A Reencarnação

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Temos aqui alguns detalhes sobre a reencarnação... Novos olhares e um novo contexto sobre o tema que muitos ainda não conhecem. Vale a pena conferir!!

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    1. 1. “VOZES DE UMA SOMBRA” - trechos
    2. 2. ASPECTOS DE ABORDAGEM  Lei universal  Consequências filosóficas  Variedade entre planetas  Mecanismos reencarnatórios  Estudos históricos e culturais  Referências nas escrituras  Impactos psicológicos e evolutivos
    3. 3. REENCARNAÇÃO Parte 1/2 (abstração por trás do fenômeno) Parte 2/2 (as experiências no novo corpo)
    4. 4. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Introdução • Alguns passos na evolução • Deus • Monismo  Utilidade pontual • Educação segura • Choque de sensibilidade
    5. 5. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Introdução A reencarnação em visão mais ampla, para depois particularizarmos para nossas experiências. • Alguns passos na evolução (deste planeta...)  Os infinitos estágios anteriores desconhecidos;  Os minérios cristalinos – ensaiando a manutenção de uma forma estável;  As experimentações nos Reinos de base – em formas “unicelulares” ou pluricelulares, “autotróficas” ou heterotróficas, “isoladas” ou em colônias;  Os vários caminhos pelos Reinos Vegetal e Animal – ascensão do psiquismo;  A consciência racional e moral, individual e coletiva;  Os Reinos angelicais – de Espíritos cosmificados em um pequeno universo;  E os infinitos estágios além da Consciência Crística.
    6. 6. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Introdução • Deus - (Estreita visão do Aspecto Mecânico de Deus) Há uma Lei de transformação, de progressão, um mesmo Mecanismo, completo e imutável, que está no íntimo de tudo, que estimula e rege a evolução dos Seres nos Universos. Compreender Deus é finalidade e impulso da existência e transformação dos Seres. Em cada nível, assimilar parte desta Lei e manifestar essa compreensão, é a realização do Ser naquele estágio e o condicionamento interno para mais amplas experiências.
    7. 7. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Introdução • Deus - (Estreita visão do Aspecto Mecânico de Deus) As substâncias não compõem Deus, pois se modificam e evoluem. O Princípio por trás das transformações, todavia, é atemporal, completo, único. Essa Lei, existente no âmago de cada “individualização” da Substância, contém sempre as diretrizes de expansão de todas as fases, por quais passaram e passarão as “partes”, cada qual em seu ritmo e estágio. Seja no arcanjo ou no átomo, a Lei está completa e é a mesma, diferindo o nível de assimilação e manifestação consciente dessa Lei. O mesmo para estágios aquém da Matéria ou além do Espírito Puro. Essa compreensão ou assimilação de Deus se dá em forma de diferenciações, propriedades, automatismos, instintos, lucidez, orientações a estágios anteriores, etc., dependendo do nível de consciência em que se encontre o Ser.
    8. 8.  Introdução • Monismo Mesma Origem. Mesma Lei. Matéria, Energia e Consciência são alguns dos estados da Substância que, nas mais diversas apresentações e dimensões, compõe o Todo Cósmico. Diferentes graus de evolução. Progressão infinita. Realidade Única – a lei por trás do devenir. γ = matéria, ação, forma. β = energia, movimento, vontade. α = espírito, pensamento, lei. +x = superconsciência; além do espaço-tempo; visão direta do absoluto. Cristos. Fases de evolução (expansão, diferenciação, experimentação) e involução (reorganização, estabilização, interiorização) Linha maior do fenômeno mostra a progressão final. NECESSIDADE DO FENÔMENO A Grande Síntese – capítulo 22
    9. 9. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Introdução • Monismo - (capítulo XXXIII - EMMANUEL) “Será licito considerar-se espírito e matéria como dois estados alotrópicos de um só elemento primordial, de maneira a obter-se a conciliação das duas escolas perpetuamente em luta, dualista e monista, chegando-se a uma concepção unitária do Universo? É licito considerar-se espírito e matéria como estados diversos de uma essência imutável, chegando-se dessa forma a estabelecer a unidade substancial do Universo. Dentro, porém, desse monismo físico-psíquico, perfeitamente conciliável com a doutrina dualista, faz-se preciso considerar a matéria como o estado negativo e o espírito como o estado positivo dessa substância. O ponto de integração dos dois elementos estreitamente unidos em todos os planos do nosso relativo conhecimento, ainda não o encontramos. (...).”
