Ciberdemocracia

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Democracia na Cibercultura: Ciberdemocracia.

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Ciberdemocracia

  1. 4. Ciberdemocracia : <ul><li>Interatividade </li></ul><ul><li>Exatidão ao ponto, informação clara e precisa </li></ul><ul><li>Custos baixos para os utilizadores </li></ul><ul><li>Rapidez como um meio de comunicação </li></ul><ul><li>Não limitação geográfica </li></ul><ul><li>Capacidade (parcial) de manter o anonimato </li></ul>
  2. 5. <ul><li>“ ...a ação em favor da democracia (e de seu aperfeiçoamento em ciberdemocracia planetária) não é em vão, absurda ou desesperada, mas que ela deve possuir um sentido.” (pág.39) </li></ul><ul><li>- O progresso é um processo de autocriação, e não a execução de um plano. </li></ul><ul><li>- Só será um progresso se for um processo ético e moral. A inteligência coletiva precisa ser concebida com responsabilidade. Exemplo: Evolução na área da genética. </li></ul>
  3. 6. <ul><li>“ O progresso de que falamos não é mecanicamente determinado. </li></ul><ul><li>Seu objetivo não está fixado de antemão </li></ul><ul><li>em um plano divino. Ele não faz </li></ul><ul><li>da liberdade humana uma ilusão. </li></ul><ul><li>Ao contrário, trata-se efetivamente </li></ul><ul><li>do progresso da LIBERDADE.” </li></ul><ul><li>1° Aperfeiçoamento das técnicas e acúmulo de conhecimentos; </li></ul><ul><li>2° Avanços morais, jurídicos e políticos de emancipação humana. </li></ul>
  4. 7. <ul><li>“ A história que evocamos é uma HISTÓRIA DO SENTIDO onde cada instante é uma ocasião para interpretar todos aqueles que o precederam e poderá, por sua vez, ser reinterpretado indefinidamente.” (Pág. 41) </li></ul>
  5. 8. “ Um homem pré-histórico não teria podido imaginar o mundo contemporâneo, suas instituições, suas ciências e suas técnicas. Ora, visto a velocidade alcançada hoje pela evolução cultural, somos talvez os homens pré-históricas de nossos netos. Somos muito mais capazes de evoluir, isto é, de estarmos abertos às mudanças dos sentidos e da liberdade do que podemos imaginar.” (Pág. 42)
  6. 10. Essa aprendizagem coletiva se dá pelo princípio da colaboração em rede, princípio que rege a cibercultura em seu conjunto de praticas sociais e comunicacionais. Essas novas tecnologias da comunicação alteram os processos de produção e criação, circulação de bens, trazendo “uma nova configuração social, cultural, comunicacional e consequentemente política.”
  7. 11. - liberação da omissão; - conexão generalizada; - reconfiguração social, cultural, econômica e política;
  8. 12. <ul><li>No primeiro princípio – liberação do pólo da emissão . Mostrar que a emergência de vozes e discursos ainda estão em jogo, mesmo depois de terem sido reprimidos na edição de informação. </li></ul>
  9. 13. <ul><li>O segundo principio – “tudo em rede” conectividade generalizada. Tudo se comunica e tudo está em rede: pessoas, objetos, cidades. É a era da “internet das coisas” </li></ul>
  10. 14. <ul><li>O terceiro princípio – é o da configuração . Reconfigurar práticas, modalidades, espaços, sem a substituição dos seus antecedentes. </li></ul>Reconfiguração social, cultural, econômica e política
  11. 15. Mídias <ul><li>Mídias de massa </li></ul><ul><li>Mídias interativas, novas mídias </li></ul><ul><li>Rádio </li></ul><ul><li>Tv </li></ul><ul><li>Jornais </li></ul><ul><li>Internet </li></ul><ul><li>Telefones Celulares </li></ul><ul><li>Microcomputadores </li></ul><ul><li>Com novas funções abertas, interativas, distributivas e pós-massivas. </li></ul>
  12. 16. ... As funções “pós-massivas emergentes tencionam a paisagem comunicacional e têm forte impacto político ... (pág 47)
