Aula 2 - Uso de dados

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Aula 2 - Uso de dados

  1. 1. Dados: Por que usá-los? Diagnóstico e Planejamento CURSO Curso EaD Monitoramento Aula 2
  2. 2. Em seu quadro, Magritte diz: “Isto não é um cachimbo.”  Na verdade, isto é a representação de um cachimbo.  Este quadro, chamado “A Traição das Imagens", traduz a ideia de que a representação da realidade não é a própria realidade.
  3. 3. Da mesma forma: “Os indicadores são uma descrição, mas não a realidade.” (SOLIGO, 2012) É importante não olhar para dados como a própria realidade, como o próprio diagnóstico. Considerar um indicador um fim em si mesmo seria o mesmo que um médico considerar que o diagnóstico de um paciente está concluído após se fazer o exame de sangue. O exame de sangue descreve, com números, a condição de um aspecto do paciente. E deve ser interpretado em conjunto com outras informações e contextos. Um indicador não é o diagnóstico, mas um meio para se chegar a um diagnóstico maior, de uma realidade.
  4. 4. Tema Objetivos Foco Método Indicador Definir: Planejamento Coleta Organização Análise e Planejamento Divulgação Etapas da construção de DADOS: como compor o diagnóstico de uma situação
  5. 5. Etapas da construção de DADOS: como compor o diagnóstico de uma situação Buscar fontes de dados Levantar e registrar dados brutos Planejamento Coleta Organização Análise e Planejamento Divulgação
  6. 6. Reunir informações Estruturar dados em tabelas Descrever e classificar os dados Verificar qualidade dos dados Planejamento Coleta Organização Análise e Planejamento Divulgação Etapas da construção de DADOS: como compor o diagnóstico de uma situação
  7. 7. Realizar tratamentos e cálculos estatísticos Ler tabelas Elaborar gráficos Inferir Relacionar os dados com autores do tema ou outros dados Planejamento Coleta Organização Análise e Planejamento Divulgação Etapas da construção de DADOS: como compor o diagnóstico de uma situação
  8. 8. Os indicadores fazem partições da realidade para estudá-la. Ao voltar à realidade, é preciso reincorporar os aspectos extraídos, situando-os no espaço e tempo. (SOLIGO, 2012) Apresentar resumo de aprendizados Formatar tabelas e/ou gráficos de forma visualmente informativa Planejamento Coleta Organização Análise e Planejamento Divulgação Etapas da construção de DADOS: como compor o diagnóstico de uma situação
  9. 9. Qualitativo: Descrições Se um indicador é: uma fotografia, em um momento e um espaço... + + Que fotografia tirar? Ou seja, como definir os indicadores? Qual momento será fotografado? Ou seja, qual é o período dos indicadores? Qual o espaço da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores?
  10. 10. Qualitativo: Descrições Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + Que fotografia tirar? Ou seja, como definir os indicadores? Qual dado? Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes? Quais são os dados que nos ajudarão a responder a esta pergunta? Taxas de incidência* de dengue, de chikungunya e de zika Número de óbitos de dengue, de chikungunya e de zika *taxa de incidência = Nº de casos novos confirmados por 100 mil habitantes
  11. 11. Qualitativo: Descrições Planejamento + + Que fotografia tirar? Ou seja, como definir os indicadores? Qual dado? Exercício: Pense numa pergunta que você gostaria de responder usando dados. Qual é a sua pergunta? Quais os dados que ajudarão a respondê- la?
  12. 12. Qualitativo: Descrições Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta É preciso saber: Desde quando são coletados os dados usados para calcular o indicador? Queremos monitorar o indicador a partir de que data? Qual a periodicidade de atualização, ou seja, de quanto em quanto tempo se faz a coleta? Qual o último ano em que o dado está disponível? Qual momento será fotografado? Ou seja, qual é o período dos indicadores?
  13. 13. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Desde quando são coletados os dados usados para calcular o indicador? No caso da dengue, há dados disponíveis desde os anos 1990 até hoje. No caso do chikungunya e do zika vírus, as primeiras notificações são mais recentes, por volta de 2014. Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes? Qual momento será fotografado? Ou seja, qual é o período dos indicadores?