    10. 10. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Introdução • Monismo - (capítulo 27 - A GRANDE SÍNTESE) “lei das unidades coletivas – cada individualidade é composta de individualidades menores, que são agregados de individualidades ainda menores, até e o infinito negativo; por sua vez, é elemento constitutivo de individualidades maiores, as quais são de outras ainda maiores, até o infinito positivo”. (...) “Isto do átomo à molécula, ao cristal, à célula, à planta, ao animal, a seu instinto, ao homem, à sua consciência, individual e coletiva, à sua intuição, à raça, à humanidade, ao planeta, ao sistema solar, aos sistemas estelares, aos sistemas de universos, antes e além desses elementos de vosso concebível, antes e além das fases γ, β, α. Eis a que processo de íntima auto-elaboração deve a evolução. Nenhuma força age nem intervém do exterior, mas tudo existe no fenômeno e tudo caminha por síntese progressiva.”
    11. 11. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Utilidade pontual • Educação segura A Substância, “individualizada” do Todo, tendo atravessado diversas fases de manifestação e consciência, é sempre parte da Harmonia Cósmica, cidadã coletiva e sempre esteve e estará em íntima ligação com outras consciências, de estágios superiores e inferiores, em planos diversos. Assim, fica um tanto vago questionar sobre a necessidade pontual da reencarnação (“astral-física”), que aparece como aspecto natural de “involução” e inter-relação. Todavia, para a Consciência no estado de Espírito, já com várias faculdades em conquista, dois pontos destacam-se sobre essas experiências reencarnatórias:
    12. 12. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Utilidade pontual • Educação segura 1. escoar as deformidades ou fixações criadas na mente para a matéria densa, acelerando o processo de mudança, enquanto interioriza os hábitos exteriores, naturalmente adquiridos no plano das formas; 2. restringir a atuação do Espírito, de sua grandiosa potência, revestindo-o de corpos, tanto mais densos quanto necessário, para que possa limitar e trabalhar suas possibilidades e faculdades, com maior foco, sem gerar grandes danos a outros menos experientes. A reencarnação freia a potência do Espírito para que ele a eduque, por partes, conscientemente e dentro do ritmo e da Ordem do Universo e exerça sua colaboração na Harmonia Divina.
    13. 13. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Utilidade pontual • Choque de sensibilidade o indiferentes, apáticos - desperta novos interesses, por necessidade ou simpatia às diversas atividades que os rodearão. o juízes das sombras - Criam um casulo de insensibilidade moral- emocional, que é fragilizado no processo reencarnatório. Retornam, muitas vezes, próximos a antigos laços afetivos. o Espíritos sentimentalmente ilhados - Fuga da reencarnação, da socialização ou da eternidade. Contato ininterrupto num meio heterogêneo. o monoideístas - Fixação hipnótica, depressiva, culposa ou vingativa. O torpor dos primeiros anos reencarnados quebra o ciclo, permitindo novos impulsos.
    14. 14. NECESSIDADE DO FENÔMENO  Choque de sensibilidade • monoideístas – em um estágio anterior (capítulo XII - EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS) “Sentindo-se em clima adverso ao seu modo de ser, o homem primitivo, desenfaixado do envoltório físico, recusa-se ao movimento na esfera extrafísica, submergindo-se lentamente, na atrofia das células que lhe tecem o corpo espiritual, por monoideísmo auto-hipnotizante, provocado pelo pensamento fixo-depressivo que lhe define o anseio de retorno ao abrigo fisiológico.” “(...) lembra as bactérias que se transformam em esporos quando as condições de meio se lhes apresentam inadequadas, tornando-se imóveis e resistindo admiravelmente ao frio e ao calor, durante anos, para regressarem ao ciclo de evolução que lhes é peculiar, tão logo se identifiquem, de novo, em ambiente propício.”
