Engº Elton J. Mello [email_address] Engenheiro Mecânico Esp. Engenharia Clínica Coordenador do PDEA-GHC PLANO DIRETOR DOS ...
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plano diretor – desenvolvimento PRIMEIRA ETAPA
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<ul><li>Perfil assistencial/ Vocação das unidades </li></ul><ul><li>Área Física  (fluxos e priorização) </li></ul><ul><li>...
plano diretor  fundamentos para uma gestão Democracia e Participação
plano diretor – desenvolvimento Arq. Paulo C. N. Cassiano “ Contempla a definição de uma proposta de intervenção normalmen...
plano diretor 1999
plano diretor 1999
plano diretor 1999
plano diretor  condicionantes da proposta CONTRATUALIZAÇÃO HOSPITAL ENSINO PLANO ESTRATÉGICO DE GESTÃO - PEG
plano diretor – desenvolvimento Arq. Paulo C. N. Cassiano “ Contempla o desenvolvimento da proposta final com a identifica...
 
plano diretor  resultados de uma gestão Exemplo de Construção Coletiva
plano diretor o espaço hospitalar e o labirinto “ O acolhimento do sujeito no espaço do hospital segue como um rito de pas...
Engº Elton J. Mello [email_address] Engenheiro Mecânico Esp. Engenharia Clínica Coordenador do PDEA-GHC Porto Alegre, Agos...
PLANO DIRETOR DOS ESPAÇOS E AMBIENTES
Eixos Norteadores Garantia do Acesso  QUALISUS Cobertura e Qualidade Humanização   Gestão e Atenção  Democratização da Ges...
Ações Estratégicas - HOSPITAIS SUS - <ul><li>Relação com os Gestores e Inserção no SUS </li></ul><ul><li>Modelo de Atenção...
Grupo Hospitalar Conceição <ul><li>Atenção à Saúde; </li></ul><ul><li>Atividades de Ensino e Pesquisa; </li></ul><ul><li>A...
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Grupo Hospitalar Conceição <ul><li>Vocação das Unidades </li></ul><ul><ul><li>Hospital da Criança Conceição: hospital gera...
 
Sistema de Urgência
MAIOR EVIDÊNCIA DE INSATISFAÇÃO DA POPULAÇÃO <ul><li>HOSPITAIS DE URGÊNCIAS DO PAÍS </li></ul>
Qualificação dos Grandes Hospitais de Urgência Implantação do SAMU Implantação de  Serviços de Pronto Atendimentos –SPAs  ...
PROJETOS DO QUALISUS <ul><li>Qualificação do atendimento nas Unidades de  Urgência/Emergência </li></ul><ul><li>Qualificaç...
Eixos na Qualificação da Atenção no GHC <ul><li>Respeito aos direitos das pessoas </li></ul><ul><li>Garantia de resolução ...
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Plano Diretor dos Espaços e Ambientes do Hospital Nossa Senhora da Conceição do GHC: Conceitos e práticas no desenvolvimento e implantação de um Plano Diretor

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Plano Diretor do GHC

  1. 1. Engº Elton J. Mello [email_address] Engenheiro Mecânico Esp. Engenharia Clínica Coordenador do PDEA-GHC PLANO DIRETOR DOS ESPAÇOS E AMBIENTES GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO
  2. 2. P LANO D IRETOR DOS E SPAÇOS E A MBIENTES GERÊNCIA DE ENGENHARIA E PATRIMÔNIO - GHC Ger. Elton J. Mello (coord. PDEA) Engenheiros e Arquitetos Engª Civil Isar Tebaldi (chefia projetos e obras) Arqª Terezinha de Fátima Finamor Pinto (projetos) Engº Eletricista Cláudio Campello (elétrica e eletrôn.) Engº Mecânico Alexandre Tocchetto (climatização e gases) Engº Quím. José Volnei Lopes Lápis (ambiental) Engº Civil Marcos Leal (especificações e orçamentos) Técnicos Cristina Grigollo da Silva Rômulo Magalhães Antonio Carlos Inácio Machado
  3. 3. plano diretor – objetivos segundo arqº. Paulo C. N. Cassiano Orientar e disciplinar todas as ações presentes e futuras relativas à área física dentro de um planejamento global Orientar os projetos setoriais dentro do contexto institucional e de uma filosofia de planejamento físico Permitir a adequada identificação de prioridade das áreas a serem desenvolvidas e executadas Propiciar o crescimento do hospital de acordo com as necessidades e exigências do Sistema Único de Saúde Etapas
