A visão da psicologia sobre o complexo Cérebro-Mente Aline Maniçoba Eliseu de Oliveira Fábia Ribeiro Isabelle Fiscina Laís...
Platão 428427 a.C – 348347 a.C <ul><ul><li>Dualismo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Corpo -> Material </li></ul></ul></ul><...
Aristóteles 384 a.C – 322 a.C <ul><ul><li>Dualismo   </li></ul></ul><ul><ul><li>Alma Tripartida: </li></ul></ul><ul><ul><u...
René Descartes 1596 – 1650 <ul><ul><li>Antagonismo CORPO X ALMA </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Corpo -> Físico, biológico,...
O Cérebro Humano <ul><ul><li>Definição genérica </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicações </li></ul></ul><ul><ul><li>Origem da...
A Mente Humana <ul><ul><li>Definição genérica </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicações </li></ul></ul><ul><ul><li>Origem da p...
Behaviorismo e o complexo Cérebro-Mente <ul><ul><li>Behaviorismo Clássico ou Metodológico  </li></ul></ul><ul><ul><li>John...
Abordagem Gestáltica  <ul><ul><li>CÉREBRO: </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistema dinâmico e auto-organizacional </li></ul></u...
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<ul><ul><li>“ Poderiam lesões cerebrais abolir crenças religiosas? Ou, ao contrário, poderiam 'tempestades elétricas' (hip...
Descobertas e avanços <ul><ul><li>Aprendizagem </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Evento mental correlacionado com alterações ...
Descobertas e avanços
A Complexidade da Relação Cérebro-Mente <ul><ul><li>Morin (1987), abordando tal complexidade, levantou as seguintes questõ...
O Surgimento do Espírito  (ou Mente) <ul><ul><li>Para Tripicchio (2007), a dinâmica que faz eclodir o surgimento do espíri...
Espírito: definição e manifestações <ul><ul><li>Segundo Morin (1987), o espírito (ou mente): </li></ul></ul><ul><ul><ul><l...
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Como o cérebro cria a mente? A contribuição de António Damásio <ul><ul><li>Como a mente consciente passa a existir ? </li>...
A busca de bases biológicas para a mente consciente <ul><ul><li>O corpo e o cérebro são públicos, expostos, externos e ine...
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Razões para otimismo <ul><ul><li>Dedicação histórica dos neurocientistas em resolver a parte do “filme no cérebro” do prob...
Confrontando o “Eu” <ul><ul><li>Como é possível sair do “eu” biológico e passar para o senso de propriedade dos pensamento...
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Filosofia da Mente e Contemporaneidade <ul><ul><li>Estudo filosófico dos fenômenos psicológicos; </li></ul></ul><ul><ul><l...
Discussão Aberta <ul><ul><li>Sabemos que não existe mente sem cérebro, e que toda intervenção psicológica altera o funcion...
Referências <ul><li>Cardoso, S. H. (1997).  O que é a mente?  Disponível em: <http://www.cerebromente.org.br/n04/editori4....
Obrigados! <ul><li>UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA </li></ul><ul><li>Departamento de Neurociências e Saúde Mental </li></ul>...
