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Vivendi compra 57,5% da GVTReuters Sexta-feira, 13 de novembro de 2009 - 20h02SÃO PAULO - O grupo francês de mídia Vivendi...
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Operadoras Móveis Atuais (SMP)                                  http://www.teleco.com.br/mapa.html1 S 2010             Edu...
Fonte: Anatel.                 Operadoras SMP      2 S 2011      Eduardo Grizendi    27GSM
Fonte: Anatel.                 Operadoras SMP      2 S 2011      Eduardo Grizendi    28GSM
Fonte: Anatel.                  Operadoras SMP                   Operadoras de Celular                 Maket-share– 2007 –...
Operadoras SMP      2 S 2011        Eduardo Grizendi   30GSM
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Provedor de Acesso a Internet               ISP (Internet Service Provider)• Provedor de acesso à Internet• Oferece princi...
Telebrás seleciona provedores para banda larga13 de Dezembro de 2010Convergência DigitalA Telebrás iniciou na semana passa...
Minicom pensa em acabar com provedor de internet obrigatório em rede de telecomQua, 03 de Agosto de 2011 19:00 por Miriam ...
Ambiente de Telecomunicações• Associações e representações de classe   – ABECORTEL, ABEPREST, ABERIMEST, ABRANET,     ABRA...
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Plantão Tele SinteseAnatel prepara regulamento para incentivar P&DQui, 24 de Fevereiro de 2011 15:01 por Lúcia BerbertProp...
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Competição em Telecomunicações• Monopólio, Duopólio e Livre Concorrência• Concorrência nos Serviços Corporativos• Concorrê...
Competição em TelecomunicaçõesBanda larga: Aneel precisa rever marco regulatóriohttp://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/...
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Ac308 ambiente de negócios de telecomunicações 2 s 2011

  1. 1. AC308 – Atividades Curriculares ComplementaresGestão de Negócios de Tecnologia Ambiente de Negócios de Telecomunicações 2 S 2011 Eduardo Grizendi 1
  2. 2. Negócio em Tecnologia da Informação e Comunicação• Negócio em si – Industrial • Componentes Eletrônicos • Aparelhos, Equipamentos e Dispositivos Eletrônicos • Softwares “de prateleira” – Comercial • De Venda, Assistência Técnica • De Representação – Prestação de Serviços • Desenvolvimento de Software • Operadora de Telecomunicações 2 S 2011 Eduardo Grizendi 2
  3. 3. Ambiente de Telecomunicações• Clientes, usuários, assinantes – Customers, Users, etc.• Operadoras de Serviços de Telecom, – Carriers, Datacom Companies, PTT, etc.• Fornecedores de Equipamentos e Sistemas – Suppliers, Vendors• Prestadores de Serviços• Universidades e Instituições de Pesquisa• Investidores• Associações e representações de classe• Órgãos Reguladores 2 S 2011 Eduardo Grizendi 3
  4. 4. Ambiente de Telecomunicações• Clientes – Fixos ou Móveis – Residenciais, Comerciais – Móveis Pessoais, Móveis Corporativos – Corporativos ou Empresariais – Governo 2 S 2011 Eduardo Grizendi 4
  5. 5. Ambiente de Telecomunicações• Fornecedores – Fornecedores de Equipamentos: • de transmissão, • de comutação, , • de ETAs, • de OSS & BSS (Operation Support Systems & Back-office Support Systems) • de Plataformas de TI, ... 2 S 2011 Eduardo Grizendi 5
  6. 6. Ambiente de Telecomunicações• Fornecedores ... – Fornecedores de Sistemas em “Turn Key” – Fornecedores de Infra-estrutura: • de direitos de passagem – rodovias, – ferrovais, – gasodutos, – linhas de transmissão de energia elétrica – arruamento urbano • de postes, torres, etc. • de fibras apagadas e dutos 2 S 2011 Eduardo Grizendi 6
  7. 7. Ambiente de Telecomunicações• Prestadores de Serviços – de desenvolvimento de aplicações – de operação, – de manutenção, – de integração de sistemas – de assistência técnica, – de treinamento, – de Consultoria 2 S 2011 Eduardo Grizendi 7
