Dados: Exemplos de usos
A prática de uso de dados
CURSO
Curso EaD
Monitoramento
Aula 3
A prática de uso de dados
 Nada melhor do que a experiência para nos ensinar.
 Selecionamos alguns exemplos de programas...
Possibilidades de usos de dados
Em diagnósticos:
 conhecer detalhes do contexto que se deseja modificar;
 escolher os be...
Possibilidades de usos de dados
Em monitoramentos:
 acompanhar o andamento de uma ação;
 adotar os redirecionamentos nec...
Uso de dados no diagnóstico
Exemplo:
Programa de Valorização de Iniciativas Culturais (VAI)
da Secretaria de Cultura do Mu...
O Programa VAI
 Programa que visa apoiar financeiramente, por meio de subsídio,
atividades artístico-culturais, principal...
O Programa VAI
Edital anual que seleciona cerca de 230 projetos em 2 categorias:
 VAI I - destinada a grupos e coletivos ...
O Programa VAI
Cada modalidade tem uma Comissão de Avaliação que realiza a
seleção e discute o desenvolvimento dos projeto...
Planejamento
Comissão de Avaliação do VAI I
Antes da seleção
 Jovens (entre 18 e 29 anos)
de baixa renda
 Não profission...
Planejamento
Comissão de Avaliação do VAI I
Antes da seleção
 Diversidade de
linguagens culturais
 Equilíbrio de gêneros...
Digitação de
todas as fichas
de inscrição;
Tabulação
dos dados;
Inserção
das informações
em mapas.
Planejamento Coleta Org...
Levantamento do perfil dos inscritos
Levantamento do perfil dos inscritos
Divulgação
Comissão de Avaliação do VAI I
A seleção propriamente dita
 Após a leitura do diagnóstico
inicial e orientaçõe...
Divulgação
Comissão de Avaliação do VAI I
A seleção propriamente dita
 Após a atribuição de notas
individuais, as notas d...
Filtragem de
projetos pré-
selecionados no
banco de dados;
Tabulação dos
dados de projetos
pré-selecionados;
Inserção
das ...
Levantamento do perfil
dos pré-selecionados
Diagnóstico final resultado da seleção
de projetos e que vai orientar a atuaçã...
Uso de Dados no Planejamento
Exemplo:
Programa Cidades Sustentáveis
Programa Cidades Sustentáveis
Objetivo:
Contribuir com as equipes responsáveis nas prefeituras para
desenvolver seu Plano...
Qualitativo:
Descrições
Programa Cidades Sustentáveis
Programa Cidades Sustentáveis
 Em 2012, o Programa Cidades Sustentáveis lançou uma
Carta-Compromisso destinada aos partid...
Programa Cidades Sustentáveis
INFORMAÇÃO
ORGANIZADA
DIAGNÓSTICO
COM BASE NOS
INDICADORES
DEFINIÇÃO DE
PRIORIDADES
VISAO DE...
Qualitativo:
Descrições
Programa Cidades Sustentáveis
 Lançamento, em abril de 2016,
do Guia GPS (Gestão Pública
Sustentá...
Qualitativo:
Descrições
Programa Cidades Sustentáveis
Exemplo: Plano de Metas
de Petrópolis (RJ)
A partir do compromisso a...
Qualitativo:
Descrições
Programa Cidades Sustentáveis
Exemplo: Plano de Metas
de Petrópolis (RJ)
A partir do compromisso a...
Uso de Dados no Monitoramento
Exemplo:
Objetivos do Milênio
Uma rede de monitoramento
pelos Objetivos do Milênio (ODM)
Como vimos na primeira aula:
Em 2000, a Declaração do Milênio ...
Qualitativo:
Descrições
Uma rede de monitoramento
pelos Objetivos do Milênio (ODM)
“Os Objetivos de
Desenvolvimento do Mil...
