Embiologia

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Embiologia

  1. 1. EMBRIOLOGIA HUMANA Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo - COREN 99792
  2. 2. Desenvolvimento Humano <ul><li>Começa quando o ovócito é fertilizado por um espermatozóide </li></ul><ul><li>Maioria do processo de desenvolvimento ocorre durante os períodos embrionários e fetal </li></ul><ul><li>Algumas transformações ocorrem posteriormente com a infância, adolescência e maturidade </li></ul>
  3. 3. Períodos do Desenvolvimento <ul><li>Divididos em período pré-natal e pós-natal </li></ul><ul><li>Não cessa no nascimento, pois mudanças importantes ocorrem após o nascimento </li></ul>
  4. 4. Período Pré-Natal <ul><li>Principais transformações que ocorrem antes do nascimento </li></ul>
  5. 5. Terminologia Embriológica <ul><li>Maioria origina-se do latim e do grego </li></ul><ul><li>Clareza e auxilia a memorização </li></ul><ul><li>Zigoto – zyg o tus que significa unidos </li></ul>
  6. 6. Ovócito <ul><li>Latim ovum – ovo </li></ul><ul><li>Célula germinativa ou sexual feminina </li></ul><ul><li>Quando maduro denomina-se ovócito secundário </li></ul><ul><li>Ovo inviável – desenvolvimento do embrião cessou </li></ul>
  7. 7. Espermatozóide <ul><li>Grego spermatos – semente </li></ul><ul><li>Zo on – animal </li></ul><ul><li>Célula germinativa masculina </li></ul><ul><li>São expelidos durante a ejaculação </li></ul>
  8. 8. Zigoto <ul><li>Grego zig o tos- unido </li></ul><ul><li>Célula resultante da união de um ovócito e um espermatozóide </li></ul><ul><li>Começo de um novo ser humano </li></ul><ul><li>Ovo fertilizado – ovócito secundário penetrado por um espermatozóide </li></ul><ul><li>Fim da fertilização – ovócito tornou-se zigoto </li></ul>
  9. 9. Fertilização <ul><li>Idade da gestação – a partir do primeiro dia do último período menstrual (cerca de duas semanas após a fertilização) </li></ul><ul><li>Fertilização - duas semanas após a menstruação que a precedeu </li></ul>
  10. 10. Clivagem <ul><li>Também chamado de segmentação </li></ul><ul><li>Série de divisões mitóticas das células do zigoto, resultando nas primeiras células embrionárias denominadas blastômeros </li></ul><ul><li>Blastômeros torna-se cada vez menores a cada divisão </li></ul>
  11. 11. Mórula <ul><li>Latim morus que significa amora </li></ul><ul><li>Bola compacta de células – compactação – </li></ul><ul><li>Mediado por glicoproteínas de adesão da superfície celular </li></ul><ul><li>É denominado mórula quando 12 ou mais blastômeros se formaram, agrupando-se esféricamente, semelhante a uma amora </li></ul><ul><li>Ocorre 3 a 4 dias após fertilização, após a penetração no útero </li></ul>
  12. 12. Blastocisto <ul><li>Grego blastos – germe + kystis – bexiga </li></ul><ul><li>Mórula forma dentro de si uma cavidade cheia de fluído chamada de cavidade blastocística </li></ul><ul><li>Esta mudança converte a mórula em um blastocisto </li></ul><ul><li>Massa celular interna ou embrioblasto – localizadas centralmente, constituem o início do embrião </li></ul>
  13. 14. Implantação <ul><li>Processo durante o qual o blastocisto se prende no endométrio, implantando-se dentro dela </li></ul><ul><li>Pré-implantação – período que vai da fertilização ao início da implantação – 6 dias </li></ul>
  14. 15. Gástrula <ul><li>Grego gaster – estômago – transformação de um blastocisto em gástrula </li></ul><ul><li>Disco embrionário com três camadas ou trilaminar (terceira semana) </li></ul><ul><li>Três camadas germinativas da gástrula – ectoderma, mesoderma e endoderma </li></ul>
  15. 16. Nêurula <ul><li>Neurulação – formação do tubo neural </li></ul><ul><li>Transcurso da quarta semana </li></ul><ul><li>Tubo neural é o primórdio do sistema nervoso central </li></ul>
  16. 17. Embrião <ul><li>Grego embryon – refere-se ao estágio inicial do desenvolvimento </li></ul><ul><li>Período embrionário – até o fim da oitava semana – início principais estruturas </li></ul><ul><li>Somente coração e circulação funcionando </li></ul><ul><li>Medida do embrião – ápice do crânio até as nádegas </li></ul>
