Trabalho individual gestão industrial 5º semestre

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  • A indústria Euro Bikes Ltda, produz bicicletas em dois modelos: Cannondaly e Specializedy. O ambiente produtivo ocorre em dois departamentos: Tornearia e Montagem. Já as atividades de apoio à produção ocorrem em dois departamentos auxiliares: Controle de Qualidade e Manutenção
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Trabalho individual gestão industrial 5º semestre

  1. 1. Ariquemes 2014 EDUARDO HENRIQUE DE OLIVEIRA SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO CIÊNCIAS CONTÁBEIS GESTÃO INDUSTRIAL
  2. 2. Ariquemes 2014 GESTÃO INDUSTRIAL Trabalho apresentado à Universidade Norte do Paraná – UNOPAR, como requisito parcial para obtenção de aprovação interdisciplinar no curso de CIÊNCIAS CONTÁBEIS, na UNOPAR – União Norte do Paraná de Ensino Ltda. EDUARDO HENRIQUE DE OLIVEIRA
  3. 3. 1 INTRODUÇÃO.....................................................................................................3 2 GESTÃO INDUSTRIAL........................................................................................4 2.1 DIFERENÇAS NA APURAÇÃO DOS CUSTOS DAS VENDAS ...................4 2.1.1 Nas Indústrias .............................................................................................4 2.1.2 No Comércio Varejista ................................................................................4 2.2 MÉTODOS DE CUSTEIO.............................................................................4 2.2.1 Custeio Variável ..........................................................................................5 2.2.2 Custeio por Absorção..................................................................................5 2.3 PREÇO DE VENDA E A GERAÇÃO DE LUCRO.........................................5 2.4 UNIDADES EQUIVALENTES DE PRODUÇÃO............................................5 2.4.1 O que são....................................................................................................5 2.4.2 Exemplos ....................................................................................................6 2.5 CUSTEIO ABC: POSSIBILIDADES DE UTILIZAÇÃO PARA FINS FISCAIS6 2.6 PONTO DE EQUILÍBRIO..............................................................................6 2.7 A IMPORTÂNCIA DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO INTEGRADO NA EMPRESA ...............................................................................................................6 2.8 A APLICABILIDADE DA CONTABILIDADE GERENCIAL DENTRO DA ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL............................................................................7 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS .................................................................................9 REFERÊNCIAS.......................................................................................10
  4. 4. 3 1 INTRODUÇÃO A indústria Pelicano Ltda que industrializa cuecas e calcinhas contratou a empresa de consultoria Breaking Bad a fim de auxiliá-los na análise da formação do preço de custo de produção e preço de venda do produto “cuecas” que corresponde à maior parte do faturamento da empresa. Tendo em vista que a indústria passa por dificuldades em termos de gestão empresarial serão dados alguns esclarecimentos ao Sr. Jonas Caetano – sócio administrador e aos demais dirigentes a respeito de gestão industrial através de informações conceituais e teóricas.
  5. 5. 4 2 GESTÃO INDUSTRIAL A gestão industrial diz respeito principalmente à contabilidade de custos tendo em vista que a atividade básica de uma indústria é a transformação das matérias primas com aplicação de mão de obra juntamente com o uso de máquinas e equipamentos onde em cada uma dessas atividades são gerados os custos que deverão compor o preço do produto. 2.1 DIFERENÇAS NA APURAÇÃO DOS CUSTOS DAS VENDAS Convém explicar o que são custos. Para Martins (2003, p.25) o custo representa um gasto relativo a um bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços. É um dispêndio ( em tempo, dinheiro, esforço, etc ). Para apuração desses custos é utilizada a contabilidade de custos tanto para formação de estoques como para determinação dos lucros auxiliando no controle e na tomada de decisões. 2.1.1 Nas Indústrias Nas indústrias segundo Costa ( 2009, p.27 ) os custos correspondem aos gastos relativos à fabricação dos produtos. Como os custos em uma indústria envolvem diversas variáveis a definição correta desses custos depende de um eficiente controle. 2.1.2No Comércio Varejista No comércio varejista a atribuição do custo das mercadorias vendidas – CMV é bem mais fácil de ser obtido e é baseado principalmente no seu custo de aquisição levando-se em consideração o método usado na apuração dos estoques que normalmente é o PEPS – Primeiro que entra Primeiro que Sai ou o Custo Médio Ponderado. 2.2 MÉTODOS DE CUSTEIO Os métodos de custeio determinam os valores que compõem os custos. Podem ser classificados como tradicionais e contemporâneos. Os tradicionais se aplicam principalmente onde os custos diretos sejam predominantes e são baseados principalmente no volume de produção. De uma forma simplificada podemos dizer que o custo é incluído no valor do produto enquanto que as despesas vão para o resultado.