Metas Indicadores
Reduzir em dois terços,
até 2015, a mortalidade
de crianças menores de
5 anos
Taxa de mortalidade de
cri...
Monitoramentos locais
 Movimento Nacional pela
Cidadania e Solidariedade/Nós
Podemos foi uma das principais
iniciativas p...
Monitoramentos locais
 A Campanha Nós Podemos,
presente em diversos Estado do
país, promoveu a coleta dos dados,
com peri...
Monitoramentos locais
 E divulgações desses indicadores
ações eram feitas por diversos meios,
no Portal ODM, jornais, rel...
Monitoramento Nacional
 Afim de verificar os avanços do Brasil em direção a atingir as metas, o IPEA
consolidou, em 2014,...
Monitoramento Internacional
 Num esforço internacional de
acompanhar os avanços
regionais de cumprimento aos
ODM, a Comis...
E agora os Objetivos do
Desenvolvimento Sustentável
 São 17 objetivos e 169 metas
definidos, incentivando parcerias
globa...
Uso de Dados na Avalıação
Exemplo:
Projeto Qualifica Socioeducativo – Fundação Roberto
Marinho e Governo do Estado do Ceará
Projeto Qualifica Socioeducativo
 Projeto de educação profissional com foco no
desenvolvimento de habilidades básicas par...
Projeto Qualifica Socioeducativo
Diretriz curricular
Avaliação do projeto
 Como o Projeto Qualifica
Socioeducativo está sendo
percebido pelos diferentes
públicos envolvidos?
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Avaliação do projeto
Oficinas realizadas por
educadores do Instituto Paulo
Montenegro, sendo:
 9h iniciais para definir j...
Avaliação do projeto
Como: 23 Entrevistas em
Profundidade
10 Jovens, 5 gestores, 5
socioeducadores, 1 técnico da
SEDUC, 1...
Avaliação do projeto
Como: Oficinas realizadas por
educadores do Instituto Paulo
Montenegro, sendo:
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Engajamento como um fator estruturante
para jovens em conflito com a lei
Possibilidade de atuar
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Trabalho de Campo
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Consulta participativa
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Organização / Análise e Interpretação
Planejamento > Coleta > Organização > Análise e Interpretação > Divulgação
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Estes são apenas alguns
exemplos de usos de dados.
Existem diversas outras
formas de realizar
diagnósticos, planejamentos,...
Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro 2001-201...
PNUD-Brasil. Atlas do Desenvolvimento Human. Brasília: PNUD, 2013.
Disponível em:
http://atlasbrasil.org.br/2013/pt/
PNUD-...
Bibliografia
División de Estadística y Proyecciones Económicas de CEPAL.
Reporte de avance en el ODM4 en América Latina y ...
Bibliografia
IPEA. Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: Relatório Nacional de
Acompanhamento. Brasília: Ipea, MP, SPI,...
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  1. 1. Dados: Exemplos de usos A prática de uso de dados CURSO Curso EaD Monitoramento Aula 3
  2. 2. A prática de uso de dados  Nada melhor do que a experiência para nos ensinar.  Selecionamos alguns exemplos de programas ou projetos que fazem usos variados de dados: diferentes metodologias e objetivos.  Mas antes de compartilhar estas experiências, vamos relembrar quais são as principais possibilidades de usos de dados.
  3. 3. Possibilidades de usos de dados Em diagnósticos:  conhecer detalhes do contexto que se deseja modificar;  escolher os beneficiados de uma ação. Em planejamento:  identificar os objetivos de uma ação;  traduzir necessidades em metas ou reajustar metas. Relembrando
  4. 4. Possibilidades de usos de dados Em monitoramentos:  acompanhar o andamento de uma ação;  adotar os redirecionamentos necessários;  verificar os resultados parciais. Em avaliação:  medir o alcance de processos e ações;  verificar impactos obtidos. Relembrando
  5. 5. Uso de dados no diagnóstico Exemplo: Programa de Valorização de Iniciativas Culturais (VAI) da Secretaria de Cultura do Município de São Paulo
  6. 6. O Programa VAI  Programa que visa apoiar financeiramente, por meio de subsídio, atividades artístico-culturais, principalmente de jovens de baixa renda e de regiões do Município desprovidas de recursos e equipamentos culturais. Objetivos  Estimular a criação, o acesso, a formação e a participação do pequeno produtor e criador no desenvolvimento cultural da cidade;  Promover a inclusão cultural;  Estimular dinâmicas culturais locais e a criação artística.
