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Apresentação final da 2ª etapa de curso de especialização, realizada no dia 21 de julho de 2004. Mais informações em http://www.eduardobrandao.com/apresentacoes/diagnose-ergonomica-nos-postos-de-trabalho-dos-controladores-de-trafego-aereo-de-um-aeroporto-de-pequeno-porte/

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Diagnose ergonômica nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte

  1. 1. PUC-Rio - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte CCE - Coordenação Central de Extensão & Departamento de Artes e Design FaseGraduação em Ergonomia e Usabilidade: Qualidade de Vida no Trabalho, em Casa, na Cidade. Pós 2: Diagnose ergonômica Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômicaAndré Mattos, Desenhista industrial, Eduardo Rangel Brandão, Desenhista industrial 21 de julho de 2004
  2. 2. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaDIAGNOSE ERGONÔMICASegundo MORAES e MONT`ALVÃO (2003), a fase da diagnose ergonômica permiteaprofundar os problemas encontrados durante a apreciação ergonômica. Registram-sefrequências, sequências e/ou duração de posturas, tomada de informações,acionamentos, comunicações e/ou deslocamentos dos trabalhadores. Tambémrealizam-se gravações em vídeo, entrevistas e aplicam-se questionários.A seguir serão apresentados a caracterização da tarefa, o quadro de atividades emeios, a ambiência tecnológica dos postos de trabalho, a ambiência física dos postosde trabalho, o perfil dos controladores de tráfego aéreo, a avaliação do local detrabalho, as sugestões de melhoria (dada pelos próprios controladores), outrosaspectos do ambiente de trabalho, a carga mental da tarefa, o fluxograma deatividades, a tabela de atividades, os registros comportamentais, a aplicação dométodo RULA (avaliação de posturas), a aplicação do método NASA (avaliação dacarga mental), o quadro diagnóstico ergonômico e as considerações finais.
  3. 3. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaCARACTERIZAÇÃO DA TAREFADe acordo com MORAES e MONT`ALVÃO (2003), a caracterização da tarefa é a faseinicial da análise da tarefa. Esta caracterização procura definir o objetivo a ser atingidocom a realização da tarefa, os requisitos necessários, por parte do homem e dosistema, para realizar a tarefa e a presença humana envolvida na tarefa.
  4. 4. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica CARACTERIZAÇÃO DA TAREFA META Controle e ordenação do tráfego aéreo e terrestre de aeronaves REQUISITOS •  Condições visuais de vôo •  Sistemas meteorológicos, rádio e telefone PRESENÇA HUMANA •  10 controladores de tráfego aéreo ENTRADAS •  Curso de controlador de • Chamadas pelo tráfego aéreo (pela INFRAERO) SAÍDAS rádio (aeronaves •  Escolaridade mínima: 2º grau •  Controle do em terra/vôo) OBJETIVOS •  Estágio na torre do espaço aéreo •  Chamadas pelo Coordenar o movimento aeroporto de pequeno porte da Barra/ telefone (sala S/ de aeronaves no aeroporto •  Idade acima dos 30 anos Jacarepaguáoutros aeroportos) •  Sexo masculino/feminino •  Controle das •  Contato visual aeronaves no pátio (aeronaves) •  Pouso e •  Informações NORMAS DA TAREFA decolagem de meteorológicas REQUISITOS •  Estágio na torre do aeroporto aeronaves •  Planos de vôo •  Curso de controle de •  Conhecimento de normas de (sala S) tráfego aéreo tráfego aéreo (curso de formação de •  Estágio na torre do aeroporto controle de tráfego aéreo - INFRAERO) •  Conhecimento da língua inglesa •  Tarefa realizada durante a manhã, •  Conhecimento técnico (normas tarde e parte da noite (até as 19h15) e termos) sobre o controle •  Tarefa realizada em turnos de de tráfego aéreo 6 horas, com folga a cada 4 dias
  5. 5. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaQUADRO DE ATIVIDADES E MEIOSSegundo MORAES e MONT`ALVÃO (2003), o quadro de atividades e meios dácontinuidade ao processo de discriminação da tarefa, apresentando a descrição dasatividades envolvidas (tomadas de informações, manipulações e acionamentos,comunicações orais e gestuais, deslocamentos espaciais, movimentação de materiaise assunções posturais) e dos meios utilizados para realizar a tarefa (equipamentos,ferramentas, utensílios e materiais).
  6. 6. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica QUADRO DE ATIVIDADES E MEIOS DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES MEIOS UTILIZADOS •  Tomada de informações •  Campo visual, chamadas pelo rádio, equipamentos meteorológicos, programa de computador (para controle de aeronaves) e toque do telefone. •  Manipulações e acionamentos •  Abrir ou fechar o alçapão, acionar o botão do rádio, acionar o insufilme, digitar no teclado, pegar o telefone e utilizar o mouse. •  Comunicações •  Comunicação gestual, comunicação oral, comunicação através dos rádios e telefones.•  Deslocamentos espaciais (em torno da estação de trabalho, •  Descer até a administração, descer até o banheiro, levantar entre diferentes equipamentos) da cadeira para beber água, levantar da cadeira para beber café, levantar da cadeira para lanchar e revesar os postos de trabalho. •  Movimentação de materiais (manuais ou por máquinas) •  Cadeiras e telefones.
