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As medidas legais foram tomadas pelo Conselho Federal de Educação e pelos órgãossuperiores em plena ditadura militar. Pela...
O ensino da Geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental proporcionar ao alunouma compreensão mais ampla da realida...
relação à velocidade da informação, deve-se considerar que não é a distância o que vaiimpedir ou retardar o acesso à infor...
3.2 O ENSINO DA GEOGRAFIA E O SEU DESENVOLVIMENTO EM SALA DEAULAÉ na escola que uma parte do processo de conscientização o...
Esta perspectiva de ensino terá que ser ministrada ao longo da convivência geográficado aluno na escola, que inclui o 1º e...
3. 4 A importância do livro didático.Certamente, percebe-se que o livro didático tem sido usado como base para as aulasdas...
educativos e informações adicionais o mesmo autor chama de Currículo interativo, ou seja,o que realmente é passado para os...
BITTENCOURT, Circe Maria F. Disciplinas escolares: história e pesquisa. In.OLIVEIRA, Marcus A. T. de. RANZI, Sterlei M. Fi...
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  1. 1. O PAPEL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA NOS NÍVEISFUNDAMENTAL E MÉDIOANTONIO, CarlosBORGES, Emanoel MarcelinoGOMES, FrancklinMEDEIROS, Ana Cristina de LimaNASCIMENTO, Carlos José doNASCIMENTOS, Jaisvan de OliveiraSILVA, Enoque Candido daSILVA, Vagnólina VianaResumo: Este artigo apresenta as dificuldades do ensino aprendizagem da geografia nasescolas de ensino médio e fundamental destacando os desafios e perspectivas do professor.Palavras chave: dificuldade, desafios e perspectivas.1 . INTRODUÇÃOA preocupação dos autores é a discussão da atual realidade da formação docente para oensino e a aprendizagem da Geografia como componente curricular, apontando caminhospossíveis para que a disciplina cumpra seu papel nas escolas de ensino fundamental e médio.Aborda o processo de ensino e aprendizagem em Geografia na busca de seus fundamentos eda explicitação metodológica que potencializem esse processo.Os caminhos passíveis de ser percorridos em cursos de formação de professores dadisciplina são variados e dependem do entendimento da instituição formadora e seusmestres sobre o que venha a ser a educação básica e sobre o papel da Geografia nessaformação. A nosso ver, o trabalho em sala de aula precisa permitir ao aluno a compreensãodo espaço geográfico.Enquanto na universidade, na década de 70 do século XX, os debates se acirravam emdecorrência da busca de novos paradigmas teóricos no âmbito do conhecimento emGeografia, a escola pública de primeiro e segundo graus, hoje ensino fundamental e médio,enfrentava um problema ocasionado pela Lei 5.692/71: a criação de Estudos Sociais com aeliminação gradativa da História e da Geografia da grade curricular.Alunos do Curso de Geografia da UPE - Campus Petrolina
  2. 2. As medidas legais foram tomadas pelo Conselho Federal de Educação e pelos órgãossuperiores em plena ditadura militar. Pela Lei 5.692/71, assistiu-se à extinção do exame deadmissão no ginásio e à fusão do ginásio ao primário (antigo grupo escolar), constituindo aescola de primeiro grau de oito anos.A legislação, imposta de forma autoritária, tinha mesmo a intenção de transformar aGeografia e a História em disciplinas inexpressivas. Conti (1976) já alertava os professorespara um problema que enfrentariam em futuro próximo, afirmando que a licenciatura emGeografia e História, obtida com tanto sacrifício na universidade, estava perdendo seusignificado.Nossa intenção é pensar a formação do professor de Geografia para uma escola e umasociedade em que se possa consolidar a democracia. Com essa perspectiva, o professorprecisa preparar-se para participar de projetos na escola que visem a reflexõesparticipativas, viáveis para o momento vivido, e sejam adequadas às condições e àcomplexidade da sociedade atual neste início de século XXI.2 . METODOLOGIAForam pesquisados vários livros com a sua leitura e seus fechamentos, através delesforam desenvolvidos analise critica do assunto, e feito um texto dissertativo.3. RELAÇAO DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA NAS SERIES INICIAISNas primeiras séries, o professor trabalha com noções simples, poucas informações eatributos que as caracterizam até chegar, no final do 1º grau, ao campo do conhecimentoobjetivo, elaborado, que contenha noções universais e abstratas.Ao começar lecionar Geografia o educador deve pensar que está mostrando um universovasto de informações ao educando, e o mesmo irá utilizar-la no seu dia - a - dia.O professor ao obter a concepção de que a matéria que está apresentado ao educando,de um modo ou de outro faz parte do nosso cotidiano, irá com mais facilidade explanar aidéias que entornar o assunto. Devemos ter a consciência de que, "Vemos Geografia", aofalar do local a onde moramos, da alimentação a qual estamos ingerindo, ou falar dalocalização de um determinado local, etc.
