CAPÍTULO . 04 História – 2ª A Conquista da América portuguesa.
GRANDES NAVEGAÇÕES
<ul><li>Definição : período em que as nações européias iniciaram um processo de exploração e conquistas em novos territóri...
 
<ul><li>INTENCIONALIDADE DO DESCOBRIMENTO: </li></ul><ul><li>A carta de Pero Vaz de Caminha, não demonstrava surpresa; </l...
<ul><li>PERÍODO PRÉ-COLONIAL  (1500-1530): </li></ul><ul><li>. Desinteresse português: </li></ul><ul><li>- Altos lucros co...
A Expedição Colonizadora (1530 – 1531) <ul><li>Chefe Martim Afonso de Souza: </li></ul><ul><ul><li>Duo-u sesmarias; </li><...
Após a chegada dos europeus na América no final do século XV, foi assinado entre  Portugal e Espanha o  Tratado de Tordesi...
<ul><li>FORAL:  documento que estabelecia os direitos e deveres dos capitães-donatários. </li></ul><ul><li>DIREITOS:  Cria...
<ul><li>O FRACASSO DAS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS </li></ul><ul><li>Causas: </li></ul><ul><li>– Falta de recursos e de intere...
<ul><li>GOVERNADOR GERAL (1548) – D. JOÃO III </li></ul><ul><li>. Comando e defesa militar da colônia; </li></ul><ul><li>....
Tomé de Sousa – 1549-1553 <ul><ul><ul><ul><ul><li>Escolheu a Bahia para sediar o governo-geral. </li></ul></ul></ul></ul><...
Duarte da Costa – 1553-1558 <ul><li>Seu governo foi marcado pela desorganização político-administrativa colonial.  </li></...
Mem de Sá – 1558-1572 <ul><ul><ul><ul><ul><li>Foi o responsável pela reorganização da colônia após o conturbado governo de...
<ul><li>CENTRALIZAÇÃO x DESCENTRALIZAÇÃO: </li></ul><ul><li>.  Dois Governos (1572 – 1578): </li></ul><ul><li>- Norte: (15...
<ul><li>As Câmaras Municipais:  Representavam o poder local e eram controladas pela classe dominante: Homens bons = Aristo...
Organograma: Administração séc. XVI <ul><ul><ul><ul><ul><li>OBSERVAÇÃO: </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul>...
<ul><li>01. Segundo Caio Prado Jr, no livro História Econômica do Brasil, “ a devastação da mata em larga escala ia semean...
<ul><li>2. Entre 1500 e 1530, os interesses da coroa portuguesa, no Brasil, focavam o pau-brasil, madeira abundante na Mat...
<ul><li>3.  Uma das características do período colonial brasileiro se refere ao denominado “ exclusivo ” colonial. </li></...
<ul><li>4. Esta terra, senhor, nela não podemos saber que aja ouro nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro, nem lho ...
A charge: I. Ilustra a maneira formal dos navegantes portugueses frente à ingenuidade dos índios. II. Refere-se a uma pass...
<ul><li>FIM </li></ul>
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Hist 3-aula012011-110710164412-phpapp02

2.157 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.157
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
78
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Hist 3-aula012011-110710164412-phpapp02

  1. 1. CAPÍTULO . 04 História – 2ª A Conquista da América portuguesa.
  2. 2. GRANDES NAVEGAÇÕES
  3. 3. <ul><li>Definição : período em que as nações européias iniciaram um processo de exploração e conquistas em novos territórios, que ampliou o mundo até então conhecido. </li></ul><ul><li>Quando: aproximadamente entre os séculos XV e XVI. </li></ul><ul><li>Causas: </li></ul><ul><ul><li>Busca de especiarias nas Índias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Busca de metais preciosos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Romper o monopólio comercial das cidades italianas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Expansão da fé cristã (justificativa); </li></ul></ul><ul><ul><li>Fortalecimento das monarquias nacionais e desenvolvimento da política mercantilista; </li></ul></ul><ul><ul><li>Renascimento cultural; </li></ul></ul><ul><ul><li>Surgimento de novos aparelhos para a navegação (bússola, astrolábio, caravela, desenvolvimento da cartografia...); </li></ul></ul><ul><ul><li>Guerras para ocupar e prestigiar nobres (secundário). </li></ul></ul>GRANDES NAVEGAÇÕES
  4. 5. <ul><li>INTENCIONALIDADE DO DESCOBRIMENTO: </li></ul><ul><li>A carta de Pero Vaz de Caminha, não demonstrava surpresa; </li></ul><ul><li>D. João III e a recusa da Bula Inter Coetera (100 léguas); </li></ul><ul><li>Política de segredo às viagens de descobrimento; </li></ul><ul><li>Inadmissível o desrespeito de Cabra as ordens reais; </li></ul><ul><li>Inexistência de tempestades e correntes marítimas que desviasse uma frota tão grande, experiente e conhecedora da rota para as ìndias; </li></ul>
  5. 6. <ul><li>PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500-1530): </li></ul><ul><li>. Desinteresse português: </li></ul><ul><li>- Altos lucros com o Oriente; </li></ul><ul><li>- Nenhum minério (Ouro, Prata e Diamante); </li></ul><ul><li>- Nenhum produto tropical; </li></ul><ul><li>- Ausência de uma sociedade organizada; </li></ul><ul><li>OBS.: Exploração do pau-brasil </li></ul><ul><li>( Caesalpina echinata ) </li></ul>PRIMEIRAS EXPEDIÇÕES: - 1501 – Gaspar de Lemos: . Reconhecimento e Explorar a terra; . Nomeou o litoral brasileiro. - 1503 – Gonçalo Coelho: . Fernão de Noronha; . Exploração do pau-brasil ( feitorias ). - 1516/1526 – Critovão Jacques ( guarda-costas ): . Combater o contrabando de pau-brasil; - 1530 – Martim Afonso de Souza.
