Modernismo2

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Aula sobre o modernismo e as vanguardas européias.

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Modernismo2

  1. 1. http://literatura-edir.blogspot.com
  2. 2. Contexto Histórico <ul><li>Europa: I Guerra Mundial </li></ul><ul><ul><li>“ Sentimos que nós, homens atuais, fomos subitamente deixados sozinhos sobre a Terra... Evaporaram-se quaisquer remanescentes do espírito tradicional. Modelos, normas, padrões, nada disso tem atualidade. Temos de resolver nossos problemas sem qualquer colaboração ativa do passado.” </li></ul></ul><ul><li>Brasil: República Velha </li></ul>
  3. 3. Vanguardas Européias <ul><li>Expressionismo: </li></ul><ul><ul><li>Distorção intencional das imagens com o objetivo de obter expressividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Predominância dos valores emocionais sobre os intelectuais </li></ul></ul><ul><ul><li>Cores intensas e contrastantes, aplicadas livremente sem respeito pelo real </li></ul></ul><ul><ul><li>Expoentes: Van Gogh, Edvard Munch </li></ul></ul>
  4. 5. Vanguardas Européias <ul><li>Futurismo: </li></ul><ul><ul><li>Celebração da tecnologia e da velocidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Desprezo pelo passado </li></ul></ul><ul><ul><li>Valorização do imprevisto e da revolta </li></ul></ul><ul><ul><li>Elogio do “caráter higiênico das guerras” </li></ul></ul><ul><ul><li>Expoentes: Marinetti, G. Balla </li></ul></ul>
  5. 7. Vanguardas Européias <ul><li>Cubismo: </li></ul><ul><ul><li>Ruptura com o ponto de vista estático </li></ul></ul><ul><ul><li>Multiplicidade de perspectivas </li></ul></ul><ul><ul><li>Geometrização da figura </li></ul></ul><ul><ul><li>Colagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Expoentes: Picasso, G. Braque, Apollinaire </li></ul></ul>
  6. 9. Questão ENEM 2002
  7. 11. Vanguardas Européias <ul><li>Dadaísmo: </li></ul><ul><ul><li>Niilismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Destruição </li></ul></ul><ul><ul><li>Ilogismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Expoente: T. Tzara, André Breton </li></ul></ul>
  8. 12. Receita Poética <ul><li>Pegue um jornal Pegue uma tesoura Escolha um artigo do jornal na dimensão que você quer dar ao seu poema Recorte o artigo Depois recorte alguns palavras do artigo e as ponha numa pequena bolsa Sacuda-a suavemente Tire em seguida cada palavra uma após outra Copie honestamente na ordem em que saíram da bolsa E o poema estará pronto e parecido com você E você será um poeta de original, fascinante sensibilidade, ainda que a plebe não o compreenda. </li></ul><ul><li>(T. Tzara) </li></ul>
  9. 13. Vanguardas Européias <ul><li>Surrealismo: </li></ul><ul><ul><li>Automatismo Psíquico </li></ul></ul><ul><ul><li>Ilogismo (sonho, inconsciente, delírio) </li></ul></ul><ul><ul><li>Imagens insólitas </li></ul></ul><ul><ul><li>Expoentes: A. Breton, Salvador Dalí, L. Buñuel </li></ul></ul>
  10. 15. Características Gerais do Modernismo Brasileiro <ul><li> Liberdade Expressiva </li></ul>
  11. 16. <ul><li>Poética (Manuel Bandeira) Estou farto do lirismo comedido Do lirismo bem comportado Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor. Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo. Abaixo os puristas Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis Estou farto do lirismo namorador Político Raquítico Sifilítico De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo De resto não é lirismo Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de agradar às mulheres, etc. Quero antes o lirismo dos loucos O lirismo dos bêbados O lirismo difícil e pungente dos bêbedos O lirismo dos clowns de Shakespeare - Não quero mais saber do lirismo que não é libertação. </li></ul>
  12. 17. <ul><li>Incorporação do cotidiano </li></ul><ul><li>Poema tirado de uma notícia de jornal </li></ul><ul><li>João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu Cantou Dançou Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado. </li></ul><ul><li>(Manuel Bandeira) </li></ul>