  14. 14. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Queremos monitorar a partir de que data? Considerando que duas das doenças que pretendemos observar começam a ter informações em 2014, podemos olhar todas as doenças a partir de tal ano. Ou podemos olhar a evolução da dengue desde antes, como por exemplo 2010, para verificar se há relação entre a sua evolução e o surgimento de chikungunya e zika. Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes? Qual momento será fotografado? Ou seja, qual é o período dos indicadores?
  15. 15. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Qual o último ano em que o dado está disponível? De modo geral, os dados novos são disponibilizados no final do primeiro trimestre ou início do segundo trimestre. Assim, em abril de 2016, teremos acesso aos dados referentes ao ano de 2015. Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes? Qual momento será fotografado? Ou seja, qual é o período dos indicadores?
  16. 16. Planejamento + + « O que coletar? Coleta Exercício: Retome a sua pergunta e os dados selecionados. Desde quando são coletados os dados? A partir de que data monitorar? Qual a periodicidade de atualização? Qual o último ano disponível? Qual momento será fotografado? Ou seja, qual é o período dos indicadores?
  17. 17. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta É preciso saber: Qual a abrangência do indicador e o quanto o indicador pode ser desagregado? Qual a maior unidade territorial que o indicador pode medir? Qual a menor unidade territorial que o indicador pode medir? Quais são as unidades territoriais intermediárias que o indicador pode medir? Qual o enquadramento da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores? Dado Desagreagado X Dado Agregado
  18. 18. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Qual a abrangência do indicador e o quanto o indicador pode ser desagregado? Dado Desagregado = dado não agrupado Separado em múltiplas camadas de informação em dados específicos; Divide; Permite avaliações particulares e mais aprofundadas, em dimensões micro; Menor unidade territorial. Qual o enquadramento da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores? Dado Desagreagado X Dado Agregado
  19. 19. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Qual a abrangência do indicador e o quanto o indicador pode ser desagregado? Dado Desagregado = dado agrupado Junta muitas informações em um dado resumido; Totaliza; Mais sintético, facilita decisões mais amplas e divulgações de resultados macro; Maior unidade territorial. Qual o enquadramento da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores? Dado Desagreagado X Dado Agregado
  20. 20. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Qual a abrangência do indicador e o quanto o indicador pode ser desagregado? A incidência de dengue é medida a partir dos casos registrados em serviços de saúde, públicos e privados, espalhados nos bairros do município. Assim, a abrangência é municipal, mas com possibilidade de olhar para cada unidade de saúde. Qual o enquadramento da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores? Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes?
  21. 21. Um indicador nasce desagregado e depois é agregado.
  22. 22. DADOS DESAGREGADOS Construídos a partir de dados das secretarias municipais, coletados nos equipamentos públicos (e por vezes privados). Representam as menores unidades territoriais. Ou seja, são coletados na origem de modo desagregado.
  23. 23. DADOS AGREGADOS Os dados desagregados são consolidados pelo próprio município em um dado único. O agrupamento é feito sempre somando os números absolutos e nunca fazendo uma média das taxas de cada unidade territorial menor.
  24. 24. DADOS AGREGADOS Por exemplo: os indicadores de bairros são agrupados em um indicador único de um distrito ou de um município. Depois o município envia para os órgãos federais.
  25. 25. PARA QUE? Olhar um dado agregado ou desagregado é como aumentar ou diminuir o zoom em um mapa. Quanto mais próximo, mais detalhes podem ser vistos; Quanto mais distante, mais amplamente se pode ver; O comparativo de olhares próximos e distantes pode revelar desigualdades
  26. 26. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Qual a maior unidade territorial que o indicador pode medir? (Dado Agregado) Taxa de incidência de dengue, de chikungunya e de zika no município Número de óbitos de dengue, de chikungunya e de zika no município Qual o enquadramento da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores? Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes?
  27. 27. Planejamento uma fotografia, em um momento e um espaço... + + « O que coletar? Coleta Qual a menor unidade territorial que o indicador pode medir? (Dado Desagregado) Taxa de incidência de dengue, de chikungunya e de zika por bairro. Número de óbitos de dengue, de chikungunya e de zika por bairro. Qual o enquadramento da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores? Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes?
