Niterói, 8 de abril de 2015.
Eric Campos Bastos Guedes
Prezados senhores,
Meu nome é ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES, sou brasil...
(ano 22; Nº1197; edição nacional de 15 a 21 de março de 2015 com tiragem de 3 milhões de
exemplares) publicou a seguinte m...
Então, se aproximaram os discípulos e lhe perguntaram [a Jesus Cristo]: Porque lhes falas por
parábolas? Ao que respondeu ...
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tais pesquisas! Bastam quatro coisas: gratidão (por ter sua pena de morte convertida em outra mais
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tais agressões. A perda dessas capacidades está atingindo nossa civilização de modo perigosamente
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Segunda carta as autoridades indonesias sobre o tsunami de 2004 e sobre a pena de morte v07 - eric campos bastos guedes

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Comentários sobre a possibilidade de o tsunami de 2004 (sismo de sumatra-andaman) que atingiu a Indonésia ter sido provocado artificialmente. Os cálculos necessitam ser refeitos, como acabei de constatar, mas o trabalho levanta questões pertinentes e que deveriam ser melhor investigadas. Também são feitos comentários sobre as consequências de uma nação adotar a pena de morte e são levantadas questões concernentes às igrejas autoproclamadas "cristãs".

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Segunda carta as autoridades indonesias sobre o tsunami de 2004 e sobre a pena de morte v07 - eric campos bastos guedes

  1. 1. Niterói, 8 de abril de 2015. Eric Campos Bastos Guedes Prezados senhores, Meu nome é ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES, sou brasileiro e trabalho como pesquisador independente, tendo sido premiado na Olimpíada Iberoamericana de Matemática Universitaria em 2006. Neste texto eu prossigo examinando a possibilidade de o tsunami que atingiu a Indonésia em 2004 ter sido provocado artificialmente. No dia 17 de março de 2015, com a intenção de esclarecer o assunto, procurei o departamento de Geologia da Universidade Federal Fluminense em Niterói/RJ (Brasil) e conversei com o professor André Luiz Ferrari (professor da UFF, com doutorado em Geociências; e-mail: andreluizferrari@id.uff.br; tel: +55 21 2629-5920). Perguntei a ele se seria possível produzir artificialmente um tsunami a partir da detonação de algum artefato nuclear, ou se seria possível produzir artificialmente um tsunami de algum outro modo. Ele me disse que isso não seria possível, pois a energia de um tsunami seria muitas vezes maior que a energia da detonação de muitas bombas nucleares. Entretanto, alguns cálculos preliminares indicam que isso é falso. Antes de iniciar minha conversa com Andre Luiz Ferrari, eu perguntei a esse professor se eu poderia gravar a entrevista e ele disse que não. Ora, quem faz o que não deve, quem faz coisas indignas é que procura as sombras, a fim de que seus erros sejam encobertos pela escuridão. Aqueles que se sentem justificados, estes buscam a luz, para que haja clareza em seus atos. Os que sabem que sua conduta será criticada e condenada, esses buscam as sombras a fim de que seu procedimento indigno não seja conhecido. Foi por isso que o professor e tantas outras pessoas se negaram a serem fotografadas, gravadas e filmadas por mim. Em vez disso, montam um teatro com a ajuda de várias outras pessoas a fim de deturparem a verdade. Uma verificação rápida na Internet me mostrou a mentira contada pelo professor. Bombas nucleares tem, sim, energia suficiente para provocar um tsunami. De fato, a energia liberada pela explosão de um artefato nuclear costuma ser medida em megatons, sendo o megaton a energia equivalente à da explosão de um milhão de toneladas de TNT (um tipo de explosivo). Uma explosão com essa magnitude pode provocar um tsunami. Confirmarei isso com números num próximo texto. Um segundo ponto que quero comentar é que, a partir do momento em que me propus a examinar a possibilidade de o tsunami de 2004 ter sido artificialmente provocado, passei a ser sutilmente provocado por um grande número de pessoas que não conheço e que simplesmente se aproximam de mim tentando me envolver como que num teatro, com um elenco organizado, onde querem fazer prevalecer a tese falsa de que eu seria homossexual, sexualmente promíscuo, mentiroso, golpista, perdulário e irresponsável. Adianto desde já que nada disso é verdade. Estou sendo vigiado o tempo inteiro e no momento em que escrevo esse texto, os inimigos do povo da Indonésia, que também são meus inimigos, já sabem o que acabei de escrever. Mais: existem expedientes utilizados pelos serviços de inteligência que possibilitam a destruição moral de qualquer indivíduo e também a destruição de sua imagem. Esses expedientes são utilizados com o propósito de fazer com que algumas pessoas que tem conhecimento não sejam ouvidas por aqueles com quem querem compartilhar esse conhecimento. Tais expedientes também são utilizados para anular a reputação de líderes legítimos fazendo com que esses líderes não consigam exercer a liderança que tem direito de exercer de modo natural. Um grande número de agentes de campo são mobilizados com a intenção de difamar o alvo e um modo de mobilizar esse grande número de pessoas é utilizar aqueles que tenho chamado de agentes religiosos. Os agentes religiosos são os partidários das igrejas autodenominadas cristãs (mas que eu não chamaria de cristãs) e que se propõem a cumprir as ordens repassadas pelas igrejas das quais fazem parte. As ordens são repassadas a esses agentes religiosos de modo um tanto encoberto, e de maneira que quem não faz parte dessas igrejas não compreenda o que está acontecendo e o que está sendo comunicado de fato. Por exemplo: no jornal da IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS (IURD), a FOLHA UNIVERSAL 1/13
  2. 2. (ano 22; Nº1197; edição nacional de 15 a 21 de março de 2015 com tiragem de 3 milhões de exemplares) publicou a seguinte manchete em letras garrafais: “MATE UM JUDEU OU CRISTÃO E GANHE UMA RECOMPENSA”, dizendo logo abaixo, com letras muito menores, que essa frase seria de um folheto distribuído na África do Sul. Certamente não havia necessidade de reproduzir essa proposta criminosa em três milhões de exemplares da FOLHA UNIVERSAL – jornal de grande circulação entre os partidários do BISPO EDIR MACEDO. O motivo para se fazer isso é que a igreja se propõe a recompensar as pessoas que matarem a mim ou a meu filho SÓLON RIBEIRO JUNGER CAMPOS GUEDES, ou a DOUGLAS CARRARA, que está de posse de um texto valioso sobre a possibilidade de curar o câncer (o texto é um livro chamado “A VERDADE SOBRE O CÂNCER AO ALCANCE DE TODOS” de autoria do médico HEYDER DE SIQUEIRA GOMES em 1959). Esse texto está me servindo de base para minhas pesquisas sobre o câncer. Outro exemplo: o Papa Francisco falou há algumas semanas que daria um soco em quem xingasse sua mãe. Vários católicos logo entenderam que essa era uma ordem para que alguém me desse um soco, já que tenho criticado pesadamente tanto a Igreja Católica Apostólica Romana quanto minha mãe VANDA CAMPOS GUEDES, por essa última ter tramado minha morte. Ora, pouco