  7. 7. O Programa VAI Edital anual que seleciona cerca de 230 projetos em 2 categorias:  VAI I - destinada a grupos e coletivos compostos por pessoas físicas prioritariamente jovens de baixa renda com idade entre 18 e 29 anos.  VAI II - destinada a grupos e coletivos compostos por pessoas físicas, jovens ou adultos de baixa renda, que tenham histórico de, no mínimo, 2 anos de atuação em localidades desprovidas de recursos e equipamentos culturais ou que tenham sido contemplados na modalidade VAI I desde sua instituição.
  8. 8. O Programa VAI Cada modalidade tem uma Comissão de Avaliação que realiza a seleção e discute o desenvolvimento dos projetos com a equipe do programa ao longo do ano.  É composta por representantes do governo e da sociedade civil. A equipe do programa recebe inscrições, faz levantamento do perfil dos inscritos e assessora a Comissão em suas decisões. Após a seleção e a divulgação dos resultados, fica encarregada de acompanhar e a aplicação dos recursos de cada projeto.
  9. 9. Planejamento Comissão de Avaliação do VAI I Antes da seleção  Jovens (entre 18 e 29 anos) de baixa renda  Não profissionais  Regiões do Município que são desprovidas de recursos e equipamentos culturais  Idade e perfil dos proponentes do projeto  Atividade proposta  Local de realização Para apoiar este olhar estratégico é essencial o levantamento do perfil dos inscritos, realizado pela equipe do programa PRIORIDADES DO PROGRAMA NA MODALIDADE VAI I PONTOS DE ATENÇÃO NA LEITURA DOS PROJETOS
  10. 10. Planejamento Comissão de Avaliação do VAI I Antes da seleção  Diversidade de linguagens culturais  Equilíbrio de gêneros entre proponentes e participantes dos projetos  Tipo de linguagem utilizada na atividade proposta  Perfil dos proponentes do projeto Para apoiar este olhar estratégico é essencial o levantamento do perfil dos inscritos, realizado pela equipe do programa OUTRAS PRIORIDADES BUSCADAS PELO PROGRAMA PONTOS DE ATENÇÃO NA LEITURA DOS PROJETOS
  11. 11. Digitação de todas as fichas de inscrição; Tabulação dos dados; Inserção das informações em mapas. Planejamento Coleta Organização Análise e Planejamento Divulgação Levantamento do perfil dos inscritos Diagnóstico inicial que vai orientar a leitura da Comissão sobre quais são as prioridades de seleção quanto a territórios, gênero, raça/cor Como a equipe do programa pode garantir que sejam selecionados projetos dentro do perfil prioritário do Edital? Ficha de inscrição entregue junto com o projeto Criação de gráficos de perfil: gênero, raça, local de moradia, linguagem; Observação no mapa de quais e quantos projetos estão em locais prioritários, ou seja, com poucos recursos e equipamentos. Equipe do programa apresenta à Comissão de Avalição antes que esta realize as leituras dos projetos e orienta a seleção
  12. 12. Levantamento do perfil dos inscritos
  13. 13. Levantamento do perfil dos inscritos
  14. 14. Divulgação Comissão de Avaliação do VAI I A seleção propriamente dita  Após a leitura do diagnóstico inicial e orientações para a seleção, a Comissão de Avaliação vai realizar a leitura de todos os projetos inscritos, sendo cada projeto lido por dois avaliadores, que devem atribuir uma nota entre A e D.  Só podem ser contemplados 170 projetos, de mais 850 inscritos. Equipe do programa realiza um novo levantamento, agora do perfil dos pré- selecionados
