RPG e Educação

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A construção de conhecimento através de jogos de interpretação.

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RPG e Educação

  1. 1. RPG E EDUCAÇÃO A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO ATRAVÉS DE JOGOS DE INTERPRETAÇÃO
  2. 2. Justificativa e Objetivos • Embora possa auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, o RPG ainda não é conhecido como ferramenta pedagógica em nosso país. • Objetivo: fornecer informações sobre os jogos de interpretação com a finalidade de estimular a leitura e a produção textual.
  3. 3. O quê é RPG? • Role Playing Game (Jogo de Interpretação de Papéis) • Jogo de estratégia: regras definem o que fazer para alcançar o objetivo. • Teatro: interpretar um personagem. • Objetivo do RPG: criar narrativas em grupo.
  4. 4. Jogadores
  5. 5. Os Jogadores-Personagens • Responsáveis pela criação e interpretação dos protagonistas da narrativa, baseados na “biografia” (background) de seu personagem e utilizando o sistema de regras.
  6. 6. O Mestre • Cabe a ele conduzir a narrativa e ponderar os efeitos das atitudes dos Jogadores na história. • “Narrador/diretor/árbitro”
  7. 7. Materiais • • • • Módulo Básico (Sistema de Regras) Dados Multifacetados Suplementos Ficha de Personagem
  8. 8. RPG e Educação • Produção e interpretação textual • Análise profunda da narrativa e dos personagens • Interação social • Uso da criatividade e Imaginação • Raciocínio lógico-matemático • O aluno “vivencia” o conteúdo
  9. 9. Resultados em Oficinas • Ampliação do rendimento em matérias que envolviam a leitura e a escrita, como Português, História e Geografia. • Aumento no número de retiradas de livros na biblioteca. • Alunos que foram Mestres possuíam narrativas bem estruturadas. • Maior interação social e disciplina.
  10. 10. Conclusão • Jogos de interpretação em alta no país. • O RPG pode auxiliar como uma poderosa ferramenta pedagógica. • Jogos de interpretação estimulam a escrita e a leitura. • Objetivos delineados no projeto inicial não foram atingidos.
  11. 11. Penso numa possível pedagogia da imaginação que habitue cada um a controlar a sua própria visão interior sem a sufocar e por outro lado sem a deixar cair num confuso e passageiro fantasiar, mas permitindo que as imagens se cristalizem numa forma bem definida, memorável, auto suficiente e “icástica”. (CALVINO, 1990, p.108)
  12. 12. Referências • CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio – lições americanas. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. • COOK, Monte. Dungeons & Dragons: Livro do Jogador. São Paulo: Devir, 2004. • PAVÃO, Andréa. Aventura da leitura e escrita entre mestres de Role playing Game. São Paulo: Devir, 2000. • POSTIC, Marcel. O imaginário na relação pedagógica. Rio Tinto: Edições Asa, 1991. • RODRIGUES, Sonia. Role playing Game e a pedagogia da imaginação do Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. • ZANINI, Maria do Carmo (org). Anais do I Simpósio RPG & Educação. São Paulo: Devir, 2004.

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