Lição 3 criação do homem e da mulher

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slides para a lição 03 do quarto trimestre 2015 para auxilio aos professores da ebd de lições CPAD

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Lição 3 criação do homem e da mulher

  1. 1. LIÇÃO 3 - E DEUS OS CRIOU HOMEM E MULHER T E X TO Á U R E O “ E D E U M S Ó F E Z TO DA A G E R A Ç Ã O D O S H O M E N S PA R A H A B I TA R S O B R E TO DA A FAC E DA T E R R A , D E T E R M I NA N D O O S T E M P O S J Á DA N T E S O R D E NA D O S E O S L I M I T E S DA S UA H A B I TA Ç Ã O ” ( AT 1 7 . 2 6 ) .
  2. 2. 6º. DIA
  3. 3. LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Gênesis 2.7,18-24.
  4. 4. OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos. I. Apresentar a maneira como o homem foi criado; II. Conhecer como se deu a criação da mulher; III. Explicar a constituição do casamento. Evidenciar o fato de que Deus criou o homem e a mulher.
  5. 5. INTRODUÇÃO Deus não criou o ser humano por mero acaso ou capricho. Fomos chamados à existência como resultado de um desígnio eterno da Santíssima Trindade: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra” (Gn 1.26). Ao contrário do evolucionismo, que vê o homem como um simples fenômeno biológico, o Criacionismo Bíblico mostra-o como a concretização da vontade de um Deus amoroso, sábio e justo.
  6. 6. EVOLUCIONISMO E CRIACIONISMO Evolucionismo é a teoria oposta ao Criacionismo, pois não admite a participação de uma entidade ou ser divino na criação das espécies de seres vivos que existem na Terra. Para o Criacionismo, a vida É uma obra de Deus, enquanto que para o evolucionismo a multiplicidade de organismos existentes é fruto da modificação lenta e progressiva de algumas espécies, através de mutações e evoluções.
  7. 7. I. COMO O HOMEM FOI CRIADO O homem é da Terra e a Terra é do homem. A este planeta estamos intimamente ligados. Não podemos fugir a este solo, pois dele o Senhor nos chamou à vida, e para ele haveremos de voltar.
  8. 8. Deus escolheu o pó da Terra para modelar o homem. Ele poderia ter optado pelo ouro, ou pelo mármore. Naquele momento, porém, o Senhor não tencionava fazer uma joia, nem talhar uma estátua. Era o seu propósito criar algo infinitamente mais precioso: o ser humano segundo a sua imagem e semelhança. O próprio Deus criou o homem, a coroa da criação. E usou o pó da Terra para criar- nos, pois nela vivemos e dela nos alimentamos.
  9. 9. Materia prima que Deus usou para fazer o homem
  10. 10. Após formar o homem do pó da terra, e nele imprimir a sua imagem, sopra-lhe Deus as narinas, tornando-o alma vivente (Gn 2.7). O Criador dispensou-nos cuidados paternos, de maneira que, embora pó e cinza, possuímos uma alma imortal que, um dia, a Ele tornará (Ec 12.7; 1Ts 5.23). Fomos criados no tempo, mas no coração vai-nos a 2. O SOPRO DIVINO.
  11. 11. O clímax da obra criadora de Deus foi a Sua criação extraordinária do homem. "E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente" (Gênesis 2:7). O Supremo Criador do céu e da terra fez duas coisas ao criar o homem. Primeiro, formou-o do pó da terra e, segundo, assoprou o Seu próprio fôlego nas narinas de Adão. Isso distingue o homem de todas as outras criaturas de Deus. Esta passagem contém três fatos importantes sobre a criação do homem.
