Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Roteiro                                               Introdu¸˜o                                                       ca ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Medindo a robustez de uma rede com o fator de resiliência presentation ciawi2009

955 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
955
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Medindo a robustez de uma rede com o fator de resiliência presentation ciawi2009

  1. 1. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Donato Antonio Marino Junior Ronaldo Moreira Salles Universidad de Alcal´ aMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 1 / 32
  2. 2. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Roteiro I 1 Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Objetivos Motiva¸˜o ca 2 Resiliˆncia em Redes de Computadores e Trabalhos Relacionados M´tricas de Topologias e 3 Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia e 4 Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Ataques e Medidas de Centralidade Testes com as M´tricas e Compara¸˜o de M´tricas ca e Conclus˜es o 5 Considera¸˜es Finais co Conclus˜es do Trabalho o Trabalhos Futuros 6 Referˆncias eMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 2 / 32
  3. 3. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Objetivos Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Motiva¸˜o ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Resiliˆncia em Redes de Computadores e Defini¸˜o ca Resiliˆncia em redes ´ a habilidade de uma entidade de tolerar e e (resistir e automaticamente se recuperar de) desafios nas condi¸˜es co da rede, ataques coordenados e anomalias no tr´fego. a [Aggelou, 2008]Marino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 3 / 32
  4. 4. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Objetivos Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Motiva¸˜o ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Objetivos do Trabalho Obten¸˜o de uma m´trica que possa avaliar qu˜o resiliente ´ ca e a e uma rede Valida¸˜o da m´trica proposta, comparando-a com m´tricas ca e e publicadas em artigos cient´ ıficosMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 4 / 32
  5. 5. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Objetivos Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Motiva¸˜o ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Motiva¸˜o ca Permitir a avalia¸˜o da robustez de uma rede ca Permitir a compara¸˜o de duas ou mais redes ca Permitir a avalia¸˜o de estrat´gias de altera¸˜o de topologias ca e caMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 5 / 32
  6. 6. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Trabalhos Relacionados Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e M´tricas de Topologias e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Trabalhos Relacionados Network Robustness and Graph Topology [Dekker and Colbert, 2004] Apresenta a conectividade do n´ e a similaridade entre os n´s como o o principais m´tricas para a avalia¸˜o da robustez da topologia. e ca Analisa topologias sim´tricas, livres de escala, aleat´rias e outras. e oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 6 / 32
  7. 7. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Trabalhos Relacionados Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e M´tricas de Topologias e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Trabalhos Relacionados Improving Network Robustness by Edge Modification [Beygelzimer et al., 2005] Considera trˆs importantes m´tricas para avaliar a robustez de e e uma rede diante de falhas aleat´rias e ataques direcionados e testa o estrat´gias de inser¸˜o e remanejamento de enlaces para a e ca melhoria da resiliˆncia. M´tricas utilizadas: e e Diˆmetro a LCC - Largest Connected Component AISPL - Average Inverse Shortest Path LengthMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 7 / 32
  8. 8. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Trabalhos Relacionados Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e M´tricas de Topologias e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e M´tricas de Topologias e AISPL - Average Inverse Shortest Path Length M´dia inversa do tamanho de todos os caminhos geod´sicos e e de uma rede. LCC - Largest Connected Component Quantidade de n´s do maior subgrafo resultante da o desconex˜o da rede causada por falha ou ataque. aMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 8 / 32
  9. 9. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Trabalhos Relacionados Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e M´tricas de Topologias e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e M´tricas de Topologias e k-conectividade Defini¸˜o ca Seja G um grafo k-conexo. Ent˜o para qualquer par de v´rtices, a e existem pelo menos k caminhos v´rtice-disjuntos entre eles. e [Skiena, 2008]Marino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 9 / 32
  10. 10. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e M´trica de Resiliˆncia Proposta e e k-conectividade parcial A k-conectividade parcial de um grafo ´ expressa pelo percentual e de testes no c´lculo da k-conectividade que mantiveram a a topologia conexa, ap´s a remo¸˜o de combina¸˜es de k − 1 o ca co v´rtices. eMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 10 / 32
  11. 11. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e k-conectividade parcial - Exemplo Figura: Combina¸˜es para uma topologia de cinco n´s co oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 11 / 32
  12. 12. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e k-conectividade parcial - Exemplo Figura: Combina¸˜es para uma topologia de cinco n´s co oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 12 / 32
  13. 13. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e k-conectividade parcial - Exemplo Figura: Combina¸˜es para uma topologia de cinco n´s co oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 13 / 32
  14. 14. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e O Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia utiliza a k-conectividade parcial para e medir a robustez de uma rede. Calcula da 2-conectividade parcial at´ a (n − 1)-conectividade e parcial da rede Considera duas importantes propriedades de grafos conexos: Todo grafo conexo ´ 1-conexo. e Todo grafo conexo ´ n-conexo, sendo n o n´mero total de e u v´rtices. eMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 14 / 32
