Viro gripe.aviária

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Viro gripe.aviária

  1. 1. Gênero da família Orthomyxoviridae. Vírus de RNA fita simples – polaridade negativa.5 tipos distintos: Influenzavirus A: capaz de infectar aves e mamíferos Influenzavirus B: capaz de infectar apenas humanos e focas (Osterhaus, 2000) Influenzavirus C: capaz de infectar apenas humanos e porcos (Guo, 1983) Thogotovirus: transmitido por carrapatos Isavirus: doença do “Salmão do Atlântico”
  2. 2. Composição básica: -envelope; -glicoproteínas de superfície: hemaglutinina (HA) e neuraminidase (NA), que atuam no reconhecimento e infecção da célula; -matriz: M1 (subjacente ao invólucro - confere rigidez) e M2 (canal de prótons); -ribonucleoproteínas: RNP (divididas em 4 tipos, a NP, a qual está ligada ao RNA e PB1, PB2 e PA, as dezesseis subtipos de NAP); nove HA atualmente Existem quais constituem as polimerases virais econhecidos. Desses, seisNS2 (relacionadas com replicação e expressão viral). e -proteínas não estruturais: NS1, subtipos de HA (H1, H2, H3, H5, H7H9) e três-ssRNA de(N1, N2diferentes.foram identificadas em cepas do -8 fitas de de NA tamanhos e N7) vírus da gripe humana causando infecção.A presença dessas glicoproteínas determina a subtipagem dos vírus. H5N1 M1 H1N1 Gripe aviária Gripe suína
  3. 3. Replicação: Entrada do vírus na célula hospedeira: mecanismo de endocitose mediado por receptores(ligação da HA aos receptores da membrana plasmáticada célula). A replicação e transcrição necessárias à síntese doRNA dos vírus influenza ocorrem no núcleo da célulahospedeira. RNA viral  mRNAs  proteínas estruturais e não estruturais Núcleo Citoplasma Os viriões saem da célula hospedeira por um processode"budding” (brotamento).
  4. 4. QMC - UFSC
  5. 5. Patogênese:Infecção do sistema respiratório. . Influenza humanos geralmente transmitidos por gotículas de aerossol: H1N1. . H5N1 via ainda não definida: pode ser por contato com fezes infectadas. . Tempo de incubação: 4 ou 5 dias . O Vírus se multiplica no epitélio nasal/faringe e depois se espalha na mucosa de todo o sistema respiratório. . Pode se disseminar por todo o organismo, causando infecção sistêmica.
  6. 6. FORMA GRAVE Patogênese: Sintomas e achados clínicos (H5N1): Evolução clínica hemofagocítica . Síndromereativa . Depende da idade, sexo, GRIPE SUÍNA . Pancitopenia, presença de Sintomas e achados clínicos : virulência, ambiente e disfunçãohepática associadas. infecções e, eventualmente,falência múltipla de órgãos Atédiasmomento, os o . Pode variar de infecção 6 23 dias . Aumento de IL-2, IL-6 ea sintomas relatados assintomática e doença leveINF-gama grave, falência múltipla mais comuns são: pneumonia febre alta, tosse, dor de órgãos e morte. . Dor abdominal, vômitos, de garganta, diarréia,diarréia, Progressão clínica é rápida, vômitos, pneumonia e . falência renal, hemorragiapulmonar, síndrome qual angústia mas é difícil prever da paciente insuficiênciarespiratória e choque séptico. evoluirá para a forma grave. respiratória.
  7. 7. Drift & Shift antigênico: 8 fitas de RNA Infecção simultânea de dois subtipos Polimerases de RNA distintos – RNA dependente 28 combinações Falta de capacidade possíveis de RNA de edição genômico Mutações Novas cepas DRIFT SHIFT Mantém-se o mesmo Grandes alterações genéticas = subtipo = epidemias ALTO POTENCIAL PANDÊMICO
  8. 8. Epidemia de doença infecciosa que se espalha entre a população de uma grande região geográfica como, por exemplo, um continente, ou mesmo o planeta. GripeEspanhola Gripe Asiática Gripe de Hong Kong Pandemia de influenza  inicia-se quando uma das muitas variantes da influenza 1918 1957 1968 que circulam entre animais selvagens ou domesticados, transforma-se numa forma queH1N1 H2N2 H3N2 também infecta as pessoas (novo, agressivo e altamente contagioso). Gripe asiática (1957) O risco de uma nova pandemia levou a OMS a criar uma classificação em 6 fases para avaliar a evolução do vírus influenza.
