Turismo e Planejamento Hoteleiro – Avaliação          Econômica e Ambiental     Seminário de Pesquisa em Turismo          ...
Números Hotelaria BrasilTaxa de ocupação 2007 – Hotéis de Cidade – diária média de R$90,00 á 190,00 – ocupação - 47,5% méd...
1o. Boletim de Desempenho do Turismo para    Hotelaria(31-12-2007) - EMBRATURPesquisados: 70% hotéis, 14% flats, 11% pousa...
Rentabilidade Hoteleira:-   Imóveis residenciais: 0,29 a 0,7% ao mês-   Salas comerciais: 0,41% ao mês-   Flats – 0,5 à 1 ...
Alguns Conceitos:Investidor de um hotel ou ofertante: É quem realiza uminvestimento de risco em uma ou várias unidades hot...
Elementos DiferenciadoresConforto, área e qualidade arquitetônica;A localização do hotel;A imagem da marca e as vantagens ...
Distribuição dos Elementos FuncionaisQuartos – 63,09%Recepção e Lobby – 6,16%Restaurante – 2,10%Coffee Shop – 1,37 %Bar – ...
Estrutura Percentual do Gasto do Turista           Hospedado em HotelVenda de Uhs – 52,6%Venda de Alimentos – 27,8%Venda d...
Período de Exploração dos Investimentos               Hoteleiros  É o prazo que transcorre desde a data em que ohotel está...
Elementos ligados aos custos do            investimentoDimensão do hotelNúmero de UHs, categoria e qualidadedos serviçosMo...
Parcelas básicas para construir um hotel:Solo e urbanismoEstruturaFechamentosInstalaçõesAcabamentosObras externasMão de ob...
Custos de Construção:Solo e urbanismo – 14%Estrutura – 33%Instalações e equipamentos – 47%Obras externas – 6%Itens básicos...
Fatores que incidem no custo de um metro   quadrado de superfície construída: Preço do m2 do solo Índice de edificabilidad...
Formular um projeto é um processosistemático e quantitativo de alocaçãode recursos para um fim determinadopelo investidor ...
Avaliação Financeira do Projeto HoteleiroBaseada comparativamente em:Os juros do mercado financeiro;Uma taxa subjetiva det...
As decisões sobre investimento são tomadas com base emfatos e dados;As decisões sobre investimentos podem ser táticas oues...
O projeto deve conceber:O melhor uso do espaço;Aspectos estéticos;Necessidade do arquiteto ter assessoria de perito emhote...
Questão do mercado:Haverá demanda para ocupar temporariamente estes espaços ?Podemos reservar estes espaços a uma tarifa a...
A questão da incerteza no projeto:Os valores podem ser estimados pela probabilidadeobjetiva ou subjetiva . Esta última é o...
Modelos de análises de investimento hoteleiro Modelos não probabilísticos: Baseados em análise de sensibilidade ou de pont...
A Unidade do Alojamento no Âmbito do    Planejamento Integral do TurismoAs incertezas do entorno tornam mais necessário oP...
Metodologia sistemática de planejamentoO inventário de recursos e serviços;A demanda de recursos e a oferta,segundo a capa...
A Região Turística deve estabelecerseus objetivos no plano com base em 3       aspectos fundamentais:Valores ou princípios...
Introdução a avaliação social do projeto                       hoteleiroA economia turística está ligada ao modo de utiliz...
Os custos decorrentes da produção dos bense serviços turísticos se elevam a medida emque se produz mais em razão do maiore...
A economia do turismo não pode ser entendida separadamenteda analise do impacto cultural e das relações interpessoaisentre...
Os critérios da avaliação social de projetos: Benefícios diretos do projeto: satisfação das necessidades do turista; Benef...
Aspectos quantitativos da avaliaçãoA decisão do número mais eficiente de leitos : Amedida em que são satisfeitas as necess...
Custos:Quando o fluxo de grupos de turistas-hora é baixo cada turista desfruta deuma atividade recreativa de alto nível .O...
O custo marginal pode ser dividido em dois  componentes:a. O custo privadob. o custo de congestionamentoJuntos esses custo...
Benefícios  Os benefícios de cada grupo de turistassurgem do uso do desfrute e das percepções do lugar turístico particula...