  4. 4. plano diretor – desenvolvimento Arq. Paulo C. N. Cassiano “ Contempla a identificação da situação atual, através do levantamento da área física existente, identificando para cada unidade os elementos que a compõe e sua dimensão total, bem como sua localização no nível espacial.” PRIMEIRA ETAPA
  5. 5. plano diretor – desenvolvimento PRIMEIRA ETAPA
  6. 6. plano diretor – desenvolvimento PRIMEIRA ETAPA 818,42 TOTAL **** Sacada conjugada com 1020 *** Sacada conjugada com 1019 ** Sala conjugada com 1018 - mesmo WC * Sala conjugada com 1017 - mesmo WC 179,90 Área de Circulação 12,42     12,42 1ºC Sala de Procedimentos B 2º 1032 22,11 4,35 3,12 14,64 1ºC Sala de Procedimentos B 2º 1031 26,27   2,94 23,33 1ºC Internação B 2º 1030 30,33 3,75 3,12 23,46 1ºC Internação B 2º 1029 25,06   2,94 22,12 1ºC Internação B 2º 1028 32,72 4,08 3,12 25,52 1ºC Internação B 2º 1027 24,65   2,94 21,71 1ºC Internação B 2º 1026 31,25 3,87 3,12 24,26 1ºC Internação B 2º 1025 24,83   2,94 21,89 1ºC Internação B 2º 1024 31,04 3,84 3,12 24,08 1ºC Internação B 2º 1023 24,75 7,22   17,53 1ºC Copa B 2º 1022 14,87     14,87 __ Sala de Estar B 4º 1021 19,86 5,01 ** 14,85 __ Sala de Enfermagem B 4º 1020 22,39 4,62 * 17,77 __ Residência Cirurgia Geral B 4º 1019 13,75 **** 2,94 10,81 __ Sala de Enfermagem B 4º 1018 16,62 *** 3,96 12,66 __ Residência Cirurgia Geral B 4º 1017 15,48 1,80 2,94 10,74 __ SCIH B 4º 1016 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Sala Cirurgia Geral B 4º 1015 15,48 1,80 2,94 10,74 __ SCIH B 4º 1014 18,36 1,80 3,96 12,60 __ SCIH Secretaria B 4º 1013 15,48 1,80 2,94 10,74 __ SCIH B 4º 1012 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Assist. Técnica Cirurgia B 4º 1011 15,48 1,80 2,94 10,74 __ Dormitório Médico B 4º 1010 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Otorrinolaringologia B 4º 1009 15,55 1,80 2,94 10,81 __ Dormitório Médico B 4º 1008 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Otorrinolaringologia B 4º 1007 15,48 1,80 2,94 10,74 __ Sala do Bera B 4º 1006 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Otorrinolaringologia B 4º 1005 15,62 1,80 2,94 10,88 __ Prótese Auditiva B 4º 1004 15,66 1,80 3,96 9,90 __ Otorrinolaringologia B 4º 1003 15,55 1,80 2,94 10,81 __ Fonoaudiologia B 4º 1002 15,66 1,80 3,96 9,90 __ Fonoaudiologia B 4º 1001 Área Sacada San. Sala Área (m²) Posto Ocupação Bloco Pavim. Sala nº
  7. 7. plano diretor – desenvolvimento PRIMEIRA ETAPA 818,42 TOTAL **** Sacada conjugada com 1020 *** Sacada conjugada com 1019 ** Sala conjugada com 1018 - mesmo WC * Sala conjugada com 1017 - mesmo WC 179,90 Área de Circulação 12,42     12,42 1ºC Sala de Procedimentos B 2º 1032 22,11 4,35 3,12 14,64 1ºC Sala de Procedimentos B 2º 1031 26,27   2,94 23,33 1ºC Internação B 2º 1030 30,33 3,75 3,12 23,46 1ºC Internação B 2º 1029 25,06   2,94 22,12 1ºC Internação B 2º 1028 32,72 4,08 3,12 25,52 1ºC Internação B 2º 1027 24,65   2,94 21,71 1ºC Internação B 2º 1026 31,25 3,87 3,12 24,26 1ºC Internação B 2º 1025 24,83   2,94 21,89 1ºC Internação B 2º 1024 31,04 3,84 3,12 24,08 1ºC Internação B 2º 1023 24,75 7,22   17,53 1ºC Copa B 2º 1022 14,87     14,87 __ Sala de Estar B 4º 1021 19,86 5,01 ** 14,85 __ Sala de Enfermagem B 4º 1020 22,39 4,62 * 17,77 __ Residência Cirurgia Geral B 4º 1019 13,75 **** 2,94 10,81 __ Sala de Enfermagem B 4º 1018 16,62 *** 3,96 12,66 __ Residência Cirurgia Geral B 4º 1017 15,48 1,80 2,94 10,74 __ SCIH B 4º 1016 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Sala Cirurgia Geral B 4º 1015 15,48 1,80 2,94 10,74 __ SCIH B 4º 1014 18,36 1,80 3,96 12,60 __ SCIH Secretaria B 4º 1013 15,48 1,80 2,94 10,74 __ SCIH B 4º 1012 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Assist. Técnica Cirurgia B 4º 1011 15,48 1,80 2,94 10,74 __ Dormitório Médico B 4º 1010 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Otorrinolaringologia B 4º 1009 15,55 1,80 2,94 10,81 __ Dormitório Médico B 4º 1008 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Otorrinolaringologia B 4º 1007 15,48 1,80 2,94 10,74 __ Sala do Bera B 4º 1006 18,36 1,80 3,96 12,60 __ Otorrinolaringologia B 4º 1005 15,62 1,80 2,94 10,88 __ Prótese Auditiva B 4º 1004 15,66 1,80 3,96 9,90 __ Otorrinolaringologia B 4º 1003 15,55 1,80 2,94 10,81 __ Fonoaudiologia B 4º 1002 15,66 1,80 3,96 9,90 __ Fonoaudiologia B 4º 1001 Área Sacada San. Sala Área (m²) Posto Ocupação Bloco Pavim. Sala nº
