A fisica 3D no noso cotidiano

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  • A fisica 3D no noso cotidiano

    1. 1. Física (do grego antigo: φύσις physis "natureza") é a ciência que estuda anatureza e seus fenômenos em seus aspectos mais gerais. Analisa suasrelações e propriedades, além de descrever e explicar a maior parte desuas conseqüências. Busca a compreensão científica dos comportamentosnaturais e gerais do mundo em nosso torno, desde as partículaselementares até o universo como um todo.
    2. 2. Muitos fenômenos que acontecemno nosso dia-a-dia enganam nossamente, fazendo com que imagensque nossos olhos captam nãocorrespondam a realidade. Quandoviajamos num dia quente, porexemplo, percebemos que aestrada parece estar encharcada,quando na verdade o que ocorre éum fenômeno físico de refração daluz, que nosso cérebro codificacomo sendo uma camada aquosasobre o asfalto. Sendo assim, é degrande interesse os fenômenosfísicos da luz que envolve aformação de imagem em nossocérebro.
    3. 3. Termo Ilusão de óptica ouIlusão de ótica aplica-se atodas ilusões que"enganam" o sistema visualhumano fazendo-nos verqualquer coisa que não estápresente ou fazendo-nos vê-la de um modo errôneo.Algumas são de caráterfisiológico, outras de carátercognitivo.
    4. 4. As ilusões de óptica podem surgir naturalmente ou serem criadas porastúcias visuais específicas que demonstram certas hipóteses sobre ofuncionamento do sistema visual humano. Imagens que causam ilusãode óptica são largamente utilizados nas artes, por exemplo, nas obrasgráficas.
    5. 5. A explicação possível das ilusõesóticas é debatida extensamenteOs circuitos neuronais do nossosistema visual evoluem, poraprendizagem neuronal, para umsistema que faz interpretaçõesmuito eficientes das cenas 3Dusuais, com base na emergênciano nosso cérebro de modelossimplificados que torna muitorápida e eficiente essainterpretação, mas causammuitas ilusões ópticas emsituações fora do comum. Comouma imagem em diferentesdiâmetros.
    6. 6. A nossa percepção do mundo é emgrande parte auto-produzida. Osestímulos visuais não são estáveis:por exemplo, os comprimentos deonda da luz refletida pelassuperfícies mudam com asalterações na iluminação. Contudo océrebro atribui-lhes uma corconstante.A tarefa do cérebro é extrair ascaracterísticas constantes einvariantes dos objetos a partir daenorme inundação de informaçãosempre mutável que recebe.E pode deduzir a forma de um objetoa partir das sombras. O que implicauma aprendizagem da perspectivalinear.
    7. 7. A imagem da retina é a fonte principal de dados que dirige a visão, mas o que nósvemos é uma representação “virtual” 3D da cena em frente a nós. Não vemos umaimagem física do mundo, vemos objetos. E o mundo físico em si não está separadoem objetos. Vemos o mundo de acordo com a maneira como o nosso cérebro oorganiza.
    8. 8. O que vemos não é a imagem na nossa retina - é uma imagemtridimensional criada no cérebro, com base na informação sobre ascaracterísticas que encontramos, mas também com base nas nossasopiniões sobre o que estamos a ver.O que vemos é sempre, em certamedida, uma ilusão.
    9. 9. A nossa imagem mental do mundosó vagamente tem por base arealidade. Porque a visão é umprocesso em que a informação quevem dos nossos olhos convergecom a que vem das nossasmemórias. Os nomes, as cores, asformas usuais e a outra informaçãosobre as coisas que nós vemossurgem instantaneamente nosnossos circuitos neuronais einfluenciam a representação dacena.
    10. 10. As propriedades percebidas dosobjetos, tais como o brilho,tamanho angular, e cor, são“determinadas”inconscientemente e não sãopropriedades físicas reais. Asilusões surgem quando os“julgamentos” implícitos naanálise inconsciente da cenaentram em conflito com aanálise consciente e raciocinadasobre ela.
    11. 11. A interpretação do que vemos nomundo exterior é uma tarefa muitocomplexa. Já se descobriram maisde 30 áreas diferentes no cérebrousado para o processamento davisão. Umas parecem corresponderao movimento, outras à cor, outrasà profundidade (distância) e mesmoà direção de um contorno. E o nossosistema visual e o nosso cérebrotornam as coisas mais simples doque aquilo que elas são narealidade. E é essa simplificação,que nos permite uma apreensãomais rápida (ainda que imperfeita)da «realidade exterior», que dáorigem às ilusões de óptica.