Turismo de Massa, Volume e Baixa Qualidade:O baixo poder aquisitivo dos turistas de massa sópode comportar alojamento temp...
Imperfeições do mercado:  Significa que poucos turistas poderiam cobrir os    gastos temporários de uma hospedagem dequali...
Capacidade de negociação e de informação             turística imperfeitas:Permite que o consumidor esteja bem informado, ...
Outras externalidadesSe o grupo de turistas que se alojam em uma hospedaria de baixa qualidade convive no mesmo lugar turí...
O objetivo final da construção de um complexo dealojamento turístico é obter deste investimento omaior grau possível de re...
A comparação entre projetos excludentes    Deve-se basear na análise dos seguintes critérios:-   Valor agregado liquido po...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Planejamento hoteleiro eduardo faraco

1.181 visualizações

Publicada em

12 9610 9122
skype:efaraco1
www.faracoconsultoria.com.br
http://opousadeiro.blogspot.com/
curtam:http://www.facebook.com/faracoconsultoria

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.181
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
22
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Planejamento hoteleiro eduardo faraco

  1. 1. Turismo e Planejamento Hoteleiro – Avaliação Econômica e Ambiental Seminário de Pesquisa em Turismo Caxias do Sul/2008
  2. 2. Números Hotelaria BrasilTaxa de ocupação 2007 – Hotéis de Cidade – diária média de R$90,00 á 190,00 – ocupação - 47,5% média anoOcupação Resorts – 2007 – 49% média anoOcupação Flats – 49% média anoResultado Líquido – 28%
  3. 3. 1o. Boletim de Desempenho do Turismo para Hotelaria(31-12-2007) - EMBRATURPesquisados: 70% hotéis, 14% flats, 11% pousadas, 5% resorts17% geridos por redes nacionais, 26% redes internacionais e 57%independentes32.585 Uhs – 15.692 empregos( 0,48 empregados por UH)Diárias médias: R$ 102,96 em outubro – 103,11 em novembro e118,49 em dezembroDemanda: Négocios(49%), Lazer(33%), Congressos e Feiras(17%),outras razões(1%)Para 2009 74% das empresas consideram que o faturamento iráaumentar, 3% esperam um faturamento menor26% manifestaram a intenção de aumentar o número decolaboradores, 7% de reduzir24% das empresas aumentaram diária média, 72% mantiveram nosmesmos níveis e 4% reduziram as diárias
  4. 4. Rentabilidade Hoteleira:- Imóveis residenciais: 0,29 a 0,7% ao mês- Salas comerciais: 0,41% ao mês- Flats – 0,5 à 1 % ao mês(R$ 150,000,00-preço de venda médio - SP)- Costão do Santinho – 0,5% ao mês (R$ 390,000,00- preço de venda)
  5. 5. Alguns Conceitos:Investidor de um hotel ou ofertante: É quem realiza uminvestimento de risco em uma ou várias unidades hoteleiras, decuja exploração pretende obter uma taxa de rentabilidade;Alojamento Hoteleiro: Espaço organizado para oferecer bem-estar recreativo ao turista dentro do mesmo hotel e em seuentorno imediato;Sai das fronteiras do próprio hotel para se relacionar com apaisagem que o rodeia e com outros negócios que fazem partede sua “pequena economia”
  6. 6. Elementos DiferenciadoresConforto, área e qualidade arquitetônica;A localização do hotel;A imagem da marca e as vantagens que produz, eA qualidade dos serviços que a unidade hoteleiraoferece.
  7. 7. Distribuição dos Elementos FuncionaisQuartos – 63,09%Recepção e Lobby – 6,16%Restaurante – 2,10%Coffee Shop – 1,37 %Bar – 1,13 %Boate – 1,13 %Zona Comercial – 1,83%Salão de banquetes – 4,57%Lavanderia – 1,86%Serviços(outros) – 0,41%Escritórios – 3,6%
  8. 8. Estrutura Percentual do Gasto do Turista Hospedado em HotelVenda de Uhs – 52,6%Venda de Alimentos – 27,8%Venda de Bebidas – 11,0%Outras vendas – 8,6%
  9. 9. Período de Exploração dos Investimentos Hoteleiros É o prazo que transcorre desde a data em que ohotel está disponível para oferecer seus serviços e a data à partir da qual o investidor poderia deixar decontinuar com sua exploração porque os benefícios atualizados já não tem tanta importância.