  8. 8. Ambiente de Telecomunicações• Universidades e Instituições de Pesquisa – Inatel, PUC Rio – CPqD, – CESAR, Instituto Eldorado, Venturus – ... 2 S 2011 Eduardo Grizendi 8
  9. 9. Ambiente de Telecomunicações• Investidor – Investidor Financeiro • Fundos de Investimentos, Fundos de Venture Capital, ... – Investidor Estratégico • Grupos Empresariais Nacionais & Internacionais, ... – Papel do Investidor • Acionista (“Shareholder”) – Acionista Controlador – Acionista Minoritário 2 S 2011 Eduardo Grizendi 9
  10. 10. Ambiente de Telecomunicações• Operadoras de Serviços de Telecomunicações (conforme o PGO/PGR da Anatel) – Operadoras de Serviço de Telefonia • Concessionária e Autorizatária (Espelho) – Operadoras de Serviço Móvel Pessoal • Operadoras de celular – Operadoras de Serviço de Comunicação Multimídia • Operadoras de Serviço de Dados – Operadoras de Serviço Móvel Especializado • Serviço de Trunking• Operadoras de Serviços de Internet – Operadoras de Serviço de Transporte – Provedores de acesso a Internet 2 S 2011 Eduardo Grizendi 10
  11. 11. Ambiente de Telecomunicações• Conceitos Internacionais para Operadoras de Serviços de Telecomunicações, – Carriers, PTTs, RBOCs, • “Incumbents” (ILEC - Incumbent Local Exchange Carrier) , • CLEC - Competitive Local Exchange Carrier, – Datacom Companies• Provedores de Internet – ISPs 2 S 2011 Eduardo Grizendi 11
  12. 12. What is a LEC and a RBOC? LEC is a Local Exchange Company RBOC is a Regional Bell Operating CompanyBasically the terms LEC and RBOC are interchangeable. The LECs were formed in 1984 when JudgeGreene broke up “Ma Bell”. Seven LECs or RBOCs were formed and AT&T. The LECs and RBOCshandle local telephone service while AT&T and other long distance companies such as MCI and Sprinthandle long distance and international calling. The Telecommunications Deregulation Act of 1996allows both LECs and Long Distance Companies to sell both local, long distance, and internationalservices. And you thought it was confusing today….just wait and see what the future brings. [Note: thiswas written in 1996 and alot has changed in this industry and still is]. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 12
  13. 13. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 13
  14. 14. Serviços do PGO (Plano Geral de Outorgas)• Principais Serviços de Telecomunicações – STFC – Serviço de Telefonia Fixa Comutada , – SMP – Serviço Móvel Pessoal, – SCM – Serviço de Comunicações Multimídia – SME – Serviço Móvel Especializado 2 S 2011 Eduardo Grizendi 14
  15. 15. Setor de Telecom2 S 2011 Eduardo Grizendi 15
  16. 16. Operadoras Fixas (STFC) • Formadas por empresas do sistema Telebras privatizadas em 1998 e alguns casos especiais. Concessionárias • Têm mais obrigações que as demais. • Os contratos de concessão foram renovados em Jan/06. • Inclui as chamadas empresas espelhos, que receberam autorizaçoes em 1999 , espelhinhos, e demais empresas com autorização de STFC. • A partir de 31 de dezembro de 2001 Autorizatárias deixou de existir um limite para o número de prestadores de STFC por região. • As concessionárias se tornaram autorizatárias fora da sua região de concessão. http://www.teleco.com.br/mapas_fixo.html2 S 2011 Eduardo Grizendi 16
  17. 17. Operadoras Fixas (STFC) Empresas Setores Concessionárias - Espelho 1,2,4 a 17 Telemar Vésper Região I (Embratel) 3 CTBC 18,19,21,23,24, Brasil Telecom 26 a 30 Região II GVT 20 Sercomtel 22 e 25 CTBC 31,32 e 34 Telefônica Vésper SP Região III 33 CTBC (Embratel)2 S 2011 Eduardo Grizendi 17
  18. 18. Operadoras Fixas (STFC)Evolução da quantidade de acessos fixos em serviço no Brasil2 S 2011 Eduardo Grizendi 18
  19. 19. Operadoras Fixas (STFC)2 S 2011 Eduardo Grizendi 19
  20. 20. Operadoras Fixas (STFC)2 S 2011 Eduardo Grizendi 20
  21. 21. Operadoras Fixas (STFC)2 S 2011 Eduardo Grizendi 21
  22. 22. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 22