tempo depois, um barbeiro com quem fui cortar meu cabelo arrumou uma confusão como pretexto para me dar um soco na cara. Esse sujeito espera com isso ganhar algum prêmio da igreja, que certamente vai se movimentar de modo a premiá-lo de algum modo insuspeito. Ou ele será premiado no bingo da igreja, ou vai ganhar em algum sorteio, ou alguém que deve dinheiro a ele vai aparecer para quitar a dívida, ou alguma pessoa que está entravando seu caminho vai deixá-lo em paz etc. São muitas as possibilidades para a Igreja Católica retribuir a esse “fiel” pelo cumprimento da ordem dada... as igrejas autoproclamadas “cristãs” são, de fato, um exército a serviço da cúpula de poder que governa o mundo. Essa cúpula de poder está empenhada em fazer aparecer vários sinais que confirmariam as palavras da Bíblia (o livro sagrado dos cristãos). Na verdade, as próprias histórias e versículos da Bíblia são utilizados pelos líderes das igrejas para passar, de modo encoberto e codificado, as ordens a respeito do que deve ser feito e de como deve ser feito. Um exemplo: a história sobre o pequeno Davi matar o gigante Golias com uma pedrada na cabeça pode ser entendida como uma sugestão para que se utilize uma criança, ou crianças, para se destruir um inimigo da igreja. Esse inimigo pode ser pai de alguém (é o meu caso) e esse filho pode ser atingido por outras crianças. No momento atual, meu filho SÓLON RIBEIRO JUNGER CAMPOS GUEDES é refêm de sua própria mãe e de sua família maquiavélica, que tem aceitado favorecementos ou tem sido convencida de algum outro modo a não me deixar vê-lo. Existem estratégias que podem ser usadas para conseguir qualquer coisa de qualquer pessoa que se encontre com poucas chances de defesa. Um exemplo disso é o militar norteamericano BRADLEY EDUARD MANNING, que entregou documentos do governo norteamericano para JULIAN ASSANGE (figura representativa do WIKILEAKS, importante órgão de denúncia de crimes de guerra cometidos por diversos governos). Bradley foi preso e torturado, após o que afirmou querer passar a se chamar CHELSEA ELIZABETH MANNING, assumindo o sexo feminino. Parece ser suficientemente claro que a “mudança” de sexo de Bradley Manning nada tem de natural, sendo o resultado da tortura e direcionamento recebido durante sua prisão. Um outro exemplo é o meu mesmo. Durante minha internação na CLÍNICA DE REPOUSO ITABAPOANA LTDA (chamada CRIL) na cidade de Bom Jesus do Itabapoana (RJ) fui ameaçado de morte sob tortura durante quase dois meses, ao mesmo tempo em que os demais internos se valiam de vários sinais e artifícios psicológicos sugerindo que eu invalidasse meus testemunhos jogando eu mesmo meu nome na lama, e sureriam que eu fizesse isso mantendo relações homossexuais com outros internos, coisa que quase aconteceu. Felizmente, não mantive nenhuma relação homossexual, embora tivesse tentado fazer isso, já convencido pela pressão psicológica e pela tortura química a que estive submetido. A estratégia deles é quebrar o moral de cada um dos líderes que poderiam ter voz e denunciar o procediemento vergonhoso das igrejas que se dizem cristãs. Continuo investigando e sendo perseguido atrozmente devido minha atividade de pesquisa. Quero reforçar meu ponto de vista citando o próprio livro sagrado adotado pelas igrejas. A Bíblia, no livro de MATEUS, no capítulo 13, versículos de 10 à 13, diz na pessoa de Jesus Cristo: 2/13
  3. 3. Então, se aproximaram os discípulos e lhe perguntaram [a Jesus Cristo]: Porque lhes falas por parábolas? Ao que respondeu [Jesus]: Porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhes é isso concedido. Pois ao que tem se lhe dará, e terá em profusão; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não veem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem. [Bíblia, livro de MATEUS, capítulo 13, versículos de 10 até 13] Com base nessas palavras e na sua interpretação própria, limitada e equivocada delas, se fundamenta entre muitos partidários das igrejas cristãs o hábito de cada um entender e interpretar o que os líderes dessas igrejas estão dizendo e comunicando sem tornar clara a interpretação acerca do que realmente está sendo dito e comunicado. Por exemplo: eu interpretei para vocês a proposta indecente da IURD de pedir minha morte e a de pessoas próximas publicada em linguagem figurada (linguagem denotativa, onde as palavras e frases sugerem idéias, e muitas vezes só podem ser corretamente interpretadas ao se analisar o contexto do qual fazem parte). Quem lê a proposta para me matar não compreende o que está sendo dito e a Igreja Universal e seu líder não podem ser responsabilizados, pois a mensagem não foi literal. Ocorre que é frequente aqui no Brasil muitas quadrilhas de bandidos e mal-feitores se comunicarem também por essa tal de linguagem figurada, onde as palavras não querem dizer exatamente o que deveriam dizer. A linguagem é confundida a fim de que a mensagem só seja interpretada pelas pessoas a quem ela se destina. Mas, se há necessidade de encobrir algo, é porque sabe-se que o que se quer encobrir é reprovável, indigno, vil. Grande parte da população do mundo é ingênua. São pessoas simples que não compreendem os mecanismos e poderes internacionais. Para essas pessoas, quero lembrar que há fatos que normalmente não são divulgados. E as pessoas que insistem em divulgar a verdade são perseguidas, silenciadas e desacreditadas pelo emprego de expedientes inimagináveis para grande parte do povo. A esse respeito, quero acrescentar que existe a possibilidade de o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 nos EUA ter sido obra do próprio governo dos EUA. Essa possibilidade se transforma em certeza ao assistirmos o documentário: “ZEITGEIST, THE MOVIE” devido a PETER JOSEPH (é um documentário com cerca de duas horas que fala, entre outras coisas, sobre o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 contra o povo dos EUA - verificar o link: http://www.zeitgeistmovie.com/ - verificar também o link: http://zeitgeistmovie.com/Zeitgeist,%20The%20Movie-%20Companion%20Guide %20PDF/index.html ; pesquisar este último a partir da página 101 até a página 170. É um texto em inglês). Faço aqui essas observações para tentar mostrar que quem acredita estar em segurança, na verdade pode não estar e para mostrar também que é perfeitamente concebível usar um tsunami como arma de guerra. A estratégia deles é matar cada vez mais sem serem responsabilizados por isso. Deste modo escapam de qualquer punição que poderiam sofrer. É a mesma estratégia utilizada pelas igrejas autodenominadas “cristãs”: elas são, na verdade, um conjunto imenso de pessoas que atuam como agentes de campo a serviço dos líderes de suas respectivas igrejas. Eu aconselho que não se confie nem em uma só palavra de qualquer um que frequente igrejas autoproclamadas “cristãs”. As pessoas que frequentam tais igrejas, passando a trabalhar e conviver com outras, são mobilizadas por seus líderes para engendrar as piores conspirações contra quem poderia, de fato, fazer contribuições relevantes para toda humanidade e também para seu próprio país. Os líderes das igrejas autodenominadas “cristãs” sabem a verdade sobre a autoria dos atentados de 11 de setembro de 2001 contra o povo norteamericano, entretanto, são esses mesmos líderes que silenciam quem vem divulgar a verdade. Os líderes das igrejas cristãs se postam ao lado da verdade mas, em vez de divulgar essa verdade, a combatem e impedem que todos os outros cheguem a ela. Sobre a pena de morte, posso dizer que ela é prejudicial para os países que a adotam, devido a reciprocidade: o modo como nos comportamos pode determinar como outros se comportam em relação a nós mesmos. Quando somos atingidos, podemos não saber de onde veio o golpe, mas quem nos atinge necessita estar internamente justificado, isto é, com uma espécie de “apólice de seguro”, caso a verdade 3/13
