ENSantidade 12 edição

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ENSantidade 12 edição

  1. 1. 8Galinhada20 anos Setor Anápolis Corpus ChistiSETOR ANÁPOLISJORNAL ENSANTIDADEAno4, nº 12 – Abr/Mai/Jun 2013Direção:Lu e Nelson CRRluenelson@gmail.comCoordenação:Janaína e Rigonatto - Eq. 12Arigonatto@faeg.org.brGislana e José Gabriel - Eq. 13Bgislanacanedo@hotmail.comVera Lúcia e Ivo - Eq. 4– Anápolissscotivera@yahoo.com.brAndréia e Earle- Eq. 3 - Água Boaearlefrancisco@uol.com.brMaria das Dores e Antonio Ricardo –Eq.2 – Uruaçuantonio.eckert@hotmail.comRevisão Final: Telma e Maurício – Eq. 1Atmzmendes@gmail.comColaboração: Eliane e Wilson – Eq. 6AnápolisTiragem 500 exemplaresvisite nosso blog na internetwww.ensantidade.blogspot.comenvie notícias, artigos, mensagens e sugestõesNOTÍCIAS DA REGIÃOMacionila e Simplício - Equipe 3A GoiâniaMaria e Nonato - Equipe 6A GoiâniaJussara e Edemilson - Equipe 5A Goiânia Luiza e Mário - Equipe 4B GoiâniaSandra e Ilson - Equipe 12A GoiâniaMary e Onir - Equipe 2B GoiâniaAbril/Maio/Junho 2013A tradicional galinhada realizada pelas Equipesde Nossa Senhora doSetor Anápolis, aconteceu no dia26 de maio no Salão Paroquial de São Sebastião.O Objetivo da confraternização foi reforçar oslaços de unidade do movimento e angariar fundos paraa realização do nosso Retiro. Fomos agraciados com apresença especial Bispo Diocesano Dom João Wilk,além de sacerdotes, familiares e amigos.Foram comemorados os 20 anos do Movimento dasEquipes de Nossa Senhora em Anápolis.Este movimento introduzido em 1993, pelo padreJoão Batista, na época Capelão da Base Aérea, e contou como apoio do saudoso Dom Manuel. Uma missa foi celebradano dia 13 de março na Paróquia de São Sebastião seguida daAdoração ao Santíssimo.Uma grande demonstração de fé e unidade, commais de 13 mil fiéis, marcou a celebração solene de Cor-pus Christi no Colégio São Francisco de Assis em Anápolis,contando com participantes de mais de 18 cidades da re-gião.As equipes foram responsáveis por adornar o car-ro quetransportou o Bispo Dom João Wilk na procissão, emum gesto concreto de celebração da comunhão diocesana.ANO IV. EDIÇÃO N° 12 - ABR/MAI/JUN 2013ESTE É UM VEÍCULO DE INFORMAÇÃO DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA DA REGIÃO GOIÁS CENTROEQUIPE – COMUNIDADE DE FÉ E AMORCaríssimos casais responsáveis pela VIDA dasENS!Uma vida sadia e prometedora das ENS dependemde todos os casais da família equipista. Não somos chama-dos a gerar vida, esta é dom de Deus, mas somos chama-dos a conservar e defender a vida das ENS e a promoverum crescimento sadio. A vida do Movimento ENS está emnossas frágeis mãos. O Dom de Deus, chamado Carismadas ENS, a espiritualidade conjugal, nos foi entregue paraser trabalhado e não para ser enterrado.Este dom está vivo, cheio de vida nos Documentosdo Movimento. Nos documentos ele não perde a vitalida-de; mas se não descer à terra do coração, se não entrar emnossas vidas, se não entrar em nossa cabeça, será sementeinfecunda, não produzirá frutos.Na hora de prestar contas ao doador deste dom, se não for-mos bons operários, responsáveis trabalhadores, seremoschamados de servos maus e preguiçosos (cf. Lc 19,22).Os documentos são o reservatório das sementes,são as escrituras do dom de Deus. Mas, para que servem asmelhores sementes se não forem plantadas no bom terrenodo coração do casal? Nós todos, como casais, precisamosser corações que acolhem a semente e preparadores de ter-renos onde a semente possa cair e mostrar o poder e a forçado carisma das ENS. A equipe é uma vinha onde cada casalé o vinhateiro, vigia e administrador. Mostre o carinho quetens por esta vinha sendo um fiel cumpridor de todas asregras que te foram ditadas pelas ENS.