1
ENFOQUE ANDRAGOGICO
ELSON JP LOUREIRO
2
Apresentação
• ELSON J.P LOUREIRO
• BATISMO: 17.04.68 – PR. POLITTO
• CONG.ATUAL = J.ITAMARATI
• FORMAÇÃO TECNICA: CIENCIA...
ESTE TRABALHO FOI APRESENTADO
NO SEMINÁRIO EBD 2011
NA
IADC - SEDE
4
5
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO
2. OS DESAFIOS DA EBD
3. CONCEITOS IMPORTANTES
4. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
5. CIÊNCIAS AGÓGICAS, C...
1.INTRODUÇÃO
• QUALIDADE É IMPRESCÍNDÍVEL (EM
TUDO E EM TODOS)  DEVEMOS
BUSCAR, E OFERECER. É VITAL.
• A TODO TEMPO AVALI...
O QUE É QUALIDADE?
7
8
9
10
ISTO É QUALIDADE?
11
O homem é um ser
inconcluso, precisa
aprender ao longo da
vida.
(FREIRE, 1979)
Escritor e educador
2. OS DESAFIOS ATUAIS DAOS DESAFIOS ATUAIS DA
EBDEBD
12
13
14
15
Inadequação do Espaço
Educativo (Mt 4.23, 5.1-2; 9.10;
13.1-3; Lc 14.1-24; Jo 4.3-30)
Escassez e Inadequação dos
Recurs...
Tradição (Farisaísmo, Mt
23.13 e 23.13-25-28)2.
Racionalização (Saduceísmo,
Mc 12.18-25).
Radicalização Religiosa
(Essenis...
17
17
SÃO PRIORIZADOS INVESTIMENTOS
COMO: INSTALAÇÕES, MATERIAIS,
EQUIPAMENTOS, TREINAMENTOS?
18
18
Investimos (?)muito emInvestimos (?)muito em
congressos, seminários,congressos, seminários,
aniversários.aniversário...
PAUSA PARA
MEDITAÇÃO:
• ANOTAR O QUE VOCE
PERCEBE DE IMPORTANTE
E QUE TEM RELAÇÃO
DIRETA NA EBD,
• E NO PROCESSO
•ENSINO-P...
• O que levaria as pessoas
preferirem as tradições de ontem
ao invés do Deus vivo de hoje?
• A resposta? Medo de mudança, ...
21
PODEMOS APRENDER COM OS 5
MACAQUITOS
22
• SE DESEJAMOS MUDAR O RUMO
• HÁ NECESSIDADE DE:
REVER CONCEITOS,
METODOLOGIAS
TER A AÇÃO PLANEJADA
23
•3. CONCEITOS IMPORTANTES
24
3.1 ESCOLA
25
• Local de formação ampla:
desenvolvimento de valores e
atributos à cidadania,
 produção e disseminação do
conhecimento,...
27
O QUE É EDUCAÇÃO CRISTÃ?
• Em essência os Ensinos de Cristo!!!
• Fundamental à Igreja para a
formação dos novos discípulos...
• QUAL O SEU OBJETIVO:
• Homem integral (corpo, alma e
espirito), englobando todas as
suas necessidades e dimensões
de sua...
É SER CIDADÃO DA TERRA E DO
CEU COM DIREITOS E
OBRIGAÇÕES PERTINENTES.
QUEM TEM A DUPLA CIDADANIA?
A. REGISTRADOS NA TERRA...
3131
É ESTE OU ESTE ESTE
TAMBEM
E ESTE CARA
3.2 E O ALUNO, QUEM É ELE?
É ELE MESMO!
DIFERENTE NOS GOSTOS, NO JEITO DE SE
V...
3.3 E O FACILITADOR QUEM É?
• 1º. LUGAR: TEM O DOM E FOI
CHAMADO (Ninguém toma para si
essa honra senão...)
• Facilita a a...
33
.
• NÃO PROCURA TRANSFERIR
CONHECIMENTO.
• COMO SE O DISCENTE FOSSE UM MERO
RECEPTOR
• (quem sabe o nome desse “metodo”
• A ...
PENSE NISSO
35
COMO
MUDAR O
JEITO DE
FAZER, SE
JÁ VEM
SENDO
FEITO
ASSIM A
TEMPO?
36
O FACILITADOR busca desenvolver
HABILIDADES TECNICAS como:
a)Organizar o contexto da lição.
b)Definir com clareza os ob...
Utiliza perguntas como elemento
facilitador
• Socráticas: uma série de questões são
feitas, não apenas para obter
resposta...
• Convergentes
• Solicitam uma única resposta,
 As perguntas devem ser claras e precisas,
evitar divagação.
 POR ISSO DE...
39
• É uma agencia de ensino, além
do papel apologético, cultural,
crescimento espiritual e doutrinário, ela
é chave para a I...
41
4. PLANEJAMENTO
NOSSO
OBJ.
PARA OS
PROX. 5
ANOS É
CRESCER
10% A.A.
AMEM?
4.1 O QUE É PLANEJAMENTO?
• É UM “PROCESSO” PARA ESTABELECER
PLANOS PARA EXECUÇÃO DE
ATIVIDADES, LEVANDO EM CONTA A
POSIÇÃ...
43
4.2 O QUE É PLAN ESTRATÉGICO
• Processo contínuo, sistemático,
organizado e capaz de prever o
futuro, de maneira a tomar
d...
• Uma outra conceituação apresenta
o planejamento estratégico como:
• “processo administrativo de
como se estabelecer a me...
PLANEJAR ESTRATÉGICAMENTE É
ANTECIPAR-SE
• A antecipação obtida pelo planejamento é
VITAL, precisamos estar atentos as
exp...
GRAFICO
• 1. PRO ATIVO - ESTRATÉGICO
• 2. NECESSIDADES
• 3.REATIVO
47
BOM
BEIRO
1
2
3
48 4
- Pode dizer-me que caminho devo tomar?
- Isto depende do lugar para onde você quer ir.
(Respondeu com muito propósit...
49
Descobrir o que se quer no
futuro, aonde queremos ir, é mais
fácil com o processo da definição
da missão, visão, valore...
4.3 GRAFICO DO PLAN
ESTRATÉGICO
50
MISSÃO
VISÃO
VALORES
ANALISE DO
AMBIENTE
INTERNO:
PONTOS
FORTES E
FRACOS
ANALISE DO
AMB...
• A EXPLICITAÇÃO DE CADA
CONCEITO DO GRAFICO ACIMA E A
BUSCA DE RESPOSTAS, SÃO:
• Os “ fios” condutores do:
• PLAN ESTRATÉ...
• SENDO FUNDAMENTADOS NO
NOSSO MANUAL QUE É
INERRANTE E INFALÍVEL,
• SÃO DIGNOS DA MAIS ALTA
CONSIDERAÇÃO. 52
•Motivo principal da existência de
uma organização, seu verdadeiro
papel perante as sociedades
tanto no âmbito interno qua...
• QUAL A MISSÃO DA IGREJA :
• MC 16:15 - E disse-lhes:
Ide por todo o mundo:
pregai o evangelho a
toda criatura.
• ISSO É ...
55
É uma declaração da utilidade da
instituição:
• Reflete o que a instituição DEVE
oferecer aos membros e sociedade.
• De...
• É AFIRMAÇÃO IMPERATIVA
DO REI JESUS:
• MT 28:19 - Portanto ide,
fazei discípulos de todas as
nações,(...)
• MT 28:20 - E...
APONTA:APONTA: AONDE QUEREMOS
CHEGAR .
•AONDE os esforços internos da
organização e de todas as pessoas
envolvidas devem s...
FUNDAMENTADAS NA:
• IGREJA: VISÃO GERAL
• EBD: VISÃO ESPECIFICA.
