Arquitetura barroca

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Arquitetura barroca

  1. 1. . . x. . _ -_ . a _ u _-›-. ... . . ,L _ _ ~ A - V__ . .- _ g . ' *- ___ . ' _à_ 's , . ' r D ' l u ' z »pur-a 7-: . No ¡ anunc-
  2. 2. ei~", i'í a* 1 afati i v? :val Arte Renascentista Arte Barroca Arquitetura de escala humana Mistério Compreensão racional Impacto emocional Serenidade Dramatismo, exuberância Simplicidade Complexidade Clareza Ambiguidade Unidade, ordem e regularidade Diversidade e pluralidade _ _ _ í Século XIX: perde significado Tem"? PGJOTaÍWO (SUFQN em 1553) a negativo e passa a designar uma expressão artística própria
  3. 3. x” ' H L' , à -v - a *Em r* ' ¡-: '._| ' ' ' 'l - '| r' "fz ~ __ A' l Ip' f; 1 lül¡ 'A' Fascinar pelos à “ ' sentidos -r. . . .f . l# K) ; I f-Tíjz' ' Sensações em Representaçao . como reflexo de detrimento da uma ordem razão supenor Religiosa Veicular mensagem ideológica Política
  4. 4. âptumi sit: eioiiiílhi-íttgsíit-L: :i Holfallükct; ciudküt. 'gulüüruro , ÍÍ-lmnüêütã, Determinações ideológicas e normas estéticas da arte barroca n _ . s u: :- cn. . - n L j Reconstrução de ¡gíi . i_ Roma Hj_ 3-"? ” i4 Wííliti": ' ' 3 + Expansão Paises europeus Índia Brasil e México
  5. 5. «L- -. L- -'. -'. --. -,-. '. ll"_i '~"--~; _I _I _l _lã-l _ t* -i _'. '~'~; _I_I'_I'** ll 'N r Papa Sisto V promoveu reforma urbanística de Roma / Resolver problemas Ligar os principais lugares urbanísticos religiosos à Basílica de S. Pedro Jubileu do ano 1600 : Inauguração do › e - _' . ._. urbanismo u  4 ; jts , ÍSÍ *f* moderno : -' ' P . _ », war-ug! n' N11,. .. sw _ , l 1 . _ i ; ld _f ' ' " '" t ' . 1 , x " ' Til(
  6. 6. _i nL- '. L' -'. -'. --. -,-. ' '. ll"_i '~"--~; _I _I _l _lã-l _ t* -i _'. '~'«i_I_I'_I'* ll x* - amplas artérias - colocação de obeliscos, esculturas e fontes com jogos de água - abertura de praças, destacando-se a igreja como símbolo da comunidade i Roma como cidade-espetáculo, simbolo do poder papal Cidades com dinamismo, esplendor e extensão
  7. 7. O urbanismo barroco a . n o P b d d o m o C . B G m o M o d e t n o F . É Fonte dos Quatro Rios, Bemini
  8. 8. Piazza Navona um. M . .. .a 1 n. .. LC 4. n. .s. @EX . N Igreja de Sta. Inês, Borromini
  9. 9. _ O urbanimo barroo u_ -; v . . . . ! Í _T _ «J r: ',: ':*: *ima I r: Zi Í
  10. 10. O urbanismo barroco , . . ', °Í-. . . -. y @l íÍIÍIDAIn ! Fumar/ jm Fonte dos Quatro Rios, Bernini, 1648-51
  11. 11. O urbanismo barroco r. ., * | . n ' l -; - ' n' ' '. ' ¡ Í . A . _› "“ -x . . pç' ' ' _. _ ; .r. ;. i i, ' - . ' I~ . 4. 3 l . .' I _ A J Giacomo della Porta, Fonte de Neptuno, Piazza Navona
  12. 12. "id x 'J . gn f, lui, ,m L u? ! ighfilx th» . ' ¡idkqN ' i ~ E] t* hñxlfkk t*~ ' ' FW” It: W . b ? EEK a . ql líbgtnr l' . I_ h'
  13. 13. O urbanismo barroco sí _ . ._ . _ ç I 'V | à . . A-sugs-›= =-$crñrv~à-k~$= -=mzzrav#r-*= m%<; P_~i-= *a= . . n. . na. .. m ~ ' “Í *É* . -!-Í” j_ fí'mlà_rh , X z_ Fonte de Trevi
  14. 14. F'. i“= ..I§: r-. i di# E! ›7ií, :r= ._ijn_i_ii_r= .i, . _rm -'. s- l . - _nr-g ¡ falta! _A __ - - 'LI . r _ ___
  15. 15. . v. -. - '-"'-"›. 'ii'*i'I= i ; i | ji' i' 'til _l _l _iFf-_I _l _It -' . '., “ali - › 'i
  16. 16. O urbanismo barroco Í ÊZEÍu-hããill ãüãêit. ñ%; u i É _ à 1.. 2.. _ . . a m o R a h n a D! s E e d a ç, a r D¡
  17. 17. O urbanismo barroco
  18. 18. I l f( H7: I l Í"-I I 1 di¡ l' I' I Tarefa de Bernini: 'aiii -Enquadrar e valorizar a fachada e a “ _ cúpula de Miguel Angelo : +61 é , É _ - integrar o obelisco egípcio ' 57'**- i _ , _5 ' - espaços cobertos para proteçao x w _'^ L'4~Jl _" v F k. . l , . l. ,›. í_¡llikníaz; dos fieis s” l, . '*l' w s, »os s '* - a ~ ' - área ampla para multidões . ., _ C " v g ' 2 ' r' " ¡ 7 ' uni Valorização da fachada da Basílica de S. Pedro por Carlo Mademo (1607-1626) pelo Papa Paulo V
  19. 19. 2 colunatas que se abrem como dois “J j 6- _. ,_ 7._ _ . ' ; * 7'? " ' 7 ""_-' -' 'v braços, formando uma enorme oval _| 'A É, _J_ . '_ N¡ j '_i¡_, «_-. _~¡¡_. :_; §¡ (os braços matenais da Igreja, ~ A ' ~ J x -t -* “L ç ' z A " / ' t! k ~* ~ “ abraçando os católicos para reforçar Wit? " ' ~ ' ' " A *xiii-Lig* fé") f? ? l › toitáílk: lãeez í r , r t¡ ¡Il 'Í h *g3* "j l Espaço trapezoidal diante da basílica Espaço como uma totalidade integrada
  20. 20. “fel nã¡ Ii' : fel a 'nl fl' ; qfp 5.¡ Antiguidade + Arte nova em termos + de linguagem decorativa Renascimento . . . * ' 'L - jonica » já¡ x 7 ; t , L , . . - ' ' , .o -ordens classico-renascentistas °°"nt'a + Colunatorsa j- Q¡ . Ã -compósita z ' - _ cojunas - colossal - frontões (quebrados com cartelas e duplos) v» - regras construtivas proporções "à medida do Homem"
  21. 21. , . -' I l L T7i_l_l'*'. f' . l italian» . l _Í"T7i_| y aiiñi*v ivzvai Nova linguagem decorativa Libertação espacial H “' *--. ..Í“*“*---"“ '“ ” Y V' ' l x l j . . . . . .. xíÍ -Fim da estaticidade e da simetna _çi ; l x (v. "x A - busca da fantasia e do movimento “ _ - antítese espaço interior/ espaço exterior *Ri* z t: ; . - pintura _ __ i __ - escultura '7 "' T¡ Ahança mm -jardinagem i . . - ' i 'A " h à. N ) . É › Í. ; . -jogos de água f “ft '- N. -i~_i= -“ '9 l N ' ' M ' ' -: -:. i'-. -"' "" " ' l . Baldaquino de Srlgedro, Bernini, 1624-1633
  22. 22. “fel irei Ii' : Fei . _ a 'nl fl' ; qfp 5.¡ Efeitos perspéticos e ilusórios através da decoração Nova linguagem decorativa Plantas + tetos + cúpulas - Linhas estruturais divergentes (maior amplitude) -jogos de claro-escuro - massas salientes e reentrantes Igreja de Santa Andrea della Valle, Roma
  23. 23. ?lj _WiFi í* l i"f7~'__| Efgj _Í"_l"i' Ii' : :gl l Elementos construtivos v l'n 'v . NO a l guagem decmat' a meramente decorativos: í _ . ç - colunas torsas, helicoidais, ” ' ' _, . duplas ou triplas - frontões centrais Movimento ascensional das fachadas Sant'Andrea della Valle, Carlo Maderno, 1650, Roma
  24. 24. ¡A! 17 Í". -' 'j'7i”r. i'; ' Fu'- 7*. : ' _. 'i . fa' 1*_ ___ ql, ul . l . e »i s-i igll» i« »tl ; .n. Retangulares (nave central alonga-se + naves laterais reduzidas a capelas abertas para o espaço central) Plantas 4 Elíptico-tra nsversais e elíptico-longitudinais l Igrejas de uma V - _j única nave ' . v 'É xl _ f l - l . i t l l'. illl l g ' j _. I ill' _a l i 4 j V * e w ~. A -. -.“_¡'. .;: -'a~ Izzy/ - aw . , fc Gai/ ¡ x V A p ' . , , ñ “N-'a SantAndrea della Valle, l' Í ' Carlo Maderno, 1650, Roma
  25. 25. _r _ É_ _ J_ , __ _ , __ _ -' _. -í _ ___ _ 2 gli . , ; _-_g _lç 3;¡ ': _;¡ hi hay¡ _ _ . _ _i , ., g e n . , _. ._ _ _ , . g4_ , ._ ; .n. Retangulares (nave central alonga-se + naves laterais plantas reduzidas a capelas abertas para o espaço central) Elíptico-tra nsversais e elíptico-longitudinais _ ii i l Igrejas de uma - Ima' única nave fí "w ai! " Igreja de - *~ 5 . c. = .- "z San Carlo Vir' j' A31', : Tr alle Quattro o j' g! Jr¡ ; VTI/ õ Fontane, 1634, Roma l l . Q *l ll' l
  26. 26. Igreja de San Carlo alle Quattro Fontane, 1634, Roma -Côncavas ou convexas - surpresa e efeitos luminosos - cobertura interior: estuques, pintura ou retábulos em talha dourada g , ; Paredes ondula ntes V Ilusão de espaço maior, pela ligação parede/ teto . í Í , ai# ~ J ~- 4 1 a x_ hç-s¡ . v” ' , l, j ' N i n l i 't' i ü” l t i at! ? / ° 'I' 4" 'tg ' . l 'x _ . . _N nf* ~
  27. 27. .É l Í ¡ i^ . l I : na N: l x ' A j , _ v. , É u. ' . |- l v l c : tr › 'i , w . __ - _ o. _ ' * s- -v v xa. : - 'I ij l ' : mais _j Igreja de San Carlo alle Quattro Fontane, 1634, Roma (Borromini)
  28. 28. '__, '. n_-' "ííwl-qÍÊlj '. ~¡-_ '-~_-_ 1.' f' ll . ' r. . “s, ,ñ *ill LF¡ , ilar'›"uk. .ll *ils . l AJLIl" ' -iíl _; , 41_ Abóbadas + contrafortes exteriores (com volutas, aletas ou orelhões) cobertura Cúpula colossal (= céu): z prolonga harmoniosamente as paredes 1°. _ _-›r--. , . dçw "~~› l' *A ¡ J' X i « i . › ~. h 4 l j . _ | 'r i s l l j i 1 i . i . j ~ l l | l i ¡ . l i ç l x l ~_ ~ Ps , i; f ' Sant'Andrea della Valle, Cúpula da Igreja de S. Lourenço, › Cano Mademo, Turim, 16341680 1650, Roma
  29. 29. "e 'n›. __ *i | l"? -'-; _Ii ri-iíÍigiÍiv fúffal i-- Í AI - _Q i_ n. '. _à_ _. t' . 1. Abóbadas + contrafortes exteriores (com volutas, aletas ou orelhões) cobertura Cúpula colossal (= céu): z prolonga harmoniosamente as paredes Igreja de S. André do Quirinal, 1658-1678, Roma, Bemini = Ç a , Igreja de Santo Ivo alla “ z " Sapienza, Roma, Borromini, 1640-1650
  30. 30. l ? l'__| _j"r'_'1l , j j: l__| _j"f7i_l iu( ÍijÍlv irzrfiçj u a F Esquema renascentista e : -›. C°rp° centra' rematad° /7 manemsta por grande frontão 1 Fachadas l/ r Fachada com dois andares Vemcalldade sobrepostos, com formas onduladas (côncavas x* / convexas) x9, irregularidade bizarra a . / / . - Igreja de , ~ S. André do Quirinal, " , _¡". __1658-1678, Roma, . i ' i ” 'v'°; $'§= f¡ Bernini l Sapienza, Roma, Igreja de Santo lvo alla h AL E ¡ l Borromini,1640-1650 ' í. a ' ; FÍ-~. .__q
  31. 31. 'l ; *~; ,I, i“*jli . l lí: .Iiãi flglflV rftfai Porta principal - Decoração vertical - acumulação de omamentação (esculturas, frontões, colunas, .. .) - torre sineira como elemento independente, que reforça a Verticalidade Igreja de Santa Inês, Borromini, 1652, Roma
  32. 32. _ , . _ u'. . fill' nji . l , llíl, ll"f7-; _i ÍigiÍl ir-; r-; i F Decoração interior i- ' *- u' ' x ' . --'“"--, _ t' “s A Exuberância decorativa -y (paredes, abóbadas, cúpulas): i . - mármores policromados - esculturas é x( - retábulos m “wú” * ** -telas *i Sant'Andrea della Valle, _ . - orgãos Carlo Mademo, “v _xa l 1650, R 'Í' - - pinturas a fresco oma ç Ii , . l ' l -Figuras voadoras, querubins, anjos Trompe_¡, oe¡¡ - luz celestial, ascendendo ao infinito, na procura de Deus (janelões, janelas e cúpulas com Ianternim)
  33. 33. Os arquitetos barrocos - i m II P rt (1533-1602)eVignQ| a(1507-73)-maneirismoe Contra-Reforma ° rl M rn (1576-1636)-Primeiro arquitecto barroco - Gian-Lorenzo Bernini (1598-1680) - Igreja de S. André do Quirinal - Francesco Bgrrgmini (1599-1667) - Igreja de S. Carlos das Quatro Fontes - Baltazar Longhena (1598-1682) - Igreja de S. Maria da Saúde (1631 , Veneza)
  34. 34. BALTAZAR LONGHENA (1598-1682) Igreja de S. Maria da Saúde (1631,Veneza) l l f n l É , - f' ¡_. -* _ 's l r sf_ s . i ' 5' "u. , 'e ' *i I . / *w í y i “f l l il w t-- f ¡. -
  35. 35. Os arquitetos barrocos Pietro da Cortona, Igreja de Santa Maria Della Pace, Roma Restaurada em 1656-67
  36. 36. Os arquitetos barrocos Bernini, Igreja de Santa Maria, Ariccia, 1663-65
  37. 37. Borromini Igreja de San Carlo alle Quattro Fontane, 1634, Roma, whfâj-f( n; an¡ j' xl 2LL¡*. .^. _~, Í!
  38. 38. u. : :i ? tíli . l líz-iíizi . l _Wii : i Palacios Poder absolutista e Arquitetura civil capitalista Villas B°"°m¡“¡› Oratórb d°5 Alessandro Algardi, Villa Doria Filipinos, Roma, 1637-1667 pamphm_ 1650
  39. 39. _ v_ . - ": ; . t: v. _ . K. t- rei _' , ll . l i : i . l 'rei i : i F Palácios -Integrados na paisagem e no espaço envolvente (jardins) - planta em U ou duplo U -_____. â Borromini, Oratório dos Filipinos, Roma, 1 Bajtazar Loghena_ pajácio Beuon¡ 1637-1667 Battagia, 1648-1660
  40. 40. Fachada: Palácios - Pilastras colossais - corpo central e portal com maior decoração ' j" l I - frontarias em U ou em formas , x- onduladas (esquema côncavo É "çgf- - convexo - côncavo) E f a ; Guarino Guarini, Palácio Carignano, Turim, 1679-1684
  41. 41. A arquitetura civil Palácios Interiores: -1° andar (pinao nobile): sala de festas ao centro - galerias e escadarias a ligar os andares (dois Ianços simétricos) Luigi Vanvitelli Palácio Real de Caserta, 1752-1773
  42. 42. A . Villas -Diálogo com a natureza - jardins arquiteturais (escadarias, terraços, estátuas) artifícios cenográficos í (bosques, grutas l artificiais, pavilhões, j labirintos) r ' O "jardim à francesa": conceção arquitetônica geometrizante v_ . - ": ; . t" r_ _ . 'P *il , li . i i : i . l 'f-il i . i F Alessandro Algardi, Villa Doria Pamphili, 1650 A partir de um eixo central, subdividia-se o jardim simetricamente em linhas transversais e radiais
  43. 43. Villas -Diálogo natureza com a - jardins arquiteturais (escadarias, terraços, estátuas) artifícios cenográficos (bosques, grutas artificiais, pavilhões, labirintos) O "jardim à francesa": conceção arquitetônica geometrizante Í 74;' l ': ;s___1:'; nj ku¡ _- ¡' __¡ Alesñsandro Algardi, Villa Doria Pamphili, 1650 A partir de um eixo central, subdividia-se o jardim simetricamente em linhas transversais e radiais
  44. 44. l_ _ V _ : j _gt-j 'i__. .›': _-r l , _|_l'_"']i?7-; _E¡"7 l«íl-Íivaira-«r ira III Retórica das imagens cenográficas, persuasão das ideias, estímulo dos senüdos EI Objectivo final: produzir espectáculo III Arte alegórica (do mundo celeste), apelando à contemplação e ao êxtase ÚManipuIação ideológica para afirmação do poder (da Contra-Reforma e das monarquias absolutistas)

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