É da equipe que o Movimento tira a força e exibea beleza do Movimento. As estruturas do Movimento nãoteriam razão de ser sem este objetivo maior, o florescimen-to do dom de Deus e o embelezamento da Igreja. A belezado Movimento não está nas estruturas, mas nos casais quemodelam a sua vida seguindo os ensinamentos contidosnas estruturas.Tenhamos um grande cuidado para que a camisaque vestimos não esconda o que somos (casais das ENS).Assim somos conhecidos. Esta é a nossa identidade dian-te de muitos de nossos irmãos. Uma grande tarefa se nosimpõe. Essa é feita de um pouco de esforço. É o esforçoem viver o essencial seguindo o rumo dos PCE´s, que vaiconfeccionando o traje do nosso carisma, a vida do Movi- Pe. Avelino Pertile OCDmento das ENS. A vida é bela quando vivida.A vida de equipista se torna bela quando vivida,mas se torna enfadonha e pesada quando não vivida. Sus-tentar aparências é muito custoso e muito cansativo. Nãosentimos alegria quando não há vida. Não sinto alegria aoperceber que se aproxima o dia da reunião quando vive-mos descomprometidos com a espiritualidade das ENS.Meus queridos casais. Não sejamos cúmplices deuma equipe em desmoronamento, mas, baluartes e susten-táculos. O que é que queremos da nossa equipe? Queremosque se torne como a primeira comunidade cristã de Jeru-salém, cujo distintivo era o amor fraterno, a assiduidade àoração e à escuta da Palavra de Deus (cf. At 2, 42-47). É aoração, o coração que alimenta o amor mútuo, e o amor é ocoração da equipe, comunidade de fé e de amor.revista pai bia.indd Página espelhada 1 de 4 – Páginas(8, 1)revista pai bia.indd Página espelhada 1 de 4 – Páginas(8, 1) 14/06/2013 17:06:0814/06/2013 17:06:08
  2. 2. Abril/Maio/Junho 20132Queridos amigos e irmãos equipistas,É com muita alegria que nos dirigimos a cadaum de vocês e dessa vez de uma maneira muito especial,com a sensação de missão cumprida. Como vocês sabemestamos finalizando nossa missão no movimento como ca-sal Regional em agosto próximo.Parece que foi ontem que nosso telefone tocoue era o Nivaldo da Nilza com o convite para assumirmos amissão na nova Região que estava se formando. Meu Deus,ficamos sem ar e sem palavras na hora. E agora o que dizer?Nossa vontade na hora era dizer não. Como iríamos assumirtal responsabilidade? Mas ao mesmo tempo não podíamosdizer não a mais um chamado. Precisávamos pensar. Pen-samos e rezamos por uma semana e então resolvemos dizersim a mais essa missão.Baseados sempre na palavra de Deus que diz“Não vim para ser servido, mas para servir.” Esse foi sem-pre o pensamento que nos orientou até hoje. E se consegui-mos fazer alguma coisa, caminhar e nos esforçar na tentati-va da construção do Reino entre nós, não fizemos mais doque nossa obrigação, pois tudo foi obra de Deus e do SeuEspírito.Sabíamos que o nosso trabalho como CRR eraimportante, mas como está escrito no Manual “A Respon-sabilidade nas equipes de Nossa Senhora”: “Não estamosjamais preparados para uma responsabilidade, nem parao serviço que dela decorre. Mas é preciso crer que com esseolhar de amor, que é o chamado, e com nossa cooperaçãoperseverante, o Senhor se manifesta e faz crescer em nós osdons que nos confiou para que partilhássemos. É precisocrer que esses dons ,e cada casal têm os seus, são aquelesque nos serão necessários no momento certo para o nívelde responsabilidade que será o nosso.”Não temos dúvidas em afirmar que estes donsforam alimentados também pela nossa participação nosprincipais eventos programados.Os Encontros do Colegiado Nacional, os En-contros do Colegiado Provincial, As Sessões de formação,os EACRES, etc... Pois nestes, tivemos a oportunidade deestarmos em companhia de casais equipistas e SCE do Bra-sil todo e de nossa Região, e desta forma renovar nossasforças e crescer na espiritualidade.Temos é que agradecer sempre a DEUS, estespresentes onde colhíamos frutos para uma renovada vivên-cia Cristã. Portanto queridos amigos não desperdicem essagrande e maravilhosa oportunidade de crescimento que omovimento nos oferece através do serviço e sempre queforem convidados para qualquer missão não digam não aDeus.Agradecemos do fundo do nosso coração o ca-rinho e a confiança que sempre tiveram em nós e no nossotrabalho.Gostaríamos também de agradecer a cada CRS quenestes quatro anos nos ajudaram nesta caminhada: Arani eNeco, Lucimara e Juliano (Água-Boa), Mª Helena e Juli-nho, Holianda e J.Eloy (Anápolis), Mirian e Joel, Mary eOnir, Vera e Luiz Antônio (Goiânia), e também ao nossocasal secretário que tanto nos ajudou nesta missão em todosos eventos da Região Lazara e Edson. Que a dedicação e oesforço destes casais sejam um exemplo para cada casalAconteceu nos dias 13 e 14de abril, o 1º Encontro das EquipesNovas, da Província Centro Oeste,Região Goiás Centro. Participaramdesse