elementos da Natureza Confecção de carimbos com barbantes Confecção de carimbos com objetos Carimbos feitos com batata • Gravura Fazendo gravura em isopor Estêncil - serigrafia Gustav Klimt Repetição de formas na arquitetura Unidade 02 - Ações repetidas • Ritmo Pulsação •Marcha • Valsa Johann Strauss Andamento Andamento e grafia musical •Eco rítmico •O tempo no movimento •O ritmo do personagem LEGENDA: 1º TRIMESTRE 2º TRIMESTRE 3º TRIMESTRE