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Hermenêutica Crítica da Razão Pura

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Apresentação sobre a CRP de Kant

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  • sem demérito para a iniciativa, parece-me que esta proposta 'hermenêutica' assenta sobre o entendimento de que é possível, sem comprometer o pensamento do autor, mutilar o texto original tornando-o mais inteligível - que o menos dá mais -, o que repugna especialmente tratando-se da crítica da razão pura - obra em que cada pormenor faz a diferença. *brincadeirinha
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Hermenêutica Crítica da Razão Pura

  1. 1. Exercício de hermenêuticaO texto que se segue é de difícil interpretação. As frasessão demasiado longas e não há muitos pontos finais.Uma estratégia que ajuda a descodificar o texto éintroduzir pontos finais onde eles não existem e obterassim frases mais curtas. Teremos portanto dereescrever o texto. Vamos ver como...
  2. 2. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado O diverso das representações pode ser dado numanuma intuição simplesmente sensível, isto é, que não intuição simplesmente sensível.seja mais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneiracomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação(conjunctío) de um diverso em geral não pode nuncaadvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma purada intuição sensível, porque é um acto daespontaneidade da faculdade de representação; e jáque temos de dar a esta última o nome deentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer sejaligação do diverso da intuição ou de vários conceitos,quer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ounão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não ativermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que nãopode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  3. 3. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade.representação, sem que seja algo diferente da maneiracomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação(conjunctío) de um diverso em geral não pode nuncaadvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma purada intuição sensível, porque é um acto daespontaneidade da faculdade de representação; e jáque temos de dar a esta última o nome deentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer sejaligação do diverso da intuição ou de vários conceitos,quer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ounão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não ativermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que nãopode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  4. 4. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da maneira encontra-se a priori na nossa capacidade decomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação representação.(conjunctío) de um diverso em geral não pode nuncaadvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma purada intuição sensível, porque é um acto daespontaneidade da faculdade de representação; e jáque temos de dar a esta última o nome deentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer sejaligação do diverso da intuição ou de vários conceitos,quer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ounão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não ativermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que nãopode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  5. 5. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da encontra-se a priori na nossa capacidade demaneira como o sujeito é afectado. Simplesmente, a representação. A forma desta intuição é a maneira comoligação (conjunctío) de um diverso em geral não pode o sujeito é afectado.nunca advir-nos dos sentidos e, por consequência,também não pode estar, simultaneamente, contida naforma pura da intuição sensível, porque é um acto daespontaneidade da faculdade de representação; e jáque temos de dar a esta última o nome deentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer sejaligação do diverso da intuição ou de vários conceitos,quer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ounão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não ativermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que nãopode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  6. 6. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, na forma pura da intuição sensível.também não pode estar, simultaneamente, contidana forma pura da intuição sensível, porque é um actoda espontaneidade da faculdade de representação; e jáque temos de dar a esta última o nome deentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer sejaligação do diverso da intuição ou de vários conceitos,quer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ounão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não ativermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que nãopode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  7. 7. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da maneira encontra-se a priori na nossa capacidade decomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação representação. A forma desta intuição é a maneira como(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geraladvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estarda intuição sensível, porque é um acto da na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actoespontaneidade da faculdade de representação; e já da espontaneidade da faculdade de representação.que temos de dar a esta última o nome deentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer sejaligação do diverso da intuição ou de vários conceitos,quer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ounão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não ativermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que nãopode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  8. 8. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da maneira encontra-se a priori na nossa capacidade decomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação representação. A forma desta intuição é a maneira como(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geraladvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estarda intuição sensível, porque é um acto da na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actoespontaneidade da faculdade de representação; e já da espontaneidade da faculdade de representação.que temos de dar a esta última o nome deentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer sejaligação do diverso da intuição ou de vários conceitos,quer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ounão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a (Sublinhamos desde já dois termostivermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que não em oposição.)pode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  9. 9. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da maneira encontra-se a priori na nossa capacidade decomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação representação. A forma desta intuição é a maneira como(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geraladvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estarda intuição sensível, porque é um acto da na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actoespontaneidade da faculdade de representação; e já da espontaneidade da faculdade de representação. Aque temos de dar a esta última o nome de esta espontaneidade da faculdade de representaçãoentendimento, para a distinguir da sensibilidade,toda a ligação, acompanhada ou não de consciência, chamamos entendimento, distinguindo-a daquer seja ligação do diverso da intuição ou de vários sensibilidade.conceitos, quer, no primeiro caso, seja uma intuiçãosensível ou não sensível, é um acto do entendimento aque aplicaremos o nome genérico da síntese para fazernotar, ao mesmo tempo, que não podemos representarcoisa alguma como sendo ligada no objecto se não ativermos nós ligado previamente e também que, entretodas as representações, a ligação é a única que nãopode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  10. 10. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da maneira encontra-se a priori na nossa capacidade decomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação representação. A forma desta intuição é a maneira como(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geraladvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estarda intuição sensível, porque é um acto da na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actoespontaneidade da faculdade de representação; e já da espontaneidade da faculdade de representação. Aque temos de dar a esta última o nome de esta espontaneidade da faculdade de representaçãoentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, [acompanhada ou não de consciência, quer chamamos entendimento, para a distinguir daseja ligação do diverso da intuição ou de vários sensibilidade. Toda a ligação é um acto doconceitos, quer, no primeiro caso, seja uma intuição entendimento a que chamamos síntese.sensível ou não sensível], é um acto doentendimento a que aplicaremos o nome genéricoda síntese para fazer notar, ao mesmo tempo, que nãopodemos representar coisa alguma como sendo ligadano objecto se não a tivermos nós ligado previamente etambém que, entre todas as representações, a ligação éa única que não pode ser dada pelos objectos, mas Deixamos suspensa entrerealizada unicamente pelo próprio sujeito, porque é umacto da sua espontaneidade. Aqui facilmente nosapercebemos de que este acto deve ser originariamente parêntesis a zona de texto aúnico e deverá ser igualmente válido para toda a ligaçãoe que a decomposição em elementos (a análise), que cinzento... Voltamos lá a seguir.parece ser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe;pois que, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  11. 11. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da maneira encontra-se a priori na nossa capacidade decomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação representação. A forma desta intuição é a maneira como(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geraladvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estarda intuição sensível, porque é um acto da na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actoespontaneidade da faculdade de representação; e já da espontaneidade da faculdade de representação. Aque temos de dar a esta última o nome de esta espontaneidade da faculdade de representaçãoentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer chamamos entendimento, para a distinguir daseja ligação do diverso da intuição ou de vários sensibilidade. Toda a ligação é um acto doconceitos, quer, no primeiro caso, seja uma intuição entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõessensível ou não sensível, é um acto do entendimentoa que aplicaremos o nome genérico da síntese para podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serfazer notar, ao mesmo tempo, que não podemos ligações do diverso da intuição, sensível ou nãorepresentar coisa alguma como sendo ligada no objecto sensível. Podem ser ligações de vários conceitos.se não a tivermos nós ligado previamente e tambémque, entre todas as representações, a ligação é a únicaque não pode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  12. 12. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãorepresentação, sem que seja algo diferente da maneira encontra-se a priori na nossa capacidade decomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação representação. A forma desta intuição é a maneira como(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geraladvir-nos dos sentidos e, por consequência, tambémnão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estarda intuição sensível, porque é um acto da na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actoespontaneidade da faculdade de representação; e já da espontaneidade da faculdade de representação. Aque temos de dar a esta última o nome de esta espontaneidade da faculdade de representaçãoentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda aligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja chamamos entendimento, para a distinguir daligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, sensibilidade. Toda a ligação é um acto doquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesnão sensível, é um acto do entendimento a queaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer podem ser conscientes ou inconscientes. Podem sernotar, ao mesmo tempo, que não podemos ligações do diverso da intuição, sensível ou nãorepresentar coisa alguma como sendo ligada no sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãoobjecto se não a tivermos nós ligado previamente e podemos representar coisa alguma como sendo ligadatambém que, entre todas as representações, a ligação éa única que não pode ser dada pelos objectos, mas no objecto se não a tivermos nós ligado previamenterealizada unicamente pelo próprio sujeito, porque é umacto da sua espontaneidade. Aqui facilmente nosapercebemos de que este acto deve ser originariamenteúnico e deverá ser igualmente válido para toda a ligaçãoe que a decomposição em elementos (a análise), queparece ser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe;pois que, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  13. 13. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito.todas as representações, a ligação é a única quenão pode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  14. 14. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito. A ligação é um acto da espontaneidade dotodas as representações, a ligação é a única que não sujeito.pode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nosapercebemos de que este acto deve ser originariamenteúnico e deverá ser igualmente válido para toda a ligaçãoe que a decomposição em elementos (a análise), queparece ser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe;pois que, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  15. 15. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito. A ligação é um acto da espontaneidade dotodas as representações, a ligação é a única que não sujeito.pode ser dada pelos objectos, mas realizadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  16. 16. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito. A ligação é um acto da espontaneidade dotodas as representações, a ligação é a única que não sujeito. A decomposição em elementos, a análise,pode ser dada pelos objectos, mas realizada pressupõe a síntese.unicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto dasua espontaneidade. Aqui facilmente nosapercebemos de que este acto deve seroriginariamente único e deverá ser igualmenteválido para toda a ligação e que a decomposição emelementos (a análise), que parece ser o seucontrário, sempre afinal a pressupõe; pois que, ondeo entendimento nada ligou previamente, também nadapoderá desligar, porque só por ele foi possível ser dadoalgo como ligado à faculdade de representação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  17. 17. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito. A ligação é um acto da espontaneidade dotodas as representações, a ligação é a única que não sujeito. A decomposição em elementos, a análise,pode ser dada pelos objectos, mas realizada pressupõe a síntese, porque onde o entendimento nadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto da ligou previamente, também nada poderá desligar.sua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemosde que este acto deve ser originariamente único edeverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  18. 18. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito. A ligação é um acto da espontaneidade dotodas as representações, a ligação é a única que não sujeito. A decomposição em elementos, a análise,pode ser dada pelos objectos, mas realizada pressupõe a síntese, porque onde o entendimento nadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto da ligou previamente, também nada poderá desligar. Só osua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemos entendimento dá algo como ligado à faculdade dede que este acto deve ser originariamente único e representação.deverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  19. 19. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito. A ligação é um acto da espontaneidade dotodas as representações, a ligação é a única que não sujeito. A decomposição em elementos, a análise,pode ser dada pelos objectos, mas realizada pressupõe a síntese, porque onde o entendimento nadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto da ligou previamente, também nada poderá desligar. Só osua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemos entendimento dá algo como ligado à faculdade dede que este acto deve ser originariamente único e representação.deverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; poisque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foipossível ser dado algo como ligado à faculdade derepresentação. Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa,Fundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30.
  20. 20. Original Reescrito O diverso das representações pode ser dado numa O diverso das representações pode ser dado numaintuição simplesmente sensível, isto é, que não seja intuição simplesmente sensível. A intuição sensível nãomais do que receptividade, e a forma desta intuição é mais do que receptividade. A forma desta intuiçãopode encontrar-se a priori na nossa capacidade de encontra-se a priori na nossa capacidade derepresentação, sem que seja algo diferente da maneira representação. A forma desta intuição é a maneira comocomo o sujeito é afectado. Simplesmente, a ligação o sujeito é afectado. A ligação de um diverso em geral(conjunctío) de um diverso em geral não pode nunca não pode nunca advir-nos dos sentidos nem pode estaradvir-nos dos sentidos e, por consequência, também na forma pura da intuição sensível. A ligação é um actonão pode estar, simultaneamente, contida na forma pura da espontaneidade da faculdade de representação. Ada intuição sensível, porque é um acto da esta espontaneidade da faculdade de representaçãoespontaneidade da faculdade de representação; e já chamamos entendimento, para a distinguir daque temos de dar a esta última o nome de sensibilidade. Toda a ligação é um acto doentendimento, para a distinguir da sensibilidade, toda a entendimento a que chamamos síntese. As ligaçõesligação, acompanhada ou não de consciência, quer seja podem ser conscientes ou inconscientes. Podem serligação do diverso da intuição ou de vários conceitos, ligações do diverso da intuição, sensível ou nãoquer, no primeiro caso, seja uma intuição sensível ou sensível. Podem ser ligações de vários conceitos. Nãonão sensível, é um acto do entendimento a que podemos representar coisa alguma como sendo ligadaaplicaremos o nome genérico da síntese para fazer no objecto se não a tivermos nós ligado previamente. Anotar, ao mesmo tempo, que não podemos representar ligação é a única representação que não pode ser dadacoisa alguma como sendo ligada no objecto se não a pelos objectos, mas realizada unicamente pelo própriotivermos nós ligado previamente e também que, entre sujeito. A ligação é um acto da espontaneidade dotodas as representações, a ligação é a única que não sujeito. A decomposição em elementos, a análise,pode ser dada pelos objectos, mas realizada pressupõe a síntese, porque onde o entendimento nadaunicamente pelo próprio sujeito, porque é um acto da ligou previamente, também nada poderá desligar. Só osua espontaneidade. Aqui facilmente nos apercebemos entendimento dá algo como ligado à faculdade dede que este acto deve ser originariamente único e representação.deverá ser igualmente válido para toda a ligação e quea decomposição em elementos (a análise), que pareceser o seu contrário, sempre afinal a pressupõe; pois O texto já se lê melhor... Mas isto não éque, onde o entendimento nada ligou previamente,também nada poderá desligar, porque só por ele foi suficiente para percebermos o que ele diz.possível ser dado algo como ligado à faculdade de Agora é necessário perceber o significadorepresentação. de termos chave (a violeta) e saber alguma Immanuel Kant, Crítica da Razão Pura, Lisboa, coisa em geral sobre Kant. Só depoisFundação Calouste Gulbenkian, 1985, pp. 129-30. poderemos iniciar um texto nosso de comentário. Ao trabalho...!

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