momento 21 casais das cidadesde Goiânia, Anápolis e Uruaçu.A partir do tema: “Eu souo Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo14, 6), os presentes foram convidadosa refletir pautando-se nos seguintesquestionamentos: Quem nos guia?Para onde vamos? O que levamos?Quem vai conosco? Foi sem dúvi-da um momento forte de formação ecrescimento espiritual.Palavra do RegionalENCONTRO DEEQUIPES NOVASLu e Nelson (CRR)ARTIGOLu e Nelson - Equipe 1A Goiânia Telma e Maurício - Equipe 1A GoiâniaVanusa e Deusamar - Equipe 6A Goiâniaequipista. E é claro, não podemos nos esquecer dos nossosqueridos SCEs padre Erasmo 2009 a 2011 e padre João Ba-tista 2011 a 2013 que foram fundamentais nesta missão quenos foi confiada.Acolhemos com muito carinho o futuro casalRegional Débora e Marcos. Um casal muito querido, quetem muito amor pelo movimento e muita disposição paratrabalhar para Deus.Um grande e forte abraço a todos.Any e CarlosEquipe 14, Nossa Senhora de Nazaré - Setor Anápolis“Eu sou o caminho,a verdade e a vida”(Jo 14, 6)A equipe de formadores con-duziu de forma maestral cada uma dassituações propostas. Poesia, teatro, ri-mas e muita seriedade possibilitou aampliação do conhecimento em rela-ção ao Carisma, a Mística e a vivênciados PCE’s.Após dois dias de reflexão eestudo e cientes de que “Crescemosem santidade na medida em que, ama-dos por Deus, crescemos em seu amore, crescendo em seu amor, crescemosno amor fraterno”, os casais foramconvidados a firmar, diante de Deus, ocompromisso de seguir as orientaçõese esclarecimentos reforçados.O que ficou foi a certeza deque Ser um Casal Equipista é fazerparte de um grupo que tem comoguia o próprio Cristo, que escolhepercorrer um caminho com orienta-ções seguras de vida que levam ao Paifazendo com que possamos repetirdiariamente com voz cada vez maisfirme: “O Poderoso fez em mim ma-ravilhas, e Santo é seu nome!”7Setor Água BoaSETOR A - URUAÇU``Ousar o Evangelho’’:Eis a missão do Casal CristãoNOTÍCIAS DA REGIÃOSETOR A e B - GOIÂNIAMárcia e Girlan - Equipe 1, Uruaçu• A Equipe 5 de Goiânia está recebendo com muito en-tusiasmo e alegria um novo casal, Renata e Guilherme,cuja pilotagem já foi iniciada. O casal demonstra mui-to empenho em participar das ENS, em busca de cres-cimento espiritual e está também se engajando em umtrabalho pastoral da igreja. Após sua mudança paraGoiânia, tomou a iniciativa de procurar as Equipes,pois já era de seu conhecimento a riqueza do Movi-mento para a vida matrimonial. Sua participação ativana Equipe 5 com certeza trará novo ânimo a todos oscasais. Que Nossa Senhora de Lourdes os abençoe e osinspire em sua caminhada.• Foi realizado no último dia 17/05 a reunião para Dis-cernimento e a votação da lista tríplice para escolha donovo Casal Responsável do Setor A. A reunião foi rea-lizada na Capela da Paróquia Santa Luzia, coordenadapelo CRS Mirian e Joel e pelo SCE Pe. João Batista,com a presença dos membros do Colegiado do SetorA (CRS, CL, CRE, SCE).• A Equipe 16 - N. S. da Anunciação tem novo conse-lheiro, o Frei Airton Sousa Guedes, da Paróquia NossaSenhora do Rosário, Bairro Hilda, Aparecida de Goi-ânia.• Foi realizado no dia 21/04 em Água Boa o Curso deNoivos que está sob a responsabilidade das ENS. Par-ticiparam oito jovens casais que se preparam para re-ceber o sacramento do matrimônio.Um novo ano equipista surge e nos provo-ca a “Ousar o Evangelho’’, a responder ao apelo doSenhor:“Que procurais?”. Partindo destas reflexõesiniciamos o nosso Pós – EACRE – 2013, dia 03 demarço, com a presença de vários casais equipistasde Uruaçu, Casais Ligação, Sacerdotes Conselhei-ros e seminaristas, todos imbuídos e desejosos de, apartir de Deus, percorrermos juntos o caminho dafé.O SCE Pe. Franciel – Eq. 02– apresentou-nos de forma apelativa o tema de estudo – 2013: ``OCaminho daVida Espiritual em Casal’’, destacandoque a espiritualidade não é um ato isolado da vidado cristão, e que nós, casais equipistas, devemos darà nossa vida uma espiritualidade mais profunda.Suscintamente, com entusiasmo e alegria,foram-nos expostos alguns temas vividos no EA-CRE: Campanha da Fraternidade, Jornada Mundialda Juventude, Metodologia proposta para o Temade Estudo, Carta de Brasília e o Ano da Fé, procla-mado pelo Papa Bento XVI, um convite para umaautêntica e renovada conversão ao Senhor. Pe. Tia-go, SCE – Eq. 04, incisivamente ressaltou as pala-vras do Beato João Paulo II: “a fé precisa ser pro-fessada, celebrada, vivida e rezada’’, e com frutos decaridade.Caros irmãos equipistas, sustentados pela fécontemplemos com esperança o caminho da vidaespiritual em casal, as orientações e ações para esteano da graça e que o Senhor, que cuida de nós, tor-ne fecundo o nosso caminhar rumo à santidade emcasal.