  4. 4. sobre a agressão venha a público. Se isso ocorrer, os agressores poderão argumentar: “Vocês não nos podem acusar de nada. São tão errados quanto nós!” Este parece ser o momento certo para o governo da Indonésia repensar a pena de morte, pois existe um clima de apreensão, produzido pela mídia, quanto a vida das pessoas condenadas. Então é o momento certo para a Indonésia dizer ao mundo: “Ei! Nós somos melhores que vocês! Não somos os agressores e não somos nós que desprezamos a vida das pessoas!” Um outro motivo para vocês, líderes políticos e econômicos da Indonésia, perdoarem seus condenados a morte ou converterem a pena deles é que isso pode fortalecer vocês perante a comunidade internacional. É mais aceitável negociar acordos e contratos comerciais com nações que respeitam a vida das pessoas. A pena de várias pessoas condenadas a morte que já estão presas há anos poderia se encerrar com 40 chibatadas, por exemplo, ou se converter em serviços em prol da Indonésia. Uma possibilidade seria converter os estrangeiros condenados a morte em potenciais agentes de inteligência a serviço do governo da Indonésia, fazendo com que produzissem relatórios sobre seus países de origem com base em notícias veiculadas em jornais e revistas de seus respectivos países. É claro que eles trabalhariam sem poder se comunicar com o resto do mundo, embora soubessem o que se passa “lá fora”. Poder-se-ia dar a cada um dos prisioneiros a chance de escolher entre a pena de morte e o trabalho como agente de inteligência a serviço do governo da Indonésia. Como treiná-los? Um meio é fazer com que leiam o livro “The History of Espionage” de Ernest Volkman. Um bom emprego de tais agentes seria o de fazê-los prover traduções de textos relevantes escritos em seu país de origem para a linguagem adotada na Indonésia. Isso pode ser útil para propiciar mais conhecimento para o governo da Indonésia – e conhecimento é poder. Faço aqui uma sugestão muito simples. Faça com que seus prisioneiros perguntem em voz alta logo pela manhã: “Que posso conceber, imaginar ou produzir hoje em benefício do povo da Indonésia?” - Deem a seus prisioneiros papel para que possam escrever, alguns livros para que possam ler, dicionários e algum conforto simples e humilde, camas onde possam repousar e – importante – a visita de mulheres, garotas de programa que lhes possam proporcionar a massagem fálica (do modo que é concebida em meu texto: Massagem Fálica – Sexo seguro sem Culpa 3ed) – sendo que a frequência de visita de tais garotas de programa depende do quanto eles estão supostamente ou realmente produzindo em favor do povo e do governo da Indonésia. Por exemplo, talvez algum de seus prisioneiros se proponha a criar um sistema de aprendizado da tabuada e de aritmética com base em exercícios a serem realizados a semelhança do Método Kumon, empregado no Japão com grande sucesso. Talvez esse sistema possa ser desenvolvido também para o aprendizado de vários assuntos diferentes, tais como história, geografia, química, física etc. Digam a eles para proporem por escrito projetos sobre como eles poderiam ajudar o povo da Indonésia e do que precisariam para efetuar esses projetos. Chamem alguém que entenda e acredite na proposta que está sendo feita aqui para coordenar esse projeto. Deem aos presos alguma tranquiliade para poderem pensar e ter ideias. Condicionem a visita das garotas de programa à produção que eles estejam tendo ou às possibilidades que as ideias deles e o desenvolvimento dessas idéias tem de beneficiar o povo da Indonésia. Não façam barganhas com os prisioneiros. Não negociem com eles a visita das garotas de programa. Se um interno pedir a visita de uma garota de programa, recusem. A visita ou não de uma garota de programa a um interno deve ser decidida unicamente pelo coordenador designado para o projeto. Deem aos prisioneiros a possibilidade de escolherem entre a pena de morte ou a prisão perpétua com esse trabalho que não será imposto nem obrigatório, mas recompensado com a massagem fálica. Esses prisioneiros não poderão mandar mensagens para fora da prisão especialmente preparada para a finalidade aqui expressa, mas receberão informações de fora em quantidade adequada. Talvez alguns prisioneiros se proponham a desenvolver ideias que possibilitem prever com suficiente antecedência a ocorrência de tsunamis. Isso pode ajudar muito o povo da Indonésia. O sistema, caso venha a se mostrar funcional, pode ajudar vários outros países, o que poderá fazer a Indonésia ser mais respeitada entre outros países. Com respeito a um tal sistema que faça previsões sobre a ocorrência de tsunamis, posso dizer que o comportamento de algumas espécies de animais muda de modo revelador antes do desastre. Também a análise de infrassons e ultrassons talvez dissesse algo sobre um tsunami que estivesse para ocorrer. É uma pesquisa que pode ser feita! Não é necessário ter título universitário para se empreender 4/13
  5. 5. tais pesquisas! Bastam quatro coisas: gratidão (por ter sua pena de morte convertida em outra mais adequada); uma direção (a questão a ser repetida diariamente: “Que posso eu idealizar, projetar, desenvolver, produzir ou fabricar em favor do povo da Indonésia?”); motivação (massagem fálica); e humilde tranquilidade (comida simples, mas digna; abrigo simples, mas digno; condições de vida simples, mas dignas; condições simples para se pesquisar e produzir sem investimentos altos). Após a idealização ou desenvolvimento dos projetos, estes devem ser confiados ao coordenador para que ele entre em contato com os setores da sociedade que poderiam estar interessados em se beneficiar desses projetos. Os nomes dos autores das idéias, de seus desenvolvedores, das pessoas que pesquisaram e que estavam presas não devem ser divulgados. Nada deverá ser conhecido pelo resto da população a respeito dos presos que tiveram as idéias e que as desenvolveram; por outro lado, os presos deverão ser informados sobre o andamento dos projetos que propuseram. Somente os próprios presos guardarão a memória sobre a autoria dos projetos que desenvolveram. Em se tratando de pesquisa científica, essas deverão ser publicadas (se for o caso) sob total anonimato; em se tratando de pesquisa militar, idem. Leiam sobre ARQUIMEDES DE SIRACUSA e tirem as devidas conclusões. Com vistas a valorizar a motivação proporcionada pela massagem feita pelas garotas de programa, punam devidamente a ocorrência de homossexualismo. Recomendo que mantenham câmeras filmando os presos todo o tempo, em todos os lugares em que