  17. 18. Estágios de Desenvolvimento Pré-Natal <ul><li>Medido em estágios por causa do tempo variável que os embriões levam para se desenvolver características morfológicas </li></ul><ul><li>Estágio 1 – fertilização e o desenvolvimento do embrião termina no estágio 23, com 56 dias </li></ul><ul><li>Estágio 2 – período fetal começa no dia 57 e termina quando está totalmente fora da mãe </li></ul><ul><li>Podem ser determinado pelo ultra-som </li></ul>
  18. 19. Concepto <ul><li>Latim conceptio – os derivados de um zigoto </li></ul><ul><li>Refere-se ao embrião e anexos </li></ul><ul><li>Inclui todas as estruturas que se formam a partir do zigoto – embrionárias e extra-embrionárias </li></ul><ul><li>Parte embrionária da placenta e membranas associadas – âmnio, saco coriônico (gestação) e saco vitelino </li></ul>
  19. 20. Primórdio <ul><li>Latim primus – primeiro ordior – começar </li></ul><ul><li>Começo ou primeiro sinal que se pode perceber do estágio mais inicial do desenvolvimento de um órgão ou estrutura </li></ul><ul><li>Ex. primórdio do membro aparece como um broto no dia 26 </li></ul>
  20. 21. Feto <ul><li>Período pré-natal acima de oito semanas </li></ul><ul><li>Período fetal – nona semana ao nascimento </li></ul><ul><li>Diferenciação e crescimento dos tecidos e órgãos que se formaram durante período embrionário </li></ul><ul><li>Período importante – torna possível o funcionamento dos órgãos e tecidos </li></ul><ul><li>Corpo cresce com grande velocidade </li></ul>
  21. 22. Infante <ul><li>Primeiro período de vida extra-uterina </li></ul><ul><li>Primeiro ano após nascimento </li></ul><ul><li>Crescimento corpóreo rápido </li></ul><ul><li>Comprimento total aumenta a metade </li></ul><ul><li>Geralmente peso triplica </li></ul><ul><li>Maioria com um ano – 6 a 8 dentes </li></ul>
  22. 23. Infância <ul><li>Cerca de 13 meses até puberdade (maturidade sexual) </li></ul><ul><li>Substituição dos dentes primários para permanentes </li></ul><ul><li>Ossificação ativa </li></ul><ul><li>Diminuição da velocidade de crescimento </li></ul>
  23. 24. Puberdade <ul><li>Usualmente entre 12 e 15 anos </li></ul><ul><li>Definidas pelo desenvolvimento das características secundárias </li></ul><ul><li>Termina com a menarca no sexo feminino e com início de produção dos espermatozóides no sexo masculino </li></ul>
  24. 25. Adolescência <ul><li>Período aproximadamente dos 11 aos 19 anos </li></ul><ul><li>Maturidade física, mental e emocional </li></ul><ul><li>Capacidade de reprodução </li></ul>
  25. 26. Maturidade <ul><li>Entre 18 e 21 anos </li></ul><ul><li>Ossificação e crescimento completos </li></ul>
  26. 27. Embriologia <ul><li>Estudo dos embriões </li></ul><ul><li>Desenvolvimento pré-natal – estudo de embriões e feto </li></ul><ul><li>Estuda o início da vida humana e transformações que ocorrem durante o desenvolvimento pré-natal </li></ul><ul><li>Ajuda nas causas de variações da estrutura humana </li></ul>
  27. 28. Aspectos Históricos <ul><li>Garbha Upanishad – sangue x sêmem </li></ul><ul><li>Sábios gregos </li></ul><ul><li>Hipócrates – pássaro x homem </li></ul><ul><li>Aristóteles (Fundador da Embriologia) – massa amorfa </li></ul><ul><li>Cláudio Galeno – desenvolvimento e a nutrição dos fetos – alantóide, âmnio e placenta </li></ul><ul><li>Constantino de Salerno – desenvolvimento seqüencial em relação à placenta </li></ul>
  28. 29. Aspectos Históricos <ul><li>Leonardo da Vinci – desenhos de grande precisão de dissecções do útero gravídico </li></ul><ul><li>Harvey – espermatozóide x ovo – embriões eram secretados pelo útero </li></ul><ul><li>Graaf – denominou o ovário – descreveu folículos ovarianos </li></ul><ul><li>Marcello Malpighi – acreditava que o ovo continha uma ave em miniatura </li></ul><ul><li>Heinrich C. Pander – descobridor das camadas germinativas - blastoderma </li></ul>
  29. 30. Aspectos Históricos <ul><li>Saint Hilarie – estudos com anomalia </li></ul><ul><li>Von Baer – ovócito no folículo ovariano – zigoto em divisão na tuba uterina e blastocistos no útero </li></ul>
  30. 31. Desenvolvimento Humano <ul><li>Começa com a fertilização </li></ul><ul><li>Zigoto </li></ul>