  23. 23. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 23
  24. 24. Vivendi compra 57,5% da GVTReuters Sexta-feira, 13 de novembro de 2009 - 20h02SÃO PAULO - O grupo francês de mídia Vivendi informou nesta sexta-feira ter garantido uma fatia de 57,5 porcento da empresa brasileira de telecomunicações GVT, após uma disputa acirrada com a espanhola Telefónica.A Vivendi --que não está habituada a entrar em guerras de preço em tentativas de aquisições-- fez oferta de 56 reaispor ação da GVT, valor 10,9 por cento acima da proposta já melhorada uma vez da Telefónica, por meio de suaunidade no Brasil Telesp, de 50,50 reais por ação.A Vivendi disse que já garantiu a compra de 37,9 por cento das ações da GVT e que tem opção irrevogável paraadquirir mais 19,6 por cento do total."De acordo com as regras brasileiras, a Vivendi lançará uma oferta pública de aquisição de 100 por cento do capitalda GVT por 56 reais cada ação", informou o conglomerado francês.Em meados de setembro, a Vivendi se dispôs a pagar 42 reais por ação da GVT --33,3 por cento a menos que suacartada final para assegurar o controle da companhia. Semanas depois, a Telefónica, por meio da Telesp, entrou nabriga e fez oferta de 48 reais, que acabou sendo elevada pelo próprio grupo espanhol para 50,50 reais.Na quinta-feira, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu anuência prévia para que ambas asinteressadas na GVT seguissem adiante nas tratativas para compra da empresa-alvo.No caso da Vivendi, sem restrições, por se tratar de uma concorrente nova no mercado brasileiro. Já o grupoespanhol, se fosse bem-sucedido, teria uma série de condições impostas pelo órgão regulador, como manteroperações independentes por cinco anos. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 24
  25. 25. Governo lança Plano Nacional da Banda LargaTelebrás será gestora e empresas privadas também atuarão.Objetivo é alcançar 40 milhões de domicílios até 2014.Nathalia Passarinho, Do G1, em Brasília, 05/05/2010Telebrás confirma participação no Plano Nacional de Banda LargaO governo lançou oficialmente nesta quarta-feira (5) o Plano Nacional da Banda Larga (PNBL).O programa tem como objetivo universalizar a internet rápida no país. Segundo a ministra da Casa Civil,Erenice Guerra, o PNBL vai triplicar o acesso à banda larga em todo o Brasil. Uma das expectativas édisponiblizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014.O custo da tarifa deve ser de R$ 15, para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps (quilobitspor segundo) e com limitação de downloads e de R$ 35 para o plano comum, com velocidade entre 512 e 784kbps. Atualmente o brasileiro paga em média R$ 50 pela banda larga com velocidade de 256 kbps.A estatal Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) será a gestora ou “espinha dorsal” do plano, mas ogoverno quer que empresas privadas atuem de forma complementar, levando o serviço ao usuário final.O papel da Telebrás não é substituir ou limitar a iniciativa privada. Vai atuar no atacado para que empresasprivadas pequenas e grandes possam participar levando o serviço ao consumidor final"Ministra Erenice GuerraComo gestora, a Telebrás será encarregada de implementar a rede de comunicação da administração públicafederal e prestar suporte a políticas de conexão à internet em banda larga para universidades, centros depesquisa, escolas, hospitais e outras localidades de interesse público. A estatal só levará o serviço para osusuários finais se não houver oferta de participação de empresas privadas. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 25
  26. 26. Operadoras Móveis Atuais (SMP) http://www.teleco.com.br/mapa.html1 S 2010 Eduardo Grizendi 26
  27. 27. Fonte: Anatel. Operadoras SMP 2 S 2011 Eduardo Grizendi 27GSM
  28. 28. Fonte: Anatel. Operadoras SMP 2 S 2011 Eduardo Grizendi 28GSM
  29. 29. Fonte: Anatel. Operadoras SMP Operadoras de Celular Maket-share– 2007 – 4T/10 2 S 2011 Eduardo Grizendi 29GSM
