Tecnologias no Ensino de Línguas Estrangeiras Adriana María Ramos Oliveira [email_address]
Programa: <ul><li>I ntrodução às Novas Tecnologias. </li></ul><ul><li>A  Web 2.0 : definição e aplicações. </li></ul><ul><...
Introdução às Novas Tecnologias
A  Web 2.0 : definição e aplicações <ul><li>O termo Web 2.0 refere-se a uma 2ª geração de comunidades na Internet e serviç...
A Web 2.0 na educação <ul><li>A Web 2.0 supõe a ruptura da relação vertical e uni-direcional do esquema: emissor único-múl...
A Web 2.0 na educação <ul><li>É o que se conhece como  elearning  2.0, um conceito desenvolvido, entre outros, por Stephen...
A Web 2.0 na educação <ul><li>Tabela </li></ul>
Blogs <ul><li>Sem nenhuma dúvida, o fenômeno  blog  é o   símbolo da &quot;revolução 2.0&quot;, e as suas aplicações são t...
Blogs <ul><li>Os  blogs  educativos (ou  edublogs ), não são um tipo especial de aplicação, e sim  blogs  dirigidos ao uso...
Blogs <ul><li>É importante ressaltar duas importantes características dos  blogs  que fazem com que eles sejam especialmen...
Blogs <ul><li>Apesar do reduzido número de docentes que hoje em dia utiliza esta ferramenta, já há atividades para todas a...
Wikis <ul><li>Um  wiki  (palavra havaiana que significa &quot;rápido&quot;, devido precisamente a sua rapidez de uso e edi...
Redes Sociais <ul><li>As redes sociais são espaços que permitem criar páginas pessoais nas quais definir nosso perfil, com...
Redes Sociais www.edu20.org www.livemocha.com www.myngle.com www.friendsabroad.com
Recursos multimidia: imagens <ul><li>A utilização de imagens é um dos recursos mais utilizados nas aulas de idiomas como a...
Recursos multimidia: imagens <ul><li>Desde o princípio, a internet foi percebida como um enorme depósito de imagens pronta...
Recursos multimidia: imagens <ul><li>Algumas das opções que  Flickr  permite são: </li></ul><ul><ul><li>Criar uma conta e ...
Recursos multimidia: audio,  podcasts <ul><li>A primeira e mais evidente aplicação é a utilização destes programas como pa...
Recursos multimidia: audio,  podcasts <ul><li>O  podcasting  consiste em criar arquivos de som (em formato comprimido) e d...
Recursos multimidia: vídeo <ul><li>O acesso a material de vídeo através da Internet solucionou de maneira satisfatória os ...
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A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>Os eportafolios ou  eportfolios  ( portafolios eletrônicos ) aplicado...
A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>O  PEL  (Portfolio Europeu das Línguas) é um documento  pessoal  prom...
A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>O docente também pode fazer uso das ferramentas digitais para ajudá-l...
Bibliografia <ul><li>Downes, Stephen (2005).  E-learning 2.0.  In: eLearn Magazine:  http://elearnmag.org/subpage.cfm?sect...