•Literalmenteasementefoilançadanodia21/04/13,com mais uma equipe de Experiência Comunitária,em Uruaçu, Setor ‘’A’’ – Goiânia. Composta por 07casais desejosos de crescer na fé e viver o sacramen-to do Matrimônio em busca da santidade, com oacompanhamento espiritual do nosso querido Pe.Rogério.Abril/Maio/Junho 2013• A equipe 3 N. S. Auxiliadora dá as boas vindas aonovo conselheiro espiritual Pe. Adenir Fumagalli, pá-roco da Paróquia de Canarana-MT, que após algunsanos retornou ao Mato Grosso, e sempre muito dedi-cado, reassumiu a equipe, onde já havia sido conse-lheiro há alguns anos.• Pilotagem de Novos Casais: Três novos casais estãosendo pilotados para entrarem em equipes já exis-tentes. Camila e Cleder (Equipe 7 N. S. da ImaculadaConceição) estão sendo pilotados pelo casal Lucia eLuiz; e os casais Elaine e Franciel; Ana Maria e Valtair(Equipe 5 N. S. das Graças) estão sendo pilotados pelocasal Maria Arani e Hunérico.revista pai bia.indd Página espelhada 2 de 4 – Páginas(2, 7)revista pai bia.indd Página espelhada 2 de 4 – Páginas(2, 7) 14/06/2013 17:06:2914/06/2013 17:06:29
  3. 3. 6CONHEÇA O CONSELHEIRO:Pe. FrancielNOTÍCIAS DA REGIÃOHISTÓRICO: EQUIPE 3 - ANÁPOLISNOSSA SENHORA DE FÁTIMAPe. Franciel Lopes da SilvaEquipe 2 - Setor A, UruaçuSuzete e AndréEquipe 3 - Setor AnápolisA vocação é e semprecontinuará sendo “dom e mis-tério”, fruto do amor e genero-sidade de Deus para com o serhumano, “tesouro que carrega-mos em vaso de barro” 2Cor4,7. Meu chamado à vida pres-biteral começa na adolescência,entre os treze e quatorze anos,quando na Paróquia São LuizGonzaga, cidade de São LuizAbril/Maio/Junho 2013“Apascenta minhasovelhas”(Jo 21,15)do Norte-GO, eu comecei a participar de forma mais ativa nostrabalhos paroquiais. Servindo ao altar do Senhor, no ministériodos coroinhas, fui cultivando o desejo de ser Sacerdote. Deusfoi confirmando seu chamado através dos encontros vocacionaise da presença de meu Pároco em minha vida. Passei a perce-ber que “a messe era grande e poucos eram os operários”, assimnão medi esforços para buscar responder “Sim” ao chamado deDeus.Entrei no Seminário Menor São José, em Mara Rosa-GO, no ano 2001. Foram dois anos de profunda intimidade comDeus, vida fraterna e início de um discernimento mais profundodo chamado de Deus. Cursei Filosofia no Seminário DiocesanoSão José em Uruaçu-Go e teologia em São Paulo e Brasília. OSeminário foi um tempo muito bom em minha vida, trago óti-mas recordações dos momentos comunitários, das orações, dasviagens, dos estudos, das atividades pastorais e, principalmen-te, do aprofundamento do discipulado no seguimento de JesusSumo e Eterno Sacerdote. Quando Deus chama nos deparamoscom as limitações e fragilidades, mas Ele vai nos modelando econcedendo os dons necessários para seguirmos o caminho queEle nos quer trilhando. Posso dizer que Deus nunca abandona osseus escolhidos.Momento marcante na vida de um vocacionado é a or-denação. A ordenação não é o ponto de chegada ou final, mas oinício de uma vida totalmente consagrada a Deus. Fui ordenadodiácono no dia 12 de julho de 2009, dia em que dei meu “sim”definitivo a Deus, mas este “sim” precisa ser renovado todos osdias. Permaneci um ano como diácono e no dia 27 de junho de2010, na cidade de Uruaçu-GO, fui ordenado Sacerdote. Escolhicomo lema de ordenação presbiteral a frase de São João MariaVianney que diz “O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus”;sempre fui encantado por Jesus Bom Pastor, o qual sabia que Suahora havia chegado e quis permanecer conosco através da Euca-ristia e, por isso, instituiu o ministério sacerdotal; cada Sacerdotetem como origem o Coração de Jesus, pois é de lá que brota ochamado para cada jovem abandonar tudo e olhar apenas para oSenhor.Nesses quase três anos de vida presbiteral, hoje