  28. 28. Planejamento + + « O que coletar? Coleta Qual o enquadramento da fotografia? Ou seja, qual o território dos indicadores? Exercício Retome a sua pergunta, os dados selecionados e o período definido Qual a abrangência do indicador e o quanto o indicador pode ser desagregado? Qual a maior unidade territorial que o indicador pode medir? Qual a menor unidade territorialque o indicador pode medir? Quais são as unidades territoriais intermediárias que o indicador pode medir?
  29. 29. Planejamento « O que coletar? Coleta DESAGREGANDO ALÉM DO TERRITÓRIO Onde pode ser importante aproximar o zoom? Que variáveis ajudam a revelar desigualdades? Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes? Taxa de incidência de dengue, de chikungunya e de zika por bairros, distritos e pelo total do município, por faixas de idade e mulheres gestantes, por renda e raça/cor. Número de óbitos de dengue, de chikungunya e de zika por bairros, distritos e pelo total do município, por faixas de idade e mulheres gestantes, por renda e raça/cor.
  30. 30. Planejamento « O que coletar? Coleta DESAGREGANDO ALÉM DO TERRITÓRIO Onde pode ser importante aproximar o zoom? Que variáveis ajudam a revelar desigualdades? Variáveis Importantes Data Sexo Idade Raça/cor Renda Condição de trabalho Situação de estudo Variáreis Específicas Tipo de ensino ou escola Tipo de doença Etc. Desagregações possíveis
  31. 31. Planejamento « O que coletar? Coleta Boa parte dos indicadores são calculados a partir de: (Numerador / Denominador) x Porção de população = Taxa Números Absolutos Expressam o número de vezes em que ocorre o fenômeno Proporção Percentual ou Por mil ou Por 100 mil Potência de 10 Delimita a cada X pessoas, facilitando a leitura
  32. 32. Planejamento « O que coletar? Coleta Numerador1 Denominador2 Porção de população 1. Indica quantas partes serão consideradas 2. Indica em quantas partes dividimos o inteiro X Boa parte dos indicadores são calculados a partir de:
  33. 33. Planejamento « O que coletar? Coleta Numerador1 Denominador2 Porção de população3 1. Indica quantas partes serão consideradas Número de casos novos confirmados de dengue (clássico e febre hemorrágica da dengue – códigos A90-A91 da CID-10) 2. Indica em quantas partes dividimos o inteiro População residente no bairro 3. Por 100 mil habitantes X Exemplo: Taxa de incidência de dengue por bairro
  34. 34. Planejamento « O que coletar? Coleta + Exercício Retome a sua pergunta, os dados selecionados, o período e os territórios definidos Que variáveis ajudam a revelar desigualdades? Qual o numerador do indicador? Qual o denominador do indicador? Qual é a potência de 10 usada neste indicador? +
  35. 35. Planejamento « O que coletar? Coleta O IBGE é o principal provedor de dados e informações do país, atendendo a órgãos federais, estaduais e municipais, e demandas específicas da sociedade civil. Apresenta dados de indicadores diversos; população; economia; geociências. Tem diferentes canais de informação, temáticos e de bancos de dados. POPULAÇÃO
  36. 36. Planejamento « O que coletar? Coleta Censo demográfico é o levantamento feito, de 10 e 10 anos, em todos os domicílios do país, para caracterização demográfica da população. Último levantamento em 2010. PNAD é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, realizada anualmente para levantar características gerais da população (educação, trabalho, renda, habitação). POPULAÇÃO
  37. 37. Planejamento « O que coletar? Coleta As secretarias municipais são produtoras de dados e podem também fornecer informações de forma direta. As agências estaduais de estatística também compilam uma ampla variedade de dados administrativos produzidos pelas secretarias de Estado e, em alguns casos, também produzem dados primários provenientes de pesquisas amostrais. Alguns ministérios e secretarias estaduais também têm órgãos encarregados da produção ou organização de seus dados administrativos. (JANNUZZI e GRACIOSO, 2002) GESTÃO LOCAL
  38. 38. Planejamento « O que coletar? Coleta Plataforma aberta do governo para que todos possam encontrar e utilizar os dados e as informações públicas. O portal tem o objetivo de disponibilizar todo tipo de dado: saúde suplementar, sistema de transporte, segurança pública, educação, gastos governamentais, processo eleitoral, etc. PORTAL BRASILEIRO DE DADOS ABERTOS
  39. 39. Planejamento « O que coletar? Coleta O INEP é um centro de estudos, pesquisas e avaliações sobre o Sistema Educacional Brasileiro, vinculado ao Ministério da Educação. Realiza levantamentos estatísticos e avaliativos em todos os níveis e modalidades de ensino EDUCAÇÃO