    12. 12. UMA ILUSÃO DE LUMINOSIDADEA luminosidade é uma variável subjetiva que não corresponde de ummodo preciso a uma quantidade física. É uma estimativa da refletânciareal dos objetos (a proporção de luz incidente que é refletida por umasuperfície), feita pelo sistema visual.
    13. 13. O que se passa é que o sistemavisual não se limita a medir aquantidade de luz que chega aoolho, que é influenciada pelassombras. Parece ter em conta ocontraste local e saber que asmudanças de luz na transiçãoentre superfícies de coresdiferentes são geralmente maisabruptas do que as causadas porsombras. O sistema visualsabiamente usa apenas ainformação sobre as transiçõesmais abruptas para construir aimagem de refletância. E por issoestima a cor dos objetos sem sedeixar enganar pelas sombras deum objeto visível.
    14. 14. UMA ILUSÃO A DISTÂNCIAO sistema visual «conhece a perspectiva», e isso é-nos muito útil parainterpretar uma imagem tridimensional. Mas isso gera algumas ilusões,quando numa figura plana há pistas que enganam o sistema visual e olevam erradamente a fazer uma interpretação usando a perspectiva.
    15. 15. Em situações usuais, quando osistema visual detecta linhas queparecem paralelas (embora naimagem da retina não o sejam),usa o seu ângulo para estimar oângulo do nosso olharrelativamente ao solo. É ummecanismo automático que nos émuito útil. Mas o que se passa éque o sistema visual por vezes ousa erradamente no caso de certasfiguras planas em que não separece justificável.
    16. 16. Mas esta é uma ilusão quemostra o sucesso do sistemavisual na estimativa daperspectiva. A capacidadeque ele tem para fazê-lo éaquilo a que se chama aconstância do tamanho dosobjetos. É essa capacidadeque faz com que, quandouma pessoa se afasta de nós,não a «sintamos» a diminuirde tamanho. E, quandovemos uma pessoa ao longe,não temos geralmente asensação de que ela éminúscula.
    17. 17. POLARIZAÇÃO DA LUZA polarização da luz mostra o seu caráter ondulatório. Alguns cristaistêm a propriedade de polarizar a luz: só deixam passar a parte da ondaque oscila num determinado plano. A luz que atravessa um filtropolarizador oscila num único plano.
    18. 18. Se colocarmos um segundofiltro polarizador a seguirao primeiro, e os planos depolarização dos dois filtroscoincidirem, a luzatravessará os dois filtros,ficando polarizada nesseplano. Mas se os planos dosdois filtros foremperpendiculares, nenhumaparte da luz polarizada peloprimeiro filtro conseguirápassar através do segundo(não se conseguirá vernenhuma imagem atravésdos filtros).
    19. 19. A luz também é polarizada quandoé refletida numa superfície. Seobservarmos a luz refletida numasuperfície através de um filtropolarizador, o reflexodesaparecerá se o plano depolarização do filtro forperpendicular à superfícierefletora. Os cristais líquidospodem mudar o seu eixo depolarização quando por eles circulacorrente elétrica. Esse é o princípiousado nos écrans de calculadoras ede tele móveis.
    20. 20. A polarização da luz explica-se facilmente admitindo que a luz é umaonda transversal.
    21. 21. Muitas vezes ao estudarmos oconteúdo de uma disciplina no colégiopensamos: Onde vou usar estainformação? Como se todo ainformação tivesse que ter umaaplicação prática, como se oconhecimento não fosse uma formade crescermos e nos tornarmosconscientes de nosso valor como serhumano.Com a Física isto também acontece.Mas ela está presente em nosso dia-a-dia, embora isso muitas vezes nospasse despercebido. Poderíamos dizerque a Física está presente em todas asatividades que realizamos econhecendo as razões dos fenômenos,poderemos mais facilmente entendê-los, admirá-los e aproveitá-los paranossa segurança e bem estar.
    22. 22. Convivemos em um Universo de fenômenos, em sua maioria explicadospela Física. O conhecimento destes fenômenos e das leis da Física é quenos possibilita crescer e respeitar a harmonia e grandiosidade danatureza.
    23. 23. http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/fisica.htmhttp://afisicadodiaadia.blogspot.com/2011/01/fisica-aplicada-no-cotidiano.htmlhttp://clickindispensavel.blogspot.com/2011/04/profissional-de-educacao-fisica-e-sua.html

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