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Há uma imensa quantidade de dispositivostecnológicos que podem ser usados para auxiliar umdeficiente visual e no processo ...
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Alunos com deficiência visual não precisa de umcurrículo diferente dos demais, e sim de adaptações ecomplementações curric...
Esses alunos na maioria dos casos são lentos narealização de algumas atividades, pois a dimensãoanalítica da percepção tát...
A educação para a inclusão pede uma mudança deconcepção do ato de ensinar. O ensino focado apenasna repetição de conceitos...
Os esquemas, símbolos e diagramas presentes nasdiversas disciplinas devem ser descritos oralmente. Osdesenhos, os gráficos...
O Soroban é um instrumento milenar utilizado paratrabalhar cálculos e operações matemáticas quetambém pode ser usado por a...
A utilização do material dourado ajuda na compreensão do Sistemade Numeração Decimal posicional no qual está baseada a esc...
O instrumento é feito de uma placa de qualquer material ou tamanho, com furosna mesma distância e linhas e colunas de form...
A Educação Física é a base fundamental para que o aluno cego inicie aprática física e desportiva. É aqui que ele poderá de...
Algumas crianças com deficiência visual podem chegar àescola com pouca ação funcional, com medo oudificuldade para desloca...
O artesanato pode ser usado como fator de integração.Pode-se convidar os alunos videntes a participar daconfecção e adapta...
Todos os atores da escola, do porteiro ao diretor devem serconscientizados do atendimento e suporte que devem seroferecido...
Execução de exercícios e provas individuais e coletivas:Execução de exercícios e provas , atividades predominantemente vis...
O ensino de língua estrangeira deve priorizar a conversação em detrimentode recursos didáticos visuais que devem ser expli...
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Alguns procedimentos e instrumentos de avaliação baseados em referênciasvisuais devem ser alterados ou adaptados por meio ...
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A conscientização dos educadores não só em saber trabalhar como aluno, mas também em promover o desenvolvimento familiar,d...
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SEMINÁRIO CEGUEIRA TOTAL - GRUPO ENXERGAR - BA01
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SEMINÁRIO CEGUEIRA TOTAL - GRUPO ENXERGAR - BA01

  1. 1. AbnilEdnaRenanOldair
  2. 2. Paula tem 10 anos e está começando o 5ºano, sua deficiência é uma cegueira totalque teve como causa a retinopatia daprematuridade, adquirida pela exposiçãoao uso de oxigênio na incubadora, já quePaula nasceu prematura e precisou ficaralguns dias recebendo tratamentoespecífico na maternidade.
  3. 3. É uma menina muito esperta e inteligente, tem uma família estruturada que apesar dasdificuldades financeiras não mede esforço para a superação da sua deficiência visual. Sempre estudou numa escolinha particular próximo da sua casa, mas agora vai estudar numa escola pública estadual um pouco mais distante e bem maior que sua escola anterior..
  4. 4. É imprescindível que os cursos de formação deprofessores contemplem disciplinas e cursosde extensão que orientem e coloquem nomercado, profissionais aptos para lidar com ademanda da escola inclusiva.
  5. 5. A proposta de inclusão traz uma consciência atual das relações individuais. A aceitação das diferenças e dotempo de cada um, tem como consequência o respeito que faz com que o trabalho flua de forma tranquila e produtiva, com reverência às distintas realidades. Contudo, convêm algumas atitudes por parte do professor para amenizar as dificuldades individuais.
  6. 6. Ao lidar com o aluno cego é necessário organização,disponibilidade de materiais e atenção especial como:• Analisar o comportamento do aluno, durante a realização de atividades em sala de aula.• Avisar sempre que for se ausentar da sala;• Tudo que for escrito em lousa, ser descrito também de forma verbal de modo que o sujeito deficiente também possa compreender sobre o que está sendo estudado;
  7. 7. • Possibilitar o conhecimento e o reconhecimento do espaço físico e da disposição do mobiliário explorando o espaço concreto da sala de aula e do trajeto rotineiro dos alunos: entrada da escola, pátio, cantina, banheiros, biblioteca, secretaria, sala dos professores e da diretoria, escadas, obstáculos.• O professor deve estar atento para que as portas estejam sempre abertas para facilitar a movimentação do aluno com cegueira para evitar acidentes
  8. 8. .