  40. 40. Planejamento « O que coletar? Coleta O DATASUS é o sistema de dados do Ministério da Saúde. Recebe os dados locais sobre nascidos vivos, mortalidade etc. que o município coletou a partir de informações levantadas nas unidades hospitalares e outras fontes. SAÚDE
  41. 41. Planejamento « O que coletar? Coleta O PDET é o Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, Divulga informações sobre mercado de trabalho, oriundas de dois Registros Administrativos: RAIS - Relação Anual de Informações Sociais CAGED - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, à sociedade civil. TRABALHO
  42. 42. Planejamento « O que coletar? Coleta Atlas de Desenvolvimento Humano é uma plataforma de consulta ao Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) que traz mais de 200 indicadores de demografia, educação, renda, trabalho, habitação e vulnerabilidade, com dados extraídos dos Censos. Banco Mundial: Indicadores do Desenvolvimento Mundial OMS: Organização Mundial da Saúde ORGANISMOS INTERNACIONAIS
  43. 43. Planejamento « O que coletar? Coleta + Exercício Retome a sua pergunta, os dados selecionados, o período, os territórios e variáveis definidos e os elementos que o compõe: Quais destas fontes de dados será usada para sua coleta? Numerador Denominador +
  44. 44. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização ESTRUTURA DADOS EM TABELAS Reunir informações da coleta Quais dados foram coletados? Numerador? Denominador? Taxa? Nem sempre se obtém a informação completa: por vezes, consegue-se apenas a taxa; outras, apenas os números absolutos.
  45. 45. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização Mas afinal, o que é melhor? O melhor é sempre ter em mãos os números absolutos que compõem a taxa, pois desta forma sempre será possível fazer o cálculo da taxa e verificar a consistência dos dados. DADO BRUTO aquele que vem da coleta, puro e sem tratamento DADO ORGANIZADO classificado na ordem e arredondamentos mais relevantes
  46. 46. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização Tabelas são necessárias para ordenar e tabular os dados coletados. Ordenar a partir de qual variável? Como tabular? Unidade territorial Numerador (número absoluto) Denominador (número absoluto) Taxa (proporção) [nome do território] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [nome do território] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] ordenar tabular
  47. 47. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização DESCREVER E CLASSIFICAR OS DADOS Ordenar a partir de qual variável? Se tomada a perspectiva de território, é importante considerar a divisão do município ou da gestão administrativa da área. Unidade territorial Micro > Intermediária > Macro Unidade territorial Numerador (número absoluto) Denominador (número absoluto) Taxa (proporção) [bairro 1] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [bairro 2] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [total do distrito 1] [soma dos bairros] [soma dos bairros] [fórmula] [bairro 3] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [bairro 4] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [total do distrito 2] [soma dos bairros] [soma dos bairros] [fórmula] [total do município] [soma dos distritos]1 [soma dos distritos] 2 [fórmula] 3 1. FREQUÊNCIA ABSOLUTA: nº de vezes em que ocorre o fenômeno 2. NÚMERO TOTAL: população que poderia ter sido afetada pelo fenômeno 3. FREQUÊNCIA RELATIVA: razão (divisão) entre frequência e total Exemplo: Taxa de incidência de dengue, de chikungunya e de zika por bairros, distritos e pelo total do município, por faixas de idade e mulheres gestantes, por renda e raça/cor
  48. 48. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização Unidade territorial TOTAL 0 a 6 anos 7 a 11 anos Numerador Denominador Taxa Numerador Denominador Taxa Numerador Denominador Taxa (número absoluto) (número absoluto) (proporção) (número absoluto) (número absoluto) (proporção) (número absoluto) (número absoluto) (proporção) [bairro 1] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [bairro 2] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [distrito 1] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... DESCREVER E CLASSIFICAR OS DADOS Exemplo: Taxa de incidência de dengue, de chikungunya e de zika por bairros, distritos e pelo total do município, por faixas de idade e mulheres gestantes, por renda e raça/cor Ordenar a partir de qual variável? Se há outras variáveis sendo consideradas, é importante manter os dados totais para estabelecer o comparativo. Idade? Sexo? Renda? Raça/cor?