traba-lhando como Reitor do Seminário Diocesano São José, tragosempre comigo as palavras do Sacerdote que fez a homilia emminha primeira missa: “em todos os momentos da vida, olharapenas para Cristo e não voltar atrás”. Desejo que a cada diameus olhos estejam fitos no Senhor e que Ele me encante e atraiaem todos os momentos de minha vida. Ser Padre é muito bom!Nunca estamos sozinhos, Cristo está sempre conosco, a maisbela de todas as companhias.Escrever sobre os 19 anos de nossa caminhada de equi-pistas de Nossa Senhora é voltar no tempo. Nosso querido PadreJoão Batista Neto convidou vários casais para uma reunião, ondesua intenção era introduzir as ENS em nossa cidade. O movimen-to era até então desconhecido por nós, mas após os esclarecimen-tos ficamos aguardando.Em 09/04/l994, a equipe que tempor intercessora Nossa Senhora de Fáti-ma, foi formada. Tivemos o privilégio deser pilotados por Cleusa e Luis Fernando,e era com grande alegria que esperávamosquando eles deslocavam de Brasília paranossas reuniões formais. Recebemos também por indicação dopadre João Batista um grande presente, nossa amada conselheiraespiritual Irmã Silmei.Nossa equipe foi constituída inicialmente por oito ca-sais. Deste grupo continua até hoje Amália e Basílio, Suzete e An-dré, alguns desistiram outros mudaram como Carlindo e Eunice,Zilda e Bene, mas continuam nas ENS.As primeiras reuniões eram muito animadas, pois nos-sos filhos ainda pequenos gostavam muito de participar. Perce-bemos que era o movimento certo para nossa caminhada rumo àsantidade, os PCE’s são instrumentos de muito valor para nossocrescimento espiritual e conjugal. Novos casais chegaram e apren-demos muito com cada um. Em 12/10/2006, passamos por umgrande abalo, Deus chamou nosso querido Oclésio da Virgínia,um casal maravilhoso, quantas lágrimas e dor com sua partida,Nossa Senhora, nos deu forças, pois era preciso continuar.Recebemos outros casais e novamente no final do anode 2012, nossa CE Irmã Silmei teve que se afastar, por problemasde saúde, nos sentimos órfãos, mas ela pediu que continuássemosfirmes e unidos. Deus nos presenteou novamente em 2013 comuma nova conselheira espiritual indicada pelo querido padre LuizLemos, Irmã Maria Helena, também franciscana, que já chegounos cativando com seu carinho, ânimo e sabedoria.Crescemos e amadurecemos muito nestes anos, passa-mos por tribulações e também alegrias. Somos uma equipe ondereina o amor, a confiança e a entreajuda, somos uma verdadeirafamília. Hoje nossa equipe é composta de seis casais: Amália e Ba-silio, Lucia e Célio, Nilda e Luiz, Suzete e Andre. Vera e William eLilda e Hélio.Agradecemos a Deus e a nossa Senhora de Fátima pelariqueza que é pertencer às Equipes de Nossa Senhora.Abril/Maio/Junho 2013 3ARTIGOMarisa e Décio - Equipe 5A Goiânia Núbia e Gilmar - Equipe 14B GoiâniaCORPUS CHRISTICORPUS ECCLESIA E CORPUS NOSTER ET FRATRISCorpo de Cristo, Corpo daIgreja, NOSSO CORPO. Corpo dadopelo Pai (cf. Jo 6,32). E, nos dandoo próprio Filho, “como é que, comEle,não nos daria tudo?”, pergun-ta o Apóstolo (cf. Rm 8,32). Cristo,Rei do Universo, é totalmente nosso.Logo, “tudo é nosso! Mas nós somosde Cristo, e Cristo é de Deus (cf. 1Cor3,22s). Realmente, somos de Cristo?Cristo se deu todo a nós. De“condi-ção divina, não se prevaleceu de suaigualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condiçãode escravo e assemelhando-se aos ho-mens. E, sendo reconhecido exterior-mente como homem, humilhou-seainda mais, tornando-se obediente atéa morte, e morte de Cruz” (Fl 2,6-8).Amemos a Cristo! Amar ésantificar-se e sofrer. Sem Cruz nin-guém segue JESUS; nem sofre por seuCorpo que é a IGREJA; nem tem mi-sericórdia; nem dá ou recebe CorpusChristi EUCARISTIA (cf. Lc 19,23;Cl 1,24; Jo 15,5; 1Cor 11,23-29); poiso Pai exige a nossa SANTIFICAÇÃO(cf. 1Ts 4,3); o que é impossível semabnegação. Ó Equipistas, estamosmortos e a nossa vida“está escondidacom Cristo em Deus” (Cl 3,3); mas“o Amor de Cristo nos impele: Elemorreu por todos e, portanto, todosmorreram”(cf. 2Cor5,14)! E “compra-dos por preço muito alto, devemosglorificar a Deus no NOSSO COR-PO” (1Cor 6,20). Pessoa sem fé divi-na e católica requer provas bíblicas,se é fundamentalista. Nós, Catecis-mo da Igreja Católica na mão, lemose assim dizemos tranquilamente que“Ego vero Evangelio non crederem,nisi me catholicae Ecclesiae commo-veret auctoritas”, i.