  13. 18. <ul><li>Linguagem coloquial / Língua Nacional </li></ul><ul><li>Evocação do Recife (trecho) </li></ul><ul><li>A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros Vinha da boca do povo na língua errada do povo Língua certa do povo Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil Ao passo que nós O que fazemos É macaquear A sintaxe lusíada </li></ul><ul><li>(Manuel Bandeira) </li></ul>
  14. 19. Questão ENEM 1998 <ul><li>A discussão sobre gramática na classe está “quente”. Será que os brasileiros sabem gramática? A professora de Português propõe para debate o seguinte texto: </li></ul><ul><li>PRA MIM BRINCAR </li></ul><ul><li>Não há nada mais gostoso do que o mim sujeito de verbo no infinito. Pra mim brincar. As cariocas que não sabem gramática falam assim. Todos os brasileiros deviam de querer falar como as cariocas que não sabem gramática. </li></ul><ul><li>¾ As palavras mais feias da língua portuguesa são quiçá, alhures e miúde. </li></ul><ul><li>(BANDEIRA, Manuel. Seleta em prosa e verso. Org: Emanuel de Moraes. </li></ul><ul><li>4ª ed. Rio de Janeiro, José Olympio, 1986. Pág. 19) </li></ul><ul><li>Com a orientação da professora e após o debate sobre o texto de Manuel Bandeira, os alunos chegaram à </li></ul><ul><li>seguinte conclusão: </li></ul><ul><li>(A) uma das propostas mais ousadas do Modernismo foi a busca da identidade do povo brasileiro e o registro, no texto literário, da diversidade das falas brasileiras. </li></ul><ul><li>(B) apesar de os modernistas registrarem as falas regionais do Brasil, ainda foram preconceituosos em relação às cariocas. </li></ul><ul><li>(C) a tradição dos valores portugueses foi a pauta temática do movimento modernista. </li></ul><ul><li>(D) Manuel Bandeira e os modernistas brasileiros exaltaram em seus textos o primitivismo da nação brasileira. </li></ul><ul><li>(E) Manuel Bandeira considera a diversidade dos falares brasileiros uma agressão à Língua Portuguesa. </li></ul>
  15. 20. <ul><li>Dentre os muitos textos conhecidos do poeta modernista Oswald de Andrade, selecionamos os que seguem. </li></ul><ul><li>Vício na fala </li></ul><ul><li>Para dizerem milho dizem mio </li></ul><ul><li>Para melhor dizem mió </li></ul><ul><li>Para pior pió </li></ul><ul><li>Para telha teia </li></ul><ul><li>Para telhado teiado </li></ul><ul><li>E vão fazendo telhados. </li></ul><ul><li>as meninas da gare </li></ul><ul><li>Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis </li></ul><ul><li>Com cabelos muito pretos pelas espáduas </li></ul><ul><li>E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas </li></ul><ul><li>Que de nós as muito olharmos </li></ul><ul><li>Não tínhamos nenhuma vergonha </li></ul>
  16. 22. Inovações Técnicas <ul><li>Versos brancos e livres </li></ul><ul><li>Consideração do poema </li></ul><ul><li>Não rimarei a palavra sono com a incorrespondente palavra outono. Rimarei com a palavra carne ou qualquer outra, que todas me convêm. As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis. </li></ul><ul><li>(Drummond) </li></ul>
  17. 23. Inovações Técnicas <ul><li>Destruição dos nexos </li></ul><ul><li>Enumeração caótica </li></ul><ul><li>Colagem e montagem cinematográfica </li></ul><ul><li>Beiramarávamos em auto pelo espelho de aluguel arborizado das avenidas marinhas sem sol. Losangos tênues de ouro bandeiranacionalizavam o verde dos montes interiores. No outro lado da baía a serra dos Órgãos serrava. Barcos. E o passado voltava na brisa de baforadas gostosas. Rolah ia vinha derrapava entrava em túneis. Copacabana era um veludo arrepiado na luminosa noite varada pelas frestas da cidade. </li></ul><ul><li>(Oswald de Andrade – Memórias Sentimentais de João Miramar) </li></ul>
  18. 24. Semana de Arte Moderna <ul><li>Antecedentes </li></ul><ul><ul><li>Contribuições de Oswald à imprensa (1912) </li></ul></ul><ul><ul><li>Exposição de Lasar Segall (1913) </li></ul></ul><ul><ul><li>1ª Exposição de Anita Malfatti (1914) </li></ul></ul><ul><ul><li>Exposição de Anita Malfatti (1917) </li></ul></ul><ul><ul><li>Polêmica com Monteiro Lobato: “Paranóia ou Mistificação” (1917) </li></ul></ul>
  19. 25. Questão ENEM 2007
