Webinar Gratuito - 5 passos para elaborar um calendário eficiente de manutenção

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Com foco em elaborar um calendário eficiente de manutenção, deve-se entender a importância da comparação de relatórios e criação de rotinas que sejam totalmente apropriadas ao perfil e necessidades da sua empresa. Neste webinar, vamos conversar sobre os dados gerenciais que servirão de parâmetro para o seu processo de manutenção.

:: Consultor: Maxwell Souza - Analista de Negócios Engeman®

:: Você vai precisar de: Internet banda larga. Acesso liberado ao domínio eventials.com para participar do evento, bem como para o recebimento de e-mails enviados por esse site.

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Webinar Gratuito - 5 passos para elaborar um calendário eficiente de manutenção

  1. 1. 5 passos para elaborar um calendário eficiente de manutenção
  2. 2. Primeiro precisamos saber o que é um Calendário! • Segundo o dicionário é qualquer impresso em que se indicam os dias, as semanas e os meses do ano, geralmente destacando os feriados, as festas nacionais e as fases da Lua; folhinha. • p.ext. datas que se fixam antecipadamente para a realização de determinados eventos. • Um calendário pode ser das ferramentas mais importantes para administrar a manutenção. Isso porque, se usado corretamente, ele tem o poder de antecipar demandas, ajudar na economia e organizar a gestão.
  3. 3. Então, vamos aos passos O primeiro passo é: conheça sua necessidade de produção para o período. • É a necessidade de produção que irá pautar a programação das execuções planejadas. • Começar um calendário de manutenção sem analisar o calendário de produção é um risco certo. Há probabilidade de “furar” grande parte das programações.
  4. 4. Ainda no primeiro passo... • Conhecendo a necessidade de produção, começamos a saber em quais datas é melhor parar, mas não é só! • Conheça também o calendário da sua cidade, feriados são bons para agendamento de manutenção. Mas não precisa ser regra, pense se será realmente necessário. • Adquira o máximo possível de informações sobre o período que será planejado.
  5. 5. E o segundo passo é... Conheça as falhas do passado: • Nem sempre é simples mas, busque nas execuções passadas, os famosos “buracos” no planejamento, quais foram os motivos de não cumprimento e atraso e tente mitigá-los para a próxima programação. • Superalocações também são um problema, busque em quais períodos da execução passada houve maior necessidade de mão de obra para corretivas e emergenciais, muitas vezes isso e sazonal. • Busque um padrão, alguma variável ainda desconhecida que influencie nos equipamentos. Será um avanço para reduzir as falhas na programação por execuções emergenciais.
  6. 6. O segundo passo pode ser árduo... • Nem sempre é fácil conseguir essas informações de forma trivial, um software de manutenção é uma grande ajuda, mas se você não tem, com paciência e persistência consiga o máximo de informação possível. E no futuro, compre o Engeman®! • Faça uma reunião com a equipe, entenda os pontos de vista, os porquês das falhas. Nem sempre todas os dados foram colocados no papel, o fator humano é sempre um diferencial.
  7. 7. Algum tempo depois, o terceiro passo! Agora que temos mapeados os principais problemas das execuções passadas, é hora de conhecer melhor as aplicações de manutenção! • Entenda seus ativos, em algumas situações, quase tudo pode influenciar no rendimento deles. • Aumento de temperatura, época do ano, umidade, vibrações... Pense, consulte os manuais do fornecedor, entenda as situações que podem ocorrer fora do seu controle, internas e externas. • A idade dos ativos também influencia, tente entrar em um acordo produtivo, os equipamentos mais velhos e visivelmente “cansados” podem reduzir um pouco a carga produtiva.
  8. 8. Nem sempre o manual é definitivo... • No terceiro passo é importante consultar as especificações do fornecedor quanto ao trabalho e manutenção dos equipamentos, mas o conhecimento do operador ou dos usuários é essencial. • Quem melhor do que o “dono” do equipamento para dizer do que ele é capaz! • Converse o máximo que puder com quem usa o local, o equipamento, as ferramentas e colete o máximo de informações possível.
  9. 9. O quarto passo, e já estamos quase prontos! De posse dessa quantidade de informações adquiridas nos passos anteriores, agora sim, podemos começar a programar as datas! • Antes de começar revise os limites! • Pergunte-se: a necessidade produtiva comporta esses períodos, posso diminuí-los sem impactar significativamente a produção? Ou, • Posso aumentar os limites de manutenção, sem impactar na confiabilidade do equipamento? • Entenda limites, por: de quanto em quanto tempo é executada uma manutenção, sejam elas periódicas, acumulativas ou tendenciais.
  10. 10. Ainda na análise crítica da situação... • Preciso mesmo de todos os procedimentos que vêm sendo executados, posso simplificar algo? Nem sempre a complexidade é aliada! • E as escalas de trabalho, estão bem definidas? Pense nas férias de funcionários, feriados não facultativos, possíveis faltas, etc. • Não aloque todo tempo de mão de obra, procure gerar períodos estratégicos de folgas estratégicas, como suporte para situações de emergência. • Enfim, depois de muito pensar e definir seus planos de manutenção, programe-se. Defina as periodicidades, os ciclos acumulativos, os set-points de trabalho e as possibilidades emergenciais.
  11. 11. E no quinto passo... Enfim temos um calendário de execuções. Marque as datas em um cronograma! • Defina os executantes. • Faça as requisições e reservas de ferramentas e peças. • Revise seu cronograma. • Comunique aos usuários e produção.
  12. 12. E não se esqueça! Um bom planejamento, sem um controle de execuções eficiente, é quase o mesmo de não ter planejamento nada. • Sua tarefa não acaba junto com a programação do calendário. • Acompanhe de perto as execuções, se possível faça reuniões rápidas diárias para saber como está o andamento. • Imprevistos acontecerão! Procure manter sempre a linha de base, se uma emergência é necessária, use as folgas para deixar em dia o seu planejamento! • Entenda que folga aqui, não são os períodos de descanso do funcionário e sim os espaços que você não alocou no seu planejamento. • Por fim, monitore e tome decisões para garantir a disponibilidade operacional.
  13. 13. É isso, mas não acaba aqui! • Faça tudo de novo para o próximo período. Aperfeiçoe-se sempre! • Revise e organize seus processos frequentemente, nem sempre o que é feito igual há anos está totalmente certo ou é terminantemente eficaz, tudo pode melhorar! • Conte com ferramentas e sistemas para auxiliar na organização e gestão dos dados. O Engeman® é um exemplo, organiza os históricos e dá informações para planejar o futuro e ainda monitora o presente. Mas se você ainda não tem um software, buscar algum critério de organização já é um bom caminho!
  14. 14. www.engeman.com.br Contatos: Marketing: marketing@engecompany.com.br Comercial: comercial@engecompany.com.br Suporte Comercial: analistasdenegocios@engecompany.com.br Tel. ++ 55 (37) 3249-2700 www.engecompany.com.br

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