é.,Eu não creria noEvangelho, se a isto não me levasse aautoridade da Igreja Católica”(§ 119).Aula magna sobre o tema?Sequênciade Corpus Christi e Vamos todos lou-var juntos.Cremos no Espírito Santo,-na Santa IGREJA CATÓLICA.EU-CARISTIA, CORPO DE CRISTO,NOSSO CORPO, tudo é um mistériosó. Mas o que Cristo é por essência,nós o somos por participação. Ele éDeus; mas, disse: “todos sejam um,como tu, Pai, estás em mim, e eu em ti.Que eles estejam em nós [...], para queeles sejam um, como nós somos um:eu neles, e tu em mim, para que sejamperfeitamente unidos” (cf. Jo 17,21ss).Lemos também: “quem permane-ce no amor, permanece em Deus, eDeus permanece nele” (1Jo 4,16). Sehá quempermaneça; há quemnão per-maneça. Perguntar não ofende: Existeamor sem Deus? Nós permanecemosem Deus? Tá vendo? Aí é que tá! CasalEquipista é gente boa e cumpridora deseu PCE.Deve responder como a vir-gem santa Joana d’Arc no Catecismoda Igreja Católica, que “Interrogada sesabe se está na graça de Deus, respon-de: ‘Se não estou, que Deus me queirapôr nela; se estou, que Deus nela meconserve’”(§ 2005). Ou São Paulo: “Éverdade que a minha consciência nãome acusa de nada. Mas isto não querdizer que eu deva ser considerado jus-to” (1Cor 4,4). Amor é graça? Basta!Falaram Deus e um doutor na Sagra-da Escritura; a Igreja e uma analfabetano Catecismo da Igreja Católica. Ca-sal Equipista e SCE não são aquelestrês macaquinhos ridículos – sem ver,julgar e agir. Nosso corpo é Corpode Cristo? Corpo do irmão é o quê?CORPO DE CRISTO? Quem vai aDeus sem Jesus? (cf. Jo 14,6); amar aDeus não é amar o irmão? (1Jo 4,21).É nosso caminho! O único! Mãe deDeus, Mãe de Jesus, Mãe da Igreja,minha Mãe, minha Nossa! Mãe dopróximo. ENS, senão pelo corpo dopróximo NINGUÉM vai ao Corpo deCristo!(cf. Lc 10, 25ss).Pe. Roberto CesarSCE - Equipe 4, Nossa Senhora de NazaréSetor AnápolisREGRA DE VIDA...Lucia e LuizEquipe 1, N. S. do Bom ConselhoSetor Água Boa, MTNosso movimento tem uma série de ferramentas que devemosusar para guiar nossa caminhada espiritual... Não basta colocar uma“letrinha” na folha de partilha e partilhar com a Equipe...A vida cristã exige de cada um de nós, um compromisso, etambém um exercício diário e contínuo. Para construir a Paz em nossomatrimônio, família e comunidade, é necessário, a cada dia, lapidar eaparar as arestas, para estar mais próximo da perfeição desejada porDeus.A Regra de Vida é uma dessas ferramentas. Deve ser simples.Do que precisamos ? : lapidar nossas atitudes, nossos relacionamentos.Uma boa dica é lembrar-se das “Bem-aventuranças” ou da “Oração deSão Francisco”, e refletir sobre nossos defeitos ou sobre as virtudes quenos faltam, e assim guiar nossa Regra de Vida.Pe. Caffarel já dizia que a Regra de Vida deve ser “escrita ecurta”, mas deve ser concretizada no dia-a-dia.Devemos olhar a Regra de Vida como um caminho que nosleva para águas mais profundas. Ela permite um olhar para dentro denós mesmos, e a partir desse olhar, modificar valores, rever posições,sempre fazendo a ligação entre o nosso falar e agir.Como equipistas temos o privilégio de ter esta ferramenta aonosso dispor. Um convite mensal para escolhermos uma atitude que nosleva a progredir na direção de um crescimento espiritual e humano.revista pai bia.indd Página espelhada 3 de 4 – Páginas(6, 3)revista pai bia.indd Página espelhada 3 de 4 – Páginas(6, 3) 14/06/2013 17:06:3814/06/2013 17:06:38
  4. 4. 4A Região Goiás Centro rea-lizou nos dias 18 e 19/05 em Goiânia aSessão de Formação Nível III.A Sessão foi conduzida peloCasal Responsável da Super RegiãoBrasil - Cida e Raimundo e pelo CasalResponsável da Província Centro-OesteOlga e Ney.As Sessões de formação fazemparte da pedagogia das Equipes de Nos-sa Senhora, quanto às práticas para a vi-vência da espiritualidade conjugal. Umadessas práticas é a formação constantede seus integrantes. A formação tem porobjetivo possibilitar aos casais equipis-tas um período de aprofundamento nasua fé cristã e no Movimento.As Sessões de Formação sãodivididas em três Níveis. O Nível I tra-ta da fé e vida cristã; o Nível II Vocaçãoe Missão; já o Nível III tem o foco naformação de quadros. São momentosmais voltados para a compreensão domovimento e das funções de responsa-bilidades na sua estrutura. Aprofunda acompreensão e o conhecimento das ENSformando casais para missão tanto nomovimento quanto no mundo.