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Jerry Souza 
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Raimundo Elinaldo 
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Hormônio vegetal 
Fungos 
 “Doença da planta-boba” bakanae (1920) 
Gibberella fujikuroi 
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 No Japão, isolaram a substância produzida pelo 
fungo, denominando-a de “Giberelina”; 
 Foram obtidos cristais impuros ...
Giberelinas são hormônios de regulação 
de crescimento de plantas e fungos. 
Taiz, 2006
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 Cumprem papel importante no controle de todos os 
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tratadas com GA bioativa, finalizam a dormência e 
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Plantas lenhosas perenes não florescem 
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 Favorecem a fixação do fruto após a polinização; 
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 Em plantas unissexuais o sexo é determinado 
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Nas plantas, vem sendo explicada pela 
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As Giberelinas são definidas mais por sua 
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biológica. 
Fonte: Kerbauy, 2008
 Etapa 1. Reação de 
Ciclização. 
 Etapa 2. Oxidação 
para formar o AG12- 
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 Etapa 3. Conversão 
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GIBERELINAS 
Produzidas em locais 
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Durante a germinação de 
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Taiz, 2006
Laranjas peras sem sementes 
tratadas com GA3 
Uvas Thompson sem sementes 
induzidas com GA3. 
Taiz , 2006
Produção de frutos 
Maltagem da cevada 
Cana-de-açúcar 
Melhoramento vegetal 
 Inibidores da biossíntese de giberelin...
 O maior nem sempre é o melhor. Assim, os 
inibidores da síntese de giberilinas são usados 
comercialmente para evitar o ...
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Apresentação sobre giberelinas, o hormônio de regulação de crescimento das plantas e fungos.

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Giberelinas

  1. 1. Emanuel Bonfim Jerry Souza Daniella amor Raimundo Elinaldo Francisco de Assis Mario Neto Universidade Federal Rural da Amazônia Campus- Capitão Poço
  2. 2. Hormônio vegetal Fungos  “Doença da planta-boba” bakanae (1920) Gibberella fujikuroi Figura 1: O hormônio giberelina estimula o crescimento de caules e folhas Fonte: TAIZ, 2006 Mundo Educação
  3. 3.  No Japão, isolaram a substância produzida pelo fungo, denominando-a de “Giberelina”;  Foram obtidos cristais impuros também com atuação no crescimento dos vegetais a partir do fungo: Giberelina A e Giberelina B  Apenas em 1950, a sua estrutura química na forma ativa foi explicada “ácido giberélico”  Giberelina A A1, A2, A3 ....AX  Já são conhecidas 125 ( Taiz, 2006) formas diferentes (AG1, AG2, ..., AGx), porém, poucas ativas.
  4. 4. Giberelinas são hormônios de regulação de crescimento de plantas e fungos. Taiz, 2006
  5. 5. Inicialmente descoberta como a causa de uma doença responsável pelo crescimento anormal de varias partes da planta, as Giberelinas possuem um papel importante em vários processos do desenvolvimento das plantas. Taiz 2006
  6. 6.  Cumprem papel importante no controle de todos os estágios de desenvolvimento .  Sua ação, frequentemente ocorre de maneira integrada a outros hormônios. Baixas temperaturas
  7. 7.  Sementes dormentes que requerem luz ou frio, se tratadas com GA bioativa, finalizam a dormência e promovendo a germinação  Agem no enfraquecimento da camada do endosperma que envolve o embrião promovendo a emergência da plântula  Induz a produção de enzimas hidrolíticas (proteases e amilases) que degradam as reservas nutritivas acumuladas no endosperma ou embrião.
  8. 8.  Plantas anãs são geneticamente incapazes de produzir GA.  A aplicação de GA estimula o alongamento dos entrenós em varias espécies.  Diminuição da espessura do caule e do tamanho da folha, que fica mais clara. Taiz, 2006
  9. 9. Plantas lenhosas perenes não florescem até atingirem certo estagio de maturidade.  Dependendo da espécie, aplicação de GA pode regular a juvenilidade em ambos os sentidos.  Em coníferas, por exemplo, essa fase pode durar 20 anos, GAs aplicadas podem acelerar ou retardar a transição.  Plantas muito jovens podem ser estimuladas a entrar precocemente na fase reprodutiva.
  10. 10.  Favorecem a fixação do fruto após a polinização;  Os frutos no pé mantem a coloração verde por mais tempo;  Na ausência de polinização, GA induz o estabelecimento do fruto, resultando num fruto partenocárpico ( fruto sem sementes);  O GA promove o estimulo à expansão e o crescimento do pedicelo (talo que sustenta o fruto)
  11. 11.  Em plantas unissexuais o sexo é determinado geneticamente, mas fatores ambientais e nutrição, também podem influenciar.  As GAs podem substituir esses fatores, Aplicação ou GA : flores femininas Em dicotiledôneas, como pepino, espinafre, canhâmo, GAs promovem a formação de flores estaminadas, os inibidores de sua biossíntese promovem a formação de flores pistiladas. Em espécies, como milho GA tem o efeito contrario.
  12. 12. Nas plantas, vem sendo explicada pela combinação de abordagens bioquímicas e genéticas; É fortemente regulada por fatores ambientais; Locais: sementes, frutos em desenvolvimento e tecidos vegetativos em rápido crescimento. Regiões jovens + eficientes.
  13. 13. As Giberelinas são definidas mais por sua estrutura química do que sua atividade biológica. Fonte: Kerbauy, 2008
  14. 14.  Etapa 1. Reação de Ciclização.  Etapa 2. Oxidação para formar o AG12- aldeído.  Etapa 3. Conversão de AG12- aldeído em outras AGs. Fonte: Kerbauy, 2008
  15. 15. GIBERELINAS Produzidas em locais próximos, ou no próprio local de sua ação Possibilidade de transporte por existirem dentro de diferentes tecidos vegetais
  16. 16. Durante a germinação de sementes de Arabidopsis: tecido provascular, córtex e endoderme da raiz. Fonte: Google imagens  Plântulas de ervilha: entrenós imaturos, gemas e folhas jovens.
  17. 17. Taiz, 2006
  18. 18. Laranjas peras sem sementes tratadas com GA3 Uvas Thompson sem sementes induzidas com GA3. Taiz , 2006
  19. 19. Produção de frutos Maltagem da cevada Cana-de-açúcar Melhoramento vegetal  Inibidores da biossíntese de giberelinas
  20. 20.  O maior nem sempre é o melhor. Assim, os inibidores da síntese de giberilinas são usados comercialmente para evitar o alongamento em algumas plantas.  como A—rest e Bonzi).
  21. 21. Google imagens
  22. 22. OBRIGADO PELA ATENÇÃO DE TODOS

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