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Tecnologias no ensino de línguas estrangeiras

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Tecnologias no ensino de línguas estrangeiras

  1. 1. Tecnologias no Ensino de Línguas Estrangeiras Adriana María Ramos Oliveira [email_address]
  2. 2. Programa: <ul><li>I ntrodução às Novas Tecnologias. </li></ul><ul><li>A Web 2.0 : definição e aplicações. </li></ul><ul><li>A Web 2.0 na educação. </li></ul><ul><li>Blogs. </li></ul><ul><li>Wikis. </li></ul><ul><li>Redes sociais. </li></ul><ul><li>Recursos multimídia: </li></ul><ul><ul><li>Uso de imagens na sala de aula: Datashow , Quadro interativo, Google imagens </li></ul></ul><ul><ul><li>Audio: Podcasts </li></ul></ul><ul><ul><li>Vídeo: ferramentas e aplicações docentes. </li></ul></ul><ul><ul><li>Outras ferramentas: Toondoo, Flickr , GoogleDocs, Slideshare, Rubistar,WebQuests etc . </li></ul></ul><ul><li>A avaliação mediante ferramentas digitais </li></ul><ul><li>Avaliação do curso. </li></ul>
  3. 3. Introdução às Novas Tecnologias
  4. 4. A Web 2.0 : definição e aplicações <ul><li>O termo Web 2.0 refere-se a uma 2ª geração de comunidades na Internet e serviços – blogs , redes sociais, wikis , espaços multimídia, etiquetado social, etc. – que se caracterizam fundamentalmente, e de forma muito geral, por permitir a participação e a comunicação entre os usuários . </li></ul><ul><li>Trata-se de uma evolução das aplicações tradicionais para aplicações web, de uso mais simples e intuitivo e enfocadas aos usuários , protagonistas e verdadeiros artífices do desenvolvimento da nova rede. </li></ul><ul><li>Esta &quot;segunda geração&quot; de webs, baseadas na criação de conteúdos multimídia , produzidos e compartilhados pelos próprios usuários não deve o seu desenvolvimento a avanços tecnológicos específicos (a tecnologia que suporta a web 2.0 já existia anteriormente), mas sim ao avanço de uma nova atitude que cede o protagonismo da rede aos usuários de Internet. </li></ul><ul><li>Muitas destas aplicações, como YouTube, Facebook ou Blogger, alcançaram tamanha popularidade que no transcurso de apenas uns anos revolucionaram completamente, não só a Internet, mas também o conjunto dos canais de informação e comunicação, o que supôs profundas repercussões na economia na sociedade atual . </li></ul>
  5. 5. A Web 2.0 na educação <ul><li>A Web 2.0 supõe a ruptura da relação vertical e uni-direcional do esquema: emissor único-múltiplos receptores, de forma que os usuários deixam de ser meros espectadores passivos e se transformam em pro-consumidores (produtores da informação que eles mesmos consomem) e em criadores de conteúdo . </li></ul><ul><li>As consequências da aparição da nova rede foram as de uma autêntica revolução do pensamento na sociedade, e muito especialmente nos setores vinculados com a informação, a comunicação e a educação . </li></ul><ul><li>No campo da educação tudo isso supõe uma mudança de paradigma baseada em um maior controle e autonomia do próprio processo de aprendizagem e na interação professores-alunos. </li></ul><ul><li>As aplicações da Web 2.0 estão compostas por uma rede de serviços de dados cooperativos nos que a nova consigna poderia resumir-se em &quot; colaborar, não controlar &quot;. </li></ul>
  6. 6. A Web 2.0 na educação <ul><li>É o que se conhece como elearning 2.0, um conceito desenvolvido, entre outros, por Stephen Downes em 2005, e que pode ser definido de maneira simples como a aplicação da Web 2.0 à aprendizagem e à formação. </li></ul><ul><li>Parte das seguintes ideias chave: </li></ul><ul><ul><li>Utilização de aplicações Web 2.0 para a formação </li></ul></ul><ul><ul><li>Fomento da aprendizagem informal </li></ul></ul><ul><ul><li>Trabalho com comunidades de prática </li></ul></ul><ul><ul><li>O conectivismo como teoria de aprendizagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Utilização de ambientes pessoais de aprendizagem (PLE) centrados no usuário </li></ul></ul><ul><li>Neste novo ambiente, os estudantes criam conteúdos de forma distribuída, colaboram entre eles mediante blogs, wikis, fóruns, RSS, etc., utilizam-se de várias fontes de informação agregadas, utilizam e combinam várias ferramentas da Web 2.0, trabalha-se mais com fontes de comunicação (blogs, etc.) que com conteúdos tradicionais (livros, manuais, CD’s...). As ferramentas de aprendizagem estão centradas no aluno , que é quem constrói a sua própria aprendizagem. </li></ul>