  15. 15. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e O Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e O Fator de Resiliˆncia e A express˜o obtida para c´lculo do Fator de Resiliˆncia ´: a a e e n−1 ∑ k(i) i=2 FR = (n−2) Para a topologia utilizada como exemplo, o c´lculo seria: a k(2)+k(3)+k(4) 1+0,9+0,7 (5−2) = 3 = 0, 8666Marino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 15 / 32
  16. 16. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Ataques e Medidas de Centralidade Simula¸˜es de Ataques aos n´s de maior importˆncia co o a Nas simula¸˜es foram utilizadas medidas de centralidade co oriundas do estudo de Redes Sociais [Wasserman et al., 1994]: Closeness Centrality (CC) Betweeness Centrality (BC) Compara¸˜o dos resultados com as m´tricas do trabalho ca e relacionadoMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 16 / 32
  17. 17. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Topologias usadas nos testes Figura: Telcordia - 15 n´s e 28 enlaces oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 17 / 32
  18. 18. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Topologias usadas nos testes Figura: Cost-239 - 19 n´s e 40 enlaces oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 18 / 32
  19. 19. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Topologias usadas nos testes Figura: JaNet - 29 n´s e 45 enlaces oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 19 / 32
  20. 20. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Topologias usadas nos testes Figura: Renater - 30 n´s e 42 enlaces oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 20 / 32
  21. 21. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Topologias usadas nos testes Figura: RNP - 27 n´s e 26 enlaces oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 21 / 32
  22. 22. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Topologias usadas nos testes Figura: UKNet - 30 n´s e 51 enlaces oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 22 / 32
  23. 23. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Softwares utilizados nos Testes Vertex Indica Topologia Conexa/N˜o Conexa a Indica Topologia Completa/N˜o Completa a Permite identificar a k-conectividade “completa” Calcula o Fator de Resiliˆncia e SocNetV - Social Network Visualizer Calcula CC e BC Calcula Diˆmetro a Calcula Average Shortest Path Length Tabela de caminhos geod´sicos da topologia eMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 23 / 32
  24. 24. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e AISPL - Ataques aos n´s de maior CC e BC o * Apresentou inconsistˆncia quando o ataque desconecta a topologia e * O AISPL realiza c´lculo no LCC aMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 24 / 32
  25. 25. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e LCC - Ataques aos n´s de maior CC e BC o * N˜o diferencia as topologias em seu estado original a * Sua queda refletia apenas a quantidade de n´s atacados oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 25 / 32
  26. 26. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Fator de Resiliˆncia - Ataques aos n´s de maior CC e BC e oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 26 / 32
  27. 27. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Fator de Resiliˆncia x AISPL e LCC e Topologia Telcordia Topologia RenaterMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 27 / 32
  28. 28. Roteiro Introdu¸˜o ca Ataques e Medidas de Centralidade Resiliˆncia em Redes de Computadores e Testes com as M´tricas e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Compara¸˜o de M´tricas ca e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Conclus˜es o Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Conclus˜es dos Testes da M´trica Proposta o e O Fator de Resiliˆncia foi a m´trica mais consistente na e e an´lise da robustez de uma rede a Apresentou boa precis˜o no seu valor permitindo a a compara¸˜o de topologias ca Nos testes de simula¸˜o de ataques apresentou coerˆncia em ca e todos os resultados, diferente das m´tricas do trabalho e relacionado Na compara¸˜o com as outras m´tricas nos seus melhores ca e casos, os resultados do Fator de Resiliˆncia seguiram e corretamente a tendˆncia de queda ap´s os ataques e oMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 28 / 32
  29. 29. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Conclus˜es do Trabalho o Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Trabalhos Futuros Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Conclus˜es do Trabalho o O trabalho apresentou o Fator de Resiliˆncia como a medida e de robustez de uma rede. Foram utilizadas topologias reais de backbones comerciais e acadˆmicos, em simula¸˜es de ataques aos n´s de maior e co o importˆncia da rede, baseados em conceitos de redes sociais. a Os testes realizados com o Fator de Resiliˆncia foram mais e precisos e mais consistentes do que com outras m´tricas e propostas em trabalhos anteriores.Marino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 29 / 32
  30. 30. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Conclus˜es do Trabalho o Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Trabalhos Futuros Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Trabalhos Futuros Pesquisa de novos algoritmos ou heur´ ısticas para o c´lculo da a k-conectividade parcial An´lise de estrat´gias para a altera¸˜o de topologias visando o a e ca aumento da resiliˆncia e Estudo de um procedimento para o projeto de redes resilientes com base no fator propostoMarino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 30 / 32
  31. 31. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Referˆncias I e Aggelou, G. (2008). Wireless Mesh Networking. McGraw-Hill Professional. Beygelzimer, A., Grinstein, G., Linsker, R., and Rish, I. (2005). Improving network robustness by edge modification. Physica A: Statistical Mechanics and its Applications, 357(3-4):593–612. Dekker, A. H. and Colbert, B. D. (2004). Network robustness and graph topology. In Estivill-Castro, V., editor, ACSC, volume 26 of CRPIT, pages 359–368. Australian Computer Society. Skiena, S. S. (2008). The Algorithm Design Manual. Springer, 2nd edition.Marino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 31 / 32
  32. 32. Roteiro Introdu¸˜o ca Resiliˆncia em Redes de Computadores e Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Testes com Topologias e Valida¸˜o do Fator ca Considera¸˜es Finais co Referˆncias e Referˆncias II e Wasserman, S., Faust, K., and Iacobucci, D. (1994). Social Network Analysis : Methods and Applications (Structural Analysis in the Social Sciences). Cambridge University Press.Marino e Salles (IME) Medindo a Robustez de Uma Rede com o Fator de Resiliˆncia e Outubro/2009 32 / 32

×