PNAIC Caderno 3 (parte 1) - Construção do Sistema de Numeração Decimal

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Slides elaborados pela orientadora de estudos Eleúzia Lins, para formação de Professores Alfabetizadores do PNAIC da cidade de Barueri - SP.

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PNAIC Caderno 3 (parte 1) - Construção do Sistema de Numeração Decimal

  1. 1. Caderno 03 Construção do Sistema de Numeração Decimal (parte 1) Orientadora de Estudo Eleúzia Lins da Silva
  2. 2. TURMA DE 2º ANO Orientadora de Estudo: ELEÚZIA LINS DA SILVA E-mail: lins.pnaicbarueri@gmail.com PREFEITURA MUNICIPAL DE BARUERI SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PACTO NACIONAL ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
  3. 3. LEITURA DELEITE
  4. 4. PREFEITURA MUNICIPAL DE BARUERI SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PACTO NACIONAL ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
  5. 5. PAUTA DO ENCONTRO 1. Leitura Deleite: Príncipe Cinderelo (BaBette Colle) 2. Fechamento da aula anterior (retomada) 3. Circuito dos Jogos: Ganha cem primeiro; Gasta cem primeiro; Placar zero; Agrupamento para mudar de nível (segundo a cor); Qual a representação do número; Esquerdinha - Quem primeiro tiver 100; Cubra a diferença. 4. Slides – Conteúdos do Caderno 03 5. Portfólio 6. Tarefa de Casa e Escola: 7. Avaliação do encontro PREFEITURA MUNICIPAL DE BARUERI SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PACTO NACIONAL ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA
  6. 6. Base para o trabalho com as Medidas e Grandezas. Sistema de Numeração Decimal Tema central deste caderno
  7. 7. Fornecer subsídios que permitam ao professor encaminhar a construção do SND em situações lúdicas, de modo que a criança possa investigar as regularidades do sistema de numeração decimal para compreender o princípio posicional de sua organização. OBJETIVO GERAL DO CADERNO 3:
  8. 8. O PROFESSOR DEVERÁ SER CAPAZ DE PLANEJAR SUAS AULAS DE MODO QUE O ALUNO POSSA: • reproduzir, em atividades orais e escritas, sequências numéricas ascendentes e descendentes a partir de qualquer número dado; • elaborar, comparar, comunicar, confrontar e validar hipóteses sobre as escritas e leituras numéricas, analisando a posição e a quantidade de algarismos e estabelecendo relações entre a linguagem escrita e a oral; • reconhecer regularidades do sistema de numeração decimal;
  9. 9. • ordenar, ler e escrever números redondos (10, 20, 30, ...; 100, 200, 300, ...; 1000, 2000, 3000, ...); • quantificar coleções numerosas recorrendo aos agrupamentos de dez em dez e demonstrar compreensão de que o dez está incluído no vinte, o vinte no trinta, o trinta no quarenta etc.;• compreender o valor posicional dos algarismos na composição da escrita numérica, compondo e decompondo números; • utilizar a calculadora, cédulas ou moedas do sistema monetário para explorar, produzir e comparar valores e escritas numéricas.
  10. 10. A maior dificuldade para o processo de letramento matemático, no que diz respeito aos números, consiste na compreensão do funcionamento do Sistema de Numeração Decimal e na da sua característica mais importante em relação à escrita: O FATO DE SER UM SISTEMA POSICIONAL.
  11. 11. QUAL É A RELAÇÃO ENTRE: O SISTEMA DE ESCRITA ALFABÉTICA (SEA) O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL (SND)
  12. 12. NO SEA NO SND As crianças devem entender que o que a escrita alfabética representa sobre o papel são os sons das partes das palavras e que o faz considerando segmentos sonoros menores que a sílaba (os fonemas). As crianças precisam entender que a escrita numérica se vale apenas de dez símbolos (do zero ao nove) e que, com estes símbolos, é preciso representar qualquer quantidade.
  13. 13. SEA - É o sistema que organiza as disposições e funcionamento da língua escrita, com objetivo de aprender a escrever o que se fala. SND - É um conjunto de regras que permIte operar com símbolos, além de utilizar da Base 10 e do Valor Posicional, como características principais. SEA - O Registro se dá pela escrita alfabética, que representa os sons das partes das palavras, utilizando segmentos sonoros menores que assílabas (fonemas). SND - O Registro se dá através da escrita numérica, que se utiliza apenas dez algarismos para registrar qualque quantidades. SEA - A compreensão do SEA proporciona ampliação das potencialidades de leitura e produção de textos. SND - A compreensão gradual do SND possibilita a ampliação das potencialidades de lidar com algoritmos, procedimentos operatórios e apliação do campo numérico. SEA - Utiliza-se de 26 letras, que não podem ser inventadas, para registrar o que se fala ou pensa. SND - Utiliza-se apenas dez algarismos (0 ao 9) para representar qualquer número. SEA - Algumas variações no formato de algumas letras produzem mudanças na identidade das mesmas. Ex.: (p,q, b e d). SND - A variação no formato do algarismo 9, o transforma no algarismo 6.
