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  1. 1. PENSAMENTO POLÍTICO Profa. Ms.Michelle Pascoal
  2. 2. O QUE É POLÍTICA?  O termo política, em qualquer de seus usos, na linguagem comum ou na linguagem dos especialistas e profissionais, refere-se ao exercício de alguma forma de poder e, naturalmente,às múltiplas conseqüências desse exercício.  A definição clássica de política foi legada pelos antigos gregos através da obra de Aristóteles. O conceito de política é derivado do adjetivo originado de polis, que significa tudo que se refere à cidade, e conseqüentemente, o que é urbano, civil, público e até mesmo sociável e social.  O conceito de política é habitualmente empregado para indicar a atividade ou o conjunto de atividades que têm de algum modo, como termo de referência, a polis, isto é, o Estado.
  3. 3. O QUE É POLÍTICA?  O conceito de política como práxis humana está intimamente relacionado com a noção de poder.  A ciência política é uma ciência social que estuda o exercício, a distribuição e a organização do poder na sociedade.  Como afirma Weber: “Todo homem, que se entrega à política, aspira ao poder- seja porque o considere como instrumento a serviço da consecução de outros fins, ideais ou egoístas, seja porque deseje o poder pelo poder, para gozar do sentimento de prestígio que ele confere.”
  4. 4. O objeto da ciência política  Os primeiros autores que se preocuparam com a política dos quais temos registros históricos foram os gregos, com destaque para Platão (427-347 a.C) e Aristóteles (384-322 a.C), que desenvolveram estudos sobre o governo na comunidade.  A eles podem se somar inúmeros outros considerados clássicos em ciência política, como Nicolau Maquiavel (1469-1527), Thomas Hobbes (1588- 1679), John Locke (1632-1704), Alexis de Tocqueville (1805-1859) e Karl Marx (1818-1883), entre outros.
  5. 5. O objeto da ciência política  Cabe destacar a obra de Maquiavel, o Príncipe, que teve papel fundamental na Teoria Política.  A política passa a ser entendida como um conjunto de técnicas, táticas e estratégias em função do poder.  Desse modo,inicia-se o racionalismo político, premissa para a construção da ciência política.  Outra importante contribuição à teoria política veio de Karl Marx (1818-1883), a partir da sua visão materialista da história, que dá primazia ao econômico na explicação das mudanças que ocorrem em outras esferas, como a da cultura e a da política.
  6. 6. Como a política afeta a todos e a cada um  As formas de poder são fáceis e, ao mesmo tempo difíceis de visualizar: Alistamento obrigatório ( o poder é exercido de forma bastante palpável), a existência de preconceitos (bem mais difícil visualizar);  Preconceito racial: Tem origem e funcionalidade política;  Estamos submetidos a um processo político que penetra em todas as nossas atitudes;  Coisas cotidianas se obtém através de um processo político.
  7. 7. Como a política afeta a todos e a cada um  “Apolítico”: Ausência de política ou político conservador?  Tem que haver um interesse público, da coletividade para ser uma questão política;  A política tem a ver com o processo de formulação e tomada de decisões que afetem, de alguma maneira, a coletividade.  A política não é, assim, apenas uma coisa que envolve discursos, promessas, eleições e, como se diz freqüentemente, “muita sujeira”. Não é distinta de nós- é a condução de nossa própria existência coletiva, com reflexos imediatos sobre nossa existência individual, nossa prosperidade ou pobreza, nossa educação ou falta de educação, nossa felicidade ou infelicidade.
  8. 8. Como a política afeta a todos e a cada um  Não se preocupar com a política trata-se de uma escolha pessoal e legítima. Mas, deve-se ter consciência das conseqüências dessa atitude.  Está é uma atitude de passividade que favorece quem está mandando na coletividade.  Muitos pensam que só tem gente ruim na política, mas nós temos um pouco de culpa nisso, pois, somos nós, “pessoas boas”, que não queremos nos envolver com a política.  Na verdade, pouca coisa pode haver de mais nobre que a dedicação a coletividade, quando os interesses pessoais em mesquinhos não prevalecem ao bem estar público.
  9. 9. Referências Bibliográficas  DIAS, Reinaldo. Ciência Política. São Paulo: Atlas, 2008.  RIBEIRO, João Ubaldo. Política quem manda, porque manda e como manda. São Paulo: Nova Fronteira, 1988.
  10. 10. Referências Bibliográficas  DIAS, Reinaldo. Ciência Política. São Paulo: Atlas, 2008.  RIBEIRO, João Ubaldo. Política quem manda, porque manda e como manda. São Paulo: Nova Fronteira, 1988.

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