  7. 7. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica AMBIÊNCIA TECNOLÓGICA A seguir, é possível observar os equipamentos utilizados para a realização da tarefa (controle e ordenação do tráfego aéreo e terrestre de aeronaves). Vale ressaltar que são 3 controladores trabalhando em 5 posições de atendimento (2 rádios e 3 telefones). 3 11 4 6 7 1 2 9 10 5 8 12 13 14 15 16 17 2 9 18 19 20 VISTA LATERAL (BANCADA) 21 22 AERONAVES EM VÔO/AERONAVES EM TERRA26 25 VENTO, TEMPERATURA E PRESSÃO (digital) VENTO, TEMPERATURA E PRESSÃO (analógico) 23 23 24 RÁDIOS TELEFONES
  8. 8. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica AMBIÊNCIA TECNOLÓGICA 1. Vento, temperatura e pressão. 2. Programa de computador para controle do tráfego. 3. Rádio de comunicação com o pátio. 3 11 4. Pressão (aparelho analógico). 4 6 7 5. Vento (medido através do ponto médio da pista). 1 2 9 10 5 8 6. Vento (aparelho analógico). 7. Vento (aparelho analógico). 12 13 14 15 16 17 2 9 8. Rádio auxiliar. 9. Programa de computador para controle do tráfego. 18 19 20 10. Vento, temperatura e pressão. 11. Pressão. 12. Rádio de comunicação com as aeronaves no solo. 13. Telefone de contato com órgãos de controle aéreo. 21 22 AERONAVES EM VÔO/AERONAVES EM TERRA26 25 VENTO, TEMPERATURA E PRESSÃO (digital) VENTO, TEMPERATURA E PRESSÃO (analógico) 23 23 24 RÁDIOS TELEFONES
  9. 9. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica AMBIÊNCIA TECNOLÓGICA 14. Hotline com a sala S (controle dos planos de vôo). 15. Linha externa (gravação de todas as conversas). 16. Rádio de comunicação com as aeronaves em vôo. 3 11 17. Telefone externo (sem gravação das conversas). 4 6 7 18. Cadeira do controlador 1. 1 2 9 10 5 8 19. Cadeira do controlador 2. 20. Cadeira do controlador 3. 12 13 14 15 16 17 2 9 21. Cadeira para eventuais visitantes. 22. Armário (utilizado como mesa - café/forninho). 18 19 20 23. Servidor (controla os outros computadores). 24. Bebedouro. 25. Alçapão (entrada/saída - via escada “caracol”). 26. Saída de emergência (para uma pequena laje). 21 22 AERONAVES EM VÔO/AERONAVES EM TERRA26 25 VENTO, TEMPERATURA E PRESSÃO (digital) VENTO, TEMPERATURA E PRESSÃO (analógico) 23 23 24 RÁDIOS TELEFONES
  10. 10. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaAMBIÊNCIA TECNOLÓGICA E AMBIÊNCIA FÍSICAA figura anterior apresentou uma planta baixa da torre de controle, ilustrando asposições de atendimento e a localização dos equipamentos utilizados para a realizaçãoda tarefa. O quadro a seguir mostra uma lista de todos estes equipamentos, assimcomo as condições físicas (iluminação, ruídos e temperatura) em que o trabalho érealizado.
  11. 11. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica AMBIÊNCIA TECNOLÓGICA E AMBIÊNCIA FÍSICA AMBIÊNCIA TECNOLÓGICA AMBIÊNCIA FÍSICA•  Aparelho para medir a pressão do ar (analógico) Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que•  Aparelho para medir a pressão do ar (digital) exijam solicitação intelectual e atenção constantes, como•  Aparelho para medir o vento, através da cabeceira da pista salas de controle, são recomendadas as seguintes condições(analógico) de conforto:•  Aparelho para medir o vento, através do ponto médio da pista•  Aparelho para medir o vento, através do topo da torre de controle 1) ILUMINAÇÃO:(analógico) Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação•  Canhão de luz para aeronaves sem rádio (apontado para frente adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar,da torre) apropriada à natureza da atividade. A iluminação geral deve•  Canhão de luz para aeronaves sem rádio (apontado para trás ser uniformemente distribuída e difusa e a iluminação geral ouda torre) suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar•  Monitor de computador indicando o vento, temperatura e pressão ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes(posto 1 - controle de aeronaves em terra) excessivos. Os níveis mínimos de iluminamento a serem•  Monitor de computador indicando o vento, temperatura e pressão observados nos locais de trabalho são os valores de(posto 3 - controle de aeronaves em vôo) iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira•  Mouse (posto 1 - controle de aeronaves em terra) registrada no INMETRO (117.027-9 / I2).•  Mouse (posto 3 - controle de aeronaves em vôo)•  Programa de computador para controle do tráfego aéreo 2) RUÍDOS:(posto 1 - controle de aeronaves em terra) Níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152,•  Programa de computador para controle do tráfego aéreo norma brasileira registrada no INMETRO (117.023-6 / I2). O(posto 3 - controle de aeronaves em vôo) nível de ruído aceitável para efeito de conforto será de até•  Rádio auxiliar 65 dB.•  Rádio de comunicação com as aeronaves em vôo•  Rádio de comunicação com as aeronaves no solo 3) TEMPERATURA:•  Servidor (controla os outros computadores) Índice de temperatura efetiva entre 20ºC e 23ºC (117.024-4 / I2).•  Teclado (posto 1 - controle de aeronaves em terra)•  Teclado (posto 3 - controle de aeronaves em vôo) 4) UMIDADE:•  Telefone 1 - de contato com órgãos de controle aéreo Umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento•  Telefone 2 - “hotline” com a sala S (controle dos planos de vôo) (117.026-0 / I2).•  Telefone 3 - linha externa (com gravação das conversas)•  Telefone 4 - linha externa (sem gravação das conversas) * Os gráficos a seguir ilustram a ambiência física na torre.
  12. 12. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica AMBIÊNCIA FÍSICA: ILUMINAÇÃO Segundo a NBR 5413, os níveis de iluminância por classe de tarefas visuais são: CLASSE ILUMINÂNCIA (lux) TIPO DE ATIVIDADE Tarefas com requisitos visuais B - Iluminação geral 500 - 750 - 1000 normais, trabalho médio de para área de trabalho maquinaria, escritórios LUXOBS: os níveis de POSTO 1 POSTO 2 POSTO 3 1000iluminâncias forammedidos em uma 300 lux 250 lux 100 lux 900tarde inicialmente 14h * sem * com * comensolarada. Entre as insufilme insufilme insufilme 80015h30/16h o tempo 140 lux 120 lux 120 luxfoi modificado devido 700 15h * sem * com * coma uma frente fria, e insufilme insufilme insufilmepassou de 600ensolarado para 70 lux 70 lux 70 luxnublado. 16h * sem * com * com 500 insufilme insufilme insufilme 400 30 lux 30 lux 30 luxNível de conforto 17h * sem * sem * sem 300 insufilme insufilme insufilmePosto 1 - Aeronaves 30 lux 50 lux 30 lux 200em Terra 18h * luz * luz * luz artificial artificial artificial 100Posto 2 - “Ponte” entreAeronaves em Terra/ HORA DO DIAVôoPosto 3 - Aeronaves 14h 15h 16h 17h 18hem Vôo
  13. 13. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaAMBIÊNCIA FÍSICA: ILUMINAÇÃODe acordo com o gráfico apresentado anteriormente, os níveis de iluminância ficarambem abaixo dos valores estabelecidos pela NBR 5413. No entanto, nenhumcontrolador de tráfego aéreo se queixou quanto a luminosidade do seu ambiente detrabalho. Todos consideraram seus postos como bem iluminados. É válido ressaltarque as tarefas são praticamente desenvolvidas durante o dia, uma vez que oexpediente se encerra entre 19h e 19h15. A torre de controle do aeroporto de pequenoporte tem a característica de operar somente durante o período diurno.