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  1. 1. A visão da psicologia sobre o complexo Cérebro-Mente Aline Maniçoba Eliseu de Oliveira Fábia Ribeiro Isabelle Fiscina Laís Palma Larissa Medeiros Priscilla Sales
  2. 2. Platão 428427 a.C – 348347 a.C <ul><ul><li>Dualismo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Corpo -> Material </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alma -> Imaterial, divina, portadora das </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>verdades essenciais, aprisionada pelo corpo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Alma tripartida: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aspecto do apetite -> apetites corporais e desejos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aspecto competitivo -> padrões socialmente referenciados; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aspecto calculista -> tomada de decisão, razão e escolha. </li></ul></ul></ul>
  3. 3. Aristóteles 384 a.C – 322 a.C <ul><ul><li>Dualismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Alma Tripartida: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nutritiva -> </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>aspecto impulsivo, irracional e animalesco; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sensível -> </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>regulação do prazer e da dor; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Racional -> </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>unicamente humana, relação com o intelecto e a vontade. </li></ul></ul>
  4. 4. René Descartes 1596 – 1650 <ul><ul><li>Antagonismo CORPO X ALMA </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Corpo -> Físico, biológico, impulsivo, irracional, passivo e agente mecânico; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alma -> Imaterial, racional, espiritual, ativa. </li></ul></ul></ul><ul><li>“ A mente controlaria o corpo; o espírito governaria os desejos corporais” </li></ul><ul><ul><li>A influência do dualismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Monismo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Identidade entre mente e corpo </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>1- Monismo imaterialista  redução do corpo à mente </li></ul></ul><ul><ul><li>2- Monismo materialista  redução da mente ao corpo </li></ul></ul>
  5. 5. O Cérebro Humano <ul><ul><li>Definição genérica </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicações </li></ul></ul><ul><ul><li>Origem da palavra </li></ul></ul><ul><ul><li>Posições sobre a natureza da mente </li></ul></ul><ul><ul><li>Regras mentais </li></ul></ul>
  6. 6. A Mente Humana <ul><ul><li>Definição genérica </li></ul></ul><ul><ul><li>Aplicações </li></ul></ul><ul><ul><li>Origem da palavra </li></ul></ul><ul><ul><li>Posições sobre sua natureza </li></ul></ul><ul><ul><li>Regras mentais </li></ul></ul>
  7. 7. Behaviorismo e o complexo Cérebro-Mente <ul><ul><li>Behaviorismo Clássico ou Metodológico </li></ul></ul><ul><ul><li>John B. Watson </li></ul></ul><ul><ul><li>Neobehaviorismo Mediacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Edward C. Tolman e Clark L. Hull </li></ul></ul><ul><ul><li>Behaviorismo Filosófico </li></ul></ul><ul><ul><li>Ryle e Wittgenstein </li></ul></ul><ul><ul><li>Behaviorismo Radical </li></ul></ul><ul><ul><li>B. F. Skinner </li></ul></ul>
  8. 8. Abordagem Gestáltica <ul><ul><li>CÉREBRO: </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistema dinâmico e auto-organizacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Organização perceptual </li></ul></ul><ul><ul><li>Isomorfismo Psiconeural </li></ul></ul>
  9. 9. O problema Mente-Cérebro em Freud <ul><ul><li>Identidade Psiconeural </li></ul></ul><ul><ul><li>Processos psíquicos com base neurofisiológica: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Causalidade; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dimensão quantitativa; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dimensão espacial. </li></ul></ul></ul>
  10. 10. O olhar da Psicologia Cognitiva <ul><ul><li>Foco de estudo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Divergência em relação ao Behaviorismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Conexão: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Funcionalismo; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Teoria Representacional </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>da Mente. </li></ul></ul></ul>