58
59
VISÃO PARA A EBD
• CRESCIMENTO:
• QUANTITATIVO
• QUALITATIVO
60
EX. DE CRESCIMENTO
QUANTITATIVO
• MATRICULAR 100% DOS MEMBROS E
CONGREGADOS NA EBD.
• OBTER FREQUENCIA MÉDIA MENSAL
DE:
• ...
EX. DE CRESCIMENTO
QUALITATIVO
SERMOS UMA EBD :
CATIVANTE,
CENTRO DE EXCELENCIA CAPAZ
DE DESPERTAR E CAPACITAR
OBREIROS....
63
• Princípios éticos cristãos que a igreja e a
EBD não abrem mão, refletem a essência
daquilo que somos e cremos:
• A FÉ, A...
65
• 3 A 5 IRMÃOS: ESCREVENDO
• 1. MISSÃO DA EBD
(RESPONSABILIDADE)
• 2. QUAL A VISÃO (SONHO OTIMISTA),
QUE VOCE TEM PARA EBD...
6767 6
4.7 ANÁLISE DO AMBIENTE INT.EXT.4.7 ANÁLISE DO AMBIENTE INT.EXT.
ONDE
ESTAMOS ?
QUEM SÃO OS
MELHORES?
POR QUE ?
O Q...
ANALISE DO AMBIENTE
• AS VARIÁVEIS EXTERNAS E INTERNAS QUE
AFETAM A ORGANIZAÇÃO PRECISAM SER
PERCEBIDAS E EXIGEM ANALISE.
...
• HIERARQUIA
• DAS
• NECESSIDADES
69
70
S
U
P
E
R
.
ESPIRITUAIS.
CONCRETIZAÇÃO
DAS
POTENCIALIDADES
INDIVIDUAIS
METAS E OBJETIVOS
• .
71
1º.TRIM
2º.TRIM
4º.TRIM
3º.TRIM
OBJETIVO
100 ALUNOS
(100%)
25
25
25
25
DESAFIADORES E
ALCANÇÁVEIS...
72
Melhoria contínua:
A Melhoria contínua do desempenho global
da organização deve ser um objetivo permanente,
dividido em...
73
O QUE SÃO AS CIENCIAS
AGOGICAS?
• SÃO AS CIENCIAS
• VOLTADAS A
EDUCAÇÃO.
74
a) Andra+gogia é ciência de orientar adultos a
aprender ( Malcolm Knowles decada de 70)
b) Peda+gogia: ( educação de crian...
ANDRAGOGIA
• POR QUE A
DIFERENCIAÇÃO?
• OS ALUNOS DAS
DIFERENTES FAIXAS
ETÁRIAS POSSUEM
CARACTERÍSTICAS
GERAIS TAMBÉM
DIFE...
77
ProfessorProfessor
ou Facilitadorou Facilitador
??????
77
EIS A QUESTÃO
•ALGUMAS CARACTERISTICAS DOS
ALUNOS ADULTOS (ANDROS)
78
a) Necessidade de saber:
qual o ganho que terão no
processo.
b) Vistos e tratados pelos
outros como capazes de se
autodiri...
d. Desejo de participar
ativamente,
e. Prontidão para aprender: se
a aprendizagem é relacionada a
situações reais de seu d...
•REQUEREM NOVA
POSTURA
81
82
EXIGENCIA ATUAL
POSTURA DE FACILITADOR
• ANTIGAANTIGA NOVANOVA
82
PROFESSOR
ALUNO
E DAÍ...
• PRECISO TAMBÉM CONHECER
ESTILOS DE APRENDIZAGEM
• EXISTEM ESTUDOS
• Mas podemos
aprender com os 4
• considerado...
ESTILOS DE APRENDIZAGEM
84
1
VISÃO GERAL DOS 4 ESTILOS DE APRENDIZAGEM
Dinâmico Interativo
AnalíticoPragmático
Em que isto...
IMPORTANCIA
85
AJUDAM-NOS A ENTENDER
COMO OS ALUNOS
APRENDEM
FAVORECE NOSSA
EFETIVIDADE
NESSE PROCESSO.
COMO FACILITADORES...
COMO POSSO DESCOBRIR QUAL O
ESTILO DOS ALUNOS?
• DEVE SER DESENVOLVIDA, CHAMA-SE:
• OLHAR DO PROFESSOR
• CONHECENDO, OBSER...
• VANTAGENS DESSA FERRAMENTA
87
• ENSINO-APRENDIZAGEM COM
EFETIVO
GANHO DE QUALIDADE.
• MOTIVAÇÃO DOS DISCENTES.
88
TEMOS QUE ESTAR
ANTENADOS
• “Sintonia fina” com as
exigências de nosso público
alvo, olhar o que ocorre a
nossa volta.
• E...
• “CONTINUAR APRENDENDO
PARA CONTINUAR ENSINANDO”
90
FIXANDO:
91
“Andragogia é a ciência da
........
de................”
ESTILOS DE APRENDIZAGEM
AJUDAM-NOS A ENTENDER
COMO OS...
92
PROPOSTA:
• A. FORMAR GRUPOS COMPOSTO POR NO
MÁXIMO 3 IRMÃOS, ENVOLVIDOS NA EBD,
COM FORMAÇÃO ACADEMICA E VISÃO
SISTEMICA ...
DIFICULDADES
COMO QUALQUER MUDANÇA -
INICIALMENTE SERÃO POLEMICAS,
TRABALHOSAS, TRAUMÁTICAS, MAS
GARANTIRÃO QUALIDADE NO
P...
POR ISSO A BUSCA DA QUALIDADE
95
OBA!
ESSA É UMA
PISTA.
VOU
PESQUISAR.
96
97
6.1 PROCESSO – ENSINO-APRENDIZAGEM
• CONJUNTO DE meioseaçõesQUE PRODUZEM
UM resultado.
• CONJUNTO DEAÇÕESSISTEMATICAS
DIRI...
6.2 ESQUEMATICO DE PROCESSO 6Ms
99
RECURSOS/AÇÕES
EQUIP.
M.O.. MATER.
M. AMBIEN.METODOS
MEDIDA
OUPUTINPUT
A QUALIDADE DA S...
6.3 EXPLICANDO OS 6 MS
• INPUT: É A ENTRADA
• MAQUINA:, D.SHOW, SOM, RETRO PROJETOR, E
OUTROS.
• MATERIAIS: REVISTA, CANET...
101
PLANEJAR METODO: PDCA
LEMBRE-SE:
A QUALIDADE DE ENTRADA (I)
DEFINE A QUALIDADE DA SAÍDA (O)
ISSO IMPLICA EM SELECIONAR E
INVESTIR NA ENTRADA.
10...
A SELEÇÃO DE MATERIAIS DE
CONSULTA E IMPORTANTE
103
PERMANENTEMENTE.
POR ISSO TEMOS QUE ESTAR
104
6. 3 ALERTA
• PARTIR DO PRESUPOSTO QUE OS
ALUNOS SÃO TODOS IGUAIS (TURMA
HOMOGENEA)
• Leva a aplicar somente uma
metod...
ITENS DE ENTRADA DEVEM SER
APERFEIÇOADOS.
• PARA ISSO PRECISAMOS:PARA ISSO PRECISAMOS:
• 1º. IDENTIFICAR AS CAUSAS
• ESPEC...
6.4. QUANDO NÃO SE PLANEJA
106
UM PEDIDO FEITO
SEM
PLANEJAMENTO
1
VEJA QUE ENCRENCA
107
• QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É
MERA COINCIDÊNCIA:
• QUANDO NÃO HÁ QUALIDADE
• NO PROCESSO:
• ENSINO-APRENDIZAGEM
108
A FALTA DE QUALIDADE NO
PROCESSODE ENSINO-
APRENDIZAGEM.
1. PROF. PERDIDO NA SALA
2. POUCA OU NENHUMA PARTICIPAÇÃO
109E CO...