  14. 14. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica AMBIÊNCIA FÍSICA: RUÍDOS Segundo a NBR 10152, os níveis de ruído aceitáveis para efeito de conforto são de até 65 dB. De acordo com o gráfico, os níveis de ruído na torre de controle do aeroporto de pequeno porte excedem os limites recomendáveis para o conforto nos postos de trabalho. Este excesso é gerado basicamente pelos aparelhos de rádio, utilizados para a comunicação com as aeronaves. RUÍDO (dB) 100 POSTO 1 POSTO 2 POSTO 3 90 14h 79,5 dB 83 dB 77,2 dB 80 70 15h 77,1 dB 73,8 dB 68 dB 60 16h 80,5 dB 75,9 dB 75,9 dB 50 40Nível de conforto 17h 78,5 dB 78,5 dB 78,5 dB 30Posto 1 - Aeronaves 20em Terra 18h 81,4 dB 81,4 dB 81,4 dB 10Posto 2 - “Ponte” entreAeronaves em Terra/ HORA DO DIAVôoPosto 3 - Aeronaves 14h 15h 16h 17h 18hem Vôo
  15. 15. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica AMBIÊNCIA FÍSICA: TEMPERATURA E UMIDADE RELATIVA DO AR Segundo a NR 17, o índice de temperatura efetiva deve permanecer entre 20ºC e 23ºC e a umidade relativa do ar superior a 40%. Foi registrada uma temperatura efetiva de 24ºC dentro da torre, um ponto acima da indicada pela NR 17. A umidade relativa do ar registrou 62%. Os níveis estão dentro dos limites recomendados. TEMPERATURA (ºC) UMIDADE 100 º 100% 90 º 90% 80 º 80% 70º 70% 62% 60 º 60%Nível de conforto 50 º 50% 40º 40%Temperatura bulboseco 30º 26º 30%Temperatura bulbo 24º 20º 20%úmido 21º 10º 10%Temperatura efetiva HORA DO DIAUmidade relativa 14h 15h 16h 17h 18h 14h 15h 16h 17h 18h
  16. 16. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaA VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREOForam distribuídos questionários para os 10 controladores de tráfego aéreo doaeroporto de pequeno porte, além de 1 coordenador e 1 superintendente. Foramabordadas questões sobre o perfil destes sujeitos e suas considerações sobre o localde trabalho, aspectos da tarefa e carga mental envolvida.Procurou-se levantar a opinião de cada um dos controladores sobre o ambiente detrabalho da torre, seus equipamentos e o mobiliário. Para isso foram utilizadas 50perguntas, sendo 49 fechadas e uma aberta, onde o controlador pôde expressar suaopinião sobre o que poderia ser mudado para melhorar o seu trabalho.Dos 12 questionários distribuídos, 8 foram devolvidos. A seguir, os resultados obtidosatravés dos mesmos.
  17. 17. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica A VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: PERFIL DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO Foram apresentadas 4 perguntas sobre o perfil do entrevistado, com opções de resposta em múltipla escolha. Os resultados obtidos foram os seguintes: SEXO OBS: a idade média dos controladores está situada entre 34 e 50 anos. A opção Masculino 75% da faixa-etária não foi preenchida através de múltipla-escolha. Cada controlador indicou sua idade. A média foi obtida entre a idade do controlador mais jovem e a Feminino 25% do controlador mais velho. TEMPO DE TRABALHO NO N=8 AEROPORTO DE PEQUENO PORTE 20% 40% 60% 80% 100% ESCOLARIDADE Menos de 6 meses 2º grau incompleto De 6 meses à 1 ano 2º grau completo 25% De 1 à 2 anos 3º grau incompleto 62,5% De 2 à 3 anos 3º grau completo 12,5% De 3 à 4 anos 25% Especialização De 4 à 5 anos 37,5%Mestrado ou Doutorado Mais de 5 anos 37,5% N=8 N=8 20% 40% 60% 80% 100% 20% 40% 60% 80% 100%
  18. 18. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica A VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: AVALIAÇÃO DO LOCAL DE TRABALHO Foram apresentadas 7 perguntas sobre o ambiente de trabalho, com a opção de resposta em uma escala de avaliação que variou entre bom, regular e ruim. Os resultados obtidos foram os seguintes: AMBIENTE DE TRABALHO Circulação na área de trabalho 12,5% 87,5% Espaço na área de trabalho 12,5% 87,5% Iluminação artificial 50% Iluminação natural 75% 25% Ruídos 25% 75% Temperatura 62,5% 25% 12,5% Ventilação 75% 12,5% N=8Bom Regular Ruim 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  19. 19. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaA VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: AVALIAÇÃO DO LOCALDE TRABALHO Foram apresentadas 12 perguntas sobre o mobiliário e equipamento, com a opção deresposta em uma escala de avaliação que variou entre bom, regular e ruim. Osresultados obtidos foram os seguintes:
  20. 20. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica A VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: AVALIAÇÃO DO LOCAL DE TRABALHO MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTO 25% Apoio para o teclado 37,5% 12,5% Bancada de controle 25% 62,5% 25% Cadeiras 12,5% 62,5% Computadores 62,5% 37,5% 12,5% Instrumentos meteorológicos analógicos 50% 37,5% 37,5% Instrumentos meteorológicos digitais 50% 12,5% Monitores 62,5% 37,5% 37,5% Mouse 62,5% 12,5% Programa de computador para o controle de tráfego aéreo 75% 12,5% Rádios 87,5% 12,5% 37,5% Teclados 62,5% Telefones 62,5% 37,5% N=8Bom Regular Ruim 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  21. 21. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaA VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: O CONTROLADOR COM APALAVRAEntre as 50 perguntas do questionário, apenas uma era aberta: O que pode sermudado para a melhoria do seu trabalho? Isto permitiu que os controladoresexpressassem suas opiniões sobre a tarefa realizada, o ambiente de trabalho, etc.Os resultados obtidos foram os seguintes:•  “A disposição de alguns equipamentos no console, a qualidade dos telefones e as cadeiras.”;•  “Aumentar o tamanho interno da torre. Por exemplo: eliminação do alçapão, diminuição das paredes (altura daparede), etc.”;•  “Sistema de telefonia digital acoplado à bancada.”;•  “Cadeiras mais firmes, janelas móveis, bancada mais adequada à visualização da pista e equipamentosmeteorológicos mais confiáveis.”;•  “As cadeiras, a bancada e colocação de insufilme para diminuir a claridade na torre.”;
  22. 22. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaA VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: O CONTROLADOR COM APALAVRA•  “Melhorar o nível de ruídos, aumentar o número de operadores, diminuir a carga de trabalho, melhorar aergonomia geral e estímulo com melhores salários.”;•  “Não há limpeza no teclado e mouse. Os telefones não são apropriados, deveria ter uma central. Os instrumentosmeteorológicos analógicos estão mal instalados em cima da torre, onde os ventos são diferentes da pista. Osinstrumentos digitais não são homologados.”.