  11. 11. A Contribuição da Psicologia Histórico-Cultural <ul><ul><li>Objetivo </li></ul></ul><ul><ul><li>Premissas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Utilização do método genético; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Funções complexas com suporte biológico; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Funcionamento psicológico assentado em relações sociais; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aspecto instrumental. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Luria e o domínio neuropsicológico </li></ul></ul>
  12. 12. A relação Cérebro-Mente sob uma ótica Neurocientífica <ul><li>-> Cérebro: entidade material, que pode ser visualizada e tocada; </li></ul><ul><li>-> Mente: entidade imaterial, conceito ainda obscuro. </li></ul><ul><ul><li>Não existe Mente sem Cérebro : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>As funções mentais estão estreitamente relacionadas ao funcionamento cerebral; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mesmo quando cérebro e mente são estudados separadamente, é impossível negar a correlação e a influência de um sobre o outro. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Cérebro, Mente e Religião </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>S eria lícito supor que existem áreas no cérebro cujos circuitos são especializados em fé ou apego religioso? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A associação entre a atividade fisiológica do cérebro, ambiente cultural e crenças religiosas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O “aprender” a acreditar em Deus. </li></ul></ul></ul>
  13. 13. <ul><ul><li>“ Poderiam lesões cerebrais abolir crenças religiosas? Ou, ao contrário, poderiam 'tempestades elétricas' (hiperestimulação de circuitos neuronais) provocadas por crises psicóticas ou epilépticas estar atuando em circuitos cerebrais que processam um possível sentimento religioso?” (Cardoso, 1997) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Saver e Rabin (1997) -> “ The neural substrates of religious experience ” </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ramachandran -> pacientes com crise no lobo temporal </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Mente e Corpo </li></ul></ul><ul><ul><li>Os hemisférios cerebrais e as fibras interconectantes </li></ul></ul><ul><ul><li>A “ponte” entre os hemisférios </li></ul></ul><ul><ul><li>Os possíveis efeitos de uma lesão” </li></ul></ul>A relação Cérebro-Mente sob uma ótica Neurocientífica
  14. 14. Descobertas e avanços <ul><ul><li>Aprendizagem </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Evento mental correlacionado com alterações químicas e estruturais das célular nervosas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Técnicas modernas revelam como o cérebro “aprende”; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ciências cognitivas modernas estudam componentes do processo mental, como atenção, cognição visual, linguagem e imaginação. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Neurociência e genética </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Descoberta de bases anatômicas, bioquímicas e hereditárias da esquizofrenia, distúrbios de humor, de memória, ansiedade, déficits intelectuais, entre outros. </li></ul></ul></ul>
  15. 15. Descobertas e avanços
  16. 16. A Complexidade da Relação Cérebro-Mente <ul><ul><li>Morin (1987), abordando tal complexidade, levantou as seguintes questões: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ O que é o espírito que pode conceber o cérebro que o produz?” </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ O que é o cérebro que pode produzir um espírito que o concebe?” </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Como solução para tal paradoxo, apresentou a seguinte sentença: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Não se pode isolar um do outro, e nenhum dos dois da cultura” </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Corrobora com a reflexão de Rolemberg (2011): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Por que separar o que a natureza não separou?” </li></ul></ul></ul>
  17. 17. O Surgimento do Espírito (ou Mente) <ul><ul><li>Para Tripicchio (2007), a dinâmica que faz eclodir o surgimento do espírito é: </li></ul></ul><ul><li>APARELHO NEURONAL HUMANO </li></ul><ul><li>↓ </li></ul><ul><li>MILHÕES DE NEURÔNIOS E SINAPSES </li></ul><ul><li>↓ </li></ul><ul><li>COMPLEXIDADE E HARMONIA ORGANIZACIONAL </li></ul><ul><li>↓ </li></ul><ul><li>COMPUTAÇÕES (Processamentos) -> COGITO (Cognição) </li></ul><ul><ul><li>Segundo ele, “ o computo se torna cogito quando atinge a reflexidade do sujeito que pensa seu pensamento, pensando-se a si próprio, quando tem consciência da sua consciência ”. </li></ul></ul>