  49. 49. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização Unidade territorial Numerador (número absoluto) Denominador (número absoluto) Taxa (proporção) [bairro 1] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [bairro 2] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [total do distrito 1] [soma dos bairros] [soma dos bairros] [fórmula] [bairro 3] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [bairro 4] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [total do distrito 2] [soma dos bairros] [soma dos bairros] [fórmula] [total do município] [soma dos distritos] [soma dos distritos] [fórmula]2 Como tabular? A tabulação nada mais é que o cálculo da taxa. Exemplo: Taxa de incidência1 de dengue, de chikungunya e de zika por bairros, distritos e pelo total do município, por faixas de idade e mulheres gestantes, por renda e raça/cor 1. nº de casos novos confirmados de dengue no bairro 2. nº da população residente no bairro X 100.000
  50. 50. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE DOS DADOS Em outras palavras, os dados estão bons o suficiente para responder às perguntas iniciais É preciso saber: A forma como os dados estão ordenados atendem às necessidades? Todas as desagregações estão calculadas? E todas as agregações? Os cálculos estão corretos? As proporções apresentadas estão de acordo com as taxas apresentadas em outros municípios ou no país? Lembre-se que por trás de todos esses números organizados, estão pessoas. Quando se fala em nº de casos, estamos falando de pessoas afetadas. É importante não perder isso de vista!
  51. 51. Planejamento « Como organizar? Coleta « Organização Exercício Retome a sua pergunta, os dados selecionados, o período, os territórios e variáveis definidos e os elementos que o compõe: A partir de quais variáveis os dados serão ordenados? Como é o cálculo para tabular os dados? O que não pode faltar para que os dados respondam às perguntas iniciais? 1. Estruturar dados em tabelas 2. Descrever e classificar os dados 3. Verificação da qualidade dos dados
  52. 52. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação uma fotografia, em um momento e um espaço... + + Se um indicador é: Este é o momento de revelar a fotografia e de interpretar o que foi fotografado. Olhar isoladamente cada um dos valores pode não significar muito. Para fazer com que os dados gerem informação, precisamos interpretá-los. E para que a informação gere conhecimento é preciso que seja compreendida e aplicada. É a partir deste conhecimento que se poderá tomar decisões sobre quais caminhos devem seguir programas e políticas, sejam eles novos ou já em desenvolvimento. Lembre-se: o indicador é a representação de uma realidade. Este é o momento de aproximar essa representação da própria realidade.
  53. 53. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação uma fotografia, em um momento e um espaço... + + Se um indicador é: Pergunte aos números! Que tipo de visualização pode ajudar a interpretar os dados? Que conclusões podem ser tiradas a partir dos dados levantados? Sobre cada território e todo o município Sobre cada perfil de população O que pode ser interpretado para além dos números coletados? O que pode ajudar a ampliar esta interpretação? Quais destas conclusões podem apoiar a elaboração de projetos e políticas? Quais conclusões ajudam a monitorar projetos e políticas em desenvolvimento?
  54. 54. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação uma fotografia, em um momento e um espaço... + + Se um indicador é: É a partir deste conhecimento que se poderá tomar decisões sobre quais caminhos devem seguir programas e políticas, sejam eles novos ou já em desenvolvimento.