  31. 32. Gametogênese <ul><li>Espermatozóide e ovócito – gametas que contém metade do número de cromossomas presente nas células somáticas do corpo </li></ul><ul><li>Processo de formação e desenvolvimento das células especializadas para reprodução denominadas gametas </li></ul><ul><li>Prepara as células sexuais para a fertilização </li></ul><ul><li>Número de cromossomas é reduzido pela metade </li></ul><ul><li>Modificação da forma celular </li></ul>
  32. 33. Gametogênese <ul><li>Cromossoma – definida pela presença de um centrômero (parte de um cromossomo) </li></ul><ul><li>Antes da replicação de DNA – fase S do ciclo celular os cromossomas de uma cromátide </li></ul><ul><li>Cromátide – fitas paralelas de DNA </li></ul><ul><li>Após replicação de DNA – cromossomas de dupla cromátide </li></ul>
  33. 34. Meiose <ul><li>Tipo especial de divisão celular </li></ul><ul><li>Envolve duas divisões celulares meióticas </li></ul><ul><li>Ocorre somente nas células germinativas </li></ul><ul><li>Células germinativas diplóides dão origem a gametas haplóides </li></ul>
  34. 35. Primeira Divisão Meiótica <ul><li>Número de cromossomas é reduzido de diplóide (duplo) para haplóide (simples) </li></ul><ul><li>Paralelamento dos cromossomos homólogos </li></ul><ul><li>Segregação na anáfase </li></ul><ul><li>Cromossomas homólogos formam pares (prófase) </li></ul><ul><li>Separação (anáfase) – representante de cada par indo para cada pólo </li></ul>
  35. 36. Primeira Divisão Meiótica <ul><li>Cromossomas homólogos são pares de cromossomos – sendo cada um herdados de um dos progenitores </li></ul><ul><li>Cromossomas de dupla cromátide </li></ul><ul><li>Cromossomas X e Y não são homólogos, mas tem segmentos iguais em cada ponta do braço curto </li></ul><ul><li>Fim da primeira divisão meiótica – cada nova célula formada tem número haplóide de cromossomos </li></ul><ul><li>Base física para segregação – separação de genes alelos durante meiose </li></ul>
  36. 38. Segunda Divisão Meiótica <ul><li>Sem replicação de DNA </li></ul><ul><li>Cada cromossoma divide-se e cada cromátide é tracionada para um pólo diferente </li></ul><ul><li>Número haplóide de cromossomas (23) é mantido e cada célula filha formada por meiose tem número haplóide reduzido de cromossomas </li></ul><ul><li>Um representante de cada par de cromossomas (cromátide simples) </li></ul><ul><li>Segunda divisão meiótica é semelhante a uma mitose comum </li></ul>
  37. 39. Importância da Meiose <ul><li>Mantém constante o número de cromossomas de geração para geração ao reduzir o número de cromossomas de diplóide para haplóide, produzindo gametas </li></ul><ul><li>Recoloca segmentos de cromossomas maternos e paternos através do crossing-over de segmentos cromossômicos, que embaralha os genes e leva a uma combinação do material genético </li></ul>
  38. 40. Gametogênese Anormal <ul><li>Perturbações da meiose durante a gametogênese – não-disjunção </li></ul><ul><li>Resultam na formação de gametas cromossomicamente anormais – anormalidade numérica </li></ul><ul><li>Síndrome de Down </li></ul>
  39. 41. Espermatogênese <ul><li>Seqüência inteira de eventos nas quais as células germinativas primitivas (espermatogônia) –se transformam em espermatozóides </li></ul><ul><li>Processo de maturação começa na puberdade onde aumenta de número </li></ul><ul><li>Espermatócitos primários – mudanças graduais através de processos mitóticos da espermatogônia – primeira divisão meiótica – dois espermatócitos secundários </li></ul>
  40. 42. Espermatogênese <ul><li>Espermatócitos secundários – haplóides com metade do tamanho dos espermatócitos primários </li></ul><ul><li>Segunda divisão meiótica – formam quatro espermátides que têm metade do tamanho dos espermatozóides secundários </li></ul>
  41. 43. Espermátides <ul><li>Transformam-se gradualmente em quatro espermatozóides maduros por processo de diferenciação chamado espermiogênese </li></ul>
  42. 45. Células de Sertoli <ul><li>Revestem tubos seminíferos </li></ul><ul><li>Sustentam e nutrem as células germinativas </li></ul><ul><li>Podem estar ligadas à espermatogênese </li></ul>