  15. 15. Divulgação Comissão de Avaliação do VAI I A seleção propriamente dita  Após a atribuição de notas individuais, as notas dos dois avaliadores são confrontadas, gerando uma lista de projetos pré-selecionados: aqueles com notas melhores (geralmente, com notas AA e AB).  Mas esta pré-seleção está cumprindo com aqueles critérios prioritários do programa? Volta-se à pergunta: Como a equipe do programa pode garantir que sejam selecionados projetos dentro do perfil prioritário do Edital? Equipe do programa realiza um novo levantamento, agora do perfil dos pré- selecionados
  16. 16. Filtragem de projetos pré- selecionados no banco de dados; Tabulação dos dados de projetos pré-selecionados; Inserção das informações em mapas. Planejamento Coleta Organização Análise e Planejamento Divulgação Levantamento do perfil dos pré-selecionados Diagnóstico intermediário que vai orientar a Comissão sobre a seleção final dos projetos Como a equipe do programa pode garantir que sejam selecionados projetos dentro do perfil prioritário do Edital? Banco de dados das fichas de inscrição; Inserção das notas de cada projeto neste mesmo banco de dados. Criação de gráficos com perfil dos pré- selecionados: gênero, raça, local de moradia, linguagem; Observação no mapa do nº de pré- selecionados em locais prioritários e busca de quais territórios estão descobertos. Equipe do programa apresenta à Comissão de Avaliação durante reunião de seleção final, orientando as decisões sobre quais serão os 170 aprovados.
  17. 17. Levantamento do perfil dos pré-selecionados Diagnóstico final resultado da seleção de projetos e que vai orientar a atuação da equipe do projeto:  Definição dos territórios em que os técnicos farão acompanhamento;  Quais linguagens serão tratadas e como melhor fazer o acompanhamento delas;  Planejamento adequado da dinâmica de reuniões mensais e da prestação de contas dos grupos contemplados;  Quais territórios precisarão de reforço na divulgação do edital no próximo ano.
  18. 18. Uso de Dados no Planejamento Exemplo: Programa Cidades Sustentáveis
  19. 19. Programa Cidades Sustentáveis Objetivo: Contribuir com as equipes responsáveis nas prefeituras para desenvolver seu Plano Diretor e estabelecer Metas Estratégicas. Propõe que o processo de planejamento seja baseado em diretrizes, indicadores e metas, organizadas em 12 eixos:
  20. 20. Qualitativo: Descrições Programa Cidades Sustentáveis
  21. 21. Programa Cidades Sustentáveis  Em 2012, o Programa Cidades Sustentáveis lançou uma Carta-Compromisso destinada aos partidos políticos, candidatos e prefeitos.  285 municípios aderiram ao compromisso, sendo que destes, 105 criaram seus observatórios de indicadores, de modo a aprimorarem seus planejamentos e introduzir políticas públicas inovadoras em suas gestões, trocando experiências e participando de uma rede de cidades comprometidas com o desenvolvimento sustentável.
  22. 22. Programa Cidades Sustentáveis INFORMAÇÃO ORGANIZADA DIAGNÓSTICO COM BASE NOS INDICADORES DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES VISAO DE FUTURO PLANO DE METAS 1 2 3 4 5 O Passo a passo do Planejamento
  23. 23. Qualitativo: Descrições Programa Cidades Sustentáveis  Lançamento, em abril de 2016, do Guia GPS (Gestão Pública Sustentável).  Oferece um conjunto bases teóricas e conceituais sobre gestão e desenvolvimento sustentável, para cada eixo do programa, relacionando-os aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, listando indicadores e apontando referências bem- sucedidas no Brasil e no mundo.