  3. 3. O ensino da Geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental proporcionar ao alunouma compreensão mais ampla da realidade geográfica, possibilitando dessa forma umaatuação com maior consciência em relação à natureza e ao meio ambiente.Esse objetivo da Geografia pode ser traduzido no conhecimento e na compreensão danoção de paisagem, de território e de lugar com base na leitura do espaço geográfico, nosseus diversos aspectos: clima, relevo, hidrografia, fauna, vegetação, espaço natural e espaçoconstruído.3.1 QUAL É O LUGAR DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA NAS SÉRIESINICIAIS?Aprender a pensar o espaço. E, para isso, é necessário aprender a ler o espaço, “quesignifica criar condições para que a criança leia o espaço vivido” (Castelar, 2000, p. 30).Fazer essa leitura demanda uma série de condições, que podem ser resumidas nanecessidade de se realizar uma alfabetização cartográfica, e esse “é um processo que seinicia quando a criança reconhece os lugares, conseguindo identificar as paisagens” (idem,ibid.). Para tanto, ela precisa saber olhar, observar, descrever, registrar e analisar. Comofazer isso? É certo que, da forma como a geografia tem sido tratada na escolatradicionalmente, ela não tem muito a contribuir.Aquela geografia chamada tradicional, caracterizada pela enumeração de dadosgeográficos e que trabalha espaços fragmentados, em geral opera com questões desconexas,isolando-as no interior de si mesmas, em vez de considerá-las no contexto de um espaçogeográfico complexo, que é o mundo da vida.Uma prática tradicional na Escola Fundamental, adotada nas aulas de estudos sociais,mas desenvolvida não apenas sob sua égide, é o estudo do meio considerando que se devepartir do próprio sujeito, estudando a criança particularmente, a sua vida, a sua família, aescola, a rua, o bairro, a cidade, e, assim, ir sucessivamente ampliando, espacialmente,aquilo que é o conteúdo a ser trabalhado. São os Círculos Concêntricos, que se sucedemnuma seqüência linear, do mais simples e próximo ao mais distante. Na realidade, esseprocedimento constitui mais um problema do que uma solução, pois o mundo éextremamente complexo e, em sua dinamicidade, não acolhe os sujeitos em círculos que seampliam sucessivamente do mais próximo para o mais distante. Num mundo em que ainformação é veloz e atinge a todos, em todos os lugares, no mesmo instante, não se podemfechar as possibilidades em um estudo a partir de círculos hierarquizados. Ainda com
  4. 4. relação à velocidade da informação, deve-se considerar que não é a distância o que vaiimpedir ou retardar o acesso à informação, mas condições econômicas e/ou culturais,inscritas num processo social que exclui algumas (ou muitas) pessoas.A superação dessa lógica de que a criança aprende por níveis hierarquizados – no casodo espaço, por níveis espaciais que vão se ampliando sucessivamente – requer oestabelecimento, pelo menos, de uma clareza de termos. Não estamos considerando que oestudo do meio é inócuo e desligado da realidade. Pelo contrário, ele pode constituir umainteressante possibilidade de ensino e aprendizagem. O que se está questionando é umapostura teórica que dá a referência, a forma de encaminhamento, postura que considera umespaço fragmentado e circular, o qual se amplia sucessivamente.Partindo do “eu”, da família, cria-se uma proposição antropocêntrica – ou melhor,egocêntrica – ao redor do “eu”. O problema não é partir do “eu”, mas sim fragmentar osespaços que se sucedem e que passam a ser considerados isoladamente, como se tudo seexplicasse naquele e por aquele lugar mesmo. A dinâmica do mundo é dada por outrosfatores. E o desafio é compreender o “eu” no mundo, considerando a sua complexidadeatual.A referência teórica é buscada tanto na geografia – a qual considera que o espaço ésocialmente construído pelo trabalho e pelas formas de vida dos homens – como naPedagogia – a qual considera que a aprendizagem é social e acontece na interlocução dossujeitos (estejam eles presentes fisicamente, ocupando um espaço próximo, estejam elesdistantes, mantendo contatos virtuais, ou sob a hegemonia de determinada conduçãopolítica, econômica).Como superar o positivismo da geografia e da educação, em um mundo que estámudado e continua mudando aceleradamente? O que seria possível fazer para engendraruma nova forma de “ensinar o mundo”?Se os estudos do meio, considerados a partir do princípio dos círculos concêntricos,não se mostram apropriados para fazer a leitura do espaço – que deveria conter apossibilidade de perceber o movimento, percebem a cotidianidade da vida dos váriossujeitos e a sua expressão por meio dos grupos de que participam, construindo o seu espaço– quais as alternativas possíveis? Quais os referenciais teóricos que nos permitiriamconstruir métodos de análise do espaço geográfico capazes de permitir que os alunos sereconheçam no interior desse espaço? E que se sintam efetivamente produzindo esseespaço? E, nesse sentido, quais as práticas sociais (em especial as escolares) que seapresentariam como eficazes?