  6. 7. A Expedição Colonizadora (1530 – 1531) <ul><li>Chefe Martim Afonso de Souza: </li></ul><ul><ul><li>Duo-u sesmarias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Incentivou o plantio da cana; </li></ul></ul><ul><ul><li>Exploração e busca de riquezas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Contato com índios; </li></ul></ul><ul><ul><li>Expulsão de franceses; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fundação das 1ª vilas (São Vicente/Piratininga – 1532); </li></ul></ul><ul><ul><li>Fundação do 1º unidade produtora de açúcar (Engenho do Governador – 1532). </li></ul></ul><ul><li>. Exploração do Pau-brasil: </li></ul><ul><ul><li>Estanco: monopólio real; </li></ul></ul><ul><ul><li>Escambo: troca direta; </li></ul></ul><ul><ul><li>Feitorias: núcleo de exploração; </li></ul></ul>
  7. 8. Após a chegada dos europeus na América no final do século XV, foi assinado entre Portugal e Espanha o Tratado de Tordesilhas (1949). Para tomar posse das terras, o governo português implantou o sistema de Capitanias Hereditárias (1534). OBS.: Portugal não respeitou o acordo. CAPITANIAS HEREDITÁRIAS
  8. 9. <ul><li>FORAL: documento que estabelecia os direitos e deveres dos capitães-donatários. </li></ul><ul><li>DIREITOS: Criar vilas e distribuir terras; escravizar índios e exercer autoridade judicial. </li></ul><ul><li>Recebiam 20% da exploração do pau-brasil, da pesca, da exploração de metais ou qualquer outra atividade lucrativa. </li></ul><ul><li>DEVER: Promover o povoamento e a defesa da terra; gerar riquezas e cobrar impostos para a Coroa Portuguesa. </li></ul>CARTA DE DOAÇÃO: Documento que permitia o capitão-donatário usar a terra, mas não os tornava proprietário. CAPITÃES-DONATÁRIOS: Pessoas nomeadas pelo Rei de Portugal que receberam um dos lotes de terra das Capitanias hereditárias.
  9. 10. <ul><li>O FRACASSO DAS CAPITANIAS HEREDITÁRIAS </li></ul><ul><li>Causas: </li></ul><ul><li>– Falta de recursos e de interesse dos donatários, </li></ul><ul><li>– Falta de recursos financeiros, </li></ul><ul><li>– Distância excessiva da metrópole, </li></ul><ul><li>– Invasões estrangeiras (franceses), </li></ul><ul><li>– Ataques de indígenas (que procuravam proteger suas terras) </li></ul><ul><li>Apenas 2 Capitanias tiveram sucesso: </li></ul><ul><li>– Pernambuco e São Vicente. </li></ul><ul><li>– Motivo do Sucesso: Produção de cana-de-açúcar </li></ul>
  10. 11. <ul><li>GOVERNADOR GERAL (1548) – D. JOÃO III </li></ul><ul><li>. Comando e defesa militar da colônia; </li></ul><ul><li>. Exerciam poderes judiciais; </li></ul><ul><li>. Proibia a escravidão do indígena; </li></ul><ul><li>. Tinham três auxiliares: </li></ul><ul><li>- Ouvidor-mor (Justiça); </li></ul><ul><li>- Provedor-mor (Fazenda); </li></ul><ul><li>- Capitão-mor (Defesa). </li></ul><ul><li>OBS.: - 1759, foram extintos (Vice-Reis) </li></ul><ul><li>(Marquês de pombal) </li></ul>
  11. 12. Tomé de Sousa – 1549-1553 <ul><ul><ul><ul><ul><li>Escolheu a Bahia para sediar o governo-geral. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Trouxe os primeiros jesuítas para o Brasil (Manoel da Nóbrega). </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Fundou a primeira cidade do Brasil, Salvador (1549) , que se tornou a primeira capital do país. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Criou o primeiro bispado (1551), a cargo de D. Pero Fernandes Sardinha. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Introduziu a pecuária e incentivou o cultivo da cana-de-açúcar doando terras. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Organizou expedições (Entradas), que penetravam nas matas à procura de metais preciosos. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Teve grande importância na organização da montagem administrativa no Brasil, em nome do rei. </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  12. 13. Duarte da Costa – 1553-1558 <ul><li>Seu governo foi marcado pela desorganização político-administrativa colonial. </li></ul><ul><li>Em seu período ocorreram diversos e violentos conflitos entre colonos e jesuítas por causa da escravidão indígena. </li></ul><ul><li>Os índios se revoltaram contra a escravização, atacando vilas e povoados pelo Brasil, </li></ul><ul><li>Os franceses, que não haviam desistido do nosso litoral, aproveitaram o momento e invadiram o Rio de Janeiro, fundando a França Antártica. </li></ul><ul><li>Durante seu governo, os jesuítas Nóbrega e Anchieta fundaram a cidade de São Paulo (25/1/1554). </li></ul>