  14. 14. SEA - As letras notam segmentos sonoros menores que as sílabas orais que pronunciamos. SND - Os algarismos notam segmentos sonoros menores que as palavras que pronuciamos. Ex.: No número 184, vemos o algarismo 1 e lemos cento, o algarismo 8 e lemos oitenta, e assim por diante. SEA - As letras têm valores sonoros fixos, apesar de muitas terem mais de um valor sonoro e certos sons poderem ser notados com mais de uma letra. SND - Os algarismos apresentam diferentes valores de acordo com a posição que ocupam.SEA - O Processo de Letramento desenvolve a consciência fonológica, que promove reflexões sobre as propriedades que estruturam o Sistema de Escrita Alfabética. SND - O Processo de Numeramento desenvolve a consciência numérica que ocorre quando a criança lida livremente com os números, operando-os e compreendendo as propriedades do SND.SEA - Em Língua Portuguesa podemos fazer analogia com a letra H inicial, que embora não tenha som, precisa ocupar aquele lugar. SND - O Zero representa a ausência de quantidade e ocupa ordens vazias. SEA - A ordem das letras define a escrita da palavra. Uma letra pode se repetir no interior de uma palavra. SND - A posição dos algarismos define o número que será formado. Um algarismo pode ser repetir no interior de um número.
  15. 15. SE HÁ JOGOS E SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS CONCEBIDOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA “CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA” TAMBÉM HÁ JOGOS NO SENTIDO DA CONTRIBUIÇÃO PARA A “CONSCIÊNCIA NUMÉRICA”, QUE OCORRE QUANDO A CRIANÇA CONSEGUE LIDAR LIVREMENTE COM OS NÚMEROS
  16. 16. A simples interação com textos que circulam na sociedade não garantirá que os alunos se apropriem da escrita alfabética.
  17. 17. A simples imersão em um ambiente com jogos e materiais de contagem não garantirá a apropriação do Sistema de Numeração Decimal. Da mesma forma...
  18. 18. Essa abundância de jogos não garantirá a aprendizagem que nos interessa se O PROFESSOR NÃO CONDUZIR ATIVIDADES DE REFLEXÃO sobre as características do nosso sistema de numeração.
  19. 19. O CORPO COMO FONTE DO CONHECIMENTO MATEMÁTICO O uso dos dedos deve ser valorizado na prática pedagógica como uma das práticas mais importantes na construção do número pela criança. Contanto nos dedos, as crianças começam a construir uma base simbólica, que é essencial neste processo. A exploração das mãos como ferramenta no registro de quantidades e para realizar medições é uma aprendizagem social.
  20. 20. O LÚDICO, OS JOGOS E O SND O SND possui regras que podem ser aprendidas por meio de jogos. Ao propor jogos, no primeiro momento, nossos objetivos serão centrados na construção, pelas crianças, das noções estruturantes de agrupamentos decimal e de posicional.
  21. 21. Utilizaremos, de diferentes formas, diversos materiais:
  22. 22. CAIXA MATEMÁTICA E SITUAÇÕES LÚDICA
  23. 23. Modelos de Caixas das professoras de Araucárias/ PR Fonte: http://despactando.blogspot.com.br/
  24. 24. Modelos de Caixas das professoras de Araucárias/ PR Fonte: http://despactando.blogspot.com.br/
  25. 25. HORA DO JOGO!! OBAAAAA...!!!! FONTE DA IMAGEM: http://coisasparablogsesites.blogspot.com.br/2011/08/gifs-de-carinhas-animadas.html
  26. 26. Tarefa de Casa e Escola Escolher um dos jogos vivenciados no encontro e: • Jogar com os alunos. • Problematizar. • Solicitar produção de registro individual dos alunos referente ao jogo. • Relatório do professor sobre a atividade. Trazer no próximo encontro: • Relatório do professor. • Cópia de produção de 5 alunos.
  27. 27. Avaliação do Encontro 6º Encontro de Formação de Professores do PNAIC - Barueri/SP Ficha de Avaliação da Qualidade da Formação Orientadora de Estudo: __________________________ Data:____/____/2014. Professor(a) Alfabetizador(a):_______________________________________________ 1. Em relação a “Formação”, quais foram suas aprendizagens durante este encontro? 2. Em relação a “Formação”, o que precisa ser melhorado? Observações:
  28. 28. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CADERNO 03 – SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/cadernosmat/PNAIC_MAT_Caderno%203_ pg001-088.pdf IMAGENS http://despactando.blogspot.com.br/ https://www.google.com.br/search?q=imagens&source=lnms&tbm=isch&sa=X &ei=dJ34U9W0EezksASZ5YGoBQ&sqi=2&ved=0CAYQ_AUoAQ&biw=1366&bih =635#q=imagens+de+escolas&tbm=isch&imgdii=_ http://coisasparablogsesites.blogspot.com.br/2011/08/gifs-de-carinhas- animadas.html http://www.frasesparaface.com.br/frases-pensadores/
  29. 29. TURMA DE 2º ANO Orientadora de Estudo: ELEÚZIA LINS DA SILVA E-mail: lins.pnaicbarueri@gmail.com PREFEITURA MUNICIPAL DE BARUERI SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PACTO NACIONAL ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

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