  20. 28. Semana de Arte Moderna <ul><li>13 de fevereiro - Casa cheia, abertura oficial do evento. Espalhadas pelo saguão do Theatro Municipal de São Paulo, várias pinturas e esculturas provocam reações de espanto e repúdio por parte do público. O espetáculo tem início com a confusa conferência de Graça Aranha, intitulada &quot;A emoção estética da Arte Moderna&quot;. Tudo transcorreu em certa calma neste dia. </li></ul><ul><li>15 de fevereiro - Guiomar Novais, contra a vontade dos demais artistas modernistas, aproveitou um intervalo do espetáculo para tocar alguns clássicos consagrados, iniciativa aplaudida pelo público. Mas a &quot;atração&quot; dessa noite foi a palestra de Menotti del Picchia sobre a arte estética. Menotti apresenta os novos escritores dos novos tempos e surgem vaias e barulhos diversos (miados, latidos, grunhidos, relinchos...) que se alternam e confundem com aplausos. Quando Ronald de Carvalho lê o poema intitulado “Os Sapos” de Manuel Bandeira, (poema criticando abertamente o parnasianismo e seus adeptos) o público faz coro atrapalhando a leitura do texto. A noite acaba em algazarra. </li></ul><ul><li>17 de fevereiro - O dia mais tranqüilo da semana, apresentações musicais de Villa-Lobos, com participação de vários músicos. O público em número reduzido, portava-se com mais respeito, até que Villa-Lobos entra de casaca, mas com um pé calçado com um sapato, e outro com chinelo; o público interpreta a atitude como futurista e desrespeitosa e vaia o artista impiedosamente. Mais tarde, o maestro explicaria que não se tratava de modismo e, sim, de um calo inflamado... </li></ul>
  21. 29. A Geração de 1922 <ul><li>busca do moderno, original e polêmico </li></ul><ul><li>nacionalismo em suas múltiplas facetas </li></ul><ul><li>volta às origens e valorização do índio verdadeiramente brasileiro </li></ul><ul><li>“ língua brasileira” - falada pelo povo nas ruas </li></ul><ul><li>paródias - tentativa de repensar a história e a literatura brasileiras </li></ul><ul><li>A postura nacionalista apresenta-se em duas vertentes: </li></ul><ul><ul><li>nacionalismo crítico, consciente, de denúncia da realidade, identificado politicamente com as esquerdas. </li></ul></ul><ul><ul><li>nacionalismo ufanista, utópico, exagerado, identificado com as correntes de extrema direita. </li></ul></ul>
  22. 30. Questão ENEM 2008 <ul><li>O canto do guerreiro </li></ul><ul><li>Aqui na floresta </li></ul><ul><li>Dos ventos batida, </li></ul><ul><li>Façanhas de bravos </li></ul><ul><li>Não geram escravos, </li></ul><ul><li>Que estimem a vida </li></ul><ul><li>Sem guerra e lidar. </li></ul><ul><li>— Ouvi-me, Guerreiros, </li></ul><ul><li>— Ouvi meu cantar. </li></ul><ul><li>Valente na guerra, </li></ul><ul><li>Quem há, como eu sou? </li></ul><ul><li>Quem vibra o tacape </li></ul><ul><li>Com mais valentia? </li></ul><ul><li>Quem golpes daria </li></ul><ul><li>Fatais, como eu dou? </li></ul><ul><li>— Guerreiros, ouvi-me; </li></ul><ul><li>— Quem há, como eu sou? </li></ul><ul><li>(Gonçalves Dias) </li></ul><ul><li>Macunaíma (Epílogo) </li></ul><ul><li>Acabou-se a história e morreu a vitória. </li></ul><ul><li>Não havia mais ninguém lá. Dera </li></ul><ul><li>tangolomângolo na tribo Tapanhumas e os filhos dela se acabaram de um em um. Não havia mais ninguém lá. Aqueles lugares, aqueles campos, furos puxadouros arrastadouros meios-barrancos, aqueles matos misteriosos, tudo era solidão do deserto... Um silêncio imenso dormia à beira do rio Uraricoera. Nenhum conhecido sobre a terra não sabia nem falar da tribo nem contar aqueles casos tão pançudos. Quem podia saber do Herói? </li></ul><ul><li>(Mário de Andrade) </li></ul>
  23. 31. <ul><li>A leitura comparativa dos dois textos acima indica que: </li></ul><ul><li>ambos têm como tema a figura do indígena brasileiro apresentada de forma realista e heróica, como símbolo máximo do nacionalismo romântico. </li></ul><ul><li>a abordagem da temática adotada no texto escrito em versos é discriminatória em relação aos povos indígenas do Brasil. </li></ul><ul><li>as perguntas “— Quem há, como eu sou?” (1.o texto) e “Quem podia saber do Herói?” (2.o texto) expressam diferentes visões da realidade indígena brasileira. </li></ul><ul><li>o texto romântico, assim como o modernista, aborda o extermínio dos povos indígenas como resultado do processo de colonização no Brasil. </li></ul><ul><li>e) os versos em primeira pessoa revelam que os indígenas podiam expressar-se poeticamente, mas foram silenciados pela colonização, como demonstra a presença do narrador, no segundo texto. </li></ul>
