Oficina de introdução à fotografia digital  Professora Ms Elizete Arantes Núcleo de Tecnologia Educacional  do Natal-NTE
Objetivos  <ul><li>Compreender a arte da fotografia, princípios básicos de composição/luz e efeitos especiais e como utili...
Ementa  <ul><li>Perfil do aluno: Professores da rede municipal Iniciantes na fotografia digital que desejam conhecer e usa...
Outras informações: <ul><li>Carga horária: 20 horas  </li></ul><ul><li>Certificado: Mediante entrega de 4 fotografias em C...
O que é uma fotografia? <ul><li>Etimologia da palavra FOTOGRAFIA : </li></ul><ul><li>-Photos (luz) e Graphia (escrita). </...
Espectro eletromagnético   <ul><li>Ondas eletromagnéticas são perturbações simultâneas do campo elétrico e do campo magnét...
A luz <ul><li>  </li></ul><ul><li>A  luz visível  é, portanto, um “caso especial” do espectro eletromagnético. Na faixa si...
A “luz” infravermelha <ul><li>é responsável pela transmissão do calor. Quando você fica sob o sol ou em frente a uma fogue...
A formação da imagem   Propriedades da luz. <ul><li>Para que possamos compreender como as imagens se formam devemos conhec...
Continuação <ul><li>Terceira : a luz sofre  reflexão . Reflexão é o rebatimento dos raios de luz nas superfícies.  </li></...
Continuação <ul><li>Quarta:  a luz sofre  absorção . Isso quer dizer que quando a luz  incide  sobre uma superfície, parte...
O mundo de cabeça para baixo   <ul><li>Imagine que você está num quarto escuro e coloca uma vela acesa diante de uma folha...
Como compreender o fenômeno? <ul><li>Talvez a solução seja deixar que apenas um raio de luz saindo de um ponto A na vela a...
Câmara Escura  <ul><li>  Câmara Obscura , um quarto fechado com um orifício em uma de suas paredes.  </li></ul><ul><li>Na ...
Câmera obscura ou  Pinhole <ul><li>Ao longo do tempo a câmara obscura foi diminuindo de tamanho até se tornar portátil. </...
Elementos químicos da revelação fotográfica  <ul><li>Na revelação os princípais são sulfito de hidroquinona, Hiposulfito d...
Referências  <ul><li>ADAMS, Ansel, com a colabora ç ão de Robert Baker.  A Câmera. </li></ul><ul><li>São Paulo, Editora SE...
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Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)

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Material produzido para a 1ª aula de Introdução à fotografia digital para os professores da rede publica do município de Natal.

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Oficina De IntroduçãO à Fotografia Digital(1ª Aula)

  1. 1. Oficina de introdução à fotografia digital Professora Ms Elizete Arantes Núcleo de Tecnologia Educacional do Natal-NTE
  2. 2. Objetivos <ul><li>Compreender a arte da fotografia, princípios básicos de composição/luz e efeitos especiais e como utilizar de forma pedagógica. </li></ul>
  3. 3. Ementa <ul><li>Perfil do aluno: Professores da rede municipal Iniciantes na fotografia digital que desejam conhecer e usar melhor sua câmera fotográfica, produzindo, assim, fotos com qualidade. </li></ul><ul><li>Pré-requisitos: Apenas ter uma câmera fotográfica digital de qualquer tipo. Objetivos: Operar a câmera com segurança; compor e gravar imagens com qualidade; utilizar a iluminação natural; ajustar o flash interno de forma correta e criativa; conhecer as regras e os princípios básicos da composição visual. Conhecer os modos de programação; transferir e armazenar as fotos no computador; preparar para impressão e enviar pela internet . </li></ul><ul><li>Conteúdos: Percepção da luz; composição fotográfica ligada aos temas Danças, folguedos, culinária e monumentos históricos do Rio Grande do Norte. (modos de cenas e simbologia dos ajustes; pixels e arquivos de gravação. Ajuste de flash interno. cartões de memória, baterias e acessórios; tratamento básico de imagens; arquivos digitais para e-mail , internet . </li></ul>
  4. 4. Outras informações: <ul><li>Carga horária: 20 horas </li></ul><ul><li>Certificado: Mediante entrega de 4 fotografias em CD e impressa em papel fosco no tamanho 20X30 dentro do tema proposto para 2010: DANÇA, FOLGUEDOS, CULINÁRIA E MONUMENTOS HISTÓRICOS DO RIO GRANDE DO NORTE . (ver edital). </li></ul><ul><li>Estas fotografias farão parte do 2º concurso fotográfico e as melhores classificadas farão parte do Acervo do NTE ( exposições nas escolas, ilustração da agenda de 2011 e outras situações). </li></ul><ul><li>Outras informações(84) 3232-3392 e ou cemureprovideos@gmail.com </li></ul>