possam estar dentro da prisão, mas conforme o orçamento possibilite isso. Nisso consiste a melhor alternativa à pena de morte aplicada em cada país. Quero lembrar, também, que uma parte da população da Indonésia e do resto do mundo pode interpretar a execução de condenados a morte como a santificação do executado. O morto seria mais perigoso do que quando estava vivo, pois sua conduta poderia ser imitada ao invés de ser evitada. A própria execução de um condenado a morte pode ser vista por uma parte da população como um assassinato, uma afronta ao sagrado direito à vida. Isso pode prejudicar a imagem da Indonésia perante seus parceiros comerciais e levar a prejuízos não somente financeiros. Além de tudo, a pena de morte não é eficaz para coibir a criminalidade, o que a torna inútil contra o crime. Mais ainda: atingir um inimigo internamente, pode ser determinante para se vencer uma guerra. Quando falo em atingir internamente um inimigo, quero me referir a atingi-lo psicologicamente. Uma nação e um povo que admite de modo tão natural e tão desavergonhado a pena de morte, acabará aceitando sem luta a morte e a condenação de seus conterrâneos, correligionários, amigos e parentes. O direito de lutar nos é concedido por nossa própria consciência. A motivação para reagirmos à uma agressão advém da indignação decorrente da constatação de que fomos vítimas de uma injustiça. Se pensarmos erroneamente que a pena de morte é justa, acabamos por perder o direito de lutar e a motivação para essa mesma luta. Que luta? A luta contra a “pena de morte” que se nos está sendo imposta pelos detentores do poder que tem para condenar bilhões de pessoas a morte. No atentado de 11 de setembro nos EUA morreram cerca de 3000 pessoas e os verdadeiros culpados não foram punidos; o tsunami na Indonésia pode ter sido provocado artificialmente e isso deve ser investigado, mas até agora ninguém foi punido; quantas pessoas mais podem ser mortas sem que ninguém se de conta do que está de fato ocorrendo? Meu texto “TEORIA DO GENOCÍDIO APOCALÍPTICO IMINENTE” toca nessa questão. Sugiro que leiam. O povo da Indonésia e de todo o mundo pode ter sua capacidade de reação anulada se for levado a acreditar que a vida das pessoas não tem valor. Diante da crença de que a vida dos seres humanos não tem valor, perdemos a capacidade de nos indignarmos contra a morte e deixamos de lutar pela preservação de nossas próprias vidas. Perde-se, interna e psicologicamente, a capacidade de identificar agressões contra o corpo coletivo da humanidade e perde-se também a capacidade de evitar e antever 5/13
  6. 6. tais agressões. A perda dessas capacidades está atingindo nossa civilização de modo perigosamente silencioso. Para finalizar, quero dizer que qualquer avanço na direção de impedir a execução de condenados a morte irá favorecer meu trabalho, por razões que ficarão claras mais tarde. Tenho pesquisado com dificuldade e investido meu apoucado dinheiro nesse trabalho. Espero contar com a compreensão de todos no que se refere ao seguinte: as vezes nossas certezas e suspeitas mais claras não são mais que ilusões dos ilusionistas que querem iludir. Algumas observações pertinentes: a recusa da carta credencial do embaixador da Indonesia no Brasil, Toto Ryianto, no dia 20 de fevereiro de 2015, foi um ato de conteúdo político. Toto Ryianto compareceu à cerimônia, que contou com a presença de outros novos embaixadores, mas foi o único que teve a carta recusada. Por qual motivo o governo brasileiro teria uma tal atitude claramente ofensiva em relação à Indonésia? Ora, o governo brasileiro já sabia de meu interesse em investigar mais a fundo a questão do Tsunami poder, ou não, ser artificialmente provocado. Se Tsunamis não podem ser artificialmente produzidos, essa pesquisa seria inócua – sem prejuízos para quem quer que os estivesse produzindo; mas se Tsunamis podem ser produzidos artificialmente, então minha pesquisa seria altamente danosa para o governo (ou os governos) que os produzissem. Esse é um bom motivo para o governo brasileiro sabotar meu trabalho, já que o principal suspeito de criar uma tal arma de guerra (tsunami artificial) seria o governo dos EUA, com quem o governo brasileiro se alinha politicamente. Ao criar problemas com o governo da Indonésia, com quem eu poderia manter algum grau de cooperação, o governo do Brasil dificulta meu trabalho e reafirma seu comprometimento com a política do governo norteamericano. Descobrir respostas exige pesquisas e pesquisar exige um certo grau de tranquiliade e segurança. Estou sendo privado dessa tranquilidade e dessa segurança na medida em que agentes a mando do governo brasileiro e vários participantes das igrejas autoproclamadas cristãs põem todas as pessoas que poderiam vir a me ajudar contra mim. Fazem isso pela via da difamação e da injúria, montando um grande número de armadilhas para mim, que me fazem parecer um tipo ignobil, sexualmente promíscuo, falso, homossexual, viciado em drogas, perdulário, mentiroso e desprezível. Adianto, desde já, que nada disso é verdade, apesar das aparências poderem sugerir fortemente o contrário. Afirmo aqui, categoricamente: não sou homossexual e nunca fui; não sou usuário de drogas e nunca fui; não bebo e nunca bebi; não fumo e nunca fumei. Ocorre que, com dinheiro suficiente e com as técnicas adequadas, se consegue forjar situações, fazendo a verdade parecer fábula e tornando a mentira a história que vai ser contada depois. Se eu fosse mais um mentiroso, mais um dos enganadores que tenho denunciado, eu não estaria sofrendo tantos ataques como os que venho sofrendo. Se não, vejamos: tenho sido intoxicado por substâncias desconhecidas e já, por diversas vezes, assestaram vermes, bactérias e virus contra mim. Vou repeir isso para que fique claro: ESTOU SENDO INTOXICADO POR SUBSTÂNCIAS DESCONHECIDAS SEM QUE DISSO POSSA EU ME DEFENDER; MEUS OPOSITORES ASSESTAM VÍRUS, BACTÉRIAS E VERMES CONTRA MIM, SEM QUE DISSO POSSA EU ME DEFENDER. Não me deixam em paz para exercer minha atividade de pesquisador independente, posso vir a morrer ou ser torturado (novamente) em lugares que meu país reserva com essa finalidade. Não faço o que faço para conseguir dinheiro; ainda não pedi dinheiro a nenhum governo de nenhum pais e espero não chegar a fazer isso, pois quero me manter independente. No momento em que escrevo esse texto sinto uma dor de dentes realmente desagradável. Sei que isso me foi provocado por meus opositores e é coisa que muito lamento, porque é em proveito de todos os seres humanos que tenho dedicado meu trabalho de pesquisador. Pelo bem que faço (ou tento fazer), tenho sido pago com o mal. Estou usando o dinheiro de minha pensão para financiar minhas pesquisas, porque, caso algum dinheiro tenha sido depositado para mim, ele ainda não chegou até minhas mãos. Isso quebra minha moral, porque fica parecendo que meu trabalho não tem valor, já que, aparentemente, ninguém faz doações para mim. E quando procuro alguém para trabalhar comigo, o dinheiro é tão pouco e as difamações são tão vergonhosas que ninguém aceita se por ao meu lado. Se eu fosse mais um mentiroso, mais um enganador, minha 6/13
