INTRODUÇÃO História: a idéia conceitual de Trabalho sempre apresentou-seligada a um estigma de sofrimento e penosidade; ...
 No decorrer do processo evolutivo o homemdeixou de ser coletor/caçador para tornar-seagricultor ou donos de terras; Sur...
Industrialização Processo histórico longo; Moldou o trabalho dentro de um quadro decontrole total e exploração; Revoluç...
 Longas jornadas de trabalho nas indústrias (14 à 18horas); Operários eram mutilados pelas máquinas; Adoeciam e morriam...
Reflexo deste contexto caótico Começaram a surgir organizações internacionais detrabalho; Leis regulamentadoras; Reduzi...
Séculos se passaram e... Ainda observamos um continuum na exploração dostrabalhadores; Os portões de entrada       das f...
A INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA NO BRASIL:CONSTRUINDO UM CAMINHO A partir da Revolução Agrícola, a relação dohomem     com     o ...
 A Indústria de Alimentos Brasileira representa um dosícones neste segmento incorporativo mundial; No Brasil, existem gr...
 A Indústria de Alimentos no país representaum    segmento        importante      da    produçãoindustrial   brasileira, ...
Fonte: ABIA, 2007 - Disponível em: <http://www.abia.org.br>
 Com       a      nova       política      deprodutividade,        competitividade        ediversidade, os trabalhadores ...
 Tais mudanças podem implicar em grandesexigências em termos de esforços e desgaste dasaúde; Máquinas perigosas, process...
 Trabalhadores do ramo da alimentação chegam inclusive adenominar as instalações produtivas como “linha” ou “gaiola”;
 Ritmo desenfreado de produção; Trabalhadores tentam liquidar o mais rápido possívelaquilo que parece infindável; Ou se...
 Trabalham com muito esforço, procurando suplantaro limite que cada um aguenta; Assim, temos o nascimento da chama LER /...
Fonte: LACAZ E SATO, 2000.
“No caso do ramo da alimentação, a LER tem atingidoprincipalmente as trabalhadoras e os trabalhadores querealizam atividad...
 Dentre os acidentes de trabalho que merecem análiseespecial na Indústria Alimentícia, podemos citar osprovocados por máq...
Principais Riscos Ruídos; Frio e calor intensos; Produtos químicos;
 Uniforme (Jalecos, toucas e aventais), de cor clara; Protetores auditivos (Plug ou Concha); Máscaras respiratórias esp...
Recomendações gerais Manter     os     cabelos     totalmente      cobertos   eprotegidos, através de rede própria, touca...
Considerações finais O artigo procurou descrever os principais riscos e perigosnas indústrias de alimentos brasileiras; ...
Considerações finais O trabalho tornou-se em um dos componente para oadoecimento e morte de seres humanos, um paradoxohis...
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  1. 1. INTRODUÇÃO História: a idéia conceitual de Trabalho sempre apresentou-seligada a um estigma de sofrimento e penosidade; Segundo relatos bíblicos, as atividades desempenhadas pelo serhumano eram vistas como sentenças impostas por deuses ou porDeus; Adão, Sísifo ou Hércules do mundo Antigo, todos foramcondenados a trabalhos penosos que deveriam ser realizadosmediante suas mãos custando-lhes o “suor do teu rosto” (Gênesis3:19).
  2. 2.  No decorrer do processo evolutivo o homemdeixou de ser coletor/caçador para tornar-seagricultor ou donos de terras; Surgem as grandes sociedades; Modos de produção; Industrialização.
  3. 3. Industrialização Processo histórico longo; Moldou o trabalho dentro de um quadro decontrole total e exploração; Revolução Industrial; O capital financeiro passou a ditar as regras daprodução e do trabalho.
  4. 4.  Longas jornadas de trabalho nas indústrias (14 à 18horas); Operários eram mutilados pelas máquinas; Adoeciam e morriam no interior dos complexosfabris; Mulheres e crianças também trabalhavam.
  5. 5. Reflexo deste contexto caótico Começaram a surgir organizações internacionais detrabalho; Leis regulamentadoras; Reduziu-se a jornada de trabalho; Criou-se uma legislação que protegia a saúde eintegridade física dos trabalhadores.
  6. 6. Séculos se passaram e... Ainda observamos um continuum na exploração dostrabalhadores; Os portões de entrada das fábricas inda sãocomparados pelos trabalhadores aos portões dantescos: “Lasciate ogni speranza, voi ch´entrate” – Italiano:Abandone toda a esperança aquele que aqui entrar.Divina Comédia de Dante Alighieri (1265-1321).
