Sé Velha de Coimbra

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Pequena apresentação sobre a Sé Velha de Coimbra.

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  • Consagra também o túmulo de D. Sinando.
  • O problema deve-se devido a não terem sido reaproveitados materiais da antiga construção.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • 1162 consagração da primeira pedra por Miguel de SaLOMÃOInicio da construção do claustro 1128.
  • Inicialmente a torre sineira localizava-se no sudoeste do claustro e a alguns metros do edificio da igreja. Esta foi manda destruir no século xviii a mando de francisco de lemos. (prejudicava o sossego nas aulas na universidade e fazi com que a imprensa da universidade fosse mais húmida e com menos luz e foram colocados na fachada principal.
  • O restauro começou em 30 de Janeiro de 1893 orientado por gonçalves e manuel bastos pina. 3 de julho de 1986 estavam as obras prontas
  • Azulejos múdejar mandados fazer por D. Jorge de Almeida. Podemos ver alguma da talha dourada feita durante o período pombalino.
  • A torre-coruchéu. Gravura de pier maria baldi aquando da passagem de cosmo de medici por coimbra em1669.
  • Sé Velha de Coimbra

    1. 1. Sé Velha de Coimbra Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    2. 2. Sé Velha de Coimbra“Houve tempo em que a velha catedral conimbricense, hoje abandonada de seus bispos era formosa; houvetempo em que essas pedras, ora tisnadas pelos anos, eram ainda pálidas, como as margens areentas doMondego.” Alexandre Herculano in Bispo Negro Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    3. 3. Sé velha de CoimbraDecreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910 Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    4. 4. Sé velha de CoimbraDesignação:Sé velha de Coimbra ou Catedral de SantaMaria de Coimbra.Tipologia:Património Arquitectónico Religioso, Imóvel eMaterialLocalização:Largo da Sé, freguesia da Almedina, Coimbra. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    5. 5. Sé velha de CoimbraA problemática da Igreja Primitiva:António de Vasconcelos, acreditava que a construção da Catedral se devera ao facto da antiga ter sido destruídadurante uma invasão almorávida em 1117.Por sua vez, Pierre David e Nogueira Gonçalves supõem que a igreja primitiva estaria de pé aquando o início daconstrução da Sé. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    6. 6. Sé velha de CoimbraFeita a mando de:A obra começou a mando de D. Afonso Henriques, que doou a mão-de-obra escrava muçulmana para a suaconstrução. E pelo Bispo D. Miguel Pais de Salomão, que foi responsável por contratar o mestre Bernardo eo mestre Roberto.(Sabemos que ambos contribuíram para a construção da Sé através do Livro Preto.)Certamente houve contribuições de nobres, do cabido e da população, para a realização da obra.Executada :Mestre Bernardo (Inicialmente)Mestre Roberto (contribuiu pontualmente)Mestre Soeiro (após a morte de Bernardo)Efectivamente, os responsáveis pela edificação deste monumento românico foram os mestres em cimamencionados. Bernardo teria sido o mestre principal pela obra, sendo substituído após a sua morte pelomestre Soeiro. Por sua vez, o mestre Roberto teria sido responsável pelo portal do edifício e outrasmelhorias na obra, deslocando-se quatro vezes a Coimbra para estes procedimentos. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    7. 7. Sé velha de Coimbra"Escrevi isto como recordação permanente do meu sofrimento. A minha mão perecerá um dia, mas agrandeza ficará" Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    8. 8. Sé velha de CoimbraDatação:Devido à inexistência de documentação, não podemos ter certezas sobre o início da construção da Sé.Certamente aconteceu depois da doação de terrenos por D. Afonso Henriques aos Cónegos Regrantes para aconstrução de um mosteiro na cidade de Coimbra, logo terá acontecido depois de 1139.Apesar das dúvidas, grande parte dos historiadores acreditam que obras se iniciaram algures na década de 60.No ano de 1184 é a consagração da catedral.Esta só seria terminada em 1320 com a conclusão do claustro. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    9. 