  7. 7. atividade sequer faria algum sentido; que sentido haveria em inventar mais mentiras ou em reafirmar as mentiras que já contam? Não há mérito nisso. Todo matemático sabe que o mérito está em descobrir a verdade – a verdade é soberana; a glória de Deus pertence a quem a descobre e a quem a estabelece entre os seres humanos. Tenho tentado realizar minhas pesquisas com o financiamento da própria população. Ora, com o objetivo de fazer com que eu pare minhas pesquisas, já fui preso diversas vezes sem ter cometido nenhum crime e numa dessas vezes em que fui detido, fui ameaçado de morte sob tortura e também ameaçaram meu filho de 5 anos de idade de morte, caso eu mesmo não destruisse minha reputação mantendo relações sexuais como outro homem (homossexualismo). Quase caí na arapuca deles. Outros não tiveram essa sorte, como parece ter sido o caso de Bradley Eduard Manning, que após ser preso e torturado pelo governo dos EUA, sob a acusação de traição e espionagem, “mudou” de sexo e agora afirma querer se chamar Chelsea Elizabeth Manning. Ocorre que essa é a abjeta e desprezivel estratégia empregada pelo governo dos EUA e pelas igrejas autoproclamadas cristãs para desqualificar seus opositores políticos: cobrir de infâmia e vergonha toda e qualquer iniciativa que vise descobrir e divulgar a verdade. O motivo é que tanto as igrejas autodenominadas cristãs quanto o governo dos EUA ganham com as mentiras que contam para o povo. Buscam encobrir os erros do passado com a finalidade de que as mentiras que contam hoje também não sejam descobertas. Aparentemente, as igrejas autodenominadas cristãs (católica, evangélicas e protestantes) estão servindo como fonte inesgotável de agentes de campo que realizam trabalhos a mando de seus líderes. A comunicação entre esses agentes é feita de modo codificado e encoberto; quem não participa das tramas deles não compreende o que se passa. O fato de o embaixador Toto Ryianto ter tido suas credencias negadas indica que o governo federal brasileiro, encabeçado por quem quer que seja, se posiciona do lado mais forte, apostando suas fichas no machado do carrasco ao contrário de mim que estarei ao lado da vida humana. A hostilidade do governo Dilma Rousseff contra o governo da Indonésia (no caso da recusa das credenciais do embaixador) foi um sinal claro de que o governo brasileiro se põe ao lado do governo dos EUA (um dos suspeitos, caso minha pesquisa mostre que o Tsunami de 2004 foi provocado artificialmente) e ao lado de algumas das mais poderosas igrejas autodenominadas cristãs (que ganham dinheiro enganando o povo, isto é, que ganham dinheiro contando mentiras, coisa a que me oponho). Claramente, o ato ofensivo do governo federal brasileiro não contribuiu em nada para impedir a execução de Rodrigo Muxfeldt Gularte. E o governo do brasil sabe que se Rodrigo Gularte não for execurtado, isto poderá me fazer ganhar moral junto à pessoas que podem vir a me ajudar muitíssimo. Quem perderá com minha vitória são os mentirosos e enganadores que tem iludido o povo de todo o mundo. Eles tem tanto dinheiro e tanto conhecimento de como proceder para que as mentiras que contam sejam consideradas verdadeiras, que normalmente logram êxito em fazer essas mentiras se passarem por verdades. Quando o governo brasileiro mostrou hostilidade contra o governo da Indonésia, aproximou o brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte da morte. E a morte desse brasileiro iria quebrar minha moral, na medida em que sempre me posiciono, por meio de minhas pesquisas, favoravelmente a vida, pois acredito que a finalidade de toda pesquisa deve ser favorecer o ser humano. Tenho coletado indícios de que a cura para diversas doenças está nas mãos da Igreja Católica. Ela mantém, aparentemente, o segredo sobre como curar diversas doenças para as quais os médicos afirmam não haver cura conhecida. O livro “A VERDADE SOBRE O CÂNCER AO ALCANCE DE TODOS” de autoria do médico HEYDER DE SIQUEIRA GOMES, em 1959, mostra, por exemplo, que a cura para o câncer já foi obtida. Pode-se obter uma cópia xerox desse livro fazendo um pedido a DOUGLAS CARRARA, administrador da BIBLIOTECA CHICO MENDES, que se localiza em MARICÁ/RJ e cujo telefone é +55 21 2638-5160 (ligações internacionais) ou (21)2638-5160 (ligações de dentro do Brasil). Douglas Carrara pode correr até risco de ser morto, vítima de uma conspiração engendrada pelas igrejas autodenominadas “cristãs”. O mesmo pode vir a ocorrer comigo. Naturalmente, pessoas vítimas 7/13
  8. 8. de conspirações não são reconheciadas como tais – a finalidade de uma conspiração é justamente encobrir os verdadeiros mandantes, isto é, aqueles que deveriam ser punidos por isso. No “Jornal” da Igreja Universal do Reino de Deus, chamado “Folha Universal” (Ano 22; Nº1197; edição nacional; de 15 a 21 de março de 2015; com tiragem de 3 milhões de exemplares) está estampada a seguinte mensagem em grandes letras: “MATE UM JUDEU OU CRISTÃO E GANHE UMA RECOMPENSA”. Essa frase teria aparecido num folheto obscuro e desconhecido distribuido na África do Sul. Certamente não havia necessidade de uma tal proposta ser divulgada em 3 milhões de exemplares dentro do Brasil. Ocorre que, no Brasil, algumas pessoas podem levar a proposta a sério e buscar a tal “recompensa”. Mais: o “cristão ou judeu” parece ser uma referência a minha pessoa, isto é, minha cabeça estaria a prêmio. O próprio Papa solicitou que me dessem um soco na cara, e foi exatamente o que um barbeiro fez há algumas semanas – após me provocar, cortando meu cabelo de modo inteiramente diverso do que eu havia pedido, quis ser pago por isso. Eu disse que não pagaria e ele tentou se impor se valendo de seus amigos que estavam por perto e, sentindo-se em segurança, me deu um soco na cara. Eu não me intimidei e não revidei. Era um senhor, uma pessoa mais velha. Os católicos e evangélicos utilizam pessoas pelas quais se deveria ter respeito para irritarem e tentarem humilhar seus inimigos. Isso inclui senhores e senhoras de idade mais avançada, crianças, e os pais e filhos daqueles que os (falsos)cristãos querem humilhar. O procedimento das igrejas chamadas “cristãs” é esse. Humilhar e desqualificar antes de mandar matar e fazer isso manipulando as pessoas que as igrejas necessitam mobilizar. Para as igrejas mobilizarem diversas pessoas, utilizam o “bom nome” e a “reputação ilibada” de seus membros; utilizam sua milícia: a milícia da “imaculada” que, justamente por ser imaculada na aparência, tem credibilidade junto a várias pessoas que não fazem parte de igrejas. É essa credibilidade imerecida que faz com que os assim chamados “cristãos” tenham poder de convencer e influenciar outrem. Como diria Che Guevara: “Não se pode confiar nem um tantinho pequeno assim nos imperialistas” - e o império é a força do mal que tem dominado o mundo. A força que se baseia na desinformação e na contra-informação advindas dos agentes (religiosos) de campo. Essa desinformação e contra-informação visam encobrir a verdade e contar a história (mentirosa) deles, em vez de contar a história verdadeira ou abrir um canal honesto de comunicação no qual essas questões sejam debatidas. O foco dos autoproclamados “cristãos” está no deboche, no escárnio, na mentira e na desqualificação de