  7. 7. A Web 2.0 na educação <ul><li>Tabela </li></ul>
  8. 8. Blogs <ul><li>Sem nenhuma dúvida, o fenômeno blog é o símbolo da &quot;revolução 2.0&quot;, e as suas aplicações são tantas que ele foi comparado a um canivete multiuso. Hoje, graças ao sistema blog, a web dispõe de uma rede de informação e de opinião ilimitada como nunca tinha sido vista antes. </li></ul><ul><li>O sucesso colhido reside na simplicidade do seu formato, na extrema facilidade de uso e na sua idoneidade para a expressão de ideias, opiniões ou qualquer tipo de informação com toda a libertade. </li></ul><ul><li>Em uma página web &quot;comum&quot;, a informação se organiza de maneira hierárquica e poucas vezes admite a participação dos leitores na criação de conteúdos. Os blogs permitem que o usuário médio disponha de uma presença profissional na rede, de fácil criação e manutenção em apenas uns minutos. </li></ul><ul><li>Um blog (também conhecido como bitácora ou weblog ), é uma página web “prefabricada” na qual os autores publicam, de forma mais ou menos periódica, artigos, notícias ou textos sobre temas de seu interesse, a modo de diário. O termo blog procede de weblog, síntese de web+log (em inglês, “diário”) e foi expressado como tal a finais de 1997 por Jorn Barrer. </li></ul><ul><li>Tecnicamente, os blogs são aplicações CSS ( Content Management System ), ou seja, gestores de conteúdos sobre base de dados, nos quais o conteúdo se separa da forma, que vem aplicada de forma automática por um modelo. </li></ul>
  9. 9. Blogs <ul><li>Os blogs educativos (ou edublogs ), não são um tipo especial de aplicação, e sim blogs dirigidos ao uso na educação. De acordo com a definição de Tíscar Lara, os edublogs são blogs cujo principal objetivo é apoiar um processo de ensino/aprendizagem em um contexto educativo (T. Lara, 2005). </li></ul><ul><li>Desde o ponto de vista da aprendizagem, por tanto, podemos considerar o blog como um ambiente virtual de ensino/aprendizagem que pode servir de apoio tanto para os alunos quanto para os docentes. Servem de núcleo central para a expressão dos estudantes, de organizadores de dados e conteúdo multimídia, de canal de comunicação e de recurso para a cooperação. </li></ul><ul><li>O uso dos edublogs se difundiu tanto e em tão pouco tempo que já existem numerosas comunidades de “ blogfessores” (professores que utilizam os blogs como ferramenta de trabalho) e inclusive se criou o termo “ pedablogia ” para definir o uso pedagógico do blog . </li></ul><ul><li>Os blogs são absolutamente compatíveis com as atividades mais conhecidas que utilizam Internet como recurso educativo ( webquest , caça ao tesouro, inserção de atividades criadas com ferramentas de autor, como HotPotatoes , etc.) e permitem a realização das atividades que se propõem cotidianamente na sala de aula, como pequenas traduções, expressão de opiniões, etc. </li></ul>
  10. 10. Blogs <ul><li>É importante ressaltar duas importantes características dos blogs que fazem com que eles sejam especialmente idôneos para a aquisição de segundas línguas: são programas de lecto-escrita e possuem a capacidade de incorporar materiais multimídia. </li></ul><ul><li>Isto lhes permite superar as limitações da web estática, onde as únicas possibilidades se encontravam na comunicação via email ou nos fóruns e permite transportar até eles o laboratório de idiomas para praticar na sala de aula ou reforçar fora dela os conteúdos trabalhados. </li></ul><ul><li>Os blogs supõem também um meio de atenção à diversidade dos alunos , seja ela cultural, de nível de uso da língua, de capacidades ou disposições para a aprendizagem ou qualquer outra, já que possibilitam um amplo leque de atividades que utilizam distintos canais e códigos de comunicação. </li></ul><ul><li>Mas os blogs não são só um meio, mas também um fim em si mesmos, já que supõem uma mostra real da identidade digital dos nossos estudantes expressando-se de forma real com falantes reais na língua. </li></ul>