9. Sé velha de CoimbraDescrição:Grande templo tipo fortaleza, de fortes paredes em cantaria, fechadas como muralhas, ameado no topo epossuindo um corpo avançado no centro da fachada como uma torre, é acessível por uma escadaria.Tem um fundo portal rasgado ao centro, com quatro arquivoltas assentes num complexo sistema de colunelos– simples e duplos – pilastras e capitéis, todos densamente decorados. Em cima, um janelão central do mesmotipo ilumina o corpo, sendo mais baixo e também com quatro arquivoltas. Os dois portais laterais sãoquinhentistas.In, Direc .PEREIRA, Paulo, “História da Arte Portuguesa: Vol. II O Mundo Românico”, circulo de leitores, Riode Moura, 2007, pp.83. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    10. 10. Sé velha de CoimbraPórtico da Sé e pormenor do janelão. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    11. 11. Sé velha de CoimbraFachada lateral. Abside e os dois absidíolos. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    12. 12. Sé velha de CoimbraPormenor das pilastras e dos colunelos. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    13. 13. Sé velha de CoimbraDescrição: O interior é de três naves e cinco tramos, com transepto pouco desenvolvido, sendo a cabeceira formada porabside e dois absidíolos. A cobertura é feita por abóbada de canhão na nave central e transepto, e por abóbadade aresta nas naves laterais, mais baixas e suportando um trifório, assente em capitéis decorados sobrecolunas, adossados em feixes cruciformes nos pilares. O arco cruzeiro é enciminado por uma torre-lanternaquadrangular, de interior abobadado. No transepto se desenham arcarias cegas. A cabeceira conserva janelascom colunelos e capitéis, tendo a capela-mor dois andares.In, Direc .PEREIRA, Paulo, “História da Arte Portuguesa: Vol. II O Mundo Românico”, circulo de leitores, Riode Moura, 2007, pp.83. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    14. 14. Sé velha de CoimbraArcaria cega do transepto. Nave Central. A bóbada da arestas que suporta o trifório. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    15. 15. Sé velha de Coimbra Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    16. 16. Sé velha de Coimbra Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    17. 17. Sé velha de Coimbra Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    18. 18. Sé velha de Coimbra Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    19. 19. Sé velha de Coimbra Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    20. 20. Sé velha de Coimbra Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    21. 21. Sé velha de CoimbraImportância para a localidade:A Sé como centro litúrgico foi o local por excelência para as celebrações mais importantes em Coimbra.Desde de celebrações litúrgicas como procissões e missas, bem como, solenes como o coroamento de D.Sancho I.A catedral é um importante testemunho de Coimbra como centro político e cultural durante os primeirosreinados. Sendo assim a primeira “capital” de Portugal.Do mesmo modo mostra a forte influência da cultura mourisca (moçárabe e islâmica) na cidade , através dosmotivos vegetalistas e geométricos no pórtico principal.Por fim, podemos dizer que a Sé foi uma construção que influenciou o românico da zona Centro. Sendo muitosdos elementos desta construção “copiados” noutras igrejas do mesmo período, como: S. Tiago; S. Salvador; S.Cristóvão; entre outras. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    22. 22. Sé velha de CoimbraIgreja de S. Cristovão. Igreja de S. Salvador. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    23. 23. Sé velha de CoimbraIgreja de S. Tiago antes e depois do restauro. Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012
    24. 24. Sé velha de CoimbraBibliografia:Rev. “Sé velha de Coimbra: culto e cultura”, MACEDO, Francisco Pato, “A Sé velha na conjugação doRomânico e do Gótico”, Ciclo de Conferências , Coimbra, 2003;Direc. PEREIRA, Paulo, “História da Arte Portuguesa: Vol. II O Mundo Românico”, Circulo de Leitores, Rio deMoura, 2007;Rev. “Sé velha de Coimbra: culto e cultura”, PIMENTEL, António, “Sé velha: o regresso da beleza antiga –obras de restauro de 1893 a 1902”, Ciclo de Conferências , Coimbra, 2003;Rev. “Sé velha de Coimbra: culto e cultura”, RAMOS, António, “A consagração do reino: em torno do(s)projecto(s) da Sé velha”, Ciclo de Conferências , Coimbra, 2003;VASCONCELOS, António, “A Sé velha de Coimbra”, Imprensa da Universidade, Coimbra, 1930;http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70529/Imagens retiradas de - http://www.monumentos.pt Eduardo Albuquerque 12 de Novembro de 2012

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