testemunhas e de pesquisadores que poderiam vir a descobrir a verdade e, divulgando essa verdade, humilhar as igrejas – aquelas que são construidas com a morte de quem tem idéias ofensivas a doutrina pregada pelas igrejas. Eu sou uma dessas pessoas, já que meu trabalho “Massagem Fálica: Sexo Seguro sem Culpa 3ED” pode salvar a vida de milhões de pessoas nas próximas décadas caso seja divulgado e discutido pela população. Neste trabalho eu mostro de modo contundente que a pregação das igrejas está errada ao condenar a prática da prostituição, pois é a partir dessa prática que se pode reduzir drasticamente a ocorrência de DSTs: o advento da massagem fálica como forma padrão de satisfação sexual. O Papa Francisco e os demais líderes das igrejas tem se empenhado em desqualificar meu trabalho e a mim mesmo, para que as pessoas não me deem atenção. Fazem isso condenando a morte milhões e milhões de pessoas que poderiam ser salvas pelos resultados de minhas pesquisas. A Igreja Católica está acumulando conhecimento a mais de mil anos e mantém registros do que tem sido feito. Minha atividade enquanto pesquisador independente me leva a acreditar que a cura de muitas doenças para as quais se diz ao povo não haver cura conhecida, já foi descoberta. Um indício disso é o livro “A VERDADE SOBRE O CÂNCER AO ALCANCE DE TODOS” (supramencionado); outro indício é meu trabalho: “A CURA DO HIPOTIREOIDISMO E A CURA DO HIPERTIREOIDISMO”. As igrejas se aliam com os grupos que detém o poder e desses grupos obtém vantagens políticas e financeiras. Em troca, urdem tramas mortais contra todos que são considerados ameaças ao poder historicamente constituído. Essas pessoas que ameaçam o poder historicamente constituído tem a capacidade de propor idéias que podem salvar vidas ou beneficiar grandemente o povo do mundo inteiro. Uma pessoa que obtenha grandes êxitos na direção de salvar vidas humanas, pode ser respeitada o suficiente para ser ouvido pelos demais – e se esta pessoa estiver disposta a revelar a mentira das igrejas e fazer aparecer a verdade, será perseguida de modo atroz, como eu mesmo venho sido. Recomendo dissolver 8/13
  9. 9. todas as igrejas autodenominadas “cristãs” o quanto antes, a fim de que haja menos prejuízo do que o que já houve (supressão da divulgação da cura de doenças, mortes por conspirações etc). Lembro que o passado da Igreja Católica já depoem contra ela, devido ao caso de HIPÁTIA DE ALEXANDRIA (pesquisadora morta por uma turba de cristãos; turba esta que contra Hipátia foi atiçada pelos líderes religiosos; líderes estes equivalentes aos chefes de sinagoga e mestres da lei do tempo de Jesus Cristo) e devido ao TRIBUNAL DA SANTA INQUISIÇÃO (que ordenou a tortura de um grande número de pessoas sem que com essa tortura se estabelecesse a verdade ou algum benefício real para todos), bem como o apoio dado pela Igreja Católica ao GENOCÍDIO NAZISTA (fato historicamente bem estabelecido). A índole da Igreja Católica permanece a mesma: ela veio para matar, roubar e destruir, assim como todos os mercenários e assalariados que se vendem em troca do dinheiro. O correto é trabalhar a partir de doações especificamente destinadas a pessoas, nunca a entidades ou organizações. Aparentemente, doações foram feitas para mim, mas foram criminosamente desviadas e nunca chegaram às minhas mãos. O Brasil tem um povo corrupto e facilmente manipulável pelas igrejas. Se as pessoas que estão sendo manipuladas descobrirem a verdade, as igrejas vão cair e o império do mal ruirá – as curas das doenças, as doenças por contaminação criminosa, os segredos descobertos por pesquisadores nos últimos mil e poucos anos, serão revelados em proveito de todas as pessoas do mundo. O preço será a vergonha daqueles que esconderam esses segredos durante tanto tempo, impedindo que milhões e milhões de pessoas fossem salvas pelos resultados das pesquisas e das informações censuradas pelas igrejas chamadas (erroneamente) “cristãs”. Entretanto, quero afirmar aqui que todo respeito e consideração devem ser dados àqueles que divulgarem estas (supostas) curas e tratamentos tornando público esse conhecimento. Jesus está há cerca de dois mil anos de braços abertos, esperando pacientemente e cheio de dores, na cruz onde fora pregado, pela divulgação dessas curas e tratamentos. Ele quer acolher a todos, mesmo os que o fizeram sofrer – quer acolher a todos “como a galinha acolhe seus filhotes” debaixo das asas. Não se deixem enganar pela malícia e pela maldade que se supõem haver no “outro”, há que se diferenciar o que se diz da boca para for a daquilo que vem do íntimo do coração. Um filho pode responder ao pai que não fará o que ele lhe pediu, mas é o que há na própria alma que vai fazer que ele cumprar os designios de seu coração. Não posso deixar de mencionar que quando um ato hostil e com grande número de mortes é o resultado de uma conspiração que visa encobrir os verdadeiros autores, essa conspiração deixa, propositalmente, pistas acerca do fato de que aquele evento foi uma ato de conspiração. Por exemplo, o atentado de 11 de setembro nos EUA. A data “onze de setembro” se escreve, nos Estados Unidos, como “9/11”, antepondo o número relativo ao mês antes do número referente ao dia do mês. Assim, suprimindo o sinal “/”, que não é numérico, a data do atentado contra as torres gêmeas fica assim: 911 – esse é exatamente o número telefônico para se acionar a EMERGÊNCIA nos EUA. Mais: existem exatamente 911 dias entre a data do atentado de 11 de setembro de 2001 nos EUA e a data do atentado contra os trêns de Madrid, excetuando os próprios dias dos atentados (onze de março de 2004 foi a data do atentado em Madrid – esse atentado ficou conhecido como 11M). Uma indicação de que ambos atentados foram planejados pelo mesmo grupo; grupo este que escolheu as datas para executar os atentados de modo intencionalmente revelador. Algumas pessoas perceberam isso e o tem denunciado, mas o povo está inebriado e os grupos por trás desses atentados acreditam firmemente que não serão punidos – isso mostra que os responsáveis se sentem seguros o suficiente para planejarem e executarem outros atentados, mais elaborados, com maior número de mortes e com menos chances de serem descobertos e punidos por isso. Logo terão poder o suficiente para matar bilhões de pessoas, reduzindo e mantendo a população mundial abaixo de 500 milhões de habitantes; uma população sob controle, que não represente ameaça alguma para nenhum dos grupos que detém o poder hoje. Também a data de ocorrência do tsunami de 2004 que atingiu a Indonésia é altamente reveladora: dia 26 de dezembro. É aceito por algumas pessoas que o sismo que originou esse tsunami ocorreu às 07:59hs do dia 26 de dezembro (horário da Indonésia-Jacarta). Ora, isso significa que no Brasil e nos EUA ainda 9/13