  11. 11. Blogs <ul><li>Apesar do reduzido número de docentes que hoje em dia utiliza esta ferramenta, já há atividades para todas as matérias e com uma grande variedade. </li></ul><ul><li>Para citar só algumas das possibilidades mais comuns dos blogs, podemos fazer referência a: </li></ul><ul><ul><li>Escrever, de forma pública ou privada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ler, procurar, recolher ou comunicar informação textual e multimídia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Oferecer recursos de interesse disponíveis na Internet, ordenados e comentados. </li></ul></ul><ul><ul><li>Expressar conhecimentos, opiniões e emoções. </li></ul></ul><ul><ul><li>Comentar os artigos de outros. </li></ul></ul><ul><ul><li>Elaborar novos conteúdos, gerar formas distintas de transmitir, organizar ou reformular. </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolver e sintetizar conteúdos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Formular questões, situações problemáticas, casos práticos, discussões acadêmicas… </li></ul></ul><ul><ul><li>Seguir um comentário entre vários blogs individuais seguindo links ou etiquetas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Trabalhar em grupo pesquisando, analisando e propondo soluções. </li></ul></ul>
  12. 12. Wikis <ul><li>Um wiki (palavra havaiana que significa &quot;rápido&quot;, devido precisamente a sua rapidez de uso e edição) é uma página web que pode ser editado facilmente por qualquer pessoa (geralmente sem passagem prévia de censura ou controle). Nelas faz-se uma espécie de coletânea de informações oferecidas por uma série de colaboradores, geralmente anônimos, que contribuem com seus conhecimentos sobre determinados temas. </li></ul><ul><li>As páginas wiki podem ser modificadas por qualquer pessoa de maneira simples através do seu navegador web. Os wikis conservam uma cópia de distintas versões do documento, o que permite recuperar versões anteriores do mesmo, caso alguém tenha apagado os arquivos. </li></ul><ul><li>Um wiki está emoldurado dentro do que se denomina &quot;software social&quot; (desenhado para criar páginas webs que permitam a participação e a colaboração social) e se baseia em um dos princípios fundamentais da web 2.0: o aproveitamento da inteligência coletiva dos usuários. Na sua arquitetura e desenho primam a simplicidade e o conteúdo sobre o formato. </li></ul><ul><li>No entanto, o wiki não tem que ser necessariamente coletivo: utilizado como espaço de organização de informação pessoal é uma ferramenta potente e versátil (é muito interessante neste sentido a aplicação wiki de Zoho ). </li></ul>
  13. 13. Redes Sociais <ul><li>As redes sociais são espaços que permitem criar páginas pessoais nas quais definir nosso perfil, compartilhar recursos (fotos, vídeos, etc.), e conectar-se com outras pessoas às que definimos como “amigos” dentro do nosso perfil. </li></ul><ul><li>Nas redes sociais de interesse profissional como Xing podemos estabelecer contato com outros profissionais e assim criar comunidades temáticas específicas. Para a educação, um dos portais de software livre mais avançados atualmente é Eduspaces, baseado no programa Elgg . </li></ul><ul><li>Como no caso de qualquer outro tipo de aplicação social, a estrutura deste tipo de redes permite aproveitar o que se denomina &quot;inteligência coletiva&quot;, para adaptar aplicações ou serviços às características dos usuários das mesmas. </li></ul><ul><li>Neste princípio se baseia a própria Web 2.0 para melhorar aplicações mediante as experiências dos usuários (e se vê isso também em aplicações comerciais de empresas como Amazon, que recomenda produtos baseados não só nos nossos gostos, mas também no que outros compradores de gostos similares adquiriram). </li></ul><ul><li>No terreno da educação e a aprendizagem, esta nova perspectiva substitui a mera “transmissão”, pela exploração ativa e a construção pessoal de conhecimentos, promovendo o papel dos usuários como criadores de conhecimento e está conduzindo a uma inovação nos modelos de aprendizagem em direção a novas linhas pedagógicas, baseadas em ambientes virtuais de colaboração, nos quais o conhecimento permita um intercâmbio e possa ser compartilhado. </li></ul>