  6. 6. 5 2.2.1 Custeio Variável Também chamado de Custeio Direto do tipo tradicionalleva em consideração apenas os custos variáveis que integram o produto. Esse sistema faz com que as despesas da empresa aumentem diminuindo o lucro. Embora não aceito pelo Fisco esse sistema é útil para fins gerenciais 2.2.2Custeio por Absorção Tipo de método tradicionalSistema e o único oficialmente reconhecido pela Receita Federal. Tal como afirmam Foster e Baxendale (2008, p.41) “sob o custeio por absorção, os custos indiretos fixos de fabricação são computados como custos dos produtos em vez de serem considerados como despesas do período”. 2.3 PREÇO DE VENDA E A GERAÇÃO DE LUCRO Para Bertó e Beulke (2005, p. 264) a formação do preço de venda é “elemento essencial da gestão econômico-financeira e mercadológica das empresas”. Na formação do preço de venda pelo Mark-up, será acrescentada uma margem para cobrir os demais gastos que não estão incluídos no custo ( tributos, comissões, etc ) e também o lucro desejado. É claro que se o custo de fabricação for cuidadosamente calculado bastará à indústria, levando em consideração o preço de mercado e a expectativa de lucro de seus sócios ou acionistas acrescentar a margem de lucro a fim de que possam garantir a continuidade da empresa. 2.4 UNIDADES EQUIVALENTES DE PRODUÇÃO 2.4.1 O que são Em uma indústria existem produtos em diversas fases de produção. São os produtos acabados e em elaboração. Uns em início, outros em meados e outros quase acabados. Dessa forma é necessário que se consiga atribuir valores aos diversos produtos nas diversas fases de elaboração a fim de que se possa avaliar o estoque. Assim, atribuindo-se um percentual de acabamento para o produto pode-se avaliar o seu custo.
  7. 7. 6 2.4.2 Exemplos Podemos citar como exemplo, termos 2.000 unidades que estão 50% acabadas ou seja, temos o equivalente a : 1.000 unidades acabadas pois 2.000 X 50 % = 1.000 unidades. Caso tivéssemos 1.000 unidades com 50% acabada; 2.000 unidades com 20% acabadas, teríamos o equivalente a : 1.000 X 50 % = 500 unidades mais 2.000 X 20 % = 400 unidades = 900 unidades acabadas. 2.5 CUSTEIO ABC: POSSIBILIDADES DE UTILIZAÇÃO PARA FINS FISCAIS Segundo Ribeiro, pg. 247 “ABC (Activity-Based Costing) é um sistema de custeio que se caracteriza pela atribuição dos custos indiretos de fabricação aos produtos, por meio de atividades que são um conjunto de tarefas que combinam recursos humanos, financeiros, materiais e tecnológicos.” Esses Custos Indiretos de Fabricação são repassados aos produtos pelos departamentos da indústria e exige adaptações no Plano de Contas para possibilitar essa distribuição dos custos na forma de alocação direta, por rastreamento ou por rateio dependendo do tipo do CIF. Esse tipo de Custeio assim como o custeio variável também não é aceito pelo Fisco apesar de ser de utilidade para fins gerenciais embora devido à sua complexidade não é viável para pequenas organizações. 2.6 PONTO DE EQUILÍBRIO Nenhum custo ou despesa é perfeitamente fixo ou variável. Segundo ATKINSON et AL. (2000, p. 193), ponto de equilíbrio é “o nível em que o volume de vendas cobre os custos fixos dos recursos comprometidos”. Em outras palavras, a empresa começa a lucrar quando as vendas superam este ponto. Existem: O ponto de equilíbrio contábil (PEC) onde o resultado das vendas é suficiente apenas para o pagamento dos custos e despesas fixas, o ponto de equilíbrio econômico (PEE) que inclui o custo de oportunidade ou seja, aquilo que seria ganho caso fosse feita uma outra aplicação e por fim, o ponto de equilibro financeiro (PEF) onde são levadas em consideração todas as receitas e despesas além da remuneração do capital investido bem como a obtenção dos lucros desejados. 2.7 A IMPORTÂNCIA DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÃO INTEGRADO NA EMPRESA A contabilidade é, por si sóum sistema de informação e avaliação. A