  10. 10. era dia de Natal, isto é, dia 25 de dezembro. No Brasil se diz que o dia 24 de dezembro é véspera de Natal, enquanto o dia 25 seria, segundo essa terminologia, o próprio dia de Natal (que costuma-se comemorar na noite ou madrugada do dia 24 para o dia 25 de dezembro). Então, num dia em que grande parte do ocidente elevava seus pensamentos e intenções à Deus, mais de duzentas mil pessoas morriam do outro lado do planeta, num desastre de imensas proporções. Faço agora o seguinte comentário pertinente: há pessoas que pautam suas decisões e atitudes nas histórias da Bíblia. E pode haver um indício disso na data de ocorrência do tsunami na Indonésia em 2004. Vou citar a Bíblia: A matança das crianças - “Quando Herodes viu que os visitantes do Oriente o haviam enganado, ficou com muita raiva e mandou matar, em Belém e nas suas vizinhanças, todos os meninos de menos de dois anos. Ele fez isso de acordo com a informação que havia recebido sobre o tempo em que a estrela havia aparecido. Assim se cumpriu o que o profeta Jeremias tinha dito: 'Ouviu-se um som em Ramá, o som de um choro amargo. Era Raquel chorando pelos seus filhos; ela não quis ser consolada, pois todos estavam mortos.'” [Mateus, capítulo 2, versículos 16 até 18 - Bíblia] Existe, segundo tenho sido testemunha, uma noção geral entre as pessoas que interpretam e leem a Bíblia, de que as histórias nela contidas devem ser confirmadas por sinais do mundo real que nos remetam diretamente àqualas histórias. O trecho bíblico supracitado corresponde à tentativa do rei Herodes de matar o rei cujo nascimento havia sido anunciado pelos “vistantes do oriente”. Esse rei que Herodes tentou matar era Jesus Cristo, cujo nascimento se comemora, no ocidente, no dia de Natal e na véspera de Natal, isto é, nos dias 24 e 25 de dezembro. Ora, no momento em que teria ocorrido o abalo sísmico que originou o tsunami de 2004 na Indonésia, ainda era dia 25 de dezembro no ocidente, devido ao fuso horário. Mais: Jesus Cristo é um personagem bíblico cuja existência, história e feitos são considerados factualmente verdadeiros, isto é, literalmente verdadeiros por quem faz parte das igrejas autoproclamadas cristãs. Alguns dos feitos de Jesus Cristo e algumas das histórias que dele se contam na Bíblia só podem ser consideradas literalmente verdadeiras se admitirmos a utilização de uma tecnologia que só poderia existir no futuro; caso contrário, exigir que se acredite literalmente em tais histórias para que se faça parte de uma congregação cristã é pagar um tributo aos mentirosos. Assim, passa-se a ser também um mentiroso para que se possa participar de uma igreja, vende-se a própria consciência em troca de uma convivência mais amena e em troca dos favores que a igreja pode proporcionar. Ocorre que ao personagem histórico “Jesus Cristo” correspondem diversos outros igualmente miraculosos, em diversas culturas anteriores, e também na própria História Universal, donde se levanta, de modo natural, a possibilidade de a história contida na Bíblia sobre Jesus Cristo ser uma compilação de vários outros mitos de diversas culturas anteriores; mitos estes que tinham vários pontos em comum com a história de Jesus Cristo (nascimento de uma virgem; nascimento no dia 25 de dezembro; ressurreição dos mortos; milagres; dozes apóstolos etc) – a existência desses mitos anteriores e análogos a Jesus Cristo pode ser comprovoda a partir do documentário “ZEITGEIST, THE MOVIE” donde se deve realizar a pesquisa subsequente. Então, ao contrário de outros nomes bíblicos, ao contrário de outros profetas, Jesus Cristo pode ser só a compilação de mitos de outras culturas, não tendo tido existência literal, mas sim espiritual, ao contrário do que o sistema religioso vigente prega. Essa pregação mentirosa une a todos numa só legião de mentirosos que sabem que estão mentindo e que se valem dessa mentira para confundir quem não compactua com ela. Quem está de fora das igrejas autoproclamadas cristãs fica imaginando que nessas igrejas há pessoas muito boas, que crendo na vida eterna, procuram fazer o bem para merecerem o paraíso após a morte e procuram não fazer o que é ruim para não irem para o inferno pelo resto da eternidade. Ocorre que elas não creem de fato nisso. Apenas dizem crer, para que, assim, se passem por felizardas aos olhos de quem não participa das igrejas (pseudo)cristãs. Ficam satisfeitos os mentirosos ao se saberem invejados, ou ao imaginar que causam alguma inveja em quem não participa dessas igrejas. O que oferecem as igrejas “cristãs”? Oferecem a vida após a morte. Mas nisso não crêem de fato. A farsa cai perto da morte, nos momentos finais da vida de um “cristão”. Nesses momentos, o religioso acaba, muitas vezes, se arrependendo de 10/13
  11. 11. não haver vivido uma vida verdadeira, de haver mentido, enganado etc. Mas aí já é tarde para fazer alguma coisa. Eu acredito em Cristo, pois tenho aprendido com ele, com a história dele, com os ensinamentos dele dos quais se guardam registros. É uma existência espiritualmente verdadeira. Eu acredito que possa haver, sim, uma vida após a morte, se houver a possibilidade de sermos ressuscitados por pessoas que tenham (no futuro) a tecnologia para fazer isso. Sem dúvida, estou, com essas palavras e com a crença aqui expressa, tomando o campo de sangue que pertence até hoje às igrejas que se dizem cristãs, mas não são. E tomando posse desse campo, ele deixará de ser de sangue e passará a ser o campo da vida. Carecendo o personagem bíblico “Jesus Cristo” de existência concreta, isso abre uma brecha a partir da qual se poderia questionar seriamente o poder da própria Igreja Católica e das demais igrejas autodenominadas “cristãs”. A ocorrência do tsunami de 2004 no dia 25 de dezembro para os ocidentais a oeste de Cabo Verde pode sugerir algo mágico, místico, espiritual para várias pessoas. Tal tsunami pode fazer recordar o episódio bíblico supramencionado da matança das crianças. Um dos efeitos que um tsunami tão mortífero pode causar em muitas pessoas que não são de igrejas cristãs é justamente o de as converter ou convencer a se tornarem adeptas dessa religião “cristã”, que pode muito bem ter nascido de uma mentira: a mentira da existência concreta de Jesus Cristo e nos termos exatos constantes na Bíblia. A Bíblia deve ser compreendida espiritualmente e deve ser sempre interpretada e essas interpretações devem ser debatidas e discutidas, no que diz respeito ao que se pode aprender com elas. Do ponto de vista histórico, o Papa Gregório, o Grande, aproveitava as grandes catástrofes para pedir a todos os católicos que, por meio da persuasão, chamassem aqueles que não eram “cristãos” para se unir a “verdadeira” fé. Historicamente, portanto, a ocorrência de grandes catástrofes favoreceu as igrejas autodenominadas cristãs. Cui bono? As pessoas se convertiam para aplacar a ira do Todo-Poderoso. A morte de um opositor dos católicos é vista, em geral, como castigo divino, o que ocorreu com Autáris, rei dos longobardos. Entretanto, ao que me parece, e pela interpretação que faço dos fatos que chegaram ao meu conhecimento a morte desse rei pode muito bem ter sido engendrada por sua própria esposa, Teodelinda, que, talvez, usando de malícia e persuasão, pode ter envenenado ou contaminado o rei Autáris, rei dos longobardos, providenciando a morte de alguém que ela não queria como marido. Teodelinda já havia cativado a afeição do povo longobardo, de modo que pode ela mesma escolher seu novo marido. O Papa parecia saber a verdade, ou suspeitar que Autaris havia caído vítima de uma conspiração encabeçada por Teodelinda. Aproximou-se