2 primeiros socorros para segurança do trabalho aula 02

1.277 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.277
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
5
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
54
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

2 primeiros socorros para segurança do trabalho aula 02

  1. 1. Ac. Nutricionista contatos: 86 9968-0541 TIM 86 9434-1063 CLARO
  2. 2. A vida depende da chegada de ar em qualidade e quantidade adequada dos pulmões. Quando este ar, por alguma causa, tem sua composição alterada ou não chega na quantidade necessária aos pulmões, existe o perigo de asfixia.
  3. 3. A respiração depende: Da adequada concentração de oxigênio no ar inspirado; De que as passagens de ar pela garganta, laringe e traquéia estejam desimpedidas; Da ação muscular rítmica do tórax e no diafragma para a entrada de ar nos pulmões;
  4. 4. Da circulação adequada de sangue para transportar oxigênio dos pulmões ao cérebro e outros órgãos importantes e que este sangue retorne aos pulmões.
  5. 5. Causas da parada respiratória: Obstrução da passagem de ar por: Corpo estranho; Afogamento; Estrangulamento; Soterramento; Alergia.
  6. 6. Contaminação do ar por gazes tóxicos (principalmente emanações de motores, fumaça densa). Interferência na função do centro respiratório por: Choque elétrico; Venenos; Doenças; Ferimentos na cabeça.
  7. 7. Sinais e Sintomas: Pode se reconhecer o estado de inconsciência de uma pessoa se ela não responder a perguntas, ao toque ou a dor. O sinal mais importante dessa situação é a dilatação das pupilas dos olhos.
  8. 8. Midríase pupilar:
  9. 9. Respiração artificial: É o processo mecânico empregado para restabelecer a respiração deve ser ministrado imediatamente, em todos os casos de asfixia, mesmo quando não houver parada cardíaca. Os pulmões precisam receber oxigênio, caso contrário ocorrerão sérios danos ao organismo no aparelho circulatório, com grandes complicações para o cérebro.
  10. 10. Tipos de respiração: Boca-a-boca Boca-nariz Boca-nariz-boca Boca-máscara Ambu-máscara Por aparelhos de entubação.
  11. 11. Conduta: Afastar a causa da vítima ou a vítima da causa; Deitar a vítima de costas sobre uma superfície rígida e firme; Verificar se a vítima está inconsciente; Abrir e manter desobstruída a passagem de ar;
  12. 12. Afrouxar as roupas da vítima, principalmente colarinho, cintos e sutiãs; Retirar da boca da vítima próteses, restos de alimentos entre outros buscando desobstruir as vias aéreas; Realizar hiperextensão no pescoço da vítima com delicadeza buscando estabilizar a coluna;
  13. 13. Tapar as narinas da vítima com o polegar e o indicador abrindo a boca da vítima completamente; O socorrista deve respirar bem e profundo para encher os pulmões de ar; Colocar a boca sobre a boca da vítima sem deixar escapar nada de ar;
  14. 14. Deve-se soprar 2 vezes seguidas, enchendo o pulmão da vítima de ar; A operação deve ser repetida em média 12 vezes por minuto de maneira uniforme e sem interrupção (média de 5 segundos para a repetição das ventilações);
  15. 15. A vítima deve permanecer deitada, mesmo depois de ter recuperado a respiração deve-se ainda observar cuidadosamente a vítima a fim de evitar que a respiração cesse novamente; É importante dizer que a ausência de pulsação requer o procedimento de compressão torácica externa (massagem ou reanimação cardíaca).
  16. 16. Hiperextensão do pescoço Verificação do pulso carotídeo
  17. 17. Parada cardíaca ou “morte súbita” é a cessação repentina dos batimentos cardíacos ou quando o músculo cardíaco, em condições de extrema debilidade não se contrai e não se distende com o vigor necessário para assegurar suficiente quantidade de sangue à circulação.
  18. 18. Causas da parada cardíaca: Crise cardíaca/angina pectoris; Choque elétrico; Intoxicação medicamentosa; Intoxicação por monóxido de carbono ou defensivos agrícolas; Afogamentos; Acidentes graves; Processo infeccioso agudo; Estrangulamento entre outras causas.
  19. 19. Sinais e Sintomas: Pulso ausente ou débil; Insuficiência respiratória; Dilatação das pupilas; Espasmos (contração súbita e violenta) da laringe; Perda da consciência; Cianose (coloração arroxeada da pele e lábios); Ausência dos batimentos cardíacos.
  20. 20. Conduta: Posicione-se ao lado da vítima, na altura do tórax, é importante que a vítima esteja em decúbito dorsal, sobre uma superfície rígida e plana; Localize o apêndice xifóide e dois dedos acima posicione a mão dominante com a palma para baixo intercalando os dedos com a outra mão;
  21. 21. Os braços devem estar esticados pois a força do corpo deve ser colocado toda nos mesmos para haver uma melhor compressão torácica; Deve-se realizar 30 compressões seguidas de 02 respirações artificiais boca-a-boca durante 5 vezes consecutivas no total são 150 compressões e 10 respirações/ventilações;
  22. 22. Ao finalizar cada ciclo de 30 massagens e 02 respirações (5X) reavaliar o pulso carotídeo e se não houver sucesso repetir o procedimento.
  23. 23. Posição correta Planta da mão Massageando o coração Pulso carotídeo
  24. 24. Massagem cardíaca & Respiração artificial Posição & Movimento correto