    15. 15. REENCARNAÇÃO Parte 1/2 (abstração por trás do fenômeno) Parte 2/2 (as experiências no novo corpo)
    16. 16. EXPERIÊNCIAS REENCARNATÓRIAS  A reencarnação se completa aos poucos • As infâncias • Experiências necessárias • Ajustes do aparelho  Trajetória do Espírito na matéria • Influencia dos tutores • Volta dos hábitos • Muitos os caminhos  Primeiro despertar
    17. 17.  As infâncias • Fisiológica o Encerra com a maturação orgânica. Semelhante para a maioria. o Ao final da adolescência os limites biológicos (sensoriais, estruturais, nêuricos, hormonais, etc.) estão expandidos e o processo de desenvolvimento do corpo e de manifestação do Espírito continuará com participação mais consciente deste. • Consciencial o Encerra quando há entendimento de eternidade coletiva. Trabalhar pelo progresso, individual e coletivo. Independe da idade, do intelecto ou da acepção da imortalidade. o Vivência interior. Maturidade manifestada nas atitudes cotidianas. Transcende o racional. Supera a expectação de resultados imediatos. O Consolador - 220ª “(...) O que crê, apenas admite; mas o que se ilumina vibra e sente”. A REENCARNAÇÃO SE COMPLETA AOS POUCOS
    18. 18.  Experiências necessárias • Imantação fluídica durante a gestação o Troca intensa, compulsória, de energias e sensações. Um torpor limita as faculdades e manifestações do Espírito. • Dependência física na primeira infância o Etapa restritiva e de assimilação - comportamentos, expressões, rotina. o Ajuste mecânico e operacional  funcionalidade básica dos órgãos  sensibilidade e precisão motora A REENCARNAÇÃO SE COMPLETA AOS POUCOS
    19. 19. A REENCARNAÇÃO SE COMPLETA AOS POUCOS  Experiências necessárias • Adolescência – exemplificação comportamental o Educação dos impulsos que afloram – agressividade, vitimação, dependência, isolamento, criatividade, lascívia, fuga, etc. o Fixação dos exemplos que ressoem na personalidade. o Ajuste fluídico – energético  moldando as energias produzidas pelo corpo  histórico espiritual • Expansão dos laços na fase adulta o Ampliando as relações e as expressões de si. “Ambiente desconhecido”. Construção da família social. o Ajuste sensitivo – emocional  mais lento – menor limitação, manifestações mais complexas  independência psicológica (?...)
    20. 20. “(...) persuadi-vos de que um Espírito pacífico, ainda que num corpo bilioso, será sempre pacífico, e que um Espírito violento, mesmo num corpo linfático, não será brando; somente a violência tomará outro caráter. Não dispondo de um organismo próprio a lhe secundar a violência, a cólera tornar-se-á concentrada, enquanto no outro caso será expansiva. O corpo não dá cólera àquele que não a tem, como não dá os outros vícios; todas as virtudes e todos os vícios são inerentes ao Espírito (...)” (Hahnemann – E.S.E. – capítullo IX, item 10)  Ajustes do aparelho • Diferenciar as tendências próprias das do corpo - Então por que já não nascemos num corpo adaptado ao nosso proceder? TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA
    21. 21.  Ajustes do aparelho • Diferenciar as tendências próprias das do corpo • “Herança” psíquica e genética • medos ou inseguranças - rotineiras e injustificáveis (sem desencadeadores) • Apegos • Ideais • O caso de Francisco • Consolidar a vontade disciplinada - Essa divergência aparente nos faculta disciplinar mais nossa Vontade, quando temos de contrapô-la aos impulsos do corpo. Reforça- nos um modo de agir para, aos poucos e pela repetição, sedimentarmos no Espírito uma Virtude. TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA
    22. 22.  Ajustes do aparelho • Consolidar a vontade disciplinada “Levantem-se, oh Leões, e abandonem a ilusão de que são ovelhas; vocês são almas imortais, espíritos livres, abençoados e eternos; vós não sois a matéria, vós não sois corpos; a matéria é sua serva, e não vocês, os servos da matéria”. – Swami Vivekananda “Os homens de vontades poderosas que o mundo tem visto foram todos tremendos trabalhadores – almas gigantes, com vontades fortes o suficiente para revolucionar o mundo, vontades que eles conquistaram por esforço persistente, através de eras e eras. Tais vontade como as de um Buda ou de um Jesus não podem ser obtidas em uma vida (...)”. – Swami Vivekananda TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA
    23. 23. TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA  Influência dos tutores  Volta dos hábitos  Muitos os caminhos
    24. 24.  Influência dos tutores • Liberdade responsável • psicológica • de costumes e tradições • de objetivos e trabalhos • de laços consanguíneos Quebrar a imposição ideológica e emocional, natural no processo familiar, para acessar e exteriorizar as próprias ideias, reduzindo os conflitos que surgem dessa supressão. Para a manifestação do Espírito reencarnante, e posterior auto-educação, é preciso que este conheça-se, analisando suas tendências, opiniões, dificuldades, medos, bem como suas satisfações, objetivos e processo educativo (reencarnatório). TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA
    25. 25.  Volta dos hábitos • Em parte e gradualmente • Intensificado por: • locais; • pessoas; • assuntos; • lembranças. • Gostos estranhos à educação exterior recebida. TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA
    26. 26.  Muitos os caminhos – “tropeços” • Apressam – sem maturidade; o Pressa para mudança; o Colecionam surtos e sustos; o Evitam o tempo livre. • Adiam – justificativas “racionais” o Estabilidade material/familiar o Mais tempo e maior dedicação. • Orientam sem experiência. o Insucessos particulares. o É mais “fácil” modificar os outros. TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA
    27. 27.  Muitos os caminhos • Há o tempo e o método adequado para cada um TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA Livro - O Consolador (Emmanuel / Chico Xavier) “223ª – Há tempo determinado na vida do homem terrestre para que se possa ele entregar, com mais probabilidades de êxito, ao trabalho de iluminação? A existência na Terra é um aprendizado excelente e constante. Não há idades para o serviço de iluminação espiritual. Os pais têm o dever de orientar as crianças, desde os seus primeiros passos, no capítulo das noções evangélicas, e a velhice não tem o direito de alegar o cansaço orgânico em face desses estudos de sua necessidade própria.”