  9. 9. Os professores precisam ter ciência do histórico social doaluno, manter contato com os pais e familiares próximos,além de ter oportunidade de acesso aos profissionais desaúde da criança, para que, dessa interação surja parceriasque funcionem positivamente no contexto escolar gerandosoluções metodológicas que viabilize um bom atendimentopedagógico.A questão relacionada à socialização também é muitoimportante. O diferente e o novo costumam provocarestranheza, por isso convém que o professor crieestratégias adequadas de aproximação mudando atitudese posturas indesejadas
  10. 10. “Nesta vida temos três momentos importantes: o „Momento Feliz‟, o„Momento Triste‟ e o „Momento Difícil‟. O „Momento Feliz‟ mostra o que não precisamos mudar. O „Momento Triste‟ mostra o que precisamos mudar.O „Momento Difícil‟ mostra que somos capazes de superar.”
  11. 11. Num primeiro momento, a atitude do profissionalque irá relacionar-se com Paula, deve ser de umeducador que tenha a concepção de que o aluno éum ser capaz, apenas com limitações, como qualquerser humano.Independente da idade do aluno comcegueira que deseja entrar no sistemaregular de ensino, o professor precisaráobservá-lo para identificar seu estilo deaprendizagem e forma de apreender oconhecimento, para assim desenvolveras atividades diversificadas.
  12. 12. Como a falta de informação visual restringe oconhecimento em relação ao ambiente, é necessárioincentivar nessas crianças o comportamentoexploratório, a observação e a experimentação paraque elas possam ter uma percepção mais ampla doque acontece a sua volta. Elas precisam manipular e explorar os objetos para conhecer suas características, fazer uma análise detalhada das partes e tirar conclusões.
  13. 13. Mas a falta da visão não interfere na capacidade intelectual e cognitiva das crianças cegas. Elas têm o mesmo potencial de aprendizagem ao dos alunos que enxergam, mas isso se tiverem as condições e recursos adequados.No entanto, elas podem ser mais lentas na realização dealgumas atividades, pois a percepção tátil demanda maistempo para ser analisada e compreendida do que avisual.
  14. 14. Os deficientes visuais têm a mesma vontade deaprender que as outras crianças, a mesma curiosidadee as mesmas necessidades de carinho, proteção,recreação e convívio social para se desenvolverem deforma harmoniosa intelectual e emocionalmente. É importante também que na relação com eles se evite a fragilização e superproteção, e que se combata as atitudes discriminatórias.
  15. 15. É importante também que na relação comeles se evite a fragilização e superproteção, eque se combata as atitudes discriminatórias. Assista a esses vídeos: • ESCOLA INCLUSIVA • METÓDO DE ENSINO AJUDA DEFICIENTES VISUAIS NAS AULAS DE FÍSICA
  16. 16. Uma das primeiras responsabilidades da Escola, paragarantir o acesso de Paula e outros deficientes aoconhecimento, é promover os ajustes na utilizaçãodo espaço. Eles podem ser importantes para permitirque alunos possam se deslocar sem maiores riscospela sala de aula para buscar material no armário,para interagir com o professor ou para se reunir acolegas para trabalho em grupo.