  24. 24. Qualitativo: Descrições Programa Cidades Sustentáveis Exemplo: Plano de Metas de Petrópolis (RJ) A partir do compromisso assumido com o Programa Cidades Sustentáveis, o município buscou desenhar ações de transformação para seu desenvolvimento, por meio de processos estruturados, participativos e encadeados, que não sejam apenas uma obrigação com o programa e sim uma prática de gestão. Conheça o relatório completo do Plano de Metas de Petrópolis http://indicadores.cidadessustentaveis.org.br/static- useruser_115_programa_metas_apresentacao_completa_plano_de_metas_ pcs1.pdf
  25. 25. Qualitativo: Descrições Programa Cidades Sustentáveis Exemplo: Plano de Metas de Petrópolis (RJ) A partir do compromisso assumido com o Programa Cidades Sustentáveis, o município buscou desenhar ações de transformação para seu desenvolvimento, por meio de processos estruturados, participativos e encadeados, que não sejam apenas uma obrigação com o programa e sim uma prática de gestão. Conheça o relatório completo do Plano de Metas de Petrópolis http://indicadores.cidadessustentaveis.org.br/static- useruser_115_programa_metas_apresentacao_completa_plano_de_metas_ pcs1.pdf
  26. 26. Uso de Dados no Monitoramento Exemplo: Objetivos do Milênio
  27. 27. Uma rede de monitoramento pelos Objetivos do Milênio (ODM) Como vimos na primeira aula: Em 2000, a Declaração do Milênio da ONU definiu 8 objetivos, os ODM, para serem alcançados até o final de 2015, tendo uma série de metas cada. Para verificar o cumprimento de cada meta de cada objetivo, foram definidos diversos indicadores, globais e locais.
  28. 28. Qualitativo: Descrições Uma rede de monitoramento pelos Objetivos do Milênio (ODM) “Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) são acompanhados a partir de indicadores que cumprem a difícil missão de representar em números as múltiplas dimensões do contexto socioeconômico de cada país. Esses dados possibilitam mensurar o alcance das metas estabelecidas. (...)” (IPEA, 2014)
  29. 29. Metas Indicadores Reduzir em dois terços, até 2015, a mortalidade de crianças menores de 5 anos Taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos Taxa de mortalidade infantil Proporção de crianças de até 1 ano com vacinação em dia Uma rede de monitoramento pelos Objetivos do Milênio (ODM) Foram definidas metas dentro de cada ODM, bem como os indicadores mínimos que devem ser monitorados para verificar o cumprimento ou não de tais metas Planejamento
  30. 30. Monitoramentos locais  Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós Podemos foi uma das principais iniciativas para promover e articular formas de fazer com que o Brasil alcançasse, até 2015, os 8 ODM.  Teve como parceiros o Sistema Fiep e o PNUD, desenvolvendo, em 2009, o Portal ODM, que oferecia dados e referências de ações para alcançar as metas definidas.
  31. 31. Monitoramentos locais  A Campanha Nós Podemos, presente em diversos Estado do país, promoveu a coleta dos dados, com periodicidade anual, dos indicadores listados para cada meta.  Além disso, mobilizou grupos de trabalho para promover ações a partir dos diagnósticos, atualizados periodicamente para verificar o quanto as ações eram eficazes para atingir a meta. Planejamento > Coleta
  32. 32. Monitoramentos locais  E divulgações desses indicadores ações eram feitas por diversos meios, no Portal ODM, jornais, relatórios... Planejamento > Coleta
  33. 33. Monitoramento Nacional  Afim de verificar os avanços do Brasil em direção a atingir as metas, o IPEA consolidou, em 2014, dados locais em um grande Relatório Nacional de Acompanhamento ODM, divulgado a órgãos e instituições envolvidos direta ou indiretamente com o cumprimento de tais metas. Fonte: PNUD - Relatório Nacional de Acompanhamento ODM Planejamento > Coleta > Organização
  34. 34. Monitoramento Internacional  Num esforço internacional de acompanhar os avanços regionais de cumprimento aos ODM, a Comissão Econômica para América Latina e Caribe realizou publicações periódicas de informes regionais para cada um dos objetivos e metas, alinhados com os relatórios globais do Sistema das Nações Unidas. Fonte: CEPAL - Reporte de avance en el ODM4 en América Latina y el Caribe. 2010 Planejamento > Coleta > Organização
  35. 35. E agora os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável  São 17 objetivos e 169 metas definidos, incentivando parcerias globais e esforços para acompanhamento e revisão.  Os indicadores estão, aos poucos, sendo definidos e em breve existirá um documento oficial em português com a lista e as orientações para realização de coletas e análises dos ODS.