FALTAS NA EBD
110
Técnicas
Recursos
PlanejamentoConteúdo
Métodos
Aprendem
FacilitadorAdultos
E....
TRISTE QUADRO
 POR ISSO TEMOS QUE FAZER
COM:
QUALIDADE E
 BUSCARMOS A
SATISFAÇÃO DE NOSSOS
ALUNOS (CLIENTES).
FIDELIZAÇÃO
CRESCIMENT...
112
FERRAMENTAS DA QUALIDADE:
1. PDCA – MODELO DE
PLANEJAMENTO DINÂMICO
2. 2) LEVANTAMENTO DE
PROBLEMAS
3. BRAIN STORMING
...
113113
O MODELO PDCA
2. DO
114
PLANEJAMENTO É BIBLICO?
115
A.T.
1. NEEMIAS: RECONSTRUÇÃO DOS
MUROS
DESDE A INSPEÇÃO, COMO
TRABALHAVAM.
2. QUAIS ESTRATÉGIAS OS INIMIGOS
USARAM?
4...
116116
N.T.N.T.
PLANO DA SALVAÇÃO:
VIDA, MORTE E RESSURREIÇÃO DE
CRISTO.
MINISTÉRIO:
ESCOLHA DE 12 DEPOIS 70, E A
GRANDE C...
POR QUE PLANEJAR
• Gerir a área de ensino com meios técnicos
atualizados, visando a maximização de
resultados como:
QUALI...
• MAPA PREVIO DOS FATOS E
POSSIVEIS DIFICULDADES.
• MINIMIZA ERROS,
• OTIMIZA OS RECURSOS: TEMPO,
DINHEIRO,
• SATISFAÇÃO D...
DETALHANDO
• O QUE (O PROBLEMA A SER RESOLVIDO)
• COMO (VAMOS) FAZER?
• QUANDO CHEGAREMOS LÁ (O PRAZO)?
• ONDE (Local DETE...
Aferindo o processo
120
Faça avaliações que permitam
observar resultados: seus e dos
alunos
LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS
• Folha de verificação onde são apontados
problemas diversos da EBD, desde o preparo
do professo...
TRABALHO EM GRUPO:
• 1 COPIA DO GRAFICO POR
EQUIPE DE 6 NO MÁXIMO.
• EXERCIO EM SALA
122
CONSTRUINDO UM
GRAFICO :
• CAUSAS (ORIGEM DO
PROBLEMA)
E
• EFEITOS (CONSEQUENCIAS)
123
EX. DE GRAFICO CAUSA-EFEITO – 6 M
124
FREQ.
EBD
POR QUE FALTAM?
Como
faz Equip. Estat.
Revista,cane-
tas...
Profisional
Ba...
PASSOS PARA CONSTRUIR O GRAFICO
TRABALHO CONJUNTO
125
BRAIN STORMING
(TEMPESTADE DE IDÉIAS)
• REGRA:REGRA:
1.TODOS PARTICIPAM
2.NÃO HÁ IDÉIA ABSURDA
3.PROIBIDO CENSURAR
4.ESCOL...
IDEIAS
• 1 PASSO = TODOS DEVEM
APRESENTAR PROBLEMAS
“EXISTENTES” NA EBD
LIVREMENTE.
• 2 PASSO SELECIONAR POR
VOTAÇÃO 3 PRO...
CONSTRUIR O GRAFICO CAUSA E EFEITO
128
POR QUE FALTAM?
FREQ.
EBD
CAUSA É O QUE PRODUZ O EFEITO
GRAFICO DE PARETTO
Diagrama ABC, gráfico de barras que ordena as
frequências das ocorrências, da maior para a
menor, permi...
CAUSAS QUEDA NA FREQ DA EBD
CONGREG. BETA
130
• Ano 2012
FONTE RELATORIOS DA EBD
A BUSCA PELA QUALIDADE DEVE
INCANSÁVEL E CONTINUA.
131
• SUGESTÕES
132
133
PRATICAS da COORDENAÇÃO
•Mudar não somente o conceito
de prof. para FACILITADOR mas
a postura didática como tal.
•Supe...
EDUCAÇÃO CONTINUADA
• PLANEJAR UM PROGRAMA DE
EDUCAÇÃO CONTINUADA PARA
DESENVOLVIMENTO E
APERFEIÇOAMENTO DE
PROFESSORES.
1...
BANCO DE DADOS ESTATÍSTICOS
• “Mecanizar” os relatórios da EBD.
• Criar banco de dados “alimentado”
com relatórios das con...
136
Professores de jovens e
adultos
devem ser treinados PARA:
1º. UTILIZAR METODOS DE
ENSINO VOLTADAS A ESSE
PUBLICO ALVO,...
EDUCAÇÃO CONTINUADA
• Há necessidade de treinamento de
professores, que contenham além dos
conteúdos essencialmente teológ...
PASSO IMPORTANTEPASSO IMPORTANTE:
• ESTE ANO TIVEMOS ALGUNS
ENCONTROS REGIONAIS – COMO
PONTO DE PARTIDA, ESTÁ BOM. MAS
O B...
139139
EDUCAÇÃO CONTINUADA
Éum preparo :
TANTO DA TERRA COMO DO
SEMEADOR.
140
“Uma alma e um aluno é
difícil de conquistar,
fácil de perder e quase
impossível reconquistar”
(EJPL).
• Temos que ter uma postura
de “santo
descontentamento”, e ela há
de nos levar a degraus mais
elevados nesse processo
mara...
8. CONCLUSÃO:
IS. 6:7 - E com a brasa tocou a minha boca, e
disse: Eis que isto tocou os teus lábios; a tua
iniquidade foi...
• “Uma alma e um aluno é como uma
pedra preciosa, difíceis de conquistar,
fácil de perder e quase impossível
reconquistar”...
• Vamos:
“CONTINUAR APRENDENDO
PARA CONTINUAR
ENSINANDO COM
QUALIDADE”
A M E M!!!
144
10. REFERENCIAS
Campos, Vicente Falconi , Qualidade na Educação, Fundação
Cristiano Ottoni – UFMG – 1998
Gaudência, Paulo,...
Paes, Carlito, Igrejas que Prevalecem, VIDA, SP, ano 2.002
Polito, Reinaldo, Assim é que se fala, Saraiva, SP, 2.008
Berlo...
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Qualidade na educação cristã (super final)

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estratégias de qualidade no ensino bíblico.
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Qualidade na educação cristã (super final)

  1. 1. 1 ENFOQUE ANDRAGOGICO ELSON JP LOUREIRO
  2. 2. 2
  3. 3. Apresentação • ELSON J.P LOUREIRO • BATISMO: 17.04.68 – PR. POLITTO • CONG.ATUAL = J.ITAMARATI • FORMAÇÃO TECNICA: CIENCIAS ECONOMICAS • EXTENSÃO: FUNDAÇÃO CRISTIANO OTONI UFPR MG, GERENCIA DA QUALIDADE. TECNICO SEG. DO TRABALHO. • AREAS DE ATUAÇÃO: PLANEJAMENTO, TREINAMENTO, QUALIDADE, ADMIN., FINANCEIRO, R.H. E OUTRAS. • TEOLOGICOS; CURSO ENSINAI E ITQ NIVEL MEDIO, EBO. • ATUAÇÃO NA IGREJA: LIDER DE MOCIDADE EM J. URANO, CORDENAÇÃO DE MOCIDADE NO SETOR XAXIM, TREINAMENTO DE PROFESSORES DA EBD NA SEDE, PROF. DE EBD EM J. URANO, VILA ACORDES, CONG. HAUER E ATUALMENTE EM J. ITAMARATI • SIRVO COMO: PROF. EBD E ENSINAI. • EMAIL: elsonjploureiro@yahoo.com.br • CEL. 9663-91.41 – 3014-45.43 • FACE BOOK – ELSON JP LOUREIRO E GRUPO PROFESSORES DA EBD. 3
  4. 4. ESTE TRABALHO FOI APRESENTADO NO SEMINÁRIO EBD 2011 NA IADC - SEDE 4
  5. 5. 5 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OS DESAFIOS DA EBD 3. CONCEITOS IMPORTANTES 4. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 5. CIÊNCIAS AGÓGICAS, CONCEITOS E APLICAÇÕES. ESTILOS DE APRENDIZAGEM 6. PLANEJAMENTO NO ENSINO- APRENDIZAGEM. FERRAMENTAS DA QUALIDADE 7.PROPOSTA DE TRABALHO 8. CONCLUSÃO 9. REFERÊNCIAS.