  17. 17. • Posicionar o aluno de forma a favorecer sua possibilidade deouvir o professor;• Dispor o mobiliário da sala de forma a facilitar a locomoçãoe o deslocamento do aluno, e evitar acidentes, quando esteprecisar obter materiais ou informações do professor;• Dar explicações verbais sobre todo o material abordado emsala de aula de maneira visual; ler, por exemplo, o conteúdoque escreve na lousa;
  18. 18. • Oferecer suporte físico, verbal e instrucional para alocomoção do aluno, no que se refere à orientaçãoespacial e à mobilidade;• Utilizar os recursos e materiais adaptados disponíveis:pranchas, presilhas para evitar o deslizamento do papelna carteira, lupa, material didático de tipo ampliado,livro falado, equipamento de informática, materiaisdesportivos como bola de guizo, etc.Assista a esse vídeo:•INCLUSÃO ALUNO COM DEFICIÊNCIAVISUAL
  19. 19. Há uma imensa quantidade de dispositivostecnológicos que podem ser usados para auxiliar umdeficiente visual e no processo escolar. Osdispositivos mais usados incluem:• Computadores• Sintetizadores de voz como o DOSVOX• Linhas Braille• Impressoras Braille
  20. 20. • Impressão aumentada gerada por software• Gravação de textos com indexação e sincronismo• Recursos não ópticos (material dourado Montessoriano)• Livros falados• Sistema Daisy Assista: CEGUEIRA E TECNOLOGIA
  21. 21. Alunos com deficiência visual não precisa de umcurrículo diferente dos demais, e sim de adaptações ecomplementações curriculares, tais como adequaçãode recursos específicos, tempo, espaço, modificaçõesdo meio, procedimentos metodológicos e didáticos.
  22. 22. Esses alunos na maioria dos casos são lentos narealização de algumas atividades, pois a dimensãoanalítica da percepção tátil demanda mais tempo. Osalunos precisam manipular e explorar o objeto paraconhecer suas características e fazer uma análisedetalhada das partes para tirar conclusões. Essadiferença básica é importante porque influi naelaboração de conceitos e interiorização doconhecimento.
  23. 23. A educação para a inclusão pede uma mudança deconcepção do ato de ensinar. O ensino focado apenasna repetição de conceitos é ruim para qualquerestudante, com deficiência ou sem. A diversificaçãodas técnicas é boa para todos. Aquele professor quepensa só em imagens para traduzir os conceitos, nãopenaliza apenas quem é cego, mas também quemsenta no fundo da sala ou quem tem mais facilidadeem compreender verbalmente.
  24. 24. Os esquemas, símbolos e diagramas presentes nasdiversas disciplinas devem ser descritos oralmente. Osdesenhos, os gráficos e as ilustrações devem seradaptados e representados em relevo. O ensino de línguaestrangeira deve priorizar a conversação em detrimentode recursos didáticos visuais, que devem ser explicadosverbalmente. Experimentos de ciências devem remeter aoconhecimento por meio de outros canais de coleta de informações.No ensino de matemática, podem ser usados osoroban, sólidos geométricos, material douradomontessoriano e multiplano.
  25. 25. O Soroban é um instrumento milenar utilizado paratrabalhar cálculos e operações matemáticas quetambém pode ser usado por alunos videntes. Pode-seexperimentar um soroban virtual baixando o programano site http://www.sorobanbrasil.com.br.
  26. 26. A utilização do material dourado ajuda na compreensão do Sistemade Numeração Decimal posicional no qual está baseada a escritanumérica tanto aqui no Brasil quanto na maioria dos demais paísesdo mundo, além de auxiliar na aprendizagem dos métodos paraefetuar operações fundamentais (algoritmos). No ensino tradicional, as crianças acabam "dominando" os algoritmos a partir de treinos cansativos, mas sem conseguirem compreender o que fazem. Com o Material Dourado a situação é outra: as relações numéricas abstratas passam a ter uma imagem concreta, facilitando a compreensão. Obtém-se, então, além da compreensão dos algoritmos, um notável desenvolvimento do raciocínio e um aprendizado bem mais agradável.