  13. 17. <ul><li>Funções massivas </li></ul><ul><li>Funções pós-massivas </li></ul><ul><li>As funções massivas são aquelas voltadas para o receptor massivo, homogêneo, não diferenciado, pessoas que não se conhecem, que não enteragem. </li></ul><ul><li>Não existe estrutura organizacional nas massas, fazendo com que as mesmas sejam dominadas pelas idéias mais simples possíveis. </li></ul><ul><li>Permitem a produção livre e a circulação aberta e cooperativa dos produtos informacionais. </li></ul><ul><li>Não há a necessidades de grandes recursos financeiros, a idéia é a de “possibilitar inúmeros produtos para poucos” é a “cauda longa” de Cris Anderson, para suprir as necessidades dos nichos. </li></ul>
  14. 18. <ul><li>O desenvolvimento da computação móvel e das novas tecnologias sem fio estabelece a passagem do acesso por ponto de presença (com cabos) ao acesso em um &quot;ambiente generalizado de conexão&quot; (sem fios) que envolve o usuário em plena mobilidade. Ou seja, o acesso à informação é pessoal e móvel, a ciberdemocracia do século XXI tem a liberdade da palavra e expressão. </li></ul>
  15. 20. Mark Elliot Zuckerber nasceu em 24 de maio de 1984 e é programador e empreendedor norte americano. <ul><li>Durante sua formação, </li></ul><ul><li>na Phillips Exeter Academy, </li></ul><ul><li>Zuckerber e seu amigo </li></ul><ul><li>Adam D'Angelo trabalharam </li></ul><ul><li>juntos em diversos projetos. </li></ul><ul><li>Já em Harvard, Mark continuou </li></ul><ul><li>criando seus projetos, </li></ul><ul><li>agora sozinho, e até teve seu </li></ul><ul><li>acesso à internet revogado pelos administradores </li></ul><ul><li>oficiais por ser acusado de infringir regras de segurança na internet </li></ul><ul><li>e de privacidade e propriedade intelectual. </li></ul><ul><li>Em 2004, criou o site de relacionamento Facebook em seu dormitório em Harvard. </li></ul>
  16. 21. Orkut Büyükkökten nasceu em 6 de fevereiro de 1977 na Turquia e é engenheiro de software. <ul><li>Desenvolveu a rede social num projeto independente enquanto estudava na Universidade de Standfor, que recebeu seu nome, Orkut. </li></ul><ul><li>  A rede de relacionamento teve como base A Teoria dos Seis Graus de Separação, que diz: As pessoas do mundo podem ser conectadas a qualquer outra por uma rede de cinco intermediários. </li></ul>
  17. 22. O sistema de Microbbloging, mais conhecido como Twitter, foi co-criado por Jack Dorsey, Biz Stone e Evan Williams.
  18. 23. Uso de internet por governos, também chamado e-governo contribui para a democracia com o fornecimento de serviços e interação com os cidadãos.
  19. 24. Com base na filosofia wiki da Wikipédia, a Câmara dos Deputados brasileira desenvolveu o conceito de Wikilégis , uma ferramenta digital que permite a realização de trabalho colaborativo na construção da lei. Assim, o cidadão poderá apresentar sugestões diretamente no texto de forma colaborativa com outros usuários. O objetivo do Wikilégis é estimular a busca pelo consenso na construção da lei. A participação popular não precisa (e talvez não deva) gerar a formulação da lei propriamente dita e sim promover elementos para sua construção. O Projeto e-Democracia é uma espécie de comunidade virtual que visa catalisar opiniões, sugestões, posicionamentos políticos e críticas aos projetos de lei e outras proposições legislativas em trâmite na Câmara dos Deputados brasileira. ( http://www.democraciaparticipativa.org )
  20. 25. Educação e Cibercultura <ul><li>Anna Carolina Magaro </li></ul><ul><li>Bárbara Monteiro </li></ul><ul><li>Fernanda Vendas </li></ul><ul><li>Professor : Marcos </li></ul>

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