  9. 9. Nova cepa encontrada em humanos? NÃO Presente em animais? SIM Ocorre transmissão para humano?NÃO SIM Ocorre transmissão humano-humano? SIM Pequenos focos Focos maiores, mas ainda localizados PANDEMIA
  10. 10. H5N1 - Identificado pela primeira vez no final do século XIX, na Itália.1955 - Descrito como uma doença provocada pelo vírus da família Influenza AMaio de 1997 - O primeiro caso de infecção humana, em Hong KongNovembro de 1997 - Mais dezessete casos foram relatados (epidemia)Reaparecimento em 2003
  11. 11. Desde então se espalhou pela Ásia, África e Europa Até 6 de maio de 2009 – 423casos, sendo que 258 evoluírampara óbito Letalidade maior que 60% Ainda existem focos no Egito, China e Vietnã ...SENDO ASSIM, POR QUE NÃO OCORREU ATÃO ESPERADA PANDEMIA DE GRIPE AVIÁRIA?
  12. 12. O vírus H5N1 não ultrapassou a fase 3 (nãotransmissível entre humanos). Planejamento estratégico . Vigilância epidemiológica . Desenvolvimento de vacinas . Medidas de contenção . Desenvolvimento de anti-virais
  13. 13. Vigilância . 1ª fase de defesa  capacidade de prevê-las . Agências internacionais responsáveis pelorastreamento do vírus: Organização Mundial da Saúde(OMS); A Organização Mundial de Saúde Animal(OMSA) e a Organização de Alimentação e Agricultura(FAO) . Detecção precoce . Monitorar a disseminação de cada surto e aevolução das habilidades do vírus, que determinam afase do ciclo pandêmico em que o mundo está
  14. 14. Vacinas. Ameaça de pandemia impulso no financiamento depesquisas nessa área . Novas vacinas (mais compatíveis com o vírus, e portanto, maior eficiência do sistema imunológico contra ele). Novas tecnologias: vacinação em massa através deaerossóis e da água utilizada para consumo
  15. 15. Medidas de contençãoDevido aos avanços na vigilância da doença e nasdrogas anti-virais, a OMS identifica um período no início da pandemia em que um vírus prestes a se espalhar pelo mundo pode ser contido Medidas que possibilitam essa contenção: . eliminação de aves infectadas, .quarentena de humanos infectados, .uso de máscaras cirúrgicas, .durante o período de risco: evitar locais com aglomeração de pessoas, não compartilhar alimentos e objetos pessoais, lavar as mãos frequentemente, etc
  16. 16. Drogas anti-virais Medicamentos anti-virais licenciados para profilaxia e tratamento da gripe: . Bloqueadores de canais M2 o qual é canal de prótonsfundamental para a replicação (derivados do adamantane, altaresistência viral)-Amantadina-Rimantadina . Inibidores de Neuraminidase, que impedem a liberação dos vírusrecém-produzidos pela célula hospedeira (menor resistência):-Oseltamivir-Zanamivir . Anti-virais em desenvolvimento:-Novo inibidor da neuramidase (ex: Peramivir);-Classes de anti-virais com novos alvos moleculares (ex: inibidor daRNA polimerase).
  17. 17. H1N1: Transmitido da mesma maneira que o vírus da gripe comum. Inicialmente denominado vírus da “Gripe suína”. Vírus quadruplamente reagrupados. Science, 2009 Teoria: o vírus pode ter se originado no porco, já que esta espécietem receptores que reconhecem tanto a neuraminidase de vírus aviário,quanto de humanos. A capacidade de contágio do vírus  influencia a severidade dapandemia e a velocidade de disseminação nacional e internacional,bem como dificulta a contenção da doença. Agravante dos influenza  mutação pode ocorrer freqüente eimprevisivelmente, especialmente no gene para hemaglutinina.Assim, a virulência inerente de um vírus durante uma pandemia nãopode ser prevista.
  18. 18. Agnes Thais Dias Iuri VisquettoÉder André Estracanholli Juliana Sayuri MiyajiFernanda Passaglia Costa Luana Denardi de BarrosIris Sperchi Camilo Marcela Faça Cipriano da CruzIthana Araújo Ruan Augusto da Cunha Bianco

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