  8. 8. plano diretor – desenvolvimento Arq. Paulo C. N. Cassiano “ Contempla a identificação da situação atual, através do levantamento da área física existente, identificando para cada unidade os elementos que a compõe e sua dimensão total, bem como sua localização a nível espacial. Paralelamente, com o auxílio e participação do pessoal técnico-administrativo, da Direção e das equipes multiprofissionais de assistência do Hospital, identificamos os distintos problemas relativos a fluxo interno/externo. A partir desse levantamento e do diagnóstico da situação atual, definimos os parâmetros que irão orientar as decisões para configurar a situação proposta.” PRIMEIRA ETAPA
  9. 9. <ul><li>Perfil assistencial/ Vocação das unidades </li></ul><ul><li>Área Física (fluxos e priorização) </li></ul><ul><li>Emergências (acolhimento/acessibilidade) </li></ul><ul><li>Eficiência do uso de leitos (“fast track”) </li></ul><ul><li>Terapia intensiva (aumento nº leitos) </li></ul><ul><li>Saúde Comunitária (transf. Posto Conceição) </li></ul><ul><li>Reabilitação </li></ul><ul><li>Integração de áreas/linhas asssistenciais </li></ul><ul><li>Ambulatório </li></ul><ul><li>SAD </li></ul>diagnóstico assistencial proposições plano diretor – primeira etapa
  10. 10. plano diretor fundamentos para uma gestão Democracia e Participação
  11. 11. plano diretor – desenvolvimento Arq. Paulo C. N. Cassiano “ Contempla a definição de uma proposta de intervenção normalmente envolvendo reorganização, remanejos e áreas de ampliações. As unidades existentes são redimensionadas e são elaborados os programas de necessidades e pré-dimensionamento das novas unidades a serem incorporadas. A situação proposta estabelece especialmente, uma reorganização dos diferentes fluxos (interno/externo) visando reduzir tempos e percursos, obtendo assim melhores resultados.” SEGUNDA ETAPA
  12. 12. plano diretor 1999
  13. 13. plano diretor 1999
  14. 14. plano diretor 1999
  15. 15. plano diretor condicionantes da proposta CONTRATUALIZAÇÃO HOSPITAL ENSINO PLANO ESTRATÉGICO DE GESTÃO - PEG
  16. 16. plano diretor – desenvolvimento Arq. Paulo C. N. Cassiano “ Contempla o desenvolvimento da proposta final com a identificação das distintas etapas de implantação tornando-se o Plano Diretor, um instrumento dinâmico, estruturado, com condições permanentes de reavaliação, capaz de atender adequadamente as necessidades de crescimento.” TERCEIRA ETAPA
  17. 18. plano diretor resultados de uma gestão Exemplo de Construção Coletiva
  18. 19. plano diretor o espaço hospitalar e o labirinto “ O acolhimento do sujeito no espaço do hospital segue como um rito de passagem, onde ele passa de um estado de dúvida para um estado de certeza, mesmo que seja o da própria morte. A expectativa dessa jornada faz com que o espaço hospitalar se torne um grande labirinto – um caminho de grandes recortes e distanciamentos – e, na maioria das vezes, o é, gerando uma imagem para o usuário de um lugar de incertezas, medos e, também, de coragem. A coragem faz parte de uma aventura a ser vivida, desconstruindo valores e ampliando seu olhar sobre o mundo.” Espaço hospitalar: a revolta do corpo e a alma do lugar Jorge Ricardo Santos de Lima Costa Consolação , Edvard Munch, 1907. Óleo s/ tela
  19. 20. Engº Elton J. Mello [email_address] Engenheiro Mecânico Esp. Engenharia Clínica Coordenador do PDEA-GHC Porto Alegre, Agosto de 2006 Obrigado!