  43. 46. Espermatozóide Maduro - Cabeça <ul><li>Célula móvel </li></ul><ul><li>Contém cabeça e cauda </li></ul><ul><li>Cabeça contém núcleo haplóide e acrossoma (organela semelhante a um capuz que contém várias enzimas entre elas a acrosina) </li></ul><ul><li>Enzimas – quando liberadas facilita a penetração do espermatozóide na corona radiata e zona pelúcida durante a fertilização </li></ul>
  44. 47. Espermatozóide Maduro - Cauda <ul><li>Cauda – três segmentos – peça intermediária, principal e terminal; permite mobilidade auxiliando no transporte para o local da fertilização </li></ul><ul><li>Intermediária – contém mitocôndrias, que fornecem ATP </li></ul>
  45. 49. Ovogênese <ul><li>Sequencia de eventos através dos quais as células germinativas primitivas denominadas de ovogônias se transformam em um ovo maduro </li></ul><ul><li>Começa antes do nascimento e termina na puberdade (maturação) </li></ul>
  46. 50. Maturação Pré-Natal do Ovócitos <ul><li>Início da vida fetal proliferam-se por divisão mitótica </li></ul><ul><li>Crescem antes do nascimento, formando ovócitos primários </li></ul>
  47. 51. Ovócito Primário – Folículo Primordial <ul><li>Células do tecido conjuntivo chamadas de estroma o envolvem e formam uma camada simples de células epiteliais foliculares achatadas </li></ul><ul><li>O ovócito envolvido por esta camada de células constitui um folículo primordial </li></ul>
  48. 52. Ovócito Primário – Folículo Primário <ul><li>Crescimento do ovócito primário, durante puberdade </li></ul><ul><li>Células epiteliais foliculares tornam-se cubóides e depois colunares formando o folículo primário </li></ul>
  49. 53. Zona Pelúcida <ul><li>Camada de material glicoprotéica amorfo (gelatinoso), acelular que envolve o ovócito </li></ul><ul><li>Semelhante a uma malha com fenestras </li></ul>
  50. 54. Folículo Secundário <ul><li>Camada extra de células foliculares cubóides que o folículo secundário adquire em maturação </li></ul>
  51. 55. Ovócitos Primários <ul><li>Começam a divisão meiótica antes do nascimento </li></ul><ul><li>Término da prófase só ocorre na adolescência permanecem em prófase suspensa (dictioteno) até o início da maturidade sexual e dos ciclos reprodutivos durante a puberdade </li></ul>
  52. 57. Maturação Pós-Natal dos Ovócitos <ul><li>Começa com o início da puberdade, geralmente com um folículo a cada mês (exceto anticoncepcionais) </li></ul><ul><li>Após o nascimento não se forma nenhum ovócito primário nas mulheres o que difere com a produção contínua de espermatócitos nos homens </li></ul><ul><li>Permanecem dormentes até a puberdade </li></ul><ul><li>Completa a primeira divisão meiótica com a maturação do folículo, aumentando de tamanho </li></ul>
  53. 58. Ovócito Secundário <ul><li>Fica com quase todo o citoplasma </li></ul><ul><li>Corpo polar – é uma pequena célula não funcionante </li></ul><ul><li>Começa segunda divisão meiótica na ovulação mas é interrompida na metáfase </li></ul><ul><li>É completada quando o espermatozóide penetra no ovócito secundário </li></ul><ul><li>A maturação do ovócito é completada logo após extrusão do segundo corpo polar </li></ul>
  54. 59. Diferenças entre Gametas Masculinos e Femininos <ul><li>Ovócito é uma célula grande comparada ao espermatozóide </li></ul><ul><li>É imóvel </li></ul><ul><li>O ovócito é envolvido pela zona pelúcida e por uma camada de células denominada corona radiata </li></ul><ul><li>Têm citoplasma abundante contendo grânulos de vitelo que nutrem o zigoto em divisão na primeira semana do desenvolvimento </li></ul><ul><li>Espermatozóide tem citoplasma escasso e especialização para a mobilidade </li></ul>
  55. 60. Diferenças entre Gametas Masculino e Feminino <ul><li>Constituição do cromossoma sexual </li></ul><ul><li>Espermatozóides normais: 23 x e 23 Y </li></ul><ul><li>Ovócito normal: 23 x </li></ul>
  56. 61. Gametas Anormais <ul><li>Anormalidade cromossômica do embrião aumenta de modo significativo quando a idade da mão é superior à 35 anos de idade </li></ul><ul><li>Pode ocorrer síndrome de down </li></ul><ul><li>Mutação genética por trissomia </li></ul><ul><li>Aumento da idade dos progenitores aumento no acúmulo de mutações passíveis </li></ul>