  14. 14. Redes Sociais www.edu20.org www.livemocha.com www.myngle.com www.friendsabroad.com
  15. 15. Recursos multimidia: imagens <ul><li>A utilização de imagens é um dos recursos mais utilizados nas aulas de idiomas como apoio ao discurso verbal. </li></ul><ul><li>Praticamente não existe manual que não inclua imagens e nem profissional que não as utilize em maior ou menor medida para o desenvolvimento dos seus cursos, entre outros usos: </li></ul><ul><ul><li>como recurso para introduzir uma situação comunicativa; </li></ul></ul><ul><ul><li>para exemplificar expressões, vocabulário, situações, etc. de especial complexidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>como base de tarefas para exercitar as destrezas linguísticas; </li></ul></ul><ul><ul><li>para estimular a expressão oral e escrita; </li></ul></ul><ul><ul><li>como apoio à memória verbal através da memória visual; </li></ul></ul><ul><ul><li>para contar historias a partir de uma imagem, praticando aspectos gramaticais ou comunicativos; </li></ul></ul><ul><ul><li>para trabalhar com descrições de pessoas, lugares ou sensações; </li></ul></ul><ul><ul><li>para procurar imagens de apoio a outras atividades usando os tags ou etiquetas; </li></ul></ul><ul><ul><li>como atividade de pre-aquecimento; </li></ul></ul>
  16. 16. Recursos multimidia: imagens <ul><li>Desde o princípio, a internet foi percebida como um enorme depósito de imagens prontas para serem baixadas e usadas na sala de aula. No entanto, na rede interativa, na nova web social, os recursos baseados em imagens ampliaram consideravelmente o seu potencial permitindo a criação de galerias temáticas (a maior galeria de imagens gratuitas, etiquetadas por categorias e com licenças de uso livre, encontra-se atualmente em Stock Exchange ), a possibilidade de participar mediante comentários , a inclusão das imagens nos blogs e outros espaços web , etc. </li></ul><ul><li>Não podemos esquecer que o uso de imagens no blog do aluno constitui um excelente recurso, e podem ser utilizadas, por exemplo, para apresentar sua visão de aspectos culturais, sociais ou da atualidade, tanto da cultura meta quanto uma apresentação das próprias coordenadas socio-culturales. </li></ul><ul><li>A página mais conhecida para compartilhar imagens é Flickr , um espaço gratuito no qual armazenar e compartilhar fotografias com outras pessoas, comentar-las, etiquetar-las, etc. </li></ul>
  17. 17. Recursos multimidia: imagens <ul><li>Algumas das opções que Flickr permite são: </li></ul><ul><ul><li>Criar uma conta e definir um perfil. </li></ul></ul><ul><ul><li>Subir fotos à conta, armazená-las e criar galerias. </li></ul></ul><ul><ul><li>Título, descrição e etiquetas (permite buscar-las mediante as etiquetas e visualizar-las em “nuvem” de etiquetas). </li></ul></ul><ul><ul><li>As fotos publicadas podem receber comentários dos visitantes e destacar zonas da imagem. </li></ul></ul><ul><ul><li>Localizar fotografias no mapa (geo-etiquetagem). </li></ul></ul><ul><ul><li>Criar redes de contatos e grupos de usuários. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estabelecer o grau de privacidade das fotografias e o tipo de licença. </li></ul></ul><ul><ul><li>Assinar diferentes canais RSS de cada etiqueta, de cada pessoa, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Você pode pesquisar sobre todas as opções de Flickr em: http://www.flickr.com/tour </li></ul></ul>