  5. 5. 3.2 O ENSINO DA GEOGRAFIA E O SEU DESENVOLVIMENTO EM SALA DEAULAÉ na escola que uma parte do processo de conscientização ou não conscientização sedesenvolve, e a geografia como as demais ciências que fazem parte do currículo de 1º e 2ºgrau procura desenvolver no aluno a capacidade de observar, analisar e pensar na realidade,tendo em vista a sua transformação. Com o professor de geografia está a responsabilidadede desenvolver nos seus alunos a visão de totalidade da sociedade e cabe também a tarefade ensinar os conceitos elementares da geografia, essa realidade sempre envolve sociedade enatureza. É na transmissão e formação desses conceitos que o professores criam a definiçãoe escolha da geografia que deve ensinar. Debates entre professores e pesquisadores dasuniversidades e redes de ensino têm permitido tomar consciência de que a geografia tempassado Por um processo de discussão de suas teorias e métodos, sobretudo tem permitidoaos que trabalha com o saber geográfico se posicionarem acerca das implicações embutidasem sua disciplina.Este processo de reflexão participante, onde produtores e transmissores refletem sobreseus papéis na sociedade de hoje e do futuro e através destes movimentos que estánascendo uma proposta para o ensino fundamental e médio nas escolas publica tendo comoobjetivo transformar o aluno em um ser informado, capaz desde o inicio do processo deaprendizagem, de criar, construir o saber, ao mesmo tempo o professor vai setransformando de transmissor em criador deste saber.Além disso, diferentemente dos demais métodos, foi criado um método dialético quetraz consigo a recuperação de um espaço crítico que a geografia precisa ter, por isso estageografia que incorpora a dialética é uma geografia essencialmente crítica. Esse caminhopressupõe que o professor se envolva não só com os alunos, mas, sobretudo, com osconteúdos a serem ensinados, ou seja os professores deve deixar de dar os conceitosprontos para os alunos e sim juntos participarem de um processo de construção do saber,tendo como referência o trabalho pedagógico e as teorias de aprendizagem em relação aformação de conceitos.Sem querer fugir nossa preocupação é a de propor passos concretos dentro dodesenvolvimento de um programa didático que pudesse ser levado a cabo pelo professor, opropósito é o de levantar pontos para discussão e estabelecer metas partindo de críticas eautocríticas, daquilo que é realizado com a geografia dentro de sala de aula, e que se tenhaclaro o que quer ensinar e quais os objetivos deste ensino.