  27. 27. O instrumento é feito de uma placa de qualquer material ou tamanho, com furosna mesma distância e linhas e colunas de forma perpendicular que caracterizamum plano cartesiano. Nas pequenas aberturas são colocados os pinos e, entreestes, os elásticos que formam retas. São usados também arames para fazer parábolas e localizar os segmentos. O instrumento em terceira dimensão permite ainda que a pessoa determine a localização espacial de figuras. De acordo com o professor, tateando é possível aprender e construir, com o Multiplano, gráficos, geometria plana e espacial , matriz, determinante, sistema linear, equações, estatísticas, operações, cálculos avançados, limites de uma função, derivadas. “Até agora todas as perguntas foram respondidas”, comemora.
  28. 28. A Educação Física é a base fundamental para que o aluno cego inicie aprática física e desportiva. É aqui que ele poderá desenvolver as suasaptidões motoras, promovendo uma melhor relação e conhecimentocorporal, aumentando a capacidade de “tomar riscos”, estimulando ainiciativa e sentido cooperativo, melhorando a auto-estima e aintegração social. As atividades de Educação Física podem ser adaptadas com o uso de barras, cordas, bolas com guizos e etc. O link de um vídeo abaixo mostra uma partida de futebol entre cegos. Usando-se bolas com guizos, uma ótima opção para se realizar uma integração. http://www.youtube.com/watch?v=2C4skrpM7Ww
  29. 29. Algumas crianças com deficiência visual podem chegar àescola com pouca ação funcional, com medo oudificuldade para deslocar-se no espaço, correr nasbrincadeiras e jogos corporais. Isso é compreensível,pois frequentemente as famílias superprotegem acriança, deixando-a mais sentada ou estimulandobrincadeiras passivas em virtude do temor da criança semachucar. O professor deve encorajá-las para asatividades físicas: subir, escalar, correr, pular, escorregar,balançar, dar cambalhotas, etc. Essas são atividadesque ativam o labirinto e fortalecem a musculatura.
  30. 30. O artesanato pode ser usado como fator de integração.Pode-se convidar os alunos videntes a participar daconfecção e adaptação de material didático para ocolega cego. A atividade em si é lúdica e desperta acriatividade. Novas idéias de adaptações podem surgir apartir das idéias dos próprios alunos, que no futuroficarão orgulhosos ao verem o colega cego usando omaterial que eles ajudaram a confeccionar. Como oobjetivo é integrar, deve haver, sempre que possível, aparticipação do aluno cego na elaboração destematerial.
  31. 31. Todos os atores da escola, do porteiro ao diretor devem serconscientizados do atendimento e suporte que devem seroferecidos aos alunos cegos.Neste sentido, várias ações podem ser tomadas. A primeira delas éa disseminação da informação, para eliminação de preconceitos e tabus.Outra iniciativa que têm sido usada para a conscientização epreparação das pessoas que vão lidar com o aluno são asvivências, aonde os participantes passam um dia (ou parte dele)com vendas nos olhos para poderem ter uma idéia das dificuldadesdos cegos, do medo de se locomover, da noção de espaço, tempo e etc.Outra atividade que pode ser programada é a exibição de filmesque abordem a temática da cegueira bem como de outrasdeficiências.
  32. 32. Execução de exercícios e provas individuais e coletivas:Execução de exercícios e provas , atividades predominantemente visuaisdevem ser adaptadas com antecedência e outras durante a sua realizaçãopor meio de descrição, informação tátil, auditiva, olfativa e qualquer outrareferência que favoreçam a configuração do cenário ou do ambiente, aexemplo: exibição de filmes ou documentários, excursões e exposições. Aapresentação de vídeo requer a descrição oral de imagens, cenas mudas eleitura de legenda simultânea se não houver dublagem para que as lacunassejam preenchidas com dados da realidade e não apenas com a imaginação.É recomendável apresentar um resumo ou contextualizar a atividadeprogramada para esses alunos. Os esquemas, símbolos e diagramaspresentes nas diversas disciplinas devem ser descritos oralmente. Osdesenhos, os gráficos e as ilustrações devem ser adaptados e representadosemrelevo.