  20. 21. PLANO DIRETOR DOS ESPAÇOS E AMBIENTES
  21. 22. Eixos Norteadores Garantia do Acesso QUALISUS Cobertura e Qualidade Humanização Gestão e Atenção Democratização da Gestão Papel social do hospital -Controle Social Contratualização Relação Prestadores Eficiência e efetividade dos serviços prestados Financiamento Modelo de Alocação de Recursos Inserção na Rede Papel no SUS A Reforma da Atenção Hospitalar no Brasil
  22. 23. Ações Estratégicas - HOSPITAIS SUS - <ul><li>Relação com os Gestores e Inserção no SUS </li></ul><ul><li>Modelo de Atenção Centrado no Usuário </li></ul><ul><li>Fortalecimento da Capacidade Gerencial das Unidades Hospitalares </li></ul><ul><li>Planejamento e Gestão da Rede </li></ul><ul><li>Modelo de Alocação de Recursos Financeiros Global ou Misto </li></ul><ul><li>Contratualização - Metas Físicas e Qualitativas </li></ul>Novas Diretrizes Organização do Sistema
  23. 24. Grupo Hospitalar Conceição <ul><li>Atenção à Saúde; </li></ul><ul><li>Atividades de Ensino e Pesquisa; </li></ul><ul><li>Atividades de Aprimoramento e Aperfeiçoamento da Gestão Hospitalar. </li></ul>Contratualização
  24. 25. Grupo Hospitalar Conceição <ul><li>Com base nas Diretrizes : </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>Integralidade </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Integração sistêmica externa e interna </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Democratização da gestão </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Polo de Formação para SUS </li></ul></ul></ul></ul>Contratualização
  25. 26. Grupo Hospitalar Conceição <ul><li>Vocação das Unidades </li></ul><ul><ul><li>Hospital da Criança Conceição: hospital geral - unidade de cuidado à criança, de média e alta complexidade regionalizada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Hospital Nossa Senhora da Conceição: hospital geral - unidade de cuidados de média e alta complexidade regionalizada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Hospital Cristo Redentor: hospital especializado - unidade de referência em trauma, incluindo tratamento de queimados, 2º tempo de cirurgia do trauma, atendimento neurocirúrgico de alta complexidade, e subespecialidades específicas da ortopedia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Hospital Fêmina: hospital especializado - unidade de referência regionalizada de atenção ao binômio mãe-bebê. Referência de internação em média complexidade na especialidade de Ginecologia e alta complexidade em oncologia ginecológica </li></ul></ul>Contratualização
  26. 28. Sistema de Urgência
  27. 29. MAIOR EVIDÊNCIA DE INSATISFAÇÃO DA POPULAÇÃO <ul><li>HOSPITAIS DE URGÊNCIAS DO PAÍS </li></ul>
  28. 30. Qualificação dos Grandes Hospitais de Urgência Implantação do SAMU Implantação de Serviços de Pronto Atendimentos –SPAs Central de Regulação QUALIFICAÇÃO DO SISTEMA DE URGÊNCIA Necessidades de Atendimento de Urgência
  29. 31. PROJETOS DO QUALISUS <ul><li>Qualificação do atendimento nas Unidades de Urgência/Emergência </li></ul><ul><li>Qualificação da Atenção Básica </li></ul><ul><li>Qualificação e acesso à assistência ambulatorial e hospitalar de M édia Complexidade. </li></ul><ul><li>Política de Humanização da Atenção e da Gestão no SUS </li></ul><ul><li>Qualificação da Gestão e Regulação do Sistema de Saúde </li></ul>
  30. 32. Eixos na Qualificação da Atenção no GHC <ul><li>Respeito aos direitos das pessoas </li></ul><ul><li>Garantia de resolução diagnóstica e terapêutica </li></ul><ul><li>Aprimoramento e Democratização da Gestão </li></ul><ul><li>Inserção no sistema de Urgência </li></ul>
  31. 33. Pactuação das Metas e os Investimentos com o QualiSUS 1 - Acolhimento com classificação de Risco 2 - Intervenção Física nas áreas atuais garantindo a privacidade e o fluxo adequado 3 - Superlotação das Enfermarias das Emergências ( Portas de Urgência ) 4 - Gestão de Leitos e Média de Permanência 6 - Direitos dos Usuários 5 - Responsabilização e Cuidado na Atenção 7 - Grupo de Humanização e Ouvidoria 8 - Aprimoramento e democratização da Gestão

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