  5. 5. O que é uma fotografia? <ul><li>Etimologia da palavra FOTOGRAFIA : </li></ul><ul><li>-Photos (luz) e Graphia (escrita). </li></ul><ul><li>-FOTOGRAFIA é a “escrita da luz” ou “o que foi escrito pela luz”. </li></ul><ul><li>-A fotografia é uma arte complexa e abrange aspectos tão diversos quanto a química, física, estética, filosofia, antropologia, sociologia, eletrônica, computação e história, entre outras. </li></ul><ul><li>- Fotografia é criatividade </li></ul>
  6. 6. Espectro eletromagnético   <ul><li>Ondas eletromagnéticas são perturbações simultâneas do campo elétrico e do campo magnético. </li></ul><ul><li>Estas perturbações se propagam tanto no ar como no vácuo a uma velocidade aproximada de 300.000 km/s. </li></ul><ul><li>As ondas podem ser classificadas segundo seu comprimento e formam um espectro . </li></ul><ul><li>O chamado espectro eletromagnético compreende toda a gama de comprimentos das ondas eletromagnéticas. </li></ul><ul><li>Segundo seu comprimento (do mais longo para o mais curto), uma onda eletromagnética pode ser de rádio, televisão, radar, microondas, infravermelho, luz visível , ultravioleta, raios X, raios gama ou raios cósmicos. </li></ul>
  7. 7. A luz <ul><li>  </li></ul><ul><li>A luz visível é, portanto, um “caso especial” do espectro eletromagnético. Na faixa situada entre o infravermelho e o ultravioleta as ondas eletromagnéticas possuem comprimentos que as tornam visíveis aos nossos olhos, daí o nome: luz visível . </li></ul><ul><li>Os raios X , por exemplo, também são uma espécie de luz mas nossos olhos não podem vê-la, necessitamos de filmes especiais para captá-la. </li></ul><ul><li>Já o ultravioleta é captado pela nossa pele que reage fabricando uma substância protetora chamada melanina . É esta substância escura que nos deixa bronzeados. Nossa pele também é sensível ao infravermelho. </li></ul>
  8. 8. A “luz” infravermelha <ul><li>é responsável pela transmissão do calor. Quando você fica sob o sol ou em frente a uma fogueira aquela sensação de calor que sente no rosto e no corpo é resultado da irradiação infravermelha das chamas e brasas. </li></ul><ul><li>Se você põe a mão em frente ao rosto, projeta uma sombra de infravermelho , aliviando, assim, o calor. </li></ul><ul><li>Outros comprimentos de onda só podem ser captados com o auxílio de aparelhos como: </li></ul><ul><li>rádios, televisões, telefones celulares ou radiotelescópios . </li></ul>
  9. 9. A formação da imagem   Propriedades da luz. <ul><li>Para que possamos compreender como as imagens se formam devemos conhecer algumas características básicas da luz. </li></ul><ul><li>Primeira : a luz se propaga em linha reta , ou seja, um feixe de luz sai de um ponto A e vai até um ponto B sem fazer curvas </li></ul><ul><li>( bem, se entre o ponto A e B existir um buraco negro ou uma estrela, a luz pode fazer uma curva). </li></ul><ul><li>Segunda : a luz sofre refração . Refração é a mudança de direção de um raio de luz quando ele passa de um meio menos denso para um mais denso, ou vice versa. </li></ul><ul><li>Quando a luz passa do ar para a água ou do vidro para o ar. É por isso que um lápis mergulhado num copo com água parece estar “quebrado”. </li></ul>
  10. 10. Continuação <ul><li>Terceira : a luz sofre reflexão . Reflexão é o rebatimento dos raios de luz nas superfícies. </li></ul><ul><li>A reflexão pode ser, basicamente, de dois tipos: especular e difusa . </li></ul><ul><li>A reflexão especular ocorre quando o raio de luz atinge uma superfície altamente polida, como um espelho. </li></ul><ul><li>Ele incide sobre a superfície e é refletido para longe desta superfície, num ângulo igual ao que ele incidiu. </li></ul><ul><li>Já reflexão difusa ocorre nas demais superfícies, normalmente rugosas, como nossa pele, o papel e a maioria das coisas. </li></ul><ul><li>O raio de luz que incide é refletido espalhado-se . </li></ul>
  11. 11. Continuação <ul><li>Quarta: a luz sofre absorção . Isso quer dizer que quando a luz incide sobre uma superfície, parte dela é refletida e parte fica na superfície, é absorvida por ela. </li></ul><ul><li>Quanto mais escura for a superfície, maior será a absorção e menor a reflexão. </li></ul><ul><li>É por isso que uma roupa escura, no sol, aquece mais que uma roupa clara. </li></ul><ul><li>A luz (energia eletromagnética) que é absorvida pela roupa transforma-se em calor (energia térmica). </li></ul><ul><li>Um espelho reflete quase toda a luz incidente, absorvendo apenas uma parte muito pequena. </li></ul>