  36. 36. Uso de Dados na Avalıação Exemplo: Projeto Qualifica Socioeducativo – Fundação Roberto Marinho e Governo do Estado do Ceará
  37. 37. Projeto Qualifica Socioeducativo  Projeto de educação profissional com foco no desenvolvimento de habilidades básicas para inserção social de jovens (14 a 19 anos) em situação de conflito com a lei, inseridos em programas socioeducativos de privação de liberdade. Participantes:  700 jovens certificados  13 educadores  12 socioeducadores  14 pedagogos
  38. 38. Projeto Qualifica Socioeducativo Diretriz curricular
  39. 39. Avaliação do projeto  Como o Projeto Qualifica Socioeducativo está sendo percebido pelos diferentes públicos envolvidos?  Avaliação combinando múltiplas abordagens metodológicas que levam em conta os princípios que norteiam o projeto, fortalecendo a participação dos jovens educandos. MARCO ZERO Consulta participativa AVALIAÇÃO INTERMEDIÁRIA Abordagens qualitativas AVALIAÇÃO FINAL Consulta participativa Planejamento
  40. 40. Avaliação do projeto Oficinas realizadas por educadores do Instituto Paulo Montenegro, sendo:  9h iniciais para definir junto com os jovens perguntas-guia, hipóteses e questionário. 1 semana de entrevistas feitas pelos jovens. 3h finais para analisar os resultados das entrevistas. MARCO ZERO Consulta participativa Planejamento
  41. 41. Avaliação do projeto Como: 23 Entrevistas em Profundidade 10 Jovens, 5 gestores, 5 socioeducadores, 1 técnico da SEDUC, 1 técnico da STDS e 1 técnico da FRM; 1 Mini grupo; 5 Educadores do projeto. AVALIAÇÃO INTERMEDIÁRIA Abordagens qualitativas Planejamento
  42. 42. Avaliação do projeto Como: Oficinas realizadas por educadores do Instituto Paulo Montenegro, sendo: 8h com educadores e socioeducadores para revisão do questionário; 1 semana de entrevistas feitas pelos jovens; 3h finais para analisar os resultados das entrevistas. AVALIAÇÃO FINAL Consulta participativa Planejamento
  43. 43. Engajamento como um fator estruturante para jovens em conflito com a lei Possibilidade de atuar sobre os resultados a partir da compreensão compartilhada do processo e de suas conclusões. Participação ativa no processo de pesquisa: aprendizagem das etapas de pesquisa + reflexão sobre as informações, sobre o projeto e a condição social dos jovens. OBS: Não se prioriza a exatidão científica, mas a mobilização e o despertar dos jovens e educadores para a compreensão e envolvimento com as questões pesquisadas. Planejamento Alinhamento com o SINASE (lei federal que trata da inclusão do adolescente em conflito com a lei): Prevê a participação do jovem no seu processo de desenvolvimento pessoal, profissional, inclusive no monitoramento e avaliação.