  12. 12. A primeira é que Deus, e somente Deus, criou o homem. O homem não evoluiu de outras criaturas. Forças impessoais não formaram o homem. Nenhuma célula, DNA, átomo, molécula, hidrogênio, próton, nêutron ou elétron criou o homem. Estas são apenas as substâncias que compõem o corpo físico do homem. O Senhor Deus formou o homem. O Senhor Deus criou as substâncias e então as usou para criar o homem. A palavra formou é uma tradução do hebraico yatsar, que significa "moldar, dar forma ou criar". Ela evoca a imagem de um oleiro que tem a inteligência e o poder de formar a sua criação. Deus é o Oleiro Mestre que tinha a imagem do homem em Sua mente e que possui o
  13. 13. A primeira é que Deus, e somente Deus, criou o homem. O homem não evoluiu de outras criaturas. Forças impessoais não formaram o homem. Nenhuma célula, DNA, átomo, molécula, hidrogênio, próton, nêutron ou elétron criou o homem. Estas são apenas as substâncias que compõem o corpo físico do homem. O Senhor Deus formou o homem. O Senhor Deus criou as substâncias e então as usou para criar o homem. A palavra formou é uma tradução do hebraico yatsar, que significa "moldar, dar forma ou criar". Ela evoca a imagem de um oleiro que tem a inteligência e o poder de formar a sua criação. Deus é o Oleiro Mestre que tinha a imagem do homem em Sua mente e que possui o poder e a inteligência para dar vida a essa imagem. Deus tinha tanto a onisciência (conhecimento de tudo) quanto a onipotência (poder completo) para fazer exatamente o que queria.
  14. 14. Em segundo lugar, Deus soprou o Seu próprio sopro de vida no homem. O homem é mais do que "pó" ou substância física. O homem tem um espírito. Podemos imaginá- lo desta maneira: o corpo de Adão tinha acabado de ser criado por Deus a partir do pó da terra -- um corpo humano sem vida, deitado no chão. Então Deus Se inclinou e "soprou" o Seu próprio "fôlego" nas narinas do homem; Deus é a fonte da vida, e Ele diretamente colocou a vida dentro do homem. Esse sopro da vida é visto novamente em João 20:22, quando Jesus dá nova vida aos seus discípulos.
  15. 15. TERCEIRO, GÊNESIS 2:7 Nos diz que o homem se tornou uma alma vivente. A palavra alma é nephesh em hebraico, que significa "um ser animado, que respira, consciente e vivo." O homem não se tornou uma alma viva até Deus ter soprado vida nele. Como um ser vivente, espiritual, físico e racional, o homem é diferente de todas as coisas vivas na terra. Então, o que é o sopro de Deus? É a vida e o poder de Deus, dados ao homem para torná-lo vivente. A palavra hebraica para espírito é ruach, que significa "vento, sopro, ar, espírito." A vida de Deus não tem fim; a parte imaterial do homem foi criada para viver eternamente. A única questão é onde vamos viver?
  16. 16. 3. ADÃO, UM SER IMORTAL. Deus não criou o homem para que viesse a morrer. Ele o fez imortal (Gn 2.17). Se Adão e Eva não tivessem pecado, ainda estariam vivos, e nós não precisaríamos conviver com a morte.
  17. 17. 4. A MISSÃO DO HOMEM. Adão foi criado com uma tripla missão: governar a Terra, cultivar o solo de onde fora tomado e, especificamente, para guardar o jardim que o Senhor plantou no Éden (Gn 1.26; 2.15). O trabalho, por conseguinte, já fazia parte da vida humana antes mesmo da Queda. A partir do Éden, o homem deveria estender a civilização até aos confins do planeta, para que o Senhor fosse magnificado eternamente por seus filhos.
  18. 18. II. A CRIAÇÃO DA MULHER O último dia da criação foi pleno de atividades: a criação do homem, o estabelecimento de suas tarefas, a nomeação dos animais, a feitura da mulher e, finalmente, a instituição do casamento.
  19. 19. II. A CRIAÇÃO DA MULHER O último dia da criação foi pleno de atividades: a criação do homem, o estabelecimento de suas tarefas, a nomeação dos animais, a feitura da mulher e, finalmente, a instituição do casamento. 1. A solidão do homem. Para completar a felicidade de Adão e por fim à sua solidão, Deus criou Eva, nossa mãe. O Pai, na formação da mulher, simplesmente declara: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea” (Gn 2.18 — ARA). A matriz da raça humana, enfim, estava completa. Agora, homem e mulher haveriam de se propagar, multiplicar-se e espalhar-se por
  20. 20. 2. A CRIAÇÃO DA MULHER. Na criação de Eva, Deus atuou como anestesista, cirurgião e geneticista. a) Anestesista. Antes de tudo, Deus seda o homem, para que este adormeça profundamente (Gn 2.21). E, assim, o Senhor dá início, bem ali no Éden, a uma ciência que só viria a ser descoberta alguns milênios mais tarde: a anestesiologia. b) Cirurgião. Ato contínuo, o Criador submeteu Adão a uma intervenção cirúrgica: “e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar” (Gn 2.21). A operação foi tão perfeita que incluiu uma plástica. Somente aquele que nos conhece a estrutura haveria de praticar uma medicina tão perfeita (Sl 103.14). c) Geneticista. Como última etapa da cirurgia, o Senhor extraiu de Adão uma de suas costelas. E, desta, formou a mulher (Gn 2.22). Tinha início a engenharia genética. Nesse processo, Deus vai além da mera clonagem: traz à vida um ser autônomo e cônscio de si.