  12. 12. O mundo de cabeça para baixo <ul><li>Imagine que você está num quarto escuro e coloca uma vela acesa diante de uma folha de papel branco. O que acontece? Será que aparece uma imagem da vela no papel? É claro que não! Mas e... por que não? </li></ul><ul><li>Bem, de cada ponto da vela saem infinitos raios de luz (vamos imaginar que a vela esteja bem iluminada pela sua própria luz). </li></ul><ul><li>Esses raios propagam-se em linha reta e muitos deles atingem a folha . </li></ul><ul><li>Outros se espalham pelo quarto e alguns atingem seus olhos . </li></ul><ul><li>Então, cada ponto da folha recebe luz de vários pontos da vela pois cada ponto da vela emite infinitos raios de luz. É claro que tamanha confusão não pode produzir nenhuma imagem, apenas um borrão luminoso que é exatamente o que nós vemos na folha. </li></ul>
  13. 13. Como compreender o fenômeno? <ul><li>Talvez a solução seja deixar que apenas um raio de luz saindo de um ponto A na vela atinja um ponto B no papel, acabando assim com a confusão de raios e formando uma imagem nítida. </li></ul><ul><li>E como podemos bloquear ou outros raios? Isso pode ser feito colocando-se um anteparo (um obstáculo) entre a vela (fonte dos raios) e a folha. </li></ul><ul><li>Para que o anteparo não bloqueie todos os raios, fazemos um pequeno furo no centro. </li></ul><ul><li>Assim, o furo deixa passar apenas um raio de luz da cada ponto da vela em direção ao papel, formando então sua imagem invertida. </li></ul>
  14. 14. Câmara Escura <ul><li>  Câmara Obscura , um quarto fechado com um orifício em uma de suas paredes. </li></ul><ul><li>Na parede oposta era projetada a imagem do que estava fora do quanto, ao ar livre. </li></ul><ul><li>A primeira descrição da câmara obscura foi feita em 1544 por Giovanni Battista della Porta em sua obra Magia Natural . </li></ul>
  15. 15. Câmera obscura ou Pinhole <ul><li>Ao longo do tempo a câmara obscura foi diminuindo de tamanho até se tornar portátil. </li></ul><ul><li>É possível até fazermos fotografias utilizando apenas uma caixa ou lata com um furinho em um dos lados. Chama-se Câmera Estenopeica ou Câmera Pinhole . </li></ul><ul><li>(pronuncia-se pinrôle, do inglês pin , agulha e hole , buraco ou seja, “câmera de buraco de agulha”). </li></ul>
  16. 16. Elementos químicos da revelação fotográfica <ul><li>Na revelação os princípais são sulfito de hidroquinona, Hiposulfito de sódio e o Sulfato Parametilaminofenol (conhecido como Metol). Tanto o papel fotográfico, como o filme. Tem uma emulsão de sais de prata (sulfeto de prata, iodeto de prata, cloreto de prata, etc.) </li></ul><ul><li>Enxofre, prata, iodo, cloro, sódio, flúor, carbono, oxigênio, nitrogênio, ferro, hidrogênio, etc. </li></ul>Foto de 1942 de um carpinteiro trabalhando, é um exemplo histórico das primeiras fotografias coloridas.
  17. 17. Referências <ul><li>ADAMS, Ansel, com a colabora ç ão de Robert Baker. A Câmera. </li></ul><ul><li>São Paulo, Editora SENAC. 2000 </li></ul><ul><li>Dictionnaire mondial de la Photographie. </li></ul><ul><li>Larousse, 2001. </li></ul><ul><li>LANGFORD, M.J.. Fotografia B á sica, Iniciaci ó n a La Fotografia Profesional. </li></ul><ul><li>Barcelona, Ediciones Omega. 1974 </li></ul><ul><li>LOVEL Ronald P., Fred C. Zwahlen e James A. Folts, Manual Completo de Fotograf í a </li></ul><ul><li>Madrid, Celeste Ediciones. 1998. </li></ul><ul><li>Ribeiro, Fernando. Uma introdução à fotografia. www.memoria fotografica .com.br/apostila_ fotografia _ fernando _ ribeiro .doc acesso em 11/03/2010. 09:25. </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:PalmercarpenterA.jpg </li></ul><ul><li>http://pinhole.no.sapo.pt/ </li></ul><ul><li>http://www.eba.ufmg.br/cfalieri/frame.html </li></ul><ul><li>http://www.pinholebrasil.hpg.ig.com.br/index.htm </li></ul><ul><li>www.pinhole.org </li></ul><ul><li>Material produzido por: Professora Elizete Arantes </li></ul><ul><li>Contatos: 9969-0553/3232-3392/3208-8421 </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>

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