    28. 28.  Muitos os caminhos • Há o tempo e o método adequado para cada um o Meditação – Autodescobrimento o Devoção – Fé o Empatia – Caridade o várias chances na mesma encarnação; o incentivar a felicidade x incentivar o método; o desejar o bem e o aprendizado x desejar a proximidade e reciprocidade; o respeitar a liberdade, a distancia e o caminho de cada um. TRAJETÓRIA DO ESPÍRITO NA MATÉRIA
    29. 29. PRIMEIRO DESPERTAR  Ansiar o dever  Identidade x Personalidade  Atividade comum x Ritmo comum  Trabalho progressistas
    30. 30.  Ansiar o dever O Espírito acorda os seus próprios anseios encontrando seu encaixe na engrenagem cósmica. Percebe as áreas de atuação que lhe são simpáticas, onde terá algo útil de si para oferecer e também estará em sintonia para aprofundar o que já tenha aprendido. Sobrepõe sua Vontade às tendências limitadas do organismo físico e da mentalidade social do meio em que está inserido, vertendo do próprio esforço os espaços para mudança e os exemplos renovadores. Quando sente a necessidade de servir, de doar de si, seja em que área for, o Espírito está despertando para o equilíbrio dinâmico das evoluções individuais e coletivas. PRIMEIRO DESPERTAR
    31. 31.  Essência x Personalidade O Espírito reencarnado, através da busca e dedicação sincera para atingir planos mais altos de experiências e da perseverança para aprender a Amar verdadeiramente, sentirá gradativamente, além das elucubrações mentais, sua existência em Deus e sua íntima relação com os outros Seres da Criação. Expande-se a consciência, e as diferentes personalidades que cada individuo traz em si, numa determinada reencarnação, bem como as posturas variadas em cada século de evolução, tornam-se simples expressões diferentes de um mesmo rosto. Inicia a etapa de desconstrução da personalidade centrada no “eu”, para imergir em uma nova identificação coletiva – com base na Essência, que está em todos. O processo, que era de fora para dentro, trazendo aprendizados de situações diversas, inverte-se, em novo impulso, para externar a face única do Ser, dissolvendo as personalidades temporárias e oscilantes para intensificar o brilho da Luz interior. PRIMEIRO DESPERTAR
    32. 32.  Atividade comum x Ritmo comum As mais variadas atividades podem ser campos de labor para o Espírito que anseia alçar voos mais altos. Todavia, a forma como as aproveitará diferirá bastante do modelo comum. • Experienciar; desligar o “automático”. Observar os “acontecimentos ocultos”. • Valorizar o Tempo e as experiências, transformando reclamações em gratidão – que aprendizado pode ser interiorizado nesta situação? • Atenção e energia na atividade em si, desapegando-se dos frutos – abrir espaço mental para consequências diferentes das planejadas, evitando desânimo, ampliando o entendimento e renovando a direção do trabalho. • Visão holística. Interagir com Espíritos, e não apenas com as personalidades momentaneamente exteriorizadas. PRIMEIRO DESPERTAR
    33. 33.  Atividade comum x Ritmo comum Terapêutica de Francisco de Assis – Filme “Brother Sun, sister Moon” PRIMEIRO DESPERTAR “If you want your dream to be, Build it slow and surely. Small beginnings, greater ends; Heartfelt work grows purely. If you want to live life free, Take your time, go slowly. Do few things, but do them well. Simple joys are holy. Day by day, stone by stone, Build your secret slowly. Day by day you’ll grow too. You’ll know heaven’s glory. (...)”
