Navegar é Preciso

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Papel do professor nos novos ambientes de ensino/aprendizagem

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Navegar é Preciso

  1. 1. Navegar é Preciso Eliane Carolina de Oliveira - UFG [email_address] [email_address]
  2. 7. E na escola, na sala de aula...?
  3. 9. Civilização nômade
  4. 10. Civilização agrícola
  5. 11. Civilização industrial
  6. 12. Revolução digital
  7. 13. Normalização (Bax ,2003) <ul><li>7 estágios na normalização das atividades de ensino de línguas mediadas por computador. </li></ul><ul><li>1. primeiros adeptos e alguns poucos professores e escolas adotam a tecnologia por curiosidade; </li></ul><ul><li>2. a maioria das pessoas ignora a tecnologia ou demonstra ceticismo; </li></ul><ul><li>3. experimentam a tecnologia, mas rejeitam o novo frente aos primeiros obstáculos; </li></ul>
  8. 14. Normalização (Bax ,2003) <ul><li>4. nova tentativa: alguém os convenceu que a tecnologia funciona; vantagens relativas. </li></ul><ul><li>5. mais pessoas começam a usar a nova ferramenta; ainda existe medo ou expectativas exageradas. </li></ul><ul><li>6. a tecnologia passa a ser vista como algo normal; </li></ul><ul><li>7. integra-se em nossas vidas e se torna invisível, normalizada. </li></ul>
  9. 15. Eras tecnológicas <ul><li>Paiva ( http://www.veramenezes.com/techist.pdf ), o livro sofreu os mesmos problemas que hoje são trazidos pela introdução do computador em nossa sociedade. </li></ul>
  10. 16. Professores, Alunos e Tecnologias   <ul><li>Atitudes: </li></ul><ul><li>Oposição </li></ul><ul><li>Deslumbrados </li></ul><ul><li>Tradicionais </li></ul><ul><li>Resistentes </li></ul><ul><li>Usuários Inovadores </li></ul><ul><li>Moderados </li></ul><ul><li>Dependentes </li></ul><ul><li>Recusa </li></ul>Acho que está certo, mas deixe-me verificar.
  11. 17. Professores, Alunos e Tecnologias   <ul><li>Resistência </li></ul><ul><li>Descrença </li></ul><ul><li>Indiferença </li></ul><ul><li>Receio </li></ul><ul><li>Ansiedade </li></ul><ul><li>Ceticismo </li></ul>Você A Tecnologia A batalha que enfrentamos
  12. 18. Recursos tecnológicos <ul><li>gravador </li></ul><ul><li>aparelho de som </li></ul><ul><li>cassetes </li></ul><ul><li>TV a cabo </li></ul><ul><li>vídeo </li></ul><ul><li>xerox </li></ul><ul><li>CD ROMs </li></ul><ul><li>computador </li></ul><ul><li>Internet </li></ul>
  13. 19. Lévy (1997) Computador tutor tool
  14. 20. Lévy (1997) <ul><li>O computador como tutor : professor substituto, aquele que, baseado nos fundamentos do behaviorismo, fornece ao aprendiz prática em exercícios do tipo repetição (drills) ou lúdicos (games) , e que provê o feedback apropriado. </li></ul>
  15. 21. Lévy (1997) <ul><li>O computador como tool , ou ferramenta instrucional, por sua vez, não possui a natureza avaliativa do papel de tutor . Ao contrário do primeiro, o professor é o elemento chave que irá preparar o aluno para utilizar de forma eficaz os recursos computacionais, auxiliando e orientando o aprendiz em busca de um papel mais autônomo. </li></ul>
  16. 22. Alfabetização Tecnológica <ul><li>“ Um conceito que envolve o domínio contínuo e crescente das tecnologias que estão na escola e na sociedade, mediante o relacionamento crítico com elas. Este domínio se traduz em uma percepção global do papel das tecnologias na organização do mundo atual e na capacidade do professor em lidar com as diversas tecnologias, interpretando sua linguagem e criando novas formas de expressão, além de distinguir como, quando e por que são importantes e devem ser utilizadas no processo educativo.” Sampaio e Leite (2000, p. 75) </li></ul>
