Introdução a avaliação e treinamento das habilidades sociais

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Palestra sobre Treinamento de Habilidades Sociais no tratamento dos usuários de drogas.

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Introdução a avaliação e treinamento das habilidades sociais

  1. 1. Esequias C. A. Neto - Psicólogo CRP 04/ 35023Mail: neto@institutocrescer.com/ Fone: (34) 84068181
  2. 2.  Ao final do encontro, os participantes serão capazes de: Definir Habilidades Sociais Descrever estratégias específicas de avaliação das HS; Utilizar estratégias específicas para realização do THS
  3. 3. A expressão é bastante intuitiva e já dá indícios do quesignifica.
  4. 4. "... Habilidades Sociais são um conjunto de comportamentos emitidos porum indivíduo em um contexto interpessoal que expressasentimentos, atitudes, desejos, opiniões ou direitos desse indivíduo demodo adequado à situação, respeitando esses comportamentos nosdemais, e que geralmente resolve os problemas imediatos da situaçãoenquanto minimizando a probabilidade de futuros problemas“(Caballo, 2006)
  5. 5.  Quando falamos em “Habilidades Sociais”, é importante ter em mente que: São situacionais e não universais; Devem levar em conta a cultura do indivíduo; Envolvem comportamento verbal e não verbal; Levam em conta o outro e a forma como é afetado; São uma característica do comportamento, não das pessoas; São aprendidas e, portanto, modificáveis.
  6. 6.  É mais provável que torne-se socialmente habilidosa uma pessoaque, durante seu desenvolvimento: Teve modelos de Habilidades Sociais em casa; Teve a oportunidade de interagir com primos, amigos e colegas; Recebeu autonomia progressiva de seus pais; Pode aprender a lidar com as próprias emoções; Teve comportamentos “pró-sociais” incentivados.
  7. 7.  Muitas vezes o indivíduo faz uso de alguma droga para facilitar ainteração com outras pessoas; Muitos indivíduos não conseguem dizer “não” aos outros; Muitas vezes o indivíduo faz uso de alguma droga para ajudar a minimizaralguma emoção desagradável, como tristeza, ansiedade ou raiva;
  8. 8. Aproximadamente 50% dos usuários de substâncias psicoativas possuemhabilidades sociais abaixo do índice médio (Correa, 2003) e 37% atendemaos critérios de indicação clínica para o THS (Lopes, 2003); Todos os estudos sobre o assunto demonstram que o THS é parteimportante no tratamento e prevenção da dependência química(Aliane, Lourenço e Rozane, 2006).
  9. 9.  Diferentes autores categorizam de formas diferentes os mesmosrepertórios de comportamento. Del Prette e Del Prette (2005) utilizam asseguintes categorias: Enfrentamento com risco; Autoafirmação na expressão de afeto positivo; Conversação e Desenvoltura Social; Autoexposição a desconhecidos ou situações novas; Autocontrole da agressividade a situações aversivas
  10. 10.  Testes, Inventários e Escalas; Autorregistro; Entrevista com o Cliente; Entrevista com pessoas próximas; Role Playing; Observação na Vida Real
  11. 11.  Na entrevista, é possível obter informações através de:Observação de relatos de dificuldades; Perguntas diretas; Perguntas Indiretas; Solicitação de Detalhes passo-a-passo; Relato de situações vividas
  12. 12.  Role Playing é útil para verificar: Postura corporal do paciente; Palavras exatas através das quais se expressou; Tom de voz Outros detalhes
  13. 13.  A elaboração de um Role Playing é composta pelos seguintes passos: Obtenção de informações sobre o que exatamente ocorreu; Obtenção de informações sobre quem emitiu cada comportamento; Descrição detalhada da ordem dos acontecimentos; Descrição detalhada sobre onde foi a interação; Montagem do cenário; Ensaio inicial
  14. 14.  Na encenação, o terapeuta pode: Fazer com que o próprio cliente pense em novas alternativas; Oferecer dicas sobre novas alternativas; Inverter papéis e dar modelos e/ou variar a situação; Dar feedbacks ao cliente sobre seu desempenho; Reapresentar a situação;
  15. 15.  Ao final da encenação e suas repetições, o terapeuta pode: Fazer com que o próprio cliente pense em novas alternativas; Oferecer dicas sobre novas alternativas; Inverter papéis e dar modelos e/ou variar a situação; Dar feedbacks ao cliente sobre seu desempenho; Reapresentar a situação; Discutir possíveis dificuldades futuras
  16. 16.  Ao final da encenação e suas repetições, o terapeuta pode: Fazer com que o próprio cliente pense em novas alternativas; Oferecer dicas sobre novas alternativas; Inverter papéis e dar modelos e/ou variar a situação; Dar feedbacks ao cliente sobre seu desempenho; Reapresentar a situação; Discutir possíveis dificuldades futuras
  17. 17.  No decorrer do processo, terapeuta e paciente podem se deparar comalgumas dificuldades. São elas: Coletar detalhes das situações Focar em informações relevantes; O cliente pode esconder informações; Obter informações sobre a ordem dos acontecimentos; Não generalização das habilidades treinadas para outros contextos.
  18. 18. Esequias Caetano- Psicólogo CRP 04/ 35023Mail: neto@institutocrescer.comFone: (34) 3061-7043/ 8406-8181/ 9999-9854www.facebook.com/institutocrescer / www.institutocrescer.com

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