É o ser movimento missionário,que busca incentivar os casais a assumi-rem papel de liderança no movimentoe na igreja. Outro aspecto relevante, éque participando da formação, os casaisdespertem para o sentido de pertença aomovimento, não ficando limitados ape-nas à sua equipe de base, e fortalece seucompromisso com a unidade do movi-mento.E como disseram Eliane e Wil-son (Eq.6 Anápolis), “como foi bom es-ARTIGOSESSÃO DE FORMAÇÃO NÍVEL IIIOrdália e Leopoldo - Equipe 2 Anápolis Vaneli e Luiz - Equipe 1 Anápolis Vaneli e Luiz - Equipe 1 AnápolisRETIRO FREI AVELINONos dias 26 a 28 de abril aconteceu oRetiro fechado dos Setores A e B de Goiânia efomos convidados a beber da mais pura fontede sabedoria e inspiração.O nosso pregador , o querido FreiAvelino Pértile nos presenteou com suas colo-cações e seus ensinamentos. Deu-nos a incum-bência de gerar o próprio Cristo e dizia:”Commuito empenho nos estamos unindo aos ou-tros casais para mutuamente nos entusiasmar,não só com palavras, mas, com gestos de vida.O queremos de fato? Gerar JesusCristo, a figura, o rosto de Jesus Cristo com orosto de cada um de nós. Em outras palavras,queremos que Jesus Cristo mostre seu rosto,seu coração em cada pessoa, em cada casal.”E mais na frente dizia:”Mas, paranascer ainda é necessário eliminar, tirar pe-quenas coisas, muitas pequenas coisas. Pre-cisamos estar convencidos, conscientes que aperfeição da conjugalidade, o perfeito enqua-dramento dentro das ENS ainda está pedindomais. O evangelista João disse (Jo 7, 37): Sealguém tem sede... Nós estamos aqui no reti-ro justamente para isso, porque estamos comsede. Aqui viemos para beber, para nos saciarcom aquela água que sacia.Viemos com sede ou viemos porcuriosidade? O que precisamos trazer aqui é aAbril/Maio/Junho 2013cutar de Cida e Raimundo, Olga e Neytantos conteúdos e testemunhos de vida.Assim, no final do encontro, ficou paranós que “A formação, como a caridadenão tem limites e é guiada pelo Espíri-to Santo”, e que mais uma vez temos acerteza de que “Há só um motivo válidopara que entrar nas ENS (e permanecer):A procura de Deus” (Henry Caffarel).”sede. Queremos nos colocar como quem estádesidratado, com vontade de beber qualquercoisa que nos possa saciar esta sede.Nós sabemos como é a lei da vida.Quando não temos sede só bebemos se gos-tamos, mas, quando temos sede, tudo serve,tudo é bom. Nós precisamos entrar em retirocom este tipo de sede, pois, nem sempre o quegostamos é o mais necessário ou o mais útil.”Apresentou também a importânciada oração e como devemos fazê-la, e por fimfalou-nos com muita propriedade, sobre o ser-viço, fazendo com que percorrêssemos o cami-nho com Moisés e dizia:Moisés é a figura maisapaixonante da história da salvação, sempreem destaque em todo o Antigo Testamento.Moisés, um gigante, mas com os pés de barro,como todo ser humano. A grandeza da missãonão anula a pequenez e a fragilidade do ho-mem e da mulher, nem elimina os limites; es-tes, pequenez, fragilidade e limitações, tornamo homem e a mulher mais conscientes e maissensíveis a todos os limites humanos daquelesa quem são chamados a servir!E finalizou dizendo que: O Movi-mento das ENS é uma escola onde encontra-mos tudo o necessário para nos tornar discí-pulos do Único Mestre da humanidade, JesusCristo.Agradecemos de coração ao queridoFrei Avelino por estesdias maravilhosos emsua companhia. Que Deus o abençoe.Lu e NelsonEquipe 1 - Setor A, Goiânia5TESTEMUNHOMarize e Cesar - Equipe 15B GoiâniaSandra e IlsonCRE - Equipe 12A , GoiâniaA MARAVILHOSA EXPERIÊNCIA DOS RETIROSMaria e José Queiroz - Equipe 5 Água Boa Andrea e Earle - Equipe 3 Água BoaDesde que nos mudamos deUruaçu para Goiânia, tivemos o privilé-gio de participar de todos os retiros fe-chados.O primeiro realizou-se em Maiode 2010. Neste o Pe. Flávio Cavalca repre-sentou “Jesus” no nosso meio.Ele nos en-sinou a engatinhar, a começar a perder omedo de nos entregar. Pegando em nossasmãos como um pai, nos mostrou o cami-nho passo a passo: Sacramento do NovoAmor, Sacramento da Convivência, Sa-cramento