  30. 30. Operadoras SMP 2 S 2011 Eduardo Grizendi 30GSM
  31. 31. Operadoras SMP 2 S 2011 Eduardo Grizendi 31GSM
  32. 32. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 32
  33. 33. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 33
  34. 34. Provedor de Acesso a Internet ISP (Internet Service Provider)• Provedor de acesso à Internet• Oferece principalmente serviço de acesso à Internet agregando a ele outros serviços relacionados, tais como "e-mail", "hospedagem de sites" ou blogs, entre outros.• Inicialmente como um serviço cobrado, com o tempo passou a ser oferecido também como serviço gratuito, por empresas que estruturaram um outro modelo de negócio Origem: Wikipédia 2 S 2011 Eduardo Grizendi 34
  35. 35. Telebrás seleciona provedores para banda larga13 de Dezembro de 2010Convergência DigitalA Telebrás iniciou na semana passada a seleção dos provedores de internet interessados em serem parceirosdo governo federal no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Os que forem cadastrados terão queoferecer acesso ao usuário final com velocidade mínima de 512Kbps a um preço mensal de 35 reais.Segundo a empresa, 550 empresas já estão inscritas no plano.O cadastro dos parceiros está sendo realizado pelo site da estatal, onde foi publicado um formuláriosolicitando diversas informações dos provedores, como infraestrutura, serviços que prestam, cidadesatendidas e capacidade de banda de internet utilizada atualmente. O formulário também apura o tipo derede usada e a tecnologia de suporte aos usuários, além de dados sobre o atendimento a pontos de governo.O PNBL foi criado pelo governo federal com o objetivo de massificar a banda larga no Brasil. A rede daTelebrás utilizará fibras ópticas pertencentes ao Sistema Eletrobrás e à Petrobrás, entre outros órgãos. Suaproposta é atender cidadãos, instituições públicas, entidades da sociedade civil e empresas.Para isso, a Telebrás promete vender acesso no atacado para operadoras e provedores de serviços. Segundoa estatal, a ideia é ampliar a concorrência e reduzir os preços cobrados atualmente. O acesso ao usuáriofinal só será feito diretamente pela Telebrás em localidades com carência de oferta adequada dessesserviços. A meta do PNBL é levar banda larga de baixo custo e alta velocidade a 4.283 municípioslocalizados em 26 estados, mais o Distrito Federal, atendendo a 88% da população brasileira até 2014. Ogoverno federal espera elevar o número de domicílios com banda larga no País dos cerca de 12 milhões(2009) para entre 35 e 40 milhões em 2014. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 35
  36. 36. Minicom pensa em acabar com provedor de internet obrigatório em rede de telecomQua, 03 de Agosto de 2011 19:00 por Miriam AquinoO Ministério encaminhou à Anatel pedido para que ela estude uma nova regra em substituição à norma 04/95Como resultado da CPI da pedofilia, concluída no ano passado, o Ministério das Comunicações encaminhou na semanapassada à Anatel um pedido para que ela estude uma nova regra em substituição à norma 04/95. Esta norma foi publicadaainda na gestão do ex-ministro Sérgio Motta para segurar a então estatal Embratel de monopolizar a internet. Assim, elaproíbe que as operadoras de serviços públicos de telecomunicações sejam provedoras de acesso à internet, proibição quepermanece até hoje e que estava até consolidada no voto da conselheira Emilia Ribeiro, relatora do regulamento do Serviçode Comunicação Multimídia (SCM), serviço que provê o à banda larga.Segundo fontes do Minicom, o relatório final desta CPI identificou que os provedores de internet têm muita dificuldade emguardar os logs (os números de identificação) dos clientes, o que dificultava em muito a ação policial contra os portais queestimulavam a pornografia infantil. O Ministério Público e o próprio comitê gestor da internet já