  17. 23. Electronic Literacies Warschauer (2002) <ul><li>computer literacy – relativo à familiaridade do usuário com o teclado e o computador de modo geral; </li></ul><ul><li>information literacy – habilidade de localizar e analisar, de maneira crítica, material on-line ; </li></ul><ul><li>multimedia literacy – habilidade de produzir e interpretar materiais que contenham imagens, sons e textos; e </li></ul><ul><li>computer-mediated communication literacy – conhecimento pragmático das interações on-line tanto de indivíduos quanto de grupos. </li></ul>
  18. 24. Internet + aprendizado de línguas <ul><li>Autonomia: </li></ul><ul><li>não é sinônimo de auto-instrução; </li></ul><ul><li>o aluno como auto-didata. </li></ul><ul><li>Nem é aprender sem um professor. </li></ul><ul><li>Não é um novo método de, por exemplo, comprar algumas fitas cassete colocá-las debaixo do travesseiro, dormir e acordar bilíngüe. </li></ul>
  19. 25. Internet + aprendizado de línguas <ul><li>A idéia de autonomia é o aprendiz ganhar mais e mais independência e se tornar mais e mais capaz de controlar seu próprio aprendizado. </li></ul><ul><li>É ter a habilidade de tomar decisões por conta própria e cumpri-las. </li></ul><ul><li>ter responsabilidade para com sua própria aprendizagem, ao invés de ser dependente do professor. </li></ul>
  20. 26. Internet + aprendizado de línguas <ul><li>A autonomia do aprendiz envolve idéias como: </li></ul><ul><li>o professor se tornando menos um instrutor e mais um facilitador; </li></ul><ul><li>desencorajando os estudantes de confiar no professor como a fonte principal de conhecimento; </li></ul><ul><li>incentivando os estudantes de sua capacidade para aprender por sua própria conta; </li></ul><ul><li>incentivando-os para tomar decisões sobre o que aprender; </li></ul><ul><li>conscientizando-os de seus próprios estilos de aprendizagem; </li></ul><ul><li>incentivando-os a desenvolverem suas próprias estratégias de aprendizagem. </li></ul>
  21. 27. Possibilidades dos recursos tecnológicos
  22. 28. Possibilidades dos recursos tecnológicos
  23. 30. Lista de Discussão Fórum de discussão
  24. 32. <ul><li>Educar é estar mais atento às possibilidades do que aos limites . </li></ul><ul><li>Educar é procurar chegar ao aluno por todos os caminhos possíveis: pela experiência, pela imagem, pelo som, pela representação (dramatizações, simulações), pela multimídia. </li></ul><ul><li>É partir de onde o aluno está, ajudando-o a ir do concreto ao abstrato, do presencial para o virtual, da dependência para a autonomia. </li></ul>
  25. 33. Referências <ul><li>BAX, S. CALL – past, present and future. System , v. 31, p. 13-28, 2003. </li></ul><ul><li>CORRÊA, J. Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação: novas estratégias de ensino/aprendizagem. In: COSCARELLI, C. V. Novas Tecnologias, Novos Textos, Novas Formas de Pensar . 2ª edição, Autêntica: Belo Horizonte, 2003. p. 43-50. </li></ul><ul><li>GREMMO, M. Learner Autonomy: defining a new pedagogical relationship. Forum for Modern Languages Studies . v. XXXIC, n. 2, 1998. </li></ul><ul><li>JOHNSON, M. Thinking about the Future. Electronic School , v. 47, p. 16-23, 2000. Disponível em < http://www.electronic-school.com/2000/01/0100flpart1.html > acesso em 12/07/2004. </li></ul><ul><li>LEFFA, V. L. O Computador e o Ensino de Línguas Estrangeiras. In: LEFFA, V. J. (compilador) CD TELA (Textos em Lingüística Aplicada). Publicação Eletrônica de Linguagem e Ensino, Curso de Mestrado em Letras, Universidade Federal de Pelotas, 2000. p. 43-51. </li></ul><ul><li>LÉVY, M. Computer Assisted Language Learning – context and conceptualization. Oxford: Oxford University Press, 1997. </li></ul><ul><li>SAMPAIO, M. N. e LEITE, L. S. Alfabetização Tecnológica do Professor . Petrópolis: Vozes, 2000. </li></ul><ul><li>SOUZA, S. A. F. Internet e Ensino de </li></ul><ul><li>WASCHAUER, M. A Developmental Perspective on Technology in Language Education. TESOL QUARTERLY , v. 36, n. 3, p. 453-475, 2002. </li></ul>
  26. 34. Navegar é Preciso Eliane Carolina de Oliveira - UFG [email_address] [email_address]

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