Aula 3 Antecedentes do JOL

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Aula 3 Antecedentes do JOL

  1. 1. História do Jornalismo Online <ul><li>Como falar da história sem memória? Esta falta de memória reflete as tendências da comunicação de massa: tudo é instantâneo, imediato, nada dura muito tempo </li></ul><ul><li>Sites que preservam a história da internet: </li></ul><ul><ul><li>http://www.archive.org (iniciativa da Biblioteca do Congresso Americano) </li></ul></ul><ul><ul><li>Bancos de dados de jornais online </li></ul></ul><ul><ul><li>Arquivos pessoais </li></ul></ul><ul><li>Um dos problemas da preservação de sites jornalísticos é o espaço em servidor : uma biblioteca virtual custa dinheiro. </li></ul>
  2. 2. A produção de conteúdo para a internet num período de 15 anos (1995-2010) <ul><li>ONTEM </li></ul><ul><li>Editor de HTML </li></ul><ul><li>HTMLed/Home Site </li></ul><ul><li>Sites estáticos </li></ul><ul><li>Design quadrado, pouca informação </li></ul><ul><li>Link sublinhado </li></ul><ul><li>HOJE </li></ul><ul><li>Publicadores / CMS (vários são de código aberto). Sites dinâmicos </li></ul><ul><li>Organização por tags </li></ul><ul><li>Redes sociais </li></ul><ul><li>Tableless - CSS </li></ul><ul><li>Dreamweaver </li></ul><ul><li>Amplo uso de Flash/outros </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de design para o meio </li></ul><ul><li>Estilos diferenciados para apresentar o hipertexto (o usuário já aprendeu onde clicar) </li></ul>
  3. 3. WEB 2.0 <ul><li>Tags – o usuário classifica seu conteúdo (Flickr, You Tube) </li></ul><ul><li>Blogs </li></ul><ul><li>Digg – a comunidade avalia notícias não só de meios tradicionais, como de blogs também </li></ul><ul><li>Internet como desktop </li></ul><ul><li>Google Earth </li></ul><ul><li>Jornalismo colaborativo/cidadão </li></ul><ul><li>A internet é banco de dados: uma nova forma cultural. Como escrever com o signo informático? </li></ul>
  4. 4. Desde 1995 <ul><li>A criação do conceito de “Portal” exemplifica a tendência dos conglomerados de comunicação e reflete fusões: não é só o jornal ZH que pertence à RBS, mas o Diário Catarinense, a Rádio Gaúcha, a TV Com. Isto fica claro no acesso ao portal. Esta foi uma tendência de sobrevivência das empresas de comunicação no mundo inteiro (AOL/Time Warner). Zaz/Terra, Estadão/Terra </li></ul><ul><li>Portal – modelo de negócio no Brasil </li></ul><ul><li>Globalização: contexto histórico do desenvolvimento da internet </li></ul>
  5. 5. Desde 1995 <ul><li>A idéia de convergência é amplamente propagada. Agora, não se produz conteúdo apenas para papel, TV, rádio ou web. A idéia é produzir conteúdo complementar para todas as mídias (cross media), e a web abriga todo esse conteúdo. </li></ul><ul><li>Desenvolvimentos de novos formatos de narrativas multimídia (aumento da banda larga) </li></ul><ul><li>Convergência de hardware (IPhone) </li></ul>
  6. 6. A evolução de alguns sites (jornais)
  7. 7. - Estrutura Vertical - Menu à esquerda - Chamada centralizada - Muitos “gifs” - Marca existe fora do Grupo Estado
  8. 8. - Estrutura Horizontal - Menu superior - Chamada alinhada à esquerda - Em vez de gifs, capa do jornal - Marca existe dentro do Grupo Estado
  9. 10. Mudança de mercado: o Netscape dominava <ul><li>Estrutura Horizontal - “Cor de fundo” </li></ul><ul><li>- Menu centralizado - Ausência de hierarquia para banners </li></ul>Isto era a navegação