  23. 23. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaA VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: OUTROS ASPECTOS DOAMBIENTE DE TRABALHO Foram apresentadas 12 perguntas sobre outros aspectos do ambiente de trabalho,com a opção de resposta em uma escala de avaliação que variou entre sim e não. Osresultados obtidos foram os seguintes:
  24. 24. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica A VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: OUTROS ASPECTOS DO AMBIENTE DE TRABALHO 25% Apresenta dores nos braços e/ou ante-braços 75% 25% Apresenta dores nas pernas 75% 75% Apresenta dores no pescoço 25% 87,5% Apresenta dores no tronco e costas 12,5% 25% Já ficou afastado do trabalho devido a alguma destas dores 75% Sente algum tipo de incômodo devido a ruídos, temperatura ou 87,5% iluminação 12,5% 87,5% Faz rodízio no posto de trabalho 12,5% 75% Faz hora extra 25% 75% Possui bom relacionamento com os superiores 25% Possui bom relacionamento com os colegas de trabalho 62,5% Está satisfeito com o ambiente de trabalho 37,5% 75% Está satisfeito com o trabalho 25% N=8Sim Não 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  25. 25. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica A VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: CARGA MENTAL Foram apresentadas 6 perguntas sobre o estresse envolvido no trabalho do controlador, com a opção de resposta em uma escala de avaliação que variou entre sim e não. Os resultados obtidos foram os seguintes: O TRABALHO DO CONTROLADOR É ESTRESSANTE DEVIDO À: 62,5% Excesso de informações 37,5% 62,5% Monotonia 37,5% Necessidade de seguir uma ordem de operações durante o 62,5% ciclo de trabalho 37,5% 62,5% Pressão de chefias 37,5% 87,5% Pressão da função 12,5% 62,5% Ritmo intenso 37,5% N=8Sim Não 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  26. 26. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica A VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: CARGA MENTAL Foram apresentadas 5 perguntas sobre a necessidade de atenção constante do controladores durante o seu trabalho, com a opção de resposta em uma escala de avaliação que variou entre sim e não. Os resultados obtidos foram os seguintes: A ATENÇÃO DO CONTROLADOR DEVE SER CONSTANTE DEVIDO À: 50% Dificuldade da tarefa 50% Precisão da tarefa 75% 25% 87,5% Risco de acidente por parte do controlador 12,5% 87,5% Risco de acidente por parte de terceiros 12,5% 50% Supervisão ou controle dos superiores 50% N=8Sim Não 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  27. 27. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica A VOZ DOS CONTROLADORES DE TRÁFEGO AÉREO: CARGA MENTAL Foram apresentadas 3 perguntas sobre a possibilidade do controlador desviar o olhar da tarefa, com a opção de resposta em uma escala de avaliação que variou entre sim e não. Os resultados obtidos foram os seguintes: O CONTROLADOR PODE DESVIAR O OLHAR DA TAREFA: 12,5% Porque pode continuar o trabalho sem atenção constante 87,5% 12,5% Porque a tarefa tem pausas regulares 87,5% A tarefa necessita de máxima atenção, impedindo que o 75% controlador desvie o seu olhar do trabalho realizado 25% N=8Sim Não 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  28. 28. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaFLUXOGRAMA DE ATIVIDADESSegundo MORAES e MONT`ALVÃO (2003), o fluxograma de atividades compreendeas grandes funções do sistema, onde estas funções estão em um nível de abstraçãoque permita compreender diversas configurações do sistema. São abordadas astomadas de informações, os acionamentos, os deslocamentos, as comunicações e asdecisões do operador.