  33. 33. O ensino de língua estrangeira deve priorizar a conversação em detrimentode recursos didáticos visuais que devem ser explicados verbalmente.Experimentos de ciências e biologia devem remeter ao conhecimento pormeio de outros canais de coleta de informação. As atividades de educaçãofísica podem ser adaptadas com o uso de barras, cordas, bolas com guisoetc. O aluno deve ficar próximo do professor que recorrerá a ele parademonstrar os exercícios ao mesmo tempo em que ele aprende. Outrasatividades que envolvem expressão corporal, dramatização, arte, músicapodem ser desenvolvidas com pouca ou nenhuma adaptação. Em resumo,os alunos cegos podem e devem participar de praticamente todas asatividades com diferentes níveis e modalidades de adaptação queenvolvem criatividade, confecção de material e cooperação entre os participantes.http://www.slideshare.net/claudiante/cegueira-total-puc
  34. 34. A avaliação formativa de aprendizagem consubstancia-se mediante aoprocesso contínuo, mediado e permanente , que lhe permita intervir a partirda identificação e do conhecimento das variáveis tidas como barreiras paraa aprendizagem e desenvolvimento do aluno.A inclusão de alunos com deficiência não depende do grau deseveridade d a deficiência ou do nível d e desempenho i ntelectual, mas,principalmente, da possibilidade de i nteração, socialização e adaptaçãodo sujeito ao grupo, na escola comum.Esse é o maior desafio para a escola hoje- Modificar-se e aprender a conviver com di ficul dades de adaptação,gostos, interesses e níveis diferentes de desempenho escolar.
  35. 35. Alguns procedimentos e instrumentos de avaliação baseados em referênciasvisuais devem ser alterados ou adaptados por meio de representações erelevo. É o caso, por exemplo, de desenhos, gráficos, diagramas, gravuras, usode microscópios. Em algumas circunstâncias é recomendável valer-se deexercícios orais. A adaptação e produção de material, a transcrição de provas,exercícios e de textos em geral para o sistema braille podem ser realizadas emsalas multimeios, núcleos, serviços ou centros de apoio pedagógico. Se nãohouver ninguém na escola que domine o sistema braille, será igualmentenecessário fazer a conversão da escrita braille para a escrita em tinta.Convém observar a necessidade de estender o tempo da avaliação,considerando-se as peculiaridades já mencionadas em relação à percepçãonão visual. Os alunos podem realizar trabalhos e tarefas escolares utilizando amáquina de escrever em braille ou o computador, sempre que possível.
  36. 36. A família é o primeiro e talvez o principal grupo social em quevivemos. É nela que aprendemos a construir nossa individualidadee independência. Por isso é muito importante o contato comoutras famílias que enfrentam, ou não, problemas comnecessidades especiais.Os pais precisam estar conscientes e mobilizados para participar,apoiar, trabalhar em conjunto, com união e harmonia. Devemtambém cuidar para que não haja, em relação ao filho comnecessidades especiais, superproteção, posto que esta em poucoou nada contribuirá para o desenvolvimento da autonomia dapessoa.
  37. 37. A conscientização dos educadores não só em saber trabalhar como aluno, mas também em promover o desenvolvimento familiar,de forma que a família se torne um agente ativo no processo deintegração/inclusão, deve ser buscada e mediada.A família e a escola devem encontrar formas criativas earregimentadoras de convencer a comunidade a participar, atravésde parcerias, da manutenção para a integração/inclusão.Quando há a conscientização das pessoas envolvidas, o destinotoma seu rumo, ou seja, quando os alunos estão bemintegrados/incluídos nas salas de aula, é por que isto estáacontecendo.
  38. 38. http://apresentacaovisionarios.wikispaces.com/http://www.sorobanbrasil.com.br.http://www.slideshare.net/claudiante/cegueira-total-puchttp://www.turminha.mpf.gov.br/viva-a-diferenca/pessoa-com-deficiencia/a-educacao-inclusiva-dos-deficientes-visuaishttp://almdoslimititesfsicos.blogspot.com.br/2009_11_01_archive.html

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