  10. 10. Elementos ligados aos custos do investimentoDimensão do hotelNúmero de UHs, categoria e qualidadedos serviçosModernização e automatização dosequipamentos
  11. 11. Parcelas básicas para construir um hotel:Solo e urbanismoEstruturaFechamentosInstalaçõesAcabamentosObras externasMão de obraGastos gerais do incorporadorGastos gerais do construtor
  12. 12. Custos de Construção:Solo e urbanismo – 14%Estrutura – 33%Instalações e equipamentos – 47%Obras externas – 6%Itens básicos dos custos de construção(EUROPA):- Materiais – 60%- Mão de Obra – 22,5%- Gastos Gerais – 17,5%
  13. 13. Fatores que incidem no custo de um metro quadrado de superfície construída: Preço do m2 do solo Índice de edificabilidade Custo de urbanização por m2 Benefícios e gastos do incorporador e construtor por m2 de espaço vendido
  14. 14. Formular um projeto é um processosistemático e quantitativo de alocaçãode recursos para um fim determinadopelo investidor no qual as restriçõesforam determinadas previamente
  15. 15. Avaliação Financeira do Projeto HoteleiroBaseada comparativamente em:Os juros do mercado financeiro;Uma taxa subjetiva determinada pelo investidor, ouO custo de oportunidade do dinheiro; As taxas de desconto refletem o contexto da economia geral do país e não somente o valor temporal do dinheiro.
  16. 16. As decisões sobre investimento são tomadas com base emfatos e dados;As decisões sobre investimentos podem ser táticas ouestratégicas;O negócio hoteleiro apresenta um ponto de equilíbrio médioentre 30 e 40%;O resultado efetivo de um negócio é o valor após os impostosmais a depreciação dos ativos fixos
  17. 17. O projeto deve conceber:O melhor uso do espaço;Aspectos estéticos;Necessidade do arquiteto ter assessoria de perito emhotelaria;Anteprojeto arquitetônico ou planejamento do design;Cálculo do capital de giro;Estimativa de um programa de depreciações;Estimativas das vendas possíveis e dos custos deoperação do hotel (entradas departamentais etotais).
  18. 18. Questão do mercado:Haverá demanda para ocupar temporariamente estes espaços ?Podemos reservar estes espaços a uma tarifa adequada ?A oferta atual de meios de hospedagem é suficiente para atender ademanda ou são necessárias novas UHs e novos espaçoscomplementares ?Se determinada a existência de um déficit de UHs, deve-se solicitar aoorgão competente a definição da densidade limite e também o númerode UHs que poderão ser construídas.
  19. 19. A questão da incerteza no projeto:Os valores podem ser estimados pela probabilidadeobjetiva ou subjetiva . Esta última é obtida por meiode consulta feita a um painel de peritos.A probabilidade subjetiva difere da objetiva pelo fatode que esta última mede o número de eventosfavoráveis entre os eventos possíveis.O grau de probabilidade de que as estimativas nãose cumpram influirá na decisão final a ser tomadapelo investidor
  20. 20. Modelos de análises de investimento hoteleiro Modelos não probabilísticos: Baseados em análise de sensibilidade ou de ponto de equilíbrio; Modelos probabilísticos: Baseados nas probabilidades subjetivas
  21. 21. A Unidade do Alojamento no Âmbito do Planejamento Integral do TurismoAs incertezas do entorno tornam mais necessário oP.E.De acordo com Ackoff(1973), o planejamentoestratégico consiste “em conceber um futurodesejado assim como os meios para alcança-lo”O planejamento ao ser qualificado de estratégico,precisa ter uma meta de longo alcance e permitir suaadaptação as características do ambiente.
  22. 22. Metodologia sistemática de planejamentoO inventário de recursos e serviços;A demanda de recursos e a oferta,segundo a capacidade de carga;As possibilidades de investimento;Precauções em relação ao meioambiente e social .
  23. 23. A Região Turística deve estabelecerseus objetivos no plano com base em 3 aspectos fundamentais:Valores ou princípios;Uma idéia clara da atividade;Objetivo geral e secundários.