  6. 6. Esta perspectiva de ensino terá que ser ministrada ao longo da convivência geográficado aluno na escola, que inclui o 1º e 2º grau, em no Maximo duas horas-aulas semanaiscom a pretensão de estabelecer ao nível de detalhe , os pontos programáticos a seremdesenvolvidos nas varias series dos dois graus. Desta forma busca-se o objetivo de seaprender essencialidade o fato das atualidades oferecendo base solida para a construção deuma alternativa efetiva.3. 3 Que as propostas contidas nos programas relacionados ao ensinofundamental e médio e o papel professorParece estranho,mas aprendemos sim com a compreensão da geografia nesses níveis deescolaridade,percebe-se que a geografia que se expressa nessas novas proposições,setransforma sob diferentes,em relação ao conteúdo, à sua estruturação, à metodologia e aosprocedimentos adotados.Em termos de estruturação,aqui entendido como organização dos conteúdos,observam-se mudanças,seja na disposição clássica dos conteúdos por serie,seja na conexão feita comas praticas sociais.Ainda permanece uma predominância,em alguns textos dos estudoscosmos e do planeta na quinta serie,embora a discussão no âmbito da educação tenhaquestionado a adequabilidade destes temas nesse nível de ensino.Em relação à metodologia verifica-se uma tendência para trabalhar os conteúdos apartir do espaço próximo,da vivencia do aluno.Encaminha-se um estudo da geografia quepromova a interação de fatores naturais,sociais,econômicos e políticos a partir da leitura dolugar.Sugere-se uma superação da informação e descrição geográfica pela apreensão deconceitos geográficos,a exemplo de lugar,paisagem,região,território.Em relação aos procedimentos,observam-se proposições mais dinâmicas,maisinterativas onde o aluno aprende na vivencia de uma saída de campo, na vivencia de umexperiência na construção de objetos e/ou de representações,ou ao refletir sobre fatos docotidiano,analisar filmes,noticias e textos.enfatiza o uso de instrumentaldidático,mapas,cartas e o globo; valoriza-se como fundamental na educação geográfica aleitura cartográfica, daí as propostas de alfabetização cartográfica.
  7. 7. 3. 4 A importância do livro didático.Certamente, percebe-se que o livro didático tem sido usado como base para as aulasdas disciplinas escolares, não sendo a Geografia, como já comentado, uma exceção. Oplanejamento escolar, realizado geralmente no início do ano letivo, estabelece muitas vezeso conteúdo que será “dado” no decorrer do ano letivo com base no sumário do livrodidático.É possível essa prática pode ser desestimulante e cansativa tanto para alunos comopara professores? A princípio, o fato citado acima reduz as perspectivas de haver umamelhor compreensão espacial, pois os alunos sempre terão em mente que a “próxima aula”será nada mais que uma continuação do assunto baseado na seqüência estabelecida pelosumário do livro didático, quer isso indique uma mudança de assunto de uma regiãobrasileira ou de um país. Na maioria das vezes, os alunos terão que sonhar com umarealidade muito distante da que conhecem sem terem como compreender de forma maiseficiente. Por que isto acontece? Um dos motivos é a pressão: da direção, dos pais dealunos, etc. que leva professores a adotar uma postura inadequada para o ensino dageografia. É claro que os professores também têm seu lugar nesta prática.Além disso, essa prática afetará a própria habilidade do professor, o qual se limitaráa utilizar o sumário do livro como base única para o transcorrer anual do seu trabalho emsala de aula. Ou seja, seu objetivo será a aplicação do conteúdo do livro.Por meio de uma linguagem simbólica, o autor destaca que tem havido uma“retificação” dos conteúdos, dizendo que “o professor começa a adotar a lógica docachorro que corre atrás de seu próprio rabo e consegue apenas ficar cansado”. (PEREIRA,1996, p.48-49). Daí a importância de se adaptar novos conteúdos ao objetivo da Geografiapara cada lugar.Mesmo assim, o livro didático continua sendo uma ferramenta importante noprocesso de ensino-aprendizagem. Não estamos desestimulando seu uso. Pelo contrário, éde suma importância a atitude coerente do professor ao utilizá-lo em sala de aula. Eledeverá descobrir maneiras de melhorar a criticidade de seu alunado.Já na década de 1980, usar o livro didático poderia ser motivo de críticas, quando osque o faziam eram muitas vezes tratados como reacionários. Atualmente, porém, o uso dolivro didático está mais difundido nas escolas públicas, devido à distribuição do governo. Asinformações contidas em cada livro (por série ou por ano) formam a base do que a maioriados professores passa para seus alunos. Funciona como o que Goodson (BITTENCOURT,2000) chama de Currículo preativo. Por outro lado, o todo que o professor usa de materiais