  25. 25. A maior parte das queimaduras ocorre nas residências sendo de pequena gravidade. Somente 3 a 5% dos casos são graves. As queimaduras têm o potencial de desfigurar, incapacitar temporária ou permanentemente ou causar morte à vítima.
  26. 26. A pele é o maior órgão humano e é barreira contra perda de água e calor, tendo também um papel importante na proteção do corpo contra as infecções. Pacientes com queimaduras extensas tendem a perder liquido corporal, temperatura e tornam-se mais propensos a adquirir infecções.
  27. 27. Fisiologia da Pele
  28. 28. ELÉTRICAS RADIOATIVAS ATRITO QUÍMICAS TÉRMICAS QUEIMADURAS
  29. 29. Podem ser causadas pela condução de calor líquidos, sólidos, gases quentes e do calor das chamas.
  30. 30. • Produzidas pelo contato com eletricidade de alta e baixa voltagem. O dano é ocasionado pela produção de calor à medida que a corrente elétrica atravessa o corpo. • São lesões difíceis de avaliar, e mesmo aquelas que parecem superficiais podem causar danos profundos a músculos e nervos e vasos.
  31. 31. A eletricidade, principalmente a corrente alternada, também pode causar PCR e lesões no sistema nervoso.
  32. 32. Provocadas pelo contato de substâncias corrosivas, liquidas ou sólidas com a pele.
  33. 33. Resulta da exposição à luz solar ou a fontes nucleares.
  34. 34. Fricção, encontro entre duas superfícies.
  35. 35. Depende: Da causa; Profundidade; Percentual de superfície corporal queimada; Localização; Associação com outras lesões; Comprometimento de vias aéreas e; Estado prévio da vítima.
  36. 36. CAUSA: As queimaduras por radiação nuclear são as mais graves, seguidas das elétricas. Queimadura Radioativa Elétrica
  37. 37. PROFUNDIDADE: Conforme as camadas da pele afetadas, as queimaduras são classificadas em 1º, 2º e 3º grau as mais profundas e graves. As lesões não são uniformes, existe em geral, vários graus de profundidade em uma mesma área. 1º Grau 2º Grau 3º Grau
  38. 38. Conforme a Profundidade
  39. 39. 1º GRAU Atinge a epiderme, Apresenta eritema, Dor e; Bom enchimento capilar.
  40. 40. 2º GRAU Atinge a epiderme; A derme; Apresenta eritema; Bolhas; Dor e; Bom enchimento capilar.
  41. 41. 3º GRAU Compromete a derme, Epiderme; E ainda pode destruir o tecido cutâneo, Músculos Ossos, Apresenta cor branca, preta ou marrom, Dor e; Enchimento capilar ausente.
  42. 42. Queimaduras de 3º Grau
  43. 43. EXTENSÃO: É estimada pela regra dos nove em lesões térmicas; Cabeça 9% Pescoço 1% MSE+MSD 9% - 4,5 % cada face Tórax e abdome (frente) 18% Tórax e região lombar (costas) 18% MIE+MID 36% - 9% cada face Região genital 1%
  44. 44. LOCALIZAÇÃO: Queimaduras nas seguintes áreas são consideradas lesões graves. Mãos e pés Face Olhos Períneo Circunferências – pescoço, tórax.
  45. 45. Face Pé Mão Tórax Pescoço Períneo
  46. 46. Afastar a vítima da origem da queimadura é o passo inicial e tem prioridade sobre todos os outros tratamentos. Ter o máximo cuidado com sua segurança pessoal durante o resgate do queimado; Resfriar a lesão com água na temperatura ambiente por um tempo máximo de um minuto. O resfriamento mais prolongado pode induzir hipotermia;
  47. 47. Executar a avaliação rápida do traumatizado; Abrir a via aérea e assistir a respiração, caso necessário; Efetuar, caso necessário estabilização na coluna; Não aplicar gelo no local, pois causa vasoconstrição e diminuição da irrigação sanguínea;
  48. 48. Proteger a vítima com lençóis limpos e cobertores secos; Não transportar a vítima envolvida com panos úmidos ou molhados, devido a risco de hipotermia; Remover as joias e vestes da vítima para evitar constrição com o desenvolvimento de edema;
  49. 49. Manter as bolhas intactas no pré-hospitalar; Nunca utilizar “remédios” caseiros, tais como manteiga, dentifrícios, pomadas e óleos. Estas substâncias podem agravar a lesão, promover a infecção e dificultar a avaliação médica da queimadura; Avaliar a superfície corporal queimada pela regra dos nove e necessidade de remoção para um centro especializado.
  50. 50. Cada segundo em que a vítima tenha contato com a corrente elétrica diminui a possibilidade de sobrevivência da vítima de choque elétrico.
  51. 51. O primeiro passo a ser tomado é a interrupção imediata de energia no local do acidente; Não se deve tocar na vítima até que a mesma esteja separada da corrente ou que esta esteja interrompida; Não tentar remover a vítima se estiver presa a um cabo elétrico exposto ao tempo, a menos que a pessoa esteja habilitada e realizar este tipo de salvamento.
  52. 52. Desligar a tomada ou a chave geral da corrente elétrica; Caso não saiba como conduzir chame imediatamente alguém que saiba fazê-lo, ou então use uma vara ou ramo seco, um pano seco ou uma corda seca para afastar ou empurrar o fio par longe da vítima; Toque apenas em material seco não condutor de eletricidade;
  53. 53.  Se a vítima perder a consciência e parar de respirar, deve-se iniciar a respiração boca a boca logo que a vítima esteja livre do contato com a corrente.
  54. 54. Desligar a chave geral
  55. 55. Não tocar diretamente na vítima Afastar a causa do choque da vítima

×