  24. 24. Introdução a avaliação social do projeto hoteleiroA economia turística está ligada ao modo de utilização dosrecursos escassos da sociedade para produzir serviçosturísticos;Esses serviços produzem benefícios econômicos e sociais;O usuário dos bens e serviços turísticos obtém satisfação dassuas necessidades recreativas ao mesmo tempo em que asrequererá cada vez mais até chegar o momento que lheproduzira menos satisfação em virtude do congestionamento eda perda de qualidade.
  25. 25. Os custos decorrentes da produção dos bense serviços turísticos se elevam a medida emque se produz mais em razão do maioremprego de recursos;“ O turismo de massa isola o turista doambiente local e em suas percepções elesente prazer não em conhecer o que éautentico mas o que é extravagante.”
  26. 26. A economia do turismo não pode ser entendida separadamenteda analise do impacto cultural e das relações interpessoaisentre os turistas e a população;O turista desejaria conhecer os lugares ainda originais antesque sejam destruídos;No futuro ocorrerá uma divisão internacional dos lugaresturísticos propiciando as especializações geográficas
  27. 27. Os critérios da avaliação social de projetos: Benefícios diretos do projeto: satisfação das necessidades do turista; Benefícios externos: desenvolvimento de novos negócios, melhor nível de vida familiar, aumento do orgulho social, etc); Benefícios externos negativos: níveis de congestionamento e poluição, destruição das belezas naturais, delito, etc.; O rendimento dos negócios e o aumento do valor do solo próximo do complexo turístico não são contabilizados como benefícios locais.
  28. 28. Aspectos quantitativos da avaliaçãoA decisão do número mais eficiente de leitos : Amedida em que são satisfeitas as necessidades deleitos no local, o custo marginal social diminui;À cada novo lote de leitos construídos o destino sevê diante de recursos disponíveis cada vez maisescassos e por isso os leitos ficam cada vez maiscaros;
  29. 29. Custos:Quando o fluxo de grupos de turistas-hora é baixo cada turista desfruta deuma atividade recreativa de alto nível .O custo muda em função de um grupoadicional de turistas que éacrescentado ao fluxo anterior.
  30. 30. O custo marginal pode ser dividido em dois componentes:a. O custo privadob. o custo de congestionamentoJuntos esses custos formam o custo social de um grupo de turistas adicional que “consome” espaço
  31. 31. Benefícios Os benefícios de cada grupo de turistassurgem do uso do desfrute e das percepções do lugar turístico particular como um lugar agradável.
  32. 32. Turismo de Massa, Volume e Baixa Qualidade:O baixo poder aquisitivo dos turistas de massa sópode comportar alojamento temporário relativamentebarato e portanto de baixa qualidade, e essa é umadas razões do desenvolvimento de uma economia“informal” de alojamento.
  33. 33. Imperfeições do mercado: Significa que poucos turistas poderiam cobrir os gastos temporários de uma hospedagem dequalidade e que siga os padrões tanto de densidade quanto de qualidade ambiental.
  34. 34. Capacidade de negociação e de informação turística imperfeitas:Permite que o consumidor esteja bem informado, e é essencial para que um mercado opere eficientemente. Se o hoteleiro não mantém contatocom a clientela de “pacotes” a não ser por intermédio da operadora, as imperfeições da demanda se ampliam.
  35. 35. Outras externalidadesSe o grupo de turistas que se alojam em uma hospedaria de baixa qualidade convive no mesmo lugar turístico com outra hospedaria de serviços de alta qualidade o nível debenefícios dos turistas desta última será mais reduzido.
  36. 36. O objetivo final da construção de um complexo dealojamento turístico é obter deste investimento omaior grau possível de rendimento privado e social;Ao avaliarmos o espaço turístico – recreativo sempreestaremos diante de um problema espacial deavaliação dos bens coletivos , pois estes espaçospodem ser desfrutados também pelo público emgeral.
  37. 37. A comparação entre projetos excludentes Deve-se basear na análise dos seguintes critérios:- Valor agregado liquido por unidade monetária investida;- Valor da remuneração direta por unidade monetária;- Economia e geração liquida de divisas por unidade monetária investida;- Empregos diretos e indiretos totais por unidade monetária.

×