    34. 34. PRIMEIRO DESPERTAR  Ambientes de trabalho (para extrinsecação do Amor latente) • Conjunto familiar; • Comunidades; • Causas sociais, ideológicas. Tudo está conectado. Há inúmeras formas de trabalhar e contribuir na Harmonia Divina. A felicidade de um depende/cresce com a felicidade do outro e de todos. • Ferramentas: o Educacionais; o Transcendentais; o Tecnológicas; o Financeiras; o Filosóficas; o Genéticas; o Políticas; o Socioambientais; o Artísticas.
    35. 35. A ILUMINAÇÃO  Consciência cósmica e atemporal ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
    36. 36. A ILUMINAÇÃO  Consciência cósmica e atemporal  em grau menor  Encerra as existências fragmentadas em cada plano “Minha consciência nunca se associou a este corpo temporário. Antes de vir a este mundo, Pai, “eu era a mesma”. Em menina, “eu era a mesma”. Cresci e me fiz mulher, ainda “eu era a mesma”. Quando a família na qual nasci, empreendeu ajustes para que este corpo casasse, “eu era a mesma”. E agora, Pai, em sua presença, “eu sou a mesma”. Depois desta vida, embora, a meu redor a dança da criação se modifique nos salões da eternidade, eu serei a mesma”. – (Capítulo 45 - Autobiografia de um Iogue)  em grau maior  Liberdade de desejar como Deus – Agentes de Sua Vontade “Engenheiros Siderais”.
    37. 37. • Evolução em Dois Mundos – F. C. Xavier e W. Vieira / André Luiz • O Consolador - Francisco Cândido Xavier / Emmanuel • Francisco de Assis - João Nunes Maia / Miramez • A Grande Síntese - Pietro Ubaldi • Autobiografia de um Iogue Contemporâneo - Paramahansa Yogananda PRINCIPAIS CONSULTAS
    38. 38. POESIA – “Fases da Luz - III) o recomeço” “No seu início, o homem não tem senão instintos; mais avançado e corrompido, só tem sensações; mais instruído e purificado, tem sentimentos.” (E.S.E, capítulo XI, item 8).
    39. 39. POESIA – “Fases da Luz - III) o recomeço” Deixe-os! Avante! Conquistemos! Feridos? Piedade? Fornalha! Brilhem corpos e casas de palha! Brilhe a noite! Não recuaremos! Pelo progresso do mundo lutamos. Expandindo as fronteiras do império, Abarrotando cofres e cemitérios, Banindo a ignorância, marchamos. . . Imortais! Sagazes e tiranos, Somos a primazia do mundo! O resto é matéria de fundo P’ra engrandecer nossos planos. . . .
    40. 40. Escuro... Sozinho... Que maldição! Quem atreveu-se a jogar-me aqui? Que fiz eu, que não progredi, Se progresso levei a toda a nação? Cansado me sinto... Luta ingrata! Num corpo de lama, que detesto. Me desencanta o planeta simiesco E sua civilização putrefata... . . Homens! Mulheres! Escravos meus! Onde os duelos, desejos, desvelos? Quem anuiu desprezar meus apelos? Ah! Só me resta a piedade dos céus... POESIA – “Fases da Luz - III) o recomeço”
    41. 41. _ _ _ “Espírito rebelde! Ignoras, do Amor, A força de arrasto que nos une. Também em ti existe o Lume! Vem! Aflora em esplendor!” _ _ _ POESIA – “Fases da Luz - III) o recomeço”
    42. 42. “Volta, filho. É lindo o despertar. Confia. Não estás esquecido de nós, Mas te empenha! Hoje vais a sós... Amanhã vou contigo. Iremos navegar. Conhecer outras terras... Desbravar! Vais conhecer, como noutros mundos, O solo virgem, em sono profundo, Esperando a semente do evangelho brotar. . . O progresso urge, mas a lição vai além. Se encontras no caminho alguém solitário, Emenda em tua fala nobre comentário... Refrear Amor não é sadio a ninguém.” . . . POESIA – “Fases da Luz - III) o recomeço”
    43. 43. Tantas estradas... E onde fui parar... D’onde haurir forças e coragem? Longe me esperam. N’outra margem. E nada me deixaram p’ra voltar... O caminho escuro onde pensaste errar, Se não é da alma em ascensão, É do arrependido em remissão, Que anseia... Se reencontrar... . . “(...) em ti existe o Lume!” Alcancei Num instante, o laço que houvera Guiado-me desde a Primavera Ao encontro em Deus. Recomecei. Erlan - 2014 POESIA – “Fases da Luz - III) o recomeço”

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