  18. 18. Recursos multimidia: audio, podcasts <ul><li>A primeira e mais evidente aplicação é a utilização destes programas como parte do input para estudantes de segundas línguas. Neste sentido, o podcast permite a aprendizagem significativa já que os estudantes podem escolher o tema que for mais conveniente dentro dos seus interesses pessoais. </li></ul><ul><li>A gravação de um audio como tarefa, permitirá a prática de uma série de habilidades e destrezas em todas as fases do seu desenvolvimento: </li></ul><ul><ul><li>preparação, negociação; </li></ul></ul><ul><ul><li>recolhida, seleção e elaboração de materiais; </li></ul></ul><ul><ul><li>criação de um roteiro; </li></ul></ul><ul><ul><li>atribuição de tarefas; </li></ul></ul><ul><ul><li>gravação; </li></ul></ul><ul><ul><li>publicação na rede. </li></ul></ul><ul><li>Os materiais criados desta maneira tem como característica mais destacada, o fato de serem realmente publicados na rede e colocados à disposição de qualquer internauta , o que favorece a interação com os ouvintes de forma escrita ou oral. </li></ul>
  19. 19. Recursos multimidia: audio, podcasts <ul><li>O podcasting consiste em criar arquivos de som (em formato comprimido) e de vídeo ( vídeocast ) e publicar-los na Internet ou distribuir-los mediante um sistema ( RSS ) que permita a assinatura, e que nos avise cada vez que haja uma nova emissão, de forma que o ouvinte possa baixá-lo e dispor dele para escutá-lo quando quiser. </li></ul><ul><li>O podcast extendeu-se, em parte, graças à popularidade dos blogs , mesmo que ainda não sejam tão utilizados quanto eles. Há várias razões que explicam este menor desenvolvimento e expansão. Em primeiro lugar está sem dúvida nenhuma o fato de que, em comparação com o blog, requer um trabalho maior de edição e preparação. </li></ul><ul><li>É destacável o fato de que há cada vez mais podcasts criados para a aprendizagem de línguas, como Podcastellano ou Podsonoro . </li></ul>
  20. 20. Recursos multimidia: vídeo <ul><li>O acesso a material de vídeo através da Internet solucionou de maneira satisfatória os problemas derivados tanto da necessidade de levar material de vídeo para a sala quanto da possibilidade de criar e armazenar trabalhos realizados pelos próprios estudantes. </li></ul><ul><li>Os vídeos na rede não foram criados, salvo escassas exceções, para serem utilizados na sala de aula. Isto pode supor uma limitação na hora de trabalhar com este material, mas supõe também um material real, sem as ataduras que frequentemente sofrem nos materiais didáticos criados para este fim. </li></ul><ul><li>É imprescindível, antes de passar a explorá-los nas aulas: </li></ul><ul><ul><li>delimitar o nível do grupo e os objetivos que queremos alcançar; </li></ul></ul><ul><ul><li>o tipo de vídeo que vamos trabalhar (conteúdos culturais, compreensão, amostras da língua, atualidade, história, música, cultura, etc.), </li></ul></ul><ul><ul><li>estabelecer quais as destrezas e as estratégias pretendemos desenvolver. </li></ul></ul>
  21. 21. Recursos multimedia: vídeo <ul><li>Como material para o ensino e a aprendizagem de idiomas, o vídeo na Internet: </li></ul><ul><li>Contextualiza situações de comunicação e mostra atitudes e padrões de interação entre os falantes. </li></ul><ul><li>Dota o discente de um mostruário comunicativo no qual é possível apreciar de forma contextualizada os elementos de comunicação verbal e não verbal da língua: gestos, entonação, pausas, etc. </li></ul><ul><li>Desenvolve a compreensão do idioma, ao mostrar o discurso apoiado pelos elementos mencionados anteriormente, e facilita o avanço na comunicação e na inserção dos estudantes na cultura na língua aprendida. </li></ul><ul><li>Serve como mostra de espaços, lugares, costumes, fatos, atitudes e valores éticos e estéticos pertencentes à cultura meta , permitindo levar para a sala de aula amostras da vida real. </li></ul><ul><li>É um elemento que introduz variedade nas aulas e um suporte muito próximo aos alunos, educados fundamentalmente na atual cultura audio-visual. </li></ul><ul><li>Proporciona uma metragem de curta duração, ideal para ser aplicado nas aulas. </li></ul><ul><li>Pode ser legendado mediante um editor local ou com aplicações na Internet como DotSub </li></ul>