  8. 8. 7 contabilidade gerencial através de diversos sistemas, paralelamente à contabilidade de custos, avalia essas informações valorizando tanto informações financeiras como as não financeiras. A maioria dos relatórios da contabilidade gerencial contempla principalmente as informações de natureza operacional, física e humana. A estrutura de um sistema de informação gerencial deve levar em consideração a operacionalidade, a integração dos dados – que deverá atingir todos os setores da organização - e o custo da informação pois se o custo de obtenção dessas informações for superior aos benefícios obtidos, essas deverão ser descartadas. 2.8 A APLICABILIDADE DA CONTABILIDADE GERENCIAL DENTRO DA ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL A contabilidade gerencial, livre dos cumprimentos das obrigações legais ou regras fixadas pela CVM ou CPC, etc, é um sistema de informação que supre a empresa com informações variadas não só de natureza financeira, econômica, patrimonial, física e também de produtividade fornecendo detalhes e auxiliando os administradores em suas tomadas de decisão. Segundo o Institute of Management Accountants (IMA – Instituto dos Contadores Gerenciais), dos EUA, a contabilidade Gerencial é o processo de identificação, mensuração, acumulação, análise, preparação, interpretação e comunicação das informações financeiras usadas pela administração para planejar, avaliar e controlar uma organização e assegurar o uso adequado e a responsabilização por seus recursos. Explicação de algumas dessas funções: Identificação: Reconhecimento e avaliação das transações empresariais; Mensuração: Quantificação e previsões sobre o que possa ocorrer; Preparação e Interpretação: Coordenação da contabilidade e/ou planejamento dos dados incluindo as conclusões sobre esses dados; Comunicação: Preparação dos relatórios; Planejamento: Quantificação e interpretação dos efeitos das transações planejadas; Estratégias táticas e operacionais; Estabelecimento de metas; Avaliação: Julgamento das implicações dos eventos e transformação dos dados em tendências e relacionamentos; Controle: Integridade das informações financeiras, monitoramento e mensuração do desempenho e ações corretivas;
  9. 9. 8 Responsabilização: Sistema de relatórios atribuindo responsabilidades organizacionais aos gerentes e demais administradores por cumprimento ou descumprimento de metas; Relatórios Externos: Preparar relatórios financeiros baseados em princípios contábeis para grupos externos como acionistas, credores, autoridades tributárias, etc.
  10. 10. 9 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Teve este trabalho o objetivo, atingido - de ampliação dos conhecimentos e enriquecimento do vocabulário do estudante de ciências contábeis além do contato com fontes variadas de pesquisa. Os temas foram baseados na grade curricular do quinto semestre do curso de graduação em ciências contábeis.
  11. 11. 10 REFERÊNCIAS ATKINSON, A.A.; BANKER, R.D.; KAPLAN, R.S.; YOUNG, S.M. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 2000. BERTÓ, Dalvio José; BEULKE, Rolando, Gestão de custos. São Paulo: Saraiva, 2005. COSTA, José Manoel da.Contabilidade Industrial. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. FOSTER, B.P.; BAXENDAALE, S.J. The absorption VS. direct costing debate. Cost Management, v.22, n. 4, pp. 40-48, 2008. MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2003. NOGUEIRA, Daniel Ramos. Contabilidade de Custos. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009. RIBEIRO, Osni Moura. Contabilidade de Custos Fácil. 8 ed. São Paulo: Saraiva, 2013. TARIFA, Marcelo Resquetti;SILVA, Luiz Fernando Soares da. ContabilidadeGerencial. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.

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