estabeleceram que otempo mínimo para se guardar esta informação deve ser o de dois anos (na proposta de regulamento da agência, ficaestabelecido três anos para a operadora de telecom de grande porte e de dois anos para a de pequeno porte). Assim, oMinicom entendeu que esta obrigatoriedade deve ser repassada para os operadores de telecom, e, assim sendo, nãoteria mais sentido manter a obrigatoriedade deste intermediário nas redes de telecom.Para técnicos no ministério, esta mudança deve ser feita pela Anatel - e não pelo Ministério - porque a Lei Geral deTelecomunicações repassou para a agência a atribuição de regular as operadoras de telecomunicações. O ministério nãoacha que o fim desta norma irá ampliar o poder das concessionárias de telecom para o mundo da internet - conformedenunciam portais como o Uol, controlado pela Folha de S. Paulo - pois há muitos provedores gratuitos, que podem serusados por qualquer usuário. Além disso, essas fontes lembram que há um estudo da agência propondo que seja criado oMNO (ou a operadora virtual) da banda larga. Na visão do governo, os atuais provedores de internet poderiam se tornarparceiros das operadoras de telecom na comercialização dos acessos banda larga, ao invés de ficarem cobrando do usuárioapenas pelo acesso ao número da internet, que pode ser oferecido gratuitamente 2 S 2011 Eduardo Grizendi 36
  37. 37. Ambiente de Telecomunicações• Associações e representações de classe – ABECORTEL, ABEPREST, ABERIMEST, ABRANET, ABRATT, ABTA, APTEL, SBT, SUCESU, Telcomp, Telebrasil, Telecom – UIT 2 S 2011 Eduardo Grizendi 37
  38. 38. Órgãos reguladores de Telecomunicações• ANATEL• Minicom 2 S 2011 Eduardo Grizendi 38
  39. 39. Anatel (www.anatel.gov.br)• Órgão estatal – Autarquia especial, concebida para atuar de forma isenta, na defesa dos interesses do Estado e do cidadão, estimulando a competição, a universalização dos serviços, a qualidade e a atualização tecnológica no Setor de Telecomunicações.• Funções – Defender a livre iniciativa, no setor de telecomunicações, – Assegurar a ampla e justa competição entre todas as prestadoras,• Tem poder normativo-regulatório (de elaboração de normas), fiscalizatório e sancionatório.• Além de uma regulação técnica, faz a: – Regulação econômica (para controle de posição monopolista); – Regulação de acesso (à infra-estrutura de rede), e – Proteção à competição (controle de condutas e práticas anti-competitivas). 2 S 2011 Eduardo Grizendi 39
  40. 40. Plantão Tele SinteseAnatel prepara regulamento para incentivar P&DQui, 24 de Fevereiro de 2011 15:01 por Lúcia BerbertProposta deve combater a alta desnacionalização do setor de telecomunicaçõesO presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, disse nesta quinta-feira (24) que a agência está elaborando umregulamento de estímulo à pesquisa, desenvolvimento e inovação em telecomunicações. O objetivo, salientou ele,é de estimular não só a pesquisa aplicada, mas também de estabelecer medidas de estímulo ao desenvolvimento daindústria nacional, por meio da emissão do Certificado Anatel de Excelência em PD&I e da criação de RankingAnual de Investimento em PD&I.Segundo Sardenberg, o regulamento deve ir a consulta pública nos próximos meses e seus efeitos positivosdevam ser sentidos em 2012. “A proposta contempla dispositivos inovadores de fomento ao desenvolvimentotecnológico e à geração de demanda sobre a indústria eletro-eletrônica brasileira”, adiantou. Ele lembrou que ocrescimento das telecomunicações no país foi acompanhado da desnacionalização das empresas do setor, tanto dasprestadoras de serviços quanto da indústria de equipamentos e sistemas.“O panorama das telecomunicações passou a ser de competição em escala global e de alianças estratégicas entreempresas e nessa nova indústria, pesquisa, desenvolvimento e inovação são em grande medida realizados porfornecedores globais de equipamentos. A operadora propriamente deixa de ser inovadora e torna-se apenasusuária”, explica o presidente da Anatel. O regulamento servirá para mudar esse quadro, e servirá para estimular apesquisa direta como a compra de equipamentos de tecnologia nacional.Sardenberg participou hoje do Seminário de Políticas de Telecomunicações, realizado em Brasília. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 40