  22. 22. Recursos multimidia: vídeo <ul><li>A partir da sua compra por Google , a empresa que começou sendo um buscador e acabou se transformando em um gigante de novas aplicações da Internet, estar no YouTube já não é só uma opção. Canais de televisão como RTVE ou Antena 3 já tem os seus canais neste espaço, numa clara tentativa de se adequar aos novos tempos e à nova demanda por informação. </li></ul><ul><li>Paralelamente, YouTube se transformou em um potente espaço para apoiar determinadas estratégias de marketing. Nestes casos, a atenção se concentra, como nos buscadores, em criar as melhores etiquetas de índice de conteúdos, de maneira que os vídeos promocionais sejam encontrados nas primeiras posições de procura. </li></ul><ul><li>No entanto, este não é o único lugar onde encontrar e armazenar vídeo na Internet. Outros importantes espaços são: </li></ul><ul><ul><li>Yahoo Vídeo </li></ul></ul><ul><ul><li>Vimeo </li></ul></ul><ul><ul><li>Metacafe </li></ul></ul><ul><ul><li>BlipTV </li></ul></ul>
  23. 23. Outras ferramentas: ToonDoo, GoogleDocs . <ul><li>Além das ferramentas apresentadas anteriormente, também podemos destacar outros recursos disponíveis na rede bem interessantes para o ensino de línguas estrangeiras. </li></ul><ul><li>Os mais usados são: </li></ul><ul><ul><li>Toondoo : página web muito divertida que permite criar historietas a partir de um conteúdo pré-existente e com muita variedade. Também oferece espaço para divulgar os cómics criados e a possibilidade de receber comentários sobre os mesmos. </li></ul></ul><ul><ul><li>GoogleDocs : página na qual é possível criar, editar e carregar arquivos rapidamente. Também podemos importar documentos e diversos arquivos em excel, pdf, etc. criados anteriormente ou desde zero. Edita desde qualquer lugar e permite que você compartilhe as mudanças em tempo real e convide outros usuários para que construam o documento com você: modificando, criando, editando, etc. É gratuito. </li></ul></ul>
  24. 24. A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>Ao incluir ferramentas web na aula como um meio de aprendizagem, os clássicos métodos de avaliação também devem adaptar-se aos novos ambientes de trabalho. </li></ul><ul><li>A utilização de ferramentas 2.0 deveria ser entendida como um apoio de ajuda suplementar e não como um novo obstáculo que o aluno deve aprender a superar. </li></ul><ul><li>O blog do aluno, por exemplo, se for o caso, poderia ser avaliado e funcionar como ajuda ou apoio à aprendizagem. </li></ul><ul><li>O portfolio (um instrumento que não tem de ser necessariamente ligado à aprendizagem de línguas), nos permite ter todos os nossos trabalhos ou documentos selecionados e classificadas de acordo com os rótulos ou categorias que consideremos necessárias . </li></ul>
  25. 25. A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>O eportfolio , ou portfolio eletrônico, é uma versão do portfolio em formato digital. Embora, ao princípio, eram guardados e distribuídos em um cd, atualmente, o “depósito” mais comum é a própria web e, mais comumente, no blog formato. </li></ul><ul><li>Naturalmente, isto exige uma maior qualidade no processo de redação e elaboração ao publicar uma informação online. Suas funções básicas podem ser resumidas como: </li></ul><ul><ul><li>Instrumento de comprovação : Prova a competência do seu criador em uma determinada área frente a outros, como por exemplo, os responsáveis para uma empresa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Vitrine : Mostra o que seus autores querem destacar como relevante, seja sobre si mesmos ou seu trabalho. </li></ul></ul><ul><ul><li>Expoente de uma trajetória : Coleta, que serve para registrar e planejar a trajetória e aperfeiçoamento do seu autor com relação a uma área concreta. </li></ul></ul><ul><ul><li>Elemento de reflexão : avaliação e auto-reflexão sobre os desafios em relação aos seus objetivos. . </li></ul></ul>