  10. 11. - Menu à esquerda e barra superior horizontal para Voltar ao Portal - Chamadas alinhadas à esquerda - Divisão por regiões de atuação - Marca existe dentro do Grupo RBS
  11. 13. A evolução de alguns sites (marcas que nasceram na Internet)
  12. 14. - Muitas imagens - Estrutura Horizontal
  13. 15. - Estrutura vertical - Cara de“Home” - Destaques: HTML rudimentar
  14. 16. - Diversidade de editorias - Menu horizontal e superior - É provedor
  15. 17. Jornal Linha Direta do Bol virou o ...
  16. 18. Folha Online!
  17. 20. A evolução de alguns sites (revistas)
  18. 21. - Mudança editorial na revista - Barra de navegação
  19. 23. <ul><li>Marca subordinada à Abril </li></ul><ul><li>Espaço delimitado para publicidade e e-commerce </li></ul><ul><li>Valorização do assinante da revista impressa </li></ul>
  20. 24. Navegação confusa; sem hierarquia de informação
  21. 26. Portal com todas as revistas da Unidade de Negócios da empresa
  22. 31. Jornalismo na Web Etapas de desenvolvimento Contexto teórico
  23. 32. Características da Web <ul><li>Multimidialidade/convergência, interatividade, hipertextualidade, personalização e memória. </li></ul><ul><li>PALACIOS, Marcos. Ruptura, continuidade e potencialização do jornalismo on-line : o lugar da memória. Acessível em: </li></ul><ul><li>http://www.facom.ufba.br/jol/pdf/2002_palacios_informacaomemoria.pdf </li></ul><ul><li>Ou XEROX, In: Modelos de Jornalismo Digital </li></ul>
  24. 33. Contexto teórico <ul><li>Importante compreender estas transformações paralelas ao desenvolvimento das formas de acesso – modem, banda larga, “barateamento” da conexão </li></ul><ul><li>O design nos sites, segundo PINHO: </li></ul><ul><li>Primeira geração (+-1984-1993): sites sem design, predomínio do texto, organização linear. Modens lentos, monitores monocromáticos. Marcadores (tags de lista), salto de linha (parágrafo), linha (tag <hr>) </li></ul><ul><li>Segunda geração (1994 – 1997): Lançamento do Netscape em 1995, , com suporte para mais tags de HTML e alguns plug-ins. “Maior uso de “ícones”, imagens de fundo, botões com borda, tabelas e gráficos separados”. Estrutura hierárquica; homepage . </li></ul>
  25. 34. Contexto teórico <ul><li>Terceira geração (1997 – ?): Conceito de design. Adequação do design/usabilidade ao conteúdo. Trabalho em equipe: programador, designer e responsável pelo conteúdo (jornalista, publicitário...). </li></ul>
  26. 35. Contexto teórico <ul><li>Contexto específico do Jornalismo na internet, segundo PAVLIK, SILVA Jr, PALACIOS e MIELNICZUK: </li></ul><ul><li>Primeira geração, ou fase de transposição; </li></ul><ul><li>Segunda geração, ou fase da metáfora </li></ul><ul><li>Terceira geração, exploração das características do suporte web (recente especial do Estadão, por exemplo) </li></ul><ul><li>Quarta geração: Modelo Jornalismo Digital em Base de Dados – JDBD. Incoporação das bases de dados na pré-produção, produção, disponibilização/circulação, consumo e pós-produção de produtos jornalísticos </li></ul>
  27. 36. Bibliografia <ul><li>MIELNICZUK, Luciana. Sistematizando alguns conhecimentos sobre jornalismo na web . (XEROX). In: Modelos de Jornalismo Digital </li></ul><ul><li>PAVLIK, John. Journalism and New Media. New York: Columbia University Press, 2001. </li></ul><ul><li>PINHO, J.B. Jornalismo na Internet . Summus Editorial, São Paulo, 2003. (XEROX) </li></ul>

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