  29. 29. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica FLUXOGRAMA DE ATIVIDADES: SITUAÇÃO 1 - DECOLAGEM 3a A aeronave 1.0 2.0 já está cadastrada Controlador Verifica no sistemaINÍCIO (terra) recebe o programa e/ou 4.0 1 chamada de computador da aeronave (controle de A aeronave pelo rádio tráfego) Cadastrada não está a aeronave cadastrada no sistema no sistema 3b 5.0 6.0 7.0 8.0 9.0 Verifica Informa Passa o controle Verifica Direciona as condições as condições da aeronave 1 qual cabeceira a aeronave para 2 meteorológicas meteorológicas para o próximo da pista a entrada da (pressão, tempe- para o piloto controlador está em uso cabeceira da pista ratura e vento) da aeronave (“ponte” terra/vôo) Controlador 1 - AERONAVES EM Controlador 2 - AERONAVES EM Controlador 3 - AERONAVES TERRA TERRA/VÔO EM VÔO
  30. 30. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica FLUXOGRAMA DE ATIVIDADES: SITUAÇÃO 1 - DECOLAGEM 12a 13.0 Entra em contato Confere (via telefone) 10.0 11.0 cartas e mapas com outras de navegação torres de Recebe as Verifica altitude controle2 coordenações e rotas para e/ou 3 do primeiro direcionar a controlador aeronave Constata que não precisa realizar outros procedimentos 12b 14.0 15.0 16.0 17.0 18.0 Passa o controle Localiza a Observa se Recebe as Autoriza da aeronave aeronave existe outra3 coordenações a decolagem 4 para o próximo estacionada aeronave em do segundo da SIM controlador na entrada da operação (pouso controlador aeronave? (vôo) cabeceira da pista ou decolagem) NÃO Controlador 1 - AERONAVES EM Controlador 2 - AERONAVES EM Controlador 3 - AERONAVES TERRA TERRA/VÔO EM VÔO
  31. 31. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica FLUXOGRAMA DE ATIVIDADES: SITUAÇÃO 1 - DECOLAGEM 19.0 20.0 21.0 22.0 23.0 Informa Verifica a direção Confirma com Autoriza Faz saudação FIM as condições (altitude e rotas) o piloto o ingresso4 para o piloto, meteorológicas da aeronave a direção da aeronave desejando para o piloto no programa (altitude e rotas) na pista “bom-vôo” da aeronave de computador da aeronave de decolagem Controlador 1 - AERONAVES EM Controlador 2 - AERONAVES EM Controlador 3 - AERONAVES TERRA TERRA/VÔO EM VÔO
  32. 32. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica FLUXOGRAMA DE ATIVIDADES: SITUAÇÃO 2 - POUSO 3a A aeronave 1.0 2.0 já está cadastrada Controlador Verifica no sistemaINÍCIO (vôo) recebe o programa e/ou 4.0 1 chamada de computador da aeronave (controle de Cadastrada a A aeronave pelo rádio tráfego) aeronave (altitude, não está procedência, cadastrada previsão de no sistema chegada, tipo) 3b 7a 8.0 Informa SIM Verifica as condições 5.0 6.0 qual cabeceira 2 meteorológicas da pista para o piloto Verifica o horário está em uso da aeronave e as condições Aeroporto 1 meteorológicas está e/ou (pressão, tempe- operando? Direciona a ratura e vento) FIM aeronave para o aeroporto NÃO Santos Dumont 7b Controlador 1 - AERONAVES EM Controlador 2 - AERONAVES EM Controlador 3 - AERONAVES TERRA TERRA/VÔO EM VÔO
  33. 33. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica FLUXOGRAMA DE ATIVIDADES: SITUAÇÃO 2 - POUSO 12a Informa para o piloto o local FIM 9.0 10.0 11.0 do pátio para Verifica Fornece para estacionar Localiza a a aeronave se a aeronave o piloto os2 aeronave, através de está ingressando últimos e/ou através da procedimentos Não informa para contato visual via correta para pouso o piloto o local do pátio para 3 estacionar a aeronave 12b 13.0 14.0 15.0 16.0 Passa o controle Controlador (terra) Observa Recebe da aeronave aguarda a aeronave3 a chamada 4 para o outro o contato se movimentando da aeronave controlador da aeronave em direção pelo rádio (terra) pelo rádio ao pátio Controlador 1 - AERONAVES EM Controlador 2 - AERONAVES EM Controlador 3 - AERONAVES TERRA TERRA/VÔO EM VÔO
  34. 34. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica FLUXOGRAMA DE ATIVIDADES: SITUAÇÃO 2 - POUSO 17a Informa para o piloto o local FIM do pátio para estacionar a aeronave4 e/ou 18.0 19.0 20.0 Consulta a equipe Informa para Aguarda Recebe do pátio sobre o piloto o local FIM a resposta orientações o melhor local do pátio para da equipe da equipe para o piloto estacionar de solo de solo estacionar a aeronave 17b Controlador 1 - AERONAVES EM Controlador 2 - AERONAVES EM Controlador 3 - AERONAVES TERRA TERRA/VÔO EM VÔO
  35. 35. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaTABELA DE ATIVIDADESMORAES e MONT`ALVÃO (2003) classificam a tabela de atividade/assunção posturalcomo a ilustração dos momentos da atividade da tarefa que ocasionamconstrangimentos para o operador, seja durante a tomada de informações, deacionamentos ou deslocamentos.
  36. 36. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica TABELA DE ATIVIDADESManipulações e acionamentos Manipulações e acionamentos Manipulações e acionamentos Abrir ou fechar o alçapão Abrir ou fechar o alçapão Abrir ou fechar o alçapãoManipulações e acionamentos Manipulações e acionamentos Manipulações e acionamentos Acionar o insufilme Acionar o insufilme Acionar o insufilme
  37. 37. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica TABELA DE ATIVIDADES Manipulações e acionamentos Manipulações e acionamentos Manipulações e acionamentos Cadastrar a aeronaves no programa de Cadastrar a aeronaves no programa de Cadastrar a aeronaves no programa de computador (controle de tráfego) computador (controle de tráfego) computador (controle de tráfego) Comunicações Comunicações ComunicaçõesEnviar comandos, via rádio, para as aeronaves Enviar comandos, via rádio, para as aeronaves Enviar comandos, via rádio, para as aeronaves
  38. 38. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica TABELA DE ATIVIDADES Comunicações Comunicações Comunicações Falar no telefone Falar no telefone Falar no telefone Tomada de informações Tomada de informações Tomada de informaçõesReceber chamadas das aeronaves pelo rádio Receber chamadas das aeronaves pelo rádio Receber chamadas das aeronaves pelo rádio
  39. 39. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica TABELA DE ATIVIDADES Deslocamentos espaciais Deslocamentos espaciais Deslocamentos espaciais Subir e descer escadas Subir e descer escadas Subir e descer escadas Comunicações Comunicações ComunicaçõesTrocar informações com o outro controlador Trocar informações com o outro controlador Trocar informações com o outro controlador
  40. 40. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica TABELA DE ATIVIDADES Tomada de informações Tomada de informações Tomada de informaçõesVerificar as condições meteorológicas (pressão, Verificar as condições meteorológicas (pressão, Verificar as condições meteorológicas (pressão, temperatura e vento) temperatura e vento) temperatura e vento) Tomada de informações Tomada de informações Tomada de informações Verificar o programa de computador (controle Verificar o programa de computador (controle Verificar o programa de computador (controle de tráfego aéreo) de tráfego aéreo) de tráfego aéreo)
  41. 41. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica TABELA DE ATIVIDADES Tomada de informações Tomada de informações Tomada de informaçõesVisualizar as aeronaves no espaço aéreo Visualizar as aeronaves no espaço aéreo Visualizar as aeronaves no espaço aéreo Tomada de informações Tomada de informações Tomada de informaçõesVisualizar as aeronaves no pátio e na pista Visualizar as aeronaves no pátio e na pista Visualizar as aeronaves no pátio e na pista
  42. 42. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaREGISTROS COMPORTAMENTAISDe acordo com MORAES e MONT`ALVÃO (2003), após o conhecimento dasatividades, meios envolvidos, troca de informações e posturas assumidas na realizaçãoda tarefa, é hora da coleta de dados através dos registros comportamentais. Estesregistros se referem às posturas assumidas pelo explorador, a exploração visual e atomada de informações, as manipulações acionais, as comunicações, osdeslocamentos durante a realização de uma determinada tarefa, etc. É possívelregistrar a frequência, a sequência e a duração com que ocorrem esses eventos, e aesquematização destes registros resulta em redes de intensidade de fluxo,mapofluxogramas, cartas de-para, gráficos, entre outros.