  6. 6. 1.INTRODUÇÃO • QUALIDADE É IMPRESCÍNDÍVEL (EM TUDO E EM TODOS)  DEVEMOS BUSCAR, E OFERECER. É VITAL. • A TODO TEMPO AVALIAMOS E SOMOS AVALIADOS. • AS EXIGENCIAS AUMENTAM, NÃO HÁ MAIS LUGAR E TEMPO PARA COISAS FEITAS SEM PADRÕES, E DE FORMA AMADORA. • A IGREJA (CORPO DE CRISTO) MERECE O MELHOR DE NÓS, •  BUSCAR A QUALIDADE EM TUDO QUE FAZEMOS, ELA HONRA A DEUS. 6
  7. 7. O QUE É QUALIDADE? 7
  8. 8. 8
  9. 9. 9
  10. 10. 10 ISTO É QUALIDADE?
  11. 11. 11 O homem é um ser inconcluso, precisa aprender ao longo da vida. (FREIRE, 1979) Escritor e educador
  12. 12. 2. OS DESAFIOS ATUAIS DAOS DESAFIOS ATUAIS DA EBDEBD 12
  13. 13. 13
  14. 14. 14
  15. 15. 15 Inadequação do Espaço Educativo (Mt 4.23, 5.1-2; 9.10; 13.1-3; Lc 14.1-24; Jo 4.3-30) Escassez e Inadequação dos Recursos Didáticos e Tecnológicos (Mt 6.26-30; Jo 8.6-8)3. Monotonia do Método (Lc.16- 21; Mt 16.13-15; Jo 3.1-12; 4.3- 30)4. Fossilização da Formação Continuada do Professor (Jo
  16. 16. Tradição (Farisaísmo, Mt 23.13 e 23.13-25-28)2. Racionalização (Saduceísmo, Mc 12.18-25). Radicalização Religiosa (Essenismo, Mt 5.43) Radicalização Política (Zelotismo, Mc 3.18; Lc 13.1). Dominação e Exploração (Herodianismo, Mc 3.6-12)16
  17. 17. 17 17 SÃO PRIORIZADOS INVESTIMENTOS COMO: INSTALAÇÕES, MATERIAIS, EQUIPAMENTOS, TREINAMENTOS?
  18. 18. 18 18 Investimos (?)muito emInvestimos (?)muito em congressos, seminários,congressos, seminários, aniversários.aniversários. 18
  19. 19. PAUSA PARA MEDITAÇÃO: • ANOTAR O QUE VOCE PERCEBE DE IMPORTANTE E QUE TEM RELAÇÃO DIRETA NA EBD, • E NO PROCESSO •ENSINO-PRENDIZAGEM. •A SEGUIR 19
  20. 20. • O que levaria as pessoas preferirem as tradições de ontem ao invés do Deus vivo de hoje? • A resposta? Medo de mudança, do desconhecido. • Dá trabalho. • É mais fácil seguir o mesmo velho caminho que passar por território desconhecido. • (caminho das vacas...?) 20 A QUESTÃO DOS PARADIGMAS
  21. 21. 21 PODEMOS APRENDER COM OS 5 MACAQUITOS
  22. 22. 22
  23. 23. • SE DESEJAMOS MUDAR O RUMO • HÁ NECESSIDADE DE: REVER CONCEITOS, METODOLOGIAS TER A AÇÃO PLANEJADA 23
  24. 24. •3. CONCEITOS IMPORTANTES 24
  25. 25. 3.1 ESCOLA 25
  26. 26. • Local de formação ampla: desenvolvimento de valores e atributos à cidadania,  produção e disseminação do conhecimento, espaço de ação educativa intencional, sistematizada, socialização do ser humano. TEM ALGUMA SEMELHANÇA COM O PAPEL DA EBD?
  27. 27. 27
  28. 28. O QUE É EDUCAÇÃO CRISTÃ? • Em essência os Ensinos de Cristo!!! • Fundamental à Igreja para a formação dos novos discípulos, exercício da cidadania. • Cumprimento da missão: anunciar o Evangelho para a salvação e alegria dos povos. • Ficou bem definida no Seu encontro com o publica no Zaqueu: • “O Filho do homem veio buscar e salvar o perdido” (Lc 19.10).28
  29. 29. • QUAL O SEU OBJETIVO: • Homem integral (corpo, alma e espirito), englobando todas as suas necessidades e dimensões de sua relações com Deus e seu semelhante. (Pacto de Lausane) • Isto é o homem integral, • DEVE SER CONSIDERADO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM. •
  30. 30. É SER CIDADÃO DA TERRA E DO CEU COM DIREITOS E OBRIGAÇÕES PERTINENTES. QUEM TEM A DUPLA CIDADANIA? A. REGISTRADOS NA TERRA, B. REGISTRADOS NO CÉU FELIP.4:3. VIVEM NA TERRA MAS PERTENCEM A CRISTO. OS SL. 1, 15 e 24 E MAT. 5 (SERMÃO DO ...) NOS DÃO UM RETRATO SOBRE O 30 DUPLA CIDADANIA O QUE É
  31. 31. 3131 É ESTE OU ESTE ESTE TAMBEM E ESTE CARA 3.2 E O ALUNO, QUEM É ELE? É ELE MESMO! DIFERENTE NOS GOSTOS, NO JEITO DE SE VESTIR, DE FALAR, PENSAR,ETC. É ALGUEM INTERESSADO EM APRENDER, POR ISSO ELE VEM A EBD, EVENTOS DE ENSINO. É UM SER HUMANO, FEITO A IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS. SUAS DIFERENÇAS DEVEM SER RESPEITADAS. E ESTE IRMÃO
  32. 32. 3.3 E O FACILITADOR QUEM É? • 1º. LUGAR: TEM O DOM E FOI CHAMADO (Ninguém toma para si essa honra senão...) • Facilita a aprendizagem, busca ampla participação, com uso de recursos, técnicas e métodos adequados a educação de jovens e adultos. • Não dá o peixe, ensina pescar, • O discente é participante integrado e ativo do processo. • Muda a posição de verticalidade para horizontalidade, conforme gráfico abaixo. 32
  33. 33. 33 .
  34. 34. • NÃO PROCURA TRANSFERIR CONHECIMENTO. • COMO SE O DISCENTE FOSSE UM MERO RECEPTOR • (quem sabe o nome desse “metodo” • A FAMOSA ... 34
  35. 35. PENSE NISSO 35 COMO MUDAR O JEITO DE FAZER, SE JÁ VEM SENDO FEITO ASSIM A TEMPO?
  36. 36. 36 O FACILITADOR busca desenvolver HABILIDADES TECNICAS como: a)Organizar o contexto da lição. b)Definir com clareza os objetivos c)Interpretar e organizar o conteúdo: d)fatos, conceitos e generalizações que fazem parte do essencial da matéria (lição em foco). e)Obedecer a critérios lógicos. f)Decidir os meios a serem utilizados para fixação do conteúdo. g)Habilidades de formular perguntas, coletivas e individuais h)Promover o desenvolvimento de processos mentais do aluno (entender e pensar).