  57. 62. Possíveis Causas <ul><li>Durante a meiose cromossomos homólogos não se separam e não vão para os pólos opostos </li></ul><ul><li>Erro na divisão celular </li></ul><ul><li>Não-disjunção </li></ul><ul><li>Alguns gametas com 24 cromossomos outros com 22 </li></ul><ul><li>Associação do gameta anormal com 24 cromossomos com um gameta normal com 23 é compatível com síndrome de down que corresponde à 47 cromossomos </li></ul>
  58. 63. Útero <ul><li>Órgão muscular periforme </li></ul><ul><li>Paredes espessas variável </li></ul><ul><li>7 a 8 cm de comprimento </li></ul><ul><li>5 a 7 cm de largura </li></ul><ul><li>2 a 3 cm de espessura </li></ul>
  59. 64. Divisões do Útero <ul><li>Corpo – dois terços superiores expandidos </li></ul><ul><li>Cérvice – terço inferior cilíndrica </li></ul>
  60. 65. Corpo do Útero <ul><li>Se estrita no fundo </li></ul><ul><li>Parte arredondada fica acima dos orifícios da tuba uterina </li></ul><ul><li>Ístmo – região estreitada situada entre o corpo e a cérvice </li></ul>
  61. 66. Cérvice <ul><li>Compreende a extremidade vaginal </li></ul><ul><li>Quase cilíndrica e afilada </li></ul><ul><li>Luz da cérvice pode ser chamada de canal cervical </li></ul>
  62. 67. Paredes do Corpo do Útero <ul><li>Perimétrio – mais externa </li></ul><ul><li>Miométrio – a camada do músculo liso, mais espessa </li></ul><ul><li>Endométrio – delgada camada interna </li></ul>
  63. 68. Perimétrio <ul><li>Camada peritoneal firmemente aderida ao miométrio </li></ul><ul><li>Fase do ciclo menstrual pode-se distinguir 3 camadas: </li></ul><ul><li>Camada compacta </li></ul><ul><li>Camada esponjosa </li></ul><ul><li>Camada basal </li></ul>
  64. 69. Camada Compacta <ul><li>Delgada </li></ul><ul><li>Tecido conjuntivo densamente compactado em torno do colo das glândulas uterinas </li></ul>
  65. 70. Camada Esponjosa <ul><li>Espessa </li></ul><ul><li>Composta de tecido conjuntivo edematoso </li></ul><ul><li>Contém corpos dilatados e retorcidos das glândulas uterinas </li></ul>
  66. 71. Camada Basal <ul><li>Delgada </li></ul><ul><li>Extremidade em fundo de saco das glândulas uterinas </li></ul>
  67. 72. Tubas Uterinas <ul><li>10 a 12 cm de comprimento </li></ul><ul><li>Estendem-se lateralmente em cornos do útero </li></ul><ul><li>Transportam ovócitos vindos do ovário e os espermatozóides vindo do útero até a ampola da tuba uterina que é o local da fertilização </li></ul><ul><li>Transporta o zigoto em divisão para cavidade uterina </li></ul>
  68. 73. Divisão da Tuba Uterina <ul><li>Infundíbulo </li></ul><ul><li>Ampola </li></ul><ul><li>Ístmo </li></ul><ul><li>Parte uterina </li></ul>
  69. 74. Ovários <ul><li>Glândulas reprodutivas em forma de amêndoas </li></ul><ul><li>Localizadas juntamente à parede lateral pélvica de ambos os lados </li></ul><ul><li>Produzem o estrógeno e progesterona (responsáveis pela regulação da gravidez e características sexuais) </li></ul><ul><li>Produção e manutenção dos ovócitos </li></ul>
  70. 75. Desenvolvimento dos Folículos <ul><li>Crescimento e diferenciação de um ovócito primário </li></ul><ul><li>Proliferação de células foliculares </li></ul><ul><li>Formação de zona pelúcida </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de uma cápsula de tecido conjuntivo chamada de teca folicular </li></ul>
  71. 76. Teca <ul><li>Cápsula que envolve o folículo primário </li></ul><ul><li>É desenvolvida a partir do estroma adjacente </li></ul><ul><li>Divide-se em interna e externa </li></ul>
  72. 77. Interna <ul><li>Vascular </li></ul><ul><li>Glandular </li></ul>
  73. 78. Antro <ul><li>Espaços entre células cheio de fluidos que contém o fluído folicular </li></ul><ul><li>Folículo ovariano passa a ser chamado de folículo secundário ou vesicular </li></ul><ul><li>Ovócito é empurrado para um lado do folículo, circundado por células foliculares (cumulus oophurus) que se projeta para o antro aumentado </li></ul><ul><li>Forma uma saliência na superfície do ovário </li></ul>
  74. 79. Desenvolvimento dos Folículos Ovarianos <ul><li>Induzido pelo FSH e LH </li></ul><ul><li>Folículos em crescimento produzem o estrógeno (regula o desenvolvimento e funcionamento dos órgãos reprodutivos) </li></ul><ul><li>Teca interna produz fluído folicular e pequena quantidade de estrógenos e andrógenos </li></ul>