  43. 43. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaREGISTROS COMPORTAMENTAISPara as observações na torre de controle do aeroporto de pequeno porte, foramescolhidos os seguintes tipos de registros comportamentais:•  Registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo: define-seum intervalo de tempo e para cada intervalo, ao seu final, o observador olha e anota oque está ocorrendo, na sequência em que os eventos acontecem;•  Registro diacrônico de frequência temporal de evento: definem-se os eventos aserem observados e registra-se a frequência com que ocorrem estes eventos em umdeterminado tempo;•  Registro sincrônico de frequência concomitante de eventos: definem-se oseventos a serem observados e efetuam-se registros intervalados nos quais severificam, para o contingente dos sujeitos presentes no local, a ocorrência do eventopesquisado.
  44. 44. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS Para a realização do registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo, define-se um intervalo de tempo e para cada intervalo, ao seu final, o observador olha e anota o que está ocorrendo durante a sequência que os eventos acontecem. Foram realizadas sequências com um intervalo de 3 segundos, até atingir 5 minutos para cada observação (no total foram 3 registros, 15 minutos). Registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo - Posto 1: aeronaves em terra Digitando no teclado do computador 8,3% Falando no rádio 33,6% Falando no telefone 9,6% Fora do posto de trabalho 19,6% Observando a pista do aeroporto 2,6% Observando o monitor (condições meteorológicas) 3%Observando o monitor (programa de controle de tráfego aéreo) 8% Observando o pátio do aeroporto 15% N=3 (15 minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  45. 45. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS A tabela ilustra as situações observadas durante o registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo.Registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo - Posto 1: aeronaves em terra Digitando no teclado do Falando no rádio (33,6%) Falando no telefone (9,6%) Fora do posto de trabalho (19,6%) computador (8,3%) Observando a pista do aeroporto Observando o monitor - condições Observando o monitor - programa Observando o pátio do aeroporto (2,6%) meteorológicas (3%) de controle de tráfego aéreo (8%) (15%)
  46. 46. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS Para a realização do registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo, define-se um intervalo de tempo e para cada intervalo, ao seu final, o observador olha e anota o que está ocorrendo durante a sequência que os eventos acontecem. Foram realizadas sequências com um intervalo de 3 segundos, até atingir 5 minutos para cada observação (no total foram 3 registros, 15 minutos). Registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo - Posto 3: aeronaves em vôo Digitando no teclado do computador 11% Falando no rádio 39% Falando no telefone 8% Fora do posto de trabalho 9% Observando a pista do aeroporto 4% Observando o espaço aéreo do aeroporto 11,3% Observando o monitor (condições meteorológicas) 3,6%Observando o monitor (programa de controle de tráfego aéreo) 14% N=3 (15 minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  47. 47. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS A tabela ilustra as situações observadas durante o registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo.Registro diacrônico sequencial de eventos por amostragem de tempo - Posto 3: aeronaves em vôo Digitando no teclado do Falando no rádio (39%) Falando no telefone (8%) Fora do posto de trabalho (9%) computador (11%) Observando a pista do aeroporto Observando o espaço aéreo do Observando o monitor - condições Observando o monitor - programa (4%) aeroporto (11,3%) meteorológicas (3,6%) de controle de tráfego aéreo (14%)
  48. 48. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaREGISTROS COMPORTAMENTAISPara a realização do registro diacrônico de frequência temporal do evento, definem-seos eventos a serem observados e registra-se a frequência com que ocorrem esteseventos em um determinado tempo. O gráfico a seguir ilustra os eventos observados ea sua frequência durante o tempo de 5 minutos (no total foram 3 observações de 5minutos, tendo como resultado 15 minutos de registro).