  37. 37. Utiliza perguntas como elemento facilitador • Socráticas: uma série de questões são feitas, não apenas para obter respostas específicas, mas para encorajar também uma compreensão clara e fundamental do assunto sendo discutido • Reforçadoras – avaliar até que ponto o ensino-aprendizagem foi eficaz. • Esclarecedoras: formuladas com intenção de trazer mais informações. Vocês, sabiam que? Já leram sobre? • Divergentes – estimular o pensamento criador, leva a um pequeno debate de37
  38. 38. • Convergentes • Solicitam uma única resposta,  As perguntas devem ser claras e precisas, evitar divagação.  POR ISSO DEVEM SER CLARAS!  SEM PEGADINHAS.  TAMBEM NÃO PODE DIVAGAR  (SEM ENROLEISHOW) 38
  39. 39. 39
  40. 40. • É uma agencia de ensino, além do papel apologético, cultural, crescimento espiritual e doutrinário, ela é chave para a Igreja na busca do crescimento • qualitativoqualitativo (CONHECER, SER, FAZER, MUDAR) • quantitativoquantitativo  o crescimento numérico • (AÇÃO CONSEQUENTE DO ANTERIOR) 40
  41. 41. 41 4. PLANEJAMENTO NOSSO OBJ. PARA OS PROX. 5 ANOS É CRESCER 10% A.A. AMEM?
  42. 42. 4.1 O QUE É PLANEJAMENTO? • É UM “PROCESSO” PARA ESTABELECER PLANOS PARA EXECUÇÃO DE ATIVIDADES, LEVANDO EM CONTA A POSIÇÃO PRESENTE E EXPECTATIVAS FUTURAS. • A PREVISÃO DE RECURSOS PARA SUA REALIZAÇÃO: HUMANOS, MATERIAIS E FINANCEIROS, OBJETIVOS, METAS, CONTROLE E MEDIÇÃO. 42
  43. 43. 43
  44. 44. 4.2 O QUE É PLAN ESTRATÉGICO • Processo contínuo, sistemático, organizado e capaz de prever o futuro, de maneira a tomar decisões que minimizem riscos. Peter F. Drucker. 44
  45. 45. • Uma outra conceituação apresenta o planejamento estratégico como: • “processo administrativo de como se estabelecer a melhor direção a ser seguida frente as perspectivas presentes atuando de forma inovadora e diferenciada tendo em vista o futuro”. 45
  46. 46. PLANEJAR ESTRATÉGICAMENTE É ANTECIPAR-SE • A antecipação obtida pelo planejamento é VITAL, precisamos estar atentos as expectativas internas e externas. • Visita às livrarias evangélicas e/ou seculares nos “stands” sobre planejamento poderá nos auxiliar a ampliar a visão sobre a área que abraçamos. 46
  47. 47. GRAFICO • 1. PRO ATIVO - ESTRATÉGICO • 2. NECESSIDADES • 3.REATIVO 47 BOM BEIRO 1 2 3
  48. 48. 48 4 - Pode dizer-me que caminho devo tomar? - Isto depende do lugar para onde você quer ir. (Respondeu com muito propósito o gato) - Não tenho destino certo. -Neste caso qualquer caminho serve. -(“Alice no País da Maravilhas” - Lewis Carrol)
  49. 49. 49 Descobrir o que se quer no futuro, aonde queremos ir, é mais fácil com o processo da definição da missão, visão, valores e objetivos. “O Planejamento Estratégico vislumbra o futuro, com os “pés no presente”, olhar perspectivo e prospectivo. TEMOS BUSCAR RESPOSTAS PARA: O QUE, POR QUE, COMO, QUEM, QUANDO, ONDE, QUANTO.
  50. 50. 4.3 GRAFICO DO PLAN ESTRATÉGICO 50 MISSÃO VISÃO VALORES ANALISE DO AMBIENTE INTERNO: PONTOS FORTES E FRACOS ANALISE DO AMBIENTE EXTERNO OPORTUNI DADES E AMEAÇAS METAS E OBJETIVO ESTRA TÉGIAS
  51. 51. • A EXPLICITAÇÃO DE CADA CONCEITO DO GRAFICO ACIMA E A BUSCA DE RESPOSTAS, SÃO: • Os “ fios” condutores do: • PLAN ESTRATÉGICO 51
  52. 52. • SENDO FUNDAMENTADOS NO NOSSO MANUAL QUE É INERRANTE E INFALÍVEL, • SÃO DIGNOS DA MAIS ALTA CONSIDERAÇÃO. 52
  53. 53. •Motivo principal da existência de uma organização, seu verdadeiro papel perante as sociedades tanto no âmbito interno quanto externo, no seu campo de 53 4.4 MISSÃO
  54. 54. • QUAL A MISSÃO DA IGREJA : • MC 16:15 - E disse-lhes: Ide por todo o mundo: pregai o evangelho a toda criatura. • ISSO É INDISCUTÍVEL. 54
  55. 55. 55 É uma declaração da utilidade da instituição: • Reflete o que a instituição DEVE oferecer aos membros e sociedade. • Deve direcionar, ser clara e inspiradora. • Deve servir como motivação para as pessoas. • Deve gerar forte senso de organização, identidade e propósitos daquilo que deve fazer.
  56. 56. • É AFIRMAÇÃO IMPERATIVA DO REI JESUS: • MT 28:19 - Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações,(...) • MT 28:20 - Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; (...).56 MISSÃO da EBD
  57. 57. APONTA:APONTA: AONDE QUEREMOS CHEGAR . •AONDE os esforços internos da organização e de todas as pessoas envolvidas devem ser canalizados, para que possam levar a EBD a cumprir sua missão eficazmente.57QUAL É ELE?
  58. 58. FUNDAMENTADAS NA: • IGREJA: VISÃO GERAL • EBD: VISÃO ESPECIFICA. 58
  59. 59. 59
  60. 60. VISÃO PARA A EBD • CRESCIMENTO: • QUANTITATIVO • QUALITATIVO 60
  61. 61. EX. DE CRESCIMENTO QUANTITATIVO • MATRICULAR 100% DOS MEMBROS E CONGREGADOS NA EBD. • OBTER FREQUENCIA MÉDIA MENSAL DE: • 80% DOS MATRICULADOS NA EBD. • SER DE FATO A MAIOR E MELHOR ESCOLA DO MUNDO. • CRESCER ANUALMENTE 10%. • SERIAM COISAS POSSÍVEIS? COMO TORNAR O SONHO EM 61
  62. 62. EX. DE CRESCIMENTO QUALITATIVO SERMOS UMA EBD : CATIVANTE, CENTRO DE EXCELENCIA CAPAZ DE DESPERTAR E CAPACITAR OBREIROS. PREPARO PARA TODA BOA OBRA. EVANGELIZADORA COM A VISÃO DA ORIGEM DE SUA FUNDAÇÃO.62
  63. 63. 63
  64. 64. • Princípios éticos cristãos que a igreja e a EBD não abrem mão, refletem a essência daquilo que somos e cremos: • A FÉ, A ESPERANÇA, O AMOR. • MISSOES E EVANGELISMO. • A PALAVRA DE DEUS, A HONRA. • A HONESTIDADE, O ENSINO BIBLICO. • TRANSPARENCIA. A ÉTICA. • A ORAÇÃO. AS PROMESSAS DE JESUS, OBEDIENCIA,A VIDA SANTA, A ORAÇÃO • (Felip.4:8 No mais irmãos tudo que é 64
  65. 65. 65
  66. 66. • 3 A 5 IRMÃOS: ESCREVENDO • 1. MISSÃO DA EBD (RESPONSABILIDADE) • 2. QUAL A VISÃO (SONHO OTIMISTA), QUE VOCE TEM PARA EBD EM 3 ANOS. • 3. VALORES DA EBD (COISAS IMPORTANTES) • METODOLOGIA: • A. BUSCAR ACORDO NA PROPOSTA. • B . SINTETIZAR NO FLIP CHART. • C. APRESENTAR • D. DISCUSSÃO EM PLENÁRIO O QUE VÃO FAZER PARA ACONTECER. 66
  67. 67. 6767 6 4.7 ANÁLISE DO AMBIENTE INT.EXT.4.7 ANÁLISE DO AMBIENTE INT.EXT. ONDE ESTAMOS ? QUEM SÃO OS MELHORES? POR QUE ? O QUE ELES ESTÃO FAZENDO? O QUE NÓS ESTAMOS FAZENDO ? QUAIS AS AMEAÇAS E OPORTUNI DADES. PARA ONDE QUEREMOS IR? FORÇAS E FRAQUEZAS FORÇAS E FRAQUEZAS
  68. 68. ANALISE DO AMBIENTE • AS VARIÁVEIS EXTERNAS E INTERNAS QUE AFETAM A ORGANIZAÇÃO PRECISAM SER PERCEBIDAS E EXIGEM ANALISE. • O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO CONSIDERA IMPACTOS DE FORMA A AMENIZAR OS SEUS EFEITOS. 68
  69. 69. • HIERARQUIA • DAS • NECESSIDADES 69
  70. 70. 70 S U P E R . ESPIRITUAIS. CONCRETIZAÇÃO DAS POTENCIALIDADES INDIVIDUAIS
  71. 71. METAS E OBJETIVOS • . 71 1º.TRIM 2º.TRIM 4º.TRIM 3º.TRIM OBJETIVO 100 ALUNOS (100%) 25 25 25 25 DESAFIADORES E ALCANÇÁVEIS. SENÃO....