  55. 55. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Que tipo de visualização pode ajudar a interpretar os dados? Tabular Apresenta as próprias tabelas, com informações completas e detalhadas Gráfica Traduz em representações visuais os dados apontados nas tabelas Fornecem informações sobre o relacionamento entre grandezas envolvidas Unidade territorial Numerador (número absoluto) Denominador (número absoluto) Taxa (proporção) [nome do território] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula] [nome do território] [dado bruto] [dado bruto] [fórmula]
  56. 56. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Representação Tabular UF 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Rondonia 120,06 109,44 206,68 224,87 387,46 272,33 212,64 365,9 Acre 354,98 151,97 161,51 727,66 345,53 39,61 75,06 313,64 Amazonas 662,66 75,8 132,36 29,02 31,49 19,33 61,37 222,77 Roraima 1140,53 351,14 1390,14 153,2 602,84 251,89 212,15 1207,9 Para 264,13 178,29 148,35 84,63 118,35 92,46 199,51 207,57 Amapa 642,17 166,11 755,37 458 430,55 300,3 562 194,89 Tocantins 417,55 163,88 153,23 120,26 257,17 445,8 949,38 778,75 Região Norte 390,17 150,05 207,74 135,73 175,35 136,76 246,45 306,36 Maranhao 109,7 146,49 99,75 27,02 108,3 83,61 213,56 87,94 Piaui 359,11 304,88 325,1 29,39 150,65 158,35 315,19 74,81 Ceara 451,71 257,04 429,55 50,08 335,9 346,33 414,13 576,56 Rio Grande do Norte 1330,46 764,83 718,86 90,78 160,53 275,42 432,22 916,58 Paraiba 431,12 536,27 361,99 38,31 166,36 85,17 296,83 208,14 Pernambuco 168,05 1235,28 186,08 27,99 66,32 103,34 262,17 210,84 Alagoas 70,34 259,01 209,04 150,82 88,66 103,88 344,34 418,38 Sergipe 195,22 286,72 255,04 22,54 34,2 57,48 73,87 1065,53 Bahia 212,64 582,26 315,3 34,13 129,44 49 68,23 235,61 Região Nordeste 310,88 548,24 305,19 44,59 148,87 135,34 241,38 338,75 Minas Gerais 178,09 209,78 77,19 72,27 58,82 154,3 143,85 247,78 Espirito Santo 243,66 796,01 899,94 104,17 81,04 292,21 194,62 753,75 Rio de Janeiro 431,22 1691,58 37,25 8,2 9,13 171,07 367,03 1242,98 Sao Paulo 155,74 117,5 43,34 7,86 15,8 150,24 275,96 28,06 Região Sudeste 219,63 480,74 87,4 27,91 27,87 161,49 257,88 354,19 Parana 16,42 73,78 111,38 1,57 10,31 12,03 258,73 17,3 Santa Catarina 0,79 5,25 1,05 0,28 0,82 1,02 2,51 1,55 Rio Grande do Sul 0,63 4,24 0,54 0,21 0,39 0,64 3,84 1,2 Região Sul 6,68 30,93 42,84 0,74 4,26 5,06 100,48 7,48 Mato Grosso do Sul 447,17 568,85 97,57 15,47 28,48 538,56 2971,38 32,19 Mato Grosso 101,48 356,62 357,03 87,15 245,03 348,55 564,59 222,81 Goias 210,42 421,6 161,5 106,07 335,4 424,45 257,52 605,95 Distrito Federal 75,28 147,49 40,55 11,48 16,63 21,77 46,88 45,48 Região Centro-Oeste 205,18 385,06 170,83 69,27 205,45 355,53 753,79 320,7 Total 225,97 401,63 156,88 40,01 82,28 143,19 264,88 293,35 Exemplo: Taxa de incidência de dengue no Brasil Fonte: MS/SVS - Sistema de Informação de Agravos de Notificação - SINAN
  57. 57. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Alguns tipos de gráficos e seus usos Gráfico de Colunas Indica intensidade dos dados agrupados em classes e os compara.
  58. 58. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Alguns tipos de gráficos e seus usos Gráfico de Barras Indica intensidade dos dados agrupados em classes e os compara, mas é ideal para quando o nome do agrupamento (rótulo) é longo.
  59. 59. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Alguns tipos de gráficos e seus usos Gráfico de Setores (Pizza) Representam proporções; o círculo representa o todo e as partes são as quantidades ou percentuais.
  60. 60. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Alguns tipos de gráficos e seus usos Gráfico de Dispersão Compara duas variáveis e distribui seus dados em dois eixos (vertical e horizontal).