do Matrimônio, Sacramento daFamília e Sacramento Liturgia da Família.No final, ele nos encorajou:“O Casamen-to é um sacramento, estes momentos sãode graças como os momentos vividos nanossa igreja (Eucaristia).Não precisam fi-car perdidos.Vivam intensamente, vivamna alegria. Deus os ajude!”, concluiu.Continuamos nossa caminha-da andando ainda devagar e com muitomedo, às vezes fraquejando. Passou-semais um ano e Deus nos convidou paranosso segundo retiro fechado, no qual sefez presente na pessoa do Pe. Mário, quenos deu o exemplo de entrega e amor aJesus. Ele dizia-nos com muita convicçãopara termos fé e aceitarmoso plano de fe-licidade de Deus para nós. Aprendemosque fé é conhecer e testemunhar o planode Deus emnossas vidas. É comprometer-nos a entrar no caminho de Deus.O Pe. Mário nos falou ainda so-bre as virtudes cardeais: prudência (evi-tar o mal), temperança (ter equilíbrio) ejustiça (sermos justos nos fortalece e nosimpulsiona para a missão). Estas palavrascaíram em nossos corações. Refletimos enos perguntamos o que o Senhor queriade nós naquele retiro? Deus nos preparouum grande encontro com Ele na capela,quando Ele se manifestou fortemente napessoa de Pe. Mário, que andava descalçono meio de nós. Tão grandes eram seusbraços! Tão grande era seu amor que osolhos Dele brilhavam! No momento emque Ele se aproximava, senti muitas emo-ções. Meu coração ardia em chamas e, derepente, o Pe. Mário (Jesus) abriu os bra-ços e disse: “Filha, estou aqui. Eu vim teAbril/Maio/Junho 2013abraçar, fale tudo o que quiseres, eu estoucontigo.” Abracei-o fortemente, pedi per-dão por não saber perdoar como o Senhor(Deus) sempre me perdoou. Pe. Máriocontinuou andando no meio de suas ove-lhas. Agradeço ao Senhor por ter me dadoa coragem de agradecer ao Pe. Máriopeloquanto ele foi bom para mim. Hoje, o Pe.Mário está Contigo, continue cuidandodele!Caminhamos mais um ano e ou-tra vez Deus nos convidou a escutá-lo napessoa e nas palavras do Pe. Miguel. Estenos disse: “É importante assumir a deci-são de não ficar na superfície porque, seassim fizer, dará as costas ao encanto queé você. Basta querer e buscar para desco-brir sua beleza interior. É uma questãode decidir amar-se mais.” No último diado encontro, Pe. Miguel nos deixou umamensagem: “Deus está muito perto denós, mas o encontro só acontece quandoo buscamos com intensidade e radicalida-de”, orientou.Confiantes na alegria de Pe. Miguel, conti-nuamos procurando crescer na fé, na hu-mildade e no “servir”. Em mais um retiro,Deus veio nos visitar através da pessoa doFrei Avelino, o qual nos ensinou sobre ovalor do silêncio, que é um espaço privi-legiado para no encontrarmos conoscomesmos. Ele nos convidou para subir aoMonte Tabor e lá permaneceu conosco.Falou-nos de mais um PCE (Oração Con-jugal), primordial na vida do cristão e docasal equipista, e nos ensinou que ser umcasal de oração é ter autoconhecimento.É na oração que experimentamos a nos-sa pequenez, descobrimos quem somose com quem estamos falando. Orandorefletimos sobre: que tipo de equipistassomos?Estamos na ENS para dar ou parareceber? O filho primogênito do amorchama-se “servir” e a maior alegria estáem dar. O maior servir de Jesus foi coma morte. Ele nos ofereceu a vida. Quandonão há mais nada para fazer, ainda pode-mos oferecer a vida.Para servir, precisa-mos aprofundar na fé.Frei Avelino relatou a históriade Moisés colocando-a junto à história deser ENS, e nos mostrou o dever de sermosservos. A grandeza da missão não nos tirada nossa pequenez, simplesmente Deusnos escolhe para servir. Somos responsá-veis por este movimento. Deus nos chamapara a missão, Deus ama e se preocupacom todos os seus e precisa de cada casalequipista. No mundomuitos irmãos preci-sam de nós. Deus confia em nós e, nestaconfiança, encontraremos nossas forças.Frei Avelino nos deixou uma dedicatória.“Meus caros casais, honrem o nome quevos identifica :casais ENS. Não sejamosum ponto negativo para ninguém. Deusnos torna coerentes e fiéis, pois, na fideli-dade, está a nossa felicidade”, concluiu.revista pai bia.indd Página espelhada 4 de 4 – Páginas(4, 5)revista pai bia.indd Página espelhada 4 de 4 – Páginas(4, 5) 14/06/2013 17:06:4414/06/2013 17:06:44

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