  75. 80. Ovulação <ul><li>Sob influência do FSH e LH </li></ul><ul><li>Destacamento do ovócito secundário antes da ovulação </li></ul><ul><li>Desencadeada por pico de produção de LH que geralmente é de 24 após o pico de LH </li></ul><ul><li>Surto de LH – desencadeado pelo alto nível de estrógeno no sangue </li></ul>
  76. 81. O Surto LH <ul><li>Desencadeado pelo alto nível de estrógeno no sangue </li></ul><ul><li>Estigma edemacia com formação de vesícula </li></ul><ul><li>Rompimento da estigma e expulsão do ovócito secundário e fluído folicular </li></ul><ul><li>Ovócito secundário expelido envolvido pela zona pelúcida formando corona radiata </li></ul>
  77. 82. Corpo Lúteo <ul><li>Estrutura glandular formada pela junção das paredes do folículo e da teca </li></ul><ul><li>Secretam progesterona – estimulam glândulas endometriais a secretar e preparar o endométrio para a implantação do blastocisto </li></ul><ul><li>Ovócito fertilizado – crescimento do corpo lúteo e aumento da produção de hormônios </li></ul><ul><li>Degeneração do corpo lúteo – impedido pela gonodotrofina coriônica humana (HCG) </li></ul><ul><li>É secretado pelo sinciciotrofoblasto do córion </li></ul>
  78. 83. Corpo Lúteo <ul><li>Degenera-se 10 a 12 dias após ausência da fertilização </li></ul><ul><li>Corpo albicans tecido cicatricial branco após involução </li></ul>
  79. 84. Ciclo Menstrual <ul><li>Período durante o qual o ovócito amadurece,é ovulado e penetra na tuba uterina </li></ul><ul><li>Médio de 28 dias </li></ul>
  80. 85. Fases do Ciclo Menstrual <ul><li>Determinados por níveis de estrógeno e progesterona </li></ul><ul><li>Fase menstrual </li></ul><ul><li>Fase proliferativa </li></ul><ul><li>Fase secretora </li></ul>
  81. 86. Fase Menstrual <ul><li>Inicio ao primeiro dia da menstruação </li></ul><ul><li>Descamação da camada funcional do útero e eliminada com fluxo menstrual que dura 4 a 5 dias </li></ul><ul><li>Fluxo menstrual sai pela vagina em quantidades variáveis de sangue e tecido endometrial </li></ul>
  82. 87. Fase Proliferativa <ul><li>Estrogênica – dura cerca de 9 dias </li></ul><ul><li>Coincide com crescimento dos folículos ovarianos </li></ul><ul><li>Controlada pelo estrógeno e secretado pelos folículos </li></ul><ul><li>Espessura e teor de água aumenta de duas a três vezes a quantidade de água do endométrio (reparação e proliferação) </li></ul><ul><li>Epitélio se refaz e recobre o endométrio </li></ul>
  83. 88. Fase Secretora <ul><li>Dura cerca de 13 dias </li></ul><ul><li>Coincide com a formação e crescimento do corpo lúteo </li></ul><ul><li>Progesterona produzida pelo corpo lúteo estimula epitélio glandular </li></ul>
  84. 89. Ausência da Fertilização <ul><li>Corpo lúteo degenera </li></ul><ul><li>Níveis de estrógeno e progesterona caem </li></ul><ul><li>Endométrio entra em uma fase isquêmica </li></ul><ul><li>Ocorre menstruação </li></ul>
  85. 90. Gravidez <ul><li>Interrupção do ciclo menstrual </li></ul><ul><li>Endométrio entra em fase gravídica </li></ul>
  86. 91. Transporte de Gametas <ul><li>Expulsão do folículo ovariano </li></ul><ul><li>Cílios das células da mucosa da fímbria varrem para dentro do infundíbulo </li></ul><ul><li>Passa para ampola da tuba – ondas peristálticas </li></ul><ul><li>Avançam em direção ao útero </li></ul>
  87. 92. Transporte dos Espermatozóides <ul><li>Espermatozóides armazenados na cauda do epidídimo </li></ul><ul><li>Levados para uretra por contrações </li></ul><ul><li>Secreções das glândulas acessórias </li></ul><ul><li>Depositados em torno da cérvice e no fórnix da vagina </li></ul><ul><li>Propulsão dos espermatozóides </li></ul><ul><li>Enzima vesiculase coagula parte do sêmem e forma um tampão vaginal </li></ul>
  88. 93. Maturação dos Espermatozóides <ul><li>Período de capacitação – 7 horas </li></ul><ul><li>Acrossoma é removida </li></ul>
  89. 94. Fertilização <ul><li>Local – ampola da tuba uterina </li></ul><ul><li>Parte mais comprida e mais larga </li></ul><ul><li>Ovócito fertilizado – desenvolvimento humano </li></ul><ul><li>Complexa sequência de eventos moleculares coordenados </li></ul>