  61. 61. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Alguns tipos de gráficos e seus usos Gráfico de Linhas Indica variações e tendências ao longo de um período ou entre períodos.
  62. 62. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Que conclusões podem ser tiradas a partir dos dados levantados? Sobre cada território e todo o município? Sobre cada perfil de população? Exemplo: Na tabela temos as seguintes colunas: 1ª - distritos do município de São Paulo; 2ª - nº de casos de dengue por distrito; 3º - taxa de incidência de dengue por distrito. Considerando apenas a 2ª coluna, podemos verificar que houve 12 casos na Água Rasa e 4 casos na Barra Funda. Mas esta informação ganha outro significado quando o comparamos com a 3ª coluna: embora haja mais casos na Água Rasa do que na Barra Funda, a taxa deste último distrito é maior. Isso de deve ao fato de ter menor população na Barra Funda. Ainda comparando os distritos, chama atenção a taxa do Bom Retiro. E embora a taxa do Campo Limpo não seja tão elevada quanto a do Bom Retiro, o nº absoluto de casos é elevadíssimo. Assim, são duas regiões que merecem atenção. Importância do olhar comparativo
  63. 63. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação O que pode ser interpretado para além dos números coletados? O que pode ajudar a ampliar esta interpretação? Na perspectiva de territórios, considerar histórico local Pode ser relevante refletir sobre condições e relações sociais estabelecidas Exemplo: O que será que pode gerar estas grandes variações e concentração de casos em algumas regiões? Se considerarmos o Bom Retiro, é uma região historicamente habitado por imigrantes e ocupado por muitas fábricas, sendo algumas delas abandonadas, e outras ativas. É possível que a população local, por ser bastante composta por imigrantes, não tenha acesso ou compreensão a informações de prevenção. No Campo Limpo, embora seja uma região bastante populosa, apresenta ainda muitos terrenos vazios no comparativo com regiões mais centrais da cidade. Importância do olhar sobre o contexto e as condições locais
  64. 64. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Quais conclusões ajudam a monitorar projetos e políticas em desenvolvimento? As regiões ou públicos que foram priorizados tiveram avanços? E as regiões que não eram prioridade? É preciso mudar o rumo? Exemplo: Bom Retiro: de 2011 para 2014 houve uma redução significativa de casos de dengue. Campo Limpo: de 2011 a 2013 houve também uma redução. Porém, em 2014 houve outro aumento significativo. É preciso, portanto, concentrar esforços nesta região. Há outros distritos que merecem atenção, como Brasilândia, sempre com aumento de casos. Importância de compreender a eficácia da ação realizada e verificar se há novos direcionamentos necessários.
  65. 65. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação Exercício Retome a sua pergunta, os dados selecionados, o período, os territórios e variáveis definidos, os elementos que o compõe e o ordenamento definido. Que tipo de informações de contexto podem ajudar a interpretar além dos dados que serão coletados? As informações serão utilizadas para realizar o planejamento de uma ação ou o monitoramento de uma ação existente? Qual? Lembre-se: o indicador é a representação de uma realidade. Este é o momento de aproximar essa representação da própria realidade.
  66. 66. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação uma fotografia, em um momento e um espaço... + + Se um indicador é: Sabemos que é até possível que a fotografia fique guardada e ninguém a veja. Mas, via de regra, quando tiramos uma foto, temos a intensão de mostrá-la a alguém. Assim, não é muito mais interessante pensar em como podemos mostrar as fotografias que tiramos? Há diversas formas de fazer isso: enviar a foto a alguém, chamar amigos para verem juntos as fotos, disponibilizar a foto em um local público e até mesmo fazer uma exposição dessa foto. O mesmo vale para os dados… É importante pensar em como mostra esta fotografia. =
  67. 67. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação uma fotografia, em um momento e um espaço... + + Se um indicador é: Como divulgar os dados coletados, organizados e analisados? Os dados sempre devem ser apresentados de forma adequada, levando-se em consideração o público que receberá estas informações; = Seja através de tabelas ou gráficos, relatórios ou bancos de dados, notícias ou estudos; o importante é não guardar os dados para si mesmos, já que, como vimos, eles cumprem muitas funções: Diagnósticos Planejamento Monitoramento Avaliação Melhor quando estas ações são realizadas coletivamente. A divulgação dos dados cumpre importante papel nisso.