  41. 41. Ministério das Comunicações (www.mc.gov.br)• Órgão do poder Executivo encarregado das políticas de: – Radiodifusão, – Serviços postais e – Telecomunicações.• Órgãos vinculadas – Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) – Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com administração independente 2 S 2011 Eduardo Grizendi 41
  42. 42. Competição em Telecomunicações• Monopólio, Duopólio e Livre Concorrência• Concorrência nos Serviços Corporativos• Concorrência nas Regiões Sudeste e Sul. 2 S 2011 Eduardo Grizendi 42
  43. 43. Competição em TelecomunicaçõesBanda larga: Aneel precisa rever marco regulatóriohttp://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=25737&sid=8:: Ana Paula Lobo e Luiz Queiroz*:: Convergência Digital :: 30/03/2011O debate sobre a adoção do smart grid (redes inteligentes) no Brasil atesta a sinergia entre a política de reestruturação dosistema de energia elétrica e o Programa Nacional de Banda Larga. Mas a oferta do serviço precisa de ajuste imediato no modelo denegócio.Durante o painel Smart Grid - Redes Inteligentes- realizado nesta quarta-feira, 30/03, no Abinee Tec, que acontece no Anhembi, na capitalpaulista, especialistas dos dois setores assumiram que há convergência de oportunidades entre as áreas de telecom e energia, mas épreciso valorizar o negócio."A Aneel criou regra muito dura para as distribuidoras ofertarem banda larga. Da maneira que foi feita, não há interesse de negócioe, sem viabilidade de receita, não haverá convergência", afirmou Pedro Jatobá, chefe do departamento de Prospeção de Novos Negóciosno exterior da Eletrobras.A questão está na determinação da Aneel de que as distribuidoras precisam, obrigatoriamente, oferecer publicamente o uso de suasinfraestruturas para terceiros. Assim, tornou pouco atraente o mercado de banda larga para aquelas que pretendiam atuar diret amente -ou mesmo por subsidiárias, como prevê o regulamento.Além disso, como prioriza a atividade principal das distribuidoras - a oferta de eletricidade aos consumidores - o regulamento manteve aregra de modicidade tarifária, pela qual pelo menos 90% da receita obtida com o negócio deve ser revertida para abatimento das tarifas deenergia.O superintendente de Regulação dos Serviços de Distribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Paulo Henrique Silvestri,admitiu que a banda larga será, sim, um suporte para validar a implantação do smart grid no Brasil, mas disse que é preciso estruturar,antes, a política nacional para smart grid, em formulação no Governo.Indagado sobre quando seriam conhecidas as diretrizes para uma política nacional de smart grid, Silvestri disse que um primeirodiagnóstico foi finalizado e o relatório entregue ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e deverá ser conhecido até o segundosemestre deste ano.Também presente ao debate, o gerente Geral de Certificação e Engenharia de Espectro da Anatel, Maximiliano Martinhão, sustentou quedo ponto de vista do setor de Telecom, toda a parte técnica já ficou ajustada e, inclusive, anunciou que os pedidos de certificação demedidores, com referências para o setor de Telecom, já estão em andamento na agência. A CDTV, do Portal Convergência Digital,acompanhou o debate.Assistam o trecho voltado para Smart Grid e serviços de banda larga e telecom.Ver o video no site: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=25737&sid=8 2 S 2011 Eduardo Grizendi 43

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