  90. 97. Seqüência <ul><li>Passagem do espermatozóide pela corona radiata, que envolve a zona pelúcida de um ovócito </li></ul><ul><li>Penetração na zona pelúcida que envolve o ovócito </li></ul><ul><li>Fusão das membranas plasmáticas do ovócito e do espermatozóide </li></ul><ul><li>Término da segunda divisão meiótica do ovócito e formação do pronúcleo feminino </li></ul>
  91. 98. Seqüência <ul><li>Formação do pronúcleo masculino </li></ul><ul><li>Membranas dos pronúcleos se dissolvem, os cromossomos se condensam e se dispõe para divisão mitótica da célula </li></ul>
  92. 99. Zigoto <ul><li>Genericamente único </li></ul><ul><li>Metade dos cromossomos são do pai e da mãe </li></ul><ul><li>Contém uma combinação diferente das células de ambos progenitores </li></ul><ul><li>Sexo determinado na fertilização pelo tipo de espermatozóide ( X ou Y ) que fertiliza o ovo </li></ul><ul><li>Portador X – zigoto 46, XX – mulher </li></ul><ul><li>Portador Y – zigoto 46, XY - homem </li></ul>
  93. 100. Clivagem do Zigoto <ul><li>Repetidas divisões mitóticas do zigoto – rápido aumento do número de células 30 horas após </li></ul><ul><li>Células são chamadas de blastômeros – tornam-se cada vez menores a cada divisão de clivagem (sequencia de dois, quatro, oito) </li></ul><ul><li>Ocorre enquanto o zigoto passa na tuba uterina em direção ao útero </li></ul>
  94. 101. Compactação <ul><li>Estágio de nove células em que os blastômeros mudam de forma e aderem uns aos outros formando uma bola de células </li></ul><ul><li>Mediado por glicoproteínas </li></ul><ul><li>Quando se formam de 12 a 16 blastômeros – denominado mórula – penetração uterina </li></ul>
  95. 102. Blastogênese <ul><li>Após entrar no útero – mórula forma em seu interior um espaço cheio de fluido </li></ul><ul><li>Cavidade blastocística – espaço interno da mórula composta de líquido – também chamada de blastocele </li></ul><ul><li>Aumento do fluido na cavidade blastocística – separação do blastômero em duas partes </li></ul>
  96. 103. Trofoblasto <ul><li>Camada celular externa, delgada – trophe , nutrição </li></ul><ul><li>Origem da parte embrionária da placenta </li></ul>
  97. 104. Massa Celular Interna <ul><li>Grupo de blastômeros localizados na região central – dá origem ao embrião </li></ul><ul><li>Embrioblasto – massa primórdia do embrião </li></ul>
  98. 105. Blastocisto <ul><li>Estágio de massa celular interna após divisão do blastômero – embrioblasto </li></ul><ul><li>Saliência na cavidade blastocística </li></ul><ul><li>Trofoblasto forma parede do blastocisto </li></ul><ul><li>Degeneração da zona pelúcida </li></ul>
  99. 106. Seis Dias após a Fertilização <ul><li>Fixação do trofoblasto ao epitélio do endométrio </li></ul><ul><li>Proliferação rápida do trofoblasto </li></ul><ul><li>Divisão do trofoblasto em duas camadas </li></ul><ul><li>Citotrofoblasto (trofoblasto celular) </li></ul><ul><li>Sinciciotrofoblasto (trofoblasto sincial) </li></ul>
  100. 107. Sinciciotrofoblasto <ul><li>Atravessam o epitélio endometrial e invadem o tecido conjuntivo (estroma) </li></ul><ul><li>Altamente invasivo, expandindo-se com rapidez </li></ul><ul><li>Produz enzimas que erodem os tecidos maternos, permitindo ao blastocisto aninhar-se no endométrio </li></ul>
  101. 108. Blastocisto <ul><li>Blastocisto implantado superficialmente na camada compacta do endométrio e nutre-se dos tecidos maternos erodidos </li></ul>
  102. 109. Hipoblasto <ul><li>Camada de células que surgem posteriormente à formação de trofoblastos e sinciciotrofoblasto, na superfície da massa celular </li></ul>
  103. 112. Citotrofoblasto <ul><li>Camada mononucleada de células – mitose – </li></ul><ul><li>Formação de novas células para o trofoblasto </li></ul>
  104. 113. Epiblasto <ul><li>Camada espessa </li></ul><ul><li>Células colunares voltadas para a cavidade amniótica </li></ul><ul><li>Células vão constituir o embrião propriamente dito </li></ul>
  105. 114. Hipoblasto <ul><li>Endoderma primitivo </li></ul><ul><li>Adjacentes à cavidade exocelômica </li></ul><ul><li>Forma o saco vitelino primitivo </li></ul><ul><li>Saco vitelino – origem a uma camada de tecido conjuntivo frouxo – mesoderma extra-embrionário </li></ul>