  8. 8. educativos e informações adicionais o mesmo autor chama de Currículo interativo, ou seja,o que realmente é passado para os alunos na prática escolar.Assim, encarar a realidade de que muito do que o professor transmite, compartilhacom os alunos, não está no livro didático, poderia nos ajudar a reconhecer a importância depreparar as aulas usando leituras de trechos de jornais, bem como outras metodologias paratornar as aulas mais eficientes. Portanto, o uso ou desuso do livro didático era um reflexodas tendências e lutas da época. A escola não era encarada de modo uniforme.4 . CONSIDERAÇÕES FINAISPara concluir, diria para alguns esta fala poderá ser avaliada como otimista, frente aoensino da geografia.Observa-se que há muito por fazer,mas não da para negar quealternativas inovadoras estão sendo adotadas .Estas podem serem em quantidade edispersão reduzidas em âmbito escolar brasileiro,mas já se fazem presentes nas novaspropostas e nos textos dos livros didáticos mais recentemente elaborados.Aos poucos novasformas de ensinar geografia e,em sua analise,compreender os sentidos da natureza vão serevelando.Apesar dos desafios para superar mudanças. Um grande esforço de professores paraque a Geografia permanecesse como disciplina escolar os estimulou a lutar por um ensinode qualidade. Uma melhor conscientização dos objetivos da Geografia está posta. O livrodidático pode ser utilizado como instrumento metodológico numa prática de ensinoadequada e a partir de uma participação mais clara na prática do ensino da geografia porparte do professor é provável que ocorra um melhor aproveitamento na compreensão doespaço geográfico.5 . REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA
  9. 9. BITTENCOURT, Circe Maria F. Disciplinas escolares: história e pesquisa. In.OLIVEIRA, Marcus A. T. de. RANZI, Sterlei M. Fischer. História das DisciplinasEscolares no Brasil: contribuições para o debate. São Paulo: CDAPH, 2000.FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.São Paulo: Paz e Terra, 1996.PEREIRA, Diamantino. Geografia Escolar: uma questão de identidade. CadernosCEDES: Ensino de Geografia, nº 39, Centro de Estudos, Educação e Sociedade, Campinas:Papirus, 1996.CASTELLAR, S.M.V. A alfabetização em geografia. Espaços da Escola, Ijuí,v. 10, n. 37, p. 29-46, jul./set. 2000.PAGANELLI,tomko lyda LIVRO PARA ENSINAR E APRENDER GEOGRAFIACORTEZ EDITORA, 3ª EDIÇÃO. 2009. PAGS 23,59,60.OLIVEIRA, Christian, D. Monteiro. A “redação do contexto” no ensino fundamental deGeografia. Boletim Paulista de Geografia, nº 70, São Paulo, AGB, 1991. pp. 23 – 34.VESENTINI, José William, Para uma geografia crítica na escola, ed. Ática, 1992.__________. Realidades e perspectivas no ensino de Geografia no Brasil. In.VESENTINI, José William (Org.). O ensino de Geografia no século XXI. Campinas,SP: Papirus, 2004.
  10. 10. BITTENCOURT, Circe Maria F. Disciplinas escolares: história e pesquisa. In.OLIVEIRA, Marcus A. T. de. RANZI, Sterlei M. Fischer. História das DisciplinasEscolares no Brasil: contribuições para o debate. São Paulo: CDAPH, 2000.FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa.São Paulo: Paz e Terra, 1996.PEREIRA, Diamantino. Geografia Escolar: uma questão de identidade. CadernosCEDES: Ensino de Geografia, nº 39, Centro de Estudos, Educação e Sociedade, Campinas:Papirus, 1996.CASTELLAR, S.M.V. A alfabetização em geografia. Espaços da Escola, Ijuí,v. 10, n. 37, p. 29-46, jul./set. 2000.PAGANELLI,tomko lyda LIVRO PARA ENSINAR E APRENDER GEOGRAFIACORTEZ EDITORA, 3ª EDIÇÃO. 2009. PAGS 23,59,60.OLIVEIRA, Christian, D. Monteiro. A “redação do contexto” no ensino fundamental deGeografia. Boletim Paulista de Geografia, nº 70, São Paulo, AGB, 1991. pp. 23 – 34.VESENTINI, José William, Para uma geografia crítica na escola, ed. Ática, 1992.__________. Realidades e perspectivas no ensino de Geografia no Brasil. In.VESENTINI, José William (Org.). O ensino de Geografia no século XXI. Campinas,SP: Papirus, 2004.

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