  72. 72. 72 Melhoria contínua: A Melhoria contínua do desempenho global da organização deve ser um objetivo permanente, dividido em metas, conforme gráfico abaixo: O seu objetivo, é garantir a segurança e a continuidade no processo da qualidade.
  73. 73. 73
  74. 74. O QUE SÃO AS CIENCIAS AGOGICAS? • SÃO AS CIENCIAS • VOLTADAS A EDUCAÇÃO. 74
  75. 75. a) Andra+gogia é ciência de orientar adultos a aprender ( Malcolm Knowles decada de 70) b) Peda+gogia: ( educação de crianças). c) Geronto+gogia – educação de idosos, e ainda existe a d) Hebe+gogía: Educação de...??? Nada a ver com... VALENDO UM PRESENTE SURPRESA PARA O 1º. QUE VIER AQUI E ACERTAR.
  76. 76. ANDRAGOGIA • POR QUE A DIFERENCIAÇÃO? • OS ALUNOS DAS DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS POSSUEM CARACTERÍSTICAS GERAIS TAMBÉM DIFERENTES. 76
  77. 77. 77 ProfessorProfessor ou Facilitadorou Facilitador ?????? 77 EIS A QUESTÃO
  78. 78. •ALGUMAS CARACTERISTICAS DOS ALUNOS ADULTOS (ANDROS) 78
  79. 79. a) Necessidade de saber: qual o ganho que terão no processo. b) Vistos e tratados pelos outros como capazes de se autodirigir. c) Papel das experiências: base de seu aprendizado ser considerado. 79
  80. 80. d. Desejo de participar ativamente, e. Prontidão para aprender: se a aprendizagem é relacionada a situações reais de seu dia-a-dia. f. Aprende melhor com conceitos contextualizados, aplicação e utilidadade imediata. • ATENÇÃO:ATENÇÃO: • Técnicas que aproveitam essas diferenças individuais serão mais80 CONTINUANDO:
  81. 81. •REQUEREM NOVA POSTURA 81
  82. 82. 82 EXIGENCIA ATUAL POSTURA DE FACILITADOR • ANTIGAANTIGA NOVANOVA 82 PROFESSOR ALUNO
  83. 83. E DAÍ... • PRECISO TAMBÉM CONHECER ESTILOS DE APRENDIZAGEM • EXISTEM ESTUDOS • Mas podemos aprender com os 4 • considerados a seguir : 83
  84. 84. ESTILOS DE APRENDIZAGEM 84 1 VISÃO GERAL DOS 4 ESTILOS DE APRENDIZAGEM Dinâmico Interativo AnalíticoPragmático Em que isto pode se transformar? Aplicação. Por que preciso saber isto? Significado Como isto funciona? Experiência. O que preciso saber? Conteúdo. Fonte: Estilos de Aprendizagem, Levefer, Marlene D. CPAD – Biblioteca do Ensinador Cristão 1a .Ed.2002 Ver, ouvir, fazer APLICAR ESTILOS AJUDA OS ALUNOS A PROSPERAR Como ensinadores da Palavra de Deus, devemos dar a cada aluno oportunidade para demonstrar seu modo preferido de aprender em alguns pontos da lição. Tal afirmativa ajuda cada aluno a:Crer que Deus fez sua mente Estar motivado para aprender; Participar ativamente da aula; Aprender mais rápido; Compreender melhor o próximo e encontrar caminhos para se comunicar com ele. GOSTAM DE: PARTICIPAR ATIVAMENTE GOSTAM DE: OUVIR SEGUIR ORIENTAÇÕES GOSTAM DE: APLICAÇÃO PRÁTICA GOSTAM DE: MUDAR, TESTAR NOVAS IDEIAS
  85. 85. IMPORTANCIA 85 AJUDAM-NOS A ENTENDER COMO OS ALUNOS APRENDEM FAVORECE NOSSA EFETIVIDADE NESSE PROCESSO. COMO FACILITADORES PRECISAMOS ESTUDAR O ASSUNTO.
  86. 86. COMO POSSO DESCOBRIR QUAL O ESTILO DOS ALUNOS? • DEVE SER DESENVOLVIDA, CHAMA-SE: • OLHAR DO PROFESSOR • CONHECENDO, OBSERVANDO E PERGUNTANDO A CADA UM COMO ELE GOSTA DE APRENDER. 86
  87. 87. • VANTAGENS DESSA FERRAMENTA 87
  88. 88. • ENSINO-APRENDIZAGEM COM EFETIVO GANHO DE QUALIDADE. • MOTIVAÇÃO DOS DISCENTES. 88
  89. 89. TEMOS QUE ESTAR ANTENADOS • “Sintonia fina” com as exigências de nosso público alvo, olhar o que ocorre a nossa volta. • EBD, nossa insubstituível agencia de ensino, possui papel preponderante na preservação de nossa identidade espiritual, assim como do avanço da Igreja.89
  90. 90. • “CONTINUAR APRENDENDO PARA CONTINUAR ENSINANDO” 90
  91. 91. FIXANDO: 91 “Andragogia é a ciência da ........ de................” ESTILOS DE APRENDIZAGEM AJUDAM-NOS A ENTENDER COMO OS ALUNOS APRENDEM. Marlene Lefever EDUCAÇÃO ADULTOS
  92. 92. 92
  93. 93. PROPOSTA: • A. FORMAR GRUPOS COMPOSTO POR NO MÁXIMO 3 IRMÃOS, ENVOLVIDOS NA EBD, COM FORMAÇÃO ACADEMICA E VISÃO SISTEMICA PARA: • B. ESTUDAR O ASSUNTO COM PROFUNDIDADE, DENTRO DE UM PRAZO DEFINIDO, • C. CONSOLIDAR O TRABALHO COM PARECER CONCLUSIVO. • D. APRESENTAR PARA ANALISE DA DIRETORIA DA IGREJA, SUP. DE EDUCAÇÃO CRISTA E CORD. GERAL DA EBD UM PLANO DE APLICAÇÃO DA ANDRAGOGIA E GERONTOGOGIA. 93
  94. 94. DIFICULDADES COMO QUALQUER MUDANÇA - INICIALMENTE SERÃO POLEMICAS, TRABALHOSAS, TRAUMÁTICAS, MAS GARANTIRÃO QUALIDADE NO PROCESSO : ENSINO-APRENDIZAGEM • POR QUEPOR QUE  • O CONHECIMENTO DO PERFIL GERAL DIFERENCIADO DOS ALUNOS NOS PERMITIRÃO O PLANEJAMENTO COM ESTRATÉGIAS ADEQUADAS FRENTE AS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS. 94
  95. 95. POR ISSO A BUSCA DA QUALIDADE 95 OBA! ESSA É UMA PISTA. VOU PESQUISAR.