  13. 14. Mem de Sá – 1558-1572 <ul><ul><ul><ul><ul><li>Foi o responsável pela reorganização da colônia após o conturbado governo de Duarte da Costa. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Pacificou as relações entre colonos, jesuítas e indígenas. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Para combater os franceses foi fundada a cidade do Rio de Janeiro. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Contou com o apoio dos jesuítas, dos índios e de seu sobrinho Estácio de Sá, que coordenou a expulsão dos franceses da França Antártica. </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Incentivou a produção canavieira, importando mão-de-obra escrava, e em vários pontos do litoral foi implantada essa cultura, facilitada pelos financiamentos para a construção de engenhos. </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  14. 15. <ul><li>CENTRALIZAÇÃO x DESCENTRALIZAÇÃO: </li></ul><ul><li>. Dois Governos (1572 – 1578): </li></ul><ul><li>- Norte: (1573 – 1578) </li></ul><ul><li>. Salvador; </li></ul><ul><li>. D. Luis de Brito Almeida </li></ul><ul><li>- Sul: (1574 - 1578) </li></ul><ul><li>. Rio de Janeiro; </li></ul><ul><li>. Antônio Salema. </li></ul><ul><li>. Um Governo(1578 – 1801): </li></ul><ul><li>. Salvador; </li></ul><ul><li>. Lourenço da Veiga. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>As Câmaras Municipais:  Representavam o poder local e eram controladas pela classe dominante: Homens bons = Aristocracia Rural (homens brancos e ricos proprietários de terra).   </li></ul><ul><li>FUNÇÃO DAS CÂMARAS MUNICIPAIS • Estabelecer o preço das mercadorias, • Propor ou recusar impostos, • Cuidar da construção de povoados e vilas, • Fiscalizar os funcionários enviados do rei. </li></ul><ul><li>PROBLEMAS • As Câmaras Municipais passaram a se chocar com os interesses de Portugal, pois defendiam os direitos dos colonos e não mais os interesses da Colonização portuguesa • Portugal então passou a cortar os poderes das Câmaras. </li></ul>
  16. 17. Organograma: Administração séc. XVI <ul><ul><ul><ul><ul><li>OBSERVAÇÃO: </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Enquanto o governador-geral representava o poder central na colônia e os capitães-donatários o poder regional, na prática o poder de fato ficava nas mãos dos homens-bons , que compunham as câmaras municipais. Os “homens-bons” eram grandes proprietários escravocratas que dominavam o poder local, governando, e administravam as vilas e cidades. </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  17. 18. <ul><li>01. Segundo Caio Prado Jr, no livro História Econômica do Brasil, “ a devastação da mata em larga escala ia semeando desertos estéreis atrás do colonizador, sempre em busca de solos frescos que não exigissem maior esforço da sua parte ”. De acordo com esse autor, é possível afirmar que as práticas agrícolas implantadas pela colonização, como a queimada e a monocultura, levaram a um progressivo empobrecimento dos solos da América Portuguesa. </li></ul><ul><li>Essa atitude do colonizador português em relação ao meio ambiente pode ser compreendida historicamente como: </li></ul><ul><li>a) Pré-capitalista, pois na colônia não existia uma produção organizada em larga escala. </li></ul><ul><li>b) Neoliberal, pois o Estado português não interferia nos negócios praticados na América. </li></ul><ul><li>c) Medieval, pois esta produção não era voltada para o mercado, e sim para a subsistência. </li></ul><ul><li>d) Mercantilista, pois a produção e o lucro rápido importavam mais que a degradação do solo. </li></ul><ul><li>e) Humanista, pois havia um interesse direto no progresso e no bem-estar da humanidade. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>2. Entre 1500 e 1530, os interesses da coroa portuguesa, no Brasil, focavam o pau-brasil, madeira abundante na Mata Atlântica e existente em quase todo o litoral brasileiro, do Rio Grande do Norte ao Rio de Janeiro. A extração era feita de maneira predatória e assistemática, com o objetivo de abastecer o mercado europeu, especialmente as manufaturas de tecido, pois a tinta avermelhada da seiva dessa madeira era utilizada para tingir tecidos. A aquisição dessa matéria-prima brasileira era feita por meio da: </li></ul><ul><li>a) Exploração escravocrata dos europeus em relação aos índios brasileiros. </li></ul><ul><li>b) Criação de núcleos povoadores, com utilização de trabalho servil. </li></ul><ul><li>c) Utilização de escravos africanos, que trabalhavam nas feitorias. </li></ul><ul><li>d) Exploração da mão de obra livre dos imigrantes portugueses, franceses e holandeses. </li></ul><ul><li>e) Exploração do trabalho indígena, no estabelecimento de uma relação de troca, o conhecido escambo. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>3. Uma das características do período colonial brasileiro se refere ao denominado “ exclusivo ” colonial. </li></ul><ul><li>Sobre o tema, assinale a alternativa correta. </li></ul><ul><li>a) Apesar do controle exercido pela metrópole portuguesa, a colônia brasileira estava liberada para comercializar com outras nações. </li></ul><ul><li>b) As concepções que regulavam as normas do “exclusivo’ colonial foram criadas segundo os preceitos da revolução industrial. </li></ul><ul><li>c) A regra básica, que regia o “exclusivo” colonial, era permitir que navios estrangeiros transportassem produtos da colônia brasileira desde que pagassem os devidos impostos. </li></ul><ul><li>d) Um dos princípios básicos, que regiam as relações comerciais definidas pelo “exclusivo”, era obter maior lucro possível com a revenda dos produtos da colônia e, ao mesmo tempo, lucrar com a venda de produtos da metrópole, sem concorrência na Colônia. </li></ul><ul><li>e) O “exclusivo” colonial funcionou de maneira eficaz e, com isto, pode evitar todas as formas de desvio, inclusive o contrabando, reflexo da capacidade de Portugal monopolizar seu comércio colonial. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>4. Esta terra, senhor, nela não podemos saber que aja ouro nem prata, nem coisa alguma de metal ou ferro, nem lho vimos (...) o melhor fruto que dela se pode tirar me parece será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar. pois o desejo que tinha de tudo vos dizer, mo fez por assim pelo miúdo. </li></ul><ul><li>Beijo as mãos de Vossa Alteza. </li></ul><ul><li>Deste Porto Seguro, da Vossa Ilha de Vera Cruz, hoje, Sexta-feira, primeiro dia de maio de 1500. </li></ul><ul><li>Esses trechos da carta do escrivão Pero Vaz de Caminha apresentam elementos que nos indicam alguns objetivos das grandes navegações. Dentre esses objetivos, podemos destacar: </li></ul><ul><li>a) Acabar com a circulação de mercadorias baseada no bulionismo, em decorrência da escassez de metais preciosos na Europa Ocidental. </li></ul><ul><li>b) A conquista de terras para a obtenção de riquezas, através da renda sobre aterra, defendida pelos teóricos fisiocratas da época. </li></ul><ul><li>c) A obtenção de novos mercados de matéria-prima e a política do laissez faire para a ampliação do fornecimento de produtos manufaturados. </li></ul><ul><li>d) O processo de crescimento econômico, através da conquista de novos mercados, a catequese e a consequente afirmação dos Estados Nacionais. </li></ul><ul><li>e) A emigração do excedente populacional europeu, decorrente da descentralização política e investimento de capitais na periferia do sistema capitalista. </li></ul>
  21. 22. A charge: I. Ilustra a maneira formal dos navegantes portugueses frente à ingenuidade dos índios. II. Refere-se a uma passividade dos índios diante dos navegantes portugueses. III.Assinala, de maneira cômica, o encontro de duas civilizações que resultaria em etnocídio. IV.Anuncia a disposição bélica do expansionismo português e a resistência indígena. Está(ão) correta(s): a) Apenas I. b) Apenas lI. c) Apenas I e III. d) Apenas II e IV e) Apenas III e IV.
  22. 23. <ul><li>FIM </li></ul>

×