  18. 18. Espírito: definição e manifestações <ul><ul><li>Segundo Morin (1987), o espírito (ou mente): </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É um complexo de propriedades e qualidades; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Provém de um fenômeno organizador; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Participa dessa organização; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Retroage sobre as condições que o produzem. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Suas manifestações seriam: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>A Linguagem; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Pensamento; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A Consciência... </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>… enfim, os Processos Cognitivos. </li></ul></ul></ul>
  19. 19. Problemas e Possibilidades diante de tal Complexidade <ul><ul><li>Problemas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Demarcação “xenófoba” e “etnocêntrica” dos saberes psicológicos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Especificação do papel profissional e das suas fronteiras com as outras áreas. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidades de Solução: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sincretismo Disciplinar </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>(Ampliação do espaço das ciências naturais nos currículos de formação em psicologia). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interdisciplinaridade e Multiprofissionalismo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>(Estreitamento do diálogo entre os diferentes campos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>do saber mediante a atuação integrada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>dos seus representantes). </li></ul></ul></ul>
  20. 20. Como o cérebro cria a mente? A contribuição de António Damásio <ul><ul><li>Como a mente consciente passa a existir ? </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ A resposta definitiva estará mais próxima quando compreendermos melhor as funções cerebrais.” (Damásio) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Como a cadeia de processos de mecanismos que chamamos de mente resulta da atividade do órgão que denominamos cérebro?” (Damásio) </li></ul></ul></ul>
  21. 21. A busca de bases biológicas para a mente consciente <ul><ul><li>O corpo e o cérebro são públicos, expostos, externos e inegavelmente objetivos; </li></ul></ul><ul><ul><li>A mente é privada, oculta, interna e inequivocamente subjetiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>A compreensão de como é gerada a sensação do “eu”, marca da consciência mental é simplesmente impossível; </li></ul></ul><ul><ul><li>“ O que se pode chamar de substância da mente divide os pesquisadores em dois blocos fundamentais: os que acreditam que o conhecimento atual do cérebro permita um julgamento mais definitivo sobre a mente e os céticos quanto as chances mais promissoras nesse sentido.” (Damásio) </li></ul></ul>
  22. 22. Avaliação Das Dificuldades <ul><ul><li>O conformismo gerado pelas pesquisas atuais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Explicação da física relacionada a acontecimentos biológicos ainda é incompleta; </li></ul></ul><ul><ul><li>A limitação da imaginação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Conflito entre Observador e Observado. </li></ul></ul>
  23. 23. Razões para otimismo <ul><ul><li>Dedicação histórica dos neurocientistas em resolver a parte do “filme no cérebro” do problema da consciência-mente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Contribuições do desenvolvimento das Neurociências: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exames utilizando técnicas de imagem cerebral como o PET e Fmri; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>David Hubel e Torten Wiesel forneceram a primeira pista para entender como circuitos cerebrais representam a forma de um dado objeto; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Progresso envolvendo aspectos do filme-no-cérebro. </li></ul></ul></ul><ul><li>“ Novas técnicas aumentam cada vez mais a capacidade </li></ul><ul><li>de estudar funções neurais no plano molecular e de </li></ul><ul><li>Investigar os fenômenos extremamente complexos </li></ul><ul><li>de larga escala que surgem no cérebro inteiro.” </li></ul><ul><li>(Damásio) </li></ul>
  24. 24. Confrontando o “Eu” <ul><ul><li>Como é possível sair do “eu” biológico e passar para o senso de propriedade dos pensamentos de uma pessoa sem cair na armadilha de invocar um homúnculo onisciente que interpreta a realidade? </li></ul></ul><ul><li>Uma produção do filme </li></ul>“ Minha solução para o problema da mente consciente é que o senso do ‘eu’ no ato de conhecimento surge dentro do filme. A autopercepção é na verdade parte do filme e cria assim, dentro do mesmo quadro , o ‘que é visto’ e o ‘que vê’, o ‘pensamento’ e o ‘pensador’. Não existe um espectador independente para o filme no cérebro. A ideia de espectador é construída dentro do filme, e nenhum homúnculo fantasmagórico assombra o cinema.” (Damásio)