ele dela e passaram a trocar cartas. Nessas cartas, Teodelinda e o Papa entenderam-se acerca do que deveriam fazer. O Papa deve ter deixado mais ou menos claro para Teodelinda que ele sabia a verdade sobre a morte do rei Autáris. Ele pode ter feito isso sem levantar a questão de modo direto e inequívoco. Ele pode ter se valido de diversas sugestões vagas, indicações indiretas, alegorias, sinais dúbios, palavras e frases de duplo sentido e descrições simbólicas para fazer com que Teodelinda soubesse que ele, o Papa, sabia que ela era uma assassina. Depois disso, o Papa parece ter convencido Teodelinda a fazer com que seu esposo, o novo rei longobardo, Agilulfo, que a própria Teodelinda escolhera, adotasse também o catolicismo. Quando Agilulfo se tornou católico, todo povo longobardo o seguiu e os católicos enriqueceram muito, tendo eles construido muitas novas igrejas. Entretanto, o ganho dos católicos se sustentou (e se sustenta até hoje!) tendo por base o assassinato (encoberto) de um chefe de família (que neste caso em particular também era rei – o rei Autáris); uma aliança entre a igreja católica e a assassina de seu marido com vistas a manter o segredo com respeito a esse assassinato, o escopo de possibilitar a morte dos maridos de outras mulheres e a conversão ao catolicismo de tantas pessoas quantas for possível. Posso dizer que tenho a convicção de que a morte de meu próprio pai teve a participação de minha mãe VANDA CAMPOS GUEDES, tendo ela o entregue para ser morto pelas mãos de outras pessoas. Historicamente, há o exemplo do “exarca Longino, que se lisonjeava de debelar, por meio de discórdias, inimigos que não podia vencer pelas armas” (fonte: “História Universal”, de Cesare Cantú, Editora das Américas S. A. - Edameris, 1969, São Paulo; volume XVIII, capítulo VIII). E é assim que a igreja luta: com base no 11/13
  12. 12. engano, no segredo, jogando uns contra os outros, fazendo acordos odiosos e ganhando “fiéis” após cada catástrofe (natural ou provocada?). A data para a ocorrência do tsunami parece ter sido escolhida, pois o abalo sísmico que teria produzido a onda ocorreu no momento em que ainda era dia de Natal nos EUA e no Brasil. O horário em que alguns acreditam ter ocorrido o sismo, 7:59hs da manhã na Indonésia, quando já era dia 26 de dezembro de 2004, correspondia ao horário de 23:59hs em Cabo Verde, onde há a cidade de PRAIA. Citando a Bíblia: Então o dragão lançou água da sua boca, como se fosse um rio, atrás da mulher, para que ela fosse arrastada pelas águas. Mas a terra ajudou a mulher, pois a própria terra abriu a boca e engoliu a água que tinha saído da boca do dragão. O dragão ficou furioso com a mulher e foi combater contra o resto dos descendentes dela, isto é, aqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e são fiéis à verdade revelada por Jesus. E o dragão ficou de pé na PRAIA. [Apocalipse, capítulo 12, versículos de 15 até 18] Ora, o dragão cuspindo água pela boca pode ser uma interpretação para a movimentação vertical de uma grande massa de água ocasionada por uma forte explosão no fundo de um túnel escavado verticalmente no fundo do oceano. Uma tal explosão no fundo de um tal tunel pode fazer com que a água em seu interior seja expelida com violência, correspondendo isso às palavras supramencionadas da Bíblia: “o dragão lançou água de sua boca”. Quanto a serem 23:59hs do dia 25 de dezembro na cidade de PRAIA (em Cabo Verde) no momento em que se diz ter havido o abalo sísmico que ocasionou o tsunami de 2004 na Indonésia, a isso correspondem as palavras supramencionadas da Bíblia: “E o dragão ficou de pé na praia”. Coincidência? Não creio. Parece que toda situação foi manipulada para que essas “pistas” fossem descobertas por alguém. Se essas “pistas” não são simples coincidência (e eu acredito que não sejam), então essa é uma indicação de que alguém determinou de antemão o dia de ocorrência do tsunami de 2004 na Indonésia, bem como o próprio horário em que se teria dito ter-se ocorrido o suposto abalo sísmico causador do tal tsunami (23:59hs do dia 25 de dezembro de 2004 na cidade de Praia, em Cabo Verde, que corresponde às 07:59hs do dia 26 de dezembro de 2004 na Indonésia/Jacarta). Também os próprios números referentes ao dia em que ocorreu o tsunami de 2004 na Indonésia parecem sugerir, talvez, alguma coisa. Nos EUA e no Brasil, paises que comemoram tradicionalmente o Natal com a assim chamada ceia de Natal e com presentes dados uns aos outros, ainda era dia 25, sendo que a vigésima quinta letra (25ª) do alfabeto desses países é a letra “Y”, letra com que se escreve o nome de Deus (“Yahvé”) e com a qual alguns acreditem que se escreva também o nome do filho de Deus (“Yahushua Hamashia”); já na Indonésia era dia 26, sendo que a vigésima sexta letra do alfabeto dos EUA e do Brasil é também a última letra desses alfabetos (a letra “Z”). Como se trata da última letra, ela nos remete a ideia de morte, finalização, término. Esse código parece ser de conhecimento de algumas pessoas no Brasil. Outro fato que aponta na direção de ter sido o tsunami de 2004 na Indonésia artificialmente provocado, podendo, neste caso, ser considerado um ato de terrorismo é a data de promulgação no Brasil da CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA O TERRORISMO: dia 26 de dezembro de 2005 (decreto 5639), justamente a data de aniversário de um ano da ocorrência do tsunami na Indonésia (descontado o fuso horário). Eis, portanto, outra pista mais ou menos clara de que o tsunami de dezembro de 2004 foi o resultado da ação humana, e não uma catástrofe natural, uma obra do acaso que ceifou a vida de centenas de milhares de pessoas. Há, entretanto, um indício de que o tsunami de dezembro de 2004 possa ter sido obra da natureza. Como parece ocorrer em desastres desse tipo, na véspera desse tsunami o comportamento de alguns 12/13
  13. 13. animais ficou alterado, indicando que talvez se pudesse esperar a ocorrência de um tal desastre. Entretanto, a mudança no comportamento dos animais junto a costa pode ter ocorrido como resultado de algum som inaudível para os seres humanos. É comum atribuir a mudança no comportamento dos animais antes de um terremoto, tsunami ou erupção vulcânica a algum tipo de som inaudível para os seres humanos que seja emitido antes do evento geológico. Contudo, um tal som fora da faixa de frequência audível pelos seres humanos pode ser, também, produzido artificialmente. E se o tsunami de 2004 foi produzido artificialmente, então as mesmas pessoas que o produziram poderiam produzir também o efeito sonoro que comumente antecede um tsunami. É aceito, em geral, que o comportamento de algumas espécies de animais muda antes da ocorrência de um tsunami. Seria possível utilizar essa mudança de comportamento para prever a ocorrência de tsunamis? Eu acredito que sim. É questão a ser pesquisada e uma idéia a ser desenvolvida. Espero fazer isso assim que for uma de minhas prioridades, pois há muitas pesquisas diferentes a serem feitas. Atenciosamente, subscrevo-me ____________________________________________ ERIC CAMPOS BASTOS GUEDES pesquisador independente 2015.04.08 13/13

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