  106. 115. Mesoderma Extra-Embrionário <ul><li>Envolve o âmnio e o saco vitelino </li></ul>
  107. 116. Lacunas Trofoblásticas <ul><li>Espaço que se enche de sangue materno, proveniente de capilares rompidos </li></ul><ul><li>Mantém o corpo lúteo – secreta estrógeno e progesterona para manutenção da gravidez </li></ul><ul><li>Fluido dos espaços lacunares – nutrição do disco embrionário </li></ul><ul><li>Capilares erodidos + lacunas = circulação uteroplacentária </li></ul>
  108. 117. Gastrulação <ul><li>Processo pelo qual o disco embrionário bilaminar é convertido em disco embrionário trilaminar </li></ul><ul><li>Início de desenvolvimento da forma do corpo </li></ul><ul><li>Ectoderme </li></ul><ul><li>Mesoderme </li></ul><ul><li>Endoderme </li></ul>
  109. 118. Ectoderme <ul><li>Origem do sistema nervoso central e periférico </li></ul><ul><li>Retina do olho </li></ul><ul><li>Outras estruturas </li></ul>
  110. 119. Endoderme <ul><li>Fonte dos revestimentos epiteliais das vias aéreas e trato gastrointestinal, glândulas, fígado e o pâncreas </li></ul>
  111. 120. Mesoderme <ul><li>Origens aos músculos, tecido conjuntivo e vasos associados aos tecidos e órgãos </li></ul><ul><li>Sistema cardiovascular e fonte de células da medula óssea, esqueleto, músculos estriados e órgãos reprodutores e de excreção </li></ul>
  112. 121. Neurulação <ul><li>Formação do tubo neural que representa início do sistema nervoso central </li></ul>
  113. 122. Primeiro Trimestre <ul><li>Período fetal </li></ul><ul><li>Maturação dos tecidos e órgãos </li></ul><ul><li>Rápido crescimento do corpo </li></ul>
  114. 123. Terceiro ao Quinto Mês <ul><li>Crescimento acentuado </li></ul>
  115. 124. Características em Meses <ul><li>1º - embrião mede 6mm – olhos, nariz, estômago, pulmões e rins </li></ul><ul><li>2º - face grotesca – inconfundivelmente humana </li></ul><ul><li>3º - boca, nariz e garganta sofrem melhoria considerável </li></ul><ul><li>4º - comprimento cerca de 14 cm – pele desprovida de camada gordurosa subcutânea – primeiros movimentos fetais perceptíveis para a mãe </li></ul>
  116. 125. Características em Meses <ul><li>5º - pele apressam para chegar a forma final – elimina algumas células e substitui por novas - placenta cobre 50% do útero </li></ul><ul><li>6º - glândulas sebáceas – exudato denso e untoso aderido à pele – olho humano pronto para desempenhar seu papel na percepção do mundo exterior </li></ul>
  117. 126. Características em Meses <ul><li>7º - sistema nervoso desenvolvido - membros gradualmente cheios e firmes </li></ul><ul><li>8º - fisiologia cada vez mais parecida com à do adulto </li></ul><ul><li>9º - adquire anticorpos da mãe </li></ul>
  118. 127. Anexos Embrionários <ul><li>Córion </li></ul><ul><li>Âmnio </li></ul><ul><li>Saco vitelino </li></ul><ul><li>Alantóide </li></ul>
  119. 128. Córion <ul><li>Parte fetal da placenta </li></ul><ul><li>Outra porção – derivada do próprio epitélio recebe o nome de descídua </li></ul>
  120. 129. Âmnio <ul><li>Forma-se 7 dias de desenvolvimento </li></ul><ul><li>Contém saco membranoso que envolve embrião/feto </li></ul>
  121. 130. Saco Vitelino <ul><li>Forma-se no início do desenvolvimento embrionário </li></ul><ul><li>Transfere nutrientes para o embrião na 2ª e 3ª semanas de desenvolvimento </li></ul><ul><li>3ª a 5ª semana de desenvolvimento função hematopoética, pois somente com 6º mês o fígado inicia sua função hematopoética </li></ul><ul><li>Síntese de alfafetoproteínas </li></ul>
  122. 131. Alantóide <ul><li>Representa saco alongado que pára no 2º mês de desenvolvimento </li></ul><ul><li>Função hematopoética com formação dos elementos figurados do sangue </li></ul>
  123. 132. Placenta <ul><li>Órgão responsável pelas trocas metabólicas entre a mãe e o feto, sendo formada por tecido fetal (saco coriônico) e por tecido materno que deriva do endométrio uterino </li></ul>
  124. 133. Referências Bibliográficas <ul><li>MOORE, K;L. Embriologia clínica : 6ª ed; editora Guanabara Koogan; 2001 </li></ul>

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