  68. 68. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação Há diversas formas de se divulgar dados. Algumas podem inclusive potencializar processos de participação e contribuir com políticas de transparência. Veja alguns exemplos: Disponibilização para consultas online Permite a disseminação ainda mais ampla e transparente Reuniões de equipe Necessária para discutir e aprofundar debates internos Reuniões intersetoriais e interdisciplinares Importante estratégia para ampliar conhecimentos Palestras, seminários e apresentações Permite a disseminação de conhecimento em diversos espaços Fóruns, debates Pode propiciar diálogo aberto com a sociedade Grupos de Trabalho, Grupos de Discussão Possibilita aprofundamento continuo e monitoramento eficaz e participativo
  69. 69. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação Como divulgar os dados coletados, organizados e analisados Para decidir, é preciso se perguntar: Quais são os públicos afetados por este tema estudado? Quão importante pode ser envolver os diferentes públicos em ações que possam derivar deste estudo? E que tipo de comunicação pode ser eficaz para tais públicos?
  70. 70. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação Como divulgar os dados coletados, organizados e analisados Quais são os públicos afetados por este tema estudado? Todos os moradores da cidade, em especial crianças, adolescentes e gestantes; Secretaria de Saúde; Postos de Saúde, hospitais e suas equipes; Escolas e creches. Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes?
  71. 71. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação Como divulgar os dados coletados, organizados e analisados Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes? Quão importante pode ser envolver os diferentes públicos em ações que possam derivar deste estudo? Muito! Sem a ajuda de todos nunca se conseguirá combater o vetor destas doenças. Por isso, quanto mais informação e participação melhor, entre todos os públicos.
  72. 72. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação Como divulgar os dados coletados, organizados e analisados E que tipo de comunicação pode ser eficaz para tais públicos? Secretaria e equipamentos podem fazer reuniões periódicas de atualização de informações; Equipamentos da Saúde e da Educação podem se reunir localmente para discutir casos e avaliar os dados, para pensar em estratégias locais; Moradores da cidade usam muitos meios de comunicação para se informar: TV, rádio, internet; Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes?
  73. 73. Planejamento « Coleta « Organização « Análise e Interpretação « Divulgação Como divulgar os dados coletados, organizados e analisados Exemplo: Como estão distribuídos os casos de dengue, chikungunya e zika na cidade e como isso tem afetado as crianças e adolescentes? E que tipo de comunicação pode ser eficaz para tais públicos? Além disso, há associações de bairro, coletivos, grupos de moradores, lideranças locais, etc, que podem ser disseminadores de informações; Para que possam todos falarem uma língua compreensível por uma grande diversidade de públicos, é interessante reunir agentes comunitários de saúde e pessoas de referência da comunidade para definir estratégias de disseminação de informação; Entre outras inúmeras possibilidades.
  74. 74. Guia de abertura de dados https://www.consultas.governoeletronico.gov.br/ConsultasPublicas/download.do?acao=arquiv Manual da lei de acesso à informação para estados e municípios http://www.cgu.gov.br/Publicacoes/transparencia-publica/brasil-transparente/arquivos/manua Escola de Dados http://escoladedados.org/ Leituras recomendadas
  75. 75. Bibliografia IBGE. Séries Históricas Estatísticas. [online]. http://seriesestatisticas.ibge.gov.br/series.aspx?vcodigo=MS53&sv=95&t=taxa-de-incidencia-d JANNUZZI, Paulo de Martino., GRACIOSO, Luciana de Souza. Produção e disseminação da informação estatística: agências estaduais no Brasil. São Paulo Perspec. [online]. 2002, vol.16, n.3, pp.91-103. ISSN 1806-9452. (http://dx.doi.org/10.1590/S0102-88392002000300013) KERNKAMP, Clarice da Luz., SAMPAIO, Helenara. GARCIA, Regina. Estatística e indicadores sociais. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013. SCHRADER, Achim. Métodos de pesquisa social empírica e indicadores sociais. Porto Alegre: Ed. Universidade/UFRGS, 2002.

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