  21. 21. 2. A CRIAÇÃO DA MULHER Na criação de Eva, Deus atuou como anestesista, cirurgião e geneticista. a) Anestesista. Antes de tudo, Deus seda o homem, para que este adormeça profundamente (Gn 2.21). E, assim, o Senhor dá início, bem ali no Éden, a uma ciência que só viria a ser descoberta alguns milênios mais tarde: a anestesiologia. b) Cirurgião. Ato contínuo, o Criador submeteu Adão a uma intervenção cirúrgica: “e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar” (Gn 2.21). A operação foi tão perfeita que incluiu uma plástica. Somente aquele que nos conhece a estrutura haveria de praticar uma medicina tão perfeita (Sl 103.14). c) Geneticista. Como última etapa da cirurgia, o Senhor extraiu de Adão uma de suas costelas. E, desta, formou a mulher (Gn 2.22). Tinha início a engenharia genética. Nesse processo, Deus vai além da mera clonagem: traz à vida um ser autônomo e cônscio de si.
  22. 22. 3. A PRINCIPAL CARACTERÍSTICA MORAL DA MULHER. Deus criou Eva, a fim de que ela estivesse ao lado de Adão, auxiliando- o com sabedoria e prudência. A idoneidade da mulher é pormenorizada em Provérbios 31. Diante de sua companheira Adão compõe um poema: “Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn 2.23).
  23. 23. III. A INSTITUIÇÃO DO CASAMENTO O Senhor não permitiu que o homem, instintiva e levianamente, se ajuntasse à sua mulher. De forma solene, une-os através do casamento, decretando: “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” (Gn 2.24). Estas, pois, são as características do casamento: monogâmico, heterossexual e indissolúvel.
  24. 24. 1. MONOGÂMICO. O primeiro ideal do casamento é a monogamia: um homem para uma única mulher, e uma mulher para um único homem. Infelizmente, não demoraria a aparecer o primeiro caso de poligamia (Gn 4.19). Depois de Lameque, o costume generalizou-se, contaminando até varões piedosos como Jacó, Gideão e Davi (Gn 29.21-30; Jz 8.30; 2Sm 3.1-5). O mais notório dos polígamos foi Salomão (1Rs 11.1-7). Tal costume, que não era aprovado, mas temporariamente tolerado por Deus, sempre acabava por acarretar sérios problemas domésticos (1Sm 1.1-6). A monogamia foi plenamente ratificada por Jesus e pelos apóstolos (Mt 19.4-6; 1Tm 3.2). Por isso, hoje a poligamia não tem lugar na Igreja de Deus.
  25. 25. 2. HETEROSSEXUAL. A heterossexualidade é o segundo ideal do casamento (Gn 2.24). Deus fez a mulher para o homem e o homem para a mulher: ambos se completam (1Co 11.11,12). Portanto, o homossexualismo, quer masculino, quer feminino, é uma abominação aos olhos do Criador (Lv 18.22; Rm 1.26).
  26. 26. 3. A INDISSOLUBILIDADE. Finalmente, o terceiro ideal do casamento é a indissolubilidade (Mt 19.6). O casamento só pode ser dissolvido em três circunstâncias: morte (Rm 7.2,3), infidelidade (Mt 19.9) e abandono (1Co 7.15). No caso de traição conjugal, se houver guarida para o perdão, este não deve ser ignorado.
  27. 27. CONCLUSÃO Em meio a tantas mentiras e falsas teorias, apregoemos com urgência que Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Não somos produto de nenhum processo evolutivo, mas de um ato criativo de Deus. O ser humano, criado no sexto dia, tem a obrigação de glorificar o Autor e Preservador da vida.

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