  26. 26. A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>Os eportafolios ou eportfolios ( portafolios eletrônicos ) aplicados à educação partem do conceito do &quot; longlife learning &quot; (aprendizado durante toda a vida) e se aplicam a qualquer campo profissional ou de estudo em qualquer disciplina. Podem ser desenhados no Google Sites e costumam incluir: </li></ul><ul><ul><li>Apresentação : onde explicamos com mais ou menos detalhes quem somos e o que fazemos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Trabalhos realizados : lista, de preferência com uma pequena explicação introdutória, com os trabalhos que queremos expor, classificados por etiquetas para ordenar todos os elementos de forma clara e visível. </li></ul></ul><ul><ul><li>Biblioteca de obras consultados : é uma listagem dos trabalhos que consultamos. Podemos também acrescentar alguns comentários e até uma avaliação de qualidade. O que pode ser muito útil para outras pessoas que, como nós, estejam procurando informações similares. O trabalho que fazemos hoje pode ser válido para outro amanhã. </li></ul></ul><ul><ul><li>Impressões e reflexões pessoais : Reflexões, dúvidas que temos, experiências que tivemos nas aulas, como resolvemos os problemas, ou os desafios que pretendemos enfrentar no futuro. Esta parte é totalmente aberta, e pode ou não aparecem no eportfolio; embora sempre é bom ter este tipo de seção. </li></ul></ul><ul><ul><li>Links : Nos links podemos acrescentar todos os URL que consultamos frequentemente ou que achamos que poderia ser de interesse especial para as pessoas visitem o eportfolio. Pode estar relacionado com o nosso campo profissional. </li></ul></ul>
  27. 27. A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>O PEL (Portfolio Europeu das Línguas) é um documento pessoal promovido pelo Conselho de Europa, no qual os que aprendem ou já aprenderam uma língua (dentro de uma instrução formal acadêmica ou por qualquer outro meio) podem registrar as suas experiências de aprendizagem de línguas e culturas e reflexionar sobre elas. </li></ul><ul><li>Consta de três partes: </li></ul><ul><ul><li>1. Passaporte de línguas . Diplomas obtidos, cursos, contatos com outras línguas e culturas, etc. A descrição das habilidades e destrezas são apresentadas através de um quadro de auto-avaliação. </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Biografia linguística . Nela, são descritas as experiências do titular em cada uma das línguas e está desenhada para servir de guia ao aprendiz na hora de avaliar e planejar o seu progresso. </li></ul></ul><ul><ul><li>3. Dossier . Exemplos de trabalhos pessoais para ilustrar as capacidades e conhecimentos lingüísticos (certificados, diplomas, trabalhos, escritos, projetos, gravações em áudio e vídeo, apresentações, etc.) </li></ul></ul>
  28. 28. A avaliação por meio de ferramentas digitais <ul><li>O docente também pode fazer uso das ferramentas digitais para ajudá-lo na hora de avaliar os seus alunos na aula, por exemplo criando rúbricas de avalição. </li></ul><ul><li>Uma das páginas mais utilizadas para isto é RubiStar . Nesta página, podemos fazer rúbricas completas com descritores de avaliação para quase todos os temas. </li></ul><ul><li>Por último, para estar sempre antenado com todas as mudanças que se produzem tanto na forma de aprender como na maneira de ensinar, os professores precisam ter o que se conhece como atitude Web 2.0 </li></ul>
  29. 29. Bibliografia <ul><li>Downes, Stephen (2005). E-learning 2.0. In: eLearn Magazine: http://elearnmag.org/subpage.cfm?section=articles&article=29-1 </li></ul><ul><li>Lara, Tíscar (2005). Comunicación y educación en la era digital. In: http://tiscar.com/ </li></ul><ul><li>Villatoro, Javier (2009). La web 2.0 aplicada a la enseñanza de ELE. Curso On line de Formación de Profesores. Alcalá de Henares: Madrid </li></ul>
  30. 30. Muito Obrigada!

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