  44. 44. Trabalho de Campo MARCO ZERO Consulta participativa AVALIAÇÃO INTERMEDIÁRIA Abordagens qualitativas AVALIAÇÃO FINAL Consulta participativa Jovens que participaram da oficina entrevistaram seus pares. Moderador do IBOPE fez: Entrevistas em Profundidade Jovens; Gestores; Socioeducadores; Técnico da SEDUC; Técnico da STDS; Técnico da FRM; Grupo de discussão; Educadores do projeto. Jovens que participaram da oficina entrevistaram seus pares. Planejamento > Coleta
  45. 45. Organização / Análise e Interpretação Planejamento > Coleta > Organização > Análise e Interpretação > Divulgação PerguntAção Digitação dos questionários aplicados pelos jovens e tabulação dos dados feita pelo IBOPE. Abordagens qualitativas Transcrição das entrevistas em profundidade e grupo de discussão feita pelo IBOPE. ORGANIZAÇÃO ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO PerguntAção Realizada em conjunto com os jovens e educadores, durante as oficinas. Reflexão e conscientização sobre os pontos fortes e desafios do projeto para a qualificação de jovens em situação de privação de liberdade. Possibilitou o olhar do jovem sobre seu próprio engajamento para além do Qualifica Socioeducativo. Abordagens qualitativas Realizada pelo IBOPE, cruzando com as leituras de resultados feitas pelos jovens.
  46. 46. Organização / Análise e Interpretação Planejamento > Coleta > Organização > Análise e Interpretação > Divulgação Resultados apresentados para as Secretarias do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS) e de Educação (Seduc) do Ceará; Resultados levados para um congresso internacional de avaliação, como referência em avaliações participativas. DIVULGAÇÃO
  47. 47. Estes são apenas alguns exemplos de usos de dados. Existem diversas outras formas de realizar diagnósticos, planejamentos, monitoramentos e avaliações. Convidamos você a realizar a sua! E compartilhar conosco depois.
  48. 48. Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro 2001-2012. Brasília: 2012. Disponível em: http://aplicacoes.mds.gov.br/sagirmps/ferramentas/docs/IDB-portugues.pdf Prefeitura de São Paulo. Sistema Intraurbano de Monitoramento dos Direitos Humanos. São Paulo: 2010. Disponível em: http://www.simdh.com.br/apres/index.php Leituras recomendadas
  49. 49. PNUD-Brasil. Atlas do Desenvolvimento Human. Brasília: PNUD, 2013. Disponível em: http://atlasbrasil.org.br/2013/pt/ PNUD-Brasil e SESI-PR. Interpretação e Análise de Indicadores. Brasília: SESI-PR/PNUD, 2014. Disponível em: http://www.pnud.org.br/Public/img/odm/pdf/AF_manual- PNUD_M1_indicadores.pdf Leituras recomendadas
  50. 50. Bibliografia División de Estadística y Proyecciones Económicas de CEPAL. Reporte de avance en el ODM4 en América Latina y el Caribe. Reducir la mortalidad de los niños menores de 5 años. 2010. Disponível em http://www.cepal.org/MDG/noticias/paginas/2/40012/ODM4.pdf FIEP. Portal do Movimento Nacional ODS Nós Podemos Paraná. http://www.fiepr.org.br/nospodemosparana/ Portal do Movimento Nós Podemos Santa Catarina. http://nospodemos-sc.org.br/
  51. 51. Bibliografia IPEA. Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: Relatório Nacional de Acompanhamento. Brasília: Ipea, MP, SPI, 2014. Disponível em: http://www.pnud.org.br/Docs/5_RelatorioNacionalAcompanhamentoODM.pdf Programa Cidades Sustentáveis. Guia GPS – Gestão Pública Sustentável. São Paulo: 2016, disponível em: http://www.cidadessustentaveis.org.br/arquivos/gest%C3%A3o-p %C3%BAblica-sustent%C3%A1vel.pdf Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Site do Programa VAI.http://programavai.blogspot.com.br/

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