  96. 96. 96
  97. 97. 97
  98. 98. 6.1 PROCESSO – ENSINO-APRENDIZAGEM • CONJUNTO DE meioseaçõesQUE PRODUZEM UM resultado. • CONJUNTO DEAÇÕESSISTEMATICAS DIRIGIDASPARA PRODUZIR UM RESULTADO. • EFEITO DO PROCESSOEFEITO DO PROCESSO • ENSINO-APRENDIZAGEM NA ED. CRISTÃENSINO-APRENDIZAGEM NA ED. CRISTÃ: •  PESSOASSÁBIASPARA A SALVAÇÃO, PREPARADASPARA TODA BOA OBRA • (2 TIM.3:15,17). • É amissão daebd. 98
  99. 99. 6.2 ESQUEMATICO DE PROCESSO 6Ms 99 RECURSOS/AÇÕES EQUIP. M.O.. MATER. M. AMBIEN.METODOS MEDIDA OUPUTINPUT A QUALIDADE DA SAÍDA DEPENDE DA QUALIDADE DA ENTRADA. MAQ.
  100. 100. 6.3 EXPLICANDO OS 6 MS • INPUT: É A ENTRADA • MAQUINA:, D.SHOW, SOM, RETRO PROJETOR, E OUTROS. • MATERIAIS: REVISTA, CANETAS, PAPEL, QUADRO, FLIP-CHART, MESAS, CADEIRAS, TELA. • MEIO AMBIENTE: SALA E A QUALIDADE EXISTENTE. • MEDIDA: CONTROLE, TEMPO. • MÉTODOS: RECURSOS DIDÁTICOS PARA CONDUZIR A AULA. • OUTPUT: SAÍDA É O ENSINO-APRENDIZAGEM. 100
  101. 101. 101 PLANEJAR METODO: PDCA
  102. 102. LEMBRE-SE: A QUALIDADE DE ENTRADA (I) DEFINE A QUALIDADE DA SAÍDA (O) ISSO IMPLICA EM SELECIONAR E INVESTIR NA ENTRADA. 102 LEMBRETE: O PLANEJAMENTO DA ESCOLA E DO ENSINO É UM PROCESSO POR ISSO:
  103. 103. A SELEÇÃO DE MATERIAIS DE CONSULTA E IMPORTANTE 103 PERMANENTEMENTE. POR ISSO TEMOS QUE ESTAR
  104. 104. 104 6. 3 ALERTA • PARTIR DO PRESUPOSTO QUE OS ALUNOS SÃO TODOS IGUAIS (TURMA HOMOGENEA) • Leva a aplicar somente uma metodologia (normalmente expositiva). ISSO AFETA EM MUITO O PROCESSO: < INTERESSE < APRENDIZAGEM = < RESULTADO.
  105. 105. ITENS DE ENTRADA DEVEM SER APERFEIÇOADOS. • PARA ISSO PRECISAMOS:PARA ISSO PRECISAMOS: • 1º. IDENTIFICAR AS CAUSAS • ESPECÍFICAS, • 2º. PLANEJAR A ESCOLA, PLANEJAR O ENSINO-APRENDIZAGEM. • 3º. EXECUTAR. • 4º. CHECK E ... 105 USAR
  106. 106. 6.4. QUANDO NÃO SE PLANEJA 106 UM PEDIDO FEITO SEM PLANEJAMENTO 1 VEJA QUE ENCRENCA
  107. 107. 107
  108. 108. • QUALQUER SEMELHANÇA NÃO É MERA COINCIDÊNCIA: • QUANDO NÃO HÁ QUALIDADE • NO PROCESSO: • ENSINO-APRENDIZAGEM 108
  109. 109. A FALTA DE QUALIDADE NO PROCESSODE ENSINO- APRENDIZAGEM. 1. PROF. PERDIDO NA SALA 2. POUCA OU NENHUMA PARTICIPAÇÃO 109E CONSEQUENTEMENTE... 3. DESINTERESSE PELAS AULAS A PROVA É AMANHA, OLHA AI, VEJA BEM, NÉ. TÁ, É O SEGUINTE, EI VOCE.
  110. 110. FALTAS NA EBD 110 Técnicas Recursos PlanejamentoConteúdo Métodos Aprendem FacilitadorAdultos E.... TRISTE QUADRO
  111. 111.  POR ISSO TEMOS QUE FAZER COM: QUALIDADE E  BUSCARMOS A SATISFAÇÃO DE NOSSOS ALUNOS (CLIENTES). FIDELIZAÇÃO CRESCIMENTO 111 EBD RELEVANTE
  112. 112. 112 FERRAMENTAS DA QUALIDADE: 1. PDCA – MODELO DE PLANEJAMENTO DINÂMICO 2. 2) LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS 3. BRAIN STORMING (TEMPESTADE DE IDÉIAS) 4. FOLHA DE VERIFICAÇÃO 5. GRAFICO DE CAUSA E EFEITO 6. GRAFICO DE PARETTO 7. BENCHMARKING 8. COMUNICAÇÃO 8. PADRONIZAÇÃO (GARANTIA)
  113. 113. 113113 O MODELO PDCA 2. DO
  114. 114. 114 PLANEJAMENTO É BIBLICO?
  115. 115. 115 A.T. 1. NEEMIAS: RECONSTRUÇÃO DOS MUROS DESDE A INSPEÇÃO, COMO TRABALHAVAM. 2. QUAIS ESTRATÉGIAS OS INIMIGOS USARAM? 4. GIDEÃO E OS 300 CONTRA 135.000 HOUVE ESTRATÉGIA? 300 DE GIDEÃO
  116. 116. 116116 N.T.N.T. PLANO DA SALVAÇÃO: VIDA, MORTE E RESSURREIÇÃO DE CRISTO. MINISTÉRIO: ESCOLHA DE 12 DEPOIS 70, E A GRANDE COMISSÃO. DESCIDA DO E.S. EM JERUSALEM... PERSEGUIÇÃO DA IGREJA A DISPERSÃO.