  25. 25. <ul><ul><li>Pesquisadores conseguem “ler mentes” a partir de mapas do cérebro </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Instituto de Neurociências da Universidade de Princeton; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O pressuposto básico é que tudo o que estiver na nossa mente , incluindo ideias, conceitos, emoções ou planos, se reflete no padrão de atividade do nosso cérebro ; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Analisar o comportamento cerebral de alguém que esteja pensando em determinado assunto e mapear as áreas ativadas permitiria descobrir qual é esse assunto; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Imagem e descrição de 60 objetos, divididos em 12 categorias; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Este estudo seria o primeiro passo para um objetivo mais geral, que é ajudar pessoas que têm dificuldade para se comunicar traduzindo sua atividade cerebral em palavras. </li></ul></ul></ul>Estudos contemporâneos sobre Cérebro e Mente
  26. 26. Filosofia da Mente e Contemporaneidade <ul><ul><li>Estudo filosófico dos fenômenos psicológicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Alma ou espírito; </li></ul></ul><ul><ul><li>Metafísica, epistemologia e ética; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ciência cognitiva, neurociência, linguística e inteligência artificial; </li></ul></ul><ul><ul><li>Monismo, dualismo e epifenomenalismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cognitivismo computacional. </li></ul></ul>
  27. 27. Discussão Aberta <ul><ul><li>Sabemos que não existe mente sem cérebro, e que toda intervenção psicológica altera o funcionamento da atividade neural que viabilizava o fenômeno em foco ( Ex.: Uma psicoterapia p/ timidez promove uma reeducação sináptica das zonas corticais responsáveis pela inibição). </li></ul></ul><ul><li>Diante disso, vocês consideram os seguintes problemas verdadeiros e as seguintes mudanças necessárias? </li></ul><ul><ul><ul><li>Acabar com o suposto reducionismo subjetivista existente na psicologia, não substituindo-o pelo reducionismo organicista, mas transformando-o em uma visão de homem integrada, já que uma abordagem não anula a outra senão a complementa? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Permitir que profissionais de psicologia sejam preparados para o direito de prescrever (ou não) drogas psicotrópicas, já que estas geram impactos justamente no sistema nervoso, lugar no qual se origina a atividade mental (objeto de sua prática)? </li></ul></ul></ul>
  28. 28. Referências <ul><li>Cardoso, S. H. (1997). O que é a mente? Disponível em: <http://www.cerebromente.org.br/n04/editori4.htm> Acesso em: 09 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Damasceno, B. P. (2004). A mente humana: abordagem neuropsicológica . Disponível em: <http://www.multiciencia.unicamp.br/artigos_03/a_02_.pdf>. Acesso em: 09 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Damásio, A. R. (?). Como o cérebro cria a mente? Disponível em: <http://www.methodus.com.br/artigo/255/como-o-cerebro-cria-a-mente.html> Acesso em: 09 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Landeira-Fernandez, J. & Cruz, A. P. M. (2003). Mente, Cérebro e a Prática Psicológica . Disponível em: <http://www.cerebromente.org.br/n17/opinion/mind-brain.html> Acesso: em 09 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Reeve, J. (2006). Motivação e Emoção . Trad. Luís Antônio Fajardo Pontes e Stella Machado. Rio de Janeiro: LTC. </li></ul><ul><li>Tripicchio, A. (2007). O Paradigma da Complexidadede e a Relação Cérebro/Mente . Disponível em: <http://www.redepsi.com.br/portal/modules/smartsection/makepdf.php?itemid=599>. Acesso em: 09 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Wikipedia, a enciclopédia livre. (2011). Cérebro . Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerebro>. Acesso em: 09 de setembro de 2011. </li></ul><ul><li>Wikipedia, a enciclopédia livre. (2011). Mente . Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Mente>. Acesso em: 09 de setembro de 2011. </li></ul>
  29. 29. Obrigados! <ul><li>UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA </li></ul><ul><li>Departamento de Neurociências e Saúde Mental </li></ul><ul><li>Disciplina: Neurociências do Comportamento </li></ul><ul><li>Docentes: José Cortês Rolemberg e José Marcos Pondé </li></ul><ul><li>Discentes: Aline, Eliseu, Fábia, Isabelle, Laís, Larissa e Priscila </li></ul><ul><li>Período: 2011.2 </li></ul><ul><li>Data: 15 SET. 2011 </li></ul>

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