  7. 7. A INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA NO BRASIL:CONSTRUINDO UM CAMINHO A partir da Revolução Agrícola, a relação dohomem com o alimento sofreu diversastransformações; Surgimento das Indústrias Alimentícias; Selecionavam, preparavam e comercializavam osprodutos extraídos da Natureza.
  8. 8.  A Indústria de Alimentos Brasileira representa um dosícones neste segmento incorporativo mundial; No Brasil, existem grandes empresas multinacionais enacionais.
  9. 9.  A Indústria de Alimentos no país representaum segmento importante da produçãoindustrial brasileira, com faturamento depraticamente R$ 184,6 bilhões de reaisanual, cerca de 9,7% do PIB nacional(Informativo ABIA, 2005).
  10. 10. Fonte: ABIA, 2007 - Disponível em: <http://www.abia.org.br>
  11. 11.  Com a nova política deprodutividade, competitividade ediversidade, os trabalhadores do ramo daalimentação acabaram sofrendo os impactosdestas novas regras e processos produtivos emsuas atividades e ambientes ocupacionais;
  12. 12.  Tais mudanças podem implicar em grandesexigências em termos de esforços e desgaste dasaúde; Máquinas perigosas, processos de trabalhopenosos, barulho e produtos químicosconfiguram as situações de trabalhoencontradas nas fábricas do ramo daalimentação (LACAZ E SATO, 2000).
  13. 13.  Trabalhadores do ramo da alimentação chegam inclusive adenominar as instalações produtivas como “linha” ou “gaiola”;
  14. 14.  Ritmo desenfreado de produção; Trabalhadores tentam liquidar o mais rápido possívelaquilo que parece infindável; Ou seja, é o trabalho de Sísifo relatado na mitologia grega.
  15. 15.  Trabalham com muito esforço, procurando suplantaro limite que cada um aguenta; Assim, temos o nascimento da chama LER / DORT; LER – Lesão por esforço repetitivo; DORT – Distúrbios osteomusculares relacionados aotrabalho.
  16. 16. Fonte: LACAZ E SATO, 2000.
  17. 17. “No caso do ramo da alimentação, a LER tem atingidoprincipalmente as trabalhadoras e os trabalhadores querealizam atividades de preparação e montagem deembalagens, envasamento, embalagem eempacotamento, [...], mas há ainda aquelas atividadesque são específicas de determinados processos dafabricação de alimentos, como são os presentes naindústria de corte de aves, por exemplo. [...]. Em geralnão há pausas com qualidade satisfatória e quantidadesuficiente.” (LACAZ; SATO, 2000, p. 15).
  18. 18.  Dentre os acidentes de trabalho que merecem análiseespecial na Indústria Alimentícia, podemos citar osprovocados por máquinas e equipamentos; Durante a década de 70 o Brasil ocupou o título decampeão mundial em acidentes de trabalho; Segundo dados da Organização Internacional doTrabalho, ainda está entre os 10 piores do plano mundial;
  19. 19. Principais Riscos Ruídos; Frio e calor intensos; Produtos químicos;
  20. 20.  Uniforme (Jalecos, toucas e aventais), de cor clara; Protetores auditivos (Plug ou Concha); Máscaras respiratórias específicas para cada atividade; Luvas; Botas de Segurança; Capacete e Óculos de Segurança;
  21. 21. Recomendações gerais Manter os cabelos totalmente cobertos eprotegidos, através de rede própria, touca, gorro ousimilar, não utilizando grampos para fixação destes. Anéis, brincos, colares, pulseiras, amuletos e outras jóiasnão são permitidas durante o trabalho, devido a dificuldadede desinfecção além do perigo de se soltarem e caírem noproduto.
  22. 22. Considerações finais O artigo procurou descrever os principais riscos e perigosnas indústrias de alimentos brasileiras; O ser humano passou a ser escravo e apêndice de ummercado capitalista de consumo; O patronato exige cada vez mais trabalho qualitativo emmenor tempo: time is money!; Sob estas perspectivas, não distante estamos das condiçõesde trabalho da outrora Revolução Industrial
  23. 23. Considerações finais O trabalho tornou-se em um dos componente para oadoecimento e morte de seres humanos, um paradoxohistórico – evolutivo, no qual o trabalho deixa de serintrinsecamente o propulsor da sobrevivência paratornar-se o da morte.
  24. 24. Grazie per lattenzione!!!Dubbi???

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