  117. 117. POR QUE PLANEJAR • Gerir a área de ensino com meios técnicos atualizados, visando a maximização de resultados como: QUALIDADE NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM. FREQUENCIA APROVEITAMENTO ECONOMIA MOTIVAÇÃO 117
  118. 118. • MAPA PREVIO DOS FATOS E POSSIVEIS DIFICULDADES. • MINIMIZA ERROS, • OTIMIZA OS RECURSOS: TEMPO, DINHEIRO, • SATISFAÇÃO DOS ENVOLVIDOS. • QUALIDADE • SEGURANÇA • SATISFAÇÃO 118 ALGUNS GANHOS DO PLANEJAMENTO
  119. 119. DETALHANDO • O QUE (O PROBLEMA A SER RESOLVIDO) • COMO (VAMOS) FAZER? • QUANDO CHEGAREMOS LÁ (O PRAZO)? • ONDE (Local DETERMINADO) • PORQUE (RESOLVER DETERMINADO PROBLEMA) • QUEM (RESPONSÁVEL(EIS) PELA ATIVIDADE) • QUANTO (LEVANTAR O CUSTO: MATERIAL, M.O., ESPAÇO, ETC.) 119
  120. 120. Aferindo o processo 120 Faça avaliações que permitam observar resultados: seus e dos alunos
  121. 121. LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS • Folha de verificação onde são apontados problemas diversos da EBD, desde o preparo do professor como os recursos didáticos. • (NÃO TEM COMO MUDAR NADA SEM IDENTIFICARMOS AS CAUSAS DOS PROBLEMAS) E IR A CAUSA RAIZ. • A PARTICIPAÇÃO DOS PROFESSORES É CHAVE. 121
  122. 122. TRABALHO EM GRUPO: • 1 COPIA DO GRAFICO POR EQUIPE DE 6 NO MÁXIMO. • EXERCIO EM SALA 122
  123. 123. CONSTRUINDO UM GRAFICO : • CAUSAS (ORIGEM DO PROBLEMA) E • EFEITOS (CONSEQUENCIAS) 123
  124. 124. EX. DE GRAFICO CAUSA-EFEITO – 6 M 124 FREQ. EBD POR QUE FALTAM? Como faz Equip. Estat. Revista,cane- tas... Profisional Barulho, calor, circ.
  125. 125. PASSOS PARA CONSTRUIR O GRAFICO TRABALHO CONJUNTO 125
  126. 126. BRAIN STORMING (TEMPESTADE DE IDÉIAS) • REGRA:REGRA: 1.TODOS PARTICIPAM 2.NÃO HÁ IDÉIA ABSURDA 3.PROIBIDO CENSURAR 4.ESCOLHA POR VOTAÇÃO DE 3 CAUSAS PRINCIPAIS DE PROBLEMAS EM CADA EIXO. 5.CONSTRUIR O GRÁFICO FINAL 126
  127. 127. IDEIAS • 1 PASSO = TODOS DEVEM APRESENTAR PROBLEMAS “EXISTENTES” NA EBD LIVREMENTE. • 2 PASSO SELECIONAR POR VOTAÇÃO 3 PROBLEMAS PARA CADA “M” 127
  128. 128. CONSTRUIR O GRAFICO CAUSA E EFEITO 128 POR QUE FALTAM? FREQ. EBD CAUSA É O QUE PRODUZ O EFEITO
  129. 129. GRAFICO DE PARETTO Diagrama ABC, gráfico de barras que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas, princípio de Paretto. PRINCÍPIO: poucos essenciais, muitos triviais => problemas sem importância diante de outros mais graves. Permite fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilita a concentração de esforços sobre os mesmos. 129
  130. 130. CAUSAS QUEDA NA FREQ DA EBD CONGREG. BETA 130 • Ano 2012 FONTE RELATORIOS DA EBD
  131. 131. A BUSCA PELA QUALIDADE DEVE INCANSÁVEL E CONTINUA. 131
  132. 132. • SUGESTÕES 132
  133. 133. 133 PRATICAS da COORDENAÇÃO •Mudar não somente o conceito de prof. para FACILITADOR mas a postura didática como tal. •Superar o formalismo, burocracia, paradigmas. •Motivar os facilitadores do ensino-aprendizagem. •Propiciar condições e recursos para a EBD para ela seja motivada e motivadora.
  134. 134. EDUCAÇÃO CONTINUADA • PLANEJAR UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA PARA DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO DE PROFESSORES. 134
  135. 135. BANCO DE DADOS ESTATÍSTICOS • “Mecanizar” os relatórios da EBD. • Criar banco de dados “alimentado” com relatórios das congregações. • Formar série histórica dos dados, de professores, coordenadores e alunos. • COM ISSO TERIAMOS INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO. 135
  136. 136. 136 Professores de jovens e adultos devem ser treinados PARA: 1º. UTILIZAR METODOS DE ENSINO VOLTADAS A ESSE PUBLICO ALVO, 1º. PENSAR EM QUALIDADE, 2º. OTIMIZAR O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM, 3º. DINAMIZAR ESSE PROCESSO.
  137. 137. EDUCAÇÃO CONTINUADA • Há necessidade de treinamento de professores, que contenham além dos conteúdos essencialmente teológicos, também técnicas e metodologias de ensino, visando uma nova postura para FACILITADOR. • Que os superintendentes, atuem como coordenadores, aqueles que harmonizam os meios utilizados no ensino. 137
  138. 138. PASSO IMPORTANTEPASSO IMPORTANTE: • ESTE ANO TIVEMOS ALGUNS ENCONTROS REGIONAIS – COMO PONTO DE PARTIDA, ESTÁ BOM. MAS O BOM... • TEMOS QUE INOVAR E INCREMENTAR. • HÁ QUE SE TER UM • SANTO DESCONTENTAMENTO PARA MUDAR O “STATUS QUO” • TEMOS QUE ORAR E AGIR: • EX. MOISÉS FRENTE AO MAR VERMELHO CLAMANDO O QUE DEUS138
  139. 139. 139139 EDUCAÇÃO CONTINUADA Éum preparo : TANTO DA TERRA COMO DO SEMEADOR.
  140. 140. 140 “Uma alma e um aluno é difícil de conquistar, fácil de perder e quase impossível reconquistar” (EJPL).
  141. 141. • Temos que ter uma postura de “santo descontentamento”, e ela há de nos levar a degraus mais elevados nesse processo maravilhoso e auto gratificante. 141
  142. 142. 8. CONCLUSÃO: IS. 6:7 - E com a brasa tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; a tua iniquidade foi tirada, e expiado o teu pecado. IS 6:8 - Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? ENSINAR É UMA MISSÃO, HÁ O DOM E O CHAMADO E TAMBÉM PRECISAMOS DO TOQUE NOS LÁBIOS PARA SERMOS CAPACITADOS A ENSINAR COM GRAÇA E AUTORIDADE. (O ECO) 142
  143. 143. • “Uma alma e um aluno é como uma pedra preciosa, difíceis de conquistar, fácil de perder e quase impossível reconquistar” (EJPL). 143
  144. 144. • Vamos: “CONTINUAR APRENDENDO PARA CONTINUAR ENSINANDO COM QUALIDADE” A M E M!!! 144
  145. 145. 10. REFERENCIAS Campos, Vicente Falconi , Qualidade na Educação, Fundação Cristiano Ottoni – UFMG – 1998 Gaudência, Paulo, Super Dicas para se Tornar um Verdadeiro Líder, Saraiva, SP, 2.011 Motta, Fernando C. Prestes – Teoria Geral da Administração, Pioneira – SP, 1.975 Silva, Golias, Modulo de Sociologia UFPR, Ensino a distância, 2.006 - SEAD/UFSC, 2.006 Hendricks, Howard, Ensinando para transformar vidas, Betânia, 1.991 – Venda Nova Mg. Hurst, D.V. E Ele concedeu uns para mestres, Vida, Florida – EUA, 1.994 145
  146. 146. Paes, Carlito, Igrejas que Prevalecem, VIDA, SP, ano 2.002 Polito, Reinaldo, Assim é que se fala, Saraiva, SP, 2.008 Berlo, Davids K. Berlo, O processo da comunicação, Ed. Martins Fontes, SP, 1979 _______6ª. Conferencia de Escola Dominical CPAD 2.008 - CURITIBA Ford Leroy, Ensino Dinâmico e Criativo, JUERP, Rio de Janeiro, 1.995 Wheller, Jim, Como Ter idéias Inovadoras - Piletti, Claudino, Didática Geral, Atica, SP – 2.006 Germano, Pr. Altair disponível em:06.08.12 http://www.altairgermano.net/ Bellan, SEZINA, Andragogia em ação - Como ensinar adultos sem se tornar maçante www.gestaoelideranca.com.br/gestaoelideranca/cursos/cursos_ detalhes.asp?d=62) 146 9. Continuação – Referencias.

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