  49. 49. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS Registro diacrônico de frequência temporal do evento - Posto 1: aeronaves em terra Digitando no teclado do computador 10,34% Falando no rádio 18,88% Falando no telefone 4,7% Fora do posto de trabalho 1,88% Olhando para a cabeceira da pista (cabeceira 02) 0% Olhando para a cabeceira da pista (cabeceira 20) 0,94% Olhando para o colega 6,58% Olhando para o monitor (condições meteorológicas) 6,58%Olhando para o monitor (programa de controle de tráfego aéreo) 9,40% Olhando para o lado direito do pátio 10,34% Olhando para o lado esquerdo do pátio 15,04% Olhando para o pátio, em frente 5,64% Outros (divagando, escrevendo, lendo revista, preenchendo formulários e relatórios, etc) 5,64% Utilizando o mouse do computador 3,76% N=3 (15minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  50. 50. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS A tabela ilustra as situações observadas durante o registro diacrônico de frequência temporal do evento.Registro diacrônico de frequência temporal do evento - Posto 1: aeronaves em terra Digitando no teclado do Falando no rádio (18,88%) Falando no telefone (4,7%) Fora do posto de trabalho Olhando para a cabeceira computador (10,34%) (1,88%) da pista - cab. 02 (0%) Olhando para a cabeceira Olhando para o colega Olhando para o monitor - Olhando para o monitor - Olhando para o lado direito da pista - cab. 20 (0,94%) (6,58%) condições met. (6,58%) prog. de controle (9,40%) do pátio (10,34%) Olhando para o lado Olhando para o pátio, em Outros (5,64%) Utilizando o mouse do esquerdo do pátio (15,04%) frente (5,64%) computador (3,76%)
  51. 51. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS O gráfico abaixo ilustra o resultado obtido com o registro diacrônico de frequência temporal do evento para o posto 2 (“ponte” entre aeronaves em terra/vôo). Houve a observação dos eventos e registro da sua frequência durante o tempo de 5 minutos. Adiante, com os registros diacrônicos de frequência temporal do evento para o posto 3 (aeronaves em vôo), será possível observar um gráfico ilustrando os eventos e a sua frequência durante o tempo de 5 minutos (no total foram 3 observações de 5 minutos, tendo como resultado 15 minutos de registro). Registro diacrônico de frequência temporal do evento - Posto 2: “ponte” entre aeronaves em terra/vôo Falando no telefone 1 0% Falando no telefone 2 0% Falando no telefone 3 0% Olhando para o colega 28,56% Olhando para os instrumentos meteorológicos 0%Outros (divagando, escrevendo, lendo revista, preenchendo 71,4% formulários e relatórios, etc) N=1 (5 minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  52. 52. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAISRegistro diacrônico de frequência temporal do evento - Posto 2: “ponte” entre aeronaves em terra/vôo Falando no telefone 1 (0%) Falando no telefone 2 (0%) Falando no telefone 3 (0%) Olhando para o colega (28,56%) Olhando para os instrumentos meteorológicos Outros (71,4%) (0%)
  53. 53. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS Registro diacrônico de frequência temporal do evento - Posto 3: aeronaves em vôo Digitando no teclado do computador 9,68% Falando no rádio 26,04% Falando no telefone 0,88% Olhando para a cabeceira da pista (cabeceira 02) 0% Olhando para a cabeceira da pista (cabeceira 20) 0% Olhando para o colega 7,04% Olhando para o monitor (condições meteorológicas) 5,28%Olhando para o monitor (programa de controle de tráfego aéreo) 9,68% Olhando para o espaço aéreo, atrás 5,28% Olhando para o espaço aéreo, à direita 15,84% Olhando para o espaço aéreo, à esquerda 8,8% Olhando para o espaço aéreo, em frente 3,52% Outros (divagando, escrevendo, lendo revista, preenchendo formulários e relatórios, etc) 4,4% Utilizando o mouse do computador 2,64% N=3 (15 minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  54. 54. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS A tabela ilustra as situações observadas durante o registro diacrônico de frequência temporal do evento.Registro diacrônico de frequência temporal do evento - Posto 3: aeronaves em vôo Digitando no teclado do Falando no rádio (26,04%) Falando no telefone Olhando para a cabeceira Olhando para a cabeceira computador (9,68%) (0,88%) da pista - cab. 02 (0%) da pista - cab. 20 (0%) Olhando para o colega Olhando para o monitor - Olhando para o monitor - Olhando para o espaço Olhando para o espaço (7,04%) condições met. (5,28%) prog. de controle (9,68%) aéreo, atrás (5,28%) aéreo, à direita (15,84%) Olhando para o espaço Olhando para o espaço Outros (4,4%) Utilizando o mouse do aéreo, à esquerda (8,8%) aéreo, em frente (3,52%) computador (2,64%)
  55. 55. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaREGISTROS COMPORTAMENTAISPara a realização do registro sincrônico de frequência concomitante de eventos,definem-se os eventos a serem observados e efetuam-se registros intervalados nosquais se verificam a ocorrência do evento pesquisado. O gráfico a seguir ilustra oseventos observados e a sua ocorrência durante o tempo de 5 minutos (no total foram 3observações de 5 minutos, tendo como resultado 15 minutos de registro).
  56. 56. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaREGISTROS COMPORTAMENTAISO gráfico ilustra o resultado obtido com o registro sincrônico de frequênciaconcomitante de eventos.Registro sincrônico de frequência concomitante de eventos - Posto 1: aeronaves em terra Sentado 19,8% Sentado, com inclinação do tronco para direita 6,6%Sentado, com inclinação do tronco para esquerda 9,9% Sentado, com inclinação do tronco para frente 13,2% Sentado e esticando o pescoço 3,3% Em pé 9,9% Em pé, com inclinação do tronco para direita 9,9% Em pé, com inclinação do tronco para esquerda 9,9% Em pé, com inclinação do tronco para frente 9,9% Fora do posto de trabalho 7,6% N=3 (15 minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  57. 57. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS A tabela ilustra as situações observadas durante o registro sincrônico de frequência concomitante de eventos.Registro sincrônico de frequência concomitante de eventos - Posto 1: aeronaves em terra Sentado (19,8%) Sentado, com inclinação do Sentado, com inclinação do Sentado, com inclinação do Sentado e esticando o tronco para direita (6,6%) tronco p/ esquerda (9,9%) tronco para frente (13,2%) pescoço (3,3%) Em pé (9,9%) Em pé, com inclinação do Em pé, com inclinação do Em pé, com inclinação do Fora do posto de trabalho tronco para direita (9,9%) tronco p/ esquerda (9,9%) tronco para frente (9,9%) (7,6%)
  58. 58. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaREGISTROS COMPORTAMENTAISO gráfico ilustra o resultado obtido com o registro sincrônico de frequênciaconcomitante de eventos (observação e registro de ocorrências durante 5 minutos).Registro sincrônico de frequência concomitante de eventos - Posto 2: “ponte” entre aeronaves em terra/vôo Sentado 57,12% Sentado, com inclinação do tronco para direita 14,28%Sentado, com inclinação do tronco para esquerda 28,56% Sentado, com inclinação do tronco para frente 0% Sentado e esticando o pescoço 0% Em pé 0% Em pé, com inclinação do tronco para direita 0% Em pé, com inclinação do tronco para esquerda 0% Em pé, com inclinação do tronco para frente 0% Fora do posto de trabalho 0% N=1 (5 minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  59. 59. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS A tabela ilustra as situações observadas durante o registro sincrônico de frequência concomitante de eventos.Registro Sincrônico de Frequência Concomitante de Eventos - Posto 2: “Ponte” entre Aeronaves em Terra/Vôo Sentado (57,12%) Sentado, com inclinação do Sentado, com inclinação do Sentado, com inclinação do Sentado e esticando o tronco para direita (14,28%) tronco p/esquerda (28,56%) tronco para frente (0%) pescoço (0%) Em pé (0%) Em pé, com inclinação do Em pé, com inclinação do Em pé, com inclinação do Fora do posto de trabalho tronco para direita (0%) tronco para esquerda (0%) tronco para frente (0%) (0%)
  60. 60. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaREGISTROS COMPORTAMENTAISO gráfico ilustra o resultado obtido com o registro sincrônico de frequênciaconcomitante de eventos (3 registros de 5 minutos, totalizando 15 minutos).Registro sincrônico de frequência concomitante de eventos - Posto 3: aeronaves em vôo Sentado 14,8% Sentado, com inclinação do tronco para direita 22,2%Sentado, com inclinação do tronco para esquerda 22,2% Sentado, com inclinação do tronco para frente 3,7% Sentado e esticando o pescoço 7,4% Em pé 3,7% Em pé, com inclinação do tronco para direita 3,7% Em pé, com inclinação do tronco para esquerda 7,4% Em pé, com inclinação do tronco para frente 0% Fora do posto de trabalho 14,8% N=3 (15 minutos) 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
  61. 61. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica REGISTROS COMPORTAMENTAIS A tabela ilustra as situações observadas durante o registro sincrônico de frequência concomitante de eventos.Registro sincrônico de frequência concomitante de eventos - Posto 3: aeronaves em vôo Sentado (14,8%) Sentado, com inclinação do Sentado, com inclinação do Sentado, com inclinação do Sentado e esticando o tronco para direita (22,2%) tronco p/ esquerda (22,2%) tronco para frente (3,7%) pescoço (7,4%) Em pé (3,7%) Em pé, com inclinação do Em pé, com inclinação do Em pé, com inclinação do Fora do posto de trabalho tronco para direita (3,7%) tronco p/ esquerda (7,4%) tronco para frente (0%) (14,8%)
  62. 62. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaMÉTODO RULA DE AVALIAÇÃO DE POSTURASMC ATAMNEY e CORLETT (1993) desenvolveram um procedimento para avaliarposturas, forças e atividade muscular que contribuem para dor e lesão dos membrossuperiores. O método denominado Rapid Upper Limb Assessment (RULA) sugere umarápida avaliação dos constrangimentos nos membros superiores, utilizando a técnicade observação de posturas adotadas pelos membros superiores, pescoço, costas epernas, estabelecendo cotações de acordo com ângulos dessas partes do corpo.Para o cálculo destas cotações, foi utilizado a “ferramenta” do Osmond - ErgonomicWorkplace Solutions, localizada no site http://www.ergonomics.co.uk/Rula/ErgoAtravés desta ferramenta, obteve-se um escore 7/7 (para os lados direito e esquerdodo corpo) na avaliação das posturas, que indica um nível de ação 4, onde sãonecessárias pesquisas e mudanças imediatamente.
  63. 63. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica MÉTODO RULA DE AVALIAÇÃO DE POSTURAS TABELA DE COTAÇÃO TABELA DE COTAÇÃO ATIVIDADE (para cada braço) ATIVIDADE BRAÇO NUCA 3 (+45º à +90º) 3 (> +20º)ANTE-BRAÇO TRONCO 1 (+60º à +100º) 3 (+20º à +60º) PUNHOS PERNAS 2 (-15º a +15º) 1 (bem apoiadas) RULA - Rapid Upper Limb Assessment •  Grande Escore (posturas dos membros superiores direitos e esquerdos, posturas do pescoço, tronco e pernas): 7/7 PUNHOS •  Nível de Ação 4: os escores 7 ou acima de 7 indicam que são necessáriasTORCIDOS pesquisas e mudanças imediatamente. 1 (pouco torcido) OBS: não há força muscular ou levantamento de cargas.
  64. 64. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto depequeno porteFase 2: Diagnose ergonômicaMÉTODO NASA-TLXPara a avaliação da carga mental, são utilizados métodos baseados nas impressõessubjetivas dos indivíduos em relação à carga mental que o mesmo experimenta aorealizar uma tarefa. Um método quantitativo de acesso à carga mental de trabalhopresente em diversos postos de trabalho foi desenvolvido pelo Human Perform Groupdo NASA Ames Research Center. O NASA-TLX é um procedimento de taxamultidimensional que provê uma pontuação global de carga de trabalho baseada namédia ponderada de avaliação de seis demandas: exigência mental, exigênciatemporal, realização, nível de esforço total e nível de frustração.Assim, utilizando as taxas (que variam de 0 a 20) e os pesos (que oscilam entre 0 e 5),foi feito o teste com 2 controladores de tráfego aéreo do aeroporto de pequeno porte,sendo obtidos os seguintes gráficos para carga mental:
  65. 65. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica MÉTODO NASA-TLX Teste NASA realizado com o primeiro controlador. TAXA GLOBAL AJUSTE (TAXA x PESO) PONDERADA 100 20 90 90 16,8 80 76 16 70 60 54 12 50 40 8Exigência MentalExigência Física (Não priorizado pelos usuários) 30Exigência Temporal 20 16 16 4Nível de RealizaçãoNível de Esforço Total 10Nível de Frustração 5 4 2 3 1 Peso
  66. 66. Intervenção ergonomizadora nos postos de trabalho dos controladores de tráfego aéreo de um aeroporto de pequeno porte Fase 2: Diagnose ergonômica MÉTODO NASA-TLX Teste NASA realizado com o segundo controlador. TAXA GLOBAL AJUSTE (TAXA x PESO) PONDERADA 100 20 18,27 90 90 80 16 70 60 57 57 12 51 50 40 8Exigência MentalExigência Física (Não priorizado pelos usuários) 30Exigência Temporal 19 20 4Nível de RealizaçãoNível de Esforço Total 10Nível de Frustração 5 1 3 3 3 Peso

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