  24. 32. Manifestos e Revistas <ul><li>Revista Klaxon — Mensário de Arte Moderna (1922-1923) </li></ul><ul><li>Recebe este nome, pois klaxon era o termo usado para designar a buzina externa dos automóveis. Primeiro periódico modernista, é conseqüência das agitações em torno da SAM. Inovadora em todos os sentidos: gráfico, existência de publicidade, oposição entre o velho e o novo. </li></ul><ul><li>“— Klaxon sabe que o progresso existe. Por isso, sem renegar o passado, caminha para diante, sempre, sempre.” </li></ul>
  25. 33. <ul><li>Manifesto da Poesia Pau-Brasil (1924-1925) </li></ul><ul><li>Escrito por Oswald e publicado inicialmente no Correioda Manhã. Em 1925, é publicado como abertura do livro de poesias Pau-Brasil de Oswald. Apresenta uma proposta de literatura vinculada à realidade brasileira, a partir de uma redescoberta do Brasil. </li></ul><ul><li>“— A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela sob o azul cabralino, são fatos estéticos.” </li></ul><ul><li>“— A língua sem arcaísmos, sem erudição. Natural e neológica. A contribuição milionária de todos os erros. Como falamos. Como somos.” </li></ul>
  26. 34. <ul><li>A Revista (1925-1926) </li></ul><ul><li>Responsável pela divulgação dos ideais modernistas em MG. Teve apenas três números e contava com Drummond como um de seus redatores. </li></ul><ul><li>Verde-Amarelismo (1926-1929) </li></ul><ul><li>É uma resposta ao nacionalismo do Pau-Brasil. Grupo formado por Plínio Salgado, Menotti del Picchia, Guilherme de Almeida e Cassiano Ricardo. Criticavam o “nacionalismo afrancesado” de Oswald. Sua proposta era de um nacionalismo primitivista, ufanista, identificado com o fascismo, evoluindo para o Integralismo de Plínio Salgado (década de 30). Idolatria do tupi e a anta é eleita símbolo nacional. Em maio de 1929, o grupo verde-amarelista publica o manifesto “Nhengaçu Verde-Amarelo — Manifesto do Verde-Amarelismo ou da Escola da Anta”. </li></ul>
  27. 35. <ul><li>Revista Antropofagia (1928-1929) </li></ul><ul><li>Contou com duas fases (dentições): a primeira com 10 números (1928 e 1929) direção Antônio Alcântara Machado e gerência de Raul Bopp; a segunda foi publicada semanalmente em 16 números no jornal Diário de São Paulo (1929) e seu “açougueiro” (secretário) era Geraldo Ferraz. É uma nova etapa do nacionalismo Pau-Brasil e resposta ao grupo Verde-amarelismo. A origem do nome movimento esta na tela “Abaporu” de Tarsila do Amaral. </li></ul><ul><li>1ª fase - inicia-se com o polêmico manifesto de Oswald e conta com Alcântara Machado, Mário de Andrade (2º número publicou um capítulo de Macunaíma), Carlos Drummond (3º número publicou a poesia “No meio do vaminho”); além de desenhos de Tarsila, artigos em favor da língua tupi de Plínio Salgado e poesias de Guilherme de Almeida. </li></ul><ul><li>2ª fase - mais definida ideologicamente, com ruptura de Oswald e Mário de Andrade. Estão nessa segunda fase Oswald, Bopp, Geraldo Ferraz, Oswaldo Costa, Tarsila, Patrícia Galvão (Pagu). Os alvos das críticas (mordidas) são Mário de Andrade, Alcântara Machado, Graça Aranha, Guilherme de Almeida, Menotti del Picchia e Plínio Salgado. </li></ul>
  28. 36. <ul><li>“ SÓ A ANTROPOFAGIA nos une, Socialmente. Economicamente. Filosoficamente. / Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. / De todos os tratados de paz. / Tupi or not tupi, that is the question.” </li></ul><ul><li>“ A nossa independência ainda não fo proclamada. Frase típica de D. João VI: — Meu filho, põe essa coroa na tua cabeça, antes que algum aventureiro o faça! Expulsamos a dinastia. É preciso expulsar o espírito bragantino, as ordenações e o rapé de Maria da Fonte.” </li></ul><ul><li>(